Categoria: MUNDO

  • Espanha: Hotspot com palavra "bomba" originou escolta militar a avião

    Espanha: Hotspot com palavra "bomba" originou escolta militar a avião

    Um avião da Turkish Airlines foi escoltado até ao aeroporto El Prat, em Barcelona, na Espanha, devido ao risco de ameaça. Sabe-se agora o que esteve na origem do alerta

    O alerta ontem acionado quando um avião da Turkish Ailines sobrevoava o Mediterrâmneo, em direção a Espanha, teria sido motivado por uma rede de Wi-Fi que continha a palavra bomba, relata o El National

    Segundo este meio espanhol, dois aviões militares da OTAN foram acionados para escoltar o avião turco,  depois de um passageiro ter criado um hotspot com um nome que representava uma “ameaça de bomba”.

    O incidente aconteceu, vale lembrar, na manhã desta quinta-feira (15), quando a aeronave da Turkish Airlines, que partira de Istambul, começou a ser escoltado por aviões militares espanhóis e franceses sobre o mar Mediterrâneo.

    O voo TK1853, um Airbus 321, pousou no aeroporto El Prat, e teve de ser reencaminhado para uma zona de segurança, para que o aeroporto pudesse retomar a normalidade das suas operações. 

    Ao pousar, foi cercado pela polícia, sendo que no interior do avião estavam 148 passageiros e sete tripulantes de bordo.  

    Segundo agora revela o diretor de comunicação da companhia aérea, Yahya Üstün, o nome de rede de ponto de acesso Wi-Fi incluía a frase “Tenho uma bomba, vão todos morrer”.

    O incidente levou a que “os procedimentos necessários fossem imediatamente iniciados, de acordo com os protocolos de segurança de voo”.

    Todos os passageiros foram levados para a sala de contingência na zona aeroportuária do aeroporto após desembarcarem em segurança da aeronave e cães farejadores foram chamados para inspecionar o aparelho.

    Recorde-se que não foram encontrados explosivos durante a busca realizada pela polícia da Guarda Civil espanhola.

    Espanha: Hotspot com palavra "bomba" originou escolta militar a avião

  • Pesquisa aponta que 58% dos americanos consideram um fracasso 1º ano da 2º gestão de Trump

    Pesquisa aponta que 58% dos americanos consideram um fracasso 1º ano da 2º gestão de Trump

    De acordo com levantamento da CNN, 55% dos entrevistados acreditam em piora das condições econômicas; economia é principal problema apontado em pesquisa meses antes das ‘midterms’, as eleições de meio de mandato

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Mais da metade (58%) dos americanos acredita que o primeiro ano do segundo mandato de Donald Trump na Presidência dos Estados Unidos foi um fracasso, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira (16) pela CNN. Segundo o levantamento, a maioria dos entrevistados acredita que o republicano está concentrado nas prioridades erradas e faz pouco para enfrentar o alto custo de vida.

    Para 55% das pessoas ouvidas, as políticas do atual presidente pioraram as condições econômicas do país, e apenas 32% afirmam que houve melhora. A maioria (64%) diz que Trump não fez o suficiente para reduzir os preços de bens do dia a dia.

    A economia é o principal problema apontado na pesquisa. E segundo a CNN, torna-se uma questão definidora em disputas importantes nas eleições de meio de mandato, as chamadas “midterms”, deste ano. Os americanos vão às urnas em novembro para renovar toda a Câmara dos Representantes e 35 das 100 cadeiras do Senado, além de governadores e outros cargos estaduais e locais.

    O levantamento da CNN aponta ainda desconfiança quanto às prioridades do presidente. Só 36% dizem que Trump tem se concentrado nos temas certos, diminuição em relação aos 45% registrados no início da gestão.

    Além disso, apenas 37% afirmam que Trump coloca o bem do país acima de interesses pessoais, e 32% dizem que ele está em sintonia com os problemas enfrentados pelos americanos no dia a dia.

    A pesquisa também mostra que a democracia americana aparece como a segunda maior preocupação nacional, atrás apenas da economia, e como o principal motivo de reprovação ao presidente entre democratas. Uma maioria de 58% afirma que Trump foi longe demais no uso do poder presidencial e do Executivo, percentual superior ao registrado no início do mandato. A maioria também considera excessivas suas tentativas de mudar instituições culturais e de cortar programas federais.

    Apesar do cenário negativo geral, Trump mantém apoio sólido entre sua base. Sua taxa de aprovação está em 39%, patamar que se mantém baixo e estável desde os primeiros meses do segundo mandato.

    O atual presidente tem apoio massivo (87%) entre os republicanos. Já entre independentes, o índice cai para 29%, e entre democratas, para 4%. Apenas 30% dos latinos e dos adultos com menos de 35 anos aprovam o presidente, porcentual bem inferior ao observado no início do mandato. No geral, mais da metade (61%) desaprovam o atual governo.

    A CNN aponta que, de certa forma, Trump enfrenta uma situação política não muito diferente da de seu antecessor, o democrata Joe Biden, que também teve dificuldades para convencer os americanos de que estava lidando com os problemas econômicos.

    A pesquisa foi feita de 9 a 12 de janeiro, com 1.209 pessoas. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais.

     

    Pesquisa aponta que 58% dos americanos consideram um fracasso 1º ano da 2º gestão de Trump

  • Trump promete "acordo de desmilitarização" com Hamas na Faixa de Gaza

    Trump promete "acordo de desmilitarização" com Hamas na Faixa de Gaza

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que será obtido um “acordo abrangente de desmilitarização” com o Hamas, incluindo a “entrega de todas as armas e o desmantelamento de todos os túneis” em Gaza

    O enviado especial de Trump para a Faixa de Gaza e Ucrânia, Steve Witkoff, tinha anunciado na quarta-feira (14), que o plano norte-americano para o fim da guerra no território tinha entrado na segunda fase.

    Esta fase está centrada no desarmamento do movimento islâmico palestino Hamas e inclui a formação do Conselho de Paz para a Faixa de Gaza, que irá supervisionar um comitê palestino de tecnocratas, temporário e apolítico.

    “Como Steve Witkoff anunciou, entramos oficialmente na próxima fase do Plano de Paz de 20 pontos para Gaza”, declarou Trump, em uma mensagem publicada na rede social que detém, a Truth Social.

    O Presidente alegou que, desde o cessar-fogo, os Estados Unidos contribuíram para o envio de níveis recorde de ajuda humanitária para Gaza, chegando à população civil a uma velocidade e escala históricas.

    Horas antes, o diretor executivo do Gabinete da ONU para Serviços de Apoio a Projetos, o português Jorge Moreira da Silva, insistiu igualmente na necessidade de levantar restrições à entrada em Gaza de ajuda humanitária.

    Há meses que as organizações não-governamentais operando no território palestino lamentam os obstáculos impostos por Israel para deixar entrar mantimentos essenciais.

    Donald Trump explicou que, na qualidade de presidente do Conselho de Paz, apoia o recém-nomeado governo tecnocrático palestino, o Comitê Nacional para a Administração de Gaza, que governará o enclave durante a transição.

    O republicano acrescentou que os membros do Conselho serão anunciados em breve.

    Na quarta-feira, o Egito divulgou haver um consenso sobre os nomes dos 15 membros do comitê tecnocrático palestino que irá administrar o território.

    Um alto responsável do Hamas saudou na quinta-feira a formação de um comitê de peritos encarregado de administrar a Faixa de Gaza após a guerra, afirmando que este contribuirá para consolidar o cessar-fogo e impedir um regresso aos combates.

    Israel declarou em 7 de outubro de 2023 uma guerra na Faixa de Gaza para “erradicar” o movimento islâmico palestino Hamas, horas depois de terem realizado em território israelense um ataque de proporções sem precedentes, matando cerca de 1.200 pessoas e sequestrando 251.

    A guerra de retaliação israelense no enclave palestino fez mais de 71.400, na maioria civis – entre os quais mais de 20 mil crianças -, e mais de 171 mil feridos, segundo números das autoridades locais, que a ONU considera fidedignos.

    Os mais de dois milhões de habitantes do enclave palestino viviam já anteriormente com dificuldades, causadas por outros bombardeamentos israelenses e com o embargo imposto por Israel a partir de 2007, quando o Hamas chegou ao poder.

    Trump promete "acordo de desmilitarização" com Hamas na Faixa de Gaza

  • Rainha Má da Disney viraliza por sua atuação e acaba… demitida

    Rainha Má da Disney viraliza por sua atuação e acaba… demitida

    Sabrina Von B. ganhou fãs por todo o mundo pela forma como entrou na personagem da Bruxa Má de ‘A Branca de Neve e os Sete Anões’. O profissionalismo levou a sua demissão

    As bruxas raramente são as personagens favoritas de quem vibra com os filmes da Disney. Contudo, há uma que levou o seu papel tão a sério que conquistou o coração de muitas pessoas. O profissionalismo lhe valeu… uma carta de demissão.

    Há oito anos, Sabrina Von B. foi contratada pelo parque da Disney na Califórnia, nos EUA, para dar vida à vilã de ‘A Branca de Neve e os Sete Anões’.

    Durante todos este anos, a atriz deu corpo e alma à personagem, de tal forma que começou a ganhar fãs por todo o mundo.

    Segundo destaca a imprensa norte-americana, Von B. era considerada a joia da coroa dos artistas da Disneyland, retratando de forma impecável a Rainha Má, desde a sua maquiagem perfeita até à cor das suas unhas, que nunca mudou durante os seus oito anos no parque. Confira alguns dos seus melhores momentos no vídeo acima.

    A sua dedicação era tal, que ninguém queria deixar de perder um encontro com a vilã na sua visita ao espaço. A personagem foi celebrada de tal forma, que todos queriam sabem quem ela realmente era.

    O seu profissionalismo, contudo, valeu sua demissão e a notícia está correndo o mundo e valendo muitas criticas à gestão ao parque temático.

    Segundo a posição da empresa, o motivo está no fato de as personagens do espaço terem de fazer acreditar que são efetivamente as personagens dos filmes da Disney. A partir do momento em que muitas pessoas começaram a questionar quem era a pessoa por detrás da personagem, significa que a atriz não cumpriu a sua missão. Destacam ainda o fato de que sendo uma vilã, a Rainha Má deveria ser temida e odiada, e não tão amada como Von B. se tornou.

    A atriz não concorda e defende que em momento algum revelou a sua identidade ao longo destes últimos anos, sendo prova disso o fato de em nenhuma das suas redes sociais surgir associada à vilã a que dava vida. Porém, a sua personalidade e a forma como interagiu com o público tornou-a em um fenômeno algo que, dizem alguns, vai contra o ideal da empresa, que decreta que “a Disneyland é a estrela, todo o resto são atores secundários”. 

    “Sempre que um intérprete de personagem se torna mais famoso do que o papel e ganha notoriedade nas redes sociais, isso geralmente significa o fim da sua carreira na Disney”, considerou um internauta, em uma publicação em que a mulher revelou o fim do seu percurso na Disney.

     
     
     

     
     
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    Após o sucedido, Sabrina compartilhou pela primeira vez uma imagem sua vestida de Rainha Má nas suas redes sociais, onde muitos pedem o seu regresso.

     

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  • Corina oferece Nobel a Trump e premiação avisa: "título não muda de dono"

    Corina oferece Nobel a Trump e premiação avisa: "título não muda de dono"

    A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, admitiu esta quinta-feira que deu como presente ao presidente norte-americano, Donald Trump, a medalha do Prémio Nobel da Paz

    Horas antes de María Corina Machado ter admitido que deu como presente ao presidente norte-americano, Donald Trump, a medalha do Prêmio Nobel da Paz, com o qual foi premiada no ano passado, o Centro Nobel da Paz deixou um recado sobre o assunto.

    O Centro Nobel da Paz, em Oslo, garantiu que “uma medalha pode mudar de dono, mas o título de laureado com o Prêmio Nobel da Paz não”.

    A mensagem surgiu nas redes sociais horas antes do encontro entre a líder da oposição venezuelana e Donald Trump, quando ela já tinha manifestado ser sua intenção oferecer a medalha ao presidente norte-americano.

    Corina Machado viria a confirmar, mais tarde, que deu a medalha de presente ao presidente norte-americano, sem revelar se ele aceitou.

    Em uma publicação feita na rede social X, ainda antes dessa confirmação, o Centro Nobel da Paz dava alguns detalhes sobre a medalha em causa, como o fato de medir  6,6 cm de diâmetro, pesar 196 gramas e ser cunhada em ouro.

    “Na frente, um retrato de Alfred Nobel e, no seu verso, três homens nus abraçados pelos ombros uns dos outros como sinal de fraternidade”, detalha também o Centro Nobel, acrescentando que este design se mantém “inalterado há 120 anos”. 

    De seguida, relata até a curiosidade de que algumas medalhas do Prêmio Nobel da Paz já foram repassadas, como é o “caso notório” da medalha de Dmitry Muratov, que foi leiloada por mais de 100 milhões de dólares para apoiar refugiados da guerra na Ucrânia. 

    “E a medalha exposta no Centro Nobel da Paz está, na verdade, emprestada e pertenceu originalmente a Christian Lous Lange, o primeiro laureado norueguês com o Prêmio da Paz”, lê-se também.

    Sem nunca referir a vontade manifestada por Corina Machado em oferecer a medalha, o Centro Nobel da Paz reforça a afirmação do Instituto Nobel da Noruega, que já tinha dito, na semana passada, que “uma vez anunciado, o Prémio Nobel da Paz não pode ser revogado, transferido ou partilhado com terceiros”.

    E conclui: “Uma medalha pode mudar de dono, mas o título de laureado com o Prêmio Nobel da Paz não.”

    A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, admitiu esta quinta-feira que deu como presente ao presidente norte-americano, Donald Trump, a medalha do Prêmio Nobel da Paz, com o qual foi premiada no ano passado.

    O momento aconteceu durante um encontro entre ambos na Casa Branca, à porta fechada.

    “Entreguei ao Presidente dos Estados Unidos a medalha do Prêmio Nobel da Paz”, disse María Corina Machado, líder da oposição venezuelana, em Washington, ao descrever o momento.

    Machado afirmou que o gesto remetia aos laços históricos entre os Estados Unidos e a Venezuela e visava reconhecer o que classificou de “compromisso singular de Trump com a nossa liberdade”, segundo o jornal New York Times.

    A oferta teria sido feita esta quinta-feira em um almoço na Casa Branca, menos de duas semanas após os Estados Unidos terem capturado Nicolás Maduro durante uma operação militar na Venezuela, que resultou na detenção e na transferência do líder chavista e da sua mulher, Cilia Flores, para Nova York. Os dois são acusados de quatro crimes federais, incluindo de conspiração para narcoterrorismo.

    Corina oferece Nobel a Trump e premiação avisa: "título não muda de dono"

  • Trump ameaça usar Forças Armadas contra protestos anti-ICE em Minneapolis

    Trump ameaça usar Forças Armadas contra protestos anti-ICE em Minneapolis

    Presidente pode recorrer à Lei da Insurreição, que permite o uso de soldados para reprimir rebeliões em solo americano; declaração ocorreu depois de agente atirar em imigrante venezuelano, numa ação que motivou mais manifestações

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Horas após mais um caso de violência envolvendo um agente de imigração em Minneapolis e diante de um cenário de tensão crescente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta quinta-feira (15) invocar a Lei da Insurreição, que permite a mobilização das Forças Armadas para reprimir rebeliões armadas dentro do território americano, caso os protestos continuem.

    Em publicação na plataforma Truth Social, Trump escreveu que, se os “políticos corruptos” do estado de Minnesota não fizerem cumprir a lei e impedirem “agitadores e insurrecionistas” de atacar agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), ele recorrerá à controversa legislação pra restabelecer a ordem.

    A Lei da Insurreição, criada em 1807, permite ao presidente empregar soldados das Forças Armadas no território americano em situações de distúrbios que ultrapassem a capacidade das autoridades civis de manter a ordem. A simples menção à legislação por Trump aumentou a preocupação entre líderes estaduais e municipais, que já descrevem a intervenção federal como excessiva e desestabilizadora.

    A legislação foi invocada durante a Guerra Civil e na década de 1960 para implantar o fim da segregação racial. Foi aplicada pela última vez durante os protestos antirracismo de Los Angeles, em 1992, que deixaram um saldo de 63 mortos e milhares de feridos.

    A ameaça do presidente ocorreu após novo caso de violência na quarta-feira (14), quando um agente federal de imigração atirou contra um homem em Minneapolis, o que motivou mais protestos na cidade. Segundo o Departamento de Segurança dos EUA, ele é um imigrante da Venezuela.

    O homem baleado sofreu um ferimento na perna e foi levado para um hospital para tratamento, informaram as autoridades. A identidade não foi divulgada.

    Autoridades do Departamento de Segurança Interna confirmaram o caso no X. Segundo a pasta, “um estrangeiro ilegal da Venezuela” foi alvo de uma abordagem de trânsito e resistiu à prisão.

    “Enquanto o sujeito e o agente da lei estavam em luta no chão, dois indivíduos saíram de um apartamento próximo e também atacaram o agente da lei com uma pá de neve e cabo de vassoura”, escreveu o departamento, em nota.

    O chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, disse que uma multidão de manifestantes foi às ruas após o caso, e algumas pessoas miraram fogos de artifício contra os policiais. Não há registro de feridos nem de prisões.

    Esse caso se soma à morte da cidadã americana Renée Nicole Good, 37, baleada por um agente do ICE na semana passada, o que provocou indignação e mobilizações massivas contrárias à presença de forças federais.

    Líderes locais, incluindo o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, e o governador de Minnesota, Tim Walz, têm condenado a presença de agentes do ICE na região. Desde a morte de Good, protestos e confrontos entre forças federais e manifestantes se espalharam e se tornaram frequentes em todo o estado.

    “Isso não é sustentável”, disse o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey. “Temos agentes do ICE por toda nossa cidade e por todo nosso estado que, junto com a Patrulha de Fronteira, estão criando caos.”

    Em vídeo postado nas redes sociais mais cedo nesta quarta, o governador de Minnesota, Tim Walz, também condenou “o caos, a perturbação e o trauma que o governo federal está despejando sobre a comunidade”. O líder democrata descreveu interrogatórios de porta em porta por agentes do ICE “armados, mascarados e mal treinados”.

    A morte de Good ocorreu logo após cerca de 2.000 agentes federais terem sido enviados para a área de Minneapolis no que o Departamento de Segurança Interna chamou de sua maior operação de todos os tempos, aprofundando uma divisão entre o governo federal e os líderes democratas no estado.

    Apesar dos protestos massivos, o governo de Donald Trump tem se negado a investigar o ICE após a morte da mulher, e o Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês), que supervisiona a agência, mantém a informação de que o autor do disparo agiu em legítima defesa, algo que é contestado por vários setores da sociedade civil.

    Segundo pesquisa Reuters/Ipsos divulgada quinta, os republicanos estão divididos sobre o grau de força que agentes federais de imigração devem empregar em suas operações. Os entrevistados foram questionados se os agentes deveriam priorizar a redução de danos às pessoas, ainda que isso limitasse o número de prisões, ou se deveriam estar dispostos a usar a força mesmo com risco de ferimentos graves.

    Entre os republicanos, 59% afirmaram que as prisões devem ser priorizadas mesmo com risco de ferimentos, enquanto 39% defenderam que a atuação dos agentes deve focar a redução de danos, ainda que isso resulte em menos detenções.

    Entre os democratas, houve consenso: 96% disseram que evitar ferimentos deve ser a prioridade, contra apenas 4% favoráveis a uma atuação centrada no número de prisões. Parte dos entrevistados não respondeu à pergunta. A pesquisa ouviu 1.217 pessoas em todo o país e tem margem de erro de três pontos percentuais.

    Trump ameaça usar Forças Armadas contra protestos anti-ICE em Minneapolis

  • Trump recebe líder da oposição venezuelana María Corina em Washington

    Trump recebe líder da oposição venezuelana María Corina em Washington

    Encontro ocorre após Trump priorizar chavista Delcy Rodríguez nas negociações sobre futuro da Venezuela; vencedora do Nobel da Paz de 2025 disse que poderia assumir o poder em Caracas após derrubada de Maduro

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Até aqui fora dos planos de Washington para a Venezuela pós-Nicolás Maduro, a líder opositora María Corina Machado se encontrou pela primeira vez, nesta quinta-feira (15), com o presidente Donald Trump, que determinou uma operação militar no último dia 3 para capturar o então ditador venezuelano.

    María Corina foi laureada com o Nobel da Paz de 2025 por seus esforços para promover uma “transição justa e pacífica da ditadura para a democracia”, segundo o comitê do prêmio. Após a queda de Maduro, ela chegou a dizer que poderia assumir o poder na Venezuela.

    O governo de Donald Trump, entretanto, tem priorizado o diálogo com a líder interina Delcy Rodríguez, que foi vice do ditador deposto e é representante do chavismo. Da mesma forma, o líder republicano deverá receber, também nesta quinta, um representante do regime venezuelano na Casa Branca.

    Trump afirmou na quarta (14) que conversou por telefone com Delcy, no primeiro contato público entre os dois desde a captura de Maduro. O diálogo sinalizou uma inflexão na relação bilateral, marcada nos últimos anos por ruptura diplomática, sanções e confrontos retóricos.

    Segundo Trump, a conversa foi longa e abrangente. “Discutimos muitas coisas”, disse a jornalistas, ao afirmar que “tudo vai muito bem” com a Venezuela, quase duas semanas após o bombardeio de Caracas e de outras regiões do país, que culminou na prisão de Maduro. O americano descreveu Delcy Rodríguez como “uma pessoa formidável” e alguém com quem Washington “trabalha muito bem”.

    Do lado venezuelano, Delcy classificou o telefonema como “produtivo e cortês”, feito em um ambiente de “respeito mútuo”. Em mensagem publicada no Telegram, afirmou que os dois abordaram “uma agenda de trabalho bilateral em benefício dos povos”, além de pendências históricas na relação entre os governos.

    O contato ocorreu num contexto de reaproximação entre Caracas e Washington, que já deram início à retomada de relações diplomáticas e à assinatura de acordos energéticos. Também coincide com uma nova rodada de libertação de presos políticos, iniciada na semana passada. Entre os beneficiados está o jornalista e reconhecido ativista opositor Roland Carreño, preso no início de agosto de 2024, em Caracas.

    María Corina, por sua vez, foi à Noruega, no ano passado, para receber a láurea da paz. Neste mês, viajou ao Vaticano, onde participou de audiência com o papa Leão 14 e pediu ao pontífice que pressione Caracas a libertar os presos políticos.

    O cenário político venezuelano continua no centro das atenções internacionais. Após conversa telefônica na quarta, os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e da Rússia, Vladimir Putin, manifestaram preocupação com a situação no país e reiteraram a importância de que a América do Sul e o Caribe permaneçam como “zonas de paz”.

    Trump recebe líder da oposição venezuelana María Corina em Washington

  • Avião turco faz pouso de emergência em Barcelona: "ameaça a bordo"

    Avião turco faz pouso de emergência em Barcelona: "ameaça a bordo"

    Avião saiu de Istambul, na Turquia, e acabou pousando em Barcelona, na Espanha. Polícia está no local!

    A polícia espanhola cercou um avião de passageiros que pousou, na manhã desta quinta-feira (15), no aeroporto de Barcelona, na Espanha, devido a uma “ameaça a bordo”.

    O avião, que pertence à companhia Turkish Airlines, partiu de Istambul e, pouco antes das 10h00 (hora local), começou a ser escoltado por aviões militares espanhóis e franceses sobre o Mar Mediterrâneo, relatou a imprensa espanhola, como o El Nacional. 

    O El Pais destaca que a aeronave foi obrigada a pousarno aeroporto de El Prat, após uma ameaça de bomba.

    Segundo fontes oficiais, o voo TK1853, um Airbus 321, teria partido de Istambul ao início da manhã com uma duração prevista de cerca de três horas e pouso em Barcelona às 10h30. Foi às dez horas, sobre o Mediterrâneo, que o protocolo de emergência foi ativado após a recepção de uma ameaça de bomba, o que ativou a escolta militar.

    O avião deu várias voltas antes de pousar e quando conseguiu foi cercado pela polícia. O incidente obrigou também a ativar o protocolo de segurança do aeroporto espanhol. 

    A bordo seguiam 148 passageiros e sete tripulantes de bordo.

    A aeronave foi direcionada para uma zona de segurança, permitindo que as operações do aeroporto retomassem a sua normalidade.

    Entretanto, o alerta foi desativado sem que tenha havido registro de nenhum incidente.

    Avião turco faz pouso de emergência em Barcelona: "ameaça a bordo"

  • Veja lista completa dos 75 países que tiveram vistos congelados pelos EUA

    Veja lista completa dos 75 países que tiveram vistos congelados pelos EUA

    O Brasil está entre os países incluídos na lista. Na América Latina, a medida também alcança Colômbia, Cuba e Uruguai. Fora da região, países como a Rússia, rival geopolítica dos Estados Unidos, também foram afetados.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Os Estados Unidos anunciaram, na quarta-feira (14), a suspensão da concessão de vistos para cidadãos de 75 países. A medida afeta apenas estrangeiros que pretendem se estabelecer no país e não se aplica a turistas, estudantes de intercâmbio nem a profissionais com contratos temporários de trabalho.

    Em publicações nas redes sociais, o governo americano informou que a decisão atinge nações cujos migrantes, segundo Washington, utilizam benefícios de assistência social “em níveis inaceitáveis”. Os critérios adotados para classificar uma eventual exploração indevida desses serviços, no entanto, não foram detalhados.

    O Brasil está entre os países incluídos na lista. Na América Latina, a medida também alcança Colômbia, Cuba e Uruguai. Fora da região, países como a Rússia, rival geopolítica dos Estados Unidos, também foram afetados.

    A seguir, a lista completa dos 75 países impactados, conforme divulgação do Departamento de Estado americano.

    Países afetados pela suspensão de vistos
    Afeganistão
    Albânia
    Argélia
    Antígua e Barbuda
    Armênia
    Azerbaijão
    Bahamas
    Bangladesh
    Barbados
    Belarus
    Belize
    Butão
    Bósnia
    Brasil
    Camboja
    Camarões
    Cabo Verde
    Cazaquistão
    Colômbia
    Congo
    Costa do Marfim
    Cuba
    Dominica
    Egito
    Eritreia
    Etiópia
    Fiji
    Gâmbia
    Geórgia
    Gana
    Granada
    Guatemala
    Guiné
    Haiti
    Irã
    Iraque
    Jamaica
    Jordânia
    Kosovo
    Kuwait
    Quirguistão
    Laos
    Líbano
    Libéria
    Líbia
    Macedônia do Norte
    Mianmar
    Moldávia
    Mongólia
    Montenegro
    Marrocos
    Nepal
    Nicarágua
    Nigéria
    Paquistão
    República Democrática do Congo
    Rússia
    Ruanda
    São Cristóvão e Névis
    Santa Lúcia
    São Vicente e Granadinas
    Senegal
    Serra Leoa
    Somália
    Sudão do Sul
    Sudão
    Síria
    Tanzânia
    Tailândia
    Togo
    Tunísia
    Uganda
    Uruguai
    Uzbequistão
    Iêmen

    Fonte: Departamento de Estado americano.

    Veja lista completa dos 75 países que tiveram vistos congelados pelos EUA

  • Venezuelano é baleado pelo ICE em Minneapolis

    Venezuelano é baleado pelo ICE em Minneapolis

    Segundo o relato do órgão de segurança do governo de Donald Trump, o homem foi alcançado e houve uma luta. Duas outras pessoas apareceram e teriam atacado o policial com uma pá e um cabo de vassoura.

    Um homem venezuelano foi baleado pelo ICE na noite desta quarta-feira (15) na cidade de Minneapolis, onde a população vem fazendo fortes manifestações após a morte de Renne Nicole Good na semana passada. Ela também foi baleada por um agente do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega).

    Segundo o Departamento de Segurança Interna (DHS, em inglês), em nota oficial, os agentes do ICE realizavam uma operação nas ruas da cidade e se depararam com o venezuelano (seu nome não foi divulgado), que fugiu do local em seu carro. Durante a fuga, ele teria batido num veículo parado e saiu correndo a pé.

    Ainda segundo o relato do órgão de segurança do governo de Donald Trump, o homem foi alcançado e houve uma luta. Duas outras pessoas apareceram e teriam atacado o policial com uma pá e um cabo de vassoura.

     

    O venezuelano teria conseguido se livrar do agente e, ainda segundo o DHS, passou a atacar o policial com a pá. O membro do ICE, então, atirou na perna do homem. O venezuelano e o agente foram levados ao hospital e as outras duas pessoas foram presas.

    Mais de 100 pessoas protestaram em Minneapolis na noite de ontem e houve confronto com a polícia. Várias manifestações contra o ICE vêm acontecendo em diferentes cidades dos EUA desde a morte de Rene Good, uma mulher norte-americana de 37 anos.

    Um policial do ICE disparou três tiros contra ela durante uma operação nas ruas de Minneapolis. O presidente dos EUA disse numa rede social que o agente agiu em legítima defesa, mas vídeos mostram que não foi isso o que aconteceu.

    Venezuelano é baleado pelo ICE em Minneapolis