Autor: REDAÇÃO

  • Nasa desiste de tentar levar humanos à superfície da Lua na missão Artemis 3

    Nasa desiste de tentar levar humanos à superfície da Lua na missão Artemis 3

    Novo plano prevê voo em 2027 em órbita baixa da Terra para testar integração com módulos; ideia da agência é pousar no satélite natural na Artemis 4 em 2028

    BOGOTÁ, COLÔMBIA (CBS NEWS) – O administrador da Nasa, Jared Isaacman, anunciou nesta sexta-feira (27) a desistência de tentar levar humanos à superfície da Lua na Artemis 3 em 2027. O novo plano para a missão é testar os módulos de pouso lunar em um voo em órbita baixa da Terra.

    O objetivo de pousar e fazer com que humanos voltem a andar sobre o solo do satélite natural da Terra foi empurrado para a Artemis 4, programa para 2028.

    “Basicamente, vamos antecipar a Artemis 3 para lançamento em 2027 com um perfil de missão revisado. Então, em vez de ir diretamente para um pouso lunar, vamos nos empenhar em fazer um encontro em órbita baixa da Terra com um ou ambos os nossos módulos de pouso lunar, para testar operações integradas entre a Orion e o módulo de pouso”, afirmou o chefe da Nasa.

    A Nasa também desistiu de atualizar seu foguete SLS (Space Launch System) para, em vez disso, se concentrar no aumento da frequência de voos, que tem sido lenta em comparação com foguetes mais novos. A medida impacta o contrato de aproximadamente US$ 2 bilhões da Boeing para construir um estágio superior mais potente do SLS, cujo plano acabou cancelado.

    Isaacman afirmou que é necessário reconstruir capacidades importantes dentro da Nasa e que não é ideal um lançamento a cada três anos -hoje, a distância do lançamento da Artemis 1 para a atual 2. Segundo ele, as missões deveriam ser anuais e lançamentos tão pouco frequentes seriam prejudiciais por perda de “memória muscular”.

    O chefe da Nasa comparou a situação atual ao histórico de ida à Lua no século passado com as missões Apollo. Ele afirmou que a diferença de tempo entre as missões eram de meses.

    Segundo ele, de toda forma, foram necessárias muitas missões de preparação, citando os programas Mercury e Gemini. “Temos que voltar ao básico.”

    Tanto a SpaceX, de Elon Musk, quanto a Blue Origin, de Jeff Bezos, estão desenvolvendo módulos para o programa Artemis, em uma disputa para ver qual empresa será a primeira a realizar o pouso na Lua para a Nasa.

    A Boeing e a Northrop Grumman são responsáveis pela construção do SLS, que transporta a cápsula de astronautas Orion. Esta cápsula, fabricada pela Lockheed Martin, levará os astronautas até um dos módulos de pouso lunares no espaço antes da tentativa de pouso na Lua.

    A missão atualizada da Artemis 3 envolverá a Orion, com astronautas a bordo, demonstrando sua capacidade de acoplar com um ou ambos os módulos de pouso lunar em órbita baixa da Terra. O processo é uma etapa crucial no caminho da agência até a Lua.

    Nasa desiste de tentar levar humanos à superfície da Lua na missão Artemis 3

  • Diesel e gasolina caem em fevereiro e etanol sobe por fatores sazonais, aponta IPTL

    Diesel e gasolina caem em fevereiro e etanol sobe por fatores sazonais, aponta IPTL

    Em média, o preço do diesel S-10 recuou 0,32%, a gasolina 0,15%, e o etanol subiu 1,49%; fevereiro foi marcado por recuos nos preços dos dois tipos de diesel na maior parte do País

    O diesel e a gasolina registraram queda de preços em fevereiro, enquanto o etanol teve alta puxada por fatores sazonais, segundo o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) divulgado nesta sexta-feira, 27. Em média, o preço do diesel S-10 recuou 0,32%, a gasolina 0,15%, e o etanol subiu 1,49%.

    “O leve recuo no preço médio da gasolina em fevereiro indica um cenário de relativa estabilidade para o combustível, após as oscilações registradas nos meses anteriores. Já o aumento no valor do etanol pode estar relacionado a fatores sazonais e à dinâmica de oferta e demanda, comum neste período entre safras”, disse em nota o diretor de Rede Abastecimento da Edenred Mobilidade, Renato Mascarenhas.

    Já o recuo do diesel, na avaliação de Mascarenhas, “indica um momento de relativa estabilidade após os reajustes observados anteriormente”. Para ele, apesar da queda, os valores ainda permanecem em um patamar elevado, o que mantém a pressão sobre os custos do transporte rodoviário e, consequentemente, sobre toda a cadeia logística.

    Diesel

    Na análise regional, fevereiro foi marcado por recuos nos preços dos dois tipos de diesel na maior parte do País. A principal exceção foi o diesel comum no Nordeste, que registrou alta de 0,63%. No Sudeste, o combustível apresentou estabilidade, com preço médio de R$ 6,21.

    Entre as quedas mais relevantes, o diesel comum teve sua maior redução no Centro-Oeste, de 0,79%, chegando a R$ 6,24. Já o diesel S-10 registrou o recuo mais expressivo no Sul, de 0,50%, com preço médio de R$ 6,02. Os preços mais em conta para ambos os tipos de diesel foram encontrados no Sul: R$ 5,98 para o comum e R$ 6,02 para o S-10. Já os preços mais caros foram os do Norte: R$ 6,75 para o comum e R$ 6,61 para o S-10.

    Etanol

    Na análise por regiões, todas registraram aumento para etanol em fevereiro. A mais alta foi registrada no Nordeste, de 1,59%, fazendo com que o biocombustível fosse comercializado por, em média, R$ 5,11. O Norte segue com o etanol mais caro, com preço médio de R$ 5,34 (+0,75%). Já o etanol mais competitivo foi o da região Sudeste, com média de R$ 4,69 (+1,52%).

    Gasolina

    Em relação à gasolina, a maioria das regiões acompanhou a tendência nacional de queda, com destaque para Centro-Oeste e Sul, com recuo de 0,46%. O Nordeste foi a única região onde o combustível ficou mais caro, com aumento de 0,15% em relação a janeiro (R$ 6,53). O maior preço médio em fevereiro foi o do Norte, R$ 6,83 (estável), e o mais competitivo, o do Sudeste, com média de R$ 6,33 (-0,16%).

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  • Casa do Patrão aposta em dinâmica com três casas e jogo de poder para fisgar público

    Casa do Patrão aposta em dinâmica com três casas e jogo de poder para fisgar público

    Novo reality idealizado por Boninho divide participantes entre privilégios, pressão e convivência estratégica; programa estreia em abril na Record TV e no Disney+, com decisões do público influenciando o rumo da disputa

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Falta pouco menos de dois meses para a estreia de Casa do Patrão, novo reality idealizado por Boninho, e a expectativa só aumenta. A atração, que promete apostar alto em estratégia e convivência, reunirá participantes anônimos em um confinamento intenso e cheio de disputas.

    Divulgados nesta quinta-feira (26), os detalhes do formato revelam um jogo dividido em três ambientes interligados: a Casa do Patrão, a Casa do Trampo e a Casa da Convivência. Mais do que cenários, os espaços funcionam como peças-chave na engrenagem da disputa.

    A Casa do Patrão, ocupada semanalmente por quem assume o comando do jogo, concentra privilégios, conforto e poder. O participante que conquistar o posto poderá escolher aliados para compartilhar as mordomias e, principalmente, tomar decisões que impactam diretamente a rotina dos demais jogadores.

    Do outro lado, a Casa do Trampo impõe uma realidade bem diferente. Sem acesso aos benefícios, os participantes encaram regras mais rígidas, tarefas obrigatórias e uma rotina de pressão constante. É o espaço onde resistência, organização e jogo emocional fazem toda a diferença.

    Já a Casa da Convivência funciona como o coração do reality. Neutra e de circulação obrigatória, ela reúne todos os participantes para conversas, embates, alianças e votações. É ali que o jogo se desenha diante das câmeras -e onde as relações podem mudar a qualquer momento.

    A cada ciclo, as decisões do Patrão reverberam nas demais casas e ajudam a redesenhar os rumos da competição. Enquanto isso, o público assume papel decisivo ao escolher quem continua na disputa.

    O programa vai estar simultâneamente na grade da Record e na plataforma do Disney+.O formato estreia em abril, com data exata ainda a ser confirmada.

    Casa do Patrão aposta em dinâmica com três casas e jogo de poder para fisgar público

  • Estrutura pesa, e Corinthians vence holandeses por preferência de Lingard

    Estrutura pesa, e Corinthians vence holandeses por preferência de Lingard

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians conquistou a preferência do meia inglês Jesse Lingard diante de outros clubes interessados no jogador.
    A reportagem apurou que o Feyenoord, da Holanda, era o principal concorrente na disputa. Lingard também vinha sendo monitorado por equipes da segunda divisão inglesa e da MLS.

    Pesaram a favor do Timão as referências recebidas pelo atleta sobre o clube, além da estrutura oferecida pelo Corinthians. Esses fatores fizeram com que o meia optasse pela proposta corintiana.

    A negociação está em estágio avançado e restam apenas ajustes contratuais. A expectativa é de que tudo seja definido até o fim de semana.

    COMO O CORINTHIANS CHEGOU AO NOME DE LINGARD?

    Lingard deixou o FC Seoul no fim do ano passado e ficou livre no mercado. Inicialmente, o plano do atleta era retornar ao futebol europeu.

    Diante da falta de propostas atrativas no continente, o estafe do jogador firmou parceria com representantes brasileiros. Esses profissionais passaram a buscar oportunidades no Brasil.

    Nesse processo, houve uma tentativa de negociação com o Remo, mas as conversas não avançaram por conta da estrutura oferecida pelo clube paraense. Foi nesse cenário que o Corinthians surgiu como alternativa viável.

    A equipe responsável por intermediar o negócio procurou diretamente Marcelo Paz, executivo de futebol do clube paulista. Do lado alvinegro, as tratativas foram conduzidas diretamente pelo dirigente.

    Antes do avanço das conversas, o nome de Lingard passou por avaliação interna nos departamentos de scout e análise de mercado, que deram sinal positivo para a negociação. Na sequência, a comissão técnica também analisou o jogador e aprovou a possibilidade de contratação.

    O técnico Dorival Júnior concordou com o avanço das tratativas. O treinador, porém, aguarda o desfecho do negócio para estudar como utilizar o meia inglês no elenco.

    80% CERTO

    O aval final veio do ponto de vista financeiro. O presidente Osmar Stábile considerou os valores viáveis, sobretudo pelo fato de se tratar de um atleta sem custos de transferência.

    O pacote financeiro – que inclui salários, direitos de imagem e demais encargos -ficará abaixo de R$ 8 milhões durante o período do contrato. O vínculo negociado é até o fim da temporada.

    Nos bastidores, o Corinthians trata o negócio como 80% encaminhado. O entrave restante envolve detalhes contratuais.

    Um ponto considerado sensível é a eventual inclusão de valores extras, como pagamento de luvas ou bônus adicionais. Caso isso ocorra, o clube tende a recuar, já que há um alinhamento interno para não realizar esse tipo de desembolso na atual janela de transferências.

    PARTICIPAÇÃO DE MEMPHIS

    Diferentemente do que ocorreu na contratação de Zakaria Labyad, o atacante Memphis Depay teve participação apenas pontual no processo envolvendo Lingard.

    Segundo apurou o UOL, houve apenas um contato rápido entre as partes, com troca de referências sobre o clube, sem envolvimento direto do camisa 10 corintiano na negociação.

    Embora tenham atuado juntos no Manchester United entre 2015 e 2016, a relação entre Memphis e Lingard sempre foi estritamente profissional. Eles mantêm uma boa convivência, sem conflitos, mas não possuem vínculo próximo como o holandês tem com Zakaria.

    Atleta português comprou parte do Almería por meio da CR7 Sports Investments, uma de suas empresas; jogador segue carreira no Al Nassr, onde tem vínculo com o clube vai até junho de 2027

    Folhapress | 12:15 – 27/02/2026

    Estrutura pesa, e Corinthians vence holandeses por preferência de Lingard

  • Renda domiciliar per capita chega a R$ 2.316 em 2025, diz IBGE

    Renda domiciliar per capita chega a R$ 2.316 em 2025, diz IBGE

    Valor variou de R$ 1.219 no Maranhão a R$ 4.538 no Distrito Federal; os dados da pesquisa é baseada na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua

    O rendimento domiciliar per capita para o Brasil, em 2025, ficou em R$ 2.316. O valor representa um avanço em relação a 2024, quando a renda média dos residentes no país ficou em R$ 2.069. Foi maior também na comparação com anos anteriores: R$ 1.893, em 2023, e R$ 1.625, em 2022.

    Entre as unidades da federação, esse valor variou de R$ 1.219 no Maranhão a R$ 4.538 no Distrito Federal. Nove estados e o DF superaram o rendimento médio nacional.

    Na sequência do DF, que registrou a maior renda, ficaram os estados de São Paulo (R$ 2.956), Rio Grande do Sul (R$2.839), Santa Catarina (R$2.809), Rio de Janeiro (R$2.794), Paraná (R$ 2.762), Mato Grosso do Sul (R$ 2.454), Goiás (R$ 2.407), Minas Gerais (R$2.353) e Mato Grosso (R$ 2.335). 

    Os dados da pesquisa é baseada na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, foram divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Conforme o órgão, a divulgação atende à Lei Complementar 143/2013, que estabelece os novos critérios de pagamentos do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE). Além disso, em consequência, define os compromissos assumidos para determinar os valores que serão repassados ao Tribunal de Contas da União (TCU) “para o cálculo dos fatores representativos do inverso do rendimento domiciliar per capita”.

    Segundo o IBGE, o rendimento domiciliar per capita é calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (nominais) e o total dos moradores.

    “Nesse cálculo, são considerados os rendimentos de trabalho e de outras fontes”, informou, acrescentando que para o cálculo, todos os moradores são considerados, incluindo os classificados como pensionistas, empregados domésticos e parentes dos empregados domésticos.

    Os valores são definidos levando em consideração os rendimentos brutos de trabalho e de outras fontes, efetivamente recebidos no mês de referência da pesquisa, acumulando as informações das primeiras visitas da PNAD Contínua aos domicílios, feitas no 1º, 2º, 3º, e 4º trimestres de 2025.

    Segundo o IBGE, a PNAD Contínua é uma pesquisa domiciliar, amostral, realizada desde janeiro de 2012, “que acompanha as flutuações trimestrais e a evolução da força de trabalho, entre outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país”.

    Em 2020 e 2021 os dados sofreram impacto da pandemia de covid-19 e de acordo com o IBGE, houve queda acentuada de taxas de aproveitamento da coleta, sobretudo da primeira visita ao domicílio. “As menores taxas de aproveitamento das entrevistas refletiam o contexto excepcional, ocasionado pela pandemia de covid-19 nesses anos e os procedimentos adotados para minimizar as perdas de informação que poderiam ocorrer devido à pandemia, ao isolamento social e ao acesso dos entrevistadores aos domicílios”, explicou.

    Esse panorama começou a mudar a partir de 2022, quando já se observava o processo de recuperação do aproveitamento das entrevistas em curso, o que se consolidou em 2023.

    “Diante desses impactos, para o cálculo do rendimento domiciliar per capita dos anos de 2020, 2021 e 2022 foi adotada a quinta visita ao domicílio, em alternativa ao padrão até então adotado (primeira visita) e temporariamente suspenso em decorrência da pandemia de covid-19.”

    “A partir de 2023, com o retorno aos níveis de aproveitamento das amostras, o cálculo do rendimento domiciliar per capita volta a ter como referência o banco de primeira visita aos domicílios”, concluiu o IBGE.

    Renda domiciliar per capita chega a R$ 2.316 em 2025, diz IBGE

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  • Hostilizado, Paulo Mendes explica que não é o Raul de 'Três Graças'

    Hostilizado, Paulo Mendes explica que não é o Raul de 'Três Graças'

    Ator diz que foi confundido com personagem e recebeu comentários agressivos; personagem passou a ser odiado após fazer dívida de drogas e prejudicar Joélly

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em 1988, quando viveu Odete Roitman na primeira versão de “Vale Tudo”, Beatriz Segall (1926-2018) precisou parar de sair de casa. A atriz relatou em várias entrevistas que era confudida com a vilã e hostilizada nas ruas.

    Quem achava que confundir ator com personagem era coisa de antigamente, no entanto, está enganado. Paulo Mendes, um ator da geração Z, que vive o mimado Raul em “Três Graças”, precisou explicar nas redes sociais que não é o Raul. “Ele é ele e eu sou eu”, tentou simplificar o artista.

    “Que capítulo eletrizante!”, falou Paulo. “Recebi umas mensagens e vim avisar que não sou o personagem. Sou apenas o ator. Aquele é um personagem, que não tem nada a ver comigo. Sou outra pessoa completamente diferente”, explicou.

    “Fica o recado: aquele cara não sou eu. Eu sou eu. Você é você”, reiterou Paulo.

    Em “Três Graças”, o filho de Arminda (Grazi Massafera) fez uma dívida de drogas e foi sequestrado pelo traficante Bagdá (Xamã), obrigando Joélly (Alana Cabral) a vender o bebê por R$ 60 mil para quitar a dívida.

    Hostilizado, Paulo Mendes explica que não é o Raul de 'Três Graças'

  • Palmeiras abre mão de zagueiro agora e vai fechar janela com dois reforços

    Palmeiras abre mão de zagueiro agora e vai fechar janela com dois reforços

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Palmeiras vê como improvável a chegada de um zagueiro nesta janela de transferência, que se encerra no dia 3 de março, e está satisfeito com as chegadas de Jhon Arias e Marlon Freitas.

    Nino segue como o grande sonho para o setor defensivo na janela do meio do ano. O Palmeiras não conseguiu a liberação do Zenit para concluir a transferência agora, mas o clube entende que já tem um acordo avançado com o jogador e seu estafe para o futuro.

    Abel Ferreira tem à disposição no setor Gustavo Gómez, Murilo, Bruno Fuchs e Benedetti (que tem sido liberado para atuar no sub-20). Emiliano Martínez também foi utilizado como zagueiro e pode ser uma opção.

    A prioridade sempre foi Nino, e o Palmeiras quer manter o seu plano inicial. O clube até sondou a situação de outros defensores como Igor Julio (Brighton) e Ibañez (Al Ahli), mas não se animou.

    A janela do meio do ano é a principal janela da Europa, quando os clubes reformulam seus elencos pensando na temporada que vai começar e o Palmeiras estará atento no mercado da bola. Além de um zagueiro, o clube tentou repatriar Danilo para ser mais uma opção no meio-campo.

    O Palmeiras tem em seu elenco muitos jogadores “selecionáveis”, e a Copa do Mundo pode interferir no elenco. O que obrigaria o Palmeiras a investir em mais contratações em casos de saída.

    A primeira janela do Palmeiras em 2026 custou R$ 190 milhões. O clube gastou 154 em Arias, e cerca de 36 em Marlon Freitas. Bruno Fuchs também foi adquirido junto ao Atlético-MG, mas ele já estava com a equipe desde o ano passado.

    Londrina, no Paraná, que vai receber jogos da competição, possui uma lei que proíbe a inscrição de pessoas “identificadas em contrariedade ao sexo biológico” em competições esportivas

    Folhapress | 11:15 – 27/02/2026

    Palmeiras abre mão de zagueiro agora e vai fechar janela com dois reforços

  • Cubanos relatam cotidiano em Havana: “Pior momento que já vivemos”

    Cubanos relatam cotidiano em Havana: “Pior momento que já vivemos”

    Ilha vive crise energética agravada por bloqueio dos Estados Unidos

    Cubanos que vivem em Havana relatam que o país vive o “pior momento” com as dificuldades enfrentadas pela população após o endurecimento do bloqueio energético imposto pelo Estados Unidos (EUA) a partir do final de janeiro deste ano.

    O aumento dos apagões, a elevação dos preços de produtos básicos, a redução do transporte público e da oferta da cesta básica alimentar subsidiada pelo Estado são alguns dos problemas que pioraram nas últimas semanas.

    A arquiteta Ivón B. Rivas Martinez, de 40 anos, mãe solo de um filho de 9 anos, afirmou à Agência Brasil que os apagões em Havana, antes programados, se tornaram imprevisíveis e com maior duração.“Antes, havia cerca de quatro horas sem energia por dia na capital, depois aumentou para cinco horas. Com o agravamento da crise, esse tipo de planejamento não é mais possível. Ninguém sabe quantas horas podem ser. Hoje houve 12 horas de apagão”, diz a cubana.

    No final de janeiro, o governo Donald Trump ameaçou com tarifas os países que vendessem petróleo para a nação caribenha e classificou Cuba como “ameaça incomum e extraordinária” à segurança dos EUA, citando, como justificativa, o alinhamento político de Havana com Rússia, China e Irã.

    A crise energética de Cuba é ainda mais grave nas províncias do interior da ilha de quase 11 milhões de habitantes, onde os apagões podem durar quase o dia todo.

    “Minha tia do interior precisava sair cedo todos os dias para comprar o que ia consumir, porque, se comprasse mais do que isso, estragaria. No interior do país, quase o dia inteiro ficava sem eletricidade”, acrescenta Ivón Rivas.

    O economista cubano aposentado Feliz Jorge Thompson Brown, de 71 anos, tio de Ivón, tinha 6 anos quando triunfou a Revolução de 1959, pondo fim ao governo militar de Fulgencio Batista, apoiado pelos EUA.

    Feliz Jorge avalia que o atual momento é o período mais difícil de Cuba, até mesmo que a década de 1990, chamada de “período especial”, quando a queda do bloco socialista liderado pela União Soviética privou Cuba dos principais parceiros comerciais.

    “Este é o momento mais difícil que o país já enfrentou. A situação energética é muito grave. É [o momento] mais cruel e severo do que durante o período especial, tanto material, quanto espiritualmente mais desafiador”, diz o também morador de Havana.

    Serviços são prejudicados; preços disparam

    Segundo Ivón Rivas, os apagões afetam todos os serviços de Havana, tanto de água, porque as bombas param de funcionar, quanto de telefonia e internet.

    “Quando você tenta sacar dinheiro no banco, se não há eletricidade, os caixas eletrônicos não funcionam. Se você precisa realizar algum tipo de procedimento legal e o cartório não tem energia, eles não conseguem trabalhar. É muito difícil”, completa.

    Após o endurecimento do embargo energético dos EUA, a arquiteta observou um aumento mais intenso dos preços de itens básicos de consumo.

    “Nessas últimas semanas, a diferença é que os preços aumentaram em um ritmo muito mais acelerado do que antes. Arroz, o óleo, a carne de frango, que são alimentos básicos para os cubanos, ficaram muito mais caros”, acrescenta a moradora de Havana.

    Com cerca de 80% da energia do país gerada por termelétricas, alimentadas por combustíveis, a nova medida do governo Trump reduziu a possibilidade de compra de petróleo no mercado global, o que era agravado pelo bloqueio naval dos EUA à Venezuela a partir do final de 2025.

    Situação mais difícil que no “período especial”

    O cubano Feliz Jorge Brown avalia que, diferentemente da crise atual, havia na década de 1990 uma juventude que conhecia os avanços sociais da Cuba revolucionária, o que facilitava enfrentar as dificuldades daquela época.

    “No período especial, as pessoas compreendiam toda a situação e sua magnitude. Hoje, há alguma incerteza porque muitos não vivenciaram plenamente os primeiros anos da Revolução”, comenta o economista, que, recentemente, voltou a trabalhar em uma consultoria contábil.

    Além disso, ele argumenta que o Estado tem perdido capacidade, em comparação com a década de 1990, de fornecer a cesta básica de alimentos subsidiada.

    “A situação se torna complexa porque o Estado carece dos meios necessários para fornecer integralmente a cesta básica que foi sistematicamente distribuída a toda a população ao longo de todos os anos da Revolução”, completa o economista.

    A família Thompson, formada por oito irmãos, descende de um casal de imigrantes jamaicanos. Segundo Feliz, toda a família se beneficiou da saúde e da educação gratuitas de Cuba.

    “Tive a sorte de me beneficiar de todas as conquistas dos primeiros anos da Revolução e posteriores. Todos em nossa família nos demos bem, a maioria de profissionais com bons trabalhos: professores, engenheiros, médicos e assim por diante”, conta.

    Por muitos anos, Feliz Jorge praticou atletismo, chegando a representar o país em competições internacionais. O sucesso cubano em olimpíadas é apontado como parte do investimento do Estado no esporte.

    Trump endurece bloqueio a Cuba

    O aperto do cerco econômico a Cuba é mais uma tentativa dos EUA de derrubar o governo liderado pelo Partido Comunista, que desafia a hegemonia política de Washington na América Latina há mais de seis décadas.Para o governo cubano, a nova medida é uma política “genocida” que busca privar o povo cubano dos seus meios de subsistência. O bloqueio econômico contra a ilha já dura 66 anos.

    Para a cubana Ivón Rivas, o discurso do governo dos EUA contradiz o resultado da política de bloqueio.

    “Seu discurso é que quer ajudar o povo de Cuba, que quer favorecer o povo de Cuba, e no final é o povo que está sendo estrangulado, é o povo cubano que está sufocando com toda essa política”, critica.

    Pandemia de covid-19

    Segundo avaliam os cubanos entrevistados, a situação econômica de Cuba começou a piorar com a pandemia. Na época, o turismo, principal atividade econômica do país, foi afetado pela política de isolamento para combater a covid-19 em todo o mundo.

    A arquiteta Ivón Rivas diz que a situação está mais difícil desde a pandemia, mas piorou nas últimas semanas. “Eu diria este é o período mais difícil que já enfrentamos em termos de escassez de combustível e energia porque muitos problemas convergiram ao mesmo tempo”, diz.

    Além da covid-19, a ilha viveu o endurecimento do embargo econômico do primeiro governo de Donald Trump (2017-2021), com centenas de novas sanções, medidas que foram mantidas no governo de Joe Biden (2021-2025).

    No novo governo Trump, foram acrescentadas medidas para limitar a exportação de serviços médicos por Cuba, uma das principais fontes de recursos do país no exterior.

    Transporte

    Uma das principais consequências do endurecimento do embargo, segundo percebido por Ivón e Feliz, foi a diminuição na oferta de transporte público e o encarecimento do transporte privado, o que tem reduzido a mobilidade em Havana.

    Enquanto o transporte privado encareceu a ponto de se tornar inviável para muitos cubanos, o transporte público está com linhas reduzidas.

    “O transporte público já sofria com falta de peças de reposição, agora, devido à escassez de combustível, está ainda mais reduzido. As linhas regulares da cidade oferecem apenas uma viagem pela manhã e outra à tarde. E algumas linhas nem sequer garantiam isso”, reclama Ivón.

    Além disso, a arquiteta aponta que os veículos elétricos introduzidos recentemente pelo governo também têm alcance limitado. “Estes têm se mantido mais ou menos estáveis, mas também têm diminuído porque ainda há necessidade recarregá-los.”

    O economista Feliz Jorge avalia que a oferta de transporte deve ter caído pela metade. Devido ao novo trabalho, ele tem viajado entre províncias do país.

    “Antes, os trens circulavam a cada quatro dias; agora, circulam a cada oito dias. No caso dos ônibus nacionais, as pessoas enfrentam muitas dificuldades com apenas duas viagens semanais diretas para as capitais provinciais”, comenta ele.

    Saúde e medicamentos

    A crise energética também tem agravado o acesso aos medicamentos e à saúde pública, na avaliação dos cubanos entrevistados. Ivón Rivas lembra que os médicos são pessoas comuns do povo e, por isso, têm dificuldade de se locomover.

    “Como resultado, muitas consultas foram canceladas e o atendimento de emergência passou a ser priorizado”, disse a arquiteta. Ela acrescenta que a falta de medicamentos afeta toda a sociedade, não apenas os que precisam dos remédios.

    “Muitas pessoas dependem de medicamentos para a saúde mental e, enquanto os tomam, mantêm-se controladas e estáveis. Mas, se interromperem o tratamento, ocorrem acidentes que afetam toda comunidade”, exemplifica.

    O economista e ex-atleta Feliz Jorge pondera que o Estado não teria mais recursos para bancar todos os remédios gratuitamente, como chegou a fazer em épocas mais prósperas.

    “Apesar disso, as pessoas continuam indo aos hospitais para consultas, para ver o médico e procuram dar um jeito de conseguir o medicamento, seja no mercado paralelo ou por meio de familiares que trazem para elas”, disse.

    Educação e cultura

    Os cubanos entrevistados avaliam que a educação vem conseguindo ser mantida, apesar da escassez de combustíveis. Segundo Ivón Rivas, as crianças menores costumam estudar sempre perto de casa.

    “Não é muito difícil para as crianças do ensino fundamental chegarem à escola. Os alunos do ensino médio também costumam ter escolas bem próximas e podem até ir a pé”, comenta.

    O acesso à cultura também tem sido possível. O filho de Ivón, Robin, de 9 anos, segue matriculado em uma aula de música gratuita próxima da sua residência, o que tem possibilitado a diversão e a interação social do menino.

    “É uma boa opção porque não custa nada, é gratuito e do Estado. Existem muitos lugares com centros culturais que continuam funcionando e oferecem essa oportunidade”, destaca.

    “Mudança de regime”

    Para a arquiteta moradora de Havana Ivón Rivas, a política dos EUA não deve conseguir atingir seu objetivo, que é a da mudança de regime político na ilha.

    “O cubano acorda e só pensa em garantir comida para sua família. Os jovens que estão insatisfeitos têm outras aspirações. O que eles querem é emigrar. Não vejo nenhuma campanha ou ninguém nas ruas protestando”, diz.

    Para o economista Feliz Thompson, Cuba incomoda os EUA porque conseguiu superar índices sociais dos seus vizinhos caribenhos seguindo modelo político e econômico alternativo ao determinado por Washington para a América Latina.

    “Está comprovado que o bloqueio e a política de bloqueio contra Cuba são verdadeiramente desumanos e cruéis e que restringem e maltratam o povo cubano. Cuba não está sozinha e continuará avançando”, finaliza.

    Cubanos relatam cotidiano em Havana: “Pior momento que já vivemos”

  • Alojamento de time sub-20 é destruído por chuva em Minas Gerais

    Alojamento de time sub-20 é destruído por chuva em Minas Gerais

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A pouco mais de um mês da estreia no Campeonato Mineiro sub-20, o Uberabinha teve seu alojamento destruído pelas fortes chuvas em Juiz de Fora (MG), que já deixaram quase 60 mortos na região.

    O time é o atual campeão da segunda divisão do Mineiro sub-20 e estreia na elite da competição de base do estado em 2026. A equipe perdeu equipamentos essenciais para o dia a dia dos jogadores, como freezers, geladeiras, estufas, micro-ondas, chapa de churrasco, beliches, colchões e máquina de lavar roupas.

    Sérgio Eduardo, o Dudu, presidente do Uberabinha, confirmou ao UOL que três situações danificaram a estrutura do clube: chuvas no domingo (22), segunda-feira (23) e quarta-feira (25). O alojamento está localizado no bairro Cerâmica.

    No domingo, tinha entrado água, mas entrou pouco. Chegou a entrar dentro de casa, chegou até na varanda. E eu não imaginei que no próximo dia chegaria a 1,70m, que aí foi de segunda para terça-feira. E ela subiu muito, chegou a 1,70m. Portanto na terça-feira não consegui entrar na casa. Sérgio Eduardo, presidente do Uberabinha

    Dudu diz que só conseguiu entrar no alojamento na quarta-feira. “Então quando eu entrei a água já tinha baixado, eu tirei uma foto com a altura que a água chegou, marcação na parede, parede molhada. Depois a gente eu fiz uma limpeza rápida na casa, subi alguns móveis para a parte de cima. Alguma coisa para a parte de cima que não molhou. E alguma coisa trouxe para casa para lavar”, afirmou.

    O presidente do Uberabinha também contou que deixou muitos itens do lado de fora do alojamento para serem recolhidos no dia seguinte, mas as chuvas fortes da última madrugada alagaram o bairro novamente.

    O Uberabinha pede doações para recuperar o que foi perdido no alojamento. Em publicação nas redes sociais, o clube diz que a estrutura perdida auxilia no acolhimento de atletas que vêm de outras cidades.

    A equipe estreia no Campeonato Mineiro sub-20 no dia 27 de março, contra o Coimbra. Em 2025, o Uberabinha foi campeão da segunda divisão de maneira invicta e garantiu o acesso à elite sub-20.

    Mais de 2.500 pessoas estão desalojadas em Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa. A região foi atingida por fortes chuvas nesta semana. O volume total de chuva em Juiz de Fora em fevereiro é de 733 mm, quatro vezes mais a média esperada para o mês, segundo a Defesa Civil.

    59 pessoas morreram até o início da noite desta quarta-feira, sendo 53 em Juiz de Fora e 6 em Ubá. Pelo menos 14 seguiam desaparecidas.

    Londrina, no Paraná, que vai receber jogos da competição, possui uma lei que proíbe a inscrição de pessoas “identificadas em contrariedade ao sexo biológico” em competições esportivas

    Folhapress | 11:15 – 27/02/2026

    Alojamento de time sub-20 é destruído por chuva em Minas Gerais

  • Sequestro de ex-banqueiro ucraniano termina em morte; filho é preso

    Sequestro de ex-banqueiro ucraniano termina em morte; filho é preso

    Um homem, de 34 anos, teria atraído o pai – o ex-banqueiro ucraniano Alexandru Adarici – para uma emboscada com o objetivo de obter 250 mil euros (cerca de 1,6 milhões de reais) em criptomoedas, na Itália

    Um homem foi detido esta sexta-feira (27) em Barcelona, Espanha, por suspeitas de ter participado no sequestro e morte do próprio pai, um ex-banqueiro ucraniano, para obter 250 mil euros (cerca de 1,6 milhões de reais) em criptomoedas.

    Segundo conta a agência de notícias italiana ANSA, o crime ocorreu em Milão, na Itália, no final de janeiro e a Polizia di Stato deu hoje cumprimento a um mandado de prisão europeu por “sequestro agravado por morte”.

    Alexandru Adarici, de 54 anos e de nacionalidade ucraniana e romena, foi encontrado morto após cair da janela do hotel em que estava hospedado em Milão, em 23 de janeiro. Sabe-se agora que o filho, de 34 anos, “participou” no sequestro do ex-banqueiro e gestor de negócios, obrigando-o a “transferir 250 mil euros em criptomoedas”.

    O homem teria atraído o pai para uma emboscada na qual participaram, pelo menos, outras quatro pessoas que estão agora sendo procuradas pelas autoridades italianas. 

    A investigação, de acordo com o procurador de Milão, Rosario Ferracane, se concentrou inicialmente em duas pessoas que foram vistas saindo do hotel após a queda de Adarici e apurou que havia pelo menos três pessoas dentro do quarto, além do ucraniano e do filho. No exterior, estava outro cúmplice vigiando. 

    Já o procurador Marcello Viola indicou em comunicado que as investigações “permitiram apurar que o suspeito, depois de convencer o pai – um empresário ativo, juntamente com ele, no setor financeiro e de investimentos – a ir a Milão para participar de uma ‘reunião’ de trabalho, contribuiu para o seu sequestro com o objetivo de forçá-lo a transferir 250.000 euros em criptomoedas”.

    O suspeito, após ser interrogado pelas autoridades espanholas, contou que foi sequestrado com o pai “por algumas pessoas” e que foi instruído a voltar para Espanha sem denunciar o crime. 

    O corpo da vítima foi encontrado com sinais de violência no pescoço e nos pulsos, compatíveis com o fato de ele ter sido amarrado e espancado. No entanto, resta ainda saber se o homem morreu antes ou depois de cair pela janela. 

    Sequestro de ex-banqueiro ucraniano termina em morte; filho é preso