Categoria: MUNDO

  • Suécia emite alerta para escassez de combustível para aviões na Europa

    Suécia emite alerta para escassez de combustível para aviões na Europa

    Governo cita conflito no Oriente Médio e bloqueio do Estreito de Ormuz como fatores de risco e recomenda que passageiros acompanhem a situação; autoridades dizem que não há ameaça imediata de racionamento no curto prazo.

    O governo da Suécia emitiu um alerta nesta terça-feira sobre o risco de escassez de combustível para a aviação na Europa, em meio ao conflito no Oriente Médio e ao bloqueio do Estreito de Ormuz. “Alertamos com antecedência para o risco de não haver combustível suficiente para a aviação”, afirmou a ministra da Energia, Ebba Busch, durante coletiva de imprensa.

    O governo recomenda que passageiros, especialmente em voos internacionais fora da Europa, acompanhem a situação e verifiquem a cobertura dos seguros de viagem.

    O alerta tem como base uma análise da Agência Sueca de Energia, que, no entanto, não vê risco imediato de racionamento. “No pior cenário, poderia haver racionamento, mas isso está distante. Não é algo para agora”, disse a diretora do órgão, Caroline Asserup.

    Segundo ela, o abastecimento de gasolina e diesel na Suécia não está ameaçado, nem no curto nem no longo prazo. “A Suécia e os países nórdicos têm ampla capacidade de refino e utilizam principalmente petróleo do Mar do Norte”, afirmou, classificando como “baixo” o risco de racionamento desses combustíveis.

    Ebba Busch destacou que, mesmo com um eventual acordo de paz, a normalização da oferta global de petróleo e gás levaria tempo. Como exemplo, citou a situação na Itália, onde alguns aeroportos já precisaram priorizar determinados voos por falta de combustível.

    O primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, afirmou que, embora a crise energética seja global, seus impactos na Europa são menores, e ainda mais reduzidos na Suécia.

    Na semana passada, o governo já havia sinalizado que não descarta adotar medidas para reduzir o consumo de energia ou racionar combustíveis caso o conflito no Irã se prolongue, embora ressalte que essa possibilidade não é considerada no curto prazo.
     
     

     

    Suécia emite alerta para escassez de combustível para aviões na Europa

  • Atirador de 89 anos fere 5 pessoas em dois ataques no centro de Atenas

    Atirador de 89 anos fere 5 pessoas em dois ataques no centro de Atenas

    Suspeito abriu fogo em agência de seguridade social e em tribunal no centro da cidade, deixando cinco feridos; idoso fugiu após os ataques e é procurado pela polícia, que investiga a motivação e analisa cartas deixadas no local

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um idoso de 89 anos feriu cinco pessoas em dois ataques a tiros hoje no centro de Atenas.

    O suspeito, que está foragido, atacou, com uma espingarda, uma agência de seguridade social e um tribunal ateniense. Os feridos são quatro funcionárias do tribunal, com escoriações leves, e um funcionário da agência, alvejado na perna e fora de perigo.

    Segundo a polícia local, o primeiro ataque ocorreu em uma filial da agência de seguridade social grega EFKA. Depois, o atirador pegou um táxi rumo ao tribunal de pequenas causas da cidade, onde deixou a espingarda após os disparos e fugiu a pé.

    O motivo dos ataques ainda é desconhecido, mas o atirador deixou no prédio da Justiça cartas endereçadas a jornais locais. O suspeito foi identificado pela polícia de Atenas como um catador de lixo.

    A polícia procura o idoso de 89 anos com um grande efetivo nas ruas do centro de Atenas. A violência armada é relativamente rara na Grécia, onde a posse de armas de fogo é permitida, mas rigorosamente regulamentada.

    Atirador de 89 anos fere 5 pessoas em dois ataques no centro de Atenas

  • Rubio diz ver sinais de avanço em acordo para desmilitarizar o Hamas

    Rubio diz ver sinais de avanço em acordo para desmilitarizar o Hamas

    Secretário de Estado dos EUA afirma que há sinais de avanço nas negociações e cita Egito e Turquia como mediadores; Washington condiciona qualquer acordo à desmilitarização do grupo e diz esperar resultados nos próximos dias.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, diz ver sinais de avanço em um acordo para desmilitarizar o Hamas. A declaração ocorreu durante entrevista à Fox News.

    Rubio afirmou que houve progresso recente nas conversas, apesar de declarações públicas do Hamas. “Estamos muito focados nisso. Houve algum progresso, apesar dos anúncios públicos do Hamas. Mas, no fim das contas, precisamos ver isso acontecer, e temos esperança de que nos próximos dias possamos ter boas notícias a respeito”, disse Marco Rubio.

    Secretário norte-americano citou Egito e Turquia como atores envolvidos no processo. “Sei que nossos parceiros no Egito e na Turquia estão envolvidos nesse processo”, afirmou Rubio à Fox News.

    Rubio disse que o tema ganhou tração no fim de semana e condicionou qualquer acordo à retirada de armas do grupo. “Houve alguns sinais promissores durante o fim de semana de que estamos nos aproximando de um acordo com relação à desmilitarização deles. Mas isso precisa acontecer. Todo esse projeto só funciona se o Hamas for desmilitarizado. Até que isso aconteça, tudo está em questão”, declarou.

    Ele evitou comentar se Washington apoiaria uma retomada das operações militares de Israel caso não haja acordo. “Vamos torcer para que possamos evitar isso. Não é o resultado que queremos”, disse o secretário de Estado dos EUA.

    Rubio falou após relatos de que EUA e Hamas abriram um canal direto de diálogo em abril, pela primeira vez desde o cessar-fogo em Gaza. Duas fontes do Hamas disseram que as conversas ocorreram como parte de esforços para avançar em um acordo mediado pelos EUA.

    Rubio diz ver sinais de avanço em acordo para desmilitarizar o Hamas

  • Mulher dá à luz em pleno voo nos EUA: “Avião está pousando, segura”

    Mulher dá à luz em pleno voo nos EUA: “Avião está pousando, segura”

    Passageira entrou em trabalho de parto durante voo entre Atlanta e Portland e foi auxiliada por profissionais de saúde a bordo; bebê nasceu antes do pouso de emergência, e mãe e criança passam bem após atendimento no desembarque

    Uma mulher entrou em trabalho de parto durante um voo nos Estados Unidos na sexta-feira. O parto foi realizado ainda a bordo, com a ajuda de uma médica e duas enfermeiras que estavam entre os passageiros. O avião fazia uma viagem de cerca de cinco horas entre Atlanta e Portland.

    O caso ocorreu em uma aeronave da Delta Air Lines, que transportava 153 passageiros, além de dois pilotos e quatro comissários de bordo. Segundo a emissora KPTV, a tripulação declarou emergência para acelerar o pouso, realizado por volta das 21h30.

    Com a presença dos profissionais de saúde no voo, o bebê nasceu antes mesmo da aterrissagem de emergência.

    “Cortei o cordão umbilical, enrolamos o bebê e eles disseram: ‘O avião está aterrissando, então se segure no assento’. E eu me segurei. Não chegamos a apertar nenhum cinto e pousamos. Depois, devolvemos o bebê à mãe e o avião seguiu até o portão. Todos aplaudiram a mãe. Foi fantástico”, relatou uma das enfermeiras, acrescentando que “foi a experiência de uma vida”.

    O pouso aconteceu por volta das 22h, quando equipes médicas já aguardavam no portão de desembarque.

    Tanto a mãe quanto o bebê passam bem.

    Um passageiro afirmou à KPTV que a situação foi “completamente louca”.

    A companhia aérea também se manifestou, agradecendo à tripulação e aos profissionais de saúde que prestaram atendimento. “A saúde e a segurança de nossos passageiros são sempre nossa principal prioridade, e desejamos tudo de bom à nova família”, informou.
     
     
     

    Mulher dá à luz em pleno voo nos EUA: “Avião está pousando, segura”

  • Cabo se rompe em brinquedo e deixa feridos em parque na Espanha; veja

    Cabo se rompe em brinquedo e deixa feridos em parque na Espanha; veja

    Quatro pessoas, incluindo duas crianças, ficaram feridas após falha em atração que simula bungee jumping em Sevilha; vítimas tiveram lesões leves e duas foram levadas ao hospital após o impacto

    Quatro pessoas, incluindo duas crianças, ficaram feridas após o rompimento de um cabo durante o funcionamento de um brinquedo em um parque de diversões em Sevilha, na Espanha.

    De acordo com uma nota divulgada pelo Departamento de Serviços de Emergência da cidade em sua página no Facebook, o incidente ocorreu em uma atração chamada “Steel Max”, que simula a experiência de bungee jumping, esporte radical em que a pessoa salta de grande altura presa por uma corda. O acidente aconteceu por volta das 20h20 da última sexta-feira (24), quando um dos cabos se rompeu.

    Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que o cabo do lado direito se rompe, fazendo com que a cápsula onde estavam os passageiros colida repetidamente contra a estrutura lateral do brinquedo e gire no ar.

    Segundo as autoridades, os quatro feridos tiveram apenas “lesões leves” e foram atendidos no local. No entanto, dois deles, que estavam dentro da cápsula, foram posteriormente encaminhados a uma unidade de saúde.

    Após o incidente, a área foi isolada e a polícia local realizou uma inspeção na documentação do brinquedo para verificar se a atração cumpria todas as normas de segurança exigidas.

    Cabo se rompe em brinquedo e deixa feridos em parque na Espanha; veja

  • Ataque israelense mata dois brasileiros no Líbano, diz Itamaraty

    Ataque israelense mata dois brasileiros no Líbano, diz Itamaraty

    Itamaraty confirma morte de mãe e filho brasileiros em bombardeio no sul do Líbano, critica violações do cessar-fogo por Israel e Hezbollah, cobra interrupção imediata das hostilidades e presta assistência consular ao sobrevivente hospitalizado

    O governo brasileiro confirmou a morte de dois cidadãos do país em meio à escalada de violência no sul do Líbano, após um ataque atribuído às Forças de Defesa de Israel. O caso ocorre mesmo após o anúncio de um cessar-fogo em 16 de abril, que, segundo o Itamaraty, vem sendo repetidamente violado.

    De acordo com nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil, o governo recebeu “com consternação e pesar” a informação de que uma criança brasileira de 11 anos e sua mãe morreram durante o bombardeio. O pai da família, de nacionalidade libanesa, também foi morto no ataque.

    Outro filho do casal, igualmente brasileiro, ficou ferido e está hospitalizado. Segundo o comunicado, a família estava dentro de casa, no distrito de Bint Jbeil, no sul do país, quando o imóvel foi atingido.

    Na avaliação do governo brasileiro, o episódio representa “mais um exemplo das reiteradas e inaceitáveis violações ao cessar-fogo anunciado em 16 de abril”. O texto destaca que, desde então, dezenas de civis libaneses já morreram, incluindo mulheres, crianças, uma jornalista e dois integrantes franceses da Força Interina das Nações Unidas no Líbano.

    Ao manifestar “sinceras condolências” aos familiares das vítimas, o Brasil reiterou a “mais veemente condenação a todos os ataques perpetrados durante a vigência do cessar-fogo”, tanto por Israel quanto pelo Hezbollah, grupo xiita libanês apoiado pelo Irã.

    O Itamaraty também criticou as “demolições sistemáticas de residências e de outras estruturas civis no sul do Líbano” realizadas nas últimas semanas e mencionou o deslocamento forçado de mais de um milhão de pessoas no país.

    O governo brasileiro cobrou o “cumprimento integral” da resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas que estabelece os termos do cessar-fogo que encerrou a guerra de 2006, além da “cessação imediata das hostilidades” e da retirada completa das tropas israelenses do território libanês.

    Por fim, o comunicado informa que a Embaixada do Brasil em Beirute está em contato com a família das vítimas para prestar assistência consular, incluindo apoio ao filho que segue internado.
     

     

    Ataque israelense mata dois brasileiros no Líbano, diz Itamaraty

  • Putin diz que fará 'tudo' para alcançar a paz em encontro com chanceler iraniano

    Putin diz que fará 'tudo' para alcançar a paz em encontro com chanceler iraniano

    “De nossa parte, faremos tudo o que sirva aos seus interesses e aos interesses de todos os povos da região para garantir que a paz seja alcançada o mais rapidamente possível”, disse Putin

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – (CBS NEWS) – O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, se reuniu com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, nesta segunda-feira (27), depois de responsabilizar os Estados Unidos pelo fracasso da mais recente rodada de negociações no Paquistão.

    Segundo agências estatais russas, Putin disse esperar que o povo iraniano supere o que descreveu como um “período difícil” e afirmou ao chanceler iraniano que fará “tudo” o que puder para alcançar a paz no Oriente Médio.

    A Rússia é uma das principais aliadas da República Islâmica, e o encontro ocorre em meio a um cessar-fogo temporário. Até agora os diálogos para terminar o conflito e reabrir o estreito de Hormuz, bloqueado por Teerã, fracassaram diante da firmeza demonstrada tanto por Washington quanto pelo Irã.

    “De nossa parte, faremos tudo o que sirva aos seus interesses e aos interesses de todos os povos da região para garantir que a paz seja alcançada o mais rapidamente possível”, disse Putin.

    “Na semana passada, recebi uma mensagem do líder supremo do Irã [Mojtaba Khamenei]. Gostaria de pedir que transmita meus mais sinceros agradecimentos por isso e de confirmar que a Rússia, assim como o Irã, pretende continuar nossa relação estratégica”, acrescentou o presidente russo.

    O Irã firmou no ano passado um acordo de parceria estratégica de 20 anos com Moscou. A Rússia está construindo duas novas unidades nucleares em Bushehr, local da única usina nuclear do Irã, e Teerã forneceu a Moscou drones Shahed para uso contra a Ucrânia.

    Ainda de acordo com agências russas, Araghchi disse que, devido à guerra com os EUA e Israel, “o mundo agora percebeu o verdadeiro poder do Irã” e “ficou claro que a República Islâmica do Irã é um sistema estável, sólido e poderoso”.

    Mais cedo, ao comentar as negociações, o chanceler disse que os americanos apresentaram “exigências excessivas”. “A abordagem dos Estados Unidos fez com que a rodada anterior de negociações, apesar dos avanços, não alcançasse os objetivos”, disse ele, citado pela imprensa estatal iraniana.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, realizará, ainda nesta segunda-feira, uma reunião de crise sobre o Irã, de acordo com relatos da imprensa americana. O site americano Axios, citando funcionários a par das negociações, afirmou no domingo (26) que o Irã enviou uma nova proposta para a reabertura do estreito e encerrar a guerra, mas que adiaria as negociações sobre a questão nuclear.

    A via marítima, por onde passa cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo, está bloqueada por Teerã desde o início do conflito. O país persa prometeu sustentar a medida enquanto o bloqueio americano aos portos iranianos continuar.

    A agência estatal iraniana Irna mencionou o relato do portal Axios, sem negar as informações. Enquanto isso, o acordo de cessar-fogo é respeitado, mas o impacto do conflito sobre a economia global persiste.

    Antes de viajar à Rússia, Araghchi visitou Omã e a capital do Paquistão, Islamabad, onde deveriam ter ocorrido as negociações com os EUA. Também conversou por telefone com seu homólogo turco, Hakan Fidan.

    Trump anunciou no sábado (25) o cancelamento da viagem da missão diplomática americana. O grupo seria liderado pelo enviado especial ao Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro Jared Kushner.

    A agência de notícias Fars, no entanto, informou que o Irã enviou “mensagens escritas” aos americanos para definir suas “linhas vermelhas” nas negociações, incluindo a questão nuclear e a situação no estreito de Hormuz.

    O Conselho de Segurança da ONU realizará uma reunião sobre segurança marítima na noite desta segunda-feira, em Nova York. Entre 125 e 140 navios normalmente atravessavam o estreito diariamente antes da guerra, mas apenas sete o fizeram neste último dia, segundo dados da Kpler e análises de satélite da SynMax -e nenhum deles transportava petróleo destinado ao mercado global.

    Putin diz que fará 'tudo' para alcançar a paz em encontro com chanceler iraniano

  • Sri Lanka prende 22 monges com 110 kg de maconha em aeroporto

    Sri Lanka prende 22 monges com 110 kg de maconha em aeroporto

    Agentes interceptaram o grupo ao desembarcar no Aeroporto Internacional Bandaranaike, perto de Colombo, o Sri Lanka

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Vinte e dois monges budistas foram presos no principal aeroporto do Sri Lanka após autoridades encontrarem mais de 110 kg de Kush, uma variedade potente de maconha, escondidos em malas.

    Agentes interceptaram o grupo ao desembarcar no Aeroporto Internacional Bandaranaike, perto de Colombo, depois de uma viagem de quatro dias a Bangkok, na Tailândia. Os suspeitos foram levados à Justiça e a corte de Negombo determinou que eles fiquem detidos por sete dias para interrogatório.

    Fiscalização encontrou drogas em compartimentos falsos nas bagagens que o grupo carregava. Um porta-voz da alfândega do Sri Lanka afirmou à CBS News que cada um carregava cerca de cinco quilos do narcótico.

    Apreensão foi descrita como a maior detecção única de Kush no aeroporto, segundo autoridades alfandegárias. O Daily Mirror informou que o total chegou a cerca de 112 kg de Kush e haxixe, com valor estimado em mais de 1,1 bilhão de rúpias do Sri Lanka (cerca de R$ 17 milhões).

    Investigação aponta que a operação teria sido articulada por três monges de um templo na região de Jamburaliya. Eles teriam recrutado outros 19 participantes pelo Facebook e atraído parte dos mais jovens com promessas de passagens, hospedagem e alimentação grátis.

    Polícia diz que os mais novos teriam sido enganados sobre o conteúdo transportado. A apuração preliminar indica que alguns foram informados de que levariam “materiais educacionais e doces” para crianças.

    Casos envolvendo religiosos e drogas também já ocorreram em outros países da região. Em 2022, monges de um templo no centro da Tailândia foram expulsos após testarem positivo para metanfetamina.

    Sri Lanka prende 22 monges com 110 kg de maconha em aeroporto

  • Hezbollah usará 'esquadrões suicidas' contra Israel no Líbano, diz site

    Hezbollah usará 'esquadrões suicidas' contra Israel no Líbano, diz site

    A ideia do Hezbollah, grupo extremista libanês, é que esquadrões suicidas se posicionem em territórios libaneses com ocupação israelense

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O Hezbollah, grupo extremista libanês, afirmou nesta segunda-feira (27) ao site de notícias Al Jazeera que adotará “operações suicidas” em vilas no Líbano contra o Exército de Israel.

    Segundo o grupo, a ideia é “retomar as táticas da década de 1980”. A informação foi repassada por um líder militar da organização, que preferiu não se identificar.

    A proposta é que esquadrões suicidas se posicionem em territórios libaneses com ocupação israelense. De acordo com a fonte, acredita-se que isso impedirá que Israel estabeleça uma “posição de apoio” no sul do Líbano.

    Missão dos homens-bomba será atacar “oficiais e soldados inimigos” nas aldeias ocupadas. “Grandes grupos de homens-bomba serão mobilizados no território ocupado de acordo com planos pré-elaborados”, explicou o homem.

    Ataques de Israel no sul do Líbano mataram 14 pessoas ontem, apesar do cessar-fogo. O Ministério da Saúde do Líbano confirmou ainda que 37 ficaram feridos. Entre os mortos estão duas mulheres e duas crianças, vítimas de ataques em várias regiões do sul do país.

    Israel ordenou a saída de moradores de sete cidades libanesas. O exército israelense pediu que os civis deixassem áreas ao norte do rio Litani e afirmou ter atacado combatentes, lançadores de foguetes e um depósito de armas do Hezbollah.

    O Hezbollah, por sua vez, atacou tropas israelenses dentro do Líbano. O grupo também atingiu a equipe de resgate enviada para o local. Israel confirmou a morte de um soldado e o ferimento de outros seis na ação.

    O primeiro-ministro de Israel acusou o Hezbollah de destruir o acordo. “As violações do Hezbollah estão, na prática, desmontando o cessar-fogo”, disse Benjamin Netanyahu. Ele afirmou que Israel age de acordo com as regras combinadas com os Estados Unidos.

    O Hezbollah prometeu manter os ataques a tropas israelenses. O grupo afirmou que não vai parar enquanto Israel continuar violando o cessar-fogo e destacou que não vai esperar por uma diplomacia que “se provou ineficaz”.

    O acordo de paz começou em 16 de abril e vai até meados de maio. Mediado pelos Estados Unidos, o cessar-fogo reduziu as hostilidades, mas os dois lados continuam trocando tiros e acusações.

    A guerra atual começou em 2 de março. O Hezbollah disparou foguetes contra Israel para vingar a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei. Desde então, mais de 2.500 pessoas morreram no Líbano.

    Hezbollah usará 'esquadrões suicidas' contra Israel no Líbano, diz site

  • Suspeito de matar alunos nos EUA pesquisou no ChatGPT como descartar corpos

    Suspeito de matar alunos nos EUA pesquisou no ChatGPT como descartar corpos

    Hisham Abugharbieh, que é ausado de matar Limon e Bristy, ambos de 27 anos, teria perguntado ao ChatGPT sobre colocar uma pessoa em um saco de lixo e jogá-la em uma caçamba

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Acusado de matar dois estudantes de doutorado da Universidade do Sul da Flórida (USF), Hisham Abugharbieh teria perguntado ao ChatGPT sobre colocar uma pessoa em um saco de lixo e jogá-la em uma caçamba, de acordo com a NBC News.

    Promotores citaram a suposta conversa com a ferramenta de inteligência artificial em um pedido para manter Abugharbieh preso enquanto ele aguarda julgamento. No documento, eles afirmam que a pergunta teria sido feita na noite de 13 de abril, três dias antes de Zamil Limon e Nahida Bristy serem vistos vivos pela última vez.

    Na mensagem atribuída ao suspeito, ele questiona o que ocorreria se um ser humano fosse colocado em um saco preto de lixo e jogado em uma caçamba. Após a resposta do chatbot, ele teria enviado uma segunda mensagem perguntando como isso seria descoberto. “Como eles descobririam?”, diz a outra mensagem atribuída a Abugharbieh no documento judicial.

    Abugharbieh, de 26 anos, é acusado de homicídio doloso qualificado pelas mortes de Limon e Bristy, ambos de 27 anos. Ele também responde por agressão, cárcere privado, não comunicar uma morte, armazenar restos mortais em condições inadequadas e adulteração de provas, segundo registros judiciais citados pela NBC News.

    OpenAI, empresa por trás do ChatGPT, não respondeu a um pedido de comentário feito pelo veículo. A defensoria pública do condado de Hillsborough, que representa Abugharbieh, também disse por e-mail que não comentaria o caso.

    Investigadores dizem que um colega de apartamento viu Abugharbieh levar caixas de papelão do quarto até uma caçamba compactadora no condomínio em 17 de abril. A busca no local, segundo os promotores, encontrou itens que seriam de Limon, como carteira estudantil e cartões de crédito em seu nome.

    Testes de DNA em objetos recolhidos na caçamba apontaram material genético compatível com as vítimas, segundo o documento. Uma camiseta cinza teria indicado DNA provavelmente de Limon, e um tapete de cozinha teria apresentado correspondência com Bristy, de acordo com o registro judicial.

    O corpo de Limon foi encontrado na sexta-feira dentro de um saco de lixo reforçado com cheiro de decomposição, diz a petição. A causa preliminar da morte foi classificada como homicídio por “múltiplas lesões por objeto cortante”, com base em autópsia citada no pedido.

    Sobre Bristy, promotores afirmam que não há evidências de que ela ainda esteja viva e que a polícia acredita que o suspeito tenha descartado o corpo. Restos mortais foram encontrados no domingo durante as buscas, informou o gabinete do xerife do condado de Hillsborough, mas a identificação ainda não havia sido confirmada.

    Os investigadores também dizem ter encontrado sangue no apartamento do suspeito e que ele comprou sacos de lixo e produtos de limpeza na noite de 16 de abril. A petição menciona a compra de lenços de limpeza, desinfetante e aromatizador, além do descarte de itens como uma capa rosa de celular atribuída a Bristy.

    Abugharbieh teria apresentado versões diferentes sobre o que ocorreu no dia em que as vítimas desapareceram. Segundo os promotores, ele negou inicialmente saber onde Limon e Bristy estavam e disse que eles nunca estiveram em seu carro, mas depois mudou o relato ao ser confrontado com dados de localização.

    No novo relato, ele teria dito que deu carona ao casal até Clearwater em 16 de abril, quando eles foram vistos pela última vez. Os promotores afirmam que ele não explicou por que teria feito a viagem.

    Dados obtidos com mandado indicam que, em 17 de abril, ele parou em um ponto da ponte Howard Frankland, que cruza a baía de Tampa. O corpo de Limon foi encontrado na lateral da ponte, segundo o documento.

    O suspeito foi preso na sexta-feira após um breve impasse em uma residência, de acordo com o gabinete do xerife. Ele ficou detido sem fiança na prisão Falkenburg Road Jail, e uma audiência foi marcada para amanhã, segundo registros citados pela NBC News.

    Zamil Limon e Nahida Bristy eram estudantes de doutorado da USF e eram de Bangladesh, segundo familiares ouvidos pela NBC News. A reportagem afirma que parentes disseram que os dois já haviam namorado.

    Em comunicado conjunto, as famílias pediram que os corpos sejam tratados de acordo com rituais islâmicos. “Que os corpos de Zamil e Bristy sejam tratados de acordo com os rituais islâmicos e as exigências funerárias”, disseram.

    A USF afirmou em nota que está de luto e disse estar comprometida com a segurança dos estudantes. A universidade também foi cobrada pelas famílias a criar um memorial em nome do casal.

    Suspeito de matar alunos nos EUA pesquisou no ChatGPT como descartar corpos