Autor: REDAÇÃO

  • Giulia Be confirma Trump e Lula em casamento com Conor Kennedy

    Giulia Be confirma Trump e Lula em casamento com Conor Kennedy

    “Se tem Trump, vai ter Lula também”, diz Giulia Be sobre casamento com filho de Robert Kennedy Jr.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente norte-americano Donald Trump podem se encontrar, agora em um ambiente festivo, no Brasil, em 2026. Os dois estão na lista de convidados para o casamento da cantora brasileira Giulia Be com o ativista americano Conor Kennedy.

    Conor é filho do advogado Robert Kennedy Jr. (conhecido como RFK Jr.), indicado por Trump para a Secretaria de Saúde dos EUA, cargo equivalente ao de ministro no Brasil. Ele é também sobrinho-neto do ex-presidente americano John F. Kennedy (JFK).

    Giulia é filha do empresário e suplente de senador Paulo Marinho e de Adriana Marinho, que gerencia a carreira da artista e está cuidando dos detalhes da festa, inicialmente marcada para novembro deste ano. Ela foi adiada para junho, já que a artista decidiu priorizar o lançamento de seu novo álbum.

    “Se tem Trump, vai ter Lula também”, brincou a cantora em entrevista ao UOL, relembrando o apoio que declarou ao petista durante a eleição de 2022.

    O casamento pode marcar o reencontro entre os dois presidentes, talvez numa nova fase da relação entre os mandatários. Durante a Assembleia-Geral da ONU, na terça-feira (23), em Nova York, eles trocaram cumprimentos rápidos e amistosos, após meses de tensão diplomática -um contraste com o histórico de atritos entre os governos.

    Na ocasião, Trump chegou a dizer que havia uma “excelente química” com Lula. A possibilidade de ambos participarem da cerimônia de Giulia Be, em um contexto muito diferente do habitual, dá ainda mais peso ao evento.

    A união será realizada em São Paulo, na Igreja Nossa Senhora do Brasil, com festa no hotel Rosewood, na região da avenida Paulista. A escolha da data não foi por acaso: 29 de novembro, em pleno feriado de Ação de Graças, o que deve facilitar a vinda de parte dos 600 convidados esperados dos Estados Unidos.

    A preparação da cerimônia mistura tradições brasileiras e americanas. Giulia contou que encomendou uma estátua da Virgem Maria com mais de dois metros de altura, “maior que o Conor, que já tem quase essa altura”, disse aos risos. Já o noivo fez questão de manter uma tradição de seu país: os longos discursos durante a festa. “É muito tradicional do casamento americano ter muitos discursos”, explicou.

    A mesa de doces típica das festas brasileiras não ficará de fora. “Ele está muito animado para ver o que é uma mesa de doces de verdade, que eu falei que os americanos não sabem o que é”, completou a cantora em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, em fevereiro deste ano.

    Outro detalhe já definido é o vestido da noiva, que será assinado pela grife Ralph Lauren. A cerimônia terá ainda 15 padrinhos. Um deles pode ser Patrick Schwarzenegger, de “White Lotus” primo do noivo, e filho de Arnold Schwarzenegger e Maria Kennedy Shriver.

    Giulia e Conor se conheceram virtualmente em 2021 e iniciaram o relacionamento à distância. O noivado foi oficializado em agosto do ano passado.

    Giulia Be confirma Trump e Lula em casamento com Conor Kennedy

  • Xiaomi lança linha de celulares para competir com iPhone 17

    Xiaomi lança linha de celulares para competir com iPhone 17

    O Xiaomi 17 custará entre R$ 3.368) no modelo mais básico e R$ 4.492 na versão topo de linha, anunciou a empresa

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Xiaomi apresentou nesta quinta-feira (25) a linha 17, nova geração de smartphones da empresa, composta pelos celulares Xiaomi 17, 17 Pro e 17 Pro Max. O lançamento vem para competir com o iPhone 17 e destaca as ambições da big tech chinesa de enfrentar rivais americanos.

    O Xiaomi 17 custará entre 4.499 yuans (US$ 629,86, ou R$ 3.368) no modelo mais básico e 6.999 yuans (US$ 839,86, ou R$ 4.492) na versão topo de linha, anunciou a empresa.

    As vendas do aparelho começam no mercado internacional a partir do próximo sábado (27). Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

    A nova linha de aparelhos da empresa chinesa virá equipada com um processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, anunciado na última quarta-feira (24) pela Qualcomm. O chip promete entregar 20% mais velocidade, chegando a 4,6 GHz, 27% mais desempenho gráfico e 37% mais desempenho de IA para atividades executadas no celular.

    Os celulares também rodarão com o sistema HyperOS 3, que é baseado no Android 16. O modelo oferecerá até 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento.

    A tela da linha 17 da Xiaomi variará entre 6,3 e 6,9 polegadas, com taxa de atualização de até 120Hz, possibilitando uma exibição mais fluida.

    Em termos de bateria, os aparelhos terão carga que varia entre 6300 mAh e 7.500 mAh, com suporte a carregamento com fio de 100W e sem fio de 50W.

    As câmeras dos aparelhos terão lentes de selfie de 50 MP e ultra-angular externa, para ângulo de captura mais amplo, também de 50 MP. A câmera externa principal continua com 48 MP.

    Nos celulares Pro, há ainda presença de uma tela secundária traseira, que oferece funcionalidades como controle de música, notificações e relógio.

    A Xiaomi está buscando enfrentar a sua rival Apple da maneira mais direta, alterando a marca e o timing de lançamento para comparar seus produtos com os melhores da empresa americana.

    Em uma apresentação online de duas horas, o CEO da empresa, Lei Jun , organizou uma comparação lado a lado com o iPhone em termos de duração da bateria, qualidade de tela e capacidades da câmera.

    O executivo também comparou seus carros com os da Tesla, destacando o Model Y. A Xiaomi está em alta após uma expansão inicial bem-sucedida para o setor de veículos elétricos, que ajudou a triplicar seu valor de mercado da empresa no último ano.

    A Xiaomi, com sede em Pequim, está agressivamente buscando uma fatia maior do segmento premium. A Apple controla 62% das vendas globais de smartphones premium, compreendendo aparelhos que custam US$ 600 ou mais. A Xiaomi tem apenas uma participação de um dígito, segundo a Counterpoint Research.

    Além de smartphones e seu emergente empreendimento de veículos elétricos, a Xiaomi também está se esforçando para desenvolver mais capacidades de fabricação de chips.

    Este ano, o CEO da empresa disse que a empresa planeja investir pelo menos US$ 7 bilhões no desenvolvimento de seu próprio processador móvel e agora tem uma equipe de 2.500 pessoas focadas nessa tarefa. A empresa apresentou seu chip Xring O1 em maio, projetado para alimentar uma nova geração de dispositivos, incluindo o Tablet 7 Ultra.

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  • João Fonseca vai enfrentar Alcaraz pela 1ª vez em jogo de exibição em Miami

    João Fonseca vai enfrentar Alcaraz pela 1ª vez em jogo de exibição em Miami

    (UOL/FOLHAPRESS) – O tenista brasileiro João Fonseca já tem marcado seu primeiro confronto contra o número 1 do mundo, o espanhol Carlos Alcaraz. Será em Miami, em dezembro.

    Fonseca e Alcaraz vão se enfrentar pelo Miami Invitational, evento de exibição que acontecerá no dia 8 de dezembro, no loanDepot park, estádio do Miami Marlins, equipe da Major League Baseball (MLB), a liga profissional americana de beisebol.

    Esta será a primeira vez que Fonseca e Alcaraz se enfrentarão na carreira. O brasileiro de 19 anos, promessa da modalidade, é o atual número 42 do mundo, enquanto o espanhol, de 22, lidera o ranking da ATP.

    Além do jogo entre Fonseca e Alcaraz, o evento contará com uma partida feminina, entre a americana Amanda Anisimova, atual número 4 do mundo, e a britânica Emma Raducanu, número 32 do ranking.

    Os dois jogos serão disputados em melhor de três sets, com tie-break de 10 pontos caso necessário terceiro set.

    Fonseca é o principal nome do tênis brasileiro no momento e terá seu desafio contra o espanhol, da mesma geração, campeão de seis Grand Slams em 2025.

    Veja os detalhes da próxima fase da competição!

    Folhapress | 14:15 – 25/09/2025

    João Fonseca vai enfrentar Alcaraz pela 1ª vez em jogo de exibição em Miami

  • Skaf monta conselho com Moro, Temer, Tereza Cristina e Campos Neto

    Skaf monta conselho com Moro, Temer, Tereza Cristina e Campos Neto

    Nova gestão da Fiesp só assume em janeiro, quando novo presidente começará seu quinto mandato; primeiro reunião do grupo foi marcada por críticas ao governo, ao nível alto de gastos e juros

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente eleito da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, apresentou nesta quinta-feira (25) em São Paulo os integrantes dos 16 conselhos superiores da entidade.

    Na lista estão ex-ministros do governo de Jair Bolsonaro (PL), como a senadora Tereza Cristina (PP-MS, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), o vice-chairman do Nubank Roberto Campos Neto (Banco Central), o deputado federal Mendonça Filho (União Brasil-PE, da Educação), o senador Sérgio Moro (União Brasil-PR, Justiça e Segurança Pública) e Joaquim Pereira Leite, o Juca, que foi ministro do Meio Ambiente.

    O ex-presidente Michel Temer (MDB) comandará o Conselho Superior de Estudos Nacionais e Política. Skaf assume em janeiro seu quinto mandato à frente da entidade. No dia de sua eleição, no início de agosto, o empresário já havia anunciado o diplomata Roberto Azevêdo, ex-diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), para o Conselho de Comércio Exterior.

    Nesta quinta, Azevêdo disse a uma sala com dezenas de diretores da Fiesp que o tarifaço imposto por Donald Trump às exportações brasileiras deixou claro como o setor privado esteve ausente no exterior. “Não estou falando de estar ausente em países médios, estou falando dos Estados Unidos. Em um momento de crise, não temos os caminhos e os canais prontos para atuar”, afirmou.

    Para Azevêdo, qualquer a negociação entre Trump e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será “diferente de tudo o que já se viu” e bastante unilateral.

    A nova gestão da Fiesp só será empossada em janeiro e, por isso, a primeira reunião dos conselhos superiores foi realizada em um hotel no bairro dos Jardins, em São Paulo.

    Nos anos em que esteve à frente da entidade, Skaf levou a Fiesp mais à direita, com apoio explícito ao ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente condenado a 27 anos de prisão pela participação nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

    A volta do empresário ao comando da entidade marca novo período de inflexão política da entidade, como muitos de seus integrantes próximos a Bolsonaro e alinhados à direita. Skaf defendeu que os escolhidos para os conselhos superiores são “pessoas brilhantes nas suas áreas” e que todos tem “visão liberal e de centro-direita”.

    “Nós reunimos as melhores cabeças com visão liberal, traçando um plano para trabalhar a favor do Brasil e buscar soluções para novos e antigos problemas”, afirmou. “Não importa se participou de governo aqui ou ali.”

    O presidente eleito da Fiesp disse também que tem conversado com os presidentes da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para que as Casas indiquem parlamentares das comissões de economia e que participarão de reuniões da federação.

    O atual presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva, é próximo de Lula e chegou a ser convidado a assumir o Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços). Ele foi indicado por Skaf para sucede-lo, mas os dois não chegaram a compor o mesmo grupo. O estilo mais reservado de Josué gerou uma onda de insatisfação entre diretores que chegaram a articular sua deposição e a rebelião só foi encerrada com a intervenção direta de Skaf.

    Na gestão Josué, ministros como Fernando Haddad, da Fazenda, Simone Tebet, do Planejamento, e o vice-presidente Geraldo Alckmin, que também é titular da Indústria, estiveram em reuniões com a diretoria da Fiesp.

    Nesta quinta, as críticas ao governo Lula estiveram em boa parte dos discursos, mesmo sem o presidente ter sido citado.

    Campos Neto disse que o momento de grande polarização política leva à erosão das instituições e fez críticas ao que considerou ser o desequilíbrio da situação fiscal, com aumento de gastos públicos, elevação de impostos e baixa produtividade.

    “Precisamos de menos estímulo de demanda. É uma solução de curto prazo tentadora, mas deixa uma conta de redução de eficiência.”

    À frente do Conselho Superior da Indústria da Construção, Flávio Amary, que foi secretário de Habitação da gestão João Doria (2019-2022), criticou o aumento de impostos e, ao citar o projeto que eleva a faixa de isenção do Imposto de Renda a R$ 5.000 mensais, defendeu que se tratava apenas de “correção da tabela”, mas que isso não poderia ser feito com o aumento para a outra ponta.

    Na quarta, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou de maneira terminativa um projeto com texto igual ao enviado pelo governo Lula -para cobrir o gasto com o aumento da isenção é criada uma alíquota mínima efetiva de 10% para quem tem renda anual acima de R$ 1,2 milhão.

    Entre os discursos de seus futuros conselheiros, Skaf fez pequenos comentários. Lembrou, por exemplo, que “neste ano já tivemos aumento de impostos com o IOF” e criticou o Judiciário, que derrubou o projeto aprovado por Câmara e Senado que retirava a elevação das alíquotas. “O Congresso votou massivamente contra aumento de impostos e o Judiciário derrubou”, disse. Para ele, a decisão deixa o “equilíbrio entre os Poderes abalado.”

    Quando terminar o novo mandato, Skaf terá ficado 20 anos liderando a entidade que reúne os sindicatos industriais do maior estado brasileiro, em um momento de pressão sob o setor com tarifaço para exportação e juros altos.

    Para muitos, a Fiesp perdeu representação enquanto ele a comandava por ter misturado a própria imagem com a da federação, que teria virado uma plataforma para suas aspirações eleitorais. Da entrega no Congresso de um abaixo-assinado em carrinhos de supermercado contra a continuidade da CPMF ao exército de patos colocado em marcha contra a então presidente Dilma Rousseff (PT), viu-se, mais que formas de protesto, intervenções midiáticas centradas na figura de Skaf, projetando-o nacionalmente.

    O ex-presidente da federação também tem aspirações eleitorais e chegou a ser candidato ao governo de São Paulo pelo MDB em 2018 e 2014. Em 2022, filiou-se ao Republicanos, mesmo partido do governador Tarcísio de Freitas.

    QUEM SERÃO OS CONSELHEIROS SUPERIORES DA FIESP A PARTIR DE JANEIRO

    Conselho Superior do Agronegócio (Consag)
    Tereza Cristina (PP-MS), senadora, foi ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na gestão Bolsonaro

    Conselho Superior de Assuntos Jurídicos (Conjur)
    Ellen Gracie, jurista, foi-ministra e presidente do Supremo Tribunal Federal

    Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex)
    Roberto Azevêdo, diplomata, foi diretor-geral da Organização Mundial do Comércio

    Conselho Superior da Cultura (Concultura)
    André Sturm, cineasta, gestor cultural, foi diretor do Museu da Imagem e do Som e secretário municipal de Cultura em São Paulo nas gestões João Doria e Bruno Covas

    Conselho Superior de Desenvolvimento Sustentável (Condes)
    Joaquim Alvaro Pereira Leite, conhecido como Juca, foi ministro do Meio Ambiente no governo Bolsonaro

    Conselho Superior de Educação (novo)
    José Mendonça Bezerra Filho (União Brasil-PE), deputado Federal, foi ministro da Educação no governo Bolsonaro

    Conselho Superior de Economia (Cosec)
    Roberto Campos Neto, economista, ex-presidente do Banco Central, vice-chairman do Nubank

    Conselho Superior de Estudos Nacionais e Política (Cosenp)
    Michel Temer (MDB-SP), advogado e ex-presidente do Brasil

    Conselho Superior da Indústria da Construção (Consic)
    Flavio Amary, ex-secretário da Habitação do governo João Doria, foi presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP)

    Conselho Superior de Infraestrutura (Coinfra)
    Marcos Lutz, engenheiro e presidente do Grupo Ultra

    Conselho Superior de Inovação e Competitividade (Conic)
    Sylvio Gomide, empresário, presidente da Comissão Especial de Inteligência Artificial- Políticas Públicas e Empresariais

    Conselho Superior da Micro, Pequena e Média Indústria (Compi)
    Wilson Poit, empresário, ex-superintendente do Sebrae-SP, foi secretário de desestatização de São Paulo

    Conselho Superior de Relações do Trabalho (Cort)
    Maria Cristina Mattioli, advogada, foi desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho

    Conselho Superior de Responsabilidade Social (Consocial)
    Raul Cotait, médico, foi secretário de Saúde da cidade de São Paulo

    Conselho Superior da Saúde (Consus)
    José Medina, médico, professor titular de Nefrologia na Unifesp e diretor-superintendente do Hospital do Rim

    Conselho Superior da Segurança (novo)
    Sergio Moro, senador e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil

    Skaf monta conselho com Moro, Temer, Tereza Cristina e Campos Neto

  • Evaristo Costa revela constrangimento em avião devido a doença rara

    Evaristo Costa revela constrangimento em avião devido a doença rara

    Evaristo Costa relatou constrangimentos em situações que sua doença não foi compreendida; o apresentador foi diagnosticado com doença de Crohn

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Evaristo Costa, 44, adquiriu um cordão de girassóis, símbolo que representa doenças ocultas. Diagnosticado com doença de Crohn, o apresentador relatou constrangimentos em situações que sua doença não foi compreendida.

    O QUE ACONTECEU

    Evaristo gravou um vídeo conscientizando as pessoas de doenças ocultas que precisam de cuidado. “A lista é enorme de doenças não aparentes, como, por exemplo: surdez, epilepsia, diabetes, esclerose múltipla, as doenças crônicas, como a doença de Crohn, que é o que eu tenho”, diz.

    Entre os diversos sintomas, a doença de Crohn causa diarreia, que o apresentador define como “quase involuntária”. “Não é ir uma vez, duas vezes ao banheiro. É ir vinte, trinta, quarenta vezes”.

    Evaristo acredita que teria evitado constrangimentos se tivesse antes o cordão. “Eu já precisei ir correndo no banheiro do avião e tinha uma fila, eu não consegui passar na frente. Constrangimento enorme, não preciso dizer o que aconteceu”.

    Eu já precisei entrar num restaurante, o segurança veio atrás, disse que eu não poderia usar o banheiro, só se eu consumisse. Eu perguntei: posso usar o banheiro e depois consumir? Ele falou: não, primeiro você tem que consumir. Mais um constrangimento.

    O símbolo ajuda as pessoas a comunicarem que tem a necessidade de algum cuidado. “Ninguém precisa usar esse cordão para ter os seus direitos garantidos, o uso é opcional, mas ele ajuda a comunicar rápido”, explicou o jornalista.

    Evaristo Costa revela constrangimento em avião devido a doença rara

  • Putin defende novas tecnologias para evitar apagão nuclear

    Putin defende novas tecnologias para evitar apagão nuclear

    IA aumenta demanda por energia e reservas de urânio podem acabar em 2090, diz russo

    MOSCOU, None (CBS NEWS) – Com a disparada na demanda por energia pelo emprego generalizado da IA (inteligência artificial), a matriz nuclear precisará ser renovada com novas tecnologias para evitar um apagão em sua produção. O urânio, matéria-prima das usinas atuais, deve acabar até 2090.

    A avaliação foi feita nesta quinta-feira (25) pelo presidente russo, Vladimir Putin, que celebrou em Moscou os 80 anos da indústria nuclear de seu país com a abertura da Semana Atômica Mundial.

    O evento é organizado pela Rosatom, a estatal russa que é a principal empresa do setor no mundo, dominando áreas como a do enriquecimento de urânio, com 36% do mercado em 2024, ano em que teve receita equivalente a R$ 222 bilhões.

    Tanto é assim que, apesar de uma decisão americana de tentar parar de comprar o produto russo, até aqui a corporação foi poupada de maiores impactos de sanções devido à Guerra da Ucrânia, iniciada em 2022. Hoje ela alimenta a maior parte das usinas nucleares americanas, e opera ou constrói unidades em sete países além da Rússia.

    “O público começou a ver a energia nuclear como algo positivo do ponto de vista ambiental”, disse Putin ao lado de aliados como o ditador belarusso, Aleksandr Lukachenko, e o vice-presidente do Irã, Mohammad Esmail.

    Mas o evento está longe de ser um convescote restrito. Estavam representados à mesa países em que a Rosatom tem empreendimentos, como a Turquia, membro da aliança militar anti-Rússia, a Otan. O diretor-geral da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), o argentino Rafael Grossi, participou da abertura cobrindo os russos de elogios.

    Houve insinuações de política apenas na fala do iraniano, que criticou os EUA por coibir o programa nuclear de seu país -Donald Trump bombardeou, ao lado de Israel, instalações atômicas dos persas em julho para evitar que os aiatolás buscassem a bomba.

    “Eles não querem que tenhamos um programa”, afirmou Esmail. “Nosso programa é transparente”, disse, numa assertiva com a qual Grossi não concorda -suas críticas aos iranianos o tornaram um cúmplice da guerra ao olhos de Teerã. Putin havia falado genericamente em refutar o “colonialismo tecnológico”, sem contudo ser incisivo.

    “Os Brics hoje são líderes no campo da energia nuclear”, afirmou a sul-africana Elsie Pule, da Plataforma Nuclear Brics, que envolve autoridades do setor no grupo fundado por Brasil, Rússia, China e Índia, hoje expandido.

    Em sua fala, o russo lembrou que as big techs estão elevando exponencialmente suas encomendas de energia de origem nuclear, dada a necessidade de grandes quantidades de eletricidade para rodar cada vez maiores complexos de computadores que fazem evoluir as ferramentas de IA.

    Para ele, o mundo vive uma “revolução tecnológica” e a Rússia, como uma das líderes do mercado, irá apresentar sua solução para evitar o tal apagão nuclear. Ele disse que até 2030 o país terá desenvolvido um novo tipo de reator nuclear que permite aproveitar de forma constante até 95% do urânio empregado.

    Hoje, nas usinas russas cerca de 30% do urânio pode ser reprocessado após ser exaurido nos reatores. Ele disse que, sem isso, em 2090 haverá o fim das reservas conhecidas do minério mundo. A AIEA, em estudo de 2024, falava em 2080.

    Seja como for, é um cenário factível e a tecnologia precisará evoluir. “Há alta demanda por energia verde, limpa, de baixo carbono”, disse o russo. “Vamos responder à questão do lixo radioativo”, afirmou, em referência a um dos principais pontos a que ambientalistas se apegam na crítica à matriz nuclear.

    Os russos têm investido em reatores nucleares do tipo Tokamak, que usam eletromagnetismo para uma fusão nuclear contida em um sistema fechado. A Rosatom tem várias unidades, e uma delas fica na universidade da empresa em Moscou.

    “Em resumo, o reator emula o que acontece no coração de uma estrela”, disse o diretor do projeto, Stepan Krat, a um grupo de jornalistas na quarta (24). É como uma bomba nuclear controlada para gerar energia direcionada, que gera desconfiança acerca de sua viabilidade apesar dos testes em curso.

    Por evidente, há também o risco de acidentes, com os casos de Three Miles Island (EUA, 1979), Tchernóbil (União Soviética, 1986) e Fukushima (Japão, 2011) sempre voltando à mente. “A aberração de dizer que ‘se é nuclear, é proibido’ acabou”, afirmou Grossi.

    Ele lembrou que em junho o Banco Mundial derrubou o veto ao financiamento a usinas nucleares, em particular os novos reatores de menor dimensão. No Brasil, onde apenas 1,2% da eletricidade vem das plantas de Angra dos Reis (RJ), há um interesse renovado no tema -apesar de apenas o setor privado estar presente.

    “Somos uma empresa que está buscando a evolução energética”, diz o presidente do conselho da Diamante Energia, Jorge Nemr, que também está em Moscou. A empresa está associada à Rosatom em um projeto de microrreatores nucleares de R$ 60 milhões, e os russos querem entrar no mercado brasileiro com unidades flutuantes.

    “A Rússia é pioneira nisso, é algo muito interessante para países em desenvolvimento”, disse Grossi. “A energia nuclear não é mais a energia do futuro. É do presente”. Hoje, cerca de 9% da eletricidade global vem do átomo, ante um pico de 17% em 1996.

    Putin defende novas tecnologias para evitar apagão nuclear

  • Semifinais da Libertadores 2025: veja datas dos jogos e times classificados

    Semifinais da Libertadores 2025: veja datas dos jogos e times classificados

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – As semifinais da Copa Libertadores 2025 têm datas definidas. Os confrontos serão disputados nas semanas dos dias 22 e 29 de outubro. Dois times estão classificados. O Racing avançou ao eliminar o Vélez Sarsfield, enquanto o Palmeiras superou o River Plate.

    Brasil ainda pode ter mais dois representantes nas semifinais. São Paulo e Flamengo lutam pela classificação na noite desta quinta-feira (25).

    Conmebol ainda irá definir dias e horários dos jogos. A entidade aguarda a definição de todos os classificados para o anúncio.

    A decisão da Libertadores será no fim de novembro em Lima, no Peru. O estádio Monumental foi o escolhido como o palco da decisão.

    SEMIFINAIS DA LIBERTADORES 2025

    Palmeiras x São Paulo ou LDU
    Racing x Estudiantes ou Flamengo
    *Times em negrito disputam o jogo de volta em casa.

    CALENDÁRIO DA LIBERTADORES 2025

    Semifinais: 22 e 29 de outubro
    Final: 29 de novembro

    PREMIAÇÃO DA LIBERTADORES 2025

    Fase de grupos: US$ 3 milhões (R$ 17,1 milhões) + US$ 330 mil (R$ 1,9 milhão) por vitória Oitavas de final: US$ 1,25 milhão (R$ 7,1 milhões)
    Quartas de final: US$ 1,7 milhão (R$ 9,7 milhões)
    Semifinal: US$ 2,3 milhões (R$ 13,1 milhões)
    Vice-campeão: US$ 7 milhões (R$ 39,8 milhões)
    Campeão: US$ 24 milhões (R$ 136,6 milhões)

    Semifinais da Libertadores 2025: veja datas dos jogos e times classificados

  • Marinho defende mobilização popular como pressão contra escala 6 por 1

    Marinho defende mobilização popular como pressão contra escala 6 por 1

    Organizações e movimentos sociais realizaram atos contra o projeto de Anista aos golpistas de 8/1 e a PEC da Blindagem, que buscava dar ao congresso a prerrogativa de autorizar abertura de processos contra parlamentares

    O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, voltou a defender, nesta quinta-feira (25), o fim da escala 6 por 1, durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pelo Canal Gov. Na ocasião, Marinho destacou que a pressão do povo, por meio de manifestações, a exemplo do que aconteceu com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem, cujo arquivamento só foi possível graças à mobilização popular. 

    Para o ministro, esse tipo de ação será fundamental para acabar com aquela que, segundo ele, é “a mais cruel das escalas”, na qual o trabalhador tem direito a apenas um dia de descanso semanal. França, Alemanha, Dinamarca, Bélgica, Holanda, Islândia são alguns dos países que implementaram ou estão implementando jornadas menores do que a de 6 por 1 ou de 44 horas semanais.

    Marinho sugeriu aos eleitores acompanharem posicionamento dos atuais parlamentares, no Congresso Nacional, sobre o tema, para saber “quem merece ter seu mandato renovado e quem merece ser substituído”, nas próximas eleições. 

    Mais cruel

    “A escala 6 por 1 é, de fato, a mais cruel que existe, especialmente para as mulheres. Então o momento é de renovar”, disse o ministro ao lembrar que vários países já extinguiram esse tipo de jornada de trabalho.

    “O governo brasileiro torce para um final feliz em relação à redução da jornada máxima do Brasil, hoje de 44 horas semanais, para 40 horas semanais sem prejuízo para a economia. Essa jornada é especialmente cruel para as mulheres e para a nossa juventude, que vem rechaçando esse sistema de jornada, cobrando do empresariado e das autoridades brasileiras uma adequação”, acrescentouA proposta de alteração da escala 6 por 1 está tramitando no Congresso Nacional que, segundo ele, costuma ter outras prioridades, não necessariamente em favor dos trabalhadores.

    Manifestações

    Luiz Marinho disse torcer para que mobilizações e manifestações como as contrárias à anistia e à blindagem de parlamentares continuem.

    “É importante manter a mobilização porque, se deixar o parlamento brasileiro livre, leve e solto, só vem prejuízo para classe trabalhadora. Ele [o Congresso Nacional] só vai dar jeito com muita pressão, como foi o caso, agora, em que a PEC da Blindagem foi enterrada”.

    “Se amenizar, esse perfil do Congresso que temos não atenderá a essa reivindicação. No que depender do governo, [os trabalhadores] terão nosso apoio para acabar com a jornada 6 por 1”, completou.

    Marinho defende mobilização popular como pressão contra escala 6 por 1

  • Presidente da Bolívia diz que Trump deveria enfrentar o tráfico de drogas dentro dos EUA

    Presidente da Bolívia diz que Trump deveria enfrentar o tráfico de drogas dentro dos EUA

    Luis Arce reprovou medidas tomadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como as tarifas impostas ao comércio exterior

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em seu discurso de despedida na ONU, Luis Arce criticou o que classificou como “neocolonialismo” e a desigualdade de riqueza. “O risco de que uma terceira guerra mundial enlute o planeta está próximo, caso não façamos alguma coisa.” O presidente da Bolívia, que está em fim de mandato, também fez críticas ao embargo econômico aos cubanos.

    Ele reprovou medidas tomadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como as tarifas impostas ao comércio exterior e o domínio sobre o restante do continente para “apropriar-se dos recursos naturais e subordinar a maior parte dos países à sua sede de riqueza”.

    “A quinta frota norte-americana está mobilizada, sob o pretexto de que está combatendo o tráfico de drogas. São duas as intenções: a intervenção na nossa irmã, a república bolivariana da Venezuela, e a volta do controle sobre a América Latina com práticas imperialistas”, seguiu Arce, ao denunciar as operações dos EUA no mar do Caribe. “É uma falácia [que estejam combatendo o tráfico de drogas], se isso fosse verdade, enfrentariam o tráfico antes dentro de seu próprio país.”

    Arce propôs, ainda, a criação de uma comissão de reparação à escravidão e ao colonialismo nos países do Sul Global, com um fundo gestado pelas Nações Unidas. “Esse fórum deve contemplar reparações, direito à terra, recuperação do ecossistema, pedidos de desculpas pelo passado colonial por parte das antigas metrópoles, restituição de bens indígenas tomados pelos colonizadores, indenizações aos que resistem em seus territórios e fim de medidas de embargo.”

    Presidente da Bolívia diz que Trump deveria enfrentar o tráfico de drogas dentro dos EUA

  • 'Nunca vou cancelar a J.K. Rowling', diz Emma Watson

    'Nunca vou cancelar a J.K. Rowling', diz Emma Watson

    A atriz disse não ter intenção de cancelar a autora de “Harry Potter”; J.K. Rowling já se manifestou publicamente contra pessoas trans em diversas ocasiões

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Emma Watson, 35, falou sobre sua relação ambígua com J.K. Rowling, 60. Em entrevista a um podcast britânico nesta quarta-feira (24), a atriz disse não ter intenção de cancelar a autora de “Harry Potter” e nem de apagar tudo o que viveu como protagonista da saga no cinema.

    Criadora de um dos maiores ícones da literatura infantil da virada do século, J.K. Rowling já se manifestou publicamente contra pessoas trans em diversas ocasiões. O posicionamento afastou a escritora de fãs e de dois velhos amigos -Emma e Daniel Radcliffe.

    Em 2020, os dois atores se manifestaram contra uma fala transfóbica da escritora. Em março de 2025, Rowling escreveu no X que seu desentendimento com os artistas impactou negativamente em suas impressões sobre os filmes da saga. Em junho deste ano, a autora comemorou uma decisão da Suprema Corte britânica sobre a definição de gênero baseada no sexo biológico.

    No podcast, conduzido pelo escritor Jay Shetty, Emma disse que nunca teve abertura para conversar com a autora sobre o assunto.

    “Eu não acredito que, tendo a experiência que eu tenho e o amor, apoio e visibilidade que eu carrego, que eu não possa ter carinho por Jo, pela pessoa com quem vivi experiências pessoais”, falou Emma. “Não acredito que uma coisa anula a outra, que eu não possa guardar e celebrar minha experiência particular com ela.”

    Ao lado de Daniel Radcliffe e Rupert Grint, a atriz protagonizou os filmes da franquia “Harry Potter” entre 2001 e 2011. Ela tinha apenas 11 anos quando gravou o primeiro filme. Rowling trabalhou como produtora e roteirista dos longas e era figura presente nos sets.

    “Acho que meu desejo mais profundo é que as pessoas que não concordarem comigo possam me amar e que eu possa amar pessoas com quem não necessariamente compartilho da mesma opinião. No mundo atual, parece que descartarmos as pessoas. Acho isso errado. Ninguém é descartável. Todo mundo deve ser tratado com dignidade e respeito”, continuou Emma.

    “Acho que o mais triste de tudo é que nunca houve uma conversa”, completou a atriz. Estou aberta ao diálogo, mas não quero dizer nada que possa alimentar um debate tóxico. E é por isso que não comento”, resumiu.

    A atriz lembrou ainda das “palavras de firmeza, encorajamento e gentileza” que a escritora tinha com ela quando criança. Ela diz que considera a oportunidade de ter vivido a personagem Hermione Granger “praticamente inédita na história da literatura britânica.

    “Não existe um mundo no qual eu possa cancelá-la ou cancelar tudo o que eu vivi”, diz. “Eu posso amá-la, eu posso saber que ela me amou, posso ser imensamente grata a ela e mesmo assim saber que existe essa questão. O que ela fez não pode ser tirado de mim.”

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