Categoria: ENTRETENIMENTO

  • Henri Castelli passa mal de novo e assusta participantes no BBB 26

    Henri Castelli passa mal de novo e assusta participantes no BBB 26

    Competidores viram ator cair no gramado na volta dele para casa; elenco se reuniu na sala e rezou pela saúde do ator

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ator Henri Castelli voltou a passar mal após ter sido medicado pela equipe de socorristas do BBB 26.

    Ao retornar à casa, ele caiu no gramado e assustou os demais participantes. O ator conversava à beira da piscina e contava sobre o que havia acontecido. Então, caiu novamente.

    Os participantes começaram a gritar e a se desesperar. Todos os participantes tiveram de entrar. Brigido colocou a mão dentro da boca dele até que uma nova equipe médica entrasse. As transmissões diretas da casa foram interrompidas.

    Na sala, Solange Couto organizou uma reza coletiva. Às 15h05, uma voz da produção disse aos demais competidores que Henri está bem.

    Mais cedo, o ator foi levado a um hospital na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, após sofrer uma convulsão durante a Prova do Líder, manhã desta quarta-feira (14).

    Em nota, a Globo confirmou a informação. “Depois de ter sido prontamente atendido pela equipe médica do programa durante a realização da prova do líder esta manhã, o participante Henri Castelli foi encaminhado para realização de exames num hospital”, diz o comunicado.

    Henri Castelli passa mal de novo e assusta participantes no BBB 26

  • Henri Castelli e Edilson acumulam frases racistas, homofóbicas e machistas

    Henri Castelli e Edilson acumulam frases racistas, homofóbicas e machistas

    Ator teve de explicar suposto preconceito, e ex-jogador já mandou mulher ‘lavar roupa’; relembre declarações controversas de dupla do grupo Camarote

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Camarotes no BBB 26, o ator Henri Castelli e o ex-jogador Edilson Capetinha acumulam momentos polêmicos em suas trajetórias.

    Em 2017, um fã de nome Sérgio Luiz Felix escreveu um texto nas redes sociais. Segundo ele, ao pedir uma foto com Castelli, o ator teria pedido que ele tentasse “fazer pose de homem”. A postagem repercutiu nas redes sociais na época.

    Em resposta, Castelli disse que se considerava um defensor do amor livre e lamentou o que o fã escreveu. “Sempre fui a favor da comunidade gay, sempre apoiei as causas e tenho maior amor e orgulho dos meus amigos gays”, disse ele.

    Em 2024, o ator usou um termo considerado racista. Em foto posada ao lado de um amigo branco em um cassino, escreveu a frase: “Me and my nigga”, que em tradução para o português significa “Eu e meu negro”. A palavra é extremamente ofensiva.

    O ano era 2018, e Edilson Capetinha, então comentarista de futebol da Fox Sports, falou no meio de um programa que o goleiro Jailson sempre levava gols devido à sua cor de pele. Ao contar no ar uma história que teria acontecido com o ex-jogador Zinho, disse que negros seriam mais propensos a cometer falhas.

    “A gente tava jogando, Guarani e Palmeiras, e o goleiro fazendo milagre, pegando cada bola. Aí eu passo por ele (Zinho) dentro do jogo: ‘Zinho, tu não vai fazer gol hoje?’ Aí ele falou: ‘Esse goleiro é negão, daqui a pouco ele erra’. Aí 43 [minutos], chutaram uma bola de longe, a bola entrou. ‘Tá vendo o que eu falei? É goleiro negão. Goleiro negão sempre toma um gol’”.

    Dias depois da repercussão negativa, Edilson disse que era uma “brincadeira comum no meio do futebol”. “Minha família é negra. Meus melhores amigos são negros. Como vou ser racista? É coisa de resenha”, disse ao GE.

    No ano seguinte, em 2019, Edilson deu mais uma declaração controversa. Ele fez comentários machistas sobre a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, no programa Os Donos da Bola (Band).

    Ao comentar um vídeo dela batendo um pênalti, disse: “Isso é ridículo! Será que não tem ninguém aí no Palmeiras para chegar e falar para essa mulher não fazer isso? Ela quer ser famosa de qualquer jeito. Vai lavar um prato, vai lavar roupa.” Neto, o apresentador, tentou amenizar a situação e explicar o que Edilson teria tentado dizer.

    Em 2020, Edilson foi transfóbico ao se referir a uma trans por um nome pejorativo durante uma live. “Quando eu olhei, eu sabia quem era, né? Não era a Carla, mas o Carlão. Fiquei vendo ele mexendo com a mulher. E era um traveco.” Ele não chegou a pedir desculpas nesse caso.

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  • Aline Campos explica no BBB 26 por que abandonou o sobrenome Riscado

    Aline Campos explica no BBB 26 por que abandonou o sobrenome Riscado

    Ela contou ainda que o sobrenome Riscado pertencia ao seu ex-marido e, embora mantenha uma relação cordial com ele por causa do filho Nathan, de 14 anos, precisava de uma identidade que fosse apenas sua

    (CBS NEWS) — Aline Campos, conhecida nacionalmente por anos como Aline Riscado, explicou o motivo da mudança de nome artístico durante uma conversa com brothers e sisters do BBB 26. A ex-dançarina do Faustão contou que a decisão, tomada em 2021 após 11 anos usando o sobrenome Riscado, não teve relação direta com o divórcio do empresário Rodrigo Riscado, ocorrido em 2015.

    Segundo Aline, a mudança foi resultado de um processo profundo de autoconhecimento e da necessidade de romper com estereótipos que já não representavam quem ela é hoje. De acordo com a modelo, o sobrenome a mantinha associada a uma imagem de “símbolo sexual” que não condizia mais com sua essência.

    “Durante o meu processo de autoconhecimento, me desfazendo de algumas coisas, senti que esse nome não estava mais fazendo sentido”, afirmou. “Eu sentia que estava atraindo os mesmos trabalhos, as mesmas pessoas, as mesmas conexões, e aí percebi que o nome interferia nisso. Todo mundo me chamou de maluca, minha mãe também”, contou a participante do grupo Camarote.

    Aline, de 38 anos, revelou ainda que chegou a consultar a numerologia antes de confirmar a decisão, que hoje considera uma das melhores de sua vida. Mesmo assim, enfrentou resistência. “Eu ouvia muito: ‘Aline Campos é muito simples, Aline Riscado é mais diferente, você já é conhecida, as pessoas não vão te reconhecer’. Mas eu sou simples”, declarou.

    Ela explicou que o sobrenome Riscado pertencia ao ex-marido e que, apesar de manter uma relação cordial com ele por causa do filho Nathan, de 14 anos, sentiu a necessidade de construir uma identidade que fosse exclusivamente sua. “Perdi muitos seguidores que não me reconheceram nessa mudança, mas tenho ganhado muitos outros”, afirmou, destacando que hoje é vista de forma mais humana e menos estereotipada.

    Ao final, Aline pediu respeito à escolha que fez. “Se você me respeita, me chame de Aline Campos ou de Aline.”

    Aline Campos explica no BBB 26 por que abandonou o sobrenome Riscado

  • É difícil não ter algum nível de narcisismo hoje, diz Chay Suede, em sua primeira peça

    É difícil não ter algum nível de narcisismo hoje, diz Chay Suede, em sua primeira peça

    A peça lança um olhar satírico sobre temas contemporâneos e, nesse mosaico de tom quase confessional, o público pode se reconhecer em diversos momentos. O cavalheiro Roobertchay — nome real do ator — também funciona como um espelho voltado para a plateia, incluindo ironias direcionadas ao próprio Chay e à sua condição de celebridade.

    (CBS NEWS) — Chay Suede não fazia ideia de que profissão teria quando, ainda muito jovem, estrelou um vídeo publicitário hospitalar coordenado pelo pai. Anos depois, também para dar uma mãozinha ao genitor, vestiu-se de monstro e deu sustos no público de uma atração de terror em um shopping.

    Mal sabia ele que, em breve, iria parar na TV, despontando como ídolo de uma fictícia banda pop teen e, depois, se firmando como astro de novelas do horário nobre, além de eventuais aparições no cinema.

    Sem se dar conta, havia se tornado ator. Ainda faltava ao currículo, porém, o que para a maioria dos colegas costuma ser o primeiro passo na carreira: uma peça de teatro. Ausência que o ator, hoje com 33 anos, supre a partir desta quinta-feira (15), com a estreia, no Rio de Janeiro, do monólogo Peça Infantil: A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Roobertchay. O espetáculo tem direção de Felipe Hirsch, que assina a dramaturgia ao lado de Caetano W. Galindo.

    Apesar do título, não se trata de um espetáculo para crianças. O termo “infantil” remete mais à ludicidade da proposta, que brinca o tempo todo com o espectador, embora também dialogue com possíveis memórias da infância de Chay presentes no texto.

    Entre os episódios narrados — que podem ou não ser reais — estão uma circuncisão acidental em uma janela, a amizade com o filho de um pastor pedófilo e a surra que o ator teria levado do mesmo amigo ao reencontrá-lo depois de famoso.

    O protagonista funciona como uma espécie de duplo de Chay Suede, mas em uma composição híbrida que incorpora outras referências, especialmente ao personagem picaresco Tristram Shandy, do escritor britânico Laurence Sterne, conhecido por narrativas cheias de digressões e verdades duvidosas.

    A peça lança um olhar satírico sobre temas contemporâneos e, nesse mosaico de tom quase confessional, o público pode se reconhecer em diversos momentos. O cavalheiro Roobertchay — nome real do ator — também funciona como um espelho voltado para a plateia, incluindo ironias direcionadas ao próprio Chay e à sua condição de celebridade.

    “A peça é a dramaturgia criada pelo Felipe e pelo Caetano em cima de conversas que tivemos, de muitas fantasias que eles criaram baseadas em alguma realidade”, diz o ator após um ensaio. “Foram umas 30 horas de conversa. Coisas que falei por 40 segundos, às vezes, viraram um capítulo inteiro da peça, que tem 12 no total. E outras, que eu detalhei por uma hora, não renderam nada. Às vezes até eu me perco com o quanto de realidade existe ali.”

    O projeto surgiu quando Chay procurou Hirsch para uma parceria. O diretor avaliou que o encontro poderia render algo promissor. “Naquele momento, eu já tinha muita consciência do Chay como ator. A gente se encontrou, pensei em algumas ideias e achei ele realmente muito surpreendente como persona”, afirma.

    Hirsch explica que, ao ouvir as histórias, passou a imaginar um espetáculo que extrapolasse o caráter anedótico das narrativas, aprofundando discussões presentes em trabalhos anteriores sobre a ideia de autenticidade. “Eu queria fazer alguma coisa sobre verdade. Esta peça desenvolve um caminho que percorri em espetáculos recentes, que tratam da noção do que é autêntico e de como nos reconhecemos como verdade no que vemos, nesse espelho constante.”

    O diretor pensou a montagem como uma espécie de mockumentary, termo usado para pseudodocumentários que assumem pouco ou nenhum compromisso com a realidade.

    Para Chay, o maior desafio foi trabalhar as nuances do texto, repleto de frases pomposas, com aparência de outra época, mas atravessadas por um subtexto contemporâneo. “O nome desse personagem eu partilho comigo, mas ele é um outro. Com o tempo, fomos encontrando maneiras de deixar isso claro cenicamente, porque não adianta só a gente entender; o público precisa perceber também.”

    A carreira de Chay Suede na TV foi uma das mais meteóricas dos últimos anos. Se as primeiras experiências vieram para ajudar o pai, foi também por insistência dele que o ator topou fazer um teste para o reality musical Ídolos, da Record, em 2010. Na época, tinha 18 anos e acabou sendo convidado para integrar a versão brasileira de Rebelde, fenômeno teen que já havia explodido no México.

    A consolidação como ator veio após a ida para a Globo, em 2014. Em Império, quando viveu o protagonista na primeira fase da novela, ele passou a se enxergar como ator de fato e começou a estudar atuação com mais afinco.

    “No começo, minha preocupação era se algum dia eu conseguiria deixar de ser considerado um ex-Rebelde. Não por vergonha, mas porque eu queria ir além. Cheguei a pensar que poderia atuar ocasionalmente, mas não achava que isso seria a minha vida.”

    A vontade de estrear no teatro não surgiu como cobrança externa. “Lá no início, senti um pouco por vir de um reality musical. Depois, não mais. O fato é que recebi muitos depoimentos de amigos dizendo o quanto o teatro mudaria minha vida, pela experiência em si”, afirma.

    Chay reconhece que alguns podem enxergar no espetáculo uma exaltação pessoal, já que sua estreia nos palcos se dá em um monólogo com elementos autobiográficos. Para ele, essa leitura também faz parte do debate proposto. “É muito difícil viver nosso tempo sem algum nível de narcisismo. O diferencial é perceber quando você está sendo empurrado para esse lugar.”

    Atento às transformações sociais e políticas, o ator também comenta o cenário cultural do país. Ele elogia os governos Lula e associa o atual momento do cinema brasileiro às políticas de incentivo. “A quantidade de projetos, o apoio à arte e à cultura e a revolução que está acontecendo no cinema têm relação direta com essas políticas.”

    Por fim, Chay diz não temer a reação dos fãs mais antigos diante de um projeto tão desafiador. “É um espetáculo que exige cabeça aberta. Ele frustra algumas expectativas, mas alimenta outras inimagináveis. Estou curioso para ver como o público da época de Rebelde vai reagir.”

    PEÇA INFANTIL: A VIDA E AS OPINIÕES DO CAVALHEIRO ROOBERTCHAY
    Quando: janeiro, qui. a sáb., às 20h30; dom., às 19h30. Fevereiro: sex., às 20h30; sáb., às 18h e 20h30; dom., às 19h30. De 15 de janeiro a 1º de março
    Onde: Teatro Casa Grande — av. Afrânio de Melo Franco, 290, loja A, Rio de Janeiro
    Preço: R$ 160 a R$ 220
    Classificação: 14 anos
    Autoria: Felipe Hirsch e Caetano W. Galindo
    Elenco: Chay Suede
    Direção: Felipe Hirsch
    Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/a-vida-e-as-opinioes-do-cavalheiro-roobertchay-rio-de-janeiro 
     
     
     

     

    É difícil não ter algum nível de narcisismo hoje, diz Chay Suede, em sua primeira peça

  • Cidade marcada pela extrema pobreza: onde Wagner Moura passou a infância

    Cidade marcada pela extrema pobreza: onde Wagner Moura passou a infância

    Ator nasceu em Salvador, mas cresceu no sertão da Bahia, em uma cidade destruída pela construção da hidrelétrica de Itaparica. A infância em Rodelas marcou a formação pessoal e artística do primeiro brasileiro a vencer um Globo de Ouro.

    O caminho que levou Wagner Moura ao reconhecimento internacional começou longe dos grandes centros culturais do país. Embora tenha nascido em Salvador, foi no sertão da Bahia que o ator passou parte decisiva da infância e construiu referências que, anos depois, ajudariam a moldar sua trajetória artística.

    Ainda criança, Wagner se mudou com a família para Rodelas, município localizado às margens do Rio São Francisco. Ele viveu na cidade até os 11 anos de idade, período marcado por uma transformação radical: Rodelas foi completamente destruída nos anos 1980 para dar lugar ao reservatório da Usina Hidrelétrica de Itaparica.

    A obra, iniciada durante a ditadura militar, tinha como objetivo ampliar a geração de energia no Nordeste, mas provocou o deslocamento forçado de milhares de moradores. Em 1986, trabalhadores rurais chegaram a ocupar a barragem em protesto contra a desocupação da cidade. Pouco depois, a antiga Rodelas foi inundada, dando origem ao Lago de Itaparica.

    Wagner se mudou ainda criança para Rodelas, onde morou com a família até os 11 anos de idade. A permanência na cidade foi interrompida de forma abrupta nos anos 1980, quando o município foi destruído para a construção da Usina Hidrelétrica de Itaparica, no Rio São Francisco. A obra provocou o deslocamento forçado de toda a população local e deu origem ao Lago de Itaparica.

    À época, o então menino Wagner chegou a falar com um repórter sobre a mudança. Em uma entrevista resgatada recentemente nas redes sociais, ele comentou, com naturalidade infantil, o impacto da decisão. “Não estava com vontade de mudar, não, mas agora já mudei”, disse. Em seguida, confessou o estranhamento com a nova realidade: “Lá, é tudo estranho para a gente”.

     
     
     

     
     
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    Décadas depois, o contraste entre a projeção internacional do ator e a realidade social de Rodelas voltou a chamar atenção. Mais de 90% da população do município está cadastrada no CadÚnico em situação de pobreza ou extrema pobreza. O PIB per capita gira em torno de R$ 15 mil, e a cidade enfrenta desafios estruturais, como baixo índice de saneamento básico, número limitado de escolas e ausência de hospital de referência.

    Apesar das dificuldades, Rodelas mantém forte identidade cultural, com vínculos históricos com comunidades indígenas e territórios tradicionais do sertão baiano. É nesse cenário que se inscreve a infância de Wagner Moura, marcada pela convivência com o interior nordestino e pelas consequências sociais de grandes obras de infraestrutura no país.

    Na adolescência, o ator retornou a Salvador, onde iniciou os estudos em teatro e passou a se apresentar em espetáculos locais. Mais tarde, cursou jornalismo na Universidade Federal da Bahia, etapa decisiva para a consolidação de sua formação artística e política.

    Em entrevista ao programa Papo de Segunda, em 2021, Wagner Moura resumiu a importância dessas experiências para a própria identidade. Disse ser resultado direto dos lugares onde viveu, do sertão da Bahia e da capital, das vivências culturais e humanas que o cercaram desde cedo.

    “Sou resultado do lugar de onde vim, da minha infância, do contexto cultural onde fui forjado, tanto do sertão da Bahia quanto de Salvador”, afirmou o ator. “Do que vi, do que vivi, do que vi de produção cultural, de produção artística em Salvador, de estar ali naquela cidade com aquelas pessoas.”

     

    Cidade marcada pela extrema pobreza: onde Wagner Moura passou a infância

  • Casamento à vista? Virginia Fonseca quebra o silêncio sobre a vida a dois

    Casamento à vista? Virginia Fonseca quebra o silêncio sobre a vida a dois

    Virginia comenta os rumores de casamento, fala sobre o relacionamento recente, explica a boa relação com o ex-marido por causa dos filhos e esclarece se pensa em ampliar a família neste momento

    Virginia Fonseca fez questão de negar rumores sobre um possível casamento em 2026 e falou abertamente sobre o momento atual da vida pessoal. A declaração foi dada durante entrevista ao vivo, nesta terça-feira (13), no programa Jornal dos Famosos, da LeoDias TV.

    Questionada sobre a possibilidade de subir ao altar, a influenciadora reagiu de forma direta. “Gente, pelo amor de Deus. Casamento? Acabei de começar um relacionamento, não tem nem três meses”, afirmou. Em seguida, reforçou que não há qualquer conversa sobre o assunto no momento. “Não tem casamento, não tem conversa de casamento”, completou.

    Apesar de descartar planos futuros mais sérios, Virginia admitiu estar vivendo uma fase positiva no relacionamento com o jogador Vinícius Júnior. “Tô apaixonadíssima. Tô feliz”, disse. Ao comentar sobre o sentimento, destacou: “É sempre muito bom. Eu tô muito feliz com o Vini, estou me sentindo amada, tá sendo muito incrível”.

    Durante a entrevista, Virginia também comentou a relação com o ex-marido, Zé Felipe, após ele agradecê-la publicamente por ter emprestado um jato particular para que conseguisse realizar um show. Na ocasião, o cantor se referiu a ela pelo apelido “Vivíbora”, o que gerou curiosidade entre os apresentadores.

    Sobre o termo, a influenciadora minimizou qualquer polêmica. “Vivíbora é um apelido que todo mundo me chama. O Lucas Guedez começou e agora todo mundo fala”, explicou. Segundo ela, a relação com o ex segue respeitosa por causa dos filhos. “Eu tenho um respeito muito grande pelo Zé e ele também por mim. A gente tem uma relação muito boa por causa dos nossos filhos, temos três filhos”, afirmou.

    Questionada se considera o apelido carinhoso, Virginia desconversou, aos risos. “Se é carinhoso ou não, eu não sei, mas eu levei numa boa, não me incomodei”, declarou.

    Casamento à vista? Virginia Fonseca quebra o silêncio sobre a vida a dois

  • Isis Valverde é indicada ao prêmio de pior atriz no Framboesa nos EUA

    Isis Valverde é indicada ao prêmio de pior atriz no Framboesa nos EUA

    A atriz brasileira aparece entre os indicados após sua estreia em Hollywood no filme Alarum. A nomeação ao prêmio que satiriza as piores atuações do ano reacende discussões sobre as dificuldades de adaptação de artistas brasileiros ao mercado cinematográfico dos Estados Unidos.

    A estreia de Isis Valverde no cinema norte-americano ganhou repercussão internacional, mas não da forma esperada. A atriz brasileira foi incluída na lista de indicados ao Framboesa de Ouro 2026, prêmio satírico que destaca os piores desempenhos e produções do ano, após sua participação no filme de ação Alarum.

    Radicada nos Estados Unidos e em processo de transição de carreira, Isis concorre na categoria de pior atriz coadjuvante. A indicação chamou atenção por marcar seu primeiro grande projeto em Hollywood e por evidenciar os riscos enfrentados por artistas estrangeiros ao ingressar em um mercado altamente competitivo e pouco tolerante a estreias irregulares.

    Lançado como uma aposta no gênero de ação, Alarum reuniu um elenco experiente e nomes consagrados do cinema, mas não conseguiu agradar à crítica. O longa foi alvo de avaliações negativas, principalmente pelo roteiro previsível e pela condução pouco inspirada das atuações. Nesse contexto, o desempenho da atriz brasileira acabou sendo associado ao fracasso do projeto.

    A indicação ao Framboesa de Ouro, no entanto, não coloca Isis em isolamento. A edição deste ano também inclui produções de grande estúdio e orçamento elevado que não corresponderam às expectativas, como o live-action de Branca de Neve, da Disney. Historicamente, o prêmio já teve entre seus indicados artistas premiados e respeitados, o que relativiza o impacto do rótulo.

    No Brasil, a reação foi dividida. Enquanto críticas surgiram nas redes sociais, sobretudo relacionadas à atuação em inglês, muitos fãs apontaram que a fragilidade do filme comprometeu todo o elenco. Também houve comparações com trajetórias internacionais de outros atores brasileiros que enfrentaram rejeição inicial antes de se consolidarem fora do país.

    Apesar da repercussão negativa, Isis Valverde segue investindo na carreira internacional. Estabelecida em Los Angeles, ela continua participando de testes e avaliando novos projetos.

    Isis Valverde é indicada ao prêmio de pior atriz no Framboesa nos EUA

  • Brian Tyree Henry homenageia Wagner Moura após vitória no Globo de Ouro

    Brian Tyree Henry homenageia Wagner Moura após vitória no Globo de Ouro

    Ator americano exalta parceria em Ladrões de Drogas e agradece brasileiro por mostrar a verdadeira irmandade; colegas de elenco na série da Apple TV, os dois também concorrem no Critics Choice Awards

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O ator americano Brian Tyree Henry usou as redes sociais para homenagear Wagner Moura após a vitória no Globo de Ouro como melhor ator em filme de Drama, neste domingo (11), em Beverly Hills, na Califórnia. Os dois atuaram na série “Ladrões de Drogas”, da Apple TV. “Este é o cara. Ele é uma lenda e um dos seres humanos mais incríveis que existem”, começou.

    Henry continuou elogiando o brasileiro pela atuação em “O Agente Secreto”. O longa de Kleber Mendonça Filho venceu o Globo de Ouro de melhor filme em língua estrangeira. “Se existissem prêmios para isso, ele mereceria ainda mais. Wagner, tudo ficou melhor no momento em que te conheci. Obrigado por me mostrar a verdadeira irmandade e amizade nesta vida. Eu te amo muito, irmão. Parabéns, é muito merecido”, escreveu na legenda de um carrossel com fotos dos bastidores da produção.

    Em “Ladrões de Drogas”, os atores interpretam melhores amigos que fingem ser agentes da Polícia Federal para roubar uma casa, mas o que era para ser um golpe simples vira uma questão de vida ou morte ao revelarem uma grande rota de drogas nos EUA.

    No Critics Choice Awards, além de concorrer pela interpretação em O Agente Secreto -prêmio que perdeu para Timothée Chalamet-, Wagner Moura também disputava a categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada por “Ladrões de Drogas”. Já Brian Tyree Henry concorria como Melhor Ator.

    Brian Tyree Henry homenageia Wagner Moura após vitória no Globo de Ouro

  • NX Zero se pronuncia após baixista comentar em post de Lula

    NX Zero se pronuncia após baixista comentar em post de Lula

    Caco Grandino se envolveu em polêmica ao reagir com emojis de risada a uma publicação do presidente nas redes sociais; banda diz que opiniões individuais não representam o grupo e reforça compromisso com democracia e respeito

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – A banda NX Zero publicou um comunicado em suas redes sociais esclarecendo que o grupo não apoia discursos antidemocráticos. A manifestação ocorreu nesta terça-feira (13), após o baixista Caco Grandino se envolver em uma polêmica ao curtir um comentário em uma publicação do presidente Lula, gerando interpretações sobre seu posicionamento político.

    A controvérsia começou quando Caco comentou com emojis de risada em uma publicação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele havia postado, na última quinta-feira (8), uma mensagem sobre o veto integral ao PL da Dosimetria, que reduziria as penas dos condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

    O delegado Yasser Yassine, que concorreu à Prefeitura de Formosa (GO) pelo Partido Verde (PV) nas eleições municipais de 2024, comentou: “Estive aí. O evento foi lindo. Viva a democracia. Brasil soberano”.

    Caco respondeu com emojis de risada e, em seguida, Yasser rebateu o baixista, que teve o posicionamento atribuído à direita. “O rock sempre foi contra a censura e o autoritarismo. Ver roqueiro passando pano para o 8 de janeiro é uma inversão completa do que o gênero representa. Se você não entendeu isso, talvez explique por que o NX Zero parou no tempo”, disparou o policial.

    “O NX Zero tem cinco integrantes, cada um com sua vida e suas opiniões, que não representam o grupo como um todo. A banda não apoia discursos antidemocráticos e reforça que sua música é e sempre será um espaço de liberdade, respeito e união, jamais de divisão”, diz a nota. Caco Grandino entrou no grupo em 2006 e passou a integrar a fase mais bem-sucedida da banda, ao lado de Di Ferrero, Gee Rocha, Filipe Ricardo e Daniel Weksler.

    A situação gerou reações negativas entre fãs da banda, formada em 2001. “Decepcionada com o Caco Grandino e envergonhada por ter me humilhado no show inteiro do NX Zero gritando que eu amo ele”, escreveu uma internauta. Outro sugeriu: “Espero que a banda troque o baixista”. Um terceiro completou: “Que coisa feia!”.

    NX Zero se pronuncia após baixista comentar em post de Lula

  • Zoe Saldaña se torna a atriz de maior bilheteria da história com novo 'Avatar'

    Zoe Saldaña se torna a atriz de maior bilheteria da história com novo 'Avatar'

    Cifras das produções que estrelou somam mais de US$ 15 bilhões; estrela participou dos três filmes com maior arrecadação no mundo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Zoe Saldaña tornou-se a atriz de maior bilheteria da história do cinema após sua participação em “Avatar: Fogo e Cinzas”, filme mais recente da franquia criada por James Cameron.

    Com o lançamento, que estreou em 18 de dezembro do ano passado, a soma da arrecadação global dos longas-metragens dos quais participou chegou a US$ 15,47 bilhões -cerca de R$ 83 bilhões-, o suficiente para colocá-la no topo do ranking de bilheteria entre atores e atrizes.

    Até então, Saldaña ocupava a terceira posição, atrás dos colegas que também atuaram em filmes da Marvel –Scarlett Johansson e Samuel L. Jackson. O salto para o primeiro lugar foi impulsionado pelo desempenho comercial de “Avatar: Fogo e Cinzas”, que arrecadou US$ 1,23 bilhão desde sua estreia, segundo levantamento do site especializado The Numbers.

    A atriz dominicana estrelou os três dos filmes de maior bilheteria de todos os tempos. O primeiro “Avatar”, de 2009, lidera o ranking histórico, enquanto “Avatar: O Caminho da Água”, de 2022, ocupa o terceiro lugar. Entre os dois está “Vingadores: Ultimato”, de 2019.

    Saldaña também integra um grupo ainda mais restrito –é a primeira atriz a ter participado de quatro filmes que ultrapassaram a marca de US$ 2 bilhões em bilheteria global, incluindo “Vingadores: Guerra Infinita”, de 2018.

    Além de viver Gamora em três filmes da franquia “Guardiões da Galáxia”, a atriz interpretou Nyota Uhura na trilogia mais recente de “Star Trek”, que somou mais de US$ 1 bilhão em arrecadação mundial. Saldaña deve retornar nos próximos capítulos da saga de Pandora. “Avatar 4” está previsto para dezembro de 2029, e “Avatar 5”, para dezembro de 2031.

    O domínio nas telas veio acompanhado de reconhecimento crítico. Em março do ano passado, Saldaña venceu o Oscar de melhor atriz coadjuvante por sua atuação em “Emilia Pérez”, de Jacques Audiard, tornando-se a primeira atriz dominicana-americana a conquistar uma estatueta da Academia.

    Zoe Saldaña se torna a atriz de maior bilheteria da história com novo 'Avatar'