Categoria: ENTRETENIMENTO

  • Fernanda Lima revela ter recebido apenas um presente de Rodrigo Hilbert em quase 25 anos

    Fernanda Lima revela ter recebido apenas um presente de Rodrigo Hilbert em quase 25 anos

    Fernanda Lima revelou em seu podcast TerapiRa que, em quase 25 anos de relacionamento, recebeu apenas um presente de Rodrigo Hilbert: um castiçal feito com peças reaproveitadas. A apresentadora disse não se importar com a ausência de presentes comprados, já que valoriza sua independência financeira e liberdade de escolha.

    (CBS NEWS) – Fernanda Lima contou que recebeu apenas um presente de Rodrigo Hilbert em quase 25 anos de relacionamento. A apresentadora mostrou, no seu podcast TerapiRa, um castiçal montado pelo marido com peças reaproveitadas de casa e da cozinha e disse que esse foi o único mimo “oficial” que ganhou dele em todo esse tempo.

    No programa, Fernanda explicou que nunca recebeu nada comprado em loja por Rodrigo e que isso nunca foi um problema entre eles.”O guri tem mais de 20 anos de casado e nunca me deu nada que comprou em uma loja. Tudo ele fez ou faz”, disse.

    Ela também comentou que não gosta de avisar ao parceiro sobre datas especiais nem de fazer lista de pedidos. “Vejo amigas falando para os maridos: ‘Olha, já vai chegar o meu aniversário, Dia dos Namorados…’. Não é uma coisa que me agrada pedir coisas ou avisar sobre meu aniversário”, afirmou.

    Fernanda reforçou que não se apega a presentes materiais porque tem liberdade financeira para comprar o que deseja com o próprio trabalho. “Não quero nada material dele, e para mim está tudo certo. Essa coisa de: ‘[Quero] um anel, uma aliança…’ eu vou trabalhar para comprar, como sempre fiz. Não que eu ache ruim, adoraria ganhar alguma coisa, mas não é a nossa gira”, resumiu.

    Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert começaram a namorar em 2001 e oficializaram a união em 2021, em uma cerimônia íntima no sítio da família. O casal tem três filhos juntos.

    Fernanda Lima revela ter recebido apenas um presente de Rodrigo Hilbert em quase 25 anos

  • Judi Dench revela estado de saúde após três anos afastada do trabalho

    Judi Dench revela estado de saúde após três anos afastada do trabalho

    Judi Dench, 90, revelou que não consegue mais enxergar devido à degeneração macular, afastando-se das telas desde 2022. Em entrevista, contou que depende da memória e de ajuda para tarefas diárias. Ícone do cinema e teatro, coleciona prêmios como Oscar, Tony, Globos de Ouro e BAFTAs.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Judi Dench contou que já não consegue enxergar devido ao avanço de uma degeneração macular relacionada à idade. A atriz de 90 anos, afastada das telas e dos palcos desde 2022, falou sobre o estado de saúde em uma entrevista à ITV News, ao lado do amigo de longa data Ian McKellen.

    “Você não [me vê mais nas telas], porque eu não consigo mais enxergar”, disse. “Não consigo ver televisão, não consigo ler.”

    Na entrevista, Dench também contou que passou a depender da memória e da ajuda de outras pessoas para tarefas simples do dia a dia. Brincando com McKellen, ela explicou que só consegue identificá-lo porque conhece bem a silhueta do colega. “Posso ver seu contorno e te conheço tão bem, mas não consigo reconhecer ninguém agora”, afirmou.

    Diagnosticada em 2012, a atriz disse que a condição piora ano a ano e vem limitando cada vez mais sua autonomia. Ela afirmou que não gostaria de se apostar, mas que sua condição de saúde tem sido um empecilho.

    Judi Dench ficou conhecida do grande público como M, a chefe de James Bond, papel que interpretou em todos os filmes da franquia “007” entre 1995 e 2012. Ela também venceu o Oscar de atriz coadjuvante ao interpretar a rainha Elizabeth em “Shakespeare Apaixonado” (1998) e foi indicada ao prêmio mais sete vezes por títulos como “Iris”, “Philomena” e “Chocolate”.

    Ao longo de mais de sete décadas de carreira, Dench coleciona um Oscar, um Tony, Globos de Ouro, BAFTAs de cinema e TV. Em reconhecimento à trajetória, ela recebeu da rainha Elizabeth 2ª o título de Dame Commander of the Order of the British Empire (Dama Comandante da Ordem do Império Britânico), tornando-se oficialmente Dama Judi Dench.

    Judi Dench revela estado de saúde após três anos afastada do trabalho

  • Rumer revela que o pai, Bruce Willis, nem sempre a reconhece

    Rumer revela que o pai, Bruce Willis, nem sempre a reconhece

    Rumer Willis abriu o coração ao falar sobre o estado de saúde de Bruce Willis, que enfrenta demência frontotemporal. A atriz disse sentir gratidão por ainda poder abraçar o pai e acredita que, mesmo com limitações, ele reconhece o amor da família.

    Rumer Willis respondeu a perguntas de seguidores em suas stories no Instagram no dia 20 de novembro e voltou a falar sobre o estado de saúde do pai, Bruce Willis. Ela contou que essa é uma das perguntas que mais recebe e que é sempre difícil responder, já que, segundo suas palavras, “ninguém com demência frontotemporal está bem”.

    A atriz explicou que Bruce, de 70 anos, “está bem, considerando que está lidando com demência frontotemporal”. Mesmo assim, Rumer afirmou sentir “muita felicidade e gratidão” por ainda poder abraçar o pai. Segundo ela, “reconheça ele ou não”, Bruce percebe o amor dela.

    Rumer disse que o pai já não é mais o homem que ela conheceu na infância, mas que ainda vê “partes dele”, algo que descreveu como reconfortante. Ela também celebrou o fato de poder levar sua filha, Louetta, de dois anos, para visitar o avô.

    A atriz já havia se emocionado ao falar de Bruce no Dia dos Pais, em 15 de julho, quando desabafou no Instagram sobre a saudade do pai de antes da doença, escrevendo que sente “uma dor profunda” por não poder conversar com ele como antigamente. Mesmo assim, disse estar focada em cultivar gratidão por ainda poder abraçá-lo, beijá-lo e estar ao seu lado.

    Rumer revela que o pai, Bruce Willis, nem sempre a reconhece

  • Djavan fará turnê pelo Brasil em 2026

    Djavan fará turnê pelo Brasil em 2026

    Djavan anunciou a turnê Djavanear 50 anos. Só Sucessos em 2026, celebrando sua carreira com shows em 11 capitais brasileiras. O repertório inclui clássicos como “Sina”, “Oceano” e “Flor de Lis”. A estreia será em São Paulo, dia 9 de maio, com ingressos entre R$ 210 e R$ 595.

    (CBS NEWS) – Djavan fará uma turnê pelo Brasil em 2026. O projeto chamado “Djavanear 50 anos. Só Sucessos” celebra o aniversário de carreira do cantor com shows em 11 capitais do país.

    O repertório dos shows passa por toda a discografia do artista, incluindo sucessos como “Sina”, “Oceano”, “Samurai” e “Flor de Lis”.

    A pré-venda de ingressos começou nesta segunda (1º) para quem é cliente do Banco do Brasil. A venda geral acontece na quarta (3), a partir das 11h, pela plataforma Ticketmaster.

    O cantor começa a turnê em São Paulo, com show dia 9 de maio no Allianz Parque. Na modalidade inteira, as entradas variam entre R$ 210, na cadeira superior, e R$ 595, na pista premium. Para assistir ao espetáculo na cadeira inferior, é preciso desembolsar R$ 520. Já a pista comum sai por a partir de R$ 295.

    Depois da apresentação em São Paulo, Djavan segue com apresentações até 5 de dezembro. Veja, a seguir, as cidades, datas e valores dos ingressos da turnê do cantor.

    Salvador (23/5) – a partir de R$ 210
    Fortaleza (30/5) – a partir de R$ 200
    Curitiba (13/6) – a partir de R$ 200
    Brasília (27/6) – a partir de R$ 210
    Belo Horizonte (18/7) – a partir de R$ 210
    Rio de Janeiro (1 e 2/8) – a partir de R$ 210
    Florianópolis (29/8) – a partir de R$ 200
    Belém (24/10) – a partir de R$ 200
    Recife (31/10) – a partir de R$ 380

    O show em Maceió está confirmado para 5 de dezembro de 2026, mas o local e a data de início das vendas ainda não foram divulgados.

    Djavan fará turnê pelo Brasil em 2026

  • Scarlett Johansson reitera apoio a Woody Allen em acusações de abuso sexual

    Scarlett Johansson reitera apoio a Woody Allen em acusações de abuso sexual

    Scarlett Johansson reafirmou em entrevista ao The Telegraph seu apoio a Woody Allen diante das acusações de abuso feitas por Dylan Farrow nos anos 1990. A atriz, que já havia defendido o cineasta em 2019, disse valorizar integridade e destacou que às vezes é preciso saber o momento certo de falar.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Scarlett Johansson reiterou, em entrevista ao jornal britânico The Telegraph, seu apoio a Woody Allen em relação às acusações de abuso sexual feitas pela enteada do cineasta, Dylan Farrow, nos anos 1990. A declaração acontece pouco após o aniversário de 90 anos do cineasta.

    “Você nunca sabe qual será o efeito dominó, exatamente”, disse ela ao ser questionada se o apoio dado há seis anos, em meio ao movimento MeToo, teria prejudicado sua carreira. “Mas minha mãe sempre me encorajou a ser eu mesma e me ensinou a importância de ter integridade e de defender aquilo em que acredita.”

    Em 2019, quando inúmeras acusações contra grandes nomes de Hollywood vinham à tona, o caso de Allen voltou a ganhar repercussão. Johansson é, até hoje, uma das poucas atrizes da indústria a defender publicamente o diretor, com quem trabalhou em “Ponto Final: Match Point”, “Scoop: O Grande Furo” e “Vicky Cristina Barcelona”.

    À época, ela disse à revista americana The Hollywood Reporter que amava o diretor, que acreditava nele e que trabalharia com ele a qualquer momento.

    Na entrevista de agora, Johansson disse ainda que, por outro lado, “é importante saber quando não é o seu momento [de falar]”. “Eu não quero dizer que as pessoas devem se silenciar, mas às vezes não é a sua hora. Isso é algo que eu entendi enquanto amadurecia”, afirmou.

    Scarlett Johansson reitera apoio a Woody Allen em acusações de abuso sexual

  • Bocardi pula pergunta sobre Taylor Swift e perde prêmio no Show do Milhão

    Bocardi pula pergunta sobre Taylor Swift e perde prêmio no Show do Milhão

    Rodrigo Bocardi participou do Show do Milhão Celebridades e decidiu parar o jogo diante de uma pergunta sobre música, evitando perder dinheiro. Sem saber que o álbum 1989 era de Taylor Swift, e com universitários também sem resposta, levou R$ 40 mil para casa em vez dos R$ 60 mil possíveis.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Rodrigo Bocardi, 49, participou ontem do Show do Milhão Celebridades, no Programa Silvio Santos (SBT), e deixou de levar R$ 60 mil para casa.

    O jornalista optou por não responder uma pergunta considerada “fácil”. A pergunta, que viralizou nas redes sociais, era sobre música: “O álbum ‘1989’ é um grande sucesso de qual cantora?”. As opções de resposta eram: ‘Adele, Ariana Grande, Katy Perry e Taylor Swift.

    Bocardi não sabia a resposta e pediu ajuda aos universitários, que também não sabiam qual seria a alternativa correta. “Que situação! Não presto atenção no nome do álbum, eu danço a música de acordo com o que ela toca. E agora ela está tocando para eu pedir ajuda para os universitários”, disse.

    O grupo de universitários, formado por João Silva, Nany People e Silvia Abravanel, também não sabia a resposta e o jornalista optou por parar o jogo. Assim, ele levou R$ 40 mil para casa. Caso respondesse errado, sairia com R$ 20 mil. A resposta correta era Taylor Swift.

    Bocardi pula pergunta sobre Taylor Swift e perde prêmio no Show do Milhão

  • Após separação, Ivete Sangalo brinca sobre fogo acumulado

    Após separação, Ivete Sangalo brinca sobre fogo acumulado

    Ivete Sangalo, em seu primeiro show após anunciar o fim do casamento com Daniel Cady, divertiu o público em Salvador ao brincar sobre estar com “fogo acumulado”. O momento viralizou nas redes sociais, com fãs reagindo em tom bem-humorado. A cantora sugeriu até lançar música com Liniker sobre o tema.

    (CBS NEWS) – Durante seu primeiro show após anunciar o fim do casamento com Daniel Cady, Ivete Sangalo, 53, protagonizou um momento bem-humorado que rapidamente viralizou. No palco do evento “Clareou”, em Salvador, onde dividia a apresentação com Liniker, 30, a cantora fez brincadeiras sobre estar com “fogo acumulado”, arrancando gargalhadas da plateia.

    “Tenho que descarregar, não tem onde descarregar, e vai dando o famoso fogo no c. Tem coisa mais romântica do que isso? Viva o fogo no c“, disparou Ivete, em tom de brincadeira. Em seguida, seguiu improvisando: “Vamos jogar poesia nisso. Aquele povo que diz ‘viva a Bahia, viva a nossa cultura’. Grita para o universo ‘fogo no c*’, vai que o universo ouve”.

    A artista ainda sugeriu a Liniker, 30, que as duas lançassem uma música com esse nome -“Vai hitar”, brincou.

    Os registros do momento repercutiram nas redes, especialmente no X (antigo Twitter). Seguidores reagiram com bom humor ao clima descontraído da apresentação: “Amo esses surtos de Ivete”, brincou um internauta. “Ivete do Velho Testamento voltou”, celebrou outra seguidora. “Ela é demais”, acrescentou mais um fã da cantora baiana.

    Ivete Sangalo e Daniel Cady começaram a namorar em 2008, quando o nutricionista já acompanhava a rotina da cantora. No ano seguinte, nasceu o primeiro filho, Marcelo. O casamento veio em 2011, em uma cerimônia civil discreta realizada na casa da artista, em Salvador, reservada apenas a familiares e amigos próximos. Depois, a família cresceu com a chegada das gêmeas Marina e Helena.

    Após separação, Ivete Sangalo brinca sobre fogo acumulado

  • Jonas Brothers revivem tensões familiares em filme natalino da Disney

    Jonas Brothers revivem tensões familiares em filme natalino da Disney

    O filme Um Natal Bem Jonas Brothers, lançado pela Disney em novembro, mistura ficção e realidade ao retratar os conflitos e reconciliação dos irmãos Jonas. Com clima leve e musical, mostra a jornada natalina da família enquanto brinca com piadas internas e resgata a nostalgia da parceria com a Disney.

    (CBS NEWS) – Os irmãos brigam e a banda chega ao fim -assim, de forma resumida, terminou a história dos Jonas Brothers em 2013. Eles só voltariam a se reunir seis anos depois. É justamente essa tensão que o filme “Um Natal Bem Jonas Brothers”, da Disney, recupera ao misturar ficção e realidade.

    Lançado em 14 de novembro apenas no streaming, o longa tem clima típico de “sessão da tarde” e traz os irmãos interpretando versões de si mesmos ao lado de seus pais, esposas e filhas. A partir dessa dinâmica, a narrativa se aproxima dos conflitos que marcaram a trajetória do trio.

    No enredo, eles tentam deixar Londres rumo ao Nova York para passar o Natal com a família. No caminho, enfrentam uma série de obstáculos e, enquanto buscam chegar ao destino, também tentam restabelecer a conexão entre eles, não só como banda, mas como irmãos.

    “Percebemos que precisávamos de um tempo separados para valorizar o que vivíamos juntos e lembrar onde está o vínculo em sermos irmãos, manter essas relações e criar memórias fora do trabalho”, explica Joe sobre a separação do grupo em 2013, em conversa com jornalistas por videoconferência ao lado dos irmãos.

    Ele diz que o rompimento tem algo semelhante ao filme. “Vemos nossos personagens passarem por essa jornada juntos, se vendo de uma maneira diferente, sendo solidários e compreendendo que algumas das coisas pelas quais passamos nos levaram até onde estamos”, diz Joe.

    O longa também brinca com piadas recorrentes sobre eles, como a ideia de que Kevin canta menos na banda. Na história, ele tenta confessar aos irmãos o desejo de ter um solo.

    “É bom não se levar tão a sério. Eu, pessoalmente, gostei de interpretar uma versão exagerada de mim mesmo. É divertido explorar o lado fraternal. Às vezes, isso inclui brincar um com o outro ou se divertir um pouco”, diz Kevin, que dias após a estreia, lançou seu primeiro single individual, “Changing”, que mantém a sonoridade pop leve típica do grupo.

    Com números musicais natalinos ao longo do filme, alguns fãs chegaram a compará-lo à série “Jonas”, que teve duas temporadas, como se os personagens fossem versões adultas das figuras adolescentes que interpretavam no Disney Channel.

    “Os roteiristas conseguiram capturar um pouco da nostalgia que talvez alguns fãs sintam ao assistir nossos programas de TV de antigamente. A rivalidade entre irmãos e o humor que conseguimos explorar um com o outro”, diz Joe.

    Essa volta à Disney também retoma uma parceria que marcou os anos 2010, quando o estúdio impulsionou o trio com a série “Jonas” e participações em “Hannah Montana”.

    Agora, embalados por essa onda de nostalgia, os irmãos estão em turnê pelos 20 anos de carreira e anunciaram a gravação de “Camp Rock 3”. Eles até convidaram a cantora Demi Lovato para performar “This Is Me”, clássico do primeiro “Camp Rock”.

    ‘Um Natal bem Jonas Brothers’
    Quando Estreou na sexta-feira (14) no steaming
    Classificação Não informada
    Produção Estados Unidos, 2025
    Direção Jessica Yu

    Jonas Brothers revivem tensões familiares em filme natalino da Disney

  • Dizem que esses famosos são particularmente rudes com as garçons

    Dizem que esses famosos são particularmente rudes com as garçons

    No mundo dos encontros, esses astros e estrelas seriam descartados na hora

    A maioria das pessoas tende a concordar que ser grosseiro com um garçom é absolutamente imperdoável. Essa perspectiva muitas vezes vem de um certo grau de empatia que se tem por funcionários mal remunerados que trabalham em empregos estressantes e ingratos. As celebridades, no entanto, às vezes, podem não ter esse nível de empatia, lá de cima em seus pedestais mimados.

    Com a era das redes sociais, muitas estrelas começaram a ser criticadas por seu tratamento inadequado aos funcionários de restaurantes, seja não dando gorjeta ou fazendo um escândalo por causa que os ovos não estavam no ponto que eles queriam. Quer saber quem são, então clique para ver quais famosos foram acusados de maltratar atendentes.

    Dizem que esses famosos são particularmente rudes com as garçons

  • Não quero provar nada, diz Deborah Secco, que volta a viver Bruna Surfistinha

    Não quero provar nada, diz Deborah Secco, que volta a viver Bruna Surfistinha

    Com “Bruna Surfistinha”, Secco empilhou prêmios de atuação. Foi a celebridade mais citada pela imprensa em 2011 e eleita a mulher mais sexy do mundo pela VIP, revista masculina que não existe mais. Depois, viajou a Hollywood incentivada por Steven Spielberg e, ao voltar para o Brasil, acumulou papéis em novelas da Globo

    (CBS NEWS) – Deborah Secco corre numa esteira com uma regata bem apertada, estampada com boquinhas coloridas. Sua pele brilha úmida no decote generoso. “Programa é o caralho, eu faço o que eu quero”, ela brada, nervosa, ao descer do aparelho e acender um cigarro. Aos 46 anos, ela volta a encarnar Raquel, a prostituta Bruna Surfistinha, 14 anos depois do filme que deixou as salas de cinema do país em polvorosa e catapultou a carreira da atriz.

    Como essa em que ela reclama sobre fazer programa, as cenas de “Bruna Surfistinha 2” já estão sendo gravadas em São Paulo. Na continuação, Raquel, que no final do primeiro filme para de se prostituir, passa por uma reviravolta em sua vida e considera voltar para o trabalho sexual. Mas o tempo passou também para ela.

    O blog em que compartilhava relatos quentíssimos de seus serviços e que a tornou uma celebridade dá lugar a plataformas de conteúdo adulto –como, na vida real, o OnlyFans e o Privacy, nas quais assinantes pagam para ter acesso a vídeos e fotos explícitas publicadas pelos usuários.

    Ao questionar os limites do que é prostituição, o segundo filme quer honrar o antecessor, que fez de um tema tabu o assunto do momento em 2011, quando foi lançado. O longa atraiu mais de 2 milhões de pessoas para as salas de cinema naquele ano, cifra considerada excelente para produções nacionais. O fenômeno de público aqueceu, ainda, um amplo debate público sobre a moralidade, a exploração, a indústria do sexo e a sexualidade feminina.

    “Bruna Surfistinha” se baseou na história real de Raquel Pacheco, uma garota de classe média alta que escolheu sair de casa para se prostituir. Ela ganhou fama nacional como Bruna Surfistinha ao publicar em seu blog, nos anos 2000, detalhes picantes de seus atendimentos como garota de programa. Ela também escreveu o livro “O Doce Veneno do Escorpião”, no qual descreveu, sem papas na lingua, os abusos psicológicos e físicos enfrentados pelas trabalhadoras do sexo no país.

    O filme se tornou um marco cultural ao retratar a prostituição no Brasil pela ótica da trabalhadora sexual, com cenas de nudez e sexo protagonizadas por uma atriz da Globo. As frases impactantes de Bruna, como “hoje eu não vou dar, vou distribuir”, fizeram da personagem um símbolo pop.

    Vestindo um roupão branco e bebendo Coca-Cola Zero no set de “Bruna Surfistinha 2”, Deborah Secco conta que decidiu fazer a continuação do filme quando foi ao baile da revista Vogue, em 2023, como Bruna. Ela vestiu um biquíni azul claro, com um short curto e um salto alto da mesma cor, e segurava uma prancha de surfe. Fãs passaram horas na fila para garantir uma foto com a atriz. “Me senti como o Mickey na Disney. Percebi que a personagem era um ícone e ficou maior do que eu imaginava”, lembra a artista.

    Hoje é difícil falar de pornografia sem levar em conta empresas de tecnologia como o OnlyFans. Embora não envolvam a prestação direta de serviços sexuais, geralmente funcionando mais como comércio digital de conteúdos eróticos, essas plataformas se relacionam com a lógica da prostituição de troca de sexo por dinheiro e, em alguns casos, encontros físicos podem acontecer depois do contato online. “Hoje tem muito ‘hate’ na internet. Temos uma sociedade muito fragmentada em bolhas de pensamentos distintos”, diz Deborah Secco. “É um ótimo momento para abrirmos esse debate”, afirma a atriz.

    O avanço tecnológico também impulsionou debates feministas que, em 2011, não existiam –e ficaram de fora do primeiro longa. “Ajustamos os ponto de vista, porque as preocupações e discussões são diferentes”, diz Marcus Baldini, à frente do primeiro filme e de sua continuação. Numa outra cena de “Bruna Surfistinha 2”, por exemplo, com um short curto e apertado, Secco encarna Bruna e grava um vídeo com o celular, no qual ensina mulheres a se estimularem para sentir prazer durante o sexo.

    A história de “Bruna Surfistinha 2” é totalmente fictícia, ainda que tenha um ou outro acontecimento inspirado na vida real de Raquel Pacheco, a Bruna da vida real, que liga para Secco de vez em quando para contar algum causo. No primeiro longa, Raquel, antes de ser Bruna, tem uma relação distante com os pais e é motivo de chacota na escola.

    Ela sai de casa aos 17 anos, depois de um garoto vazar uma foto sua fazendo sexo oral, e vai para um bordel, onde começa a fazer programa e faz amizade com outras mulheres na mesma situação. De alguma forma, a prostituição parece satisfazer suas carências emocionais.

    O filme não saiu ileso de críticas. Algumas pessoas apontaram um excesso de cenas sensuais para atiçar a curiosidade do público, sem se aprofundar nas motivações de Raquel. “Eu nunca fiz da Raquel uma heroína. Ela escolheu se colocar nesse lugar de sofrimento e dor mesmo. Não fizemos cenas de sexo para ser erótico. Precisávamos mostrar o desconforto dessa menina que atendia oito caras por dia”, comenta Secco, sobre as avaliações. “Foi difícil entregar a realidade dela sem fazer um ‘pornozão’, porque é uma história sobre exploração física”, completa.

    Agora, nas filmagens de “Bruna Surfistinha 2”, uma coordenadora de intimidade acompanha as cenas de sexo. A presença desse profissional nos sets aumentou após o MeToo, movimento de mulheres que expôs os assédios sexuais de atrizes nos bastidores da indústria cinematográfica americana. Secco, porém, afirma que não sentiu desconforto durante as passagens picantes do primeiro filme para ela, todas tinham propósito narrativo.

    Já o receio de aceitar o papel foi grande. “Eu tinha medo de virar uma atriz estereotipada, que minha carreira ficasse marcada para sempre”, lembra Secco. Mas ela tinha acabado de pedir um ano sabático à Globo para fazer cinema, e a oportunidade batia à porta. Ela conta que ligou para a mãe e para alguns cineastas de sua confiança, Guel Arraes, Jorge Furtado e Daniel Filho. “Todos falaram ‘não faz’”, diz. Quando se deu conta, já tinha assinado o contrato e estava ensaiando.

    Na época, ela não escapou de comentários machistas e, por vezes, depreciativos. Mas, hoje, ela diz estar blindada. “Me sinto mais forte, como se tivesse criado uma capa protetora para as dificuldades que a vida pública oferece.”

    Questionada se teria aceitado o papel pela primeira vez com mais tranquilidade nos dias de hoje, ela é categórica. “Ainda não. Muitas coisas evoluíram, mas acho que estamos em uma onda de conservadorismo muito forte.”

    Com “Bruna Surfistinha”, Secco empilhou prêmios de atuação. Foi a celebridade mais citada pela imprensa em 2011 e eleita a mulher mais sexy do mundo pela VIP, revista masculina que não existe mais. Depois, viajou a Hollywood incentivada por Steven Spielberg e, ao voltar para o Brasil, acumulou papéis em novelas da Globo. “Acho que essa história era para ser minha mesmo, sei lá, algo cármico”, reflete.

    Ao incorporar Raquel, a atriz encontrou semelhanças com a mulher. “Cresci não sendo a garota mais popular da escola, como a Bruna. Eu era a menina feia da família. Quando a minha carreira me levou para esse lugar de mulher bonita, que eu nunca me achei, foi ótimo, até que começou a ficar ruim. Você entra em uma luta para provar que também é boa no que faz, e não só bonita.”

    Secco já tinha se tornado um sex symbol anos antes de “Bruna Surfistinha”, quando, em 1999, aos 20 anos, posou nua para a Playboy. Antes disso, ela tinha feito papéis mais masculinizados, como a moleca Carol de “Confissões de Adolescente” ou a Bárbara de “Vira Lata”, que se disfarça de rapaz por boa parte do enredo. Em 2002, a atriz fez novas fotos para a revista masculina.

    Os ensaios asseguraram estabilidade financeira para a sua família, diz Secco. “Comprei três apartamentos, um para mim, um para minha irmã e outro para meu irmão. Não era fácil, confortável. Diferente do filme, era eu, a Deborah, que estava exposta ali.”

    O dinheiro foi uma segurança para alguém que queria apostar tudo na carreira de atriz. “Cresci assistindo a ‘Uma Linda Mulher’. O meu sonho era ser aquela garota que carrega sacolas com o dinheiro do ‘boy’. Mas, em algum momento, entendi que eu devia sonhar em ser uma mulher independente, em pagar minhas próprias sacolas, em ter um trabalho que me realizasse e que eu não fosse objetificada ou explorada”, lembra.

    “Hoje não quero mais provar nada para ninguém”, afirma Secco. Sua preocupação é a filha, de dez anos. Nos primeiros anos de vida da menina, a atriz se sentia impotente por não poder preservar a cria de um mundo pouco gentil com as meninas, angústia que agora vai levando no dia a dia. Como afirmaram recentemente outras artistas que passaram da meia-idade, como Fernanda Torres e Kate Winslet, Secco diz, serena, que a segurança chega mais tarde para as mulheres.

    Não quero provar nada, diz Deborah Secco, que volta a viver Bruna Surfistinha