Autor: REDAÇÃO

  • Jorge Jesus elogia João Félix e fixa prazo para Cristiano Ronaldo

    Jorge Jesus elogia João Félix e fixa prazo para Cristiano Ronaldo

    Jorge Jesus mostrou-se muito satisfeito com a goleada aplicada pelo Al Nassr sobre o Al Khaleej por 5 a 0, em partida válida pela 26ª rodada da Saudi Pro League, elogiando especialmente João Félix, que marcou dois gols.

    “Hoje, João Félix alcançou números históricos que nunca havia atingido em seus clubes anteriores. Isso mostra um esforço individual incrível, além do forte trabalho em equipe dentro do clube”, começou dizendo Jorge Jesus, em entrevista coletiva após a partida.

    O treinador português destacou também a eficiência do Al Nassr, ao mesmo tempo em que lamentou que a pausa internacional interrompa o bom momento da equipe.

    “Criamos muitas oportunidades e chegamos ao gol adversário com um bom nível. Em um jogo difícil conseguimos marcar cinco gols depois de um grande trabalho. Infelizmente, teremos uma pausa internacional e estamos em uma fase de crescimento. Temos oito finais pela frente e esperamos coroar a temporada com o título de campeão. Já disse isso aos jogadores: cada jogo que resta é uma final”, afirmou.

    Jorge Jesus também aproveitou para enviar uma mensagem aos torcedores, pedindo apoio nesta reta final da temporada.

    “Minha mensagem aos torcedores: continuem apoiando e acreditando na equipe. Os torcedores presentes hoje nos fizeram sentir como se estivéssemos em casa. Esperamos que esse grande apoio continue no futuro”, disse.

    Quando CR7 volta?
    Atualmente em Madrid se recuperando de uma lesão muscular, Cristiano Ronaldo acompanhou à distância mais uma vitória do Al Nassr. Jorge Jesus afirmou esperar que o jogador retorne o quanto antes.

    “Não escolhemos quais são os jogos importantes. Cada partida exige que os jogadores deem tudo em campo. Hoje queríamos os três pontos e conseguimos. Temos vários jogadores que podem atuar sem problemas, mas todos são importantes e não podemos facilitar. Também pedimos aos jogadores que estão ausentes que retornem rapidamente”, explicou, antes de falar sobre a volta de CR7, que não joga desde 28 de fevereiro.

    “Como todos sabem, Cristiano Ronaldo está lesionado e Sadio Mané sentiu fadiga muscular, o que o impediu de jogar. Mas o lado positivo é que vamos recuperar Mané e Ronaldo após a pausa”, garantiu o treinador português de 71 anos.

    As contas do Al Nassr
    O Al Nassr voltará a disputar uma partida oficial apenas em 3 de abril, contra o Al Najma, já que a Copa do Rei da Arábia Saudita concentrará as atenções na próxima semana.

    Depois disso haverá uma pausa para os compromissos das seleções nacionais, o que significa três semanas sem jogos para a equipe comandada por Jorge Jesus.

    Mesmo assim, após 26 rodadas, o Al Nassr lidera o campeonato com 67 pontos, três a mais que o Al Hilal, que tem 64. O Al Ahli completa o pódio com 62 pontos.

    Veja os resultados da 26.ª rodada da Liga da Arábia Saudita: 

    Quinta-feira, 12 de março

    • Al-Hazm-Al-Khoolood, 2-1
    • Al-Najma-Damac FC, 1-3
    • Neom SC-Al-Taawoun, 2-2

    Sexta-feira, 13 de março

    • Al-Qadisiyah-Al-Ahli Jeddah, 3-2
    • Al-Fayha-Al-Ettifaq, 1-0
    • Al-Riyadh-Al-Ittihad Jeddah, 3-1

    Sábado, 14 de março

    • Al-Khaleej-Al-Nassr, 0-5
    • Al-Fateh-Al-Hilal, 0-1
    • Al-Shabab-Al-Akhdoud, 2-0

    Jorge Jesus elogia João Félix e fixa prazo para Cristiano Ronaldo

  • É Hoje! Relembre os momentos mais marcantes do Oscar nos últimos anos

    É Hoje! Relembre os momentos mais marcantes do Oscar nos últimos anos

    Você estava assistindo ao vivo quando tudo aconteceu?

    A edição de 2026 do Oscar ocorre neste domingo, 15 de março, no tradicional Teatro Dolby, em Los Angeles. 

    Esta será a 98ª edição do Oscar, que reúne alguns dos principais nomes da indústria cinematográfica em uma das noites mais aguardadas de Hollywood. No Brasil, o evento poderá ser acompanhado a partir das 20h (horário de Brasília).

    A cerimônia anual do Oscar é definitivamente o evento mais glamouroso de Hollywood. Às vezes, no entanto, as coisas ficam desagradáveis, como em 2022, quando Will Smith deu um tapa em Chris Rock no palco. Mas o evento chamativo geralmente é polido e repleto de momentos divertidos e leves, bem como marcos inovadores em diversidade e inclusão.

    O evento, no entanto, geralmente é polido e repleto de momentos divertidos e alegres. A 95ª edição, em 2023, será sempre lembrada por sua mistura de discursos emocionais, conquistas históricas e estranhas surpresas. Quanto ao 96º Oscar, marcou um retorno a um tapete vermelho mais formal e glamouroso, com muitas estrelas optando por uma elegância clássica de Hollywood. Também abraçou a diversidade e a inclusão tanto nas indicações quanto na produção geral. Já o ano de 2025, 97ª edição, foi marcado pela conquista inédita do Oscar de Melhor Filme Internacional para o Brasil com ‘Ainda Estou Aqui’, estrelado por Fernanda Torres.

    Antes da 98ª edição do Oscar, convidamos você a relembrar os momentos mais memoráveis do Oscar nos últimos 21 anos. Junte-se a nós para uma viagem pelo túnel do tempo e clique nessas noites inesquecíveis de Hollywood!

    É Hoje! Relembre os momentos mais marcantes do Oscar nos últimos anos

  • Ataques de Israel matam 10 adultos e quatro crianças no Líbano

    Ataques de Israel matam 10 adultos e quatro crianças no Líbano

    Pelo menos 14 pessoas, entre as quais quatro menores, morreram numa série de ataques israelenses contra várias localidades do Líbano, informou hoje a Agência Nacional de Notícias libanesa (NNA), citando as autoridades de saúde.

    Sete pessoas morreram em um ataque de Israel contra um bairro da cidade de Nabatieh, no sul do Líbano, incluindo quatro crianças, de acordo com dados do Centro de Operações de Emergência do Ministério da Saúde.

    O ataque também deixou cinco feridos, informou a Agência Nacional de Notícias do Líbano (NNA), citada pela agência espanhola EFE.

    Posteriormente, quatro pessoas morreram e duas ficaram feridas em um ataque na cidade de Sidon, enquanto outras três perderam a vida em um bombardeio contra a localidade de Al Qatrani, também no sul do país.

    O grupo xiita libanês Hezbollah arrastou o Líbano para a guerra no Oriente Médio em 2 de março, quando lançou mísseis contra Israel para vingar Ali Khamenei, líder iraniano morto no primeiro dia da ofensiva israelo-americana contra Teerã.

    Desde então, os bombardeios de Israel contra o Líbano causaram pelo menos 826 mortes e mais de 800 mil deslocados, segundo um balanço divulgado no sábado pelas autoridades libanesas.

    Aeronaves israelenses lançaram na sexta-feira panfletos em diferentes bairros de Beirute pedindo o desarmamento do grupo xiita, que paralelamente tem realizado ataques diários de alcance limitado contra o norte de Israel.

    Nos folhetos — uma manobra relativamente comum para ameaçar a população das zonas de fronteira, mas sem precedentes recentes na capital — Israel acusou o Hezbollah de agir como um escudo do Irã.

    Israel também pediu aos libaneses que exijam estabilidade para o Líbano.

    O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, visitou Beirute na sexta-feira e no sábado em solidariedade ao povo libanês, que, segundo ele, foi arrastado para a guerra sem desejar, em referência à intervenção do Hezbollah contra Israel.

    “Minha mensagem às partes em conflito é clara: parem os confrontos, parem os bombardeios. Não há solução militar. Apenas diplomacia, diálogo e a aplicação integral da Carta das Nações Unidas e das resoluções do Conselho de Segurança”, afirmou em Beirute.

    O atual conflito no Líbano, embora tenha antecedentes, faz parte da guerra em curso no Oriente Médio desencadeada pela ofensiva que os Estados Unidos e Israel lançaram contra o Irã em 28 de fevereiro.

    Teerã respondeu com ataques contra países da região, sobretudo contra bases norte-americanas, além de bombardeios em Israel.

    O Líbano é o segundo país com mais mortes nessa guerra, depois do Irã, onde mais de 1.200 pessoas morreram, segundo um balanço que ainda não foi atualizado pelas autoridades iranianas.

    Ataques de Israel matam 10 adultos e quatro crianças no Líbano

  • Apoio ao fim da escala 6×1 cresce e chega a 71% dos brasileiros, aponta Datafolha

    Apoio ao fim da escala 6×1 cresce e chega a 71% dos brasileiros, aponta Datafolha

    Para 71% dos entrevistados, o número máximo de dias de trabalho semanais no Brasil deveria ser reduzido, enquanto 27% acreditam que não deveria; 3% não opinaram. As perguntas foram feitas de 3 a 5 de março.

    MAELI PRADO
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A maior parte dos brasileiros é favorável ao fim da escala 6×1, proposta atualmente em debate no Congresso Nacional, e essa percepção avançou em relação ao levantamento realizado no final de 2024, mostra pesquisa Datafolha.

    Para 71% dos entrevistados, o número máximo de dias de trabalho semanais no Brasil deveria ser reduzido, enquanto 27% acreditam que não deveria; 3% não opinaram. As perguntas foram feitas de 3 a 5 de março.

    O levantamento indica que o apoio cresceu em comparação ao registrado em pesquisa feita pelo instituto entre 12 e 13 de dezembro do ano retrasado, quando 64% se manifestaram a favor da medida, e 33% se posicionaram contra.

    O Datafolha entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em 137 municípios pelo Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

    O governo do presidente Lula (PT) já sinalizou que, apesar de o nome da proposta em debate –fim da escala 6×1– evocar os dias de trabalho, a prioridade é a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, como disse Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego, à Folha.

    “A lei tem que estabelecer a redução de jornada sem redução de salário, e a grade, com dois dias de descanso na semana, deve ser definida pelas negociações”, disse o ministro.

    O posicionamento é uma flexibilização em relação à PEC (proposta de emenda à Constituição) da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que propõe reduzir a jornada de 44 para 36 horas semanais.

    Ao analisar o perfil dos entrevistados, a pesquisa também mostra que os brasileiros economicamente ativos se dividem entre quem trabalha até cinco dias na semana (53%) e quem faz seis ou sete dias semanais (47%).

    Apesar de o segundo grupo se encaixar entre os beneficiários do fim da escala 6×1, ele é menos favorável à medida: 68% dos que trabalham seis dias ou mais apoiam a medida, enquanto 76% daqueles que trabalham até cinco dias são favoráveis à redução.

    Um dos fatores que ajudam a explicar essa diferença é a maior proporção de autônomos e empresários no grupo de pessoas que dizem fazer uma jornada semanal maior. Para eles, trabalhar mais tempo pode significar renda maior.

    Já entre os que trabalham até cinco dias por semana, há uma participação maior de funcionários públicos, cuja duração da jornada não costuma influenciar a renda.

    Da amostra entrevistada pelo Datafolha, 66% trabalham até 8 horas por dia, 28% mais de 8 horas a 12 horas e 5% mais de 12 horas; 1% não soube responder.

    IMPACTOS NA ECONOMIA

    Quando a pergunta é sobre o impacto para as empresas, as opiniões se dividem: 39% acreditam que os efeitos serão positivos, e outros 39% que serão negativos. No levantamento anterior, feito em dezembro de 2024, um percentual maior (42%) apontava para efeitos negativos para as empresas.

    A redução de jornada também divide especialistas em relação aos impactos na economia brasileira, como a Folha mostrou.

    Enquanto estudos setoriais apontam elevação de custos para as empresas, eliminação de vagas formais e redução do PIB (Produto Interno Bruto), outras análises mostram que não haverá desemprego significativo, que a elevação das despesas ocorre uma única vez e que a alta poderá ser diluída se houver planejamento.

    Quanto aos impactos esperados para os trabalhadores, o Datafolha mostra que 76% acreditam que a redução da jornada será ótima ou boa para a qualidade de vida. Entre aqueles que trabalham até cinco dias por semana, esse índice é de 81%, ante 77% entre os que trabalham seis ou sete dias.

    Quando a pergunta é sobre as consequências para a economia brasileira como um todo, 50% acreditam que o fim da escala terá um efeito ótimo ou bom, enquanto 24% preveem um impacto ruim ou péssimo.

    Outra pergunta feita na pesquisa foi sobre os efeitos pessoais que o fim da escala 6×1 traria. Nesse caso, 68% avaliaram que a mudança será ótima ou boa para si.

    Entre os que trabalham seis ou sete dias por semana, 65% acreditam que os efeitos pessoais serão positivos, um percentual menor do que o registrado entre aqueles que possuem jornada de até cinco dias (74%).

    No que diz respeito à rotina pessoal de trabalho, o maior grupo é o que afirma que tem tempo suficiente para lazer e descanso (49%). O percentual daqueles que apontam que o tempo é insuficiente para se divertir e descansar é de 43%, enquanto 8% dos entrevistados dizem ter tempo mais do que o suficiente para descanso e lazer.
    Ainda nesse contexto, a maioria (59%) dos que dizem trabalhar seis ou sete dias na semana avalia que seu tempo para lazer é insuficiente, o dobro daqueles que trabalham em jornadas de até cinco dias (29%).

    POLÍTICA

    A pesquisa do Datafolha revela também que o nível de apoio à redução da jornada varia de acordo com preferências políticas.
    Entre aqueles que votaram em Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de 2022, 55% são a favor do fim da escala 6×1, e 43% são contra, enquanto 2% afirmaram não saber. No grupo que votou em Lula, 82% são favoráveis, e 16% contrários –3% disseram não saber. Nos dois casos, a margem de erro é de quatro pontos percentuais.

    A percepção das consequências para a economia brasileira também é influenciada pelo fator político: entre os que votaram em Lula, 63% veem efeitos positivos para a economia; entre os eleitores de Bolsonaro, o índice cai para 37%.

    RELIGIÃO

    Já em relação à religião, o percentual de apoio ao fim da escala 6×1 é de 69% entre católicos (margem de erro de três pontos percentuais) e de 67% entre os evangélicos (margem de erro de quatro pontos percentuais).

    Aqueles que frequentam mais a igreja –mais de uma vez por semana– apoiam menos a redução da jornada (63% são a favor) do que aqueles que frequentam uma vez por ano (81% favoráveis).

    IDADE

    Sob a ótica geracional, o apoio ao fim da escala 6×1 é maior entre os mais jovens, com 83% dos entrevistados entre 16 a 24 anos apoiando a ideia. O percentual cai para 75% entre os entrevistados entre 35 a 44 anos e vai a 55% no grupo de 60 anos ou mais. Em todos os casos, a margem de erro é de cinco pontos percentuais.

    GÊNERO

    No recorte por gênero, o Datafolha aponta que as mulheres apoiam mais o fim da escala 6×1 do que os homens: 77% das entrevistadas se posicionam a favor, enquanto na parcela masculina o percentual é de 64%. A margem de erro é de três pontos percentuais.

    Apoio ao fim da escala 6×1 cresce e chega a 71% dos brasileiros, aponta Datafolha

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Zelensky acusa europeus de chantagem com oleoduto russo para a Hungria

    Zelensky acusa europeus de chantagem com oleoduto russo para a Hungria

    O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou os aliados europeus de chantagem por pressionarem Kiev a reparar o oleoduto Druzhba, que transporta petróleo russo, numa disputa que envolve a Hungria.

    Estão me forçando a restabelecer o Druzhba”, declarou o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, a um grupo de jornalistas no sábado (14), com embargo até hoje.

    Zelensky afirmou que o reparo do oleoduto Oleoduto Druzhba está sendo condicionado a um empréstimo de 90 bilhões de dólares, bloqueado pela Hungria, destinado à compra de armas para a Ucrânia.

    “Disse aos nossos amigos na Europa que isso se chama chantagem”, afirmou o líder ucraniano diante de um grupo de jornalistas, incluindo profissionais da agência de notícias francesa Agence France-Presse.

    A Ucrânia declarou, no entanto, estar disposta a trabalhar com qualquer líder húngaro que “não seja um aliado” de Vladimir Putin, a poucas semanas das eleições legislativas na Hungria, que podem resultar em uma mudança de governo.

    “Trabalharemos com qualquer líder na Hungria (…), desde que essa pessoa não seja um aliado de Putin”, afirmou o presidente ucraniano.

    Zelensky acusou ainda o atual governo ultranacionalista de Viktor Orbán de “difundir um sentimento anti-ucraniano” e de utilizar consultores de comunicação russos na campanha eleitoral.

    Ele também afirmou que a Ucrânia não quer perder o apoio dos Estados Unidos por causa da crise no Oriente Médio, onde os Estados Unidos e Israel estão em guerra contra o Irã desde 28 de fevereiro.

    “Demonstramos nossa vontade de ajudar os Estados Unidos e seus aliados no Oriente Médio”, oferecendo a experiência ucraniana no uso de drones, disse.

    “Esperamos muito que, por causa do Oriente Médio, os Estados Unidos não se afastem da questão da guerra na Ucrânia”, afirmou Zelensky, cujo país enfrenta uma invasão da Rússia desde fevereiro de 2022.

    Para combater as tropas russas, a Ucrânia tem contado com apoio financeiro e militar de aliados ocidentais, principalmente da União Europeia, do Reino Unido e dos Estados Unidos.

    A relação com a administração do presidente Donald Trump, no poder desde fevereiro de 2025, tem tido altos e baixos, sobretudo devido à proximidade do líder norte-americano com Putin.

    Os aliados de Kyiv impuseram sanções econômicas a Moscou, mas Trump autorizou temporariamente, na semana passada, a venda de petróleo russo já carregado em petroleiros, o que provocou duras críticas da Ucrânia e de países europeus.

    Zelensky também anunciou que a Ucrânia receberá ainda este ano da França um novo sistema de defesa aérea SAMP/T, que será testado contra mísseis balísticos russos como alternativa ao sistema norte-americano MIM-104 Patriot.

    Segundo o presidente ucraniano, esse foi o “tema mais importante” das discussões mantidas com Emmanuel Macron na última sexta-feira, em Paris.

    Zelensky acusa europeus de chantagem com oleoduto russo para a Hungria

  • YouTube: Receita de anúncios supera Disney, Paramount e Warner Bros

    YouTube: Receita de anúncios supera Disney, Paramount e Warner Bros

    A receita proveniente de publicidade do YouTube superou o montante (combinado) da Disney, NBC, Paramount e Warner Bros. Discovery, colocando a plataforma de vídeos ao lado de gigantes do entretenimento.

    A receita obtida pelo YouTube com anúncios publicitários em 2025 teria superado o valor combinado de empresas como Disney, NBCUniversal, Paramount Global e Warner Bros. Discovery.

    A informação foi divulgada pela empresa de análise de mercado MoffettNathanson ao site The Hollywood Reporter, indicando que os anúncios exibidos no YouTube geraram 40,4 bilhões de dólares (cerca de 35,29 bilhões de euros) apenas no ano passado.

    Os dados mostram que o YouTube se consolida cada vez mais como um gigante do entretenimento, difícil de ignorar, o que explica por que muitos analistas já consideram a plataforma de vídeos uma rival direta de serviços de streaming como a Netflix, que registrou 45,2 bilhões de dólares (39,49 bilhões de euros) em receita total em 2025.

    Apesar de, em 2024, o YouTube ter gerado “apenas” 36,1 bilhões de dólares (31,56 bilhões de euros) em receita publicitária — ficando abaixo dos 41,8 bilhões de dólares (36,54 bilhões de euros) obtidos por Disney, NBC, Paramount e Warner Bros. Discovery —, tudo indica que a situação se inverteu em 2025.

    Ainda assim, o YouTube está longe de ser a empresa que mais fatura com publicidade. A Meta Platforms lidera com folga, tendo alcançado 196,2 bilhões de dólares (171,45 bilhões de euros) em receita proveniente de anúncios.

    YouTube: Receita de anúncios supera Disney, Paramount e Warner Bros

  • Após dinâmica, Ana Paula, Jonas e Leandro estão no Paredão do BBB 26

    Após dinâmica, Ana Paula, Jonas e Leandro estão no Paredão do BBB 26

    Após dinâmica, Ana Paula, Jonas e Leandro estão no Paredão do BBB 26

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Leandro Boneco, Jonas e Ana Paula foram os indicados ao 9º Paredão do BBB 26 após a dinâmica “Pedra, Papel ou Tesoura”, realizada na noite deste sábado (14).

    Atividade conduzida ao vivo por Tadeu Schmidt dividiu a casa em três grupos de quatro pessoas. O Líder Alberto Cowboy não participou da disputa, que utilizou a lógica do jogo infantil para definir os emparedados da noite.

    Veja como ficaram os grupos:

    – Tesoura: Solange Couto, Chaiany, Leandro Boneco e Breno
    – Papel: Juliano, Milena, Ana Paula e Samira
    – Pedra: Gabriela, Marciele, Jordana e Jonas.

    Seguindo as regras da dinâmica, o grupo Pedra teria que indicar alguém da Tesoura, o grupo Papel escolheria alguém da Pedra, e o grupo Tesoura votaria em alguém do Papel. Dessa forma, o Grupo Pedra indicou Leandro Boneco; o Grupo Papel escolheu Jonas; e o Grupo Tesoura emparedou Ana Paula.

    Apesar do susto, o trio ainda tem chances de escapar da berlinda. Amanhã, a “Máquina do Poder” entrará em ação, permitindo que um participante compre uma caixa para salvar um dos emparedados.

    Além disso, outro participante ainda poderá se salvar no “Bate e Volta”. Um dos dois remanescentes terá a chance de disputar a prova para tentar se livrar definitivamente do Paredão.

    Após dinâmica, Ana Paula, Jonas e Leandro estão no Paredão do BBB 26

  • Israel lança nova ofensiva e Teerã ataca base dos EUA e alvos israelenses

    Israel lança nova ofensiva e Teerã ataca base dos EUA e alvos israelenses

    Israel anunciou neste domingo (15), o lançamento de uma nova ofensiva no oeste do Irã e a Guarda Revolucionária iraniana reivindicou ataques com mísseis contra uma base aérea norte-americana e alvos israelenses, no 16.º dia de guerra.

    O exército de Israel lançou “uma onda de ataques contra infraestruturas do regime terrorista iraniano no oeste do Irã”, informaram os militares em comunicado citado pela Agence France-Presse (AFP).

    Desde o início da operação militar conjunta com os Estados Unidos, em 28 de fevereiro, Israel realizou mais de 400 ondas de bombardeios no Irã, segundo a agência de notícias espanhola EFE.

    Caças israelenses atacaram mais de 200 alvos no Irã ao longo do sábado, incluindo dezenas de lançadores de mísseis balísticos, sistemas de defesa aérea e depósitos de armas, informou o exército.

    Do lado iraniano, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou hoje ter lançado 10 mísseis e um número não especificado de drones contra as forças norte-americanas destacadas na Base Aérea de Al Dhafra, nos Emirados Árabes Unidos.

    A operação teve como alvo centros regionais de comando e controle e a gestão da frente interna israelense, em um ataque simultâneo contra instalações ligadas aos Estados Unidos e a Israel, informou a Guarda Revolucionária em comunicado divulgado pela agência iraniana Fars News Agency.

    A força ideológica do regime da República Islâmica dedicou a ação aos “84 mártires” do navio “Dena”, que teria sido afundado por um submarino norte-americano ao largo do Sri Lanka em 4 de março.

    Segundo o comunicado, também citado pela agência espanhola Europa Press, foram utilizados na operação mísseis hipersônicos e drones “com capacidade destrutiva”.

    A Guarda Revolucionária também afirmou que os alvos atingidos na base de Al Dhafra teriam servido como apoio informativo no planejamento de operações contra o Irã.

    “Com a graça de Deus, os contínuos e esmagadores ataques contra os alvos dos centros e interesses dos Estados Unidos e do regime sionista continuarão com maior poder e alcance até que o agressor se renda e seja castigado”, acrescentou.

    As forças israelenses disseram ter detectado mísseis lançados do Irã em direção a Israel, embora não tenham esclarecido o número exato de projéteis identificados.

    O exército afirmou que os sistemas de defesa estavam “trabalhando para interceptar a ameaça” e que o comando da frente interna distribuiu alertas por celular para moradores das áreas afetadas.

    A guerra em curso no Oriente Médio foi desencadeada por uma ofensiva militar em grande escala lançada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã, que respondeu com ataques contra países vizinhos.

    O conflito já causou mais de dois mil mortos, a maioria iranianos, e centenas de milhares de deslocados, especialmente no Líbano.

    A guerra também provocou uma crise nos mercados petrolíferos, com o preço do barril de petróleo bruto ultrapassando a barreira psicológica dos 100 dólares.

    Israel lança nova ofensiva e Teerã ataca base dos EUA e alvos israelenses

  • Lázaro Ramos encontra Wagner Moura em Los Angeles antes do Oscar 2026

    Lázaro Ramos encontra Wagner Moura em Los Angeles antes do Oscar 2026

    O ator acompanha o amigo na premiação em que Moura concorre ao prêmio de melhor ator por “O Agente Secreto”.

    ANA CORA LIMA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Lázaro Ramos, 47, e Wagner Moura, 49, se encontraram neste sábado (14) em Los Angeles, nos Estados Unidos, às vésperas da cerimônia do Oscar 2026. O ator acompanha o amigo na premiação em que Moura concorre ao prêmio de melhor ator por “O Agente Secreto”.

    Além da categoria de melhor ator, o longa dirigido por Kleber Mendonça Filho também disputa as categorias de melhor filme, melhor filme internacional e melhor direção de elenco.
    “Encontrando meu irmão. Bahia em LA”, escreveu Ramos ao compartilhar nas redes sociais um vídeo do encontro registrado pela atriz Isadora Ruppert, que interpreta Daniela no filme. O roteirista Leonardo Lacca também publicou imagens do momento, ocorrido durante um dos compromissos do elenco na véspera da premiação, marcada para domingo (15), no Dolby Theatre.

    Quase todo o elenco de “O Agente Secreto” está em Los Angeles para os eventos que antecedem o Oscar. Ficaram de fora apenas integrantes que já tinham compromissos profissionais e a atriz Tânia Maria, que, por orientação médica, permaneceu no Brasil. A equipe, no entanto, levou um recorte em tamanho real da artista para acompanhá-los nas atividades.

    Wagner e Lázaro são amigos desde a adolescência, quando se conheceram no teatro em Salvador, na Bahia. A dupla já contracenou em produções como “Saneamento Básico, o Filme”, “Cidade Baixa” e “Ó Paí, Ó”. Eles costumam se chamar de “irmão”, apelido também usado pelo amigo em comum Vladimir Brichta.

    Lázaro Ramos encontra Wagner Moura em Los Angeles antes do Oscar 2026

  • Afeganistão reivindica ataque no Paquistão com 14 mortos e 11 feridos

    Afeganistão reivindica ataque no Paquistão com 14 mortos e 11 feridos

    As forças dos talibãs afegãos mataram 14 militares paquistaneses e feriram 11 durante uma operação para tomar um posto de controlo na fronteira entre os dois países, anunciou hoje o Ministério da Defesa do Afeganistão.

    A operação ocorreu na zona de fronteira que abrange as províncias afegãs de Kunar e Nangarhar, no leste do país, com a fronteira ocidental do Afeganistão, disse o ministério num comunicado, citado pela agência francesa AFP.

    O ataque é uma retaliação direta a um bombardeamento paquistanês na sexta-feira contra o leste de Cabul, que causou quatro mortos, entre os quais mulheres e crianças, afirmou o ministério.

    O incidente na fronteira representa o mais recente episódio do conflito que eclodiu em outubro de 2025, quando o Paquistão lançou uma operação de larga escala contra os talibãs paquistaneses que se escondem na região.

    O ministério afegão afirmou que o ataque resultou na tomada do posto de controle, bem como na destruição de um veículo blindado e de um outro “veículo internacional”, sem dar mais detalhes.

    O exército paquistanês não se pronunciou sobre este ataque, limitando-se a admitir que quatro civis ficaram feridos nas últimas horas devido à queda de destroços de “drones talibãs rudimentares”.

    Duas crianças ficaram feridas em Quetta e outros dois civis sofreram ferimentos em Kohat e Rawalpindi, afirmaram os militares paquistaneses.

    O Paquistão acusa o Afeganistão de abrigar militantes talibãs paquistaneses, que reivindicaram vários atentados no país, e do Estado Islâmico do Khorasan.

    Cabul nega as acusações paquistanesas.

    Após meses de escaramuças, os dois países vizinhos enfrentam-se desde 26 de fevereiro, quando o Afeganistão lançou uma ofensiva fronteiriça em resposta a ataques aéreos paquistaneses.

    O Paquistão declarou então “guerra aberta” às autoridades talibãs e bombardeou a capital afegã, Cabul, em 27 de fevereiro.

    Também foi visada a antiga base norte-americana de Bagram, a norte de Cabul, e Kandahar.

    Desde então, ocorrem regularmente confrontos nas áreas fronteiriças e bombardeamentos em Cabul que causaram a morte de mais de seis dezenas de civis no Afeganistão.

    O conflito provocou 115.000 deslocados internos no Afeganistão, de acordo com o Alto-Comissariado da ONU para os Refugiados (ACNUR).

    O Paquistão, que tem armas nucleares, e o Afeganistão são vizinhos do Irã, alvo de uma ofensiva militar de grande escala lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel, que desencadeou uma nova guerra no Oriente Médio.

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