Autor: REDAÇÃO

  • Congresso quer aprovar medida que abre porteira para gasto ilimitado fora do arcabouço

    Congresso quer aprovar medida que abre porteira para gasto ilimitado fora do arcabouço

    O governo Lula tenta impedir no Senado a aprovação de um projeto que permite gastos fora do arcabouço fiscal. A proposta, já aprovada na Câmara, exclui despesas com saúde, educação e empréstimos internacionais dos limites de gasto, o que, segundo técnicos, pode elevar o endividamento e fragilizar as contas públicas

    (FOLHAPRESS) – O Congresso Nacional quer aprovar uma medida que abre a porteira para gastos ilimitados fora do arcabouço fiscal. A iniciativa acendeu um alerta no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tenta barrar sua aprovação.

    A manobra foi incluída em um projeto de lei já aprovado pela Câmara dos Deputados e que agora tramita no Senado Federal. O texto exclui do arcabouço parte das despesas com educação e saúde financiadas com dinheiro do Fundo Social do Pré-Sal e gastos bancados com recursos oriundos de empréstimos internacionais.

    No caso de saúde e educação, outra lei sancionada neste ano delimita o alcance da flexibilização a 5% dos recursos do fundo, o equivalente a R$ 2 bilhões no ano que vem.

    O caso dos empréstimos é mais problemático. Na proposta de Orçamento para 2026, a programação para essas despesas é de R$ 1,9 bilhão, mas não há qualquer trava contra eventual ampliação de valores no futuro.

    Segundo dois técnicos da área econômica, o artigo autoriza, na prática, um cheque em branco para gastos fora dos limites do arcabouço, pois basta aumentar a captação de recursos por meio de empréstimos internacionais para poder gastar mais sem restrição.

    A equipe econômica tenta agora convencer os parlamentares a tirar pelo menos esse artigo do projeto. O texto estava na pauta do plenário do Senado na quarta-feira (15), mas a votação foi adiada a pedido do governo.

    O relator é o senador Jaques Wagner (PT-BA), que também é líder do governo na Casa. Nos últimos dias, integrantes do governo abriram diálogo para alertá-lo dos efeitos da medida.

    O próprio Executivo tem sido alvo de críticas por recorrer a manobras, como uso de fundos públicos e privados, para ampliar despesas. Mas técnicos da área econômica avaliam que o projeto cria uma brecha que prejudica não só as finanças públicas, mas também as contas externas.

    Ao incentivar a tomada de empréstimos no exterior para gastar fora dos limites do arcabouço, o texto serve de estímulo para que o país amplie sua dívida externa e, no limite, deixe de ser credor externo líquido (quando as reservas internacionais são maiores do que o endividamento externo), o que deixaria o Brasil mais vulnerável a choques.

    Além disso, os empréstimos são uma receita financeira, que não é contabilizada no resultado primário -que é o que conta para a meta fiscal de cada ano. Já o gasto feito a partir desses recursos é uma despesa primária. Ou seja, o arranjo piora o déficit das contas e, consequentemente, o endividamento, no que um técnico descreve como “o pior dos mundos”.

    O projeto foi apresentado originalmente pelo deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), líder da sigla na Câmara e que também é o relator do Orçamento de 2026. A reportagem tentou contato com ele, mas não obteve resposta.

    Na justificativa da proposta, o parlamentar argumentou que “não faz sentido que [os recursos dos empréstimos] sejam submetidos ao limite de gastos, uma vez que são objeto de contratos firmados, com a obrigação de serem utilizados em determinados fins”.

    “A submissão desses recursos ao limite de despesas primárias da LC nº 200, de 2023 [lei do arcabouço fiscal], pode atrasar a realização das ações planejadas, trazendo prejuízos maiores, inclusive com imposição de multas, a depender do contrato firmado. Portanto, propõe-se a exclusão dessas despesas do limite”, disse no texto.

    O autor da proposta não incluiu projeção de despesas financiadas com empréstimos externos. No caso dos gastos com saúde e educação, ele estimou um impacto de R$ 1,5 bilhão, número considerado defasado pelo governo.

    Na Câmara, o projeto foi aprovado no fim de setembro por 296 votos a 145, com apoio de partidos aliados do governo, incluindo o próprio PT. A oposição chegou a pedir votação separada do artigo que abre a exceção para despesas financiadas por empréstimos internacionais, trecho que foi mantido por 281 votos a 148, novamente com respaldo dos governistas.

    A discussão do projeto se dá num momento em que o próprio Congresso se volta ao Executivo com cobranças por cortes de gastos. Esse tem sido um dos principais discursos dos parlamentares críticos ao governo Lula, usado inclusive para derrubar medidas que aumentam a arrecadação.

    Na semana passada, a Câmara enterrou a MP (medida provisória) de aumento de impostos, que poderia ampliar a arrecadação em R$ 20,9 bilhões em 2026, ano eleitoral. A proposta também continha medidas de contenção de gastos com potencial para poupar até R$ 15 bilhões no ano que vem.

    Um dia antes, os deputados aprovaram uma PEC (proposta de emenda à Constituição) que afrouxa as regras de aposentadoria para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias, impondo à União a obrigação de arcar com uma ajuda financeira a estados e municípios para bancar os benefícios. A medida é vista por especialistas como uma contrarreforma da Previdência.

    Congresso quer aprovar medida que abre porteira para gasto ilimitado fora do arcabouço

  • Hugo Motta reage à cobrança por mala de mão e promete barrar abuso

    Hugo Motta reage à cobrança por mala de mão e promete barrar abuso

    O presidente da Câmara, Hugo Motta, chamou de abusiva a proposta de cobrança por mala de mão em voos e anunciou urgência para votar o projeto que proíbe a taxa. A medida, apresentada por Da Vitória, garante o direito de levar bagagem de mão sem custo adicional

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criticou de forma enfática a possibilidade de as companhias aéreas voltarem a cobrar pela mala de mão em voos comerciais. O parlamentar classificou a medida como um abuso e afirmou que o Legislativo não permitirá que a prática seja adotada.

    Motta anunciou que colocará em votação um pedido de urgência para o Projeto de Lei 5041/2025, de autoria do deputado Da Vitória (PP-ES), que proíbe a cobrança adicional por bagagens de mão em viagens aéreas. “Um recado às companhias aéreas que querem cobrar até pela mala de mão nas viagens: a Câmara não vai aceitar esse abuso. O consumidor vem em primeiro lugar”, declarou o presidente da Casa.

    O projeto, protocolado em 8 de outubro, prevê que passageiros tenham direito de embarcar com uma mala de mão e um item pessoal, como bolsa, mochila ou pasta, sem custo adicional. A regra valerá para voos domésticos e internacionais operados por companhias nacionais ou estrangeiras, desde que parte do trajeto ocorra em território brasileiro.

    A proposta também determina que as empresas só poderão cobrar taxas adicionais caso o volume ultrapasse o peso ou as dimensões permitidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

    Segundo o autor da proposta, a cobrança pela mala de mão representa uma prática que fere os direitos do consumidor. Ele afirma que a medida viola os princípios da transparência e da boa-fé ao transformar um serviço essencial em produto opcional e retirar um direito historicamente reconhecido aos passageiros.

    Nos últimos meses, algumas companhias aéreas começaram a oferecer tarifas mais baratas para passageiros que viajam apenas com um item pessoal que caiba sob o assento, como uma bolsa ou mochila, alegando que isso oferece opções mais econômicas. A prática, no entanto, tem sido criticada por restringir um benefício tradicional e aumentar os custos para quem precisa levar bagagem de mão.

     

    Hugo Motta reage à cobrança por mala de mão e promete barrar abuso

  • Crianças de 9 e 10 anos são acusadas de estuprar menina de 5 nos EUA

    Crianças de 9 e 10 anos são acusadas de estuprar menina de 5 nos EUA

    Menino e menina foram formalmente acusados de estupro e tentativa de homicídio após agredirem brutalmente uma criança de 5 anos em Cleveland. O caso, que chocou Ohio, está sob investigação da polícia e tramita no tribunal juvenil do Condado de Cuyahoga

    Duas crianças, um menino de 9 anos e uma menina de 10, foram formalmente acusadas de estupro e tentativa de homicídio após atacarem uma menina de 5 anos em Cleveland, Ohio (EUA). As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (15) pelo Ministério Público do Condado de Cuyahoga e pela emissora CBS News.

    Segundo as autoridades, os menores também responderão por agressão criminosa, estrangulamento e sequestro. O caso está sendo investigado pela Divisão de Polícia de Cleveland, que afirmou não divulgar mais detalhes neste momento devido à “natureza sensível da investigação” e para preservar a identidade e os direitos constitucionais dos envolvidos.

    De acordo com o The New York Times, as denúncias foram apresentadas no tribunal juvenil, e o processo de indiciamento ainda será concluído. A porta-voz do Ministério Público, Lexi Bauer, informou que o órgão continua reunindo provas e colhendo novos depoimentos sobre o caso.

    A mãe da vítima relatou à imprensa que o ataque ocorreu em 13 de setembro, quando deixou a filha na casa de um parente. Pouco depois, a menina saiu pela porta da frente e foi atacada em um campo próximo. A mulher contou que a filha foi espancada, teve o cabelo arrancado e ficou “irreconhecível”.

    “O que eu vi foi inacreditável. Minha filha não parecia minha filha. Seu cabelo estava arrancado, ela tinha hematomas e sangue por todo o corpo. Seus olhos estavam cheios de sangue. Seus lábios e boca estavam cobertos de sangue”, disse a mãe em entrevista à CBS News.

    As autoridades ainda não divulgaram o estado de saúde atual da criança.

    Crianças de 9 e 10 anos são acusadas de estuprar menina de 5 nos EUA

  • Morre Ace Frehley, guitarrista e fundador do Kiss, aos 74 anos

    Morre Ace Frehley, guitarrista e fundador do Kiss, aos 74 anos

    Músico morreu após uma queda em casa, em Nova Jersey. Frehley foi um dos fundadores do Kiss, criado em 1973, e marcou o rock com sua persona “Spaceman”. Ele havia cancelado shows recentes por motivos de saúde e estava em tratamento desde setembro

    Ace Frehley, guitarrista e um dos fundadores da banda Kiss, morreu nesta quinta-feira (16), aos 74 anos. A informação foi confirmada pela família em comunicado enviado à revista People. Segundo o texto, o músico morreu em Morristown, Nova Jersey, após sofrer uma queda em casa.

    “Estamos completamente devastados e de coração partido. Tivemos a sorte de poder cercá-lo com amor, cuidado, palavras de paz, pensamentos e orações enquanto ele deixava esta terra”, afirmou a família. “Guardamos as melhores lembranças, sua risada, sua força e a gentileza com que tratava os outros. A magnitude de sua passagem por aqui foi épica. A memória de Ace continuará viva para sempre.”

    De acordo com o site TMZ, Frehley estava ligado a aparelhos de suporte vital nas últimas semanas, após sofrer uma hemorragia cerebral decorrente da queda. Em setembro, ele chegou a publicar nas redes sociais sobre o incidente, explicando que precisou cancelar um show em Lancaster, na Califórnia, por recomendação médica. À época, o guitarrista afirmou que a queda havia sido “pequena” e que estava “bem”, mas impossibilitado de viajar.

    Pouco depois, em 6 de outubro, Ace Frehley cancelou o restante da turnê por motivos de saúde.

    Nascido no Bronx, em Nova York, Paul “Ace” Frehley foi um dos membros fundadores do Kiss, criado em 1973 ao lado de Gene Simmons, Paul Stanley e Peter Criss. Ele se tornou conhecido por sua persona “Spaceman” e pelos solos marcantes de guitarra que ajudaram a definir o som da banda. Frehley deixou o grupo em 1982 para seguir carreira solo, mas retornou brevemente em 1996, participando da turnê de reunião. Sua última apresentação com o Kiss foi em 2018, no cruzeiro temático Kiss Kruise.

    Morre Ace Frehley, guitarrista e fundador do Kiss, aos 74 anos

  • Apple prepara novo MacBook Pro com tela sensível ao toque e chip M6

    Apple prepara novo MacBook Pro com tela sensível ao toque e chip M6

    Após o lançamento do modelo com chip M5, a Apple já trabalha em um MacBook Pro redesenhado com tela OLED sensível ao toque. A novidade deve chegar entre o fim de 2026 e o início de 2027, trazendo desempenho superior e design aprimorado

    A Apple apresentou nesta semana uma nova versão do MacBook Pro de 14 polegadas, equipada com o processador M5, que promete desempenho aprimorado e eficiência energética para as demandas atuais.

    Apesar das melhorias pontuais, o lançamento não empolgou parte dos fãs da marca, que aguardam por uma verdadeira nova geração do notebook profissional. No entanto, o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, revelou que a empresa já trabalha em um modelo de MacBook Pro totalmente reformulado, que deve trazer uma das maiores inovações da linha: uma tela sensível ao toque.

    Segundo Gurman, o novo modelo será o primeiro MacBook Pro a adotar um display touchscreen, algo já comum em notebooks com sistema Windows. Além disso, a Apple deve utilizar tecnologia OLED, garantindo cores mais vibrantes e contraste superior. A companhia também estaria desenvolvendo uma nova dobradiça para evitar que a tela se mova ao ser pressionada pelos dedos do usuário.

    A previsão é de que essa nova geração do MacBook Pro seja lançada entre o final de 2026 e o início de 2027, possivelmente equipada com o futuro chip M6, sucessor direto do M5.

    Apple prepara novo MacBook Pro com tela sensível ao toque e chip M6

  • Piloto Joey Mawson é acusado de estuprar enfermeira de Schumacher

    Piloto Joey Mawson é acusado de estuprar enfermeira de Schumacher

    O piloto australiano Joey Mawson, de 29 anos, foi apontado pelo jornal britânico The Sun como o homem acusado de estuprar uma enfermeira que cuidava do ex-piloto Michael Schumacher, em sua residência na Suíça. Schumacher, heptacampeão de Fórmula 1, permanece sob cuidados médicos intensivos desde o grave acidente de esqui sofrido em 2013.

    De acordo com o jornal suíço 24 Heures, o crime teria ocorrido em 2019, na casa da família Schumacher, em Gland, às margens do Lago Léman. Na época, Mawson, que era próximo de Mick Schumacher, filho do ex-piloto, estava hospedado na residência. O australiano, atualmente suspenso das competições por doping, teria invadido o quarto da enfermeira após uma noite de consumo excessivo de álcool.

    Entenda a denúncia

    A denúncia não envolve nenhum membro da família Schumacher. A vítima é uma mulher de 30 anos, integrante da equipe médica que cuida do ex-piloto. Até o momento, os familiares de Schumacher não se pronunciaram sobre o caso.

    Segundo o relato da enfermeira, ela havia participado de uma confraternização com o piloto e outros dois colegas após o expediente. O grupo jogava sinuca e bebia vodka. Em determinado momento, a mulher passou mal e precisou ser levada ao quarto, onde foi colocada na cama por Mawson e um fisioterapeuta. Após o colega deixar o cômodo, o piloto teria retornado duas vezes para abusar dela.

    No dia seguinte, a vítima percebeu o que havia ocorrido e enviou mensagens de texto ao piloto, que teria admitido o abuso. As conversas foram anexadas ao processo como prova. A enfermeira, no entanto, só formalizou a denúncia dois anos depois, temendo perder o emprego.

    Um julgamento estava previsto para ocorrer nesta quarta-feira (15), mas Mawson não compareceu. A audiência foi aberta formalmente e, em seguida, adiada para uma nova data ainda não definida, segundo o The Sun.

    Vítima e agressor teriam se cruzado e tomado alguns drinks com outros colegas, porém a mulher teria se sentido mal e perdido os sentidos, momento em que o homem a teria agredido sexualmente

    Rafael Damas | 04:11 – 16/10/2025

    Piloto Joey Mawson é acusado de estuprar enfermeira de Schumacher

  • EUA atacam sexto navio no Caribe em operação perto da Venezuela

    EUA atacam sexto navio no Caribe em operação perto da Venezuela

    O Exército dos Estados Unidos lançou novo ataque marítimo sob justificativa de combate ao narcotráfico. A ação, próxima à costa venezuelana, deixou sobreviventes, diferente das anteriores, que mataram 27 pessoas. Trump é acusado de violar leis internacionais e de autorizar operações secretas na região

    O Exército dos Estados Unidos realizou um novo ataque no mar do Caribe, próximo à costa da Venezuela, nesta quinta-feira (16), atingindo um sexto navio suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas. A operação foi conduzida por militares do Comando Sul, segundo fontes ouvidas pela emissora norte-americana CBS News.

    Diferentemente de outras ações, o ataque não foi anunciado nas redes sociais pelo ex-presidente Donald Trump, mas confirmado por autoridades do governo norte-americano, que afirmaram haver sobreviventes. Este é o primeiro caso com registros de pessoas vivas após as ofensivas anteriores, que deixaram 27 mortos, entre cidadãos da Venezuela, Colômbia e Trinidad e Tobago.

    Na quarta-feira, a polícia de Trinidad e Tobago informou que investiga se dois cidadãos do país estão entre os seis mortos em um dos ataques. Lenore Burnley, mãe de uma das supostas vítimas, Chad Joseph, de 26 anos, afirmou à agência France-Presse que o filho era pescador e voltava para casa após três meses de trabalho na Venezuela. Segundo ela, a ação militar foi desproporcional e contrária às normas marítimas, que preveem a interceptação e abordagem de embarcações suspeitas, e não sua destruição.

    Trump tem defendido as ações militares como parte de uma campanha contra o narcotráfico, tratando os suspeitos como combatentes ilegais. No Congresso, parlamentares democratas acusam o ex-presidente de violar o direito internacional e leis norte-americanas, enquanto até alguns republicanos pedem esclarecimentos à Casa Branca.

    De acordo com fontes ouvidas pela agência Associated Press, a administração Trump ainda não apresentou provas de que os barcos atacados transportavam drogas. Os ataques ocorrem em meio ao aumento da presença naval dos Estados Unidos na região e a relatos de que Trump teria autorizado operações secretas da CIA na Venezuela com o objetivo de neutralizar o presidente Nicolás Maduro.

    Questionado sobre o assunto, Trump não negou a informação e afirmou que também considera realizar ataques terrestres contra supostos traficantes em território venezuelano. Washington acusa Maduro de chefiar uma rede internacional de narcotráfico e oferece recompensa de até 50 milhões de dólares por sua captura, o que o líder venezuelano nega categoricamente. 

    EUA atacam sexto navio no Caribe em operação perto da Venezuela

  • Governo americano diz que conversa com Brasil foi muito positiva e monta cronograma de trabalho

    Governo americano diz que conversa com Brasil foi muito positiva e monta cronograma de trabalho

    Em declaração conjunta divulgada nesta quinta-feira (16), Brasil e Estados Unidos afirmaram ter tido “conversas muito positivas” sobre comércio e temas bilaterais. O encontro entre Mauro Vieira e Marco Rubio marcou o início de uma nova fase de cooperação e pode abrir caminho para uma reunião entre Lula e Trump

    (FOLHAPRESS) – O governo dos Estados Unidos classificou como “muito positivas” as conversas entre o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e sua contraparte americana, o secretário de Estado, Marco Rubio, nesta quinta-feira (16).

    O posicionamento consta em uma declaração conjunta entre os integrantes dos governos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump, divulgada no início da noite.

    No comunicado, o representante do Comércio dos EUA, Jamieson Greer, Rubio e Vieira afirmam que houve “conversas muito positivas sobre comércio e questões bilaterais em andamento”.

    “O embaixador Greer, o secretário Rubio e o ministro Mauro Vieira concordaram em colaborar e conduzir discussões em múltiplas frentes num futuro próximo, estabelecendo um caminho de trabalho conjunto”, diz a declaração.

    “Ambas as partes também concordaram em trabalhar juntas para agendar uma reunião entre o presidente Trump e o presidente Lula na primeira oportunidade possível”, continua.

    A divulgação de uma manifestação conjunta, assinada pelos dois governos, não é um padrão do Departamento de Estado, indicando uma sintonia entre as partes sobre o teor do encontro.

    O comunicado não atrela as sobretaxas a decisões do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e à condenação de Jair Bolsonaro (PL), como já fizeram Rubio e Greer anteriormente ao tratar do tema.

    Para integrantes do governo brasileiro, isso é mais um sinal de que há uma orientação para que se avance em acordos comerciais, a despeito de questões políticas.

    Após o encontro, em pronunciamento a jornalistas, Vieira afirmou que este é um “início auspicioso de processo negociador” com os Estados Unidos. O ministro também disse que pediu o fim de sanções aplicadas pelos EUA, como suspensão de vistos e punições financeiras a autoridades.

    Este foi o primeiro encontro presencial entre representantes de alto escalão dos dois governos desde que Lula e Trump tiveram uma rápida interação durante a Assembleia Geral da ONU. Depois, ambos os presidentes conversaram por telefone. Trump reafirmou publicamente ter tido uma “química” com Lula.

    Apesar da declaração oficial, interlocutores do governo americano ligados ao Departamento de Estado minimizaram o aspecto positivo da reunião e disseram que, para o secretário de Estado, a parte política ainda importa. A maior parte das sanções a autoridades brasileiras, como a suspensão de vistos, partiu do Departamento de Estado, que tem uma ala considerada mais ideológica e ligada ao deputado Eduardo Bolsonaro (PL) e o empresário Paulo Figueiredo.

    Os sinais públicos dados pelos auxiliares de Trump nesta quinta, porém, sinalizam uma perda de espaço dessa ala.

    Governo americano diz que conversa com Brasil foi muito positiva e monta cronograma de trabalho

  • Segurança do Santos acerta bolada em filha de Neymar e elenco ‘se vinga’

    Segurança do Santos acerta bolada em filha de Neymar e elenco ‘se vinga’

    Neymar Jr. protagonizou um momento inusitado durante o treino do Santos nesta quinta-feira (16), e o episódio rapidamente viralizou nas redes sociais. O atacante compartilhou um vídeo mostrando a “vingança” do elenco contra o segurança Silas Gonçalves, que, acidentalmente, havia acertado uma bolada em Mavie, filha do jogador.

    Para compensar o deslize, o segurança precisou atravessar o chamado “corredor da morte”, formado pelos atletas do Santos, que o cercaram e brincaram com tapas e empurrões leves enquanto ele passava. O clima foi de descontração e risadas entre os jogadores.

    Neymar, que retornou recentemente ao Santos e tem participado de atividades com o grupo, aproveitou para brincar com a filha na legenda da publicação. “Vingando o dia em que levei uma bolada na cara antes do jogo contra o Corinthians, hein, Mavie?”, escreveu o camisa 10 e capitão do time. 

    Veja o vídeo acima e confira o momento de ‘vingança’ de Neymar no treino do Santos.

    Aitor Ruibal criticou o preconceito no futebol e defendeu o direito de cada jogador ser quem é, sem medo de julgamentos. Conhecido pelo visual ousado, Ruibal afirmou que o esporte ainda é “excessivamente masculinizado” e revelou já ter sofrido ataques homofóbicos.

    Notícias ao Minuto | 05:15 – 17/10/2025

    Segurança do Santos acerta bolada em filha de Neymar e elenco ‘se vinga’

  • Luana Piovani é condenada por injúria em processo movido por Neymar

    Luana Piovani é condenada por injúria em processo movido por Neymar

    A atriz, que vive em Portugal, foi condenada pela Justiça de São Paulo após chamar o jogador de “mau caráter” e “escroto” nas redes sociais. A pena de quatro meses e 15 dias de detenção foi convertida em prestação de serviços comunitários. A decisão ainda cabe recurso

    A atriz Luana Piovani, que vive em Portugal, foi condenada pela Justiça de São Paulo em um processo movido por Neymar. A decisão, divulgada pelo site Metrópoles e inicialmente revelada pelo portal LeoDias, foi proferida nesta quarta-feira (15) e condena a artista por injúria qualificada, após publicações em que ela criticava o jogador nas redes sociais.

    De acordo com a sentença do juiz Rodrigo Valente, as declarações de Luana configuraram “ataques pessoais” que atingiram a honra do atleta e de sua família. A atriz foi absolvida da acusação de difamação, mas condenada a quatro meses e 15 dias de detenção em regime aberto, pena convertida em prestação de serviços comunitários. Ela deverá cumprir jornadas semanais de, no mínimo, oito horas diárias em uma instituição pública ou social.

    As críticas que levaram à ação judicial foram feitas em maio de 2024, quando Luana comentou nas redes sociais sobre empreendimentos imobiliários anunciados por Neymar em Pernambuco e Alagoas. Na ocasião, a atriz questionou o impacto ambiental dos projetos e chamou o jogador de “mau caráter” e “escroto”. O comentário motivou Neymar a acionar a Justiça em dezembro do mesmo ano.

    Em resposta às declarações, o atacante chegou a rebater publicamente, dizendo: “Era uma ótima atriz, não tem mais o que falar, mas agora precisa enfiar um sapato na boca com essa falação de m****”. Luana, por sua vez, retrucou com novas críticas: “Pode ser que a mulher dele ache que ele é um ótimo pai, mas alguém que trai uma mulher grávida três vezes durante a gestação não pode ser um bom pai. Não respeita nem a mãe da criança”.

    A decisão judicial ainda cabe recurso.

    Luana Piovani é condenada por injúria em processo movido por Neymar