Autor: REDAÇÃO

  • Ex-rainha de carnaval é presa acusada de matar o próprio noivo

    Ex-rainha de carnaval é presa acusada de matar o próprio noivo

    O crime aconteceu em fevereiro do ano passado, em San Diego, na Califórnia, e a investigação concluiu que a ex-modelo foi a responsável pela morte de “El Chato”. A prisão, entretanto, só foi divulgada em 16 de outubro, e Vanessa tem audiência marcada para o dia 20.

    A influenciadora e ex-rainha de carnaval Vanessa Gurrola Peraza, de 32 anos, foi presa nos Estados Unidos no dia 9 de outubro, acusada de assassinar o próprio noivo, Christian “El Chato” Espinoza Silver, que tinha ligações com o cartel Arellano-Félix, do México. Segundo o jornal Expreso, Vanessa foi detida ao retornar de uma viagem de luxo a Bali, na Indonésia.

    O crime aconteceu em fevereiro do ano passado, em San Diego, na Califórnia, e a investigação concluiu que a ex-modelo foi a responsável pela morte de “El Chato”. A prisão, entretanto, só foi divulgada em 16 de outubro, e Vanessa tem audiência marcada para o dia 20.

    Conhecida nas redes sociais como “La Sapa”, a mexicana também é suspeita de ligação com Los Chapitos, grupo dissidente do cartel de Sinaloa, comandado pelos filhos de Joaquín “El Chapo” Guzmán. Investigadores acreditam que a relação com o grupo criminoso pode ter motivado o assassinato do noivo.

    Vanessa ganhou notoriedade em 2011, ao ser coroada rainha do carnaval de Mazatlán, no México. Depois do título, lançou uma linha de produtos para emagrecimento e manteve carreira como modelo e influenciadora.

    Em 2023, no auge dos conflitos internos do cartel de Sinaloa, Vanessa passou a ser acusada de atuar como agente de Los Chapitos, financiando seu estilo de vida luxuoso com negócios imobiliários ilegais e lavagem de dinheiro.

    A influenciadora, que soma 1,4 milhão de seguidores no Instagram, ganhou fama internacional em 2018, quando foi confundida com Emma Coronel Aispuro, esposa de “El Chapo”. A semelhança rendeu a ela o apelido de “sósia de Emma Coronel” na imprensa mexicana, impulsionando sua popularidade nas redes.

    De acordo com pessoas próximas, Vanessa começou a se relacionar com “El Chato” em 2017, e o casal teria ficado noivo em segredo. Mensagens e registros digitais reforçam a relação entre os dois, que terminou em tragédia e resultou na prisão da influenciadora, agora acusada de homicídio doloso.

    Ex-rainha de carnaval é presa acusada de matar o próprio noivo

  • Incêndio em bateria força pouso de emergência em voo da Air China; vídeo

    Incêndio em bateria força pouso de emergência em voo da Air China; vídeo

    Ainda não foi confirmado se a bateria que causou o fogo estava instalada em algum dispositivo eletrônico ou se era uma bateria reserva.

    Um voo da Air China precisou fazer um pouso de emergência neste sábado (11) após uma bateria de lítio pegar fogo na bagagem de mão de um passageiro. O avião partia de Hangzhou, na China, com destino a Incheon, na Coreia do Sul. O incidente ocorreu quando a bagagem, guardada no compartimento superior da cabine, entrou em combustão espontânea, segundo comunicado da companhia aérea.

    Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o compartimento de bagagens em chamas, com fumaça se espalhando rapidamente pela cabine e passageiros em pânico. A tripulação agiu rapidamente para controlar o incêndio, e o piloto desviou o trajeto, pousando de emergência no Aeroporto Internacional de Pudong, em Xangai. Ninguém ficou ferido, de acordo com a Air China.

     

     

     

    Ainda não foi confirmado se a bateria que causou o fogo estava instalada em algum dispositivo eletrônico ou se era uma bateria reserva.

    O caso ocorre poucos meses após o governo chinês proibir o transporte de algumas baterias portáteis a bordo de voos domésticos, medida adotada em junho após alertas sobre o risco crescente de incêndios causados por esse tipo de material. A regra impede o embarque de baterias que não possuam certificação de segurança chinesa, mas não se aplica a modelos removíveis — como o que teria causado o incêndio deste sábado.

    As baterias de lítio são amplamente utilizadas em celulares, laptops, carregadores e cigarros eletrônicos. Elas podem superaquecer e incendiar em caso de curto-circuito ou dano físico. A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) registrou, até junho deste ano, 38 incidentes envolvendo baterias de lítio em voos de passageiros e de carga. Em 2023, foram 89 casos semelhantes.

    Diante dos riscos, governos e companhias aéreas vêm endurecendo as regras de transporte. Nos Estados Unidos, por exemplo, as baterias de lítio estão proibidas na bagagem despachada, a menos que os dispositivos estejam totalmente desligados.

    A Air China informou que colaborará com as autoridades para investigar o caso e reforçar os protocolos de segurança a bordo.

    Incêndio em bateria força pouso de emergência em voo da Air China; vídeo

  • Correios acumulam 12 trimestres de prejuízo

    Correios acumulam 12 trimestres de prejuízo

    Após um período no azul entre 2017 e 2021, que teve seu auge na pandemia de Covid-19 devido à expansão acelerada do comércio eletrônico, os Correios passaram a acumular prejuízos crescentes a partir de 2022.

    IDIANA TOMAZELLI
    IBRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O plano de socorro aos Correios, ancorado em um empréstimo de R$ 20 bilhões com garantia soberana, tornou-se a saída de emergência para uma crise gestada por anos e que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) hesitou em reconhecer.

    Para além da chamada “taxa das blusinhas” (a cobrança de impostos sobre encomendas internacionais de até US$ 50 que, de fato, desfalcou suas receitas), a empresa já vinha penando com a deterioração de suas operações e com o descontrole sobre ações judiciais que impactam o caixa da companhia. Enquanto isso, continuou aumentando despesas.

    Após um período no azul entre 2017 e 2021, que teve seu auge na pandemia de Covid-19 devido à expansão acelerada do comércio eletrônico, os Correios passaram a acumular prejuízos crescentes a partir de 2022.

    “A nossa empresa não se adaptou de forma ágil a uma nova realidade, e isso fez com que a gente sofresse em termos de resultado, de geração de caixa, da operação em si. A perda de competitividade vem fazendo com que a gente tenha perda de receita, e ao impactar o caixa, aí eu falo principalmente nos últimos meses, a gente vem afetando a operação”, disse o novo presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, em sua primeira entrevista, concedida 21 dias após ele assumir o cargo.

    No fim de julho de 2023, a Receita Federal lançou o Remessa Conforme, programa que criou uma esteira rápida para encomendas internacionais devidamente declaradas ao fisco. A mudança teria impacto direto nos Correios, que até então concentravam essa atividade.

    Hoje, técnicos da empresa avaliam que a companhia demorou a reagir, possivelmente confiando em algum recuo da equipe econômica. Quando o sistema já estava consolidado e a “taxa das blusinhas” entrou em vigor, em agosto de 2024, os Correios ainda não tinham se reposicionado nesse segmento.

    A companhia passou a atuar em novos mercados, como transporte de medicamentos para estados, mas as receitas ainda eram insuficientes para cobrir o buraco no caixa. Enquanto isso, o próprio Executivo minimizava os problemas da companhia e reagia com cobranças quando houve o primeiro aviso de que o socorro seria inevitável.

    A queda no faturamento deflagrou o que Rondon classificou de “ciclo negativo”: os Correios começaram a atrasar pagamentos de fornecedores, alguns dos quais interromperam a prestação de serviço. O impacto negativo na operação gerou insatisfação nos clientes e perda de contratos, agravando o declínio das receitas.

    Ironicamente, parte do ambiente de forte concorrência que se vê hoje perante gigantes como Amazon, Mercado Livre e Magazine Luiza foi induzido pela crise dos Correios, já que as empresas privadas investiram em serviços próprios de logística para dar vazão às cargas retiradas da empresa estatal devido à perda de qualidade na operação.

    Hoje, algumas sinalizam que há espaço para retomar parte das parcerias, mas dificilmente na mesma magnitude de antes, o que impõe aos Correios a necessidade de diversificar seu negócio.
    O socorro via empréstimo de R$ 20 bilhões, revelado pela Folha, seria uma ponte até que a empresa consiga fazer essa virada, que leva tempo. Os detalhes do plano devem ser apresentados aos bancos na próxima semana, mas boa parte do dinheiro deve servir para regularizar passivos e manter a operação em 2025 e 2026.

    Até o fim de junho, havia uma diferença de R$ 5,6 bilhões entre os ativos da companhia e os compromissos a serem honrados nos 12 meses seguintes. Os Correios também precisam quitar o empréstimo de R$ 1,8 bilhão contratado neste ano e que vence em 2026.

    Além disso, a companhia opera hoje com um prejuízo mensal na casa dos R$ 700 milhões, valor que cresce mês a mês. Isso significa que ela precisa de até R$ 4,5 bilhões para cobrir o buraco do segundo semestre. Para 2026, os prejuízos mensais podem chegar a R$ 1 bilhão caso a empresa não tenha condições de investir para se reposicionar.

    “O plano projeta economia relevante de despesas operacionais, com redução gradual de passivos e aumento de produtividade. Os números serão apresentados no balanço de implementação, mas o objetivo é estabilidade estrutural e resultado operacional”, diz a empresa, em nota.

    O desequilíbrio crônico vem não só da perda de receitas, mas também de decisões tomadas nos últimos anos que, a despeito do cenário evidente de dificuldades, resultaram no aumento de despesas.

    Em 2024, realizou um concurso para preencher mais de 3.000 vagas de forma imediata, ao mesmo tempo em que lançava um PDV (programa de demissão voluntária). Ainda negociou um reajuste linear de 4,11% e a retomada de uma cláusula que concede um bônus de 70% calculado sobre o terço de férias.

    A empresa também queimou caixa próprio, já em declínio, para investir na aquisição de veículos elétricos e itens de tecnologia. O modelo de plano de saúde, patrocinado em grande parte pela companhia, é considerado oneroso, mas o problema não foi enfrentado.

    O descontrole sobre as ações judiciais agravou a situação. Os Correios são alvo de inúmeras ações, principalmente trabalhistas, mas a empresa não tinha um mapeamento adequado dos riscos.

    O tema foi motivo de ressalva da auditoria independente nas demonstrações de 2024. A Consult Auditores apontou “fragilidades” e “inconsistências” nas provisões, que impediam mensurar com precisão quanto o pagamento de precatórios afetaria o fluxo de caixa da empresa.

    Na prática, a estatal não fez as provisões adequadas para perdas judiciais, o que propiciava o aparecimento de esqueletos fora do planejamento da empresa. A companhia inclusive precisou republicar demonstrações de anos anteriores para incorporar esses passivos, que vêm de ações judiciais iniciadas muitas vezes há mais de cinco anos.

    A situação era tão grave que, em setembro deste ano, os Correios precisaram renegociar um empréstimo bilionário justamente porque a explosão inesperada de precatórios acionou uma cláusula do contrato que permitia aos bancos antecipar a cobrança das prestações, inicialmente previstas só para 2026. A companhia chegou a ter dinheiro bloqueado e ficou algumas horas sem caixa suficiente para pagar salários, até concluir a repactuação.

    A melhoria no monitoramento das ações judiciais foi alvo de reiteradas cobranças do conselho de administração ao longo de 2025. O colegiado autorizou a aquisição de software específico e cobrou “medidas voltadas à melhoria da atuação do jurídico próprio, especialmente no que tange à defesa técnica em ações do contencioso trabalhista”. Em 24 de setembro, pediu celeridade na contratação de uma consultoria jurídica especializada.

    Segundo representantes da estatal, a situação do passivo judicial já está, ao menos, melhor mapeada. Para este ano, a projeção é de um pagamento adicional de R$ 960 milhões em precatórios. Em 2026, a fatura deve ficar em R$ 1,27 bilhão. O valor do empréstimo também ajudará a cobrir esses pagamentos.

    A ressalva dos auditores e as cobranças do conselho de administração em relação às ações judiciais ocorreram ainda na gestão de Fabiano Silva dos Santos. Procurado, ele disse que “a área jurídica fez um trabalho de depuração de todos os processos ativos, revisando o risco processual e atualização dos andamentos, com a implementação de rotina interna para dar previsibilidade e controle das informações, mitigando o risco de inconsistência em razão da precariedade do atual sistema”.

    “Importante destacar que essas ações não foram geradas pela nossa gestão. São ações antigas e que transitaram em julgado recentemente”, afirmou.

    Correios acumulam 12 trimestres de prejuízo

  • EUA devolvem sobreviventes de ataque contra submarino de narcotráfico

    EUA devolvem sobreviventes de ataque contra submarino de narcotráfico

    O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, anunciou que os dois sobreviventes de um ataque norte-americano contra um submarino que supostamente transportava drogas no mar do Caribe foram devolvidos aos países de origem.

    Quatro “narcoterroristas” estavam a bordo do submarino e dois foram mortos, escreveu Donald Trump na rede social que controla, a Truth Social, no sábado.

    O republicano acrescentou que os dois sobreviventes estavam “sendo devolvidos aos seus países de origem, Equador e Colômbia, onde serão detidos e levados à justiça”.

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, confirmou no sábado o retorno ao país de um cidadão colombiano, sobrevivente do ataque norte-americano.

    “Recebemos com satisfação o colombiano preso no narcossubmarino, estamos felizes por ele estar vivo e ele será julgado de acordo com as leis”, disse Petro, na rede social X, sem dar mais detalhes.

    Na sexta-feira, Donald Trump afirmou que o ataque mais recente das forças norte-americanas no Caribe teve como alvo um submarino que transportava grandes quantidades de drogas.

    Os serviços de inteligência dos EUA “confirmaram que essa embarcação estava carregada principalmente com fentanil e outras drogas ilegais”, acrescentou o presidente norte-americano no sábado.

    O novo ataque — no âmbito de uma campanha que Trump justifica como combate ao tráfico de drogas — foi pelo menos o sexto em águas próximas à Venezuela desde o início de setembro e o primeiro a deixar sobreviventes resgatados pelos militares norte-americanos.

    Desde o início de setembro, esses ataques em águas perto da Venezuela já deixaram pelo menos 27 mortos.

    Na quarta-feira, Trump declarou que naquela região “o mar está muito bem controlado” e que “certamente” estão sendo avaliados ataques em terra.

    Confrontado com uma reportagem do New York Times, que revelou que ele teria autorizado operações secretas da CIA na Venezuela contra o governo, incluindo a possibilidade de “neutralizar” o presidente Nicolás Maduro, Trump não negou.

    Trump apontou os alvos dos ataques norte-americanos como integrantes do cartel Tren de Aragua, um grupo criminoso venezuelano com presença em vários países e classificado por Washington como organização terrorista.

    Os Estados Unidos acusam o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de liderar uma rede de narcotráfico e recentemente aumentaram para 50 milhões de dólares a recompensa por sua captura.

    Maduro, por sua vez, negou qualquer ligação com o tráfico de drogas.

    No Congresso dos EUA, democratas alegam que os ataques violam tanto a legislação norte-americana quanto o direito internacional. Já alguns congressistas republicanos têm cobrado mais informações da Casa Branca sobre a justificativa legal e os detalhes das operações.

    Na semana passada, o ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, disse a líderes militares que o governo norte-americano quer “forçar uma mudança de regime” no país sul-americano.

    EUA devolvem sobreviventes de ataque contra submarino de narcotráfico

  • Brigitte Bardot já está em casa após passar por cirurgia

    Brigitte Bardot já está em casa após passar por cirurgia

    Brigitte Bardot já está em casa depois de ter sido internada num hospital em Toulon, no sul de França, na última sexta-feira, 17 de outubro. Segundo a equipe da atriz, a cirurgia à qual se submeteu foi “realizada com sucesso”.

    Brigitte Bardot já está em casa após ter sido internada às pressas em um hospital em Toulon, no sul da França.

    A atriz, de 91 anos, passou por uma cirurgia que correu bem e já está em recuperação. A informação foi divulgada pela agência de notícias francesa AFP, que citou a equipe da artista.

    “[Brigitte] foi hospitalizada brevemente no hospital particular Saint-Jean, em Toulon, para uma pequena cirurgia, que foi realizada com sucesso”, informou o comunicado.

    “Ela agora está descansando em casa, não vai responder a nenhuma solicitação e agradece a todos por respeitarem sua privacidade e tranquilidade”, acrescentou a nota.

    Por fim, a atriz deixou seu “agradecimento a todos que se preocuparam com sua saúde”.

    Na última sexta-feira, o jornal The Sun havia informado que a artista tinha sido levada de urgência ao hospital, sugerindo que poderia se tratar de algo mais grave — hipótese que parece afastada com as declarações oficiais.

    Brigitte Bardot nasceu em 28 de setembro de 1934, em Paris, França. Estreou no cinema em 1952 com o icônico filme The Girl In The Bikini, sendo considerada um dos maiores símbolos sexuais das décadas de 1950 e 1960.

    Brigitte Bardot e a luta pelos direitos dos animais
    Na década seguinte, antes de completar 40 anos e no auge da carreira, deixou o cinema para se dedicar à defesa dos animais. A artista já havia feito mais de 40 filmes e revelou que queria sair “de forma elegante” da profissão. Nos anos seguintes, recusou vários convites milionários para voltar a atuar.

    Em 1986, criou a Fundação Brigitte Bardot, dedicada à proteção dos animais, e apresentou na TV a série S.O.S. Animaux, entre 1989 e 1992. Também liderou campanhas contra a caça às baleias, testes laboratoriais com animais, rinhas de cães e o uso de casacos de pele. Bardot ainda se engajou na luta pela abolição do consumo de carne de cavalo.

    “O presente mais bonito que eu poderia receber, após 50 anos de apelos a governos e presidentes, seria a abolição do consumo de carne de cavalo. Quando saí do cinema, foi a primeira coisa que pedi: que os cavalos não fossem mortos ou comidos na França. Não recebi nada! Teria sido um presente maravilhoso para mim”, declarou à AFP durante as comemorações de seus 90 anos.

    Brigitte Bardot já está em casa após passar por cirurgia

  • "Crédito à OpenAI por terem lançado o ChatGPT primeiro"

    "Crédito à OpenAI por terem lançado o ChatGPT primeiro"

    O líder da Google, Sundar Pichai, reconheceu mérito à rival OpenAI por se ter antecipado com o lançamento de um ‘bot’ de conversação de Inteligência Artificial na reta final de 2022.

    O CEO do Google, Sundar Pichai, marcou presença no evento Dreamforce, da Salesforce, e explicou como se sentiu no final de 2022, quando a OpenAI se antecipou à gigante de tecnologia no lançamento de uma ferramenta de Inteligência Artificial.

    De acordo com o site Business Insider, o CEO da Salesforce, Marc Benioff, perguntou a Pichai como foi para o Google — na época considerado um “líder absoluto em Inteligência Artificial” — ver “uma pequena empresa de São Francisco chamada OpenAI surgir com esse produto chamado ChatGPT”.

    Pichai contou que o Google vinha trabalhando intensamente no desenvolvimento de Inteligência Artificial e que a empresa já tinha criado uma versão interna do seu próprio bot de conversação. No entanto, ele reconheceu o mérito da OpenAI por ter se adiantado e lançado o ChatGPT.

    “Você está certo, crédito para a OpenAI por ter lançado [o bot de conversação] primeiro”, afirmou o CEO do Google.

    “Sabíamos que, em outro cenário, provavelmente teríamos lançado nosso bot de conversação alguns meses depois. Não estávamos prontos para disponibilizá-lo de forma que as pessoas se sentissem confortáveis com o Google lançando aquele produto. Na época, ainda havia alguns problemas. Ao contrário do que muitos pensam, fiquei animado com o lançamento do ChatGPT”, contou Pichai, destacando que o Google tinha um risco reputacional maior do que a OpenAI ao lançar uma ferramenta desse tipo.

    "Crédito à OpenAI por terem lançado o ChatGPT primeiro"

  • Confusão na Inglaterra! Goleiro dá soco em torcedor e jogo é suspenso

    Confusão na Inglaterra! Goleiro dá soco em torcedor e jogo é suspenso

    O jogo da Northern Premier League Division One West (sexta divisão do futebol inglês), entre o Avro FC e o Kidsgrove Athletic, foi suspenso no último sábado, aos 83 minutos, quando o time da casa já goleava por 6 a 0.

    A equipe visitante já havia recebido três cartões vermelhos (o último deles aplicado ao próprio técnico, Tom Pope), quando a situação saiu do controle e terminou em cenas de pancadaria nas arquibancadas. Vários jogadores chegaram a intervir, tentando acalmar os ânimos. No entanto, o impensável aconteceu.

    Um torcedor agrediu um jogador do Kidsgrove Athletic, o que levou o goleiro da equipe a perder a cabeça e revidar com um soco. Diante disso, o árbitro não teve alternativa a não ser suspender a partida, que será remarcada para uma nova data.

    Confusão na Inglaterra! Goleiro dá soco em torcedor e jogo é suspenso

  • Museu do Louvre sofre assalto! Ladrões roubaram várias joias

    Museu do Louvre sofre assalto! Ladrões roubaram várias joias

    Pelo menos, três suspeitos, completamente encapuzados, teriam entrado ao edifício através de um elevador de carga, com acesso para a Galeria Apollo – a sala visada. Dois homens teriam quebrado as janelas e roubado nove peças, enquanto um terceiro ficou de vigia.

    O Museu do Louvre, em Paris, França, foi assaltado na manhã deste domingo por, pelo menos, três suspeitos.

    A informação é confirmada pela ministra da Cultura de França, numa publicação na rede social X.

    “Aconteceu um assalto esta manhã no Museu do Louvre. Não há feridos a reportar”, afirmou Rachida Dati. “Estou no local com a equipe do museu e a polícia. As investigações estão em andamento.”

    Segundo o Le Parisien, que diz ter tido acesso a conclusões preliminares da investigação, pelo menos, três suspeitos, completamente encapuzados, conseguiram entrar pelo prédio através da área virada para o Rio Sena, onde estavam ocorrendo obras.

    Os suspeitos teriam usado um elevador de carga para ter acesso direto à sala visada, a Galeria Apollo. Dois homens quebraram as janelas para entrar no local, enquanto um terceiro permaneceu do lado de fora, possivelmente, de vigia.

    Ao todo, terão sido roubadas nove peças da coleção de joias de Napoleão e da Imperatriz. Entre elas, um colar, um broche e uma tiara, que estariam em exposição em vitrines dedicadas a Napoleão e demais soberanos franceses.

    O jornal cita ainda uma fonte interna do museu que teria confirmado que o Regent, o maior diamante da coleção, com mais de 140 quilates, não foi uma das peças roubadas.

    Na sua conta na rede social X, o museu informa que vai permanecer encerrado o resto do dia por “razões excecionais”.

    Museu do Louvre sofre assalto! Ladrões roubaram várias joias

  • Morre Sam Rivers, baixista dos Limp Bizkit, aos 48 anos

    Morre Sam Rivers, baixista dos Limp Bizkit, aos 48 anos

    Sam Rivers, o baixista da banda Limp Bizkit, morreu este sábado, 18 de outubro, aos 48 anos. Não foi conhecida a causa da morte do artista mas sabe-se que sofria de problemas hepáticos. Os colegas deixaram uma nota de pesar no Instagram onde mencionaram o enorme legado que ele deixa.

    Morreu Sam Rivers, o baixista da banda Limp Bizkit. O artista, de 48 anos, perdeu a vida este sábado, 18 de outubro.

    Apesar de não se saber a causa da morte do artista, este sofria há vários anos de uma doença hepática provocada pelo consumo excessivo de álcool e drogas, tendo até feito um transplante de fígado que o levou a ficar afastado do grupo entre 2015 e 2018. 

    Nas redes sociais da banda norte-americana de rock foi deixada uma homenagem ao artista.

    “Em memória do nosso irmão, Sam Rivers. Hoje perdemos o nosso irmão. O nosso companheiro de banda. O nosso coração pulsante. O Sam Rivers não era apenas o nosso baixista — ele era pura magia. A pulsação por trás de cada música, a calma no caos, a alma no som”, pode ler-se na publicação.

    “Desde a primeira nota que tocámos juntos, Sam trouxe uma luz e um ritmo que nunca poderiam ser substituídos. O seu talento era natural, a sua presença inesquecível, o seu coração enorme. Partilhamos tantos momentos — selvagens, tranquilos, lindos — e cada um deles significou mais porque o Sam estava lá”, afirma a emocionante publicação da banda.

    “Ele era um ser humano único. Uma verdadeira lenda das lendas. E o seu espírito viverá para sempre em cada groove, cada palco, cada memória. Amamos-te, Sam. Descansa em paz, irmão.
    A tua música nunca acaba”, diz, por fim, o comunicado.

     
     
     

     
     
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    Sam Rivers foi um dos fundadores da banda em 1994, ao lado do vocalista Fred Durst. Foi o músico que introduziu John Otto ao grupo e este acabou por se tornar o baterista. Mais tarde o guitarrista Wes Borland e DJ Lethal também integraram a banda. 

    Aos 19 anos fez parte do primeiro disco dos Limp Bizkit, ‘Three Dollar Bill, Y’all’, que se tornou num grande sucesso e levou a banda a ter uma enorme projeção mundial. 

    Morre Sam Rivers, baixista dos Limp Bizkit, aos 48 anos

  • Presidente da Colômbia acusa EUA de matar pescador e violar águas

    Presidente da Colômbia acusa EUA de matar pescador e violar águas

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que os Estados Unidos violaram a soberania marítima do país e mataram um pescador durante um destacamento militar no Caribe, apresentado como uma operação contra traficantes de droga.

    “Os funcionários do Governo norte-americano cometeram um assassinato e violaram a soberania das nossas águas territoriais”, disse, no sábado, na rede social X, o chefe de Estado de esquerda, que acrescentou estar aguardando explicações de Washington.

    “O pescador Alejandro Carranza não tinha qualquer ligação com o narcotráfico e sua atividade diária era a pesca”, afirmou Petro, referindo-se a um colombiano que, segundo ele, foi morto em setembro durante um ataque das forças norte-americanas contra uma embarcação.

    Desde o início de setembro, as Forças Armadas dos Estados Unidos lançaram pelo menos seis ataques em águas próximas à Venezuela, que o presidente republicano Donald Trump justifica como parte do combate ao tráfico de drogas, e que já deixaram pelo menos 27 mortos, entre cidadãos da Venezuela, Colômbia e Trinidad e Tobago.

    No Congresso dos Estados Unidos, os democratas alegam que os ataques violam a legislação norte-americana e o direito internacional, enquanto alguns congressistas republicanos têm buscado mais informações junto à Casa Branca sobre a justificativa legal e os detalhes das operações.

    “Alejandro Carranza é pescador, crescemos em famílias de pescadores (…) não é justo que o bombardeassem assim. Ele é um inocente que estava saindo para ganhar o pão de cada dia”, disse Audenis Manjarres, parente da vítima.

    Manjarres declarou à emissora pública de televisão colombiana RTVC Noticias que reconheceu a embarcação que aparece nos vídeos do ataque de 15 de setembro, divulgados pela imprensa internacional.

    Gustavo Petro também solicitou ao Ministério Público da Colômbia que “conceda proteção imediata às famílias das vítimas e, se desejarem, associe-as às vítimas de Trinidad e Tobago para iniciar processos judiciais internacionais e em tribunais dos EUA”.

    Horas antes, o presidente havia confirmado o retorno ao país de um cidadão colombiano, sobrevivente de um ataque norte-americano contra um submarino que supostamente transportava drogas no mar do Caribe.

    “Recebemos com satisfação o colombiano preso no narcossubmarino, estamos felizes por ele estar vivo e ele será julgado de acordo com as leis”, disse Petro, na rede social X, sem fornecer mais detalhes.

    No sábado, Donald Trump anunciou que os dois sobreviventes do sexto ataque norte-americano contra embarcações no mar do Caribe foram devolvidos aos países de origem, Equador e Colômbia.

    Quatro “narcoterroristas” estavam a bordo do submarino e dois foram mortos, escreveu Trump na rede social que controla, a Truth Social.

    O equatoriano que sobreviveu ao ataque já está no Equador, onde enfrentará um processo criminal, confirmou o governo.

    Presidente da Colômbia acusa EUA de matar pescador e violar águas