Autor: REDAÇÃO

  • Atleta morre esfaqueado pela namorada aos 23 anos

    Atleta morre esfaqueado pela namorada aos 23 anos

    O universo do atletismo foi surpreendido pela morte do velocista jamaicano Kevaughn Goldson, de 23 anos. O jovem foi encontrado sem vida em seu quarto no campus universitário do Missouri, nos Estados Unidos. De acordo com as informações divulgadas, ele teria sido esfaqueado pela namorada, Denita Jackson, que também é atleta. A suspeita é de que o episódio tenha sido motivado por uma suposta infidelidade por parte de Goldson. Jackson foi acusada de homicídio.

    Segundo o relato apresentado pela própria Denita Jackson, ela encontrou o companheiro trancado no quarto junto com a colega de casa. A atleta afirmou que conseguiu abrir a porta, que estava trancada, usando um grampo de cabelo. Ao entrar no cômodo, disse ter visto o namorado deitado na cama com a outra mulher, embora ambos estivessem vestidos.

    A situação teria evoluído para uma discussão intensa. Jackson sustenta que agiu em legítima defesa. De acordo com sua versão, Goldson a chutou na barriga e começou a enforcá-la. Ela afirma que, nesse momento, conseguiu pegar uma faca e o esfaqueou para se proteger. Em seguida, acionou os serviços de emergência.

    Atleta morre esfaqueado pela namorada aos 23 anos

  • Qatar suspende jogos após conflito no Oriente Médio

    Qatar suspende jogos após conflito no Oriente Médio

    O Catar vai receber a Finalíssima entre Argentina e Espanha no próximo dia 27 de março, mas a escalada do conflito no Oriente Médio pode comprometer a realização da partida. A situação envolve uma nova guerra, depois que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, que respondeu com ataques a bases militares norte-americanas em países vizinhos.

    Essa tensão crescente levou à suspensão da liga de futebol do Catar.

    Neste domingo, o país que sediou a última Copa do Mundo voltou a ser atingido por mísseis em direção a Doha. Ao que tudo indica, o alvo do ataque iraniano era uma base militar dos Estados Unidos localizada no Catar.

    Como consequência, a Federação de Futebol do Catar decidiu suspender o campeonato nacional por tempo indeterminado.

    “Todos os torneios, competições e jogos foram adiados, com efeito a partir de hoje [sábado] e até novo aviso. As novas datas para a retomada das competições serão anunciadas oportunamente pelos canais oficiais da Federação”, informou a entidade em comunicado.

    Embora o mês de março tenha começado neste domingo e o confronto entre Argentina (campeã do mundo) e Espanha (campeã da Europa) esteja marcado apenas para o dia 27, ainda não há certeza de que o conflito no Oriente Médio será resolvido rapidamente, o que coloca todos os cenários em aberto. A suspensão das atividades esportivas no país coloca em dúvida a realização da Finalíssima na data prevista.

    Irã pode desistir da Copa do Mundo de 2026

    A tensão ganha ainda mais relevância porque o Irã é uma das seleções classificadas para a próxima Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México.

    Isso levanta questionamentos, especialmente porque os Estados Unidos são um dos países-sede do torneio.

    Esse cenário pode levar o Irã a desistir da participação na Copa de 2026, algo já mencionado pelo presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, que afirmou que é difícil participar do torneio diante da situação atual.

    No entanto, em caso de desistência, a FIFA pode aplicar sanções conforme o regulamento, incluindo multa e até a exclusão do país de competições organizadas pela entidade.

    Vale lembrar que o Irã está no Grupo G da Copa do Mundo de 2026, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia.

    Qatar suspende jogos após conflito no Oriente Médio

  • Chanceler da China afirma que matar o líder de um Estado soberano é inaceitável

    Chanceler da China afirma que matar o líder de um Estado soberano é inaceitável

    Segundo nota do Ministério das Relações Exteriores, Wang declarou que “matar abertamente o líder de um Estado soberano e instigar mudança de regime é inaceitável” e que “tais atos violam o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais”.

    VICTORIA DAMASCENO
    PEQUIM, CHINA (CBS NEWS) – O chanceler da China, Wang Yi, afirmou que o assassinato do aiatolá Ali Khamenei na operação conjunta entre Estados Unidos e Israel é “inaceitável”.

    Segundo nota do Ministério das Relações Exteriores, Wang declarou que “matar abertamente o líder de um Estado soberano e instigar mudança de regime é inaceitável” e que “tais atos violam o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais”.

    O ministro disse ainda que a China está altamente preocupada com a situação e que se opõe ao uso da força nas relações internacionais.

    A declaração ocorreu durante telefonema com o chanceler russo, Sergei Lavrov, neste domingo (1º). Lavrov, segundo a chancelaria chinesa, afirmou que os ataques militares contra o Irã prejudicam gravemente a estabilidade no Oriente Médio.

    O posicionamento de Pequim em relação ao ataque, iniciado no sábado por meio de uma ofensiva americana e israelense contra o Irã, segue a linha adotada pelo país em outros conflitos. A China pede que as ações militares cessem imediatamente e que sejam retomados o diálogo e as negociações.

    O ataque ocorreu em meio a tratativas dos EUA com o Irã sobre o programa nuclear de Teerã, que o presidente americano, Donald Trump, quer ver completamente desmantelado.

    Ainda neste domingo, a chancelaria orientou que cidadãos chineses deixem o país persa e indicou rotas de saída pelo Azerbaijão, Armênia, Turquia e Iraque.

    A embaixada da China em Israel também aconselhou seus cidadãos no país a se deslocarem o mais rápido possível para áreas seguras ou a deixarem o território em direção ao Egito.

    A China já havia se pronunciado por meio de seu embaixador na ONU, Fu Cong, que condenou os ataques contra o Irã e o uso da força para resolver disputas em discurso no Conselho de Segurança no sábado (28).

    “A soberania, a segurança e a integridade territorial do Irã e de outros países da região devem ser respeitadas”, disse.

    Fu também afirmou considerar “chocante” que a ofensiva tenha ocorrido em meio a negociações diplomáticas entre Washington e Teerã e alertou para o risco de escalada das tensões na região. O embaixador declarou ainda que a China está “profundamente preocupada” com a situação.

    O perfil oficial do Ministério das Relações Exteriores da China no Instagram fez uma publicação afirmando que o assassinato viola “seriamente” a segurança e soberania do Irã, além dos princípios da ONU e as “regras básicas das relações internacionais”.

    Chanceler da China afirma que matar o líder de um Estado soberano é inaceitável

  • Shia LaBeouf é preso novamente em Nova Orleans

    Shia LaBeouf é preso novamente em Nova Orleans

    A nova ordem expedida está ligada ao episódio de 17 de fevereiro, quando durante as celebrações do Mardi Gras ele teria se envolvido em uma briga em um bar de Nova Orleans. A polícia aponta que o caso envolve o relato de uma segunda vítima no mesmo incidente.

    VITÓRIA DE GÓES
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ator Shia LaBeouf foi preso novamente em Nova Orleans no sábado (28), após a emissão de uma nova ordem de prisão na sexta-feira. Ele foi encaminhado à prisão do Orleans Parish e permanecia detido, segundo informações da mídia americana.

    A nova ordem expedida está ligada ao episódio de 17 de fevereiro, quando durante as celebrações do Mardi Gras ele teria se envolvido em uma briga em um bar de Nova Orleans. A polícia aponta que o caso envolve o relato de uma segunda vítima no mesmo incidente.
    LaBeouf, de 39 anos, é acusado de duas agressões simples. A investigação cita agressões durante a confusão, com relatos de empurrões e insultos homofóbicos.

    Ainda segundo mídia, há imagens de vídeo mostram o ator trocando ofensas e empurrando um dos homens. Não foram divulgados mais detalhes.

    LaBeouf havia sido liberado da detenção anterior em 26 de fevereiro, após pagar uma fiança de 100 mil dólares e concordar em iniciar um tratamento para abuso de substâncias e a se submeter a testes semanais de drogas.

    Shia LaBeouf é preso novamente em Nova Orleans

  • Zagueiro do Corinthians lamenta eliminação: ‘Que sirva de aprendizado’

    Zagueiro do Corinthians lamenta eliminação: ‘Que sirva de aprendizado’

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Gustavo Henrique, zagueiro do Corinthians, afirmou que a eliminação para o Novorizontino no Paulistão tem que servir de aprendizado para o restante da temporada.

    “A gente sabia que eles fizeram uma campanha perfeita na casa deles, ganharam todas as partidas. A gente sabia que ia ficar com a posse e eles com o contra-ataque. Não conseguimos criar chances de gol. Que sirva de aprendizado para a continuação do ano. Temos que aprender com os nossos erros”, disse Gustavo Henrique, em entrevista à Record.

    O Corinthians foi eliminado para o Novorizontino sofrendo um único chute ao gol. Hugo Souza não fez nenhuma defesa em toda a partida.

    A equipe de Dorival Jr foi mais ao ataque após sofre o gol, mas não conseguiu passar pelo goleiro Jordi. Mesmo nos minutos finais, com o Novorizontino todo no campo de defesa, o ataque corintiano não criou boas chances.

    Agora, o Corinthians só volta a campo no dia 11 de março, contra o Coritiba, pelo Brasileirão, na Neo Química Arena.

    Zagueiro do Corinthians lamenta eliminação: ‘Que sirva de aprendizado’

  • Gabi Martins desabafa após fim do namoro: 'Deus sabe de tudo'

    Gabi Martins desabafa após fim do namoro: 'Deus sabe de tudo'

    A ex-BBB e cantora agradeceu o carinho dos fãs e elogiou o ex-namorado. “Tudo bem com vocês? Passando para agradecer todas as mensagens lindas e de carinho que recebemos ontem e hoje. De verdade, muito obrigada. Quero dizer que o Fidelis é uma pessoa maravilhosa.”

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Gabi Martins, 28, desabafou nas redes sociais após o fim do seu relacionamento de 6 meses com Matheus Fidelis.

    A ex-BBB e cantora agradeceu o carinho dos fãs e elogiou o ex-namorado. “Tudo bem com vocês? Passando para agradecer todas as mensagens lindas e de carinho que recebemos ontem e hoje. De verdade, muito obrigada. Quero dizer que o Fidelis é uma pessoa maravilhosa.”

    Gabi também falou dos momentos que viveu com o ex e das expectativas para o futuro. “Sou muito grata por tudo o que vivi com ele. Vou sempre enaltecer ele. Foram momentos maravilhosos juntos, de verdade. Deus sabe de tudo. Deus sabe os próximos passos. Vou deixar sempre nas mãos dele.”

    “Mas muito obrigada de verdade por todo carinho e apoio que vocês nos deram”, completou Gabi Martins.

    O ex-casal anunciou o rompimento na última sexta-feira (27).

    Gabi Martins desabafa após fim do namoro: 'Deus sabe de tudo'

  • Mourinho aumenta o tom e diz que afastará Prestianni se culpa por racismo for comprovada

    Mourinho aumenta o tom e diz que afastará Prestianni se culpa por racismo for comprovada

    O técnico José Mourinho voltou a abordar neste domingo o caso envolvendo o argentino Gianluca Prestianni, acusado de racismo por Vinicius Júnior e Kylian Mbappé após o duelo com o Real Madrid. Na véspera do confronto com o Gil Vicente, pelo Campeonato Português, o treinador do Benfica se antecipou às perguntas e adotou um tom firme, mas condicionado à conclusão das investigações.

    Logo na abertura da coletiva, Mourinho deixou clara sua posição pessoal sobre o tema. \”Repudio qualquer tipo de discriminação, preconceito e ignorância. Aconselho também todos a lerem a Declaração Universal dos Direitos do Homem\”, afirmou, antes de reforçar o princípio que, segundo ele, deve nortear qualquer julgamento: a presunção de inocência.

    O treinador insistiu diversas vezes no uso do \”se\” ao tratar da possível responsabilidade do jogador. \”Quero ser imparcial num caso que poderá ser de grande gravidade\”, declarou. Em seguida, foi direto ao falar sobre as consequências internas caso a acusação seja confirmada: \”Se o meu jogador não respeitou estes princípios, que são os meus e do Benfica, a sua carreira com um treinador que se chama Mourinho e num clube como o Benfica chega ao fim\”.

    Ao mesmo tempo, o português criticou a condução do caso pela Uefa, que aplicou uma suspensão preventiva ao atleta. Em tom irônico, afirmou que a entidade \”descobriu o artigo 4206328 como motivo para o suspenderem\” e reclamou da ausência de cautela na comunicação da punição. \”Se o jogador for efetivamente culpado, não vou voltar a olhar para ele como tenho olhado e comigo acabou, mas tenho de meter muitos ‘ses’ à frente\”, completou.

    Mourinho também comentou as declarações de Álvaro Arbeloa, técnico do Real Madrid, que se posicionou publicamente sobre o episódio. \”Eu amo o Álvaro e vou continuar a amar, mas acho que fui quem tomou a decisão correta\”, disse, ao explicar que optou por não \”vestir nem a camisa vermelha, Benfica, ou branca, Real\” enquanto o caso segue sob apuração.

    Por fim, o treinador avaliou a repercussão em torno de Sidny Cabral, jogador do Benfica que trocou camisa com Vinicius Júnior após a partida. Para Mourinho, o gesto não foi condenável, mas poderia ter sido evitado. \”A questão da camisa não acho que seja criticável, seria evitável\”, pontuou.

    Mourinho aumenta o tom e diz que afastará Prestianni se culpa por racismo for comprovada

  • Irã anuncia novo aiatolá como líder supremo interino do Irã

    Irã anuncia novo aiatolá como líder supremo interino do Irã

    Além de assumir temporariamente a posição mais alta da hierarquia política e religiosa do país, Arafi também foi escolhido para chefiar o Conselho interino de liderança, órgão responsável por conduzir o processo que definirá o próximo líder supremo.

    O aiatolá Alireza Arafi foi designado neste domingo (1º) como líder supremo interino do Irã, um dia depois da morte do aiatolá Ali Khamenei. A informação foi divulgada por agências estatais iranianas. Além de assumir temporariamente a posição mais alta da hierarquia política e religiosa do país, Arafi também foi escolhido para chefiar o Conselho interino de liderança, órgão responsável por conduzir o processo que definirá o próximo líder supremo.

    A confirmação oficial veio por meio de Mohsen Dehnavi, porta-voz do Conselho de Discernimento do Interesse do Estado. “O Conselho de Discernimento do Interesse do Estado elegeu o aiatolá Alireza Arafi como membro do conselho interino de liderança”, declarou ele em publicação na rede X. Segundo Dehnavi, o conselho interino — que também será composto pelo presidente da República e pelo chefe do Judiciário — ficará encarregado de administrar o país até que a Assembleia dos Peritos “eleja um líder permanente o mais rápido possível”.

    A escolha de Arafi ocorreu poucas horas depois da formação de um grupo provisório com três altas autoridades, inicialmente nomeadas para conduzir interinamente os assuntos do Estado. Integravam esse grupo o presidente Masoud Pezeshkian, o chefe do Judiciário, Gholamhossein Mohseni-Ejei, e um dos juristas do Conselho dos Guardiões. Posteriormente, Arafi foi indicado como a principal figura desse arranjo temporário, assumindo a liderança do conselho responsável pela transição.

    A mudança no comando do país ocorre após a morte de Ali Khamenei. Ele foi atingido em um bombardeio coordenado entre Estados Unidos e Israel contra o complexo presidencial onde se encontrava, na madrugada de sábado (28), no horário de Brasília. Embora o ataque tenha ocorrido nas primeiras horas do dia, a confirmação oficial da morte só foi divulgada pelo governo iraniano horas depois, já no final da noite.

    Desde a Revolução Islâmica de 1979, quando os aiatolás derrubaram a monarquia do Xá Reza Palévi, o Irã passou a adotar um regime teocrático. Nesse modelo de governo, a autoridade política está diretamente ligada à liderança religiosa ou fundamentada em preceitos religiosos. Com a nova estrutura estabelecida após a revolução, o cargo mais elevado do país tornou-se o de Líder Supremo, concentrando amplos poderes tanto no campo político quanto no religioso.

    Até hoje, apenas duas pessoas ocuparam essa função. O aiatolá Khomeíni exerceu o posto desde a criação da República Islâmica até sua morte, em 1989. Na sequência, Ali Khamenei assumiu o cargo, permanecendo nele até sua morte recente.

    Embora o Irã também tenha um presidente eleito, é o Líder Supremo quem detém a autoridade máxima. A escolha desse dirigente cabe a um colegiado de clérigos islâmicos, responsáveis por selecionar, supervisionar e, se necessário, destituir o ocupante do cargo. Entre as atribuições do Líder Supremo estão a definição da política externa, a supervisão do Parlamento, a nomeação do comandante da Guarda Revolucionária e a indicação dos principais representantes do Judiciário.

    Já o presidente concentra sua atuação sobretudo na condução das políticas econômicas e na gestão de assuntos internos. Ele é eleito por voto direto, mas todos os candidatos precisam passar pela aprovação prévia do Líder Supremo antes de disputar o pleito.

    Irã anuncia novo aiatolá como líder supremo interino do Irã

  • Alberto Cowboy vence a prova e é o anjo da semana do BBB 26

    Alberto Cowboy vence a prova e é o anjo da semana do BBB 26

    A dinâmica começou com o apresentador Tadeu Schmidt pedindo que a líder da semana, Samira Sagr, pegasse uma urna na despensa para sortear um dos participantes, que poderia vetar alguém da prova. Desse modo, Jordana Morais barrou Milena Moreira.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Alberto Cowboy é o anjo da semana no BBB 26 (Globo). Ele venceu a prova realizada na tarde deste sábado (28) e poderá imunizar ao menos uma pessoa na votação de domingo (1º).

    A dinâmica começou com o apresentador Tadeu Schmidt pedindo que a líder da semana, Samira Sagr, pegasse uma urna na despensa para sortear um dos participantes, que poderia vetar alguém da prova. Desse modo, Jordana Morais barrou Milena Moreira.

    Depois, foi solicitado que os demais se dividissem em grupos de três pessoas. Só então foi explicada como funcionaria a prova: o trio precisaria escolher seis produtos de uma lista disponível em um celular e memorizá-los; a ideia era simular a entrega deles pelo patrocinador.

    Antes, era necessário que o primeiro integrante disparasse um cronômetro e atirasse bolas em um alvo com a intenção de fazer placas com benefícios do patrocinador levantarem. Isso liberaria um cofre para que o segundo pudesse fazer sua parte.

    Ele precisava colocar um gancho em uma haste para coletar os produtos, pescando as caixas de duas esteiras. Depois, era necessário entregá-los para o terceiro integrante.

    Com os produtos em mãos, o terceiro precisava encaixá-los em nichos no porta-malas de uma van. Depois que todos estivessem na posição correta, apertava-se um botão para encerrar a prova.

    Alberto formava o trio formava o trio que se saiu melhor com Jonas Sulzbach e Marciele Albuquerque. Eles disputaram uma etapa final com o objetivo de definir qual deles seria o anjo.

    Após sortear a ordem em que participariam, cada um tinha que escolher duas caixas com produtos. Depois, houve três rodadas de trocas entre eles. Quem ao final estivesse com a balança de bioimpedância seria o vencedor.

    Marciele, que começou com o item que a faria campeã, entregou ele para Alberto na primeira rodada. Na terceira rodada, Jonas chegou a ficar com a balança, mas o amigo acabou pegando ela de volta, tornando-se o novo anjo.

    Ele escolheu Ana Paula Renault para cumprir o castigo do monstro, que consiste em colher grãos de milhos gigantes. Com isso, a participante foi retirada do VIP, em que há mais opções de comida, e terá que voltar para a xepa, com alimentação mais regrada.

    VEJA OS TEMPOS DOS TRIOS
    Jonas, Alberto e Marciele – 02:14:399
    Juliano, Ana Paula e Breno – 02:31:824
    Jordana, Chaiany e Gabriela – 02:48:694
    Babu e Leandro (Boneco) e Solange – 03:03:610

    Alberto Cowboy vence a prova e é o anjo da semana do BBB 26

  • Apesar do lema 6×1, prioridade do governo é redução de jornada para 40 horas, diz ministro

    Apesar do lema 6×1, prioridade do governo é redução de jornada para 40 horas, diz ministro

    Apesar de o nome da escala evocar os dias de trabalho, a defesa do governo será a de uma redução no número de horas, das atuais 44 horas para 40 horas, disse Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego, ao C-Level Entrevista, videocast semanal da Folha.

    FERNANDA BRIGATTI E ADRIANA FERNANDES
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O fim da jornada 6×1, em que o trabalhador folga um dia após seis trabalhados, tem ocupado papel central na estratégia pré-eleitoral do governo Lula (PT). Apesar de o nome da escala evocar os dias de trabalho, a defesa do governo será a de uma redução no número de horas, das atuais 44 horas para 40 horas, disse Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego, ao C-Level Entrevista, videocast semanal da Folha.

    “Não podemos transformar isso em Fla-Flu”, diz

    Outra prioridade definida pelo governo Lula para este ano, a regulamentação do trabalho por meio de aplicativos tem chance de avançar no Congresso. O relatório do deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PB) tem previsão para ser votado em comissão especial em março e depois vai para o plenário.

    “Aprovando, os trabalhadores têm em mãos a possibilidade de continuar brigando por mais a partir dali. Não dá para continuar como está”, afirma.

    Deputado federal licenciado, Marinho diz que não vai disputar as eleições neste ano. Em outubro, ele, que foi presidente do PT de São Paulo, diz ver chances reais de Fernando Haddad (ministro da Fazenda) derrotar Tarcísio de Freitas (Republicanos) na disputa pelo governo estadual, e descarta que o caso Master desgaste Lula.
    *
    Folha – O Ministério do Trabalho defendia que o fim da escala 6×1 deveria ser negociado entre trabalhadores e empresas. O que levou o senhor a mudar de ideia?
    Luiz Marinho – Não tem mudança. A jornada máxima do Brasil é a prioridade do debate. Para acabar com a 6×1, é essencial reduzir a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais. Com 8 horas diárias, dá, em dias da semana, 5×2. Na prática, fim da 6×1.
    A lei tem que estabelecer a redução de jornada sem redução de salário, e a grade, com dois dias de descanso na semana, deve ser definida pelas negociações.

    Folha – O 6×1 ficou como o título do debate. Está errado?
    Luiz Marinho – Não está errado. É que a palavra ficou muito forte. Redução da jornada não pegou. Fim da 6×1 pegou porque é a jornada mais cruel, em especial para as trabalhadoras. O pessoal deseja ter mais tempo. Está chamando a atenção, em particular da juventude.
    Apesar de as PECs, tanto do deputado Reginaldo Lopes [PT-MG] quanto da deputada Erika Hilton [PSOL-SP], falarem em 36 horas, na prática, não há desejo, por parte do governo, de falar em 36 horas. Podemos falar daqui a sei lá quantos anos.
    Para toda a economia brasileira, reduzir de 44 para 36 horas não seria plausível, recomendável ou de bom senso. As 40 horas estão precificadas há bastante tempo. Quem perdeu essa oportunidade foram as lideranças das centrais sindicais, que queriam exigir tudo de uma vez.

    Folha – Agora é o momento de reduzir a jornada?
    Luiz Marinho – Tenho segurança de que agora é o momento. Você tem empresas que topam discutir, empresas que já implantaram. Mesmo as empresas que rechaçam, sabem que é plenamente possível reduzir para 40 horas semanais.
    As entidades empresariais vêm apresentando cálculos de impacto negativo do fim da 6×1. Não seria importante que o governo também tivesse cálculos para rebater esse impacto?
    Tem número para todos os gostos. Conversei com o Márcio Pochmann, presidente do IBGE. Vamos chamar os empresários para trabalhar junto.
    O que tem que se pensar é: por PEC ou é por projeto de lei? Defendo o projeto de lei. É mais rápido e plenamente possível de ser trabalhado.

    Folha – O governo não descartou a possibilidade de enviar o seu projeto com urgência?
    Luiz Marinho – Ainda não descartamos. Estamos abertos a dialogar com o Parlamento. Mas, se observar que as coisas não vão andar, podemos encaminhar um projeto com urgência.

    Folha – O setor empresarial tem defendido deixar o tema para depois das eleições. Como o senhor vê?
    Luiz Marinho – Tem situação que você precisa aproveitar o calor e o momento. Esse debate vem de 2023, 24, 25. Se conseguiu pautar para 26, vamos discutir. Acho que tem maturidade para, independente do processo eleitoral, fazer. Não podemos transformar isso em Fla-Flu. Temos que olhar qual é o interesse da sociedade, como está o mercado de trabalho, o que isso agregaria na economia.

    Folha – O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, disse à Folha que ‘ócio demais faz mal’. Foi uma fala preconceituosa?
    Luiz Marinho – Conheço o Marcos Pereira, talvez tenha sido uma fala infeliz. Uma mulher, uma mãe de família, uma jovem, será que dois dias na semana é ócio? Sou obrigado a dizer que é uma fala preconceituosa. Estou querendo poupar meu amigo, mas tem um preconceito.

    Folha – A Folha fez uma reportagem com a informação de que o brasileiro trabalha menos que a média mundial. Isso gerou polêmica.
    Luiz Marinho – Junta uma imensidão de países e pode dar distorção. Temos que olhar o Brasil, uma grande economia. Todas as vezes que se reduziu jornada, quando se estabeleceu o salário mínimo ou o fim da escravidão, diziam que ia acabar o mundo.
    Mas o ponto é outro: é desejável que as empresas aperfeiçoem suas formas de trabalho e invistam em tecnologia. Precisamos melhorar a produtividade. E isso exige investimento em qualificação, informação, educação e tecnologia.

    Folha – Em alguns setores já falta mão de obra qualificada.
    Luiz Marinho – As empresas têm que ajudar. O Sistema S é magnífico, mas precisa aperfeiçoar processos, sair da comodidade dos cursos de prateleira e perguntar às empresas o que elas precisam. Há uma revolução acontecendo no mercado de trabalho, e precisamos responder rapidamente.
    *Folha – Qual é a avaliação sobre o projeto para regulamentar o trabalho nos aplicativos?
    Luiz Marinho – Fizemos um trabalho, em 2023 e 2024, de dialogar com as partes. A conversa não surtiu efeito com entregadores. Não dá para conversar com nenhuma empresa que recusa sequer falar de salário mínimo. Isso não existe. Mas eles estão mais colaborativos agora.

    Folha – Tem alguma saia justa do Trabalho com [Guilherme] Boulos [ministro da Secretaria-Geral]?
    Luiz Marinho – Não. Temos um presidente [Lula] que, se tiver qualquer saia justa, ele coloca a saia certa no governo.
    O que nós fizemos naquela fase [um GT no Ministério do Trabalho] foi ter um projeto para o Parlamento. As narrativas nos derrotaram. Hoje, as conversas estão mais civilizadas. Evidente que os trabalhadores desejam mais. O pior dos mundos é continuar como está. Se o relatório do deputado não é o ideal para A ou para B, mas pode ser o possível, é melhor do que está.

    Folha – Lula tem falado que muitos jovens não querem CLT. O senhor concorda?
    Luiz Marinho – Mais ou menos. Mas tenho uma preocupação adicional, que são as fraudes trabalhistas.

    Folha – É o que o STF pode liberar no julgamento da pejotização [o Supremo vai decidir legalidade de contratos PF]?
    Luiz Marinho – O STF não pode fazer uma aberração dessas. Isso seria uma catástrofe para a Previdência, para o Fundo de Garantia, para o FAT [Fundo de Amparo ao Trabalhador], para o Sistema S. Espero que o STF deixe passar. O Parlamento tem que entrar nesse debate. Isso não é papel do Supremo.

    Folha – O ministro Fernando Haddad sinalizou que deve se candidatar ao governo de São Paulo. Como está vendo o jogo político no estado?
    Luiz Marinho – O Haddad será candidato a governador. Esse é o meu sentimento, tenho a convicção de que ele será o nosso candidato a governador.
    O PT não ganhou eleição em São Paulo por falta de acreditar. E é possível derrotar o Tarcísio [de Freitas, governador de São Paulo], que é um líder fraco, é um governo fraco.

    Folha – Como o senhor vê o caso do Banco Master, as CPIs e as quebras de sigilo?
    Luiz Marinho – Com tranquilidade. O caso Master, espero que conclua rapidamente, pague quem tem que pagar. O Fábio [Luis Lula da Silva, filho do presidente] disse: ‘Estou tranquilo, sereno. Já não é a primeira vez que quebra meu sigilo, que me vira de cabeça para baixo’. Se ele está dizendo que está tranquilo, vida que segue.
    Folha – Isso não desgasta a campanha do presidente?
    Luiz Marinho – O Lula apanha desde 1982. Estamos acostumados, estamos calejados.

    Raio-X | Luiz Marinho, 66
    Ministro do Trabalho e Emprego, é deputado federal licenciado. Foi prefeito de São Bernardo do Campo (ABC paulista) e presidiu o PT em São Paulo e a CUT (Central Única dos Trabalhadores).

    Apesar do lema 6×1, prioridade do governo é redução de jornada para 40 horas, diz ministro

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