Autor: REDAÇÃO

  • CEO da Microsoft diz que IA deve ser “andaime para o potencial humano”

    CEO da Microsoft diz que IA deve ser “andaime para o potencial humano”

    Em publicação no blog oficial, Satya Nadella afirma que 2026 deve marcar a transição dos modelos de inteligência artificial para sistemas com impacto no mundo real e defende que a tecnologia amplie capacidades humanas, em vez de substituir trabalhadores.

    O CEO da Microsoft, Satya Nadella, publicou um texto em seu blog oficial no qual defende que 2026 deve marcar o início da transição dos modelos de Inteligência Artificial para sistemas capazes de gerar impacto concreto no mundo real.

    Segundo Nadella, após a fase inicial focada no desenvolvimento de modelos de linguagem cada vez mais avançados, chegou o momento de as empresas promoverem uma difusão ampla dessas tecnologias, integrando-as de forma prática em produtos, serviços e processos.

    O executivo também afirmou que as companhias de tecnologia precisam encarar a Inteligência Artificial como “andaimes para o potencial humano”, e não como uma substituta direta dos trabalhadores, reforçando a ideia de que a tecnologia deve ampliar capacidades, e não eliminar funções.

    No texto, Nadella resgatou ainda uma ideia atribuída ao cofundador da Apple, Steve Jobs, que defendia a criação de “bicicletas para a mente”, em referência a ferramentas capazes de expandir o alcance intelectual das pessoas.

    “Vamos evoluir de modelos para sistemas quando se trata de levar a Inteligência Artificial a gerar impacto no mundo real”, escreveu o CEO da Microsoft.

    Em paralelo, o líder do Instagram, Adam Mosseri, também comentou recentemente sobre o avanço da IA. Em uma mensagem de fim de ano, afirmou que não se incomoda com conteúdos gerados por Inteligência Artificial e avaliou que, no futuro, será mais viável identificar conteúdos reais do que tentar distinguir imagens e vídeos sintéticos.

    CEO da Microsoft diz que IA deve ser “andaime para o potencial humano”

  • Maduro está em prisão que já abrigou Epstein e Sean Diddy em Nova York

    Maduro está em prisão que já abrigou Epstein e Sean Diddy em Nova York

    Nicolás Maduro está detido no Centro de Detenção Metropolitano (MDC, sigla em inglês), uma prisão que já teve como reclusos alguns dos criminosos mais notórios dos Estados Unidos, tais como Jeffrey Epstein ou Sean “Diddy” Combs. Atualmente, é neste local que se encontra detido Luigi Mangione.

    Nicolás Maduro está detido no Centro de Detenção Metropolitano (MDC, na sigla em inglês), em Nova Iorque, uma prisão federal que já abrigou alguns dos criminosos mais notórios dos Estados Unidos, como Jeffrey Epstein, Ghislaine Maxwell, Sean “Diddy” Combs e o cantor R. Kelly. Atualmente, o local também mantém sob custódia Luigi Mangione, acusado de assassinar o CEO da UnitedHealthCare.

    Após ser capturado pelos Estados Unidos, Maduro e a mulher, Cilia Flores, foram levados para Nova Iorque e encaminhados ao MDC, uma das maiores prisões federais do país, com capacidade para cerca de 1.600 detentos. Segundo o jornal The New York Times, embora haja presos acusados de crimes graves, como narcotráfico e terrorismo, a maioria responde por delitos de menor gravidade.

    É no Centro de Detenção Metropolitano que grande parte dos detentos aguarda julgamento nos tribunais federais de Manhattan ou do Brooklyn. Nos últimos anos, porém, a unidade tem sido alvo de críticas recorrentes por causa das más condições estruturais e de segurança, além de registros de esfaqueamentos e homicídios.

    Em 2019, durante o inverno, a prisão ficou mais de uma semana sem eletricidade. Já em 2024, dois presos foram mortos por outros detentos, e funcionários passaram a responder a acusações de agressão sexual, contrabando e recebimento de propina.

    Além de figuras conhecidas do passado, como Epstein e R. Kelly, o MDC abriga atualmente Ismael “El Mayo” Zambada García, traficante mexicano e líder do cartel de Sinaloa. Nicolás Maduro deverá ser ouvido nesta segunda-feira em um tribunal federal de Manhattan.

    O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou a acusação formal contra Maduro, apontando que ele teria “participado, perpetuado e protegido uma cultura de corrupção na qual elites venezuelanas se enriquecem por meio do narcotráfico e da proteção a parceiros traficantes”. A denúncia também envolve Cilia Flores, o ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, e o filho do presidente, Nicolás Maduro Guerra.

    De acordo com a acusação, o chefe de Estado venezuelano estaria ligado a cartéis de drogas e a “grupos narcoterroristas violentos” que se beneficiariam dos lucros do comércio de cocaína. O documento afirma ainda que essas organizações atuavam com apoio logístico e cobertura policial dentro da Venezuela, cientes de que a droga acabaria sendo enviada aos Estados Unidos.

    Após a captura, Maduro e a esposa foram retirados da residência oficial e levados inicialmente para Guantánamo a bordo do navio de guerra norte-americano USS Iwo Jima. O casal chegou a Nova Iorque no fim da tarde de sábado, em um avião militar Boeing 757, que pousou no aeroporto internacional Stewart. No desembarque, agentes de diversas agências federais, como o FBI e a DEA, entraram na aeronave para conduzir a operação.

    Maduro está em prisão que já abrigou Epstein e Sean Diddy em Nova York

  • ONU convoca reunião de emergência após ação dos EUA na Venezuela

    ONU convoca reunião de emergência após ação dos EUA na Venezuela

    Conselho de Segurança discute operação militar que resultou na prisão de Nicolás Maduro em Nova Iorque, enquanto o ex-presidente comparece à Justiça dos EUA, protestos ocorrem em cidades europeias e a comunidade internacional se divide sobre a ofensiva.

    O Conselho de Segurança da ONU se reúne nesta segunda-feira em caráter emergencial para discutir a operação militar conduzida pelos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura e deposição do presidente venezuelano Nicolás Maduro, atualmente detido em Nova Iorque. O governo venezuelano solicitou formalmente a convocação da reunião para tratar do que classificou como uma “agressão criminosa” dos Estados Unidos, ocorrida na madrugada de sábado. Países como Irã e Colômbia também apoiaram o pedido feito por Caracas.

    A reunião acontece no mesmo dia em que Maduro e a esposa, Cilia Flores, detidos em um centro de detenção em Nova Iorque, comparecem a um tribunal em Manhattan. O ex-presidente é acusado de crimes de narcoterrorismo e posse de armas.

    O Tribunal Federal do Distrito Sul de Manhattan confirmou no domingo que a audiência está marcada para as 12h no horário local, o que corresponde às 17h em Lisboa.

    Também nesta segunda-feira, estão previstas manifestações em Lisboa e no Porto contra a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela.

    A comunidade internacional se dividiu entre críticas à ação militar norte-americana e manifestações de apoio à queda de Maduro. O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que a ofensiva de Washington pode ter “implicações preocupantes” para a região.

    Horas após o ataque, ainda no sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que o país passará a ser governado provisoriamente pelos norte-americanos até a conclusão de uma transição de poder. Ele também admitiu a possibilidade de uma segunda ofensiva, caso considere necessário.

    No domingo, Delcy Rodríguez, então vice de Nicolás Maduro, foi confirmada como presidente interina. Em seguida, Trump fez novas ameaças e afirmou que ela “pagará mais caro do que Maduro” se “não fizer o que deve”.

    ONU convoca reunião de emergência após ação dos EUA na Venezuela

  • Tarcísio busca espaço na crise da Venezuela, reforça tom eleitoral e recalibra relação com Trump

    Tarcísio busca espaço na crise da Venezuela, reforça tom eleitoral e recalibra relação com Trump

    O vídeo de Tarcísio de Freitas celebrando a captura de Maduro repercutiu entre bolsonaristas e foi interpretado como gesto presidencial. Ele criticou Lula, evitou citar Trump e reforçou discurso contra a esquerda, enquanto aliados consideraram a manifestação estratégica e com tom eleitoral.

    (CBS NEWS) – O vídeo em tom eleitoral do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) para comemorar a captura pelos Estados Unidos do ditador Nicolás Maduro (Venezuela) foi bem recebido na militância bolsonarista, teve resposta da ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e foi visto por aliados como um recado presidenciável.

    Tarcísio está de férias e afastado do Governo de São Paulo até 11 de janeiro, mas escreveu pessoalmente o texto que gravou para suas redes sociais. Nele, fala das mazelas da ditadura no país vizinho e acusa o presidente Lula (PT) de apoiar o regime de Maduro -ele não menciona Donald Trump, porém.

    “A Venezuela agora está vencendo a esquerda e que, no final do ano, o Brasil também vença”, encerra o governador, em referência à eleição presidencial de outubro deste ano.

    A primeira-dama paulista, Cristiane Freitas, comentou a publicação na mesma linha: “Uma grande vitória para o povo venezuelano. Que, ao fim das eleições de 2026, nós, brasileiros, também possamos comemorar!”.

    Apesar de ser o candidato preferido do centrão e do mercado para a Presidência da República, o governador tem dito que vai concorrer à reeleição no estado.

    No início de dezembro, o senador Flávio Bolsonaro (Pl-RJ) atropelou o movimento pró-Tarcísio ao se lançar candidato representando o bolsonarismo e com o aval do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Flávio também comemorou a ação militar americana na Venezuela e usou o episódio como munição para fustigar Lula a partir de sua proximidade com Maduro -mas não houve referência explícita à eleição brasileira como no caso de Tarcísio.

    Outros governadores da direita cotados como presidenciáveis exaltaram a queda de Maduro também sem fazer relação com o futuro do Brasil. É o caso de Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), Ratinho Jr (PSD-PR) e Romeu Zema (Novo-MG). Tarcísio foi o último a se pronunciar publicamente.

    O governador de São Paulo destoou ainda em relação a Trump, demarcando uma mudança na posição vista no tarifaço. O alinhamento de Tarcísio ao presidente dos EUA, inclusive com o uso do boné com o slogan de Trump, rendeu ao governador uma crise quando o americano anunciou a sobretaxa aos produtos brasileiros.

    Em julho do ano passado, a primeira reação de Tarcísio foi de culpar Lula e eximir Bolsonaro na articulação que resultou no aumento das tarifas. Depois, mudou de tom e admitiu o impacto negativo para o estado de São Paulo. Ele também abrandou o discurso de defesa da anistia como solução para o tarifaço.

    Desta vez, Tarcísio evitou endossar Trump e nem sequer mencionou o presidente americano em seu vídeo. Na opinião de aliados, a exclusão não foi proposital.

    O desgaste anterior foi lembrado pela ministra Gleisi ao responder ao governador nas redes.

    “Tarcísio Freitas, que vestiu boné do Trump, comemorou o tarifaço que ele impôs contra o Brasil, apoiou a traição de Eduardo Bolsonaro à pátria, defendeu a anistia aos golpistas condenados, agora tem o desplante de responsabilizar Lula pela invasão dos EUA à Venezuela. É muito cinismo para um bolsonarista só”, disse neste domingo (4).

    Ao comentar a queda de Maduro em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Tarcísio atribui a ação americana ao que considera omissão do Brasil em liderar o processo de transição democrática na Venezuela devido ao alinhamento entre o PT e o ditador.

    “O Brasil nunca fez isso, nunca cumpriu esse papel. A gente pode criticar os meios que foram usados agora, a legitimidade ou não. Mas o fato é que algo precisava ser feito e foi feito”, disse.

    Um interlocutor do governador afirma que vencer a esquerda é algo que já está incorporado no discurso de Tarcísio.

    Em outro aceno recente ao bolsonarismo, ele divulgou um vídeo no último dia 1º em que, vestido com a camisa do Brasil, deseja feliz 2026 e prega a derrota do PT. Em uma lousa, Tarcísio resolve uma equação que termina com os dizeres feliz Ano-Novo em inglês e escreve abaixo “Feliz 2026” e “Fora PT”. “A fórmula é simples! Feliz 2026 = Fora PT”, publicou na legenda.

    Auxiliares e aliados de Tarcísio não fizeram reparos em relação ao vídeo divulgado por ele sobre a Venezuela.

    Procurados pela reportagem, disseram que a manifestação, que teve sucesso do ponto de vista do engajamento, foi presidenciável, bem executada, estratégica e mais ponderada em relação a outros bolsonaristas, que passaram a vislumbrar uma deposição de Lula nos moldes da de Maduro.

    Um interlocutor diz ainda que o governador planeja a reeleição, mas vai trabalhar pela união da direita seja quem for o candidato do campo ao Planalto.

    O ataque feito pelos EUA a Venezuela neste sábado (3) é considerado como a maior intervenção contra a América Latina em décadas. O governo Trump bombardeou a capital, Caracas, e capturou Maduro e sua esposa, Cilia Flores. O ditador venezuelano já desembarcou nos EUA para julgamento por narcoterrorismo e crimes relacionados a tráfico de drogas.

    Tarcísio busca espaço na crise da Venezuela, reforça tom eleitoral e recalibra relação com Trump

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Ancelotti inicia ano com a meta de definir os últimos convocados para a Copa

    Ancelotti inicia ano com a meta de definir os últimos convocados para a Copa

    (FOLHAPRESS) – A menos de seis meses da Copa do Mundo, o técnico Carlo Ancelotti trabalha para definir a seleção brasileira que vai à América do Norte. O grupo de 26 jogadores não está fechado, e até mesmo o time titular tem vagas abertas.

    No ciclo anterior, sob Tite, o Brasil já tinha, nos meses anteriores ao Mundial de 2022, uma espinha dorsal definida e apenas ajustes pontuais em discussão. Agora, o treinador italiano trabalha em um ambiente de transição, no qual convivem remanescentes do período anterior e atletas que ainda buscam se firmar.

    O tempo é adversário de Ancelotti. Após ter assumido a equipe em maio de 2025, ele fechou o ano com oito jogos, quatro pelas Eliminatórias e quatro amistosos. Nesse período, convocou 48 atletas e só não utilizou seis deles: Antony, Ederson, João Gomes, John, Léo Ortiz e Luciano Juba.

    Entre os 42 que tiveram oportunidade, Bruno Guimarães foi o mais constante, com presença em todos os jogos. Casemiro e Estêvão perderam apenas um dos oito compromissos.

    O trio faz parte da lista de 18 nomes que Ancelotti afirma já estarem garantidos, embora ele ainda não divulgue essa pré-relação. Com oito vagas ainda abertas, há disputa entre atletas de todas as posições. Segundo o treinador, a convocação para os amistosos de março já será bem parecida com a lista do Mundial.

    Até agora, o italiano não repetiu nenhuma vez sua escalação e obteve 58,3% de aproveitamento, com quatro vitórias, dois empates e duas derrotas. Foram 14 gols marcados e cinco sofridos.

    “Faltam dois amistosos e seis meses de jogos em um calendário muito exigente, risco de lesão muito alto, mas eu acho que a equipe, o ambiente, está no caminho certo para chegar bem à Copa”, disse Ancelotti, que foi o quarto técnico a dirigir o Brasil no ciclo 2022/26, o que dificultou a consolidação de uma base com antecedência.
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    OS JOGOS DO BRASIL NO GRUPO C DA COPA DO MUNDO
    Os jogos do Brasil no Grupo C da Copa do Mundo

    Brasil x Marrocos – 13.jun, 19h (de Brasília)
    MetLife Stadium, em East Rutherford

    Brasil x Haiti – 19.jun, 22h (de Brasília)
    Lincoln Financial Field, na Filadélfia

    Escócia x Brasil – 24.jun, 19h (de Brasília)
    Hard Rock Stadium, em Miami Gardens
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    Na preparação para a Copa anterior, neste estágio, Tite estava no fim de um trabalho de seis anos, o que lhe possibilitou usar os meses finais da preparação para o Mundial no Qatar para afinar suas escolhas táticas. As peças estavam quase todas estabelecidas.

    No ano da Copa, havia apenas a dúvida sobre quem seria o reserva de Danilo na lateral direita. Embora a revelação do nome de Daniel Alves tenha ficado apenas para o dia da lista final, a escolha do jogador já era tratada como certa dentro da comissão técnica.

    Com Tite, a seleção tinha hierarquia definida, com uma base repetida ao longo do ciclo e papéis claros entre titulares e reservas. Alisson, Marquinhos, Casemiro, Neymar e Richarlison eram referências estáveis, enquanto Fabinho e Gabriel Jesus, por exemplo, ocupavam funções bem delimitadas como alternativas.

    Com Ancelotti, a hierarquia está em disputa. Ele assumiu no meio de uma transição de gerações e tem adotado um modelo mais flexível, em que o momento pesa mais do que o nome do jogador. Nesse aspecto, o nome de Neymar é o que causa mais discussão.

    Em 2022, ele embarcou para o Qatar como a principal referência técnica da seleção, em boa forma física. Não se imaginava o time titular do Brasil sem o seu camisa 10. Agora, a situação é diferente. Novamente convivendo com lesões, sem conseguir manter uma longa sequência em atividade, ele nem sequer teve a chance de atuar com Ancelotti.

    O italiano, que passou a demonstrar incômodo com as repetidas perguntas sobre a convocação ou não do craque para a Copa do Mundo, tem sido enfático em sua posição: somente jogadores em plena condição física farão parte de seu elenco na competição.

    Neste momento, Neymar está em recuperação de uma cirurgia de correção no menisco do joelho esquerdo, realizada em 22 de dezembro, em Belo Horizonte.
    O procedimento foi conduzido pelo médico Rodrigo Lasmar, médico da seleção brasileira. A previsão é que ele leve um mês para se recuperar e tenha condição de entrar em campo a partir de fevereiro.

    No último dia do ano, o Santos anunciou a renovação do contrato do jogador até o final de 2026. Esse foi o melhor cenário encontrado pelo atleta para tentar ficar em forma a tempo de Ancelotti observar sua condição física.

    Neymar atua em um dos setores mais disputados do elenco. Até o momento, 13 nomes já foram testados. Seis deles estão entre os nomes de confiança de Ancelotti, com presença praticamente assegurada na Copa. São eles: Vinicius Junior, Rodrygo, Estêvão, Raphinha, Gabriel Martinelli e Matheus Cunha.

    Antes da convocação final, o Brasil fará dois amistosos, contra França e Croácia, respectivamente, em 26 e 31 de março.

    Tahirys dos Santos, jovem jogador do Metz, estava no primeiro piso do bar que ardeu em plena noite de passagem de ano, mas depois de sair do estabelecimento percebeu que a namorada estava na cave, onde deflagraram as chamas. Tahirys enfrentou chamas para ir buscar a companheira.

    Notícias ao Minuto Brasil | 13:53 – 04/01/2026

    Ancelotti inicia ano com a meta de definir os últimos convocados para a Copa

  • 'O Agente Secreto' vence o Critics Choice Awards de melhor filme estrangeiro

    'O Agente Secreto' vence o Critics Choice Awards de melhor filme estrangeiro

    O filme de Kleber Mendonça Filho desbancou o novo longa do cineasta iraniano Jafar Panahi, “Foi Apenas um Acidente”, que foi vencedor do Palma de Ouro, prêmio de maior prestígio do Festival de Cinema de Cannes. Também superou “A Garota Canhota”, de Taiwan, “A Única Saída”, da Coreia do Sul, “Sirât”, da Espanha, e “Belén: Uma História de Injustiça”, da Argentina

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, venceu a categoria de melhor filme estrangeiro do Critics Choice Award. A cerimônia, que acontece em Los Angeles, na noite deste domingo (4), marca o início da temporada de premiações de cinema e televisão.

    O prêmio foi entregue no tapete vermelho, antes mesmo de a cerimônia principal começar. O diretor pernambucano estava dando entrevistas à TV americana, respondendo perguntas sobre a torcida dos brasileiros pelo filme e sobre a parceria com o protagonista do longa, Wagner Moura.

    “Escrevi o filme para desenvolver com ele. Tudo deu certo. Filmamos no ano passado, nos divertimos muito. Tivemos um elenco enorme. Ele foi muito importante para fazer todos ali conseguirem se sentir à vontade e fazer parte do filme.”

    Kleber Mendonça Filho foi então interrompido e recebeu a notícia da vitória na premiação. “Parabéns porque o Critics Choice Awards de melhor filme internacional vai para vocês!”, disse a repórter. “Você sabia?”, ela depois perguntou. “Não fazia ideia”, respondeu o diretor.

    “O Agente Secreto” se passa durante a ditadura militar e acompanha a história de um professor universitário que foge de São Paulo após se desentender com um empresário. Ele volta ao Recife natal e adota um nome falso, passando a viver escondido para a sua segurança.

    O filme de Kleber Mendonça Filho desbancou o novo longa do cineasta iraniano Jafar Panahi, “Foi Apenas um Acidente”, que foi vencedor do Palma de Ouro, prêmio de maior prestígio do Festival de Cinema de Cannes. Também superou “A Garota Canhota”, de Taiwan, “A Única Saída”, da Coreia do Sul, “Sirât”, da Espanha, e “Belén: Uma História de Injustiça”, da Argentina.

    O QUE É O CRITICS CHOICE AWARDS

    A premiação é organizada pelo Critics Choice Association, a maior associação de críticos da América do Norte. Os troféus são distribuídos de acordo com uma votação por escrito para selecionar os indicados, seguida pela votação para escolher o vencedor de cada categoria. São 575 membros votantes, que inclui críticos de cinema e televisão e jornalistas de entretenimento.

    Antes do Critics Choice Awards, Wagner Moura foi laureado na 78ª edição do Festival de Cannes como melhor ator, tornando-se o primeiro brasileiro a conquistar a estatueta de interpretação masculina na competição principal. Na mesma cerimônia, Kleber Mendonça Filho também foi premiado com o troféu de melhor direção.

    Na disputa das premiações, Moura também concorre ao Globo de Ouro, indicado como melhor ator em filme de drama pela atuação no longa de Kleber Mendonça Filho. Esta é a primeira vez que um ator brasileiro disputa nesta categoria. A cerimônia está marcada para o dia 11 de janeiro de 2026, em Los Angeles. “O Agente Secreto”, por sua vez, concorre em duas categorias -melhor filme e melhor filme em língua não inglesa.

    'O Agente Secreto' vence o Critics Choice Awards de melhor filme estrangeiro

  • Estamos no comando, e a Venezuela é um país morto, diz Trump

    Estamos no comando, e a Venezuela é um país morto, diz Trump

    Pouco antes de falar com a imprensa, Trump publicou uma foto de Nicolás Maduro, que teria sido tirada após a prisão. Nela, o venezuelano aparece de óculos e abafadores de ruído, segurando uma garrafa, dentro do navio norte-americano USS Iwo Jima

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente dos EUA, Donald Trump, disse na noite deste domingo (04) que o governo dele está no comando da Venezuela e que o país sul-americano está morto.

    Inicialmente, Trump disse a jornalistas que daria uma resposta “muito controversa” se perguntassem a ele quem estava no comando. “Significa que nós estamos no comando. Nós estamos no comando”, respondeu, ao ser questionado por um repórter.

    Presidente não descartou a possibilidade de invadir a Colômbia. “Parece bom para mim”, respondeu Trump a uma pergunta sobre operações militares no país governado por Gustavo Petro.

    Republicano afirmou que precisará de investimento de companhias petrolíferas para reerguer o país sul-americano. “A Venezuela é um país morto neste momento. Precisamos reerguê-la, e isso exigirá grandes investimentos das companhias petrolíferas para que a infraestrutura esteja pronta para funcionar”, disse Trump.

    Trump também foi questionado sobre as falas da vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, que criticou a ação dos EUA. “Vocês ouvem uma pessoa diferente da que eu ouço”, respondeu.

    VICE RECONHECIDA COMO PRESIDENTE

    Neste sábado (03), a Suprema Corte da Venezuela determinou que a vice-presidente assuma como presidente interina. Tribunal ainda irá decidir a estrutura legal de poder no país.

    Depois da determinação, as Forças Armadas venezuelanas reconheceram Delcy como presidente. Anúncio foi feito pelo ministro da Defesa, general Vladimir Padrino López.

    Governo brasileiro reconheceu a vice-presidente no comando do país. “Na ausência do atual presidente, Maduro, é a vice. Ela está como presidente interina”, disse Maria Laura da Rocha, que neste sábado estava interinamente à frente do Ministério das Relações Exteriores.

    ATAQUES E PRISÃO DE MADURO

    Explosões e sobrevoo de aviões foram ouvidos na capital venezuelana e outros três estados nas primeiras horas de sábado. Fortes bombardeios foram ouvidos, de acordo com relatos de jornalistas na capital venezuelana.

    Maduro e a esposa foram detidos em “questão de segundos” e não tiveram tempo de reagir. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ao canal norte-americano Fox News que acompanhou a operação de sua mansão em Mar-a-Lago, na Flórida, e que “foi como assistir a um programa de TV”.

    O venezuelano tentou “chegar a um lugar seguro”, mas não conseguiu, de acordo com o norte-americano. O presidente declarou que Maduro “chegou à porta, mas não conseguiu fechá-la”.

    Pouco antes de falar com a imprensa, Trump publicou uma foto de Nicolás Maduro, que teria sido tirada após a prisão. Nela, o venezuelano aparece de óculos e abafadores de ruído, segurando uma garrafa, dentro do navio norte-americano USS Iwo Jima. Antes, a vice-presidente do país latino, Delcy Rodriguez, havia pedido uma prova de vida do casal venezuelano após denunciar o ataque.

    Ataque deixou ao menos 80 mortos, diz The New York Times. A informação atualizada sobre o número de vítimas foi repassada neste domingo ao jornal por um alto funcionário venezuelano, que falou em condição de anonimato. Ele acrescentou que a quantidade de mortes ainda pode aumentar.

    Estamos no comando, e a Venezuela é um país morto, diz Trump

  • Como seria uma guerra nuclear hoje — e como sobreviver a uma tragédia dessas?

    Como seria uma guerra nuclear hoje — e como sobreviver a uma tragédia dessas?

    Nações com poderosas capacidades nucleares e prontas para usá-las

    Em um mundo marcado por tensões políticas e diplomáticas, o espectro de um conflito nuclear está mais presente do que nunca. Com aproximadamente 12.100 ogivas nucleares implantadas em diversos países, a ameaça de uma guerra nuclear devastadora torna-se cada vez mais real. Exercícios nucleares recentes conduzidos pelo presidente russo Vladimir Putin, simulando ataques retaliatórios, ressaltaram a crescente instabilidade entre as potências globais. À medida que as tensões geopolíticas aumentam, particularmente em questões como a Ucrânia, países com capacidades nucleares avançadas, como a Rússia e a Coreia do Norte, estão soando o alarme.

    Em seu livro ‘Guerra Nuclear: Um Cenário’, publicado em 2024, Annie Jacobsen explora a possibilidade aterradora de uma aniquilação nuclear total, expondo as consequências catastróficas de um conflito global. Sua análise critica as estratégias de dissuasão nuclear e destaca a perigosa imprevisibilidade dos líderes mundiais, de Putin a Kim Jong-un. Apesar do medo, Jacobsen também revisita momentos históricos cruciais, como a campanha de desarmamento de Ronald Reagan, oferecendo um vislumbre de esperança na busca pela paz.

    Como seria uma guerra nuclear hoje — e como sobreviver a uma tragédia dessas?

  • Fotografia de Maduro (compartilhada por Trump) vira 'meme' na internet

    Fotografia de Maduro (compartilhada por Trump) vira 'meme' na internet

    A fotografia de Nicolás Maduro dentro do navio de guerra dos EUA – compartilhada pelo presidente norte-americano, Donald Trump – viralizou na internet e vários usuários criaram ‘memes’. O venezuelano já se encontrada num centro de detenção em Nova York.

    A fotografia de Nicolás Maduro, compartilhada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em sua plataforma Truth Social, na tarde de sábado, 3 de janeiro, enquanto o venezuelano era levado para os Estados Unidos a bordo de um navio de guerra, rapidamente se tornou um “meme” na internet.

    A imagem inédita mostra o presidente venezuelano algemado, vestindo um agasalho cinza, com os olhos cobertos e usando protetores auditivos. A foto passou a circular amplamente nas redes sociais e gerou inúmeras reações entre os internautas.

    Em geral, as brincadeiras e comentários sobre a detenção de Nicolás Maduro estão relacionadas ao seu visual. Alguns usuários afirmaram que o venezuelano parecia ter acabado de sair de uma boate.

    Há também quem tenha comentado que Maduro parecia estar a caminho de uma “Bizarrap Session”, em referência ao DJ e produtor argentino Bizarrap, conhecido por aparecer frequentemente usando óculos escuros.

    A inteligência artificial foi também usada para ‘dar vida’ à fotografia.

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados pelos Estados Unidos e retirados do país à força na madrugada de sábado. O líder venezuelano foi acusado de diversos crimes, incluindo narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e delitos relacionados ao uso de armas automáticas.

    A captura ocorreu na madrugada de sábado, 3 de janeiro, após uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos realizar ataques aéreos em várias regiões da Venezuela, inclusive na capital, Caracas. Na ocasião, houve relatos de explosões e movimentação de aeronaves militares sobre a cidade.

    Posteriormente, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que seu homólogo venezuelano foi capturado e removido à força do país após os Estados Unidos promoverem um “ataque em grande escala”.

    Da Venezuela a Nova York: o trajeto de Maduro após a captura

    Após serem detidos em sua residência oficial, Maduro e a esposa foram levados para Guantánamo a bordo do navio de guerra norte-americano USS Iwo Jima.

    O casal desembarcou em Nova York no fim da tarde de sábado. Com a chegada do avião militar Boeing 757 ao aeroporto internacional Stewart, dezenas de agentes de diferentes agências federais dos Estados Unidos, como o FBI (Departamento Federal de Investigação) e a DEA (Administração de Controle de Drogas), entraram na aeronave.

    Maduro foi então encaminhado ao Centro de Detenção Metropolitano (MDC), uma prisão federal no Brooklyn, onde passou a primeira noite sob custódia.

    Vale destacar que a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela e a prisão de Nicolás Maduro provocaram reações em todo o mundo. Enquanto alguns apoiaram a decisão de Donald Trump, outros criticaram e condenaram a captura do líder venezuelano.

    Fotografia de Maduro (compartilhada por Trump) vira 'meme' na internet

  • Venezuela? Harris condena operação militar: "Ilegal" e "imprudente"

    Venezuela? Harris condena operação militar: "Ilegal" e "imprudente"

    Kamala Harris condenou a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, assim como a captura de Nicolás Maduro e da sua mulher, Cilia Flores, classficando a ação como “ilegal” e “imprudente”. A democrata afirmou ainda que as “ações de Trump não tornam a América mais segura”.

    A ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, criticou e condenou a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores, classificando a operação militar como “ilegal” e “imprudente”.

    Harris reagiu à ação do governo do presidente norte-americano, Donald Trump, na Venezuela por meio de uma publicação na rede social X (antigo Twitter).

    Na avaliação da democrata, “as ações de Donald Trump não tornam a América mais segura, mais forte ou mais acessível”. Ela reconheceu, no entanto, que Nicolás Maduro é “um ditador brutal e ilegítimo”, mas ressaltou que isso “não muda o fato de a ação ter sido ilegal e imprudente”.

    “Já vimos esse filme antes. Guerras por mudança de regime ou por petróleo são vendidas como força, mas acabam se transformando em caos, e as famílias americanas pagam o preço”, escreveu.

    Kamala Harris afirmou ainda que “o povo americano não quer isso” e que “está cansado de ser enganado”.

    “Não se trata de drogas ou democracia. Trata-se de petróleo e do desejo de Donald Trump de se apresentar como um líder forte na região. Se ele realmente se importasse com qualquer um dos dois, não perdoaria um traficante de drogas condenado nem marginalizaria a oposição legítima da Venezuela enquanto busca acordos com aliados de Maduro”, acrescentou.

    A democrata também acusou Trump de colocar “as tropas em risco” e de “desestabilizar uma região”.

    “A América precisa de uma liderança cujas prioridades sejam reduzir os custos para as famílias trabalhadoras, impor o Estado de Direito, fortalecer alianças e, acima de tudo, colocar os americanos em primeiro lugar”, concluiu.

    O que se sabe sobre a operação militar? E sobre a detenção de Maduro?

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados pelos Estados Unidos e retirados do país à força na madrugada de sábado. O líder venezuelano foi acusado de diversos crimes, incluindo narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e delitos relacionados ao uso de armas automáticas.

    A captura ocorreu após uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos, que realizou ataques aéreos em várias regiões da Venezuela, inclusive em Caracas. Na ocasião, houve relatos de explosões e intensa movimentação de aeronaves militares.

    Posteriormente, Donald Trump afirmou que Maduro foi capturado e removido à força do país após um “ataque em grande escala”.

    De Venezuela a Nova York

    Após serem detidos em sua residência oficial, Maduro e a esposa foram levados para Guantánamo a bordo do navio de guerra norte-americano USS Iwo Jima.

    O casal chegou a Nova York no fim da tarde de sábado. No desembarque do avião militar Boeing 757 no aeroporto internacional Stewart, agentes de diversas agências federais dos EUA, como o FBI e a DEA, entraram na aeronave.

    Maduro foi encaminhado ao Centro de Detenção Metropolitano (MDC), uma prisão federal no Brooklyn, onde passou a primeira noite sob custódia.

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