Autor: REDAÇÃO

  • Por que essas famosas removeram silicones e preenchimentos?

    Por que essas famosas removeram silicones e preenchimentos?

    Quem disse adeus aos seios maiores e lábios mais carnudos, e por quê?

    Há muita pressão sobre as mulheres para que tenham uma determinada aparência, e isso já acontece há séculos. Com a tecnologia moderna, no entanto, o corpo “ideal” de muitas pessoas se tornou mais acessível por meio de cirurgias plásticas ou injeções. Mas esses procedimentos podem ser bastante perigosos. É por isso que muitas estrelas decidiram remover seus implantes ou preenchimentos para voltar a uma aparência mais natural — uma tendência que tem permitido que mais tipos de beleza prosperem.

    Clique para ver quais celebridades removeram seus implantes ou preenchimentos e por quê.

    Por que essas famosas removeram silicones e preenchimentos?

  • Matheus e Duda dão primeiro beijo de A Fazenda 17

    Matheus e Duda dão primeiro beijo de A Fazenda 17

    Os dois haviam flertado durante a festa passada, mas nada aconteceu. Minutos antes, na festa deste sábado (27), Duda se esquivou de um beijo de Mesquita e reforçou que a relação entre eles era amizade.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Durante a segunda festa de A Fazenda 2025 (Record), Matheus e Duda trocaram o primeiro beijo da temporada, na casa da árvore, longe dos outros peões.

    Os dois haviam flertado durante a festa passada, mas nada aconteceu. Minutos antes, na festa deste sábado (27), Duda se esquivou de um beijo de Mesquita e reforçou que a relação entre eles era amizade.

    Em outro momento da festa, a atriz foi com Matheus até a casa da árvore. Longe dos demais peões, eles se beijaram, ainda na entrada da casa.

    Na sequência, correram para se abrigar no local e trocaram mais beijos.

    Após o beijo, Duda pediu que Matheus não revelasse aos outros peões. “Ninguém pode sabe disso.”

    Matheus e Duda dão primeiro beijo de A Fazenda 17

  • Eduardo Bolsonaro semeia bases para 2026 e projeta bolsonarismo mais ideológico

    Eduardo Bolsonaro semeia bases para 2026 e projeta bolsonarismo mais ideológico

    Desde fevereiro nos EUA, caminhando para ter o mandato de deputado federal cassado pela Câmara, ele busca se projetar como líder de um braço mais ideológico do bolsonarismo, com um discurso que rejeita acordos e dispensa alianças políticas com o centrão.

    JOÃO PEDRO PITOMBO, MARIANNA HOLANDA E JULIA CHAIB
    SALVADOR, BA, BRASÍLIA, DF E WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – Ligado a líderes da ultradireita no exterior e protagonista da crise tarifária entre Brasil e Estados Unidos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) ganhou musculatura entre os setores mais radicais da direita e ensaia um voo solo fora da sombra do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Desde fevereiro nos EUA, caminhando para ter o mandato de deputado federal cassado pela Câmara, ele busca se projetar como líder de um braço mais ideológico do bolsonarismo, com um discurso que rejeita acordos e dispensa alianças políticas com o centrão.

    Eduardo já disse a interlocutores que estuda disputar a Presidência em 2026, mesmo à revelia do pai, como mostrou a Folha. As discordâncias entre ambos ficaram expostas em relatório da Polícia Federal.

    Ao mesmo tempo, semeia as bases e aglutina em torno de si um grupo que, segundo aliados, reúne entre 20 e 30 deputados federais e estaduais com quem tem afinidade. Segundo interlocutores, parte deles pode deixar o PL -e o seu fundo eleitoral- para se filiar a uma legenda nanica com o filho do ex-presidente.
    Procurado, Eduardo Bolsonaro não respondeu aos contatos da reportagem.

    O objetivo do deputado é manter no clã o espólio eleitoral de Jair, que está inelegível e foi condenado a 27 anos de prisão. Ele calcula que, se um candidato como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), for eleito, o bolsonarismo estará enterrado enquanto movimento político.

    Com essa avaliação, Eduardo já expressou a opinião de que, se Lula (PT) for reeleito, seria uma espécie de mal necessário, para manter essa influência bolsonarista. Ele cogita se lançar à Presidência para manter o “movimento vivo” e eleger uma bancada de bolsonaristas, fortalecendo este grupo para 2030.

    A postura mais radical de Eduardo resultou em um afastamento de aliados, com críticas a dirigentes do centrão e troca de farpas com o presidente do seu próprio partido, Valdemar Costa Neto (PL).

    O senador Ciro Nogueira (PP-PI) e Eduardo falaram ao telefone há cerca de um mês, quando o presidente do PP fez um apelo para que o deputado focasse a artilharia contra a esquerda e poupasse aliados de suas críticas.

    A conversa ocorreu antes do novo episódio com Valdemar, que disse que ele ajudaria a matar o pai se insistisse em se lançar ao Planalto, ao que Eduardo classificou como canalhice.

    O filho 03 do presidente costuma ser acusado de dividir a direita. Líderes dizem que o deputado expõe publicamente divergências do grupo e impede a construção de acordos para avançar em temas considerados cruciais para o bolsonarismo.

    O mais notório exemplo é o da anistia. Eduardo, que articulou as sanções ao Brasil junto ao governo dos Estados Unidos, vem dizendo que a única forma de reverter esse quadro é com a aprovação de uma anistia ampla e geral, que contemple todos os condenados nos ataques golpistas do 8 de Janeiro.

    A proposta, contudo, enfrenta resistência no Congresso, no Judiciário e no Executivo. Há uma costura por um projeto de redução de pena, a que o deputado se opõe fervorosamente.
    Como a Folha mostrou, aliados de Bolsonaro avaliam que ele estaria disposto a aceitar um acordo, contanto que fique em prisão domiciliar. Bolsonaro está preso desde 4 de agosto no inquérito que investigava a coação do Judiciário, com apoio do governo Donald Trump.

    Eduardo desistiu de retornar ao Brasil, por temer ser preso. Ao passo que o STF (Supremo Tribunal Federal) fecha o cerco em torno do deputado, ele chama o Brasil de “ditadura” e alega que o centrão é inimigo do bolsonarismo.

    Tarcísio de Freitas tem sido um dos seus principais alvos, por ser o nome favorito do centrão para 2026. Ele atribui uma eventual candidatura do ex-ministro de Bolsonaro ao “establishment”.
    Por trás do discurso antissistema está uma tentativa de realinhar o grupo que outrora se reunia em torno do escritor Olavo de Carvalho e que, internacionalmente, segue a linha de Steve Bannon, ex-estrategista de Donald Trump organizador de uma rede de líderes da ultradireita mundial.

    Assim, o mesmo Eduardo que no início do ano era pré-candidato ao Senado e cogitou trocar o PL pelo PP agora tem conversado com legendas menores para viabilizar o projeto presidencial, segundo interlocutores.

    Para isso, conta com parlamentares, empresários e com um ecossistema midiático que inclui nomes como youtuber Kim Paim e o empresário Paulo Figueiredo.

    O deputado estadual de Minas Gerais, Cristiano Caporezzo (PL), pediu para ser listado como o primeiro da lista dos “eduardistas”. Ele busca uma vaga para o Senado e destaca a importância do filho do ex-presidente no trabalho de base do bolsonarismo.

    “Desde que Jair Bolsonaro resolveu se lançar candidato, uma das pessoas mais importantes para organizar a rua era o Eduardo, assim como nas redes era o Carlos”, lembra o deputado.

    Ele afirma que, caso Jair não consiga reverter a inelegibilidade, o melhor nome para disputar a Presidência é o de Eduardo. Elogia Tarcísio de Freitas, mas diz que ele deveria disputar a reeleição. “Ele está fazendo um trabalho importante em São Paulo, não faria sentido deixar o estado mais rico da federação.”
    Outro nome próximo a Eduardo é o do deputado estadual Leandro de Jesus (PL), da Bahia, que prepara sua candidatura à Câmara dos Deputados com o apoio do filho de Bolsonaro. Ele aponta Eduardo como sucessor natural de Jair.

    “Em 2026, de qualquer modo, nós teremos um Bolsonaro candidato a presidente da República, seja o Jair, seja o Eduardo. Isso aí já é martelo batido com toda certeza”, afirma o deputado, minimizando uma possível porta fechada no PL.

    Em Mato Grosso do Sul, o deputado federal Marcos Pollon (PL) ensaia uma candidatura a governador caso Eduardo concorra à Presidência. Ele está às turras com o próprio partido desde a filiação do ex-governador Reinaldo Azambuja, oriundo do PSDB.
    O deputado estadual Cabo Bebeto (PL), de Alagoas, faz coro ao nome de Eduardo como plano B a Jair: “É a nossa segunda opção, sem sombra de dúvida.”

    Eduardo Bolsonaro semeia bases para 2026 e projeta bolsonarismo mais ideológico

  • Lembra dele? Ex-ator da Globo exibe plantação de maconha; vídeo

    Lembra dele? Ex-ator da Globo exibe plantação de maconha; vídeo

    Abdullah possui um habeas corpus que garante o direito de cultivar a planta para uso medicinal. O documento impede que ele seja preso ou que suas plantas sejam apreendidas, mas não autoriza a comercialização nem a doação das mudas ou sementes.

    O ator aposentado Mohammed Abdullah, conhecido anteriormente como Ricardo Petraglia antes de se converter ao islamismo, vem chamando atenção nas redes sociais ao mostrar sua plantação de maconha em Xerém, na Baixada Fluminense.

    Abdullah possui um habeas corpus que garante o direito de cultivar a planta para uso medicinal. O documento impede que ele seja preso ou que suas plantas sejam apreendidas, mas não autoriza a comercialização nem a doação das mudas ou sementes.

    Nas redes sociais, ele compartilha a rotina do cultivo, com dicas sobre plantio, adubação e poda, além de mostrar como extrai o óleo da cannabis usado em tratamentos terapêuticos. O conteúdo é divulgado principalmente no Instagram e no YouTube.

     
     
     

     
     
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    Longe das novelas e dos filmes há dez anos, Mohammed está aposentado da carreira artística. Sua última participação em novelas foi em Os Dez Mandamentos (2015). No entanto, voltou recentemente às telas com a reprise de A Viagem (1994), exibida pela Globo.

    Durante sua trajetória, também atuou em produções como Uga Uga (2000) e Coração de Estudante (2002), entre outras obras de destaque.

    Lembra dele? Ex-ator da Globo exibe plantação de maconha; vídeo

  • Trump envia tropas para Portland para lidar com "terroristas domésticos"

    Trump envia tropas para Portland para lidar com "terroristas domésticos"

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou hoje o envio de tropas para Portland, no estado do Oregon, para lidar com “terroristas domésticos”.

    O anúncio foi feito nas redes sociais, com a mensagem de que estava instruindo o Departamento de Defesa a “fornecer todas as tropas necessárias para proteger Portland, devastada pela guerra”.

    “Também estou autorizando o uso de força total, se necessário”, acrescentou.

    Trump justificou a decisão afirmando que era necessária para proteger as instalações da Agência de Imigração e Alfândega dos EUA, que, segundo ele, estariam “sob cerco de ataques da Antifa [movimento antifascista] e de outros terroristas domésticos”.

    Desde o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk, o presidente republicano intensificou os esforços para enfrentar o que chama de “esquerda radical”, à qual ele atribui os problemas do país com a violência política.

    No início de setembro, Trump descreveu a vida em Portland “como viver no inferno” e disse estar considerando o envio de tropas federais, como já havia ameaçado fazer para combater o crime em outras cidades, incluindo Chicago e Baltimore.

    No verão, ele destacou a Guarda Nacional para Los Angeles como parte de sua intervenção policial no distrito de Columbia.

    No Tennessee, Memphis vem se preparando para um reforço de tropas da Guarda Nacional e, na sexta-feira, o governador republicano Bill Lee afirmou que elas farão parte do aumento de recursos para combater o crime na cidade.

    Trump envia tropas para Portland para lidar com "terroristas domésticos"

  • Ronaldo surfa em sucesso de João Fonseca, deixa futebol e investe no tênis

    Ronaldo surfa em sucesso de João Fonseca, deixa futebol e investe no tênis

    RENAN LISKAI
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Ronaldo Fenômeno deixou os investimentos no futebol de lado para surfar na onda de sucesso de João Fonseca e investir no tênis.

    FENÔMENO EM OUTRO RAMO
    Ronaldo planeja investir em tênis e padel após acabar com os investimentos no futebol. A ideia do Fenômeno e lançar diversas novidades nos próximos anos.

    “O tênis está muito em alta. Eu jogo tênis há bastante tempo, sou apaixonado por tênis e padel. Não tem aquela pressão de torcedor invadindo o CT, não tem a loucura que o futebol tem. Vou investir muito nos próximos três anos nessas duas modalidades”, disse Ronaldo Fenômeno.

    O sucesso de João Fonseca tem “impacto” nos interesses de Ronaldo. Com o tênis em alta no Brasil por causa da jovem promessa, o Fenômeno uniu a paixão que desenvolveu pela modalidade desde a aposentadoria do futebol à possibilidade de investir em um esporte diferente e que até pouco tempo era considerado de elite.

    “Vamos aproveitar o hype do João Fonseca, ele tem dado uma esperança para o povo brasileiro no tênis. A gente cresceu vendo o Guga ganhando tudo e é um esporte que sempre foi elitizado. Então, queremos popularizar, levar para as comunidades e deixar um esporte mais democrático”, disse Ronaldo Fenômeno.

    Uma das primeiras investidas de Ronaldo no novo mercado será a construção de quadras. O Fenômeno pretende construir 100 locais destinados ao tênis e outros 100 ao padel, modalidade que tem feito sucesso na Europa, até o final do ano que vem.

    ADEUS, FUTEBOL
    Ronaldo deixou claro que não tem planos, nem vontade de investir no futebol neste momento. O ex-jogador foi dono da SAF do Cruzeiro e acionista do Real Valladolid da Espanha nos últimos anos, mas vendeu as ações.

    A pressão e a violência no mundo do futebol afastaram o Fenômeno. Ele ainda crê em mudança de cenário, mas prefere acompanhar a distância.

    “Sou muito agradecido pela minha oportunidade e pela experiência que tive como dirigente e proprietário de clubes. Foi muito bacana no Valladolid e no Cruzeiro […] O futebol está muito violento neste sábado (27). O torcedor neste sábado (27) se sente num direito absoluto de invadir o CT, quebrar carro dos jogadores, quebrar estádio. Isso é de uma falta de educação e uma violência com o clube e seus funcionários gigantesca. Isso é cultural no Brasil. Temos que mudar essa cultura.”

    “Acho que com o tempo as coisas vão mudar e ficar mais pacíficas. Isso requer tempo e paciência, mas eu não estou com esse tempo e essa paciência para sofrer com essa agressão. Sou muito grato ao futebol e eternamente apaixonado, mas esse compromisso e com o meu dinheiro eu não vou fazer mais”, disse Ronaldo Fenômeno.

    Ronaldo surfa em sucesso de João Fonseca, deixa futebol e investe no tênis

  • Sintoma após corte de cabelo levou Safadão a descobrir tumor no filho

    Sintoma após corte de cabelo levou Safadão a descobrir tumor no filho

    Segundo o relato do cantor, Yhudy cortou o cabelo na quarta-feira da semana passada e, ao chegar em casa por volta das 20h, reclamou de uma forte dor na cabeça. Ele contou que o filho disse ter sentido incômodo até na passagem do pente pelo couro cabeludo.

    O cantor Wesley Safadão revelou que o tumor descoberto na cabeça do filho, Yhudy, de 14 anos, só foi identificado depois de uma dor inesperada sentida pelo adolescente após cortar o cabelo.

    Segundo o relato do cantor, Yhudy cortou o cabelo na quarta-feira da semana passada e, ao chegar em casa por volta das 20h, reclamou de uma forte dor na cabeça. Ele contou que o filho disse ter sentido incômodo até na passagem do pente pelo couro cabeludo.

    Preocupado, Safadão decidiu verificar a região e percebeu um calombo. “Ele estava com muita dor. Fomos direto para o hospital”, contou o cantor em vídeo publicado no Instagram.

    O primeiro exame foi feito ainda na noite de quarta-feira, entre 20h30 e 21h. O resultado inicial mostrou uma alteração e levou os médicos a solicitarem uma nova análise. O adolescente, então, passou por um PET scan — exame de imagem detalhado que avalia o corpo inteiro. O resultado saiu na madrugada de quinta-feira e confirmou que a lesão estava restrita à cabeça.

    Yhudy foi diagnosticado com um tumor ósseo conhecido como granuloma eosinófilo, ligado a uma condição rara chamada histiocitose de Langerhans.

    Cirurgia bem-sucedida
    Já internado, o adolescente passou por cirurgia na sexta-feira. O procedimento durou cerca de três horas e, segundo Safadão, transcorreu bem. “Foi tudo tranquilo, da melhor forma possível. Duas horas depois, ele já estava consciente, sem efeito da anestesia”, disse o cantor.

    O tumor foi retirado sem necessidade de quimioterapia, já que a doença estava localizada.

    O que é granuloma eosinófilo
    O granuloma eosinófilo é um tipo de tumor benigno ligado à histiocitose de células de Langerhans. Trata-se de uma mutação que faz células do sistema imunológico se multiplicarem de forma desordenada, formando lesões conhecidas como granulomas.

    Essa condição pode afetar diferentes órgãos, como ossos, pele, linfonodos, pulmão, sistema nervoso central e, mais raramente, tireoide. Quando afeta apenas um órgão, o tratamento costuma ser mais simples e pode se resumir à retirada cirúrgica da lesão. Já nos casos em que vários órgãos são comprometidos, pode ser necessário tratamento com medicamentos, como a quimioterapia.

    Segundo o hematologista Anderson Felipe da Silva, do Hospital Orizonti, os ossos são um dos órgãos mais acometidos. “Pode ter lesão óssea, na pele ou no fígado. O osso é um dos órgãos mais afetados”, explicou.

    A doença é considerada rara e costuma atingir principalmente crianças, com maior incidência entre 5 e 10 anos, embora também possa ocorrer em adultos jovens, por volta dos 30 anos.

    Diagnóstico desafiador
    Por apresentar sintomas comuns, como dor e lesões na pele, o diagnóstico pode ser difícil e levar tempo. Médicos costumam investigar outras causas antes de chegar à histiocitose.

    O exame definitivo é feito por biópsia no local da lesão ou na área afetada pelos sintomas persistentes, como no caso de Yhudy, que sentia dor de cabeça.

    No caso do filho de Wesley Safadão, a doença foi identificada de forma localizada, permitindo um tratamento mais rápido e com boas perspectivas de recuperação.

    Sintoma após corte de cabelo levou Safadão a descobrir tumor no filho

  • Responsável da Otan compara ação russa com violações soviéticas de 1939

    Responsável da Otan compara ação russa com violações soviéticas de 1939

    O principal responsável militar da Otan comparou hoje as violações soviéticas do espaço aéreo do Báltico de há 86 anos com as intrusões de drones russos dos últimos dias, considerando que os incidentes são mais do que provocações.

    No dia 25 de setembro de 1939, bombardeiros e aviões de reconhecimento soviéticos violaram o espaço aéreo dos três Estados Bálticos: Letônia, Lituânia e Estônia. Essas incursões foram mais do que uma mera provocação. Foram o sinal inicial da determinação de Moscou em impor sua vontade”, afirmou o almirante italiano Giuseppe Cavo Dragone na abertura de uma reunião do Comitê Militar da OTAN, realizada em Riga.

    “Esse momento deve ressoar profundamente em nós hoje”, defendeu ele, diante dos principais comandantes militares dos 32 países da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

    As principais violações soviéticas de 1939 incluíram a invasão da Polônia, após a assinatura do Pacto Molotov-Ribbentrop, que dividia o país em esferas de influência com a Alemanha nazista.

    “Por duas vezes, no espaço de duas semanas, o Conselho do Atlântico Norte se reuniu sob o Artigo 4º [consultas mútuas quando os Estados-membros da OTAN consideram que a integridade territorial, a independência política ou a segurança de uma das Partes está ameaçada]”, lembrou o presidente do Comitê Militar da Aliança.

    “Vários aliados, incluindo Estônia, Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega, Polônia e Romênia, sofreram violações do espaço aéreo russo”, acrescentou.

    Outros participantes da sessão de abertura ressaltaram que a invasão da Ucrânia pela Rússia e as ações de guerra híbrida contra seus vizinhos constituem atualmente a principal ameaça à segurança da Aliança.

    O presidente da Letônia, Edgars Rinkevics, disse aos líderes militares reunidos que, na perspectiva de Riga, a avaliação da situação “é clara” e que a Rússia representa “uma ameaça de longo prazo à segurança euro-atlântica”.

    Rinkevics também mencionou a “pressão diária da migração ilegal” que seu país enfrenta como parte das táticas híbridas da Rússia e da Bielorrússia, que, segundo ele, já levaram à rejeição de cerca de 10.000 migrantes e solicitantes de asilo na fronteira com a Bielorrússia somente neste ano.

    Para o comandante-chefe das Forças Armadas da Letônia, major-general Kaspars Pudans, a agressão russa vai além da Ucrânia e faz “parte de uma campanha mais ampla contra o continente europeu, cujo impacto é sentido em nível global”, incluindo tentativas de coerção energética e econômica e esforços para reformular as normas internacionais.

    “Estamos testemunhando ameaças de 360 graus, que incluem invasões do espaço aéreo, campanhas de desinformação, ataques cibernéticos e manipulação de instituições democráticas”, afirmou Pudans.

    O comandante letão também destacou que a Ucrânia “não está apenas defendendo sua soberania, mas também a credibilidade da ordem internacional”, e defendeu que o conflito se tornou um “laboratório da guerra moderna”, onde a força convencional se mistura com ataques cibernéticos, desinformação e novas tecnologias.

    A reunião do Comitê Militar da OTAN, a mais alta autoridade militar da Aliança, tem como objetivo debater questões levantadas na cúpula de líderes em Haia, especialmente o reforço da dissuasão e da defesa coletiva, de acordo com comunicado da instituição.

    Também participam da reunião o Comandante Supremo Aliado da Europa (SACEUR), general Alexus G. Grynkewich, e o Comandante Supremo Aliado da Transformação (SACT), almirante Pierre Vandier.

    O encontro termina hoje com uma coletiva de imprensa de Cavo Dragone e Pudans.

    As consultas entre os membros da OTAN foram convocadas após a invocação do Artigo 4º pelo primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, depois que o espaço aéreo do país foi invadido por drones russos.

    Nos últimos dias, foram registradas dezenas de intrusões em espaços aéreos de vários países — além da Polônia, também da Estônia, Romênia, Lituânia e Dinamarca. O caso mais grave ocorreu na Estônia, onde três caças russos MiG-31 permaneceram no espaço aéreo da OTAN por 12 minutos.

    O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, defendeu as ações da organização no incidente na Estônia, no qual os caças russos foram escoltados por forças da Itália, Suécia e Finlândia, mas garantiu que aquelas aeronaves não representavam uma ameaça direta à segurança dos aliados.

    Ainda assim, o caso gerou debate sobre se a OTAN deveria abater todas as aeronaves que invadissem seu espaço aéreo, após a Polônia ter avisado que agiria sem hesitação.

    Rutte admitiu a possibilidade de abater aviões russos “se necessário”, mas esclareceu que essas ações seguem uma série de protocolos e avaliações. “Isso não significa que sempre vamos abater um avião imediatamente”, ressaltou.

    Desde a assinatura do Tratado do Atlântico Norte, em 1949, esta é a oitava vez que o Artigo 4º é acionado. Após as consultas, os países podem recorrer ao Artigo 5º, que estabelece que um ataque armado contra um ou mais membros da organização é considerado um ataque contra todos.

    Até hoje, esse artigo só foi invocado uma vez: após os atentados contra as Torres Gêmeas, nos Estados Unidos, em 11 de setembro de 2001.

    Responsável da Otan compara ação russa com violações soviéticas de 1939

  • Alemanha promete que vai reagir a invasões de drones

    Alemanha promete que vai reagir a invasões de drones

    O episódio, ocorrido na base aérea de Karup, é o mais recente de uma série de sobrevoos de aeronaves não identificadas sobre instalações estratégicas na Dinamarca e em outros países da Europa nas últimas semanas, gerando suspeitas de um possível ataque coordenado.

    Drones de origem desconhecida foram avistados na noite de sexta-feira (26) sobre a maior base militar da Dinamarca, localizada no norte do país, segundo informou a polícia neste sábado (27).

    O episódio, ocorrido na base aérea de Karup, é o mais recente de uma série de sobrevoos de aeronaves não identificadas sobre instalações estratégicas na Dinamarca e em outros países da Europa nas últimas semanas, gerando suspeitas de um possível ataque coordenado.

    O policial Simon Skelsjaer detalhou que os drones foram vistos por volta das 20h15 (15h15 em Brasília) e permaneceram no espaço aéreo da base por várias horas. “Um ou dois drones foram avistados do lado de fora e também sobre a base”, afirmou à agência AFP. Skelsjaer acrescentou que os dispositivos não foram derrubados e que a investigação ocorre em conjunto com o Exército dinamarquês.

    A base de Karup, que agora compartilha sua pista com o aeroporto de Midtjylland, chegou a interromper temporariamente as operações aéreas por segurança. Até o momento, não há informações sobre a origem ou a finalidade dos drones.

    O caso ocorre dias depois de a Dinamarca anunciar a compra de armas de precisão de longo alcance, justificando a decisão com o aumento da ameaça representada pela Rússia “nos próximos anos”. O governo russo nega qualquer envolvimento.

    Crescente preocupação na Europa
    Neste sábado (27), o ministro da Defesa da Alemanha, Alexander Dobrindt, declarou que a ameaça de drones sobrevoando pontos estratégicos na Europa alcançou um nível elevado. Ele afirmou que o Exército alemão — um dos mais poderosos da União Europeia — tomará medidas para reforçar a segurança.

    Somente em setembro, foram registrados incidentes semelhantes na Polônia e na Romênia. O ministro da Justiça dinamarquês, Peter Hummelgaard, disse que o país está adquirindo novas tecnologias para detectar e neutralizar drones e confirmou que a Dinamarca aceitou a oferta da Suécia para fornecer equipamentos antidrones.

    A questão deve ganhar destaque ainda maior na próxima semana, quando Copenhague sediará uma cúpula europeia nos dias 1º e 2 de outubro, reunindo líderes de vários países do continente.

    Na sexta-feira (26), ministros da Defesa da União Europeia concordaram que a criação de um “muro antidrones” é prioridade para proteger fronteiras e pontos estratégicos. “Precisamos agir rapidamente e aprender todas as lições da Ucrânia”, afirmou Andrius Kubilius, comissário europeu de Defesa.

    Acusações e respostas
    A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, declarou na quinta-feira (25) que o país foi alvo de “ataques híbridos”, uma forma de guerra não convencional que combina ações militares e cibernéticas. “Há um país que representa uma ameaça à segurança da Europa, e esse país é a Rússia”, afirmou Frederiksen.

    Moscou, no entanto, rejeitou categoricamente qualquer participação. A embaixada russa em Copenhague classificou os episódios como uma “provocação encenada” em publicação nas redes sociais.

    O ministro da Justiça dinamarquês reforçou que o objetivo dos incidentes é “semear o medo, criar divisões e nos assustar”. Com as investigações em andamento, os governos europeus prometem aumentar a vigilância e acelerar a construção de barreiras tecnológicas para evitar novos ataques.

    Alemanha promete que vai reagir a invasões de drones

  • Rússia anuncia conquista de três cidades no leste ucraniano

    Rússia anuncia conquista de três cidades no leste ucraniano

    A Rússia anunciou hoje ter conquistado três cidades do leste da Ucrânia, numa região onde as forças de Moscou estão promovendo combates ferozes e ganhando terreno.

    O exército russo informou em comunicado que as cidades de Derylove e Maiske, na região de Donetsk, e Stepove, na região de Dnipropetrovsk, foram conquistadas e agora estão sob controle das forças russas.

    O Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter tomado cerca de 0,8% do território total da Ucrânia desde o início do ano.

    A Ucrânia relatou que uma pessoa morreu na noite de sexta-feira e outras 12 ficaram feridas em um ataque aéreo russo na região de Kherson, no sudeste do país, acrescentando que outro ataque também danificou as linhas ferroviárias da vizinha região de Odessa.

    Moscou informou que uma refinaria de petróleo na região russa de Chuváchia suspendeu as operações após ser atingida por um drone ucraniano.

    Em resposta aos ataques, a Ucrânia tem como alvos frequentes as indústrias militares e instalações energéticas russas, incluindo refinarias de petróleo.

    As tentativas diplomáticas de encerrar o conflito, que agora se aproxima do quarto ano, fracassaram, já que o presidente dos EUA, Donald Trump, sugeriu que a Ucrânia poderia ter sucesso na recuperação de todo o seu território da Rússia, que, por sua vez, reafirmou sua determinação em continuar a ofensiva.

    Rússia anuncia conquista de três cidades no leste ucraniano