Autor: REDAÇÃO

  • Roy Keane critica Carrick no United: “Não é a melhor opção”

    Roy Keane critica Carrick no United: “Não é a melhor opção”

    O Manchester United voltou a vencer no sábado ao derrotar o Aston Villa por 3 a 1 em confronto direto pela parte de cima da tabela da Premier League. Mesmo com o resultado positivo e a equipe ocupando a terceira posição do campeonato, o trabalho do técnico interino Michael Carrick ainda não convence totalmente Roy Keane, ídolo histórico do clube.

    Durante participação na Sky Sports, o ex-capitão dos Red Devils afirmou que, apesar da sequência de bons resultados, Carrick não seria a melhor escolha para assumir o comando definitivo da equipe.

    “Há várias opções e o Carrick não é a melhor opção para o Manchester United. É simples. Dou-lhe crédito por ganhar jogos, mas se ficar com o emprego terá outras responsabilidades. Precisamos de alguém mais experiente”, afirmou Keane.

    O ex-meio-campista também disse não se empolgar com a atual posição do clube na tabela e afirmou que o desempenho de rivais nesta temporada também ajuda a explicar o momento do United.

    “Não estou entusiasmado por estarmos em terceiro lugar. Não faço parte desse grupo de pessoas que estão demasiado eufóricas”, disse.

    Keane ainda afirmou que está disposto a rever sua opinião caso Carrick permaneça no cargo e tenha sucesso nos próximos anos.

    “Se ele ficar com o emprego, boa sorte para ele. E se conseguir um bom trabalho nos próximos anos e o United ganhar títulos, eu vou sentar-me aqui e dizer: ‘Olhem, estava enganado’. Sem problema nenhum”, afirmou.

    Durante o debate no programa, o comentarista Jamie Redknapp perguntou a Keane quais treinadores ele consideraria para assumir o cargo. O ex-jogador citou nomes como Diego Simeone, Luis Enrique e Thomas Tuchel como possíveis opções.

    “Tem que procurar e garantir o melhor. Há muitos disponíveis. Simeone, Luis Enrique… Tuchel também. A responsabilidade da direção é garantir o melhor que esteja disponível para o Manchester United”, declarou.

    Michael Carrick assumiu o comando do time após a saída de Ruben Amorim, demitido no início do ano. Darren Fletcher chegou a ocupar a função de forma temporária, mas os resultados levaram o clube a apostar no antigo meio-campista.

    Desde então, Carrick soma sete vitórias, um empate e apenas uma derrota em nove partidas. O treinador de 44 anos, que já defendeu o Manchester United como jogador, tem contrato válido até o fim da temporada.

    Mesmo após conquistar o Campeonato Mineiro, treinador não resistiu ao início ruim na Série A. Com apenas três pontos em seis rodadas e sem vitórias, a equipe ocupa a vice-lanterna da competição e viu aumentar a pressão da torcida

    Notícias ao Minuto | 06:10 – 16/03/2026

    Roy Keane critica Carrick no United: “Não é a melhor opção”

  • Países recusam ajuda a Trump no estreito de Hormuz; Irã ataca oleoduto

    Países recusam ajuda a Trump no estreito de Hormuz; Irã ataca oleoduto

    Países europeus rejeitam pedido de Donald Trump para enviar navios de guerra ao Estreito de Hormuz. Enquanto aliados evitam envolvimento direto, tensões no Oriente Médio continuam afetando o comércio global de petróleo e ampliando riscos para a economia mundial

    IGOR GIELOW (CBS NEWS) – O apelo feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que outros países enviem navios de guerra ao Estreito de Hormuz, com o objetivo de escoltar petroleiros na região, não teve adesão imediata.

    Nesta segunda-feira (16), governos do Reino Unido, Alemanha, Itália, Grécia e Austrália rejeitaram a proposta. Japão e Coreia do Sul afirmaram que ainda analisam a possibilidade de participar de uma missão desse tipo.

    No sábado (14), Trump havia defendido em sua rede social, a Truth Social, que seria do interesse de países como China, França, Japão e Coreia do Sul manter aberta a passagem estratégica por onde circula cerca de um quinto da produção mundial de petróleo e gás natural liquefeito.

    Desde o início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, há pouco mais de duas semanas, a principal estratégia iraniana tem sido provocar instabilidade no mercado global de petróleo. A interrupção parcial da circulação no estreito obrigou diversos países a recorrerem a reservas emergenciais de energia.

    A expectativa de Teerã é que a pressão econômica internacional leve o mundo a exigir o fim do conflito, garantindo a sobrevivência do regime islâmico. No entanto, com a campanha aérea contra o país em andamento, o resultado ainda é incerto.

    Sem obter resposta ao longo do fim de semana, Trump elevou o tom. Em entrevista ao jornal Financial Times no domingo (15), afirmou que a falta de apoio europeu “será muito ruim para o futuro da Otan”.

    Os Estados Unidos lideram a aliança militar criada em 1949, formada também pelo Canadá e por cerca de 30 países europeus. Desde seu primeiro mandato, entre 2017 e 2021, Trump tem pressionado aliados da organização, argumentando que eles dependem excessivamente de Washington para sua segurança.

    No ano passado, o presidente americano já havia transferido aos europeus grande parte da responsabilidade pelo apoio à Ucrânia na guerra contra a Rússia. Na ocasião, suspendeu o envio direto de dinheiro e armas a Kiev, passando a fornecer equipamentos por meio de compras feitas pela Otan em estoques militares americanos.

    No atual conflito com o Irã, Trump atua praticamente isolado ao lado do primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu. Diversos países europeus criticaram a ofensiva militar, defendendo que a diplomacia seria o melhor caminho para lidar com Teerã.

    Apesar disso, o agravamento da crise energética global pressiona os governos europeus. Para evitar uma disparada ainda maior no preço do petróleo, os Estados Unidos chegaram a flexibilizar parcialmente sanções sobre o petróleo russo, que financia a guerra conduzida por Vladimir Putin.

    Trump também tenta envolver a China no cenário. O país asiático é rival estratégico de Washington e responsável pela compra de grande parte do petróleo iraniano.

    Na sexta-feira (13), forças americanas atacaram a ilha de Kharg, um dos principais centros de produção de petróleo do Irã. Os terminais de exportação, no entanto, não foram destruídos. Posteriormente, Trump afirmou que poderia atingir essas estruturas “só por diversão”.

    Na entrevista ao Financial Times, o presidente americano também sugeriu que poderia adiar uma visita prevista para o próximo mês ao líder chinês Xi Jinping. Nesta segunda-feira, o governo de Pequim afirmou que ainda considera válida a agenda inicialmente planejada.

    Enquanto isso, o Irã também tenta administrar o conflito. Logo após o início da guerra, o país anunciou o fechamento do Estreito de Hormuz e iniciou ataques contra navios e instalações petrolíferas de países árabes da região.

    Nos últimos dias, o discurso iraniano mudou. Autoridades passaram a afirmar que o estreito estaria fechado apenas para Estados Unidos, Israel e seus aliados.

    “Do nosso ponto de vista, o estreito está aberto”, afirmou nesta segunda-feira o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi.

    Como gesto de aparente normalidade, Teerã permitiu a passagem de um petroleiro paquistanês transportando petróleo dos Emirados Árabes Unidos. De acordo com o sistema de monitoramento marítimo Marine Traffic, o navio Karachi concluiu a travessia no domingo e chegou nesta segunda-feira à costa de Omã.

    Apesar disso, o Irã mantém ataques com mísseis e drones em diferentes pontos do Oriente Médio. Também nesta segunda-feira, um bombardeio atingiu o terminal petrolífero de Fujairah, um dos sete emirados que compõem os Emirados Árabes Unidos.

    O porto tem importância estratégica porque recebe o único oleoduto do país que contorna o Estreito de Hormuz, transportando petróleo dos campos de Habshan, em Abu Dhabi. Após o ataque, as operações de embarque foram suspensas.

    Os Emirados Árabes Unidos têm sido um dos principais alvos da retaliação iraniana, registrando mais ataques do que Israel. Nesta segunda-feira, o aeroporto de Dubai, um dos mais movimentados do mundo em tempos de paz, foi fechado após um drone iraniano explodir um tanque de combustível próximo ao terminal.

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  • 'Foi lindão', diz Lázaro Ramos sobre Wagner Moura no Oscar

    'Foi lindão', diz Lázaro Ramos sobre Wagner Moura no Oscar

    Ator afirmou que a presença de “O Agente Secreto” entre os indicados já representa uma vitória para o cinema brasileiro. Filme chegou ao Oscar com quatro indicações e mais de 70 prêmios internacionais ao longo da temporada

    (CBS NEWS) – Lázaro Ramos, que veio a Los Angeles prestigiar o amigo Wagner Moura, disse que a cerimônia do Oscar foi bonita e que a falta de estatuetas ao filme “O Agente Secreto” não atrapalhou a festa.

    “Já tá premiado, né? O filme chegou tão longe, ganhou mais de 70 prêmios. Ganhou Cannes, ganhou o Globo de Ouro. Foi mais um momento de uma trajetória linda”, disse Ramos à Folha ao sair da cerimônia no Dolby Theater.

    “Foi lindão ver meu irmão querido amado aqui, continuando a crescer na carreira dele”, continuou sobre Wagner Moura, indicado ao Oscar de melhor ator, entregue a Michael B. Jordan, de “Pecadores”. “Com tanta indicação, foi uma celebração do nosso cinema.”

    O Brasil chegou ao Oscar com cinco indicações: quatro para “O Agente Secreto”, incluindo melhor filme do ano, e fotografia para Adolpho Veloso por “Sonhos de Trem”.

    O ator Gabriel Leone, que faz um matador de aluguel em “O Agente Secreto”, lembrou de outras vitórias do filme dirigido por Kleber Mendonça Filho, como desbancar os outros nove concorrentes de melhor filme nas bilheterias brasileiras.

    “Para mim, isso é incomparável e seria inimaginável anos atrás: um filme falando de política, que não é comercial, desbancando todo mundo [nas bilheterias], num ano cheio de blockbusters”, disse Leone à reportagem.

    “Espero que a gente siga nessa toada. Estar no Oscar mais um ano seguido só comprovou a potência e o alcance que a gente tem.”

    Leone comentou que havia uma expectativa natural de ganhar, em especial na categoria filme internacional, cujo Oscar foi para “Valor Sentimental”, primeiro filme norueguês a ganhar na categoria.

    “Faz parte. Apenas um seria o vencedor, e os filmes estrangeiros ficaram muito potentes nos últimos anos”, disse Leone. “Acho que a campanha foi bem feita pra caramba, foi tudo certo. No final das contas, é o voto das pessoas, de filme para filme, de gosto.”

    “Mas foi lindo tudo o que aconteceu com a gente, e estou muito orgulhoso.”

    'Foi lindão', diz Lázaro Ramos sobre Wagner Moura no Oscar

  • Veja como conseguir os documentos para declarar o Imposto de Renda 2026

    Veja como conseguir os documentos para declarar o Imposto de Renda 2026

    Especialistas recomendam organizar informes de rendimentos, comprovantes de despesas e documentos de patrimônio antes de preencher a declaração do Imposto de Renda para evitar erros, inconsistências e o risco de cair na malha fina da Receita Federal

    (FOLHAPRESS) – O contribuinte que precisa declarar o Imposto de Renda deve reunir documentos que comprovem rendimentos, despesas dedutíveis e patrimônio. Esses dados são necessários tanto para preencher a declaração manualmente quanto para conferir as informações da versão pré-preenchida disponibilizada pela Receita Federal.

    Grande parte dessas informações é fornecida pelas próprias instituições com as quais o contribuinte teve relação financeira ao longo do ano. Empregadores enviam informes de rendimentos de salário, enquanto bancos e corretoras disponibilizam documentos com dados de investimentos e aplicações. Escolas, planos de saúde e profissionais da área médica também fornecem comprovantes que podem ser usados para deduções.

    O especialista em Imposto de Renda da King Contabilidade, Marcos Hangui, afirma que o ideal é separar toda a documentação antes de iniciar o preenchimento da declaração. Segundo ele, a organização evita interrupções e diminui o risco de esquecer informações importantes, o que pode gerar inconsistências e levar o contribuinte à malha fina.

    Entre os principais documentos exigidos estão informes de rendimentos de empregadores, bancos e corretoras; comprovantes de despesas médicas, como consultas, exames e planos de saúde; recibos de educação, como mensalidades escolares ou universitárias; comprovantes de previdência privada, especialmente do tipo PGBL; documentos de bens, como escritura de imóveis e registro de veículos; além de comprovantes de rendimentos extras, como aluguel ou trabalho autônomo.

    Especialistas recomendam seguir alguns passos para organizar os documentos. O primeiro é separar documentos pessoais e da família, incluindo CPF de dependentes. Em seguida, reunir todos os informes de rendimentos, que formam a base da declaração. Depois, organizar despesas dedutíveis, como gastos médicos e educacionais, além de informes de aplicações financeiras. Também é importante separar documentos de bens e direitos, como imóveis, veículos e investimentos, e verificar pagamentos ou recebimentos envolvendo terceiros, como pensão alimentícia ou aluguel.

    O informe de rendimentos do empregador é considerado um dos documentos mais importantes, pois reúne os dados que também são enviados à Receita Federal. Ele costuma trazer informações como dados da empresa pagadora, total de salários recebidos no ano, valor do Imposto de Renda retido na fonte, contribuições ao INSS e eventuais rendimentos adicionais, como participação nos lucros.

    Segundo Hangui, os valores precisam ser informados exatamente como aparecem no documento. Divergências entre os dados declarados pelo contribuinte e aqueles informados pela empresa à Receita podem levar a declaração para análise na malha fina.

    Os informes de rendimentos devem ser fornecidos pela fonte pagadora. Trabalhadores com carteira assinada recebem o documento da própria empresa, geralmente por meio do setor de recursos humanos ou de portais internos até o final de fevereiro. Já aposentados e pensionistas recebem o informe do órgão responsável pelo pagamento do benefício. No caso do INSS, o documento pode ser consultado no portal ou aplicativo Meu INSS.

    Quem teve mais de uma fonte de renda no ano deve organizar os rendimentos por tipo e origem. É o caso de quem recebe salário e também presta serviços como autônomo, recebe aluguel ou tem rendimentos de investimentos. Segundo Hangui, separar cada tipo de renda facilita o preenchimento da declaração e evita omissões.

    Para quem trabalha como autônomo ou freelancer, é fundamental guardar comprovantes de recebimentos e retenções ao longo do ano. A sócia-diretora da Attend Contabilidade, Dilma Rodrigues, explica que isso inclui recibos de pagamento a autônomos e notas fiscais de prestação de serviços. Quando os serviços são prestados para empresas, essas também podem emitir informes de rendimentos.

    A declaração pré-preenchida pode ajudar nesse processo, pois reúne informações enviadas por empregadores, bancos, hospitais e outras instituições. Entre os dados disponíveis estão rendimentos de trabalho, aplicações financeiras, algumas despesas médicas e informações da declaração anterior. Mesmo assim, especialistas recomendam conferir todos os dados antes do envio.

    Em relação às despesas médicas, desde janeiro de 2025 profissionais de saúde que atuam como pessoa física passaram a emitir recibos exclusivamente pelo sistema eletrônico Receita Saúde. O atendimento gera um recibo digital vinculado ao CPF do paciente e ao CPF do profissional, que é enviado diretamente para a base de dados da Receita.

    Esses recibos costumam aparecer automaticamente na declaração pré-preenchida como despesas dedutíveis. Para serem válidos, devem conter nome e CPF ou CNPJ do profissional, nome do paciente, data do atendimento, valor pago e descrição do serviço prestado.

    Nos gastos com educação, escolas e universidades geralmente emitem um informe anual com o total pago pelo aluno ao longo do ano. O documento costuma estar disponível no portal do estudante ou pode ser solicitado à instituição. São dedutíveis despesas com educação infantil, ensino fundamental, médio, graduação e pós-graduação. Já gastos com uniformes, materiais escolares, passeios e alimentação não entram na dedução.

    Investidores também precisam reunir informes de rendimentos fornecidos por bancos, corretoras ou plataformas de investimento. Esses documentos apresentam dados como saldo das aplicações em 31 de dezembro, rendimentos recebidos ao longo do ano e eventuais impostos retidos. As instituições costumam disponibilizar essas informações no internet banking ou em aplicativos.

    Entre os erros mais comuns na declaração estão deixar a organização para a última hora, esquecer informes de rendimentos de bancos ou corretoras, declarar despesas médicas sem guardar comprovantes, omitir rendimentos de trabalhos extras e digitar valores diferentes dos que aparecem nos documentos.

    Segundo especialistas, a melhor forma de evitar problemas é manter os documentos organizados ao longo do ano. Muitos contribuintes criam uma pasta física ou digital para guardar todos os comprovantes, prática que ajuda a reduzir erros e facilita o preenchimento da declaração.

    Veja como conseguir os documentos para declarar o Imposto de Renda 2026

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Bolsas da Europa recuam com incertezas da guerra e em semana de decisões de grandes BCs

    Bolsas da Europa recuam com incertezas da guerra e em semana de decisões de grandes BCs

    Mercados reagem às tensões no Oriente Médio, que pressionam os preços do petróleo, e aguardam decisões de juros do Federal Reserve, do Banco Central Europeu e do Banco da Inglaterra ao longo da semana

    As bolsas europeias operavam em queda na manhã desta segunda-feira (16), após uma abertura positiva, em meio às incertezas provocadas pela guerra no Oriente Médio. O conflito tem pressionado os preços do petróleo e aumenta a cautela dos investidores, que também aguardam decisões sobre juros de grandes bancos centrais nos próximos dias.

    Por volta das 6h20 (horário de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 recuava 0,14%, aos 595,00 pontos.

    A tensão geopolítica aumentou depois que o Irã retaliou ataques de Israel e dos Estados Unidos ao interromper, na prática, o transporte de cargas pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de um quinto de todo o petróleo comercializado no mundo. O cenário levou alguns grandes produtores a reduzir a oferta da commodity.

    Em entrevista ao Financial Times, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu que aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) ajudem a garantir a reabertura da passagem marítima.

    Com isso, os preços do petróleo voltaram a subir nesta segunda-feira. Há pouco, as cotações registravam alta entre 0,4% e 1,5%, após terem avançado mais de 11% na semana passada.

    Nos próximos dias, o foco do mercado também estará nas decisões de política monetária de importantes bancos centrais, como o Federal Reserve (Fed), o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da Inglaterra (BoE).

    Investidores acompanham com atenção os possíveis impactos da alta do petróleo sobre a inflação, já que o aumento dos preços de energia pode adiar cortes de juros ou até levar a novas elevações das taxas.

    Entre as ações individuais, o destaque negativo era o banco italiano UniCredit, cujos papéis caíam cerca de 1,5% em Milão após a instituição anunciar uma oferta para aumentar sua participação no alemão Commerzbank, que avançava cerca de 4,7%.

    Por volta das 6h37 (horário de Brasília), a Bolsa de Londres operava próxima da estabilidade. Já as bolsas de Paris e Frankfurt registravam quedas de 0,56% e 0,32%, respectivamente. Em outras praças, Milão recuava 0,94%, Madri caía 0,70% e Lisboa apresentava perda de 0,24%.

    Bolsas da Europa recuam com incertezas da guerra e em semana de decisões de grandes BCs

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  • Nova Fórmula 1 divide opiniões entre pilotos após mudanças nas regras

    Nova Fórmula 1 divide opiniões entre pilotos após mudanças nas regras

    A temporada 2026 da Fórmula 1 começou com mudanças profundas no regulamento técnico, que transformaram o funcionamento dos carros e também a forma como equipes e pilotos administram as corridas e as sessões de classificação. Um dos principais pontos de mudança está na gestão da energia dos motores.

    Com as novas unidades de potência, o equilíbrio entre eletricidade e combustão passou a ser praticamente dividido de forma igual, com cerca de 50% de participação para cada sistema. Além disso, foram introducidos recursos como o botão de Boost e o Overtake Mode, que oferecem energia extra para facilitar ultrapassagens.

    Esses sistemas, porém, exigem maior controle estratégico. O uso do impulso adicional pode ajudar um piloto a ultrapassar um adversário, mas também aumenta o consumo de energia e pode deixar o carro mais vulnerável nas voltas seguintes.

    Antes do início da temporada havia preocupação de que as novas regras tornassem as corridas menos emocionantes, com pilotos priorizando apenas a gestão de energia. Após as duas primeiras etapas do campeonato, no entanto, a avaliação inicial tem sido mais positiva.

    O Grande Prêmio da Austrália gerou algumas críticas de fãs e pilotos, mas a etapa seguinte, disputada na China, apresentou disputas mais intensas tanto na corrida sprint quanto na prova principal.

    Segundo Ayao Komatsu, chefe da equipe Haas, ainda é cedo para fazer alterações no regulamento. Em declaração ao site The Race, ele afirmou que mudanças precipitadas podem ser um erro.

    Para o dirigente, qualquer ajuste deve ser analisado com cuidado para evitar alterações sucessivas nas regras.

    Por enquanto, a Fórmula 1 não pretende revisar imediatamente o regulamento de 2026. A categoria reconhece que alguns pontos, especialmente relacionados à classificação e à complexidade das regras, ainda podem ser discutidos.

    A pausa no calendário também contribui para essa decisão. Com a suspensão das etapas do Bahrein e da Arábia Saudita, não haverá corridas durante o mês de abril, o que dá mais tempo para avaliar o impacto das novas regras.

    De acordo com o site The Race, após o Grande Prêmio do Japão, os diretores técnicos das equipes devem se reunir para analisar o funcionamento do novo regulamento.

    O intervalo de mais de um mês entre a corrida de Suzuka e o GP de Miami também abre espaço para eventuais ajustes que possam ser implementados antes da etapa norte-americana.

    Entre os pilotos, as opiniões sobre as mudanças são divergentes.

    Lewis Hamilton, que terminou o Grande Prêmio da China na terceira posição, elogiou o novo comportamento dos carros e destacou que ficou mais fácil seguir adversários de perto durante as disputas.

    Segundo ele, a perda de carga aerodinâmica ao andar atrás de outro carro diminuiu em comparação com temporadas anteriores, o que melhora as chances de ultrapassagem.

    Já Max Verstappen demonstrou forte insatisfação após abandonar a corrida em Xangai. Em entrevista à BBC, o piloto comparou a nova dinâmica das corridas a um videogame e afirmou que o formato atual não representa a essência da Fórmula 1.
     
     

    Mesmo após conquistar o Campeonato Mineiro, treinador não resistiu ao início ruim na Série A. Com apenas três pontos em seis rodadas e sem vitórias, a equipe ocupa a vice-lanterna da competição e viu aumentar a pressão da torcida

    Notícias ao Minuto | 06:10 – 16/03/2026

     

    Nova Fórmula 1 divide opiniões entre pilotos após mudanças nas regras

  • Meta pode demitir até 16 mil funcionários em nova rodada de cortes

    Meta pode demitir até 16 mil funcionários em nova rodada de cortes

    Segundo a Reuters, empresa de Mark Zuckerberg avalia reduzir mais de 20% da força de trabalho enquanto amplia investimentos em inteligência artificial e aquisições para fortalecer sua presença no setor

    As grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos vêm promovendo cortes de pessoal nos últimos anos, e a Meta pode estar se preparando para mais uma rodada de demissões. Segundo informações divulgadas pela agência Reuters, a companhia avalia reduzir em mais de 20% o número de funcionários, o que poderia atingir entre 15 mil e 16 mil trabalhadores.

    A empresa já havia iniciado 2026 com cortes superiores a mil postos de trabalho. Agora, novas reduções podem ocorrer em meio ao forte investimento da companhia em projetos ligados à inteligência artificial.

    Dados citados pela Reuters indicam que a Meta encerrou 2025 com cerca de 79 mil funcionários. Caso a redução de cerca de 20% seja confirmada, milhares de pessoas poderão ser desligadas da empresa nos próximos meses.

    Ainda de acordo com a publicação, executivos da companhia teriam orientado líderes de diferentes áreas a começarem a planejar possíveis reduções nas equipes. O número final de demissões, no entanto, ainda não estaria definido.

    Procurada pela Reuters, a Meta afirmou que nenhuma decisão foi tomada até o momento e classificou as informações divulgadas como especulativas.

    “Trata-se de um artigo especulativo sobre abordagens teóricas”, afirmou um porta-voz da empresa em nota.

    A possível reestruturação ocorre em um momento em que a companhia liderada por Mark Zuckerberg amplia investimentos em inteligência artificial e realiza aquisições para fortalecer sua presença nesse setor.

    Recentemente, a Meta anunciou a compra da Moltbook, uma rede social semelhante ao Reddit, mas voltada exclusivamente para agentes de inteligência artificial. O valor da transação não foi divulgado.

    Segundo o site TechCrunch, os criadores da plataforma, Matt Schlicht e Ben Parr, passarão a integrar a divisão de inteligência artificial da empresa, chamada Meta Superintelligence Labs.

    A companhia afirmou que a integração da Moltbook pode abrir novas possibilidades para o uso de agentes de inteligência artificial por pessoas e empresas.

    De acordo com a Meta, a tecnologia desenvolvida pela plataforma permite conectar diferentes agentes de IA por meio de um diretório permanente, o que pode ampliar o uso dessas ferramentas em serviços digitais.

    Apesar da aquisição, a empresa informou que a Moltbook continuará funcionando normalmente, e os usuários da rede social poderão continuar utilizando a plataforma sem mudanças imediatas.

    Meta pode demitir até 16 mil funcionários em nova rodada de cortes

  • Oscar não premia Wagner Moura ou 'O Agente Secreto', que tinha quatro indicações

    Oscar não premia Wagner Moura ou 'O Agente Secreto', que tinha quatro indicações

    O baiano perdeu para o americano Michael B. Jordan, de “Pecadores”, que agradeceu a artistas negros mais experientes que ele. A estatueta principal da premiação, de melhor filme, foi entregue a “Uma Batalha Após a Outra”, de Paul Thomas Anderson, obra que saiu com seis troféus ao todo

    (CBS NEWS) – Não deu Brasil no Oscar deste ano. “O Agente Secreto” foi superado nas quatro categorias que disputava –melhor filme, direção de elenco, filme internacional e ator, com Wagner Moura.

    O baiano perdeu para o americano Michael B. Jordan, de “Pecadores”, que agradeceu a artistas negros mais experientes que ele. A estatueta principal da premiação, de melhor filme, foi entregue a “Uma Batalha Após a Outra”, de Paul Thomas Anderson, obra que saiu com seis troféus ao todo.

    Em filme internacional, o brasileiro foi preterido pelo norueguês “Valor Sentimental”, de Joachim Trier. Gabriel Domingues, responsável pela direção de elenco de “O Agente Secreto”, foi vencido por Cassandra Kulukundis, de “Uma Batalha Após a Outra”.

    No ano passado, o longa nacional “Ainda Estou Aqui” venceu a categoria de filme internacional. A atriz Fernanda Torres foi superada por Mikey Madison em melhor atriz.

    Oscar não premia Wagner Moura ou 'O Agente Secreto', que tinha quatro indicações

  • Austrália e Japão descartam enviar navios ao Estreito de Ormuz

    Austrália e Japão descartam enviar navios ao Estreito de Ormuz

    Aliados dos Estados Unidos afirmaram que não planejam participar de uma operação naval na região, mesmo após pedido de Donald Trump. A passagem estratégica, por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial, permanece praticamente fechada em meio à escalada do conflito no Oriente Médio

    A Austrália e o Japão informaram que não pretendem enviar navios de guerra para o Estreito de Ormuz, depois de o presidente dos Estados Unidos pedir apoio de países aliados para garantir a segurança da rota marítima estratégica.

    “Não enviaremos nenhum navio para o Estreito de Ormuz. Sabemos o quanto isso é extremamente importante, mas não é algo que nos tenha sido solicitado nem para o qual estejamos contribuindo”, afirmou a ministra australiana dos Transportes, Catherine King, em entrevista à emissora pública ABC.

    O governo japonês também indicou que, neste momento, não prevê realizar uma operação de segurança marítima na região. “Diante da situação atual no Irã, não temos a intenção de ordenar uma operação de segurança marítima”, declarou o ministro da Defesa do Japão, Shinjiro Koizumi, durante sessão no Parlamento.

    O Irã já havia advertido que qualquer participação de outros países no conflito poderia ampliar ainda mais a guerra que tem elevado a tensão no Oriente Médio e provocado alta nos preços do petróleo.

    A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, afirmou que uma operação de segurança marítima no estreito seria “extremamente difícil do ponto de vista jurídico”.

    O envio das Forças de Autodefesa japonesas ao exterior continua sendo um tema politicamente sensível no país, que mantém uma postura oficialmente pacifista. Muitos eleitores ainda defendem os princípios da Constituição de 1947, imposta pelos Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial, que estabelece a renúncia do Japão à guerra.

    Takayuki Kobayashi, responsável pela estratégia política do Partido Liberal Democrata (PLD), partido da primeira-ministra, declarou no domingo que o nível de exigência política para que Tóquio envie navios de guerra ao Golfo Pérsico é “extremamente elevado”.

    Quarta maior economia do mundo, o Japão é o quinto maior importador global de petróleo. Cerca de 95% do petróleo consumido no país vem do Oriente Médio, e aproximadamente 70% desse volume passa pelo Estreito de Ormuz, que está praticamente fechado desde o início do conflito.

    No domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pediu a diversos países — incluindo aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) — que enviem navios de guerra para o Estreito de Ormuz com o objetivo de manter aberta e segura a rota por onde passa cerca de 20% do petróleo transportado diariamente no mundo.

    O pedido ocorreu após o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, anunciar que a passagem permanecerá fechada.

    “É apropriado que aqueles que se beneficiam do estreito ajudem a garantir que nada de ruim aconteça ali”, disse Trump em entrevista ao jornal Financial Times, destacando que Europa e China dependem do petróleo do Golfo.

    “Se não houver resposta, ou se a resposta for negativa, acho que será muito ruim para o futuro da Otan”, acrescentou.

    Em publicação na rede Truth Social, Trump também afirmou esperar que China, França, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido e outros países afetados pela restrição enviem navios para a região.

    “Acredito que a China também deveria ajudar, porque obtém 90% do seu petróleo através do estreito”, escreveu.

    O presidente norte-americano sugeriu ainda que gostaria de ver esse apoio antes de sua visita a Pequim. No entanto, também indicou que a viagem oficial à China, prevista para o final do mês, pode ser adiada, o que também adiaria o encontro com o presidente chinês, Xi Jinping.
     
     

    Austrália e Japão descartam enviar navios ao Estreito de Ormuz

  • Guardiola ironiza sobre Haaland: “Espero que a mulher dele esteja feliz”

    Guardiola ironiza sobre Haaland: “Espero que a mulher dele esteja feliz”

    Pep Guardiola descartou a possibilidade de desistir da disputa pelo título da Premier League, mesmo depois de o Manchester City se distanciar do líder Arsenal após o empate em 1 a 1 com o West Ham, no sábado. Em entrevista coletiva após a partida, o técnico catalão lembrou que o City ainda tem um jogo a menos e que enfrentará os Gunners em casa. No meio da análise, ele também ironizou a situação envolvendo uma possível lesão de Erling Haaland.

    “É mais complicado, sim, mas temos um jogo a menos e ainda vamos jogar contra o Arsenal em casa. Não estou dizendo que será fácil vencê-los, mas será em casa e estou otimista, também para o jogo de terça-feira [contra o Real Madrid, pela Liga dos Campeões], porque teremos o apoio dos nossos torcedores”, afirmou Guardiola.

    Em seguida, o treinador fez um comentário bem-humorado sobre a disputa pelo título. “Quando não for mais possível, eu vou ligar para o Mikel [Arteta] e dar os parabéns. Mas enquanto isso não acontecer, queremos continuar na briga”, disse.

    Guardiola também refletiu sobre o desempenho da equipe nesta temporada. Segundo ele, o City ainda não conseguiu repetir a consistência apresentada nos últimos anos.

    “A consistência que tivemos no passado ainda não apareceu nesta temporada. Durante a última década fomos sempre muito estáveis. Sempre encontrávamos uma maneira de vencer os jogos. Nesta temporada estamos jogando melhor, mas falta o impacto final. Às vezes precisamos conquistar três pontos para ganhar mais confiança, e isso não tem acontecido”, lamentou.

    Questionado sobre o momento em que Haaland levou a mão à virilha durante o jogo, Guardiola demonstrou tranquilidade e chegou a brincar com a situação, mencionando até a esposa do atacante, além de fazer uma provocação aos árbitros.

    “Espero que a mulher dele esteja feliz esta noite”, disse, rindo. “Não falei com ele e os médicos não me disseram nada. Eu vi o lance porque estava numa posição perfeita hoje. Confirmo que vou ser mais agressivo com os árbitros, para receber mais cartões amarelos e ir mais vezes para a arquibancada. A posição é muito melhor. Então, Howard Webb, prepare seus árbitros, porque eu estou chegando. Vi a lesão, mas pelo último sprint que ele deu, acho que não é um problema”, afirmou.

    Como está a disputa pelo título

    Diferentemente do Manchester City, o Arsenal não tropeçou nesta 30ª rodada da Premier League. Jogando em casa, a equipe venceu o Everton por 2 a 0, com gols de Viktor Gyokeres e Max Dowman marcados já nos minutos finais da partida.

    O time comandado por Mikel Arteta soma agora 70 pontos e lidera isoladamente o campeonato, faltando apenas sete rodadas para o fim da temporada.

    O Manchester City aparece em segundo lugar, com 61 pontos, mas tem um jogo a menos e ainda receberá o Arsenal em casa.

    As duas equipes só voltam a jogar pela Premier League em abril. Até lá, tentam avançar na Liga dos Campeões antes de se enfrentarem na final da Copa da Liga Inglesa.

    A decisão está marcada para a tarde do próximo domingo, 22 de março, no estádio de Wembley.
     

    O astro santista teve como melhor oportunidade de balançar as redes uma cabeçada, dentro da área, aos 36 minutos do segundo tempo, após cruzamento do meia Benjamin Rollheiser da intermediária. A conclusão saiu rente à trave esquerda do Corinthians

    Agência Brasil | 04:00 – 16/03/2026

     
     
     
     
     
     
     

     
     
     

    Guardiola ironiza sobre Haaland: “Espero que a mulher dele esteja feliz”