Categoria: MUNDO

  • Trump chama Powell de 'idiota' e renova escalada de pressão contra Fed por cortes de juros

    Trump chama Powell de 'idiota' e renova escalada de pressão contra Fed por cortes de juros

    Após o banco central dos EUA manter os juros inalterados, o presidente intensificou as críticas a Jerome Powell, voltou a pedir cortes imediatos nas taxas e afirmou que a política monetária atual prejudica a economia e a segurança nacional do país

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a atacar duramente o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, ao cobrar um corte imediato dos juros, um dia depois de o BC dos EUA manter as taxas inalteradas. Em publicação na Truth Social, Trump afirmou que Powell, a quem voltou a apelidar de “Atrasado Demais”, “voltou a se recusar a cortar as taxas de juros, embora não tenha absolutamente nenhuma razão para mantê-las tão altas”.

    Segundo o presidente norte-americano, a postura do Fed “está prejudicando o nosso país e a sua segurança nacional”. Trump disse que os EUA deveriam ter uma taxa “substancialmente mais baixa agora que até esse idiota admite que a inflação não é mais um problema nem uma ameaça”, acrescentando que Powell “está custando à América centenas de bilhões de dólares por ano em despesas com juros totalmente desnecessárias e injustificadas”.

    O republicano também relacionou sua defesa por juros mais baixos à política tarifária. De acordo com ele, por conta de “volumes enormes de dinheiro que estão entrando no nosso país por causa das tarifas, deveríamos estar pagando a MENOR taxa de juros de qualquer país do mundo”. Trump afirmou que outras economias só são vistas como “elegantes, sólidas e de primeira linha” porque “os EUA permitem que sejam”, mesmo mantendo superávits comerciais com os americanos. Ele não mencionou a quais países se referia.

    Na publicação, Trump declarou ainda que tem sido “muito bom, gentil e cuidadoso com países do mundo inteiro” e que, “com um simples movimento da caneta, BILHÕES a mais entrariam nos EUA”. Ao final, reforçou o apelo ao banco central: “O Fed deveria reduzir substancialmente as taxas de juros, AGORA!”. Os EUA “DEVERIAM ESTAR PAGANDO TAXAS DE JUROS MAIS BAIXAS DO QUE QUALQUER OUTRO PAÍS DO MUNDO”, repetiu.

    O ataque ocorre após o Fed, na véspera, manter os juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano e evitar sinalizar quando voltará a cortá-los, sob o argumento de não declarar vitória prematura contra a inflação.
     
     

    Trump chama Powell de 'idiota' e renova escalada de pressão contra Fed por cortes de juros

  • Três irmãos morrem após cair em lago congelado durante tempestade nos EUA

    Três irmãos morrem após cair em lago congelado durante tempestade nos EUA

    Meninos de 6, 8 e 9 anos brincavam perto de casa quando o gelo cedeu; mãe tentou resgatá-los, mas também ficou em risco. Tragédia ocorreu em meio a uma onda de frio extremo que já provocou dezenas de mortes nos Estados Unidos

    Uma tragédia provocada pelo frio extremo abalou uma comunidade do Texas nesta semana. Três irmãos, com idades entre seis e nove anos, morreram depois de caírem em um lago congelado durante a forte tempestade de inverno que atinge os Estados Unidos. O acidente ocorreu na segunda-feira, em Bonham, e mobilizou equipes de resgate e moradores da região.

    Em comunicado divulgado na terça-feira, o Gabinete do Xerife do Condado de Fannin informou que várias autoridades foram acionadas após uma chamada de emergência relatando que três crianças haviam caído no gelo de um lago local.

    As duas crianças mais velhas, de oito e nove anos, foram retiradas da água pelos primeiros socorristas que chegaram ao local, com a ajuda de um vizinho. Elas receberam atendimento médico imediato e foram levadas de ambulância a um hospital da região.

    Já o irmão mais novo, de seis anos, não conseguiu retornar à superfície. O corpo foi localizado mais tarde, após uma busca intensa no lago. Apesar dos esforços das equipes de resgate e dos profissionais de saúde, as três crianças não resistiram e tiveram as mortes confirmadas

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    “Eram três e eu estava sozinha… por isso não consegui salvá-los”

    Em entrevista à CBS News, Cheyenne Hangaman, mãe das crianças, relatou o desespero vivido ao tentar socorrer os filhos, mas afirmou que acabou tendo de vê-los “se debatendo e se afogando sem poder ajudá-los”.

    Mãe de seis crianças, Cheyenne contou que soube do acidente por meio de uma das filhas, que correu até ela gritando que os irmãos haviam caído na água.

    Segundo o relato, os meninos brincavam nas proximidades de um lago localizado a cerca de 30 metros da casa onde a família estava hospedada. O mais novo caiu depois de tentar “patinar no gelo”, e os irmãos mais velhos pularam na água na tentativa de resgatá-lo.

    “Quando eu os vi, eles estavam se debatendo e eu sabia que os corpos deles já estavam em choque”, contou. “A água estava gelada.”

    “Eram três e eu estava sozinha… por isso não consegui salvá-los”, lamentou.

    Cheyenne disse ainda que ela própria começou a ter dificuldades dentro da água e precisou ser retirada por um vizinho, que correu até o local ao ouvir os gritos da família.

    “Tentei lutar pela vida dos meus filhos, mas tive de vê-los se debatendo e se afogando sem poder ajudá-los”, afirmou.

    As autoridades não divulgaram oficialmente a identidade das vítimas, mas a mãe confirmou que se tratava de Howard Doss, de seis anos, Kaleb Doss, de oito, e EJ Doss, de nove.

    Ao falar sobre os filhos, Cheyenne Hangaman contou que EJ sonhava em se tornar uma estrela do futebol, Kaleb era apaixonado por dança e música, e o caçula, Howard, “gostava de fazer as pessoas rirem”.

    O acidente ocorreu em meio a uma forte tempestade de neve e gelo que atinge os Estados Unidos e já deixou dezenas de mortos. Classificado como “monstruoso”, o fenômeno provocou temperaturas extremas e nevascas intensas em áreas que vão do Texas ao Kansas, além de gerar condições de “perigo extremo” em estados como Nova York, Kentucky, Michigan, Ohio, Carolina do Sul, Nova Jersey e Massachusetts, entre outros.

     

    Três irmãos morrem após cair em lago congelado durante tempestade nos EUA

  • Tumor abdominal de 35 kg impede homem de urinar e choca médicos

    Tumor abdominal de 35 kg impede homem de urinar e choca médicos

    Morador da Macedônia do Norte procurou atendimento após não conseguir enxergar o próprio órgão genital; exames revelaram uma das maiores massas já registradas, descrita em revista científica e repercutida pela imprensa internacional.

    Um caso raro chamou a atenção de médicos ao redor do mundo após a publicação de um relato clínico envolvendo um morador de Escópia, capital da Macedônia do Norte. Aos 54 anos, o homem procurou um hospital com queixas incomuns, como dificuldade para urinar e até para visualizar o próprio órgão genital, sintomas que levantaram suspeitas imediatas.

    Exames de imagem revelaram a causa do problema: uma massa abdominal gigantesca, que pesava cerca de 35 quilos. O volume era tão grande que, à primeira vista, chegou a ser confundido com um acúmulo extremo de pele e gordura, conhecido como “barriga em avental”, geralmente associado a grandes perdas de peso. O paciente, no entanto, negou qualquer emagrecimento recente, o que levou a equipe médica a aprofundar a investigação.

    A tomografia descartou acúmulo de gordura e confirmou a presença de um tumor abdominal de grandes proporções. De acordo com o tabloide britânico The Sun, o crescimento da massa acabou “enterrando” o pênis do paciente sob o tecido abdominal, quadro conhecido na medicina como “buried penis” (“pênis enterrado”), o que explicava tanto as dificuldades urinárias quanto o desconforto relatado.

    Após a remoção cirúrgica da massa, os médicos constataram uma mudança significativa no estado físico do paciente. O índice de massa corporal caiu de 56,3 para 43,9, evidenciando o impacto direto do tumor sobre o peso corporal. A análise do material retirado identificou um tumor desmoide, uma condição extremamente rara, com incidência estimada em cerca de cinco casos por milhão de pessoas.

    Os especialistas explicam que tumores desmoides apresentam comportamento intermediário, não sendo totalmente benignos nem claramente malignos. O tratamento depende de fatores como localização, tamanho e ritmo de crescimento, e cirurgias desse porte costumam ser especialmente desafiadoras.

    O paciente teve alta seis dias após o procedimento e permaneceu sob acompanhamento médico durante os cinco meses seguintes, período em que apresentou evolução satisfatória e recuperação considerada adequada pela equipe responsável.

    Tumor abdominal de 35 kg impede homem de urinar e choca médicos

  • UE deve classificar Guarda Revolucionária do Irã como grupo terrorista

    UE deve classificar Guarda Revolucionária do Irã como grupo terrorista

    Bloco europeu anuncia novas sanções após repressão a protestos, enquanto tensão com os EUA aumenta. Medidas coincidem com discussões em Washington sobre possíveis ações militares diante do impasse nuclear e da escalada de confrontos internos em Teerã

    A União Europeia discute nesta quinta-feira a possibilidade de classificar a Guarda Revolucionária do Irã como organização terrorista e anunciou que prepara um novo pacote de sanções contra Teerã. A sinalização foi feita pela chefe da diplomacia do bloco, Kaja Kallas, antes da reunião dos ministros das Relações Exteriores, em Bruxelas.

    Segundo Kallas, a expectativa é que os países do bloco cheguem a um consenso para incluir a força militar iraniana na lista de grupos terroristas da UE. Caso a medida avance, a Guarda Revolucionária passaria a ser tratada no mesmo nível de organizações como Al-Qaeda, Hamas e Estado Islâmico. Para a diplomata, a lógica é simples: quem age como terrorista deve ser tratado como tal.

    A representante europeia afirmou que a decisão está diretamente ligada à repressão recente a protestos no Irã, conduzida pelo regime com apoio da Guarda Revolucionária. De acordo com ela, a dimensão da violência e os métodos utilizados contra manifestantes justificam uma resposta firme do bloco. A mensagem, disse, é de que a repressão tem custo político e econômico.

    Questionada sobre o receio de alguns países de que a classificação possa prejudicar o funcionamento de embaixadas europeias em território iraniano, Kallas afirmou que os riscos foram avaliados previamente. Ainda assim, destacou a expectativa de que os canais diplomáticos permaneçam abertos mesmo após uma eventual designação formal da Guarda Revolucionária como organização terrorista.

    Em relação às sanções, a chefe da diplomacia europeia explicou que o foco será em indivíduos e entidades considerados diretamente responsáveis por atos de violência contra a população. Os nomes ainda não foram detalhados publicamente.

    Durante a conversa com jornalistas, Kallas também comentou outros temas da agenda internacional. Ao ser questionada sobre relatos de que os Estados Unidos teriam condicionado garantias de segurança à Ucrânia à cessão do Donbass à Rússia, ela afirmou que Kiev já fez concessões significativas. Para a diplomata, a pressão deveria recair sobre Moscou, e não sobre os ucranianos. Segundo ela, garantir segurança concreta à Ucrânia segue sendo uma prioridade para a UE.

    Além do Irã, os ministros europeus devem discutir novas sanções contra a Rússia e analisar crises em regiões como Síria, Palestina e República Democrática do Congo. A decisão sobre a Guarda Revolucionária exige unanimidade entre os Estados-membros, e países como França e Itália, que antes eram reticentes, passaram a admitir a classificação.

    Dados recentes da ONG Human Rights Activists News Agency indicam que mais de 6.200 pessoas morreram durante os protestos no Irã, com investigações em andamento sobre outras milhares de mortes potenciais e mais de 42 mil detenções. O governo iraniano já advertiu que a medida europeia, se confirmada, poderá ter “consequências destrutivas” para as relações entre Teerã e o bloco.

    Trump ameaça avançar contra o Irã

    Enquanto a União Europeia avança no campo das sanções, a escalada também voltou ao centro das discussões em Washington. Segundo a CNN, o presidente Donald Trump avalia novas opções militares contra o Irã diante do impasse nas negociações sobre o programa nuclear iraniano e a produção de mísseis balísticos. Fontes ouvidas pela emissora afirmam que as conversas não avançaram nos últimos meses, o que reforçou, internamente, a defesa de uma resposta mais dura.

    Na terça-feira, Trump cobrou publicamente que Teerã aceite negociar, por meio de uma publicação na Truth Social. Na mensagem, advertiu que uma eventual nova ofensiva americana teria impacto maior do que o ataque do verão passado, quando três instalações nucleares iranianas foram atingidas por forças dos EUA. De acordo com a CNN, entre os cenários em análise estão ataques aéreos pontuais contra lideranças iranianas e autoridades de segurança ligadas à repressão interna, além de ações contra estruturas estratégicas do governo e do setor nuclear.

    Auxiliares da Casa Branca ressaltam que nenhuma decisão final foi tomada, mas indicam que Trump considera o contexto militar mais favorável neste momento. Essa avaliação ganhou força após o deslocamento do grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln para o Oceano Índico, movimento interpretado como um sinal adicional de pressão sobre o Irã.

    Do lado iraniano, o líder supremo Ali Khamenei voltou a condenar os protestos e defendeu uma repressão severa, atribuindo parte da responsabilidade pelas mortes a Trump e prometendo não perdoar opositores internos nem o que classificou como “criminosos internacionais”.

    UE deve classificar Guarda Revolucionária do Irã como grupo terrorista

  • Trump avalia nova ofensiva contra o Irã após impasse nuclear

    Trump avalia nova ofensiva contra o Irã após impasse nuclear

    Segundo a CNN americana, o presidente dos Estados Unidos discute opções militares diante da falta de avanços nas negociações com Teerã. Entre os cenários analisados estão ataques a lideranças iranianas e a instalações nucleares, embora nenhuma decisão final tenha sido tomada.

    A escalada de tensão entre Estados Unidos e Irã voltou ao radar da Casa Branca. Segundo a CNN americana, o presidente Donald Trump avalia novas opções militares contra Teerã diante do impasse nas negociações sobre o programa nuclear iraniano.

    Fontes ouvidas pela emissora afirmam que as conversas entre os dois países não avançaram nos últimos meses, especialmente nos temas ligados à limitação de armas nucleares e à produção de mísseis balísticos. Esse bloqueio diplomático tem reforçado, internamente, a discussão sobre uma resposta mais dura de Washington.

    Na terça-feira, Trump usou sua rede social, a Truth Social, para cobrar publicamente que o Irã aceite negociar. Na publicação, o presidente advertiu que uma eventual nova ofensiva dos Estados Unidos teria impacto superior ao ataque realizado no verão passado, quando três instalações nucleares iranianas foram atingidas por forças americanas.

    De acordo com a CNN, o leque de cenários analisados inclui ataques aéreos pontuais contra lideranças iranianas e autoridades de segurança associadas à repressão a protestos internos, além de ações direcionadas a estruturas estratégicas do governo e do setor nuclear do país.

    Apesar das avaliações em curso, auxiliares próximos ao presidente ressaltam que nenhuma decisão definitiva foi tomada. Ainda assim, Trump considera que o momento militar é mais favorável do que em ocasiões anteriores, especialmente após o deslocamento do grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln para o Oceano Índico, movimento interpretado como sinal de pressão adicional sobre Teerã.

    Trump avalia nova ofensiva contra o Irã após impasse nuclear

  • Queda de avião na Colômbia mata 15 pessoas perto da fronteira Venezuela

    Queda de avião na Colômbia mata 15 pessoas perto da fronteira Venezuela

    Aeronave que fazia voo regional entre Cúcuta e Ocaña foi encontrada destruída em área rural de Norte de Santander. Entre as vítimas estão dois candidatos ao Parlamento colombiano; autoridades investigam as causas do acidente.

    Um avião de pequeno porte que fazia um voo regional no nordeste da Colômbia caiu nesta quarta-feira, 28, deixando 15 mortos. A aeronave foi localizada horas depois em uma área rural próxima à fronteira com a Venezuela, e não houve sobreviventes entre passageiros e tripulantes.

    O local do acidente fica no município de La Playa de Belén, no departamento de Norte de Santander. Agricultores da região encontraram os destroços após ouvirem um forte estrondo. Imagens que circularam nas redes sociais mostram a aeronave completamente destruída, com partes carbonizadas e sinais de fumaça.

    O voo transportava 13 passageiros e dois tripulantes. Entre as vítimas está Diógenes Quintero, candidato à Câmara dos Representantes e integrante do Partido Social de Unidade Nacional. A morte do político foi confirmada pela autoridade aeronáutica colombiana. Também estavam a bordo Natalia Acosta Salcedo, membro da equipe de campanha de Quintero, e Carlos Salcedo, que igualmente disputava uma vaga parlamentar.

    A aeronave, um Beechcraft 1900 operado pela companhia estatal Satena, havia decolado de Cúcuta às 11h42, no horário local, com destino a Ocaña, em um trajeto previsto de pouco mais de 20 minutos. O voo foi registrado por plataformas de monitoramento aéreo, mas o contato com a torre de controle foi perdido minutos antes do horário estimado para o pouso.

    Diante do desaparecimento, o governo colombiano mobilizou a Força Aérea para as buscas. A região onde o avião caiu é de difícil acesso e tem presença de grupos armados, como o Exército de Libertação Nacional, o que complicou as operações de resgate.

    As causas do acidente ainda são desconhecidas. O Ministério dos Transportes informou que todos os protocolos de investigação foram acionados para apurar o que levou à queda da aeronave. A Satena divulgou um canal de atendimento  às famílias das vítimas e afirmou que novas informações serão repassadas após a confirmação oficial das autoridades.

    Queda de avião na Colômbia mata 15 pessoas perto da fronteira Venezuela

  • Trump visita restaurante e cidadão pergunta: "Posso rezar por você?"

    Trump visita restaurante e cidadão pergunta: "Posso rezar por você?"

    Vídeo mostra o presidente dos EUA de cabeça baixa enquanto um cliente reza por ele e pede “sabedoria, discernimento e paz”; episódio ocorre em meio a críticas às políticas de imigração e à atuação do ICE.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi abordado por um cidadão durante uma visita a um restaurante no estado de Iowa, na terça-feira, 27 de janeiro, e participou de um momento de oração que acabou ganhando repercussão nas redes sociais.

    Segundo relatos divulgados pela Fox News, o homem, sentado a uma das mesas do estabelecimento, dirigiu-se ao presidente e perguntou: “Posso rezar por você rapidamente?”. Trump respondeu de forma imediata: “Claro que sim. Pode começar”.

    Um vídeo do episódio foi publicado na rede social X por Margo Martin, funcionária da Casa Branca. Nas imagens, Trump aparece de cabeça baixa e com uma das mãos apoiada no ombro do cidadão, enquanto a oração é feita em voz alta. Outras três pessoas que estavam à mesa também participam do momento.

    Durante a prece, o homem agradece a Deus pelo presidente e pede proteção e orientação. “Senhor Deus, nós agradecemos por este presidente. Obrigado pela sabedoria constante. Rezamos por discernimento, por esperança e por mais paz”, diz.

    Ao final da oração, é possível ouvir outros clientes do restaurante dizendo “amém”, seguidos por aplausos.

    O episódio ocorre poucos dias depois de a Casa Branca divulgar um convite nacional à oração e à renovação espiritual, como preparação para o 250º aniversário dos Estados Unidos. Na mensagem, Trump incentivou os cidadãos a rezarem pelo país e afirmou que a nação tem sido “sustentada e fortalecida pela oração” ao longo da história.

    A cena registrada em Iowa acontece em um momento de forte pressão sobre o governo Trump, especialmente em razão das políticas de imigração. A atuação do ICE, a agência de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos, tem sido alvo de críticas e protestos, sobretudo no estado de Minnesota.

    Desde o início do ano, duas pessoas morreram durante operações do órgão em Minneapolis, o que aumentou a tensão entre agentes federais e a população local. Além disso, o ICE tem sido questionado por detenções de menores e por casos de deportação de crianças, inclusive de cidadãos norte-americanos filhos de imigrantes.

    Trump visita restaurante e cidadão pergunta: "Posso rezar por você?"

  • Ex-senador francês é condenado por dopar bebida de deputada

    Ex-senador francês é condenado por dopar bebida de deputada

    Político cumprirá 18 meses de prisão após caso ocorrido em 2023, quando convidou parlamentar para jantar e colocou ecstasy em uma taça de champanhe; vítima sofreu graves consequências físicas e psicológicas, segundo a Justiça francesa

    Um ex-senador da França foi condenado nesta quarta-feira a quatro anos de prisão por dopar a bebida de uma deputada com a intenção de agredi-la sexualmente. O caso, que chocou o meio político francês, envolve Joël Guerriau, que cumprirá 18 meses em regime fechado, enquanto o restante da pena foi suspenso.

    O episódio ocorreu em novembro de 2023, quando Guerriau ainda integrava o partido de centro-direita Horizons. Na ocasião, ele convidou a deputada Sandrine Josso, do partido centrista MoDem, para um jantar em sua casa, sob o pretexto de celebrar a reeleição da parlamentar.

    Segundo o depoimento de Josso ao tribunal, ela foi a única convidada da noite e inicialmente não desconfiou da situação. Em juízo, a deputada afirmou que chegou ao encontro tranquila, mas percebeu uma mudança no comportamento do anfitrião ao longo da noite. Em determinado momento, Guerriau lhe ofereceu uma taça de champanhe preparada fora de sua vista. Ao beber, ela estranhou o sabor excessivamente doce e pegajoso da bebida. Mesmo assim, acabou ingerindo o líquido após o ex-senador insistir em um novo brinde.

    Pouco depois, a parlamentar passou a sentir tontura intensa, náuseas e palpitações, tendo dificuldade para se manter em pé. Diante do comportamento considerado estranho de Guerriau, Josso deixou o local às pressas e conseguiu chamar um táxi até um hospital. Exames de sangue apontaram uma concentração elevada de ecstasy (MDMA), cerca do dobro da normalmente associada ao uso recreativo.

    No dia seguinte, após o registro da denúncia, Guerriau foi detido. Durante as investigações e ao longo do julgamento, ele negou ter agido com intenção criminosa e classificou o episódio como um erro involuntário. Em tribunal, afirmou que havia colocado a droga em uma taça de champanhe no dia anterior para uso próprio, durante uma crise de pânico, mas que decidiu não consumir e acabou oferecendo a bebida por engano.

    A acusação contestou essa versão e destacou que o impacto do episódio foi profundo. Segundo a defesa de Josso, a deputada precisou se afastar de suas atividades por seis meses e passou por tratamento físico, psicológico e psiquiátrico, enfrentando pesadelos, flashbacks e episódios de dissociação. O estresse também teria provocado bruxismo severo, levando à extração de quatro dentes.

    As investigações revelaram ainda que, além de ecstasy encontrado na residência do ex-senador, ele realizou pesquisas na internet, semanas antes do jantar, sobre o uso de drogas em contextos de violência sexual.

    Apesar da condenação, Joël Guerriau recorreu da decisão. Com isso, o início do cumprimento da pena ficará suspenso até a análise do recurso pela Justiça francesa.
     

    Ex-senador francês é condenado por dopar bebida de deputada

  • Incêndio evacua 300 pessoas de hotel de luxo nos Alpes franceses

    Incêndio evacua 300 pessoas de hotel de luxo nos Alpes franceses

    Fogo começou no sótão do Hotel des Grandes Alpes, na noite de terça-feira, e mobilizou equipes de emergência. Chamas foram controladas, não houve feridos e um hotel vizinho também precisou ser evacuado por precaução

    Cerca de 300 pessoas precisaram ser retiradas de um hotel cinco estrelas nos Alpes franceses após um incêndio registrado na noite desta terça-feira.

    O fogo começou por volta das 19h no Hotel des Grandes Alpes e ainda apresentava focos ativos na manhã desta quarta-feira, 28 de janeiro. As chamas tiveram início no sótão do edifício. Apesar do susto, não houve registro de feridos.

    Equipes do Corpo de Bombeiros conseguiram conter o incêndio e impedir que o fogo se alastrasse para construções vizinhas. Ainda assim, por precaução, um hotel próximo também foi evacuado na manhã desta quarta-feira para evitar riscos, segundo informou a emissora France 24.

    A polícia francesa abriu uma investigação para apurar as causas do incêndio. Imagens do local circulam nas redes sociais e mostram a intensidade das chamas no telhado da estrutura.

    O episódio ocorre em um momento de maior atenção às normas de segurança na região alpina, especialmente após um incêndio ocorrido na virada do ano nos Alpes suíços que deixou 40 mortos.

    Tragédia na Suíça

    Na noite de Ano-Novo, um incêndio atingiu o bar La Constellation, nos Alpes suíços. O fogo teve início quando garrafas de champanhe com fogos de artifício acoplados foram erguidas durante a comemoração.

    As faíscas teriam atingido a espuma de isolamento acústico instalada no teto do bar, provocando o incêndio. Durante interrogatório, um dos proprietários, Jacques Moretti, afirmou ter sido o responsável pela instalação do material durante uma reforma realizada em 2015, quando adquiriu o local com a esposa, Jessica Moretti. Ele disse que, na época, realizou testes para verificar se as faíscas das velas utilizadas não seriam capazes de incendiar a espuma.

    Um dia antes da tragédia, o município de Crans-Montana havia proibido o uso de qualquer tipo de fogo de artifício, incluindo velas de foguete, devido ao risco “extremamente elevado” de incêndio causado pelas condições de seca na região.

    Além disso, o bar não passava por inspeções desde 2020, apesar de a legislação prever fiscalizações anuais. Segundo o próprio proprietário, o estabelecimento teria sido vistoriado apenas três vezes ao longo de dez anos.

    Jacques e Jessica Moretti são suspeitos de homicídio culposo, lesão corporal culposa e incêndio provocado por negligência. As informações levantadas até o momento agravaram a situação judicial dos proprietários.

    Incêndio evacua 300 pessoas de hotel de luxo nos Alpes franceses

  • Trump diz que prefeito de Minneapolis viola a lei e está 'brincando com fogo'

    Trump diz que prefeito de Minneapolis viola a lei e está 'brincando com fogo'

    Donald Trump acusou o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, de violar a lei ao não aplicar normas federais de imigração, após operações que resultaram na morte de dois cidadãos americanos. Frey e o governador Tim Walz contestam as ações federais. Diante da repercussão, o governo passou a revisar um dos casos

    (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (28) que o prefeito democrata de Minneapolis, Jacob Frey, viola a lei e está “brincando com fogo”. A cidade é palco de grande operação de forças federais de migração que mataram dois cidadãos americanos neste mês.

    “Surpreendentemente, o prefeito Jacob Frey acabou de dizer que ‘Minneapolis não impõe e não vai impor leis federais de imigração’. Isso é depois de eu ter uma conversa muito boa com ele. Alguém do seu entorno próximo poderia explicar que essa declaração é uma séria violação da lei, e que ele está BRINCANDO COM FOGO!”, escreveu Trump na rede Truth Social.

    Frey, assim como o governador também democrata de Minnesota, Tim Walz, têm feito oposição às medidas federais no estado e na cidade.

    Agentes mataram Renée Good e Alex Pretti neste mês em Minneapolis, ambos cidadãos americanos de 37 anos abordados por funcionários de agências federais de migração enquanto se opunham pacificamente às ações. Good e Pretti foram mortos a tiros em abordagens que o governo Trump justificou como atos de legítima defesa -embora testemunhas e vídeos gravados por vários ângulos estejam em contradição com a versão oficial.

    Trump iniciou uma mudança de tom com relação, principalmente, à morte de Pretti, ocorrida neste sábado (24). Diante da repercussão negativa, o governo, que inicialmente chamou o enfermeiro de “terrorista doméstico” pronto para “massacrar” agentes federais, passou a dizer que estava revisando o caso.

    Trump diz que prefeito de Minneapolis viola a lei e está 'brincando com fogo'