Categoria: MUNDO

  • Menino de 2 anos recebe coração “queimado” e mãe pede milagre; entenda

    Menino de 2 anos recebe coração “queimado” e mãe pede milagre; entenda

    Criança está em estado grave após transplante realizado na Itália com órgão que teria sido danificado durante o transporte. Família denunciou o caso, autoridades investigam possível negligência e menino aguarda novo coração para sobreviver

    Um menino de dois anos e três meses está em estado grave após receber um transplante de coração que teria chegado “queimado” ao hospital. A cirurgia foi realizada em 23 de dezembro no Hospital Monaldi, em Nápoles, na Itália. Segundo informações divulgadas pela imprensa local, o órgão pode ter sido danificado durante o transporte, possivelmente devido ao uso inadequado de gelo seco. A família registrou queixa junto às autoridades italianas e afirma que agora “espera por um milagre”.

    “O tempo está passando rápido, meu filho não está bem e está em estado grave. Há 50 dias ele luta entre a vida e a morte. Só peço que outro coração chegue logo. Hoje ele ainda pode passar por um segundo transplante, mas não sabemos se amanhã isso será possível. Se não surgir um novo coração em 48 horas, ele pode não resistir”, disse a mãe da criança, identificada como Patrizia, ao jornal Corriere della Sera. O nome do menino foi preservado.

    De acordo com o veículo italiano, o coração saiu de Bolzano no dia 23 de dezembro, após a morte do doador. Durante o transporte até Nápoles, o órgão não teria sido conservado de forma adequada e chegou inutilizado.

    O chefe da equipe médica e dois cirurgiões responsáveis pelo procedimento foram suspensos. O hospital também decidiu interromper temporariamente os transplantes pediátricos por precaução. A instituição abriu uma investigação interna para apurar como um órgão inviável foi implantado.

    O Ministério Público de Nápoles indiciou seis pessoas, tanto em Bolzano quanto em Nápoles, por suspeita de negligência. As investigações apuram duas hipóteses principais: falhas na conservação e no transporte do órgão, incluindo o uso de gelo seco, e possíveis irregularidades na realização do transplante.

    “Só nos disseram que o transplante não tinha dado certo. Agora sabemos que colocaram no meu filho um coração que não funcionava”, afirmou a mãe.

    A criança foi novamente incluída na lista europeia de transplantes pediátricos e aguarda um novo órgão. Segundo Patrizia, o menino foi diagnosticado com cardiomiopatia dilatada aos quatro meses de vida, mas levava uma rotina praticamente normal enquanto aguardava na fila há dois anos.

    “Recebemos a ligação para o transplante e, desde então, ele está internado em coma induzido”, relatou.

    De acordo com a mãe, o filho não acordou da anestesia, permanece sedado e não pode se movimentar. Ela afirmou ainda que só soube dos detalhes do caso dias depois, por meio da imprensa. “No hospital, apenas nos informaram que o transplante não havia sido bem-sucedido. Não imaginávamos o que tinha acontecido durante o transporte”, disse.

    Apesar da situação, Patrizia reconheceu o esforço da equipe médica. “Mesmo com todos os problemas, os médicos estão fazendo tudo o que podem. Tentaram de todas as formas fazer o novo coração funcionar, mas não foi possível”, concluiu.
     
     

    Menino de 2 anos recebe coração “queimado” e mãe pede milagre; entenda

  • Tensão aumenta e EUA enviam maior porta-aviões ao Oriente Médio

    Tensão aumenta e EUA enviam maior porta-aviões ao Oriente Médio

    Movimentação do USS Gerald R. Ford reforça presença militar na região em meio à pressão de Donald Trump por um acordo nuclear com o Irã. Deslocamento coloca dois grupos de ataque de porta-aviões na área e sinaliza possível escalada nas tensões

    O maior porta-aviões dos Estados Unidos, o USS Gerald R. Ford, recebeu ordens para deixar o Mar das Caraíbas e seguir para o Oriente Médio, segundo uma fonte não identificada ouvida pela Associated Press. A decisão consolida informações de que a Casa Branca avalia uma possível ação militar contra o Irã em meio a tensões crescentes sobre o programa nuclear do país.

    A movimentação do USS Gerald R. Ford, noticiada inicialmente pelo The New York Times, vai colocar dois porta-aviões e seus navios de guerra acompanhantes na região. O porta-aviões USS Abraham Lincoln, acompanhado por três contratorpedeiros lançadores de mísseis, já está no Oriente Médio há mais de duas semanas.

    Fontes disseram à AP que as instruções para a nova rota do USS Ford foram dadas sob condição de anonimato, por envolver questões sensíveis de estratégia militar. A mudança representa uma reversão repentina nas operações do navio, que havia sido deslocado do Mar Mediterrâneo para o Caribe no ano passado, quando os EUA intensificaram a presença militar na região antes de uma operação que resultou na captura do então presidente venezuelano Nicolás Maduro.

    A concentração de poder naval no Oriente Médio também desafia a recente estratégia de segurança nacional dos Estados Unidos, que vinha enfatizando prioridades no Hemisfério Ocidental em detrimento de outras regiões geopolíticas.

    O presidente Donald Trump disse recentemente que considera enviar uma segunda força de ataque de porta-aviões ao Oriente Médio caso as negociações com o Irã não avancem.

    O USS Gerald R. Ford iniciou sua missão em junho de 2025, o que significa que sua tripulação estará embarcada há cerca de oito meses nas próximas semanas. Não está claro quanto tempo o navio permanecerá no Oriente Médio, mas a nova missão pode se estender por um período excepcionalmente longo.

    A Casa Branca ainda não comentou oficialmente a nova movimentação militar.

     

    Tensão aumenta e EUA enviam maior porta-aviões ao Oriente Médio

  • Após ser estuprada, adolescente é devorada viva por porcos na Rússia

    Após ser estuprada, adolescente é devorada viva por porcos na Rússia

    Jovem de 17 anos foi atacada por funcionário da fazenda da família, ficou inconsciente e sangrando no local. Segundo o tribunal, os animais reagiram ao sangue e passaram a atacá-la. Homem foi condenado a 23 anos de prisão por homicídio e violência sexual

    Um tribunal da região de Krasnoyarsk, na Rússia, condenou a 23 anos de prisão em regime fechado o trabalhador rural Igor Zykov, de 42 anos, pelo assassinato da adolescente Milena Shevelyova, de 17. O caso ganhou repercussão internacional após detalhes do crime serem divulgados pelo tabloide britânico The Sun.

    Segundo as autoridades, Zykov trabalhava na fazenda da família da jovem e teria agido por vingança contra o pai dela, seu empregador. De acordo com o processo, ele entrou no celeiro no fim do dia, supostamente com a intenção de incendiar o local, mas encontrou Milena alimentando os porcos.

    Conforme relatado em juízo, o homem, que estaria embriagado, agrediu a adolescente com socos e golpes. Depois de deixá-la inconsciente e com ferimentos sangrando, roubou o celular dela e fugiu.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução- East2West  

    Em comunicado citado pelo The Sun, o tribunal afirmou: “Zykov agrediu a garota, roubou seu telefone celular e, após ela perder a consciência por causa dos golpes, a deixou em um chiqueiro com ferimentos sangrando. Os porcos reagiram ao sangue e começaram a atacar a garota”.

    O tabloide também publicou que, segundo o portal russo Readovka, “o homem deixou deliberadamente a jovem para ser devorada pelos porcos, pois sabia que os animais atacariam o corpo”.

    O laudo pericial apontou que Milena morreu em decorrência de hemorragia massiva após o rompimento da artéria femoral. Ela ainda estava viva quando os animais a atacaram, segundo as conclusões apresentadas no tribunal.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução- East2West  

    Zykov confessou o homicídio, mas negou ter cometido violência sexual. Investigadores, no entanto, afirmaram que provas forenses confirmaram o abuso. Ele foi condenado por homicídio, atos sexuais violentos e furto.

    No dia do crime, os pais da adolescente estavam fora de casa. Preocupados porque ela não atendia ao telefone, pediram ao namorado, de 18 anos, que fosse até a propriedade. A imprensa local relatou que o jovem encontrou a cena e saiu em estado de choque, pedindo socorro. A ambulância foi chamada, mas Milena já havia morrido.

    O réu já tinha antecedentes criminais, incluindo uma condenação anterior por matar o próprio irmão. Após cumprir pena, havia conseguido emprego na fazenda da família da vítima. O caso provocou comoção na comunidade local e ampla repercussão internacional.
     
     

     

    Após ser estuprada, adolescente é devorada viva por porcos na Rússia

  • Goma “diferente” deixa comissários da British Airways atordoados

    Goma “diferente” deixa comissários da British Airways atordoados

    Três funcionários da British Airways consumiram gomas que tinham maconha, sem saberem que a substância estava nos doces – oferecidos por um passageiro. O consumo aconteceu apenas quando já estavam em Los Angeles, nos EUA, após um voo vindo de Londres, no Reino Unido.

    Três comissários de bordo da British Airways precisaram de atendimento médico após consumirem, sem saber, balas de goma com maconha oferecidas por um passageiro. A data do episódio não foi divulgada, mas o caso veio a público nesta semana na imprensa britânica.

    De acordo com os relatos, os doces foram ingeridos depois do desembarque em Los Angeles, nos Estados Unidos. O voo havia partido do aeroporto de Heathrow, em Londres. Segundo jornais do Reino Unido, é comum que passageiros ofereçam guloseimas à tripulação, principalmente em viagens de longa duração.

    As balas teriam sido consumidas dentro do ônibus que transportava os funcionários até o hotel. Pouco tempo depois, os três começaram a apresentar sintomas incomuns. Já na chegada ao hotel, estariam desorientados e em estado de pânico, sem entender o que estava acontecendo.

    Uma fonte ouvida pela imprensa britânica afirmou que foi uma sorte o consumo não ter ocorrido durante o voo. Os comissários foram encaminhados a um hospital para avaliação, e a companhia acionou outra equipe para assumir o trajeto de volta a Londres.

    Dias depois, os três retornaram ao Reino Unido como passageiros. A British Airways abriu uma investigação interna para identificar o responsável por oferecer os doces. O passageiro poderá enfrentar consequências legais, já que a situação colocou em risco a segurança operacional.

    Em declaração à imprensa, a mesma fonte destacou que, apesar de algumas pessoas considerarem o episódio curioso, a empresa trata o caso com extrema seriedade. Segundo ela, se a tripulação tivesse sido afetada durante o voo, as consequências poderiam ter sido graves.
     
     

     

    Goma “diferente” deixa comissários da British Airways atordoados

  • Receita dos EUA vaza dados fiscais de milhares de pessoas para setor de imigração, diz jornal

    Receita dos EUA vaza dados fiscais de milhares de pessoas para setor de imigração, diz jornal

    Reportagem do Washington Post afirma que agência tributária repassou dados protegidos a autoridades de imigração, possivelmente além dos limites legais; caso pode resultar em indenizações a contribuintes afetados e em sanções a servidores envolvidos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Receita Federal dos Estados Unidos (IRS, na sigla em inglês) divulgou de forma indevida informações fiscais confidenciais de milhares de pessoas com autoridades federais de imigração, de acordo com reportagem do jornal Washington Post publicada nesta quarta-feira (11).

    A publicação, que ouviu três pessoas a par do caso, aponta que o episódio aparentemente ultrapassa limites legais estabelecidos para proteger os dados dos contribuintes.

    Ainda segundo a reportagem, a agência responsável pela arrecadação de impostos identificou o compartilhamento das informações recentemente e trabalha com outros órgãos federais para definir uma resposta. Procurada pelo Washington Post, o IRS e porta-vozes do governo não se manifestaram.

    Em abril, o Departamento do Tesouro, o IRS e o Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) firmaram um acordo que permitia o compartilhamento de dados de contribuintes com autoridades para ajudar na localização de migrantes. A iniciativa motivou a renúncia de funcionários da agência tributária.

    O entendimento representou uma ruptura com uma política histórica do IRS, que incentivava imigrantes a pagar impostos ao garantir que suas informações pessoais seriam protegidas.

    Na semana passada, um juiz federal anulou o acordo. Antes da decisão, porém, o DHS havia solicitado os endereços de 1,2 milhão de pessoas ao IRS, que respondeu com dados de cerca de 47 mil indivíduos, segundo registros judiciais citados pelo Washington Post.

    Ainda de acordo com as autoridades ouvidas pelo jornal, ao compartilhar os endereços com o DHS, a agência tributária acabou divulgando informações privadas de milhares de contribuintes que não deveriam ter sido incluídas. Ainda não há detalhes sobre quais dados foram expostos nem sobre possíveis medidas para reparar o erro.

    Em comunicado mencionado pelo jornal, um porta-voz do DHS afirmou que a troca de informações entre agências é fundamental para identificar quem está no país, incluindo criminosos violentos; avaliar possíveis ameaças à segurança pública e ao terrorismo; removê-los dos registros eleitorais e verificar quais benefícios públicos estariam sendo utilizados por estrangeiros às custas dos contribuintes.

    Não há, contudo, evidências de que imigrantes em situação irregular tentem participar das eleições nos EUA, e não há ligação comprovada entre essa população e níveis mais altos de criminalidade.

    Os indivíduos afetados podem ter direito a indenização financeira por cada divulgação ilegal de seus dados. Funcionários do governo também podem enfrentar penalidades civis e criminais severas caso tenham compartilhado informações fiscais confidenciais, de acordo com o Washington Post.

    Receita dos EUA vaza dados fiscais de milhares de pessoas para setor de imigração, diz jornal

  • Jovem é morta pelo pai após discussão sobre Trump

    Jovem é morta pelo pai após discussão sobre Trump

    Inquérito no Reino Unido revela que jovem de 23 anos teve discussão política com o pai horas antes de ser baleada no Texas; caso foi tratado como homicídio culposo nos EUA e não houve denúncia criminal

    A morte da britânica Lucy Harrison, de 23 anos, voltou ao centro das atenções após a abertura de um inquérito no Reino Unido que revelou detalhes das horas que antecederam o disparo fatal. Segundo informações divulgadas pela BBC, a jovem teria discutido com o pai sobre o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pouco antes de ser baleada.

    Lucy morreu em 10 de janeiro de 2025, na cidade de Prosper, no Texas, onde visitava o pai, Kris Harrison. Na época, a polícia americana investigou o caso como possível homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Um grande júri decidiu não apresentar denúncia criminal contra ele.

    Agora, o caso passou a ser analisado pela Justiça britânica, em Cheshire, região onde Lucy nasceu. Durante audiência, o namorado da jovem, Sam Littler, afirmou que o clima na casa ficou tenso após uma discussão política envolvendo Trump, que se preparava para assumir um novo mandato.

    De acordo com Littler, Lucy questionou o pai sobre acusações de abuso sexual atribuídas ao presidente americano e perguntou como ele reagiria se uma de suas filhas estivesse naquela situação. O comentário teria provocado forte abalo emocional na jovem, que deixou o ambiente contrariada.

    Ainda segundo o depoimento, pouco antes de o casal sair para o aeroporto, Kris Harrison levou Lucy até o quarto. Segundos depois, um disparo foi ouvido. Littler relatou ter encontrado a namorada caída no chão, enquanto o pai gritava por ajuda.

    Em declaração enviada ao tribunal e citada pela BBC, Kris Harrison afirmou que mostrava à filha uma pistola Glock 9 mm que guardava no quarto quando a arma disparou. Ele disse não se lembrar se estava com o dedo no gatilho no momento do tiro.

    O pai admitiu que havia consumido cerca de 500 ml de vinho no dia do episódio e reconheceu histórico de problemas com álcool. Uma policial que atendeu a ocorrência relatou ter sentido odor de bebida alcoólica quando chegou ao local. Imagens de segurança mostraram que Harrison havia comprado vinho horas antes do disparo.

    Durante a audiência, advogados do pai tentaram afastar a legista responsável pelo inquérito, alegando possível parcialidade. O pedido foi rejeitado. A defesa da mãe de Lucy sustentou que Kris era a única pessoa presente no quarto quando o tiro foi disparado.

    Em nota, também mencionada pela BBC, Kris Harrison afirmou que aceita as consequências do que aconteceu e declarou que carrega diariamente o peso da perda da filha.

    Lucy trabalhava no setor de moda e foi descrita pela mãe como uma jovem determinada, envolvida com causas que considerava importantes e apaixonada por debates. A audiência foi suspensa e deve ser retomada nos próximos dias, quando a legista apresentará suas conclusões.
     
     

     

    Jovem é morta pelo pai após discussão sobre Trump

  • Ataque a tiros em escola no Canadá deixa 9 mortos e 25 feridos

    Ataque a tiros em escola no Canadá deixa 9 mortos e 25 feridos

    Massacre atingiu colégio e residência em Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica. Outras 25 pessoas ficaram feridas, e a autora dos disparos também morreu. Autoridades investigam a motivação e a ligação entre os dois locais atingidos

    Nove pessoas morreram e outras 25 ficaram feridas após um ataque armado que atingiu uma escola e uma residência em Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica, no Canadá, na tarde desta terça-feira 10. A autora dos disparos também morreu, segundo confirmaram as autoridades.

    A ação começou por volta das 13h20 no horário local, 19h20 em Brasília, na Tumbler Ridge Secondary School, instituição que atende cerca de 160 alunos em uma cidade de pouco mais de 2 mil habitantes. Parte das vítimas foi localizada dentro do prédio escolar.

    Outras mortes ocorreram em uma casa apontada pela polícia como relacionada ao caso. Uma das pessoas baleadas não resistiu aos ferimentos e morreu durante o transporte para o hospital. Os demais feridos foram encaminhados a unidades de saúde da região. Até o momento, não foram divulgadas as identidades nem as idades das vítimas.

    A polícia informou que a suspeita correspondia às características descritas em um alerta emitido horas antes. Veículos de imprensa locais relataram que a autora seria uma mulher com cabelos castanhos. As autoridades não esclareceram se ela era estudante da escola nem confirmaram quantas vítimas eram menores de idade.

    Em entrevista coletiva, um porta-voz afirmou que a investigação busca esclarecer a motivação e a conexão entre os dois locais atingidos. “Estamos reunindo informações para compreender toda a dinâmica dos fatos”, disse.

    Dentro da escola, alunos relataram momentos de pânico. O estudante Darian Quist contou à rádio CBC que havia acabado de entrar na sala de aula quando o sistema de som orientou professores e alunos a trancarem as portas. Segundo ele, carteiras e mesas foram usadas para bloquear as entradas enquanto aguardavam a chegada da polícia.

    O jovem permaneceu abrigado por mais de duas horas até ser escoltado para fora do prédio. Após deixar a escola, reencontrou a mãe em um centro comunitário próximo, que serviu como ponto de apoio às famílias.

    A mãe do estudante afirmou que acompanhou o filho por telefone durante toda a ocorrência e presenciou intensa movimentação de viaturas, bombeiros e ambulâncias nas imediações. “Era possível ver policiais posicionados com armas em punho”, relatou.

    O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, classificou o episódio como devastador e expressou solidariedade às famílias atingidas. Ele suspendeu compromissos internacionais após o ataque.

    Autoridades provinciais e líderes partidários também se manifestaram, prometendo apoio à comunidade e acompanhamento rigoroso das investigações. Até a última atualização, a polícia não havia divulgado detalhes adicionais sobre as circunstâncias do crime.

    Ataque a tiros em escola no Canadá deixa 9 mortos e 25 feridos

  • Avião com 55 pessoas faz pouso de emergência e vai parar no mar; veja

    Avião com 55 pessoas faz pouso de emergência e vai parar no mar; veja

    Após falha técnica, aeronave tentou retornar ao aeroporto de Mogadíscio, mas ultrapassou a pista e acabou em águas rasas. Todos os passageiros e tripulantes sobreviveram. Companhia destacou a atuação do piloto.

    Um avião de passageiros da companhia somali Starsky Aviation fez um pouso de emergência na manhã desta terça-feira (10), nas proximidades do Aeroporto Internacional Aden Adde, em Mogadíscio, após apresentar uma falha técnica logo depois da decolagem. As 55 pessoas a bordo sobreviveram.

    Segundo a Autoridade de Aviação Civil da Somália (CAA), a aeronave, um Fokker 50, comunicou o problema à torre de controle cerca de 15 minutos após deixar o aeroporto e solicitou retorno imediato. Durante a tentativa de aterrissagem, o avião não conseguiu parar na pista, ultrapassou o asfalto e acabou em uma área de águas rasas próxima à costa.

    O diretor da CAA, Ahmed Macalin Hassan, afirmou que ainda não está claro qual foi a falha técnica que provocou o incidente. Uma investigação foi aberta para apurar as causas.

    A Starsky Aviation elogiou a atuação do piloto. Em declaração à BBC, o porta-voz da empresa destacou que a “rapidez de raciocínio” foi “crucial” para garantir a segurança dos 50 passageiros e cinco tripulantes. “Elogiamos a forma como ele lidou com a situação”, afirmou.

    Imagens divulgadas nas redes sociais mostram o avião parado na praia, cercado por água, enquanto passageiros deixam a aeronave e se afastam da área.

    A missão da União Africana na Somália informou, em publicação no Facebook, que tropas da ONU e da própria União Africana foram mobilizadas rapidamente para apoiar o resgate. O ministro dos Transportes do país também esteve no local.

    Avião com 55 pessoas faz pouso de emergência e vai parar no mar; veja

  • Raro “tornado de neve” é flagrado em vídeo nos EUA; veja as imagens

    Raro “tornado de neve” é flagrado em vídeo nos EUA; veja as imagens

    Fenômeno incomum foi registrado por uma moradora na região de Divide, no Colorado, e confirmado pelo serviço meteorológico norte-americano; redemoinho levantou neve a vários metros de altura e surpreendeu especialistas

    Um fenômeno raro chamou a atenção de moradores de Divide, no estado do Colorado, nos Estados Unidos. Uma moradora registrou em vídeo o momento em que um chamado “tornado de neve”, também conhecido como “diabo de neve”, se formou e levantou grandes quantidades de neve no ar.

    As imagens foram gravadas por Mandy Campbell, que compartilhou o registro nas redes sociais. No vídeo, é possível ver o redemoinho girando rapidamente e projetando a neve para cima. “Fiquei tão fascinada que só comecei a gravar no final”, escreveu ela na publicação.

    O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos confirmou que o fenômeno foi observado na terça-feira. Segundo a meteorologista-chefe da emissora KKTV 11, Sydney Jackson, trata-se de um evento incomum. “Não vemos isso com frequência”, afirmou. “É como um redemoinho de poeira, mas formado por neve.”

    De acordo com a especialista, o redemoinho era “alto e bastante rápido”, como mostram as imagens.

    Fenômeno semelhante ao “diabo de poeira”

    O chamado “diabo de neve” é semelhante ao “diabo de poeira”, fenômeno caracterizado por uma coluna de ar giratória que se forma próxima ao solo. Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, o diabo de poeira é um redemoinho de vento que pode atingir de poucos metros a algumas centenas de metros de altura.

    Embora tenha características visuais parecidas com as de um tornado, o fenômeno é diferente. Ele se forma devido a grandes diferenças de temperatura entre o ar próximo ao solo e as camadas superiores, geralmente em dias de céu claro e sem a presença de nuvens associadas a tempestades.

    No caso registrado no Colorado, a combinação de condições atmosféricas específicas permitiu a formação do redemoinho de neve, um evento considerado raro e que despertou curiosidade nas redes sociais.
     
     

     

    Raro “tornado de neve” é flagrado em vídeo nos EUA; veja as imagens

  • Trump anuncia revogação de lei climática criada por Obama

    Trump anuncia revogação de lei climática criada por Obama

    Presidente dos Estados Unidos deve formalizar na quinta-feira a derrubada de norma que reconhece gases de efeito estufa como ameaça à saúde pública. Medida pode afetar regras de emissão de veículos e usinas e deve enfrentar questionamentos na Justiça

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve revogar na próxima quinta-feira, dia 12, uma norma criada durante o governo de Barack Obama que serviu de base para o combate às emissões de gases de efeito estufa no país. O anúncio foi feito pela porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.

    Segundo ela, Trump irá formalizar a revogação da chamada Endangerment Finding, adotada em 2009, que reconheceu oficialmente que determinados gases de efeito estufa representam risco à saúde pública.

    A medida é alvo de críticas de cientistas e ambientalistas, que avaliam a decisão como um duro golpe na política climática dos Estados Unidos, historicamente o maior emissor acumulado de gases de efeito estufa. A expectativa é de que a revogação seja contestada judicialmente e possa chegar à Suprema Corte.

    “Nos veremos nos tribunais”, afirmou recentemente Manish Bapna, presidente da organização ambiental NRDC.

    A norma criada no governo Obama determinou que seis gases de efeito estufa são prejudiciais à saúde pública e, por isso, devem ser regulados pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, a EPA. A partir desse entendimento, foram implementadas diversas regras federais para limitar emissões, especialmente no setor de transportes, como automóveis e caminhões movidos a combustíveis fósseis.

    Com a revogação, as regras que impõem limites às emissões de veículos podem ser imediatamente suspensas. Outros regulamentos ambientais, incluindo os voltados para usinas de energia, também podem ser afetados.

    O diretor da EPA, Lee Zeldin, afirmou ao The Wall Street Journal que a iniciativa representa “o maior ato de desregulamentação da história dos Estados Unidos”.

    A atual administração, que defende a ampliação da produção de petróleo e carvão, vinha há meses buscando reverter a decisão de 2009. O governo argumenta que os gases de efeito estufa não devem ser tratados como poluentes tradicionais, já que seus impactos na saúde seriam indiretos e globais, e sustenta que a revogação pode contribuir para a redução do preço dos automóveis.
     
     
     

    Trump anuncia revogação de lei climática criada por Obama