Autor: REDAÇÃO

  • Luciana Gimenez diz que briga na família foi 'um grande mal-entendido'

    Luciana Gimenez diz que briga na família foi 'um grande mal-entendido'

    Apresentadora minimizou episódio envolvendo a mãe e o irmão, após o ator ser levado à delegacia por conta de uma discussão familiar. Segundo ela, os dois já se acertaram e a situação está resolvida, apesar da repercussão

    (CBS NEWS) – “Um grande mal-entendido.” Foi assim que Luciana Gimenez classificou a confusão envolvendo sua mãe, Vera Gimenez, e seu irmão, Marco Antonio Gimenez, no sábado (14).

    O ator chegou a ser levado à 10ª Delegacia de Polícia de Botafogo, na zona sul do Rio, após denúncias de vizinhos, assustados com a gritaria no apartamento da família da apresentadora.

    “Na verdade, foi um grande mal-entendido. Todo mundo tem família, todo mundo sabe como são as coisas entre pais e filhos, irmãos com irmãos… Está tudo ótimo. E que bom”, disse Luciana no tapete vermelho do Golden Globes Tribute Gala Brazil, na noite desta quarta-feira (18), no Rio de Janeiro.

    Questionada se a paz voltou a reinar na família, a apresentadora afirmou que os dois já fizeram as pazes. “Eles se acertaram e está tudo certo. Está todo mundo bem, todos adultos”, disse.

    Luciana também comentou a repercussão do caso e afirmou que prefere manter a discrição. “Sou muito reservada e não entendo por que minhas coisas tomam uma proporção tão grande. Prefiro nem comentar. Esquecer e olhar para frente.”

    Luciana Gimenez diz que briga na família foi 'um grande mal-entendido'

  • iFood diz ao Cade que 99 adota condutas questionáveis e faz menção a 'práticas de espionagem'

    iFood diz ao Cade que 99 adota condutas questionáveis e faz menção a 'práticas de espionagem'

    No ofício enviado ao iFood, o Cade cita acusações de ocultamento de bares recém-cadastrados no 99 e uma reportagem da Folha de S.Paulo que mostrou multas milionárias e inativação de restaurantes que romperam contratos de exclusividade com a plataforma

    (FOLHAPRESS) – Em ofício enviado ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), o iFood acusa a chinesa 99Food de ter condutas questionáveis e fala em “práticas de espionagem corporativa”, ataques publicitários ilícitos e uso indevido de marcas ao citar a concorrente.

    “A estratégia de entrada e expansão da 99Food tem sido extremamente agressiva e baseada em iniciativas e condutas muitas vezes questionáveis”, diz ofício assinado pelo escritório Mattos Filho e encaminhado no último dia 6 de março à Coordenação de Análise Antitruste do Cade.

    Na peça, o iFood se defende também de questionamentos por parte do Cade e cita a expansão da 99 para argumentar que não lança mão de práticas anticoncorrenciais.

    Procurada pela reportagem, a 99 preferiu não se manifestar. Como mostrou a Folha de S.Paulo, a empresa também disse no passado ter sido vítima de espionagem, com furtos de equipamento e abordagem de funcionários em redes sociais.

    O iFood afirmou em nota que o ofício enviado ao Cade responde a questionamentos de rotina sobre o cumprimento do acordo assinado em 2023 com a autoridade antitruste.

    “No que se refere às menções à 99Food, a intenção era contextualizar para o Cade o atual cenário competitivo do setor de delivery, citando fatos noticiados pela imprensa e processos judiciais, incluindo práticas de espionagem corporativa contra o iFood que ainda estão sendo investigadas pelas autoridades competentes, sem decisão final sobre os responsáveis”, disse.

    Em fevereiro, o Cade, órgão antitruste vinculado ao Ministério da Justiça, enumerou práticas do iFood que poderiam configurar violações de um acordo sobre contratos de exclusividade firmado em 2023. Pediu, então, que a empresa se explicasse.

    No ofício enviado ao iFood, o Cade cita acusações de ocultamento de bares recém-cadastrados no 99 e uma reportagem da Folha de S.Paulo que mostrou multas milionárias e inativação de restaurantes que romperam contratos de exclusividade com a plataforma.

    “Caso restem comprovadas, tais práticas podem configurar violação às obrigações assumidas no âmbito do TCC [Termo de Conduta]”, diz o documento assinado por Alden Caribé de Sousa, coordenador-geral de análise antitruste do Cade.

    O iFood respondeu argumentando que há má compreensão dos contratos firmados com restaurantes, e que as reclamações partem de uma minoria pouco representativa; também afirmou que as unidades que aderiram à 99 têm crescido, assim como os aplicativos concorrentes -o que demonstraria que a empresa não tenta monopolizar o mercado.

    “O iFood não impõe quaisquer barreiras, aplica punições ou cria empecilhos ou dificuldades de qualquer natureza a restaurantes que optam por operar em plataformas concorrente”, afirma a empresa no documento.

    Até meados de 2025, a iFood era virtualmente a única grande empresa no mercado de delivery no Brasil, com até 93% do mercado segundo algumas estimativas. A entrada da 99 e da Keeta, duas empresas de capital chinês, começou a ameaçar essa dominância.

    iFood diz ao Cade que 99 adota condutas questionáveis e faz menção a 'práticas de espionagem'

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Messi alcança marca de 900 gols na carreira

    Messi alcança marca de 900 gols na carreira

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Aos sete minutos do jogo entre Inter Miami e Nashville, nesta quarta-feira (18), o espanhol Sergio Reguilón carregou a bola até a ponta esquerda, cruzou para a grande área e encontrou Lionel Messi. Com a mesma calma que exibiu ao longo de sua vitoriosa trajetória, o astro argentino de 38 anos limpou dois marcadores antes de finalizar rasteiro para marcar o 900º gol de sua carreira.

    Com 1.142 jogos oficiais, o craque argentino tem uma média de 0,78 gols por partida.

    Messi demorou quase três anos entre o gol 800, feito no dia 23 de março de 2023, pela seleção argentina em um amistoso contra o Panamá, e o 900. Agora, o camisa 10 do Inter Miami só está atrás de Cristiano Ronaldo no quesito gols oficiais, de acordo com a contagem da Fifa.

    Jogando atualmente no Al-Nassr, da Arábia Saudita, o astro português está com 965 gols, empenhado em sua busca pelo milésimo gol. Cristiano Ronaldo marcou o seu 900° gol em sua partida de número 1236.

    A trajetória do craque argentino foi construída, em grande parte, com a camisa do Barcelona, pelo qual ele marcou 672 gols em 778 jogos, tornando-se o jogador com mais gols marcados por um único clube.

    Após deixar o clube espanhol, Messi se transferiu para o Paris Saint-Germain, onde teve números bem mais modestos: 32 gols em 75 jogos.

    Com a camisa do Inter Miami, ele voltou a ter uma média superior à média geral de sua carreira, com 0,87 gol por partida. Marcou 81 vezes em 93 partidas.

    Para sonhar com o milésimo gol com essa média, o argentino poderá precisar de mais 114 jogos. Aos 38 anos e com uma média de cerca de 50 jogos por temporada, ele poderia atingir a marca caso continue atuando até os 40 anos.

    O argentino continua a adiar a confirmação de sua participação na Copa do Mundo deste ano, mas, no final do ano passado, surpreendeu o mundo do futebol ao prorrogar seu contrato com o Inter até o fim da temporada de 2028.

    A possível marca de 1.000 gols leva em consideração o critério da Fifa, que considera apenas gols marcados em jogos oficiais e por isso desconsidera alguns registros de astros como Pelé e Romário.

    O Verdão conseguiu assumir a liderança porque o São Paulo, que estava na ponta da tabela até então, foi derrotado por 1 a 0 pelo Atlético-MG em Belo Horizonte. O único gol da partida foi marcado pelo zagueiro Iván Román

    Agência Brasil | 08:30 – 19/03/2026

    Messi alcança marca de 900 gols na carreira

  • 'Está tentando mudar a nossa opinião', declara Juliano sobre Cowboy

    'Está tentando mudar a nossa opinião', declara Juliano sobre Cowboy

    Cowboy e Jonas Sulzbach chamaram Juliano para tirar uma selfie no meio da pista de dança e o líder da semana ainda tentou engatar uma conversa com o camarote sobre a música que estava tocando na hora, comentando que era o tema do filme ‘Footloose’.

    (CBS NEWS) – O dançarino Juliano Floss ficou indignado com atitudes de rivais durante a festa do líder Alberto Cowboy na noite de quarta-feira (18) no BBB 26 (Globo). O brother comentou com suas aliadas que ficou em choque ao ver os adversários o tratando bem.

    Cowboy e Jonas Sulzbach chamaram Juliano para tirar uma selfie no meio da pista de dança e o líder da semana ainda tentou engatar uma conversa com o camarote sobre a música que estava tocando na hora, comentando que era o tema do filme ‘Footloose’.

    “60 dias me olhando com cara de bunda e do nada vira a chavinha. Quinta série estava me chamando de ‘frangolino’, falando que ia me indicar semana passada e agora vem me pedir para tirar foto? Vem ser legal? Cowboy ser legal? Falar de filme? Não falou comigo o dia inteiro”, comentou Juliano com Samira Sagr e Milena Moreira.

    O brother questionou o motivo dos rivais serem bacanas com ele e afirmou que estava em choque com tamanha falsidade. Samira respondeu que, quando os adversários agem dessa maneira, ela fica se perguntando se é a malvada da história e se sentindo mal.

    Ao final da festa, quando Ana Paula Renault retornou do desafio Barrado no Baile, o quarteto do quarto Sonho da Eternidade repercutiu os acontecimentos da festa e falou sobre as atitudes de Cowboy e Jonas.

    “Foi esquisito. O Cowboy estava legal demais. Estava estranho”, declarou o dançarino. “Está tentando mudar a nossa opinião”, concluiu. Ana Paula afirmou que o rival deve estar recalculando a rota do seu jogo.

    Samira também contou para a aliada que Cowboy ganhou um chapéu de boiadeiro de presente do patrocinador e comentou com Gil do Vigor que o seu acessório antigo havia sido amassado por uma rival. Na ocasião, Ana Paula atacou o chapéu do brother após ele ter falado do pai dela.

    A gaúcha ainda disse que Milena se recusou a tirar uma foto com Gil e o resto do elenco e a recreadora infantil justificou, afirmando que ela não se nega a fazer as dinâmicas do programa, mas uma fotografia não se inclui nisso e ela não se sente confortável em tirar retrato com seus rivais.

    Milena, porém, tirou uma selfie em que estavam apenas ela e Gil do Vigor. No fim, o patrocinador da festa compartilhou em suas redes o retrato dos dois ao invés da foto em que estava todo o elenco.

    O grupo contou para Ana Paula que Gil enviou uma indireta sutil à Milena. A sister passou a semana alfinetando Cowboy após ele ganhar equipamentos de música e havia dito que ia questionar o economista sobre o sonho de Alberto de retomar a carreira artística.

    Durante sua visita na casa, Gil afirmou que a ideia do presente do patrocinador é realizar sonhos, “inclusive aqueles adormecidos”. Esta semana, além do chapéu, o veterano também ganhou um console Nintendo Switch.

    A sessão de fofoca ainda teve Juliano contando para Ana Paula sobre o clima de romance que permeou as interações de Jonas e Jordana durante a noite. Os brothers não sabem que o modelo e a advogada se beijaram.

    'Está tentando mudar a nossa opinião', declara Juliano sobre Cowboy

  • Milei presta apoio aos EUA com promessa de envio de tropas ao Oriente Médio

    Milei presta apoio aos EUA com promessa de envio de tropas ao Oriente Médio

    A sinalização de apoio ocorre por “alinhamento do governo de Javier Milei com o de Donald Trump”. Embora o governo argentino tenha se prontificado a ajudar no conflito no Oriente Médio, Lanari afirmou não ter conhecimento de qualquer pedido oficial nesse sentido feito por Washington a Buenos Aires

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Casa Rosada confirmou ontem que a Argentina pode enviar suas tropas ao Oriente Médio para apoiar os Estados Unidos no conflito contra o Irã, em resposta a eventual solicitação do governo do presidente Donald Trump.

    “Se os Estados Unidos solicitarem, sim. Qualquer assistência que eles considerem necessária será fornecida”, disse o porta-voz do governo argentino, Javier Lanari, ao jornal espanhol El Mundo.

    A sinalização de apoio ocorre por “alinhamento do governo de Javier Milei com o de Donald Trump”. Embora o governo argentino tenha se prontificado a ajudar no conflito no Oriente Médio, Lanari afirmou não ter conhecimento de qualquer pedido oficial nesse sentido feito por Washington a Buenos Aires.

    Argentina foi o único país da América do Sul a se envolver na Guerra do Golfo no início da década de 1990. A Casa Rosada contribuiu com quatro navios em apoio ao então presidente norte-americano George Bush pai na guerra após a invasão do Kuwait pelo Iraque.

    JAVIER MILEI CRITICA IRÃ

    Javier Milei criticou o Irã ao relembrar, nesta terça-feira (17), os 34 anos de um atentado contra a embaixada de Israel na Argentina. “Diante do terrorismo, não pode haver trégua”, disse ele em um ato em uma praça de Buenos Aires, sobre as ruínas da sede diplomática.

    “Deixamos claro onde nos posicionamos neste momento histórico, em que os Estados Unidos e Israel decidiram pôr fim ao regime iraniano, uma tirania que não só mantém cativa sua própria população, mas que se dedica a semear o terror durante décadas”, disse Milei.

    Em 17 de março de 1992, uma caminhonete carregada de explosivos atingiu o prédio da embaixada de Israel, deixando 22 mortos e mais de 200 feridos. Dois anos depois, outro ataque à associação judaica AMIA matou 85 pessoas. A Justiça argentina atribui os dois atentados ao Irã e ao Hezbollah.

    No discurso, Milei lembrou seu compromisso com “os valores do Ocidente”, “a moral como política de Estado” e “o combate ao flagelo do antissemitismo”. “Israel é um aliado estratégico do nosso país, valores compartilhados nos unem”, concluiu o presidente argentino.

    Milei presta apoio aos EUA com promessa de envio de tropas ao Oriente Médio

  • Kate Middleton arrasa em look com um toque dos anos 80; veja

    Kate Middleton arrasa em look com um toque dos anos 80; veja

    Princesa de Gales recebeu o presidente da Nigéria com look elegante de inspiração retrô, assinado por designer britânico-nigeriana, em escolha simbólica que uniu moda, diplomacia e valorização cultura

    Kate Middleton demonstrou elegância e bom gosto ao receber o presidente da Nigéria, Bola Ahmed Tinubu, e a primeira-dama, Oluremi Tinubu, no Reino Unido, nesta quarta-feira, 18 de março, durante uma visita de Estado de dois dias.

    A princesa de Gales esteve acompanhada pelo marido, príncipe William, e pelo rei Charles III e a rainha Camilla.

    Para a ocasião, Kate, de 44 anos, escolheu um vestido-casaco cinza da marca Tolu Coker. A peça traz saia lápis, lapelas brancas e abotoamento duplo, em um estilo que remete à moda dos anos 1980.

    Apesar do visual clássico, o modelo apresenta um detalhe marcante nas costas, com efeito semelhante a um espartilho, que acrescenta um toque moderno ao look.

    A escolha da estilista não foi por acaso. Tolu Coker é uma designer britânico-nigeriana conhecida por unir alfaiataria tradicional a influências africanas, além de valorizar a sustentabilidade e a moda como ferramenta de expressão cultural.

    No mês passado, o rei Charles III esteve presente no desfile da estilista durante a Semana de Moda de Londres.

    Kate completou o visual com um chapéu da marca Jane Taylor, com detalhes brancos, e sapatos de salto alto cinza com estampa de cobra, da Hugo Boss.

    Os brincos de pérola usados pela princesa pertenciam à coleção da princesa Diana. O cabelo foi usado solto, com ondas leves, mantendo a elegância característica.

    Já a rainha Camilla optou por um vestido-casaco rosa claro, com lapelas de cetim, combinado com chapéu e bolsa no mesmo tom, incluindo uma bolsa Lady Dior.

    Um dia antes, na terça-feira, Kate também marcou presença no desfile do Dia de São Patrício da Guarda Irlandesa, realizado no Quartel de Mons, em Aldershot, na Inglaterra.

    Na ocasião, ela escolheu um sobretudo verde-esmeralda da Alexander McQueen, com cinto preto, combinado com luvas Cornelia James, botas de camurça da Ralph Lauren, joias da Asprey London e um chapéu verde da Gina Foster Millinery. A maquiagem foi discreta e o cabelo, preso.
     
     

     

    Kate Middleton arrasa em look com um toque dos anos 80; veja

  • Após saída de Casemiro, outro brasileiro pode reforçar o United

    Após saída de Casemiro, outro brasileiro pode reforçar o United

    O Manchester United está em negociações avançadas com o Newcastle para contratar, em definitivo, o volante brasileiro Bruno Guimarães. A informação foi divulgada pela agência britânica Reuters nesta quinta-feira.

    Aos 28 anos, o jogador aparece como principal opção para substituir Casemiro, que já confirmou que não vai renovar contrato com o clube inglês. O volante deve deixar o time ao fim da temporada 2025/26, sem custos, após perder espaço e também por conta do alto salário, que ultrapassa 400 mil euros por semana.

    As conversas entre os clubes ganharam força nas últimas horas, especialmente após a derrota do Newcastle por 7 a 2 para o Barcelona, no Camp Nou, resultado que eliminou a equipe inglesa nas oitavas de final da Liga dos Campeões e impactou financeiramente o clube.

    De acordo com a publicação, o próprio Casemiro teria indicado Bruno Guimarães como substituto ideal, destacando a experiência e a capacidade de liderança do meio-campista para assumir o setor no time comandado por Michael Carrick, que ocupa o cargo de forma interina após a saída do técnico português Ruben Amorim.

    Apesar do avanço nas negociações, a transferência ainda não está garantida. O Real Madrid também acompanha a situação do brasileiro e busca reforçar o meio-campo diante da possível saída de Eduardo Camavinga.

    O clube espanhol já demonstrava interesse em Bruno Guimarães desde os tempos em que o jogador atuava pelo Lyon. Na época, chegou a considerar a contratação, mas foi o Newcastle que fechou o negócio em janeiro de 2022, por cerca de 50 milhões de euros.

    Internamente, o nome do brasileiro também era bem avaliado por Carlo Ancelotti, hoje técnico da seleção brasileira, que via no jogador uma peça importante para a renovação do meio-campo após a saída de nomes históricos como Luka Modric e Toni Kroos.

    Revelado pelo Audax e com passagem pelo Athletico Paranaense, Bruno Guimarães tem contrato com o Newcastle até junho de 2028. Pelo clube inglês, soma 189 partidas, com 31 gols e 30 assistências, além da conquista de uma Copa da Liga.

    Atualmente, no entanto, o jogador está afastado dos gramados por conta de uma lesão muscular sofrida em fevereiro, na vitória sobre o Tottenham. Ainda não há previsão para o retorno.
     
     

    Derrota para o Internacional aumenta pressão da torcida e culmina na saída do treinador. Decisão ocorre sem presença de dirigentes, após críticas à atuação da equipe e escolhas durante a partida na Vila Belmiro.

    Estadao Conteudo | 04:15 – 19/03/2026

     

    Após saída de Casemiro, outro brasileiro pode reforçar o United

  • Ataques do Irã atingem gás do Qatar e elevam tensão global

    Ataques do Irã atingem gás do Qatar e elevam tensão global

    Mísseis provocaram incêndios em instalações de gás natural e ampliaram a escalada no Golfo Pérsico, enquanto o preço do petróleo dispara e cresce o risco de impactos no abastecimento mundial de energia

    O Qatar informou nesta quinta-feira que ataques com mísseis iranianos atingiram novas instalações de gás natural liquefeito no país, provocando grandes incêndios e danos significativos.

    Segundo a QatarEnergy, empresa estatal de petróleo e gás, o combate às chamas ainda está em andamento e, até o momento, não há registro de feridos.

    O país, um dos principais fornecedores de gás natural do mundo, já havia suspendido a produção no início da guerra. Os novos danos podem atrasar a retomada plena das atividades após o fim do conflito com o Irã.

    Também nesta quarta-feira, o Irã confirmou a morte do ministro da Inteligência, Esmail Khatib, em um ataque aéreo israelense ocorrido na noite de terça-feira. No mesmo dia, Teerã reconheceu ainda as mortes de Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, e de Gholamreza Soleimani, líder da milícia Basij.

    O país também foi alvo de um ataque israelense ao campo de gás South Pars, considerado o maior do mundo. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, alertou para “consequências incontroláveis” que “podem afetar o mundo inteiro”.

    Em resposta, o Irã intensificou ataques a instalações energéticas de países vizinhos no Golfo Pérsico, atingindo estruturas no Qatar. O governo de Doha reagiu determinando que funcionários da embaixada iraniana deixassem o país em até 24 horas.

    Teerã também atacou instalações de gás em Habshan e o campo de Bab, nos Emirados Árabes Unidos. O governo local classificou a ação como uma “escalada perigosa” do conflito envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos.

    Autoridades de Abu Dhabi informaram que operações de gás foram suspensas após a detecção de atividades suspeitas nas áreas atingidas.

    Regiões da Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein e Emirados Árabes Unidos também foram alvo de ataques, ampliando a tensão na região.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Israel não deve realizar novos ataques ao campo de South Pars, mas alertou que, caso o Irã volte a atingir o Qatar, as forças americanas poderão retaliar com força total.

    “Não quero autorizar esse nível de destruição, mas não hesitarei em agir se as instalações forem atacadas novamente”, escreveu Trump em sua rede social.

    De acordo com a agência Associated Press, os Estados Unidos foram informados previamente sobre o ataque israelense ao South Pars, mas não participaram da operação.

    Enquanto busca ampliar a oferta global de petróleo, o governo americano também flexibilizou sanções contra a Venezuela, permitindo que empresas dos EUA negociem com a estatal de petróleo do país.

    Os ataques iranianos aumentam a pressão sobre os países do Golfo, que até agora vinham adotando uma postura mais cautelosa no conflito.

    No mercado internacional, o preço do petróleo voltou a subir e ultrapassou os 108 dólares por barril, impulsionado pela escalada da guerra e pelo bloqueio iraniano no Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. O Brent já acumula alta próxima de 50% desde o início do conflito.
     
     

     

    Ataques do Irã atingem gás do Qatar e elevam tensão global

  • Felipeh Campos é internado com dengue em estado grave em SP

    Felipeh Campos é internado com dengue em estado grave em SP

    Apresentador da Band deu entrada na Beneficência Portuguesa após queda acentuada de plaquetas, com nível em 25 mil. Ele não participou do programa desta quarta-feira e segue sob observação médica, sem previsão de alta ou retorno às atividades

    O apresentador Felipeh Campos foi internado nesta quarta-feira (18), em São Paulo, após ser diagnosticado com dengue em estado crítico. Ele deu entrada na Beneficência Portuguesa, onde permanece sob observação médica, sem previsão de alta.

    À frente do programa Melhor da Noite, exibido semanalmente às quartas-feiras na Band, o jornalista não participará da edição prevista para hoje. Em nota, a emissora informou que o apresentador segue em acompanhamento clínico e ainda não há definição sobre o retorno às atividades.

    Segundo relato do próprio Felipeh, o quadro é considerado grave devido à queda acentuada no número de plaquetas, que chegaram a 25 mil. Em casos de dengue, a redução dessas células é um dos principais sinais de alerta, já que elas são responsáveis pela coagulação do sangue. Níveis tão baixos aumentam o risco de sangramentos e complicações, exigindo monitoramento intensivo.

    De acordo com parâmetros médicos, valores abaixo de 150 mil já indicam alteração, enquanto índices inferiores a 50 mil são considerados preocupantes. A taxa registrada pelo apresentador está bem abaixo desse limite, o que reforça a gravidade do quadro.

    Até o momento, não há confirmação sobre a necessidade de transferência para uma unidade de maior complexidade, como a semi-intensiva. Ele segue em avaliação contínua para acompanhamento da evolução clínica.

    Felipeh Campos é internado com dengue em estado grave em SP

  • De Khamenei a Larijani: quem são os líderes mortos nos ataques ao Irã

    De Khamenei a Larijani: quem são os líderes mortos nos ataques ao Irã

    Ataques de Estados Unidos e Israel atingiram figuras centrais do regime iraniano, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, em ofensiva que busca enfraquecer o governo e ampliar a pressão interna após duas semanas de conflito

    A guerra iniciada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã já dura duas semanas e, até o momento, não há perspectiva de fim. Desde os primeiros ataques, em 28 de fevereiro, nove figuras centrais do regime iraniano foram mortas.

    Segundo o Exército israelense, as ações, classificadas como devastadoras, tiveram como objetivo atingir responsáveis pela repressão a protestos antigovernamentais ocorridos em janeiro e criar condições para uma nova revolta interna capaz de enfraquecer o governo iraniano.

    Ali Khamenei

    Ali Khamenei era o líder supremo do Irã, ocupando o posto mais alto do sistema político criado após a Revolução Islâmica de 1979. Ele foi morto no primeiro dia do conflito, em um ataque aéreo israelense ao complexo onde se reunia com assessores próximos.

    De acordo com informações, uma reunião estava em andamento no momento do ataque, o que levou Estados Unidos e Israel a anteciparem a operação para tentar eliminar várias lideranças do regime de uma só vez.

    Ali Shamkhani

    Ali Shamkhani, de 70 anos, era uma das figuras mais influentes do país. Ex-chefe de segurança nacional e conselheiro de Khamenei, ele também morreu no dia 28 de fevereiro, pois participava da mesma reunião atingida pelo bombardeio.

    O ex-militar teve papel relevante nas negociações sobre o programa nuclear iraniano.

    Mohammad Pakpour

    Mohammad Pakpour havia sido nomeado comandante da Guarda Revolucionária Islâmica no ano anterior. Veterano da guerra contra o Iraque, ocupou diversos cargos militares até assumir o comando das Forças Terrestres da corporação em 2009.

    Ele estava sob sanções da União Europeia desde 2021.

    Mohammad Shirazi

    Mohammad Shirazi também foi morto no primeiro dia do conflito. General do Exército iraniano, ele chefiava o Gabinete Militar do líder supremo desde 1989.

    Como general de brigada, era responsável por coordenar as relações entre o alto comando das Forças Armadas e o líder supremo, sendo considerado peça-chave na estrutura de defesa do país.

    Abdolrahim Mousavi

    Abdolrahim Mousavi era chefe do Estado-Maior das Forças Armadas do Irã. Ele havia sido nomeado para o cargo por Khamenei poucos dias antes dos ataques.

    Antes disso, desde 2017, era comandante do Exército. Segundo a imprensa iraniana, teve papel central no desenvolvimento de mísseis balísticos, drones e programas espaciais.

    Em 2023, foi alvo de sanções impostas por Estados Unidos, União Europeia, Reino Unido e Austrália por violações de direitos humanos.

    Aziz Nasirzadeh

    Aziz Nasirzadeh ocupava o cargo de ministro da Defesa desde 2014. Antes, foi vice-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas e comandante da Força Aérea iraniana entre 2018 e 2021.

    Durante o conflito, tinha a responsabilidade de proteger a infraestrutura militar e nuclear do país.

    Gholamreza Soleimani

    Gholamreza Soleimani era comandante da milícia paramilitar Basij, ligada à Guarda Revolucionária e conhecida por atuar na repressão interna.

    Segundo Israel, ele liderou operações contra manifestantes durante os protestos de janeiro, marcadas por violência intensa e prisões em massa.

    Esmail Khatib

    Esmail Khatib era ministro da Inteligência do Irã e uma das principais figuras da segurança nacional. Nomeado em 2021, comandava os serviços responsáveis por contraespionagem, segurança interna e operações no exterior.

    Clérigo xiita, era considerado próximo de Khamenei e já havia ocupado cargos estratégicos no aparato de segurança do regime.

    Ali Larijani

    Ali Larijani foi morto em 17 de março. Como chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, era um dos políticos mais influentes do país e chegou a ser apontado como possível sucessor de Khamenei.

    Ele atuava diretamente na condução da guerra, defendia a continuidade do conflito e também teve participação na repressão aos protestos e no programa nuclear iraniano.

    De Khamenei a Larijani: quem são os líderes mortos nos ataques ao Irã