Autor: REDAÇÃO

  • Homem estuprado pela mãe teme que o irmão possa ser seu filho

    Homem estuprado pela mãe teme que o irmão possa ser seu filho

    Logan Gifford, vítima de abuso sexual cometido pela mãe na infância, relata a suspeita de que o irmão mais novo possa ter nascido durante o período das agressões. Ele busca respostas por meio de um teste de paternidade enquanto tenta reconstruir a própria vida

    Um morador de Los Angeles, nos Estados Unidos, relatou viver um conflito profundo desde que passou a suspeitar que seu irmão mais novo possa, na verdade, ser seu filho biológico. Logan Gifford foi vítima de abuso sexual cometido pela própria mãe, Doreene Gifford, entre os 10 e os 16 anos.

    Os abusos vieram à tona quando Logan decidiu denunciar a mãe, o que levou à prisão dela em 2015. Doreene foi condenada a uma pena que varia de 8 a 20 anos. Em entrevista ao Las Vegas Review‑Journal, ele relembrou o início da violência, que ocorreu no quarto dos pais enquanto um filme adulto passava na televisão.

    Hoje adulto, Logan se tornou uma voz ativa na defesa de homens sobreviventes de violência sexual. Ele afirma que a possibilidade de o irmão, atualmente com 15 anos, ter nascido em decorrência dos abusos o acompanha desde 2008, ano do nascimento do adolescente.

    O irmão mais novo apresenta dificuldades cognitivas, o que intensifica a preocupação de Logan, já que estudos apontam maior risco de problemas de saúde em crianças geradas em relações incestuosas.

    “Eu era uma criança quando tudo aconteceu, mas ainda hoje sou eu quem tenta juntar as peças do que isso causou na minha vida”, disse ele ao jornal. Logan solicitou um teste de paternidade para esclarecer a situação e, caso a paternidade seja confirmada, pretende assumir responsabilidades legais.

    A infância de Logan foi marcada por instabilidade. Ele relata ter crescido em um ambiente familiar violento, com pais que alternavam períodos dentro e fora da prisão e que enfrentavam problemas com drogas. O jovem que pode ser seu filho vive atualmente com Logan, e, se a paternidade for comprovada, ele poderá pedir a guarda definitiva, segundo o Daily Mail.

    Homem estuprado pela mãe teme que o irmão possa ser seu filho

  • Fotos falsas de casamento de Zendaya enganam até amigos próximos

    Fotos falsas de casamento de Zendaya enganam até amigos próximos

    Atriz revela que imagens geradas por inteligência artificial fizeram muita gente acreditar em casamento com Tom Holland. Zendaya contou que foi abordada pessoalmente sobre as fotos e confirmou que até pessoas próximas acreditaram na história

    Zendaya revelou que muitas pessoas foram enganadas por imagens falsas que circularam nas redes sociais mostrando um suposto casamento dela com Tom Holland, incluindo até pessoas próximas.

    A atriz participou do programa “Jimmy Kimmel Live!” na segunda-feira, 16 de março, e contou que a repercussão foi maior do que imaginava. “Muita gente acreditou”, disse.

    Segundo Zendaya, ela chegou a ser abordada pessoalmente por pessoas que comentaram sobre as fotos. “Eu estava andando normalmente e me diziam: ‘Suas fotos de casamento estão lindas’. E eu respondia: ‘Isso é inteligência artificial, não é real’”, relatou.

    Durante a entrevista, o apresentador questionou se alguém próximo também havia sido enganado e ficou incomodado por não ter sido convidado. Zendaya confirmou. “Sim, muita gente”, afirmou.

    Apesar de não confirmar oficialmente se já se casou com Tom Holland, a atriz tem sido vista usando um anel que levantou ainda mais especulações sobre um possível casamento.

    Os rumores ganharam força após o stylist Law Roach afirmar, durante o Actors Awards 2026, no início de março, que o casal já estaria casado. Desde então, a atenção sobre a vida pessoal da atriz aumentou.

    Zendaya também apareceu com o anel durante a cerimônia do Oscar e voltou a usá-lo na participação no programa de televisão.

    O relacionamento entre os dois começou em 2016, quando foram escalados juntos para o elenco de “Homem-Aranha”.
     
     

     

    Fotos falsas de casamento de Zendaya enganam até amigos próximos

  • British Airways suspende voos para o Oriente Médio até 31 de maio

    British Airways suspende voos para o Oriente Médio até 31 de maio

    Companhia interrompe operações para destinos como Dubai, Tel Aviv e Amã até o fim de maio, diante da instabilidade na região. Medida ocorre após ataques recentes e aumento do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel.

    A British Airways anunciou a suspensão de voos para alguns destinos do Oriente Médio até 31 de maio, em razão da instabilidade provocada pela escalada do conflito na região.

    A decisão afeta rotas para Amã, no Jordânia, Bahrein, Dubai e Tel Aviv. Segundo a companhia, a medida foi tomada por causa da incerteza persistente no cenário de segurança.

    Os voos para Doha seguem suspensos até 30 de abril, enquanto as operações para Riad e Jidá, na Arábia Saudita, continuam normalmente.

    Já a rota de inverno para Abu Dhabi será retomada em 25 de outubro, conforme planejamento anterior.

    A decisão ocorre após um ataque com drones ao aeroporto de Dubai, que atingiu um depósito de combustível e causou incêndio, levando à interrupção temporária das operações no local.

    A região vive um aumento das tensões desde o fim de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva militar contra o Irã, alegando neutralizar ameaças do regime.

    Em resposta, Teerã realizou ataques com mísseis e drones contra bases americanas e alvos israelenses, ampliando o risco para operações aéreas na região.

    British Airways suspende voos para o Oriente Médio até 31 de maio

  • Guerra vai empurrar mais 45 milhões de pessoas para a fome aguda no mundo

    Guerra vai empurrar mais 45 milhões de pessoas para a fome aguda no mundo

    Conflito no Oriente Médio pode elevar preços de energia e alimentos e ampliar crise global, segundo a ONU. Ásia e África devem ser as regiões mais afetadas, com milhões de pessoas em risco caso as hostilidades se prolonguem e o petróleo siga em alta

    A ONU alertou nesta terça-feira que cerca de 45 milhões de pessoas podem passar a enfrentar insegurança alimentar aguda como consequência da guerra envolvendo o Irã e seus impactos no Oriente Médio. O número representa um novo recorde, com maior impacto em países da Ásia e da África.

    De acordo com análise do Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, esse cenário deve se concretizar caso o conflito se prolongue até meados do ano e o preço do petróleo permaneça acima de 100 dólares por barril.

    Segundo o organismo, a situação já começa a pressionar cadeias globais de abastecimento. A paralisação quase total do transporte marítimo no estreito de Ormuz e os riscos crescentes à navegação no mar Vermelho estão elevando os preços da energia, dos combustíveis e dos fertilizantes, o que agrava a crise alimentar para além do Oriente Médio.

    Atualmente, cerca de 318 milhões de pessoas no mundo já enfrentam insegurança alimentar.

    A ONU alerta que o planeta pode caminhar para uma crise semelhante à registrada em 2022, após o início da guerra na Ucrânia, quando o número de afetados chegou a 349 milhões.

    Embora o conflito atual esteja concentrado em uma região estratégica para a produção de energia, e não agrícola, o impacto pode ser semelhante devido à forte relação entre os mercados de energia e alimentos.

    “Sem uma resposta humanitária com financiamento adequado, isso pode se transformar em uma catástrofe para milhões de pessoas que já vivem no limite”, afirmou o diretor executivo adjunto do Programa Alimentar Mundial, Carl Skau.

    O relatório destaca que as regiões mais vulneráveis são a África Subsaariana e partes da Ásia, devido à dependência de importações de alimentos e combustíveis.

    A previsão é de aumento da insegurança alimentar de 24% na Ásia, 21% na África Ocidental e Central e 17% na África Oriental e Austral.

    O cenário de tensão se intensificou após a ofensiva militar lançada por Estados Unidos e Israel contra o Irã no fim de fevereiro, com o objetivo declarado de neutralizar ameaças do regime iraniano. Em resposta, Teerã realizou ataques com mísseis e drones contra bases americanas e alvos israelenses na região.
     
     

     

    Guerra vai empurrar mais 45 milhões de pessoas para a fome aguda no mundo

  • Ratinho volta a falar sobre polêmica com Erika Hilton e diz que não irá mudar de opinião

    Ratinho volta a falar sobre polêmica com Erika Hilton e diz que não irá mudar de opinião

    Apresentador reafirmou declarações sobre Erika Hilton e disse que não pretende mudar de posição. Deputada acionou o MPF por transfobia e pediu suspensão do programa, enquanto Ministério das Comunicações e SBT analisam o caso e possíveis medidas

    O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, voltou a se pronunciar sobre a polêmica com a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) nesta segunda-feira, 16, e afirmou que não pretende mudar de posição, mesmo após o pedido da parlamentar para que ele seja investigado por transfobia e danos morais coletivos junto ao Ministério Público Federal (MPF), além da solicitação de suspensão do programa no SBT por 30 dias ao Ministério das Comunicações.

    Ratinho disse ter recebido milhares de mensagens e agradeceu pelo apoio. Para ele, foi alvo de “patrulhamento”. “Nos tempos atuais, quem fala a verdade pode ser vítima de patrulhamento e lacração, o que no meu tempo não tinha”, declarou.

    Na sequência, reforçou que mantém sua opinião. “Não vou mudar o meu jeito de ser para agradar quem quer que seja. Fica o recado. Eu não vou mudar”, afirmou.

    Na última quarta-feira, 11, horas depois de Hilton ser eleita para presidir a Comissão da Mulher na Câmara, Ratinho afirmou em seu programa que era contra a indicação da deputada. “Ela não é mulher, ela é trans. Será que ela entende dos problemas e desafios de uma pessoa que nasceu mulher? Porque não é fácil ser mulher”, disse.

    A parlamentar reagiu e solicitou a abertura de investigação. “Eu sou e sempre serei uma mulher”, afirmou.

    O MPF no Rio Grande do Sul ingressou com ação cível contra o apresentador e pediu indenização de R$ 10 milhões. Segundo o órgão, houve discurso de ódio e desumanização da identidade de gênero da comunidade LGBT+.

    Ratinho já havia reafirmado sua posição anteriormente nas redes sociais. “Defendo a população trans, mas também defendo o direito de questionar quem governa. Crítica política, gente, não é preconceito, é jornalismo. E não vou ficar em silêncio.”

    O documento apresentado pela deputada sustenta que a exibição desse tipo de conteúdo em TV aberta viola princípios constitucionais, especialmente o respeito aos valores éticos e sociais da pessoa.

    A representação também aponta que o uso de concessão pública para disseminar conteúdo discriminatório pode configurar abuso no exercício da radiodifusão.

    Em nota, o Ministério das Comunicações informou que o caso será analisado pela Secretaria de Radiodifusão, seguindo os trâmites legais.

    “O Ministério das Comunicações reafirma seu compromisso com a transparência, o diálogo institucional e o cumprimento rigoroso da legislação vigente.”

    Procurado, o SBT afirmou que repudia qualquer tipo de discriminação e que as falas do apresentador não representam a posição da emissora. A empresa informou ainda que o caso está sendo analisado internamente.

    Ratinho volta a falar sobre polêmica com Erika Hilton e diz que não irá mudar de opinião

  • BC decreta liquidação de instituição do grupo Master que estava sob regime especial

    BC decreta liquidação de instituição do grupo Master que estava sob regime especial

    Banco estava sob intervenção desde novembro e teve liquidação decretada após relatório indicar inviabilidade das operações. Medida mantém bloqueio de bens de controladores e encerra tentativa de continuidade dos negócios ligados ao grupo financeiro

    (FOLHAPRESS) – O Banco Central decretou nesta terça-feira (17) a liquidação do Banco Master Múltiplo, que desde 18 de novembro estava submetido ao regime de administração especial temporária. A instituição pertencia ao conglomerado de Daniel Vorcaro.

    Na administração especial, as atividades da instituição seguem em operação, mas os dirigentes perdem seus mandatos e são substituídos por pessoa jurídica especializada, com plenos poderes de gestão. A EFB Regimes Especiais de Empresas tinha sido nomeada pela autoridade monetária no ano passado para executar essa função.

    Esse regime, chamado de Raet, poderia ser mantido por até 120 dias, prazo que no caso do Master Múltiplo vencia nesta quarta-feira (18).

    A instituição do conglomerado de Vorcaro não possuía captação de depósitos do público e foi submetida ao regime de administração especial em uma tentativa de se viabilizar a continuidade dos negócios do Will Bank.

    A financeira tinha sido preservada naquele momento diante do interesse de investidores em adquirir o banco digital. Mas, em 21 de janeiro, o BC decretou também a liquidação extrajudicial do Will Bank.

    Segundo o Banco Central, o relatório do administrador do regime foi apresentado na última quinta-feira (12). O documento indicou que, com a liquidação do Will Bank, “não mais subsistem motivos para o prosseguimento do Raet do Banco Master Múltiplo”.

    “O BC continua adotando as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais. A indisponibilidade dos bens dos controladores e dos administradores decorrentes da decretação do Raet é mantida com a decretação da liquidação extrajudicial”.

    BC decreta liquidação de instituição do grupo Master que estava sob regime especial

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  • Irã pede à Fifa para mudar seus jogos da Copa do Mundo para o México

    Irã pede à Fifa para mudar seus jogos da Copa do Mundo para o México

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente da federação de futebol do Irã está negociando com a Fifa a transferência para o México das partidas da seleção na fase de grupos da Copa do Mundo 2026, que deveria disputar nos Estados Unidos. O motivo é a guerra no Oriente Médio, segundo a embaixada iraniana no México.

    “Dado que (o presidente americano, (Donald) Trump declarou claramente que não pode garantir a segurança da seleção nacional iraniana, definitivamente não iremos aos Estados Unidos”, disse o dirigente Mehdi Taj em declarações reproduzidas na conta da rede social X (ex-Twitter) da legação diplomática.

    “Estamos em negociações com a Fifa para que as partidas do Irã na Copa do Mundo sejam jogadas no México”, acrescentou.

    O embaixador do Irã no México, Abdolfazl Pasandideh, denunciou na segunda-feira (16) “a falta de cooperação do governo americano na emissão de vistos e na provisão de apoio logístico” à delegação iraniana antes da Copa do Mundo.

    Em um comunicado divulgado na página da embaixada, acrescentou que ele também sugeriu à Fifa que as partidas do Irã sejam transferidas dos Estados Unidos para o México”.

    O Irã integra o Grupo G da Copa do Mundo 2026, no qual enfrentará Bélgica e Nova Zelândia em Los Angeles e o Egito em Seattle.

    Seu acampamento base durante o torneio, que será disputado de 11 de junho a 19 de julho, está previsto em Tucson, Arizona.

    Trump afirmou que o Irã não deveria participar da Copa do Mundo “por sua própria segurança”, em plena guerra no Oriente Médio.

    O mandatário fez essas declarações apenas dois dias depois de dizer ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, que os jogadores iranianos seriam bem-vindos, apesar do conflito.

    “Será o evento esportivo maior e mais seguro da história dos Estados Unidos. Todos os jogadores, autoridades e torcedores serão tratados como as ‘ESTRELAS’ que são!”, afirmou em sua plataforma Truth Social.
    Israel e Estados Unidos lançaram em 28 de fevereiro uma ampla ofensiva contra o Irã, que respondeu com ondas de mísseis e drones contra o território israelense e contra alvos americanos em países da região.

    Declaração ocorre após a morte do líder supremo Ali Khamenei durante ataques envolvendo Estados Unidos e Israel. O posicionamento contrasta com a garantia da Fifa de que a seleção iraniana será bem-vinda na Copa de 2026, que será disputada nos EUA, Canadá e México

    Folhapress | 13:15 – 11/03/2026

    Irã pede à Fifa para mudar seus jogos da Copa do Mundo para o México

  • 'Ninguém consegue ficar contigo', dispara Marciele para Jordana

    'Ninguém consegue ficar contigo', dispara Marciele para Jordana

    Discussão durante o sincerão reacendeu conflitos antigos e expôs o fim da aliança entre as participantes. Troca de acusações e provocações marcou a noite, com desentendimentos sobre a prova do líder e prioridade dentro do jogo

    (CBS NEWS) – A amizade entre Jordana Morais e Marciele Albuquerque sofreu um novo baque durante o sincerão desta segunda-feira (16) no BBB 26 (Globo). As sisters se estranharam pela segunda vez por conta do ocorrido na prova do líder, quando a paraense foi desclassificada da disputa.

    A dinâmica da noite exigia que os brothers apontassem uma pessoa que faz os outros de bobo e outra pessoa que é feita de bobo. A primeira pessoa a jogar, Ana Paula Renault afirmou que a cunhã-poranga foi feita de bobo pelos próprios aliados.

    Marciele concordou com os argumentos usados pela rival e o assunto ainda foi abordado por outros brothers durante a atividade. Após o fim do sincerão, Jordana tentou explicar a sua visão para Ana Paula.

    A advogada afirmou que a história diz respeito a ela e Marciele e que o caso foi resolvido e esclareceu que já havia sido combinado previamente que Jordana se juntaria a Jonas e Cowboy caso precisassem formar trios. A paraense discordou.

    As duas começaram a bater boca na frente da mineira. Jordana comentou que Marciele foi prejudicada pelas próprias atitudes e a cunhã rebateu, dizendo que ficou para trás por ter achado que era prioridade.

    Marciele afirmou que Jordana precisará pedir para outra pessoa segurar a sua mão e a advogada afirmou que não precisa disso, pois chegou sozinha no programa. A paraense aproveitou para alfinetar: “Claro, ninguém consegue ficar contigo”.

    Mais tarde, no quarto Sonho de Voar, Jordana desabafou com Jonas e Cowboy, dizendo estar de saco cheio de Marciele e de Gabriela e que não quer conversar com nenhuma das duas.

    “Deixa eu te falar: já foi também. Já foi, já fiz questão, não tem mais aliança. É isso, pronto e acabou”, declarou.

    'Ninguém consegue ficar contigo', dispara Marciele para Jordana

  • Israel anuncia morte de líder do Conselho Supremo de Segurança iraniano

    Israel anuncia morte de líder do Conselho Supremo de Segurança iraniano

    Ataques aéreos durante a noite no Irã também teriam matado o comandante da milícia Basij. Governo israelense afirma que ofensiva busca enfraquecer o regime e reduzir a capacidade militar do país

    O governo de Israel anunciou nesta terça-feira a morte de dois importantes nomes do regime iraniano após ataques aéreos realizados durante a noite no Irã. Segundo as autoridades israelenses, foram mortos Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, e Gholamreza Soleimani, comandante da milícia Basij.

    A informação foi confirmada pelo ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, que afirmou ter recebido o relatório do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas.

    O Exército israelense já havia informado anteriormente a morte de Soleimani, responsável pela Basij, força paramilitar ligada à Guarda Revolucionária do Irã e considerada um dos principais instrumentos de repressão interna do país.

    Katz afirmou que as operações militares continuarão com intensidade, com foco na destruição de estruturas estratégicas e na redução da capacidade iraniana de lançar mísseis.

    Segundo ele, o objetivo é enfraquecer o regime iraniano por meio da eliminação de lideranças e de recursos militares.

    Os ataques fazem parte da escalada de tensão iniciada em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva conjunta contra o Irã, que resultou na morte do então líder supremo Ali Khamenei.

    Em resposta, o Irã fechou o estreito de Ormuz e passou a realizar ataques contra alvos israelenses, bases militares dos Estados Unidos e instalações estratégicas em países da região, como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.
     
     

     

    Israel anuncia morte de líder do Conselho Supremo de Segurança iraniano

  • INSS suspende empréstimos consignados do banco C6 e cobra devolução de R$ 300 mi a aposentados

    INSS suspende empréstimos consignados do banco C6 e cobra devolução de R$ 300 mi a aposentados

    Entre os achados, auditores entenderam que o banco embutiu indevidamente um seguro de R$ 500 em meio ao contrato de consignados. O serviço é fornecido por uma seguradora do JP Morgan, que é acionista de pouco menos da metade do C6

    O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspendeu novos empréstimos consignados do banco C6 em razão de irregularidades nos contratos da instituição financeira com aposentados pela Previdência Social. O órgão quer que o banco devolva R$ 300 milhões a segurados.

    A decisão foi tomada após a Controladoria-Geral da União (CGU) identificar pelo menos 320 mil contratos de consignados com seguros e pacotes de serviços embutidos, em uma espécie de venda casada.

    Auditores concluíram que a irregularidade é grave porque reduz o valor líquido disponibilizado pelo banco a aposentados. O INSS proíbe a inclusão de custos extras, como taxas, prêmios e seguros que não tenham a ver com os empréstimos.

    O banco só poderá voltar a fazer novos empréstimos consignados quando restituir os valores cobrados indevidamente.

    Para poder vender o produto e descontar as parcelas de consignados diretamente na conta dos aposentados pelo INSS, o banco mantinha um acordo de cooperação técnica com o órgão. Este foi o termo rescindido pelo órgão como parte da penalidade.

    A decisão do INSS foi tomada com base em uma apuração da CGU, que identificou irregularidades em milhares de contratos de empréstimos entre o C6 e aposentados.

    Entre os achados, auditores entenderam que o banco embutiu indevidamente um seguro de R$ 500 em meio ao contrato de consignados. O serviço é fornecido por uma seguradora do JP Morgan, que é acionista de pouco menos da metade do C6.

    Dados obtidos pela Lei de Acesso à Informação mostram que, entre 2020 e 2025, o C6 faturou R$ 20 bilhões com créditos consignados. No primeiro ano, quando entrou para esse mercado criando o C6 Consig, tinha 514 clientes. Em 2025, já tinha uma carteira de 3,3 milhões de consignados.

    O banco chegou a ser condenado judicialmente a indenizar aposentados que afirmaram ter sofrido descontos sem terem contratado empréstimos consignados. Também já firmou acordo com o Ministério Público Federal para cessar fraudes nesses contratos.

    INSS suspende empréstimos consignados do banco C6 e cobra devolução de R$ 300 mi a aposentados

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