Categoria: MUNDO

  • UE deve classificar Guarda Revolucionária do Irã como grupo terrorista

    UE deve classificar Guarda Revolucionária do Irã como grupo terrorista

    Bloco europeu anuncia novas sanções após repressão a protestos, enquanto tensão com os EUA aumenta. Medidas coincidem com discussões em Washington sobre possíveis ações militares diante do impasse nuclear e da escalada de confrontos internos em Teerã

    A União Europeia discute nesta quinta-feira a possibilidade de classificar a Guarda Revolucionária do Irã como organização terrorista e anunciou que prepara um novo pacote de sanções contra Teerã. A sinalização foi feita pela chefe da diplomacia do bloco, Kaja Kallas, antes da reunião dos ministros das Relações Exteriores, em Bruxelas.

    Segundo Kallas, a expectativa é que os países do bloco cheguem a um consenso para incluir a força militar iraniana na lista de grupos terroristas da UE. Caso a medida avance, a Guarda Revolucionária passaria a ser tratada no mesmo nível de organizações como Al-Qaeda, Hamas e Estado Islâmico. Para a diplomata, a lógica é simples: quem age como terrorista deve ser tratado como tal.

    A representante europeia afirmou que a decisão está diretamente ligada à repressão recente a protestos no Irã, conduzida pelo regime com apoio da Guarda Revolucionária. De acordo com ela, a dimensão da violência e os métodos utilizados contra manifestantes justificam uma resposta firme do bloco. A mensagem, disse, é de que a repressão tem custo político e econômico.

    Questionada sobre o receio de alguns países de que a classificação possa prejudicar o funcionamento de embaixadas europeias em território iraniano, Kallas afirmou que os riscos foram avaliados previamente. Ainda assim, destacou a expectativa de que os canais diplomáticos permaneçam abertos mesmo após uma eventual designação formal da Guarda Revolucionária como organização terrorista.

    Em relação às sanções, a chefe da diplomacia europeia explicou que o foco será em indivíduos e entidades considerados diretamente responsáveis por atos de violência contra a população. Os nomes ainda não foram detalhados publicamente.

    Durante a conversa com jornalistas, Kallas também comentou outros temas da agenda internacional. Ao ser questionada sobre relatos de que os Estados Unidos teriam condicionado garantias de segurança à Ucrânia à cessão do Donbass à Rússia, ela afirmou que Kiev já fez concessões significativas. Para a diplomata, a pressão deveria recair sobre Moscou, e não sobre os ucranianos. Segundo ela, garantir segurança concreta à Ucrânia segue sendo uma prioridade para a UE.

    Além do Irã, os ministros europeus devem discutir novas sanções contra a Rússia e analisar crises em regiões como Síria, Palestina e República Democrática do Congo. A decisão sobre a Guarda Revolucionária exige unanimidade entre os Estados-membros, e países como França e Itália, que antes eram reticentes, passaram a admitir a classificação.

    Dados recentes da ONG Human Rights Activists News Agency indicam que mais de 6.200 pessoas morreram durante os protestos no Irã, com investigações em andamento sobre outras milhares de mortes potenciais e mais de 42 mil detenções. O governo iraniano já advertiu que a medida europeia, se confirmada, poderá ter “consequências destrutivas” para as relações entre Teerã e o bloco.

    Trump ameaça avançar contra o Irã

    Enquanto a União Europeia avança no campo das sanções, a escalada também voltou ao centro das discussões em Washington. Segundo a CNN, o presidente Donald Trump avalia novas opções militares contra o Irã diante do impasse nas negociações sobre o programa nuclear iraniano e a produção de mísseis balísticos. Fontes ouvidas pela emissora afirmam que as conversas não avançaram nos últimos meses, o que reforçou, internamente, a defesa de uma resposta mais dura.

    Na terça-feira, Trump cobrou publicamente que Teerã aceite negociar, por meio de uma publicação na Truth Social. Na mensagem, advertiu que uma eventual nova ofensiva americana teria impacto maior do que o ataque do verão passado, quando três instalações nucleares iranianas foram atingidas por forças dos EUA. De acordo com a CNN, entre os cenários em análise estão ataques aéreos pontuais contra lideranças iranianas e autoridades de segurança ligadas à repressão interna, além de ações contra estruturas estratégicas do governo e do setor nuclear.

    Auxiliares da Casa Branca ressaltam que nenhuma decisão final foi tomada, mas indicam que Trump considera o contexto militar mais favorável neste momento. Essa avaliação ganhou força após o deslocamento do grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln para o Oceano Índico, movimento interpretado como um sinal adicional de pressão sobre o Irã.

    Do lado iraniano, o líder supremo Ali Khamenei voltou a condenar os protestos e defendeu uma repressão severa, atribuindo parte da responsabilidade pelas mortes a Trump e prometendo não perdoar opositores internos nem o que classificou como “criminosos internacionais”.

    UE deve classificar Guarda Revolucionária do Irã como grupo terrorista

  • Trump avalia nova ofensiva contra o Irã após impasse nuclear

    Trump avalia nova ofensiva contra o Irã após impasse nuclear

    Segundo a CNN americana, o presidente dos Estados Unidos discute opções militares diante da falta de avanços nas negociações com Teerã. Entre os cenários analisados estão ataques a lideranças iranianas e a instalações nucleares, embora nenhuma decisão final tenha sido tomada.

    A escalada de tensão entre Estados Unidos e Irã voltou ao radar da Casa Branca. Segundo a CNN americana, o presidente Donald Trump avalia novas opções militares contra Teerã diante do impasse nas negociações sobre o programa nuclear iraniano.

    Fontes ouvidas pela emissora afirmam que as conversas entre os dois países não avançaram nos últimos meses, especialmente nos temas ligados à limitação de armas nucleares e à produção de mísseis balísticos. Esse bloqueio diplomático tem reforçado, internamente, a discussão sobre uma resposta mais dura de Washington.

    Na terça-feira, Trump usou sua rede social, a Truth Social, para cobrar publicamente que o Irã aceite negociar. Na publicação, o presidente advertiu que uma eventual nova ofensiva dos Estados Unidos teria impacto superior ao ataque realizado no verão passado, quando três instalações nucleares iranianas foram atingidas por forças americanas.

    De acordo com a CNN, o leque de cenários analisados inclui ataques aéreos pontuais contra lideranças iranianas e autoridades de segurança associadas à repressão a protestos internos, além de ações direcionadas a estruturas estratégicas do governo e do setor nuclear do país.

    Apesar das avaliações em curso, auxiliares próximos ao presidente ressaltam que nenhuma decisão definitiva foi tomada. Ainda assim, Trump considera que o momento militar é mais favorável do que em ocasiões anteriores, especialmente após o deslocamento do grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln para o Oceano Índico, movimento interpretado como sinal de pressão adicional sobre Teerã.

    Trump avalia nova ofensiva contra o Irã após impasse nuclear

  • Queda de avião na Colômbia mata 15 pessoas perto da fronteira Venezuela

    Queda de avião na Colômbia mata 15 pessoas perto da fronteira Venezuela

    Aeronave que fazia voo regional entre Cúcuta e Ocaña foi encontrada destruída em área rural de Norte de Santander. Entre as vítimas estão dois candidatos ao Parlamento colombiano; autoridades investigam as causas do acidente.

    Um avião de pequeno porte que fazia um voo regional no nordeste da Colômbia caiu nesta quarta-feira, 28, deixando 15 mortos. A aeronave foi localizada horas depois em uma área rural próxima à fronteira com a Venezuela, e não houve sobreviventes entre passageiros e tripulantes.

    O local do acidente fica no município de La Playa de Belén, no departamento de Norte de Santander. Agricultores da região encontraram os destroços após ouvirem um forte estrondo. Imagens que circularam nas redes sociais mostram a aeronave completamente destruída, com partes carbonizadas e sinais de fumaça.

    O voo transportava 13 passageiros e dois tripulantes. Entre as vítimas está Diógenes Quintero, candidato à Câmara dos Representantes e integrante do Partido Social de Unidade Nacional. A morte do político foi confirmada pela autoridade aeronáutica colombiana. Também estavam a bordo Natalia Acosta Salcedo, membro da equipe de campanha de Quintero, e Carlos Salcedo, que igualmente disputava uma vaga parlamentar.

    A aeronave, um Beechcraft 1900 operado pela companhia estatal Satena, havia decolado de Cúcuta às 11h42, no horário local, com destino a Ocaña, em um trajeto previsto de pouco mais de 20 minutos. O voo foi registrado por plataformas de monitoramento aéreo, mas o contato com a torre de controle foi perdido minutos antes do horário estimado para o pouso.

    Diante do desaparecimento, o governo colombiano mobilizou a Força Aérea para as buscas. A região onde o avião caiu é de difícil acesso e tem presença de grupos armados, como o Exército de Libertação Nacional, o que complicou as operações de resgate.

    As causas do acidente ainda são desconhecidas. O Ministério dos Transportes informou que todos os protocolos de investigação foram acionados para apurar o que levou à queda da aeronave. A Satena divulgou um canal de atendimento  às famílias das vítimas e afirmou que novas informações serão repassadas após a confirmação oficial das autoridades.

    Queda de avião na Colômbia mata 15 pessoas perto da fronteira Venezuela

  • Trump visita restaurante e cidadão pergunta: "Posso rezar por você?"

    Trump visita restaurante e cidadão pergunta: "Posso rezar por você?"

    Vídeo mostra o presidente dos EUA de cabeça baixa enquanto um cliente reza por ele e pede “sabedoria, discernimento e paz”; episódio ocorre em meio a críticas às políticas de imigração e à atuação do ICE.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi abordado por um cidadão durante uma visita a um restaurante no estado de Iowa, na terça-feira, 27 de janeiro, e participou de um momento de oração que acabou ganhando repercussão nas redes sociais.

    Segundo relatos divulgados pela Fox News, o homem, sentado a uma das mesas do estabelecimento, dirigiu-se ao presidente e perguntou: “Posso rezar por você rapidamente?”. Trump respondeu de forma imediata: “Claro que sim. Pode começar”.

    Um vídeo do episódio foi publicado na rede social X por Margo Martin, funcionária da Casa Branca. Nas imagens, Trump aparece de cabeça baixa e com uma das mãos apoiada no ombro do cidadão, enquanto a oração é feita em voz alta. Outras três pessoas que estavam à mesa também participam do momento.

    Durante a prece, o homem agradece a Deus pelo presidente e pede proteção e orientação. “Senhor Deus, nós agradecemos por este presidente. Obrigado pela sabedoria constante. Rezamos por discernimento, por esperança e por mais paz”, diz.

    Ao final da oração, é possível ouvir outros clientes do restaurante dizendo “amém”, seguidos por aplausos.

    O episódio ocorre poucos dias depois de a Casa Branca divulgar um convite nacional à oração e à renovação espiritual, como preparação para o 250º aniversário dos Estados Unidos. Na mensagem, Trump incentivou os cidadãos a rezarem pelo país e afirmou que a nação tem sido “sustentada e fortalecida pela oração” ao longo da história.

    A cena registrada em Iowa acontece em um momento de forte pressão sobre o governo Trump, especialmente em razão das políticas de imigração. A atuação do ICE, a agência de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos, tem sido alvo de críticas e protestos, sobretudo no estado de Minnesota.

    Desde o início do ano, duas pessoas morreram durante operações do órgão em Minneapolis, o que aumentou a tensão entre agentes federais e a população local. Além disso, o ICE tem sido questionado por detenções de menores e por casos de deportação de crianças, inclusive de cidadãos norte-americanos filhos de imigrantes.

    Trump visita restaurante e cidadão pergunta: "Posso rezar por você?"

  • Ex-senador francês é condenado por dopar bebida de deputada

    Ex-senador francês é condenado por dopar bebida de deputada

    Político cumprirá 18 meses de prisão após caso ocorrido em 2023, quando convidou parlamentar para jantar e colocou ecstasy em uma taça de champanhe; vítima sofreu graves consequências físicas e psicológicas, segundo a Justiça francesa

    Um ex-senador da França foi condenado nesta quarta-feira a quatro anos de prisão por dopar a bebida de uma deputada com a intenção de agredi-la sexualmente. O caso, que chocou o meio político francês, envolve Joël Guerriau, que cumprirá 18 meses em regime fechado, enquanto o restante da pena foi suspenso.

    O episódio ocorreu em novembro de 2023, quando Guerriau ainda integrava o partido de centro-direita Horizons. Na ocasião, ele convidou a deputada Sandrine Josso, do partido centrista MoDem, para um jantar em sua casa, sob o pretexto de celebrar a reeleição da parlamentar.

    Segundo o depoimento de Josso ao tribunal, ela foi a única convidada da noite e inicialmente não desconfiou da situação. Em juízo, a deputada afirmou que chegou ao encontro tranquila, mas percebeu uma mudança no comportamento do anfitrião ao longo da noite. Em determinado momento, Guerriau lhe ofereceu uma taça de champanhe preparada fora de sua vista. Ao beber, ela estranhou o sabor excessivamente doce e pegajoso da bebida. Mesmo assim, acabou ingerindo o líquido após o ex-senador insistir em um novo brinde.

    Pouco depois, a parlamentar passou a sentir tontura intensa, náuseas e palpitações, tendo dificuldade para se manter em pé. Diante do comportamento considerado estranho de Guerriau, Josso deixou o local às pressas e conseguiu chamar um táxi até um hospital. Exames de sangue apontaram uma concentração elevada de ecstasy (MDMA), cerca do dobro da normalmente associada ao uso recreativo.

    No dia seguinte, após o registro da denúncia, Guerriau foi detido. Durante as investigações e ao longo do julgamento, ele negou ter agido com intenção criminosa e classificou o episódio como um erro involuntário. Em tribunal, afirmou que havia colocado a droga em uma taça de champanhe no dia anterior para uso próprio, durante uma crise de pânico, mas que decidiu não consumir e acabou oferecendo a bebida por engano.

    A acusação contestou essa versão e destacou que o impacto do episódio foi profundo. Segundo a defesa de Josso, a deputada precisou se afastar de suas atividades por seis meses e passou por tratamento físico, psicológico e psiquiátrico, enfrentando pesadelos, flashbacks e episódios de dissociação. O estresse também teria provocado bruxismo severo, levando à extração de quatro dentes.

    As investigações revelaram ainda que, além de ecstasy encontrado na residência do ex-senador, ele realizou pesquisas na internet, semanas antes do jantar, sobre o uso de drogas em contextos de violência sexual.

    Apesar da condenação, Joël Guerriau recorreu da decisão. Com isso, o início do cumprimento da pena ficará suspenso até a análise do recurso pela Justiça francesa.
     

    Ex-senador francês é condenado por dopar bebida de deputada

  • Incêndio evacua 300 pessoas de hotel de luxo nos Alpes franceses

    Incêndio evacua 300 pessoas de hotel de luxo nos Alpes franceses

    Fogo começou no sótão do Hotel des Grandes Alpes, na noite de terça-feira, e mobilizou equipes de emergência. Chamas foram controladas, não houve feridos e um hotel vizinho também precisou ser evacuado por precaução

    Cerca de 300 pessoas precisaram ser retiradas de um hotel cinco estrelas nos Alpes franceses após um incêndio registrado na noite desta terça-feira.

    O fogo começou por volta das 19h no Hotel des Grandes Alpes e ainda apresentava focos ativos na manhã desta quarta-feira, 28 de janeiro. As chamas tiveram início no sótão do edifício. Apesar do susto, não houve registro de feridos.

    Equipes do Corpo de Bombeiros conseguiram conter o incêndio e impedir que o fogo se alastrasse para construções vizinhas. Ainda assim, por precaução, um hotel próximo também foi evacuado na manhã desta quarta-feira para evitar riscos, segundo informou a emissora France 24.

    A polícia francesa abriu uma investigação para apurar as causas do incêndio. Imagens do local circulam nas redes sociais e mostram a intensidade das chamas no telhado da estrutura.

    O episódio ocorre em um momento de maior atenção às normas de segurança na região alpina, especialmente após um incêndio ocorrido na virada do ano nos Alpes suíços que deixou 40 mortos.

    Tragédia na Suíça

    Na noite de Ano-Novo, um incêndio atingiu o bar La Constellation, nos Alpes suíços. O fogo teve início quando garrafas de champanhe com fogos de artifício acoplados foram erguidas durante a comemoração.

    As faíscas teriam atingido a espuma de isolamento acústico instalada no teto do bar, provocando o incêndio. Durante interrogatório, um dos proprietários, Jacques Moretti, afirmou ter sido o responsável pela instalação do material durante uma reforma realizada em 2015, quando adquiriu o local com a esposa, Jessica Moretti. Ele disse que, na época, realizou testes para verificar se as faíscas das velas utilizadas não seriam capazes de incendiar a espuma.

    Um dia antes da tragédia, o município de Crans-Montana havia proibido o uso de qualquer tipo de fogo de artifício, incluindo velas de foguete, devido ao risco “extremamente elevado” de incêndio causado pelas condições de seca na região.

    Além disso, o bar não passava por inspeções desde 2020, apesar de a legislação prever fiscalizações anuais. Segundo o próprio proprietário, o estabelecimento teria sido vistoriado apenas três vezes ao longo de dez anos.

    Jacques e Jessica Moretti são suspeitos de homicídio culposo, lesão corporal culposa e incêndio provocado por negligência. As informações levantadas até o momento agravaram a situação judicial dos proprietários.

    Incêndio evacua 300 pessoas de hotel de luxo nos Alpes franceses

  • Trump diz que prefeito de Minneapolis viola a lei e está 'brincando com fogo'

    Trump diz que prefeito de Minneapolis viola a lei e está 'brincando com fogo'

    Donald Trump acusou o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, de violar a lei ao não aplicar normas federais de imigração, após operações que resultaram na morte de dois cidadãos americanos. Frey e o governador Tim Walz contestam as ações federais. Diante da repercussão, o governo passou a revisar um dos casos

    (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (28) que o prefeito democrata de Minneapolis, Jacob Frey, viola a lei e está “brincando com fogo”. A cidade é palco de grande operação de forças federais de migração que mataram dois cidadãos americanos neste mês.

    “Surpreendentemente, o prefeito Jacob Frey acabou de dizer que ‘Minneapolis não impõe e não vai impor leis federais de imigração’. Isso é depois de eu ter uma conversa muito boa com ele. Alguém do seu entorno próximo poderia explicar que essa declaração é uma séria violação da lei, e que ele está BRINCANDO COM FOGO!”, escreveu Trump na rede Truth Social.

    Frey, assim como o governador também democrata de Minnesota, Tim Walz, têm feito oposição às medidas federais no estado e na cidade.

    Agentes mataram Renée Good e Alex Pretti neste mês em Minneapolis, ambos cidadãos americanos de 37 anos abordados por funcionários de agências federais de migração enquanto se opunham pacificamente às ações. Good e Pretti foram mortos a tiros em abordagens que o governo Trump justificou como atos de legítima defesa -embora testemunhas e vídeos gravados por vários ângulos estejam em contradição com a versão oficial.

    Trump iniciou uma mudança de tom com relação, principalmente, à morte de Pretti, ocorrida neste sábado (24). Diante da repercussão negativa, o governo, que inicialmente chamou o enfermeiro de “terrorista doméstico” pronto para “massacrar” agentes federais, passou a dizer que estava revisando o caso.

    Trump diz que prefeito de Minneapolis viola a lei e está 'brincando com fogo'

  • Tempestade em Portugal mata cinco pessoas, provoca apagão e deslizamentos

    Tempestade em Portugal mata cinco pessoas, provoca apagão e deslizamentos

    As chuvas intensas e as rajadas de vento que chegaram a 150 km/h causaram inúmeros danos, provocando quedas de árvores, alagamentos e deslizamentos de terra. Serviços de emergência atenderam cerca de 1.500 ocorrências entre 0h e 8h do horário local desta quarta

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A tempestade Kristin que atingiu Portugal na madrugada desta quarta-feira (28) matou ao menos cinco pessoas e deixou 850 mil residências sem luz na região de Lisboa e no centro do país, segundo os serviços de emergência.

    As chuvas intensas e as rajadas de vento que chegaram a 150 km/h causaram inúmeros danos, provocando quedas de árvores, alagamentos e deslizamentos de terra. Serviços de emergência atenderam cerca de 1.500 ocorrências entre 0h e 8h do horário local desta quarta.

    Uma das vítimas estava dentro de seu carro em Vila Franca de Xira, nos arredores de Lisboa, quando foi atingida por uma árvore arrancada pela raiz, informou a Proteção Civil. Os outros quatro óbitos ocorreram no distrito de Leiria, no centro do país, segundo informações de autoridades.

    Uma das vítimas morreu em decorrência da queda de uma “estrutura metálica” em Monte Real, que fica dentro de Leiria.

    Diversas vias de transporte permaneciam interditadas ou parcialmente bloqueadas nesta quarta, incluindo a principal rodovia que liga Lisboa ao norte de Portugal. O tráfego ferroviário também foi afetado em várias regiões.

    Vários municípios decidiram suspender as aulas. Em Figueira da Foz, no litoral da região central de Portugal, o vento derrubou uma roda-gigante.

    A tempestade Kristin seguiu para o leste e chegou à Espanha na manhã desta quarta, provocando fortes nevascas em Madri. Autoridades locais pediram à população que evite “deslocamentos desnecessários”.

    Mais de 160 estradas na Espanha foram afetadas pela neve. A agência meteorológica nacional de Espanha, AEMET, alertou que diversas áreas do país enfrentariam ventos muito fortes, com algumas rajadas de vento podendo atingir a força de furacão.

    Tempestade em Portugal mata cinco pessoas, provoca apagão e deslizamentos

  • Turista é atacada por leopardo-das-neves em parque da China; veja

    Turista é atacada por leopardo-das-neves em parque da China; veja

    Mulher se aproximou do animal para fotografá-lo em área turística do Geoparque de Keketuohai, no condado de Fuyun; vítima sofreu ferimentos no rosto, foi socorrida e está fora de perigo, segundo autoridades locais

    Uma turista foi atacada por um leopardo-das-neves na área do Geoparque Global da Unesco de Keketuohai, localizado no condado de Fuyun, na China. Segundo as autoridades, o incidente ocorreu após uma conduta inadequada da vítima.

    O ataque aconteceu em 23 de janeiro, mas ganhou maior repercussão nos últimos dias com a divulgação de imagens gravadas após o ocorrido, nas quais a mulher aparece sendo amparada por outras pessoas.

    De acordo com o jornal The Straits Times, a turista avistou o animal e decidiu se aproximar para fotografá-lo. Ela teria parado a cerca de três metros de distância, o que fez com que o leopardo-das-neves se sentisse ameaçado e reagisse. A jovem sofreu várias escoriações no rosto.

    A área onde ocorreu o ataque é conhecida por abrigar um resort de esqui bastante frequentado por turistas durante o inverno.

    A vítima recebeu os primeiros socorros ainda no local, com ajuda de um instrutor de esqui, e foi encaminhada a um hospital da região. Apesar dos ferimentos, o estado de saúde dela é considerado estável.

    Em nota divulgada no próprio dia 23, as autoridades do condado de Fuyun informaram que reforçaram as patrulhas de segurança e intensificaram as ações de proteção ambiental e de conscientização nas áreas próximas ao parque.

    O governo local também orientou visitantes e moradores a seguirem rigorosamente as normas de segurança, manterem distância de animais selvagens e comunicarem imediatamente às autoridades qualquer avistamento, como forma de evitar novos incidentes.

    Há um vídeo registrado após o ataque, mas as imagens podem causar desconforto a leitores mais sensíveis.

    Turista é atacada por leopardo-das-neves em parque da China; veja

  • Trump avisa que grande frota militar está a caminho do Irã

    Trump avisa que grande frota militar está a caminho do Irã

    Presidente afirma que operação liderada pelo porta-aviões USS Abraham Lincoln é mais robusta que a usada contra a Venezuela e condiciona negociações ao recuo de Teerã, enquanto o Irã reage e critica as ameaças de Washington

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 28, que os EUA enviaram uma frota naval de grande porte em direção ao Irã, maior do que a mobilizada na operação contra a Venezuela que resultou na captura de Nicolás Maduro.

    Em publicação nas redes sociais, Trump disse que o grupo naval avança “com rapidez, grande poder e determinação” e informou que a operação é liderada pelo porta-aviões USS Abraham Lincoln. Segundo ele, a força está pronta para cumprir sua missão “rapidamente e, se necessário, com o uso da força”, ao mesmo tempo em que declarou esperar que Teerã aceite negociar.

    O presidente norte-americano também mencionou o ataque ocorrido em junho de 2025 e afirmou que, sem um acordo, a resposta dos Estados Unidos poderá ser ainda mais dura desta vez.

    .


    As declarações ocorrem no mesmo dia em que o chanceler iraniano, Abbas Araqchi, criticou as ameaças de Washington e afirmou que qualquer negociação depende do fim das pressões políticas. Em entrevista à televisão estatal do Irã, Araqchi disse que os Estados Unidos precisam abandonar ameaças e exigências consideradas excessivas para que o diálogo avance.

    Trump, por sua vez, voltou a admitir a possibilidade de negociações, mas reiterou a ameaça de uma ação militar, citando a repressão a protestos no país persa. De acordo com dados recentes da organização norte-americana Human Rights Activists, mais de 41 mil pessoas foram detidas no Irã e milhares de manifestantes morreram desde o início da repressão.

    Entidades de direitos humanos continuam a documentar os abusos, apesar das dificuldades impostas pelo bloqueio da internet determinado por Teerã desde 8 de janeiro. Nesta quarta-feira, o Irã também executou um homem preso em abril de 2025, acusado de espionagem a serviço de Israel.
     
     

    Trump avisa que grande frota militar está a caminho do Irã