Categoria: ECONOMIA

  • Bancos pagarão R$ 148 milhões ao INSS por operação de empréstimos consignados

    Bancos pagarão R$ 148 milhões ao INSS por operação de empréstimos consignados

    A cobrança do custo operacional é aplicada às instituições financeiras que firmam Acordo de Cooperação Técnica com o INSS para a operacionalização do crédito consignado, incluindo a gestão, o controle e a segurança das operações realizadas diretamente na folha de pagamento dos benefícios

    Os bancos pagarão ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) R$ 148 milhões como ressarcimento pelos custos incorridos pelo órgão para a operacionalização de empréstimos consignados a segurados e pensionistas. A informação foi dada pelo presidente do INSS, Gilberto Waller, em entrevista à GloboNews. Ele acrescentou que, daqui para a frente, o Instituto será compensado por este serviço pelos bancos.

    “Tem servidores, sistema, ouvidoria. Até 2022 esse custo única e exclusivamente do Tesouro. Não é justo, porque o INSS não ganha com consignado”, afirmou Waller. Segundo ele, desde maio do ano passado vinha sendo negociado com Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) para que o INSS fosse ressarcido, e os bancos estão começando a pagar.

    O valor que cada banco deverá desembolsar será calculado anualmente. “Verifica-se quanto foi o custo operacional daquele ano, e divide-se pelas instituições financeiras de acordo com a quantidade de empréstimos consignados que eles fazem”, detalhou Waller. Em dezembro, havia 65 milhões de contratos ativos, que somavam R$ 9,27 bilhões por mês em descontos nos benefícios.

    Waller destacou ainda que, com o veto presidencial ao projeto que tirava do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) a competência para definir o teto de juros, seguem valendo os limites de 1,80% ao mês para empréstimo pessoal e 2,40% para cartão consignado.

    Bancos pagarão R$ 148 milhões ao INSS por operação de empréstimos consignados

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  • Notícia sobre taxação do Pix é Fake, esclarece Receita

    Notícia sobre taxação do Pix é Fake, esclarece Receita

    Boatos voltam a circular nas redes, mas Receita reafirma: não existe imposto sobre o Pix

    Mais uma vez, o Pix virou alvo de desinformação nas redes sociais. Novamente, começou  a circular uma falsa notícia de que o governo pretende tributar as transações feitas pelo sistema instantâneo de pagamentos. 

    A Receita Federal reagiu rapidamente e com firmeza. Em seu site publicou esclarecimento, informando que “são completamente falsas as informações sobre monitoramento de movimentações financeiras via PIX para fins de tributação” e explicou que a Constituição Federal proíbe a tributação de movimentações financeiras e isso inclui o Pix. 

    Segundo a Receita, não existe nenhuma cobrança de imposto sobre o Pix, nem qualquer intenção de tributar essas operações. 

    A polêmica sobre a tributação do Pix gira em torno de uma Instrução Normativa da Receita, de número 2.278, publicada em 2025. Ela apenas estende regras de transparência já exigidas dos bancos às fintechs, sem rastrear ou identificar transações específicas.

    A Receita destaca que a medida é fundamental para prevenir crimes como lavagem de dinheiro, e que não há qualquer relação com cobrança de tributos.

    Em seu comunicado, a Receita alerta para o fato de que espalhar esse tipo de fake news coloca em risco a segurança das pessoas, alimenta golpes, desconfiança no sistema e fortalece o crime organizado. Além disso, quem propaga esse tipo de mentira, muitas vezes, lucra com a repercussão nas redes.

    Portanto, se você receber mensagens dizendo que o Pix será taxado, não compartilhe. É mentira. 

    A Receita lembra que, a partir deste ano, quem ganha até 5 mil reais mensais está isento do imposto de renda — e não o contrário, como sugerem algumas dessas fake news.

    No fim das contas, a recomendação é simplesmente confiar apenas em fontes oficiais. Para mais esclarecimentos, acesse o site oficial da Receita Federal em: www.gov.br/receitafederal

    Com informações da Agência Voz (Reportagem Katia Maia)

    Notícia sobre taxação do Pix é Fake, esclarece Receita

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  • Golpe do falso desconto no IPVA mira motoristas em pelo menos cinco estados

    Golpe do falso desconto no IPVA mira motoristas em pelo menos cinco estados

    Esquema já foi identificado pela Kaspersky no RJ, MG, RS, MS e SC; dinheiro vai para contas de laranjas; fraude usa páginas que copiam visual de Detrans e secretarias da Fazenda para induzir pagamento imediato

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Sites que prometem descontos inexistentes no IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) estão sendo usados por golpistas para enganar contribuintes em ao menos cinco estados brasileiros.

    As páginas falsas imitam portais oficiais de órgãos estaduais e induzem o pagamento do imposto por Pix, direcionando o dinheiro para contas controladas por criminosos. O golpe foi identificado pela Kaspersky, empresa de segurança digital, que mapeou ao menos 13 sites fraudulentos em circulação.

    Segundo o levantamento, os ataques atingem contribuintes do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. Em comum, os sites usam endereços parecidos com os de órgãos públicos, como Detran (Departamento Estadual de Trânsito) e Sefaz (Secretaria da Fazenda e Planejamento), para criar uma falsa aparência de legitimidade.

    As vítimas costumam chegar às páginas por links enviados por email, SMS, anúncios em redes sociais ou até resultados patrocinados em buscadores, que colocam o site falso entre os primeiros resultados da pesquisa.

    Ao acessar a página, o usuário é levado a informar o Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores). Em seguida, o site exibe dados reais do veículo -como modelo, ano e cor-, o que reforça a sensação de que se trata de um sistema oficial.

    Na etapa final, o golpe oferece opções de quitação do IPVA com descontos que não existem, geralmente com pagamento exclusivo via Pix por QR Code. Após a transferência, segundo a Kaspersky, o valor vai para contas em nome de terceiros, em bancos digitais, e é rapidamente redistribuído, o que dificulta o rastreamento e a recuperação do dinheiro.

    Os criminosos adaptam os sites conforme o estado da vítima, usando siglas e termos locais para parecerem oficiais e convencer o contribuinte de que o desconto é verdadeiro”, afirma Fabio Assolini, diretor da equipe global de pesquisa e análise da Kaspersky para a América Latina.

    COMO SE PROTEGER DO GOLPE DO IPVA?

    Para reduzir o risco de cair nesse tipo de fraude, especialistas da Kaspersky recomendam algumas medidas:

    – Desconfie de descontos elevados ou urgentes: secretarias da Fazenda e Detrans não oferecem abatimentos relâmpago por links enviados fora de seus canais oficiais.
    – Confira o endereço do site com atenção: páginas falsas costumam ter pequenas alterações na URL, como letras repetidas ou termos genéricos. Em caso de dúvida, digite manualmente o endereço oficial no navegador ou use o aplicativo do órgão.
    – Verifique o destinatário do Pix: impostos estaduais são pagos apenas para contas oficiais do governo ou direto com os bancos autorizados. Se o Pix estiver em nome de pessoa física ou empresa desconhecida, é sinal de golpe.
    – Evite informar dados pessoais: não insira Renavam, CPF ou informações bancárias em links recebidos por mensagens ou anúncios.
    – Use ferramentas de segurança digital: soluções de proteção podem alertar sobre sites falsos e links maliciosos antes que o usuário conclua o pagamento.
    A orientação geral é sempre confirmar informações diretamente nos canais oficiais do estado antes de pagar qualquer tributo.

    Golpe do falso desconto no IPVA mira motoristas em pelo menos cinco estados

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  • Vorcaro usou empréstimo do Master para comprar mansão em Brasília

    Vorcaro usou empréstimo do Master para comprar mansão em Brasília

    Acordo pode ter violado regras da CVM e do Banco Central, de acordo com especialistas; por outro lado, a empresa dona da casa de Vorcaro é de cunhado, e relação é comercial

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, usou um empréstimo desviado do próprio banco para comprar a mansão de R$ 36 milhões na qual morava quando ia a Brasília.

    A aquisição foi feita por meio da Super Empreendimentos e Participação, empresa que, de acordo com Vorcaro, tem como sócio seu cunhado, Fabiano Zettel.

    A Super integra a lista, a qual a Folha teve acesso, de 35 companhias suspeitas de tomar empréstimos fraudulentos do Master para alimentar uma rede de fundos que, segundo os investigadores, desviavam dinheiro do banco para laranjas para retroalimentar o próprio Master.

    De acordo com especialistas consultados pela Folha, a prática pode ter sido ilegal.

    Na época do financiamento, Zettel era um dos diretores da Super. Ele saiu do quadro societário da empresa em 23 de julho de 2024, deixando no seu lugar uma funcionária.

    Zettel foi um dos alvos da segunda fase da Operação Compliance deflagrada nesta quarta-feira (14) pela PF (Polícia Federal). Ele foi preso ao tentar embarcar para Dubai mas foi liberado horas depois.

    Em 8 de maio de 2024, a Super comprou a mansão no Lago Sul utilizada por Vorcaro quando estava na capital federal. A existência da casa foi revelada pela Folha.

    Quase um ano depois da compra, em 11 de abril de 2025, a Super vendeu a casa para a Prime Aviation 4 Participações, empresa que faz parte do grupo Prime You, do qual Vorcaro é sócio.

    O registro não foi feito na matrícula do imóvel, mas a Folha descobriu a operação ao obter a escritura da transação. A casa foi revendida pela Super pelo mesmo valor que pagou, R$ 36,1 milhões.

    Procurada, a defesa de Daniel Vorcaro disse em nota que a relação do ex-banqueiro com a Super é comercial, envolvendo operações de compra e venda de ativos e contratos de inquilinato. “Um dos sócios da empresa é cunhado de Vorcaro, fato de conhecimento público”, acrescentou.

    A Super pertence a um fundo chamado Termópilas, cujo cotista único é um outro fundo chamado Astralo 95. Esse fundo está entre os seis identificados pelo Banco Central como integrante da ciranda de fraudes do Banco Master, de acordo com denúncia do Banco Central ao MPF (Ministério Público Federal).

    O Termópilas entrou no grupo de controle da Super em dezembro de 2023 quando o capital social da empresa passou de R$ 16 milhões para R$ 1,3 bilhão. Esse montante subiu para R$ 2,1 bilhões em junho de 2024 e R$ 2,6 bilhões um mês depois, em julho de 2024. Esse continua sendo o capital social da empresa até hoje.

    Para a pesquisadora da FGV Direito Rio Layla McClaskey, a operação pode ser problemática sendo Vorcaro cotista do Astralo 95 (e por consequência do Termópilas) ou não.

    Na primeira situação -uma empresa detida por um fundo que pertence a Vorcaro ou ao seu banco-, ela diz que haveria um “problema enorme” com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e com o Fisco. “Fere vários princípios de realização de operações com partes relacionadas, como a lealdade, diligência e transparência”, afirma.

    As regras a que McClaskey se refere expressam que se algum fundo fizer negócios com partes relacionadas, é preciso indicar a movimentação claramente, e o ganho para o fundo precisa ser explicitado. “A operação simula um investimento e não é, o que seria uma fraude”, resumiu.

    Para a especialista, a revenda do imóvel pelo mesmo preço pelo qual ele foi adquirido é problemática, porque permite evitar o pagamento de Imposto de Renda já que o negócio não rendeu lucro.

    No caso de Vorcaro ou do Banco Master não serem os beneficiários finais do fundo, a situação é mais grave. “Todos os cotistas estão sendo prejudicados”, apontou.

    Um ex-dirigente da CVM, que falou na condição de anonimato, disse que a operação pode ser na verdade uma forma encontrada por Vorcaro para tirar dinheiro do banco sem a necessidade de pagar dividendos.

    Dividendos são apurados em cima do lucro de uma empresa, o que limita o montante repassado ao controlador. Ao usar a estrutura de fundos e empresas, Vorcaro conseguiria retirar mais dinheiro da instituição financeira.

    Além da casa de Brasília, a Super é dona de outros negócios. Ela tem participação em uma empresa que faz parte do consórcio administrador do Minascentro, um centro de convenções em Belo Horizonte -cidade natal de Vorcaro- e está na sociedade de duas empresas de esportes em São Paulo.

    Vorcaro usou empréstimo do Master para comprar mansão em Brasília

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  • BC decreta liquidação da Reag, investigada por fraudes no caso Master

    BC decreta liquidação da Reag, investigada por fraudes no caso Master

    A liquidação foi decretada um dia depois de a Polícia Federal deflagrar a segunda fase da operação Compliance Zero; nova etapa da investigação teve como alvos endereços ligados a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Banco Central decretou nesta quinta-feira (15) a liquidação da Reag Trust, instituição investigada por participar de suposta ciranda financeira que inflava artificialmente ativos no caso Master com o uso de fundos de investimento. Ela também é suspeita de elo com o PCC (Primeiro Comando da Capital).

    A Reag tinha R$ 352 bilhões sob administração em novembro, segundo dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). No ranking de administradoras, ela aparece na 11ª posição no país.

    A liquidação foi decretada um dia depois de a Polícia Federal deflagrar a segunda fase da operação Compliance Zero, que apura a atuação de fundos de investimentos que teriam sido usados para inflar o patrimônio do Master.

    Essa nova etapa da investigação teve como alvos endereços ligados a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a parentes dele e a empresários, incluindo Nelson Tanure e João Carlos Mansur, ex-dono da Reag -gestora investigada no caso Master e suspeita de envolvimento com o crime organizado.

    Após a operação da PF, a defesa de Mansur disse que não teve acesso a investigação, mas que está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

    Mansur deixou o cargo de presidente do Conselho de Administração da Reag em setembro de 2025 para conter crise de credibilidade depois da operação Carbono Oculto. A Reag foi um dos alvos do ato deflagrado pela PF para investigar um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC no mercado financeiro.

    Na ocasião, a Reag negou conexão com o PCC. “Desde o início das apurações relacionadas à Operação Carbono Oculto, a Reag tem colaborado integralmente com as autoridades, fornecendo informações, documentos e acesso aos seus sistemas sempre que solicitado.”

    No ato em que determinou a liquidação da Reag, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, nomeou como liquidante a APS Serviços Especializados de Apoio Administrativo, tendo como responsável técnico Antônio Pereira de Souza. Ele foi servidor do Banco Central e atuou na liquidação do banco Bamerindus.

    A instituição hoje é denominada CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários e se enquadrada no segmento S4 (porte inferior a 0,1% do PIB), representando menos de 0,001% do ativo total ajustado do sistema financeiro nacional.

    Em nota, o BC disse que a liquidação foi motivada “por graves violações às normas” que regem as atividades das instituições que integram o sistema financeiro.

    “O Banco Central continuará tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais. O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis”, disse.

    A liquidação é adotada quando o BC avalia que a situação da instituição financeira é irrecuperável. Nesse caso, o funcionamento da instituição é interrompido e ela é retirada do sistema financeiro nacional. Com o ato, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição.

    Existe a possibilidade de o liquidante, caso seja autorizado pelo BC, requerer a falência da instituição. Nesse caso, é um processo conduzido pela via judicial.

    Com a liquidação da Reag pelo BC, os fundos de investimentos administrados pela instituição ficam congelados, mas não são encerrados com a liquidação extrajudicial. Isso ocorre porque o fundo é um conjunto de ativos pertencentes aos cotistas, e não à administradora.

    Cabe ao Banco Central ou aos próprios participantes do fundo indicar uma nova administradora para os fundos de investimento que estavam sob responsabilidade da instituição.

    “Durante esse período de transição, enquanto não há um novo gestor formalmente indicado, o fundo fica bloqueado para movimentações. Não há entrada nem saída de cotistas”, afirma Cristiano Correa, professor de finanças do Ibmec.

    Caso nenhuma administradora aceite assumir os fundos de investimento, eles podem ser liquidados. Nesse caso, o lucro ou o prejuízo resultante da venda dos ativos é repartido entre os cotistas. “Isso costuma acontecer quando os fundos são pouco atrativos, com baixa rentabilidade ou alta complexidade. Fundos bons e rentáveis geralmente encontram gestor com facilidade”, diz Correa.

    Criada em 2012, a Reag teve um acelerado processo de crescimento, com aquisições e diversificação de investimentos, tornando-se uma das maiores gestoras independentes do país, sem ligação com um banco. Seu principal foco é a gestão de recursos e de patrimônio.

    Como mostrou a Folha de S. Paulo, um relatório do BC enviado ao TCU (Tribunal de Contas da União) apontou indícios de fraude em operações financeiras realizadas pelo Master em conjunto com fundos administrados pela Reag Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.

    De acordo com o documento, as transações suspeitas somariam R$ 11,5 bilhões e foram consideradas pelo BC como portadoras de “falhas graves”, em desacordo com normas do sistema financeiro nacional. O órgão regulador comunicou o caso ao Ministério Público Federal.

    Além da antiga Reag, o BC também decretou nesta quinta a liquidação da Advanced Corretora de Câmbio, que tem sede em São Paulo. A instituição está enquadrada no segmento S5 (porte inferior a 0,1% do PIB), tem baixa representatividade no sistema financeiro e ocupa a 56ª posição no ranking de câmbio do BC, considerando as operações realizadas em 2025.

    De acordo com a autoridade monetária, neste período, as operações da corretora representaram 0,081% do volume financeiro e 0,14% da quantidade de operações de câmbio cursadas no sistema financeiro.

    “A decretação da liquidação extrajudicial foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da corretora, bem como por graves violações às normas que regem as atividades das instituições integrantes do SFN [sistema financeiro nacional]”, afirmou o BC em nota.

    Em ato assinado por Galípolo, o BC nomeou Fabiano Fabri Bayarri como liquidante da corretora de câmbio. Procurada, a Advanced não se manifestou sobre o tema.

    BC decreta liquidação da Reag, investigada por fraudes no caso Master

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  • Venda de motocicletas em 2025 é a maior dos últimos 22 anos

    Venda de motocicletas em 2025 é a maior dos últimos 22 anos

    Exportações encerraram 2025 com 43.117 motocicletas embarcadas, volume 39,1% superior ao registrado no ano anterior; setor estima mercado ainda mais aquecido em 2026

    A venda de motocicletas no país em 2025 foi a maior registrada desde 2003. Foram comercializadas 2.197.851 unidades no ano passado, uma alta de 17,1% em relação a 2024 (1.876.427 unidades).

    O segundo ano com mais vendas foi 2011 (1.940.543 unidades) e o terceiro, 2008 (1.925.558 unidades).

    Os dados, divulgados nesta quinta-feira (15), são da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). 

    “O desempenho do setor reflete a demanda aquecida por veículos de duas rodas, impulsionada principalmente pela mobilidade urbana e pelo uso profissional”, destaca o presidente da entidade, Marcos Bento.

    No ano passado, 1.980.538 motocicletas foram produzidas nas linhas de montagem das fabricantes instaladas em Manaus, volume 13,3% superior ao registrado em 2024. Esse foi o melhor desempenho do setor desde 2011 e o terceiro maior da história da indústria motociclística nacional, desde 2003.

    As exportações encerraram 2025 com 43.117 motocicletas embarcadas, volume 39,1% superior ao registrado no ano anterior. 

    Projeções para 2026

    A Abraciclo estima que a produção em 2026 deverá ser de aproximadamente 2.070.000 motocicletas, volume 4,5% superior às 1.980.538 unidades fabricadas em 2025.

    A previsão da entidade é que sejam vendidas no país, neste ano, 2.300.000 motocicletas, um avanço de 4,6% em relação às 2.197.851 unidades comercializadas no ano passado.

    As exportações, segundo a Abraciclo, também devem apresentar elevação. A entidade estima que 45.000 motocicletas sejam destinadas ao mercado externo em 2026, crescimento de 4,4% na comparação com 2025.

    “As projeções indicam o crescimento consolidado do segmento no Brasil e reforçam o papel estratégico do Polo Industrial de Manaus, o maior polo de produção de duas rodas fora do eixo asiático”, afirma o presidente da Abraciclo.

    Venda de motocicletas em 2025 é a maior dos últimos 22 anos

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  • Governo Lula quita R$ 2,2 bilhões com organismos internacionais em 2025

    Governo Lula quita R$ 2,2 bilhões com organismos internacionais em 2025

    País regulariza contribuições e reforça atuação multilateral

    O Brasil destinou cerca de R$ 2,2 bilhões em 2025 para a quitação de contribuições obrigatórias a organismos internacionais, informou nesta quinta-feira (15), em Brasília, o Ministério do Planejamento e Orçamento. O dinheiro também foi usado em integralizações e recomposições de cotas em bancos de desenvolvimento e fundos multilaterais.

    Segundo o governo, os pagamentos garantiram a adimplência do Brasil em fóruns globais, regionais e setoriais estratégicos.

    No âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU), o país quitou integralmente compromissos com o orçamento regular, missões de paz e mecanismos judiciais vinculados à ONU, passando a integrar um grupo restrito de nações totalmente adimplentes com a organização. Também foram honradas contribuições a agências especializadas em áreas como saúde, educação, trabalho e migração. 

    Estratégia

    Segundo o ministério, a estratégia de pagamentos escalonados ao longo do ano, aliada ao monitoramento da taxa de câmbio, permitiu reduzir custos para o Tesouro Nacional e assegurar previsibilidade orçamentária. A regularização das obrigações reforça o compromisso do Brasil com o multilateralismo, a integração regional e a responsabilidade fiscal.

    Confira a lista de organismos, bancos e fundos internacionais com os quais o Brasil quitou pagamentos em 2025:

    Sistema das Nações Unidas

    • Organização das Nações Unidas (ONU) – orçamento regular, missões de paz e Mecanismo Residual Internacional para Tribunais Penais (IRMCT)
    • Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO)
    • Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)
    • Organização Mundial da Saúde (OMS)
    • Organização Internacional do Trabalho (OIT)
    • Organização Internacional para as Migrações (OIM)
    • Organização Mundial do Turismo (OMT)
    • União Postal Universal (UPU)

    Meio ambiente e clima

    • Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC)
    • Protocolo de Quioto
    • Protocolo de Montreal
    • Protocolo de Cartagena
    • Protocolo de Nagoia

    Integração regional e cooperação hemisférica

    • Secretaria do Mercosul
    • Parlamento do Mercosul (Parlasul)
    • Instituto de Políticas Públicas de Direitos Humanos do Mercosul (IPPDH)
    • Secretaria do Tribunal Permanente de Revisão (TPR)
    • Organização dos Estados Americanos (OEA)
    • •    Associação Latino-Americana de Integração (ALADI)
    • •    Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA)

    Outros organismos internacionais

    • Organização Mundial do Comércio (OMC)
    • Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)
    • Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA)
    • Tribunal Penal Internacional (TPI)
    • Tribunal Internacional do Direito do Mar (TIDM)
    • Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN)
    • Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO)
    • Bancos de desenvolvimento e fundos multilaterais
    • Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (FONPLATA)
    • Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA)
    • Corporação Financeira Internacional (CFI)
    • Corporação Andina de Fomento (CAF)

    Por que a adimplência importa

    • Garante participação plena do Brasil em decisões internacionais
    • Preserva direitos de voto e influência em organismos multilaterais
    • Permite acesso a empréstimos, doações e cooperações técnicas
    • Reforça a imagem do país como ator comprometido com a cooperação internacional e o desenvolvimento sustentável.

    Governo Lula quita R$ 2,2 bilhões com organismos internacionais em 2025

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  • Lula diz que Estado brasileiro vai derrotar crime organizado e cita caso Master

    Lula diz que Estado brasileiro vai derrotar crime organizado e cita caso Master

    Lula convocou reunião com ministros do governo e STF para falar de crime organizado nesta quinta (15); Presidente voltou a falar em punições ao ‘andar de cima’, durante evento de posse do novo ministro da Justiça

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Luiz Inácio Lula a Silva (PT) se referiu às investigações em torno do caso Master como um momento histórico para o país e disse que o Estado brasileiro irá derrotar o crime organizado, durante cerimônia da posse de seu novo ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva.

    “Depois da situação do Banco Central com o Banco Master, eu quero falar ao meu delegado da Polícia Federal, ao procurador-geral desse país. Falei ao presidente da Suprema Corte, estou falando ao ministro que hoje nós fizemos uma reunião para dizer o seguinte: nós vamos mostrar que o Estado brasileiro vai derrotar o crime organizado”, disse.

    As falas foram feitas durante cerimônia que empossou o novo ministro, horas após uma reunião envolvendo ele, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e o diretor da Receita, Robinson Barreirinhas, dias após o magistrado abrir uma investigação para apurar eventuais vazamentos no Fisco de informações sobre sua família relacionadas ao banco Master.

    Na fala, Lula defendeu a autonomia das instituições para revelar e comandar a investigação de casos como esse.

    “Quando a gente governa, a gente muitas vezes acha ruim que vocês tenham tanta autonomia, mas se vocês não tivessem autonomia, certamente as instituições não teriam a importância que tem, porque elas seriam facilmente cooptadas pelo poder político”, afirmou.

    “É importante que vocês digam em alto e bom som: ‘Eu não pertenço a um presidente da República, ao presidente da Câmara, do Senado, sou uma instituição democrática do Estado brasileiro, pertenço ao povo brasileiro. É isso que dá a vocês a qualificação e a competência de a gente chegar pela primeira vez ao andar de cima da corrupção desse país.”

    Após a posse, o novo ministro da Justiça disse que a prioridade de sua gestão será o combate ao crime organizado através do fortalecimento da tecnologia, recursos e, principalmente, de uma ação coordenada entre os órgãos de Estado.

    O ministro enfatizou que buscará incentivos cooperativos com os entes da federação, tratando a segurança pública como uma “razão de Estado” que deve ignorar divergências partidárias entre governadores.

    Na ocasião, o ministro aproveitou a oportunidade para dissipar o que chamou de “ruídos” sobre a reunião que aconteceu na manhã desta quinta-feira (15). Segundo ele, praticamente toda a reunião tratou sobre a sincronização de ações entre o Ministério Público, o Judiciário e o Executivo para aumentar a efetividade contra a criminalidade.

    Ele esclareceu que temas como o Banco Master, fintechs e as indústrias de bebidas e cigarros foram mencionados como exemplos ilustrativos em debates sobre lavagem de dinheiro e crimes econômicos.

    “Eu acho que o Estado brasileiro, se quer sobretudo invocar razões de estado no combate à criminalidade, ele também tem que ter coerência e ter uma atitude cooperativa com os estados federados, independentemente de cor partidária ou qualquer outra coisa”, disse.

    A reunião de mais cedo, realizada no Palácio do Planalto, também teve a presença do ministro Fernando Haddad (Fazenda), do diretor do Banco Central, Gabriel Galípolo, do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação, Sidônio Palmeira, do procurador-geral da República, Paulo Gonet, do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan.

    Lula diz que Estado brasileiro vai derrotar crime organizado e cita caso Master

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  • Governo teme baixa adesão e quer ampliar verba do vale-gás

    Governo teme baixa adesão e quer ampliar verba do vale-gás

    Membros da gestão Lula citam ritmo abaixo do esperado no credenciamento de empresas de botijão; governo quer ajuste para driblar aumento do ICMS; além disso, MME fala em orçamento R$ 1,1 bi maior

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teme que o Gás do Povo, programa que tem como objetivo pagar botijões de gás de forma periódica a até 15 milhões de famílias, tenha alcance limitado devido ao ritmo de adesão de revendedores. Por isso, planeja aumentar a verba da iniciativa que é uma das apostas eleitorais para 2026.

    A adesão das revendedoras é voluntária e integrantes do governo têm expressado preocupação com o ritmo observado até agora, que estaria abaixo do esperado. O principal problema seriam os preços para o botijão, que consideram uma média praticada em cada estado e que, na visão de parte das varejistas, não é atrativo. Além disso, há relatos na iniciativa privada de resistência política ao programa.

    Dados obtidos pela reportagem mostram disparidade nos números de entrada no programa. Enquanto capitais como Fortaleza (adesão de 71% das revendas) e Salvador (62%) têm adesão relevante, outras como Goiânia (34%) e Natal (43%) ainda patinam.

    Sergio Bandeira de Mello, presidente do Sindigas (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo), diz que o valor pago pelo governo é um fator decisivo para a adesão das revendas. “Algumas não desejaram aderir, o que é legítimo”, afirma.

    Para ele, no entanto, a tendência é que o cenário comece a mudar conforme a iniciativa seja mais conhecida. “Tudo indica que os números devem flutuar ao longo do programa”, afirma ele, que aposta em uma “corrida por adesão” nas próximas fases.

    A mudança planejada neste momento é uma alteração para driblar o aumento de governadores no ICMS (Imposto sobre Circulação e Mercadorias e Serviços), um imposto estadual, sobre o gás. Desde 1º de janeiro de 2026, o tributo passou de R$ 1,39/kg para R$ 1,47/kg.

    O ajuste é visto como crucial para elevar a remuneração aos revendedores e garantir o credenciamento das lojas com a correta execução do programa. Neste ponto, o impacto calculado é limitado, de R$ 59 milhões, e já recebeu sinal verde do MME (Ministério de Minas e Energia) e das primeiras análises do Ministério da Fazenda -embora nem todos os secretários da equipe econômica tenham estudado o assunto, de acordo com relatos ouvidos pela reportagem.

    Mas o MME já tem falado em números bem maiores de ajuste para o programa. A proposta de Lei Orçamentária Anual de 2026 foi enviada pela gestão Lula contendo R$ 5,1 bilhões para o Gás do Povo. O Congresso cortou para R$ 4,7 bilhões. Agora, a pasta fala na possibilidade de expandir o valor para R$ 5,8 bilhões em 2026 considerando a necessidade de contemplar todos os usuários do Bolsa Família.

    Por meio da assessoria de imprensa, o Ministério de Minas e Energia não comentou valores, mas disse que a meta “é assegurar ampla cobertura territorial e atendimento adequado às famílias beneficiárias, em articulação com os agentes do setor”.

    A pasta afirma que 1.600 revendas estão credenciadas, distribuídas nas dez capitais participantes neste momento, garantindo a operação nessa etapa inicial. “Como resultado desse planejamento, 98% das famílias contempladas nesta primeira fase do programa possuem uma revenda credenciada a até 2 km de distância da sua residência, assegurando facilidade de acesso e maior efetividade na concessão do benefício”, diz o ministério.

    As regras do programa, que está em fase de implementação gradual, preveem que o beneficiário retire o botijão de 13 quilos na revenda autorizada. A loja, por sua vez, receberá o pagamento correspondente em até dois dias por meio da Caixa.

    A gestão Lula afirma que o objetivo do modelo é substituir o Auxílio Gás (criado durante o governo Bolsonaro), pago diretamente no Bolsa Família. De acordo com o governo, os recursos estavam sendo usados pelas famílias para outras finalidades, desviando o foco do programa.

    Para ter direito, a família deve estar inscrita no Cadastro Único (CadÚnico) e possuir renda familiar per capita mensal igual ou inferior a meio salário-mínimo. O programa prioriza famílias beneficiárias do Bolsa Família e aquelas com duas ou mais pessoas em sua composição.

    A quantidade de recargas anuais varia de quatro a seis botijões, conforme o tamanho da família. Os primeiros pagamentos começaram em novembro de 2025, e a previsão é implementar o programa totalmente até março.

    Governo teme baixa adesão e quer ampliar verba do vale-gás

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  • Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, é afastado da Igreja da Lagoinha após operação contra Master

    Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, é afastado da Igreja da Lagoinha após operação contra Master

    Instituição religiosa divulgou nota dizendo que pastor foi retirado de atividades ministeriais; empresário foi preso na quarta (14) ao tentar deixar o país e solto logo em seguida

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O empresário Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, foi afastado do posto de pastor da Igreja Batista da Lagoinha, segundo nota divulgada nesta quinta (15) pela instituição religiosa.

    “A respeito da prisão de Fabiano Zettel, esclarecemos que, tão logo surgiram as primeiras informações relacionadas à operação, com o objetivo de que os fatos fossem devidamente apurados, ele foi afastado de qualquer atividade de natureza ministerial que exercia na Igreja Batista da Lagoinha Belvedere.”

    Zettel foi alvo da segunda fase da Operação Compliance Zero nesta quarta-feira (14), que mirou pessoas supostamente envolvidas em fraudes realizadas pelo Banco Master por meio de fundos de investimento. O empresário e pastor chegou a ser chegou a ser preso quando se preparava para deixar o país, de jatinho, com destino a Dubai e foi solto horas depois.

    Segundo a igreja, desde novembro de 2025, Zettel não exercia qualquer função na instituição.

    A Lagoinha veio a público para rebater associações feitas entre a instituição, a Compliance Zero, operação deflagrada pela Polícia Federal para investigar supostas irregularidades no Banco Master, e a CPMI do INSS.

    No comunicado, a Lagoinha diz que “não possui controle sobre a vida pessoal, profissional ou sobre atos individuais de pessoas que, eventualmente, frequentem seus cultos ou atividades, uma vez que a participação em uma igreja não configura vínculo jurídico, administrativo ou representativo”.

    O texto não cita o pastor André Valadão, liderança da Lagoinha que, de acordo com a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), foi implicado na CPMI do INSS.

    A igreja fala em “disseminação de informações inverídicas” para dizer que “adotará todas as medidas jurídicas cabíveis, incluindo ações por denunciação caluniosa, falsa comunicação de crime, bem como outras providências legais que se fizerem necessárias, a fim de resguardar sua honra, sua história e sua missão”.

    Conclui a nota evocando “seu compromisso com a verdade, com a legalidade e com os princípios éticos e cristãos que norteiam sua atuação ao longo de sua trajetória”.

    Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, é afastado da Igreja da Lagoinha após operação contra Master

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