Categoria: MUNDO

  • Rússia anuncia teste bem-sucedido com míssil de cruzeiro com propulsão nuclear

    Rússia anuncia teste bem-sucedido com míssil de cruzeiro com propulsão nuclear

    O Presidente russo, Vladimir Putin, anunciou hoje o sucesso do teste final de um míssil de cruzeiro com propulsão nuclear, elogiando esta arma “única” com um alcance de até 14.000 quilômetros, em resposta ao escudo antimísseis dos EUA.

    Os testes decisivos agora estão concluídos”, declarou Vladimir Putin em um vídeo divulgado pelo Kremlin, durante uma reunião com oficiais militares. O presidente russo ordenou que se comece a preparar as infraestruturas necessárias para colocar a nova arma em serviço nas Forças Armadas da Rússia.

    Segundo Putin, o Burevéstnik (que significa “pássaro da tempestade” em russo) possui alcance ilimitado e é “uma criação única, que ninguém mais no mundo possui”.

    Durante o último teste, realizado em 21 de outubro, o míssil permaneceu no ar por aproximadamente 15 horas, percorrendo 14 mil quilômetros, informou o chefe do Estado-Maior russo, Valéri Guérasimov, acrescentando que “esse não é o limite” para a capacidade da arma.

    “As características técnicas do Burevéstnik permitem que ele seja usado com precisão contra alvos altamente protegidos, localizados em qualquer distância”, afirmou Guérasimov.
    Putin anunciou pela primeira vez o desenvolvimento desses mísseis em 2018, afirmando que eles seriam capazes de superar praticamente todos os sistemas de interceptação existentes.

    De acordo com Guérasimov, “durante o voo, o míssil realizou todas as manobras verticais e horizontais”, demonstrando suas “grandes capacidades para escapar de sistemas antiaéreos e antimísseis”.

    Putin destacou ainda que se trata de “uma arma única, que mais ninguém no mundo possui”, e lembrou que especialistas de alto nível chegaram a dizer que o projeto era impossível de ser realizado.

    “Agora concluímos os testes finais”, afirmou o presidente russo, acrescentando que ainda é necessário construir a infraestrutura para sua implantação e colocá-lo oficialmente em serviço, algo que “ainda exigirá muito trabalho”.
    Putin já havia anunciado em outubro de 2023 um teste bem-sucedido do Burevéstnik, míssil envolto em controvérsias após vários testes fracassados no fim da década passada.

    A Rússia decidiu avançar com o desenvolvimento desse tipo de armamento depois que os Estados Unidos se retiraram, em 2001, do Tratado Antimísseis Balísticos, assinado por Moscou e Washington em 1972, durante a Guerra Fria, para criar o próprio escudo antimísseis americano.

    Nesta semana, Putin supervisionou exercícios nucleares russos por terra, mar e ar, pouco depois do cancelamento da cúpula de Budapeste com o presidente dos EUA, Donald Trump, motivado pela recusa de Moscou em cessar as hostilidades na Ucrânia.

    Rússia anuncia teste bem-sucedido com míssil de cruzeiro com propulsão nuclear

  • Lula encontra Trump e diz que não há motivo para conflito com os EUA

    Lula encontra Trump e diz que não há motivo para conflito com os EUA

    O encontro acontece em meio a tensões comerciais entre os países, após os Estados Unidos imporem tarifas de 50% sobre exportações brasileiras e aplicarem sanções a autoridades do Brasil por causa do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump se reuniram na tarde deste domingo (26), na Malásia, (madrugada de sábado para domingo no horário de Brasília), em um encontro que durou cerca de 50 minutos. A reunião, realizada a portas fechadas, foi o primeiro encontro oficial entre os dois líderes desde uma breve conversa durante a Assembleia Geral da ONU, em setembro.

    O encontro acontece em meio a tensões comerciais entre os países, após os Estados Unidos imporem tarifas de 50% sobre exportações brasileiras e aplicarem sanções a autoridades do Brasil por causa do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Antes da reunião reservada, Lula e Trump falaram com jornalistas por cerca de 10 minutos. Trump afirmou que era “uma honra” se encontrar com o presidente brasileiro e indicou abertura para novos acordos bilaterais.

    “Vamos discutir [as tarifas] um pouco. Nós sabemos o que cada um quer”, disse o presidente norte-americano. Questionado sobre Bolsonaro, Trump afirmou “se sentir mal” pela situação do ex-presidente, mas evitou dizer se o tema seria tratado no encontro.

    Trump também foi perguntado sobre a crise na Venezuela, tema que vem gerando atritos diplomáticos. O presidente dos EUA, no entanto, não respondeu se o assunto faria parte das discussões com Lula.

    Lula declarou que levou uma pauta extensa à reunião e reforçou o desejo de manter relações harmoniosas com Washington. “Não há nenhuma razão para que haja qualquer desavença entre Brasil e Estados Unidos”, afirmou.

    O presidente brasileiro destacou ainda que pretende retomar o diálogo político e econômico com os Estados Unidos, buscando uma relação “baseada no respeito e no interesse mútuo”.

    A reunião terminou sem declarações conjuntas, mas ambas as delegações classificaram o clima do encontro como “positivo e construtivo”.

    Lula encontra Trump e diz que não há motivo para conflito com os EUA

  • Navio de guerra dos EUA chega a Trinidad e Tobago em meio a tensão crescente com Venezuela

    Navio de guerra dos EUA chega a Trinidad e Tobago em meio a tensão crescente com Venezuela

    O navio de guerra USS Gravely chegou a Trinidad e Tobago neste domingo (26), intensificando a presença militar dos EUA no Caribe em meio à pressão de Donald Trump sobre Nicolás Maduro. A visita coincide com o encontro entre Trump e Lula na Malásia, onde discutiram tarifas e diplomacia regional

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Um navio de guerra lança-mísseis americano chegou neste domingo (26) a Trinidad e Tobago, pequeno país insular composto por 23 ilhas e situado em frente à Venezuela, em um momento em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensifica sua pressão sobre o ditador Nicolás Maduro.

    O navio foi visto no domingo pela manhã diante do porto da capital Port of Spain, que em linha reta fica a cerca de 570 km de Caracas. A chegada do USS Gravely, assim como de uma unidade de fuzileiros navais para exercícios com o Exército trinitino, havia sido anunciada na quinta-feira (23) pelo governo local.
    O regime em Caracas reagiu neste domingo e disse em nota que os exercícios são “provocação militar em conjunto com a CIA”, a agência de espionagem americana.

    A primeira-ministra de Trinidad e Tobago, Kamla Persad-Bissessar, tem oferecido apoio ao governo Trump e já fez falas defendendo os ataques da marinha americana contra embarcações que supostamente levariam drogas aos EUA. Ela disse recentemente que o Caribe “não é mais uma zona de paz” devido ao aumento da criminalidade na região.

    A encarregada de negócios da embaixada americana em Port of Spain, Jenifer de Ortiz, disse em nota que os exercícios com o país insular “têm o objetivo de lidar com ameaças em comum, como o crime organizado transnacional, e desenvolver resiliência por meio de treinamento, missões humanitárias e esforços de segurança”.

    O navio de guerra pertence à classe Arleigh Burke e foi batizado em homenagem ao primeiro homem negro a chegar ao posto de oficial sênior na Marinha dos EUA, Samuel L. Gravely Jr., que se aposentou em 1980 como vice-almirante e morreu em 2004.

    O USS Gravely é capaz de lançar os mísseis de longo alcance Tomahawk, um dos mais avançados do mundo, entre outros armamentos. O navio já foi utilizado contra o Estado Islâmico, lançando mísseis em direção ao grupo terrorista no início da guerra da Síria, e mais recentemente contra os houthis, milícia que controla boa parte do Iêmen.

    A chegada do navio de guerra a Port of Spain aumenta ainda mais a presença militar americana nas proximidades da Venezuela. Um oficial militar trinitino disse à agência de notícias Associated Press que o envio do USS Gravely foi acertado de última hora.

    Na sexta (24), o Pentágono anunciou o envio ao Caribe do USS Gerald R. Ford, o maior e mais poderoso porta-aviões do mundo, e de outras embarcações que o acompanham.

    A chegada do navio de guerra USS Gravely ocorre no mesmo dia em que o presidente Luiz Inácio Lula da SIlva (PT) se encontrou com Donald Trump e se ofereceu para mediar a tensão entre Washington e a Venezuela.

    Segundo o chanceler Mauro Vieira, Lula disse que a América do Sul é uma região de paz, e o Brasil estaria disposto a atuar pra a promoção da paz e do entendimento entre as nações.

    Lula e Trump se encontraram na tarde deste domingo (26) em Kuala Lumpur, na Malásia, onde participam da cúpula da Asean (Associação das Nações do Sudeste Asiático, em português). O encontro aconteceu por volta das 16h do horário local (5h de Brasília) e durou cerca de 50 minutos.

    O tema principal da conversa foram as tarifas impostas pelo americano ao Brasil, mas outros assuntos também foram tratados.

    Navio de guerra dos EUA chega a Trinidad e Tobago em meio a tensão crescente com Venezuela

  • Derrotada por Trump, Kamala Harris diz querer voltar a disputar presidência

    Derrotada por Trump, Kamala Harris diz querer voltar a disputar presidência

    A ex-vice-presidente se mostrou confiante para uma nova tentativa, afirmando que suas sobrinhas-netas “com certeza” verão uma presidente mulher durante suas vidas. A democrata foi derrotada por Donald Trump ao assumir a vaga de Biden após um desastroso desempenho em um debate.

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/CBS NEWS) – A ex-vice-presidente dos Estados Unidos Kamala Harris disse, em entrevista à rede britânica BBC, que pretende concorrer novamente à presidência do país.
    “Ainda não terminei”, disse Harris, no programa “Sunday with Laura Kuenssberg”, cuja íntegra será exibida neste domingo (26). “Vivi toda a minha carreira como uma vida de serviço, e isso está na minha essência.”, completou.

    A ex-vice-presidente se mostrou confiante para uma nova tentativa, afirmando que suas sobrinhas-netas “com certeza” verão uma presidente mulher durante suas vidas. A democrata foi derrotada por Donald Trump ao assumir a vaga de Biden após um desastroso desempenho em um debate.
    Apesar de não estar entre as favoritas atualmente na concorrência pela vaga da chapa democrata, ela disse que nunca deu ouvido às pesquisas. “Se eu tivesse ouvido as pesquisas, não teria concorrido ao meu primeiro ou segundo cargo – e certamente não estaria sentada aqui”.

    Harris também fez críticas a Trump dizendo que já havia avisado que ele se comportaria de forma autoritária. “Ele disse que usaria o Departamento de Justiça como arma – e foi exatamente isso que ele fez”.

    A ex-vice-presidente dos Estados Unidos teve a campanha mais rápida da história moderna do país, após a saída de Biden da disputa. Os 107 dias deram título a um livro de memórias, lançado no mês passado.

    Na publicação, Harris disse que foi uma “imprudência” permitir que Biden se candidatasse a um segundo mandato. “‘A decisão é de Joe e Jill (esposa de Joe Biden)’. Todos nós repetíamos isso como um mantra, como se estivéssemos hipnotizados. Foi um ato de nobreza ou imprudência? Em retrospecto, eu acho que foi imprudência”.

    Derrotada por Trump, Kamala Harris diz querer voltar a disputar presidência

  • Argentina renova parte do Congresso em eleições que definem futuro de Milei

    Argentina renova parte do Congresso em eleições que definem futuro de Milei

    Quase dois anos se passaram desde que os argentinos deram a Presidência a Milei, e os eleitores agora voltam às urnas para renovar um terço do Senado (24 de 72 vagas) e metade da Câmara (127 de 257 cadeiras)

    DOUGLAS GAVRAS
    ROSÁRIO, ARGENTINA (CBS NEWS) – O governo de Javier Milei esperava pintar o Congresso da Argentina de violeta, a cor do partido A Liberdade Avança. Este era o cenário há menos de dois meses, mas a expectativa de uma vitória arrasadora se desfez conforme as eleições legislativas deste domingo (26) se aproximavam.

    Quase dois anos se passaram desde que os argentinos deram a Presidência a Milei, e os eleitores agora voltam às urnas para renovar um terço do Senado (24 de 72 vagas) e metade da Câmara (127 de 257 cadeiras)

    O mileísmo, que ganhou as eleições de 2023 com ar de novidade, promessas ousadas de tirar o país da crise econômica e críticas severas à classe política tradicional, conseguiu reduzir a inflação, mas seu apoio tem diminuído desde que a economia estancou, o desemprego subiu e os salários e as aposentadorias ficaram achatados.

    Uma sequência de crises também desgastou a imagem da Casa Rosada nos últimos meses: da promoção de um criptoativo sem lastro por Milei aos áudios do ex-diretor da agência para pessoas com deficiência, sugerindo que Karina Milei, a irmã e braço-direito do presidente, fosse beneficiada em um esquema de propinas na compra de medicamentos.

    Erros táticos, como subestimar a força local de governadores, afetaram a posição dos mileístas em disputas eleitorais que eram consideradas seguras, como na estratégica Córdoba (que escolhe nove deputados), onde os libertários hoje concorrem com o ex-governador Juan Schiaretti. Em Santa Fé (também nove deputados), a briga é com o atual governador, Maximiliano Pullaro, que é parte do bloco opositor Províncias Unidas.

    Uma sequência de derrotas no Legislativo também trouxe a percepção de que o governo perdeu a capacidade de impor sua agenda ao Congresso.

    Analistas trabalham com três cenários para este domingo, considerando o total de votos em nível nacional: um resultado consagrador para Milei seria conquistar 40% ou mais dos votos; 35% seriam lidos como um empate, enquanto uma derrota preocupante seria algo próximo ou abaixo dos 30%.

    O patamar de 40% tem peso simbólico: nas eleições presidenciais, como as de 2027, o candidato pode ser eleito em primeiro turno se receber 40% dos votos e ter uma distância de dez pontos percentuais do segundo colocado. Alcançando este limiar, o presidente sinaliza que está forte para concorrer à reeleição.

    Atualmente, os governistas têm 74 cadeiras na Câmara (menos de um terço) e 13 no Senado (menos de um quinto). Projeções da consultoria Directorio Legislativo apontam que eles poderiam passar de um terço na Câmara e de um quarto no Senado, caso a Liberdade Avança tenha um desempenho mediano, de cerca de 35% dos votos nacionais.

    Conquistar um terço da Câmara (86 assentos) daria ao governo uma quantidade mínima de cadeiras para evitar que os vetos do presidente fossem derrubados. Ainda assim, qualquer reforma tributária, trabalhista ou previdenciária que ele pretenda fazer continuaria exigindo uma aliança sólida para passar nas Casas.

    A situação para Milei é mais confortável no distrito federal que compreende a cidade de Buenos Aires (que elege três senadores e 13 deputados), com a ministra Patricia Bullrich (Segurança) concorrendo ao Senado; em Mendoza (cinco deputados), há expectativa com a candidatura à Câmara do ministro Luis Petri (Defesa); em Salta (três senadores e três deputados), o peronismo local se dividiu.

    O desapontamento de parte do eleitorado com o governo ficou explícito em setembro, nas eleições legislativas locais da província de Buenos Aires, a mais populosa do país. O partido do presidente foi derrotado pelo peronismo por mais de 13 pontos de diferença. Agora, Milei até pode conseguir um desempenho melhor na província de Buenos Aires (que renova 35 vagas de deputado), mas o principal colégio eleitoral do país é considerado perdido pelo governo.

    Além de ser comandado pelo peronista Axel Kicillof, maior nome da oposição hoje, o território foi palco de um escândalo que derrubou semanas atrás o principal candidato do mileísmo, José Luis Espert, envolvido com um empresário investigado por narcotráfico.

    O peronismo nacional tem seus principais quadros no Partido Justicialista, comandado pela ex-presidente Cristina Kirchner, e concorre nestas eleições pela coalizão Força Pátria. O grupo também tem chances de se impor nas províncias de Tucumán (elege quatro deputados), Formosa (dois deputados), La Pampa (três deputados), La Rioja (dois deputados) e Catamarca (três deputados).

    A renovação de parte do Congresso argentino, que sempre é lida como um balanço da metade do mandato presidencial, ganhou um componente internacional neste ano. Milei chegou a interromper suas viagens de campanha pelas províncias para ir até a Casa Branca, onde recebeu apoio do presidente Donald Trump.

    O republicano fez o Tesouro dos EUA intervir para evitar uma crise cambial na Argentina às vésperas das eleições, com a disparada do dólar, mas avançou o sinal ao condicionar sua ajuda ao resultado eleitoral, o que irritou parte da opinião pública e assustou o mercado.

    O governo espera que Milei saia mais forte das urnas a partir de segunda-feira (27), apontando que a sua coalizão, que incorporou o PRO (do ex-presidente Mauricio Macri), é a única que compete com o mesmo nome em todas as províncias. O peronismo, por sua vez, concorre dividido em diversas vertentes locais do movimento.

    Argentina renova parte do Congresso em eleições que definem futuro de Milei

  • Família francesa tem barco afundado por sete orcas no Atlântico; vídeo

    Família francesa tem barco afundado por sete orcas no Atlântico; vídeo

    A embarcação, que iniciava uma expedição pelo Atlântico, foi atingida repetidas vezes pelos animais até ser destruída. Adrien Deparis, sua companheira e as duas filhas pequenas conseguiram se salvar após passarem horas à deriva, sendo resgatados por pescadores.

    Uma família francesa viveu momentos de desespero ao ter seu barco afundado por um grupo de orcas na costa de Portugal, no último dia 10 de outubro. A embarcação, que iniciava uma expedição pelo Atlântico, foi atingida repetidas vezes pelos animais até ser destruída. Adrien Deparis, sua companheira e as duas filhas pequenas conseguiram se salvar após passarem horas à deriva, sendo resgatados por pescadores.

    O episódio ocorreu pouco depois das 18h (horário local), quando a família, que havia partido de Mayenne, iniciava a primeira etapa da viagem planejada há cerca de um ano. De acordo com Adrien, sete orcas cercaram o barco e começaram a golpeá-lo com as cabeças e as caudas, concentrando os ataques principalmente no leme e na estrutura inferior da embarcação.

    “Elas batiam sem parar. Foi quando percebi que o barco ia afundar”, contou Adrien à rede francesa BFMTV, em entrevista divulgada nesta sexta-feira (11).

    Le bateau d’une famille française attaqué par des orques au large du Portugal pic.twitter.com/NuDvZVFAxh

    — BFMTV (@BFMTV) October 24, 2025 ” target=”_blank” rel=”noopener”>

    Em poucos minutos, o sistema de direção foi destruído e a cabine começou a encher de água. Diante da gravidade da situação, a família acionou os guardas costeiros portugueses, que enviaram um barco e um helicóptero para tentar localizá-los. O resgate, no entanto, demorou a chegar, e os quatro precisaram lutar para sobreviver enquanto as orcas permaneciam por cerca de 40 minutos próximas à embarcação, circulando o barco e provocando mais danos.

    “Entramos em modo de sobrevivência”, relatou Adrien. Segundo ele, o bote salva-vidas se soltou no meio da confusão, obrigando-o a mergulhar no mar para recuperá-lo, enquanto tentava manter a calma das filhas.

    Após horas de busca, os quatro foram encontrados e resgatados por um barco de pesca, que os levou em segurança até a costa. “Quando subimos a bordo, foi muito emocionante. Ver nosso barco desaparecer foi doloroso, mas o mais importante é que estamos vivos. Perdemos tudo, mas continuamos juntos”, declarou Adrien.

    Comportamento das orcas

    O caso reacende o debate sobre o comportamento das orcas ibéricas, que têm sido observadas interagindo com embarcações nas costas de Portugal e Espanha com frequência crescente. Embora os episódios causem medo entre navegadores, especialistas afirmam que não se trata de ataques deliberados.

    De acordo com Christine Grandjean, presidente da associação C’est Assez!, as orcas podem agir por curiosidade ou aprendizado coletivo, e não com intenção de causar danos.

    “Não há agressividade nem vontade de machucar. Nenhum humano jamais foi atacado por orcas”, explicou Grandjean.

    Pesquisas recentes sugerem que esses mamíferos marinhos podem estar desenvolvendo novas técnicas de interação com embarcações, especialmente envolvendo o leme, uma das partes mais vulneráveis dos barcos. Os cientistas ainda tentam entender as razões desse comportamento, que pode estar ligado à exploração territorial ou ao simples jogo entre os animais.

    Apesar do susto, a família francesa não sofreu ferimentos. O caso se soma a dezenas de outros incidentes semelhantes registrados desde 2020, especialmente entre as costas da Galícia, Espanha, e o sul de Portugal, regiões que concentram rotas de navegação e populações de orcas residentes.

    Autoridades marítimas alertam navegadores a manter distância dos animais e a evitar manobras bruscas em caso de aproximação.

    Família francesa tem barco afundado por sete orcas no Atlântico; vídeo

  • Fantasma? Câmaras de vigilância de castelo inglês captam figura sem rosto

    Fantasma? Câmaras de vigilância de castelo inglês captam figura sem rosto

    Um dos guardas do Castelo de Chester foi alertado para um possível intruso, após serem detectados movimentos estranhos nas câmaras de vigilância. Ao chegar, o guarda sentiu como se “centenas de olhos” estivessem pousados sobre ele. Mas não estava lá ninguém.

    O Halloween está chegando — e com ele, começam a surgir histórias estranhas, macabras… daquelas que fazem a gente se perguntar: será que o sobrenatural realmente existe?

    Essa dúvida passou pela cabeça dos funcionários do Castelo de Chester, em Cheshire, na Inglaterra, depois de um incidente curioso na propriedade.

    Certo dia, a sala de controle de segurança do castelo detectou movimentos estranhos no terreno. Como manda o protocolo, um dos seguranças foi acionado para verificar se havia algum intruso e garantir que tudo estava em ordem.

    Ao chegar ao local, o guarda teve a sensação de que “centenas de olhos” estavam observando-o. Dentro do carro, o seu cão — normalmente corajoso e “do tamanho de um pequeno urso” — encolheu-se, começou a gemer baixinho e se recusou a sair do veículo.

    O segurança ficou “genuinamente apavorado”: não havia ninguém lá.

    Mesmo assim, a sala de controle insistiu que havia detectado movimento. Apesar do medo, ele refez a ronda, sem encontrar nada.

    Mais tarde, ao revisar as imagens, a equipe descobriu o motivo do alerta: uma figura encapuzada, aparentemente sem rosto, caminhando pela chuva.

    A história foi contada pela English Heritage, agência de preservação cultural responsável pelo castelo e por diversos monumentos históricos na Inglaterra, em entrevista ao The Guardian.

    A instituição não confirmou que a figura seria um fantasma… mas também não negou. A imagem, aliás, ilustra o topo do artigo original.

     
    Relatos de fantasmas se espalham pelo país

    O vídeo foi captado após a English Heritage pedir que funcionários relatassem experiências estranhas — sons inexplicáveis, aparições ou fenômenos em propriedades históricas. O pedido fazia parte de uma campanha de Halloween, criada para atrair o público aos monumentos.

    Contudo, a resposta dos trabalhadores foi além do esperado.

    Em Belsay Hall, em Northumberland, foi encontrada uma mão humana — apenas a mão, sem qualquer sinal do resto do corpo.

    Em Bedfordshire, próximo a Wrest Park, funcionários afirmam ter visto um grupo de soldados desaparecendo na floresta ao redor. E na escadaria da propriedade, mesmo depois de todos os visitantes irem embora, ouve-se constantemente o som de uma bola quicando.

    A cerca de duas horas dali, no Castelo de Bolsover, em Derbyshire, os funcionários relatam ouvir música de piano vinda das paredes — embora não exista nenhum piano no local.

    E esse não é um caso isolado. A gerente da propriedade, Louise Fountain, contou que há tantos relatos semelhantes que o castelo mantém um “caderno de fantasmas”, onde visitantes e funcionários podem registrar suas experiências sobrenaturais.

    “Temos um livro de fantasmas”, contou Louise. “Assim, quando as pessoas dizem que viveram algo estranho, nós registramos — e às vezes, elas até desenham o que viram.”

    “Já tivemos visitantes passeando pelos jardins que, de repente, sentiram a mão de uma criança segurando a deles — o que é muito assustador”, acrescentou. “Alguns até dizem que foram empurrados… por ninguém.”
     
    “Histórias de fantasmas ajudam a entender nossa relação com os mortos e com o passado”

    O curador de história da English Heritage, Michael Carter, explicou que esses relatos fazem parte de uma tradição secular de histórias de fantasmas associadas a locais históricos na Inglaterra.

    “Isso não é apenas uma coleção de histórias modernas. As pessoas podem acreditar ou não em fantasmas, mas, como historiador, vejo uma nova e extraordinária evolução da tradição de narrativas sobrenaturais associadas a ruínas e lugares históricos — algo que remonta ao século XVI”, afirmou.

    Carter contou que seu próprio avô foi zelador do Abbey House Museum, em Kirkstall Abbey, Leeds — outro local histórico.

    “Quando trabalhava à noite, ele levava sua cadela pequinesa, e ela sempre ficava parada no fim de uma escada em espiral, rosnando para o topo. Eu ouvi essa história antes mesmo de entrar na escola, e ela me marcou. Demorei muito para conseguir subir aquela escada”, recordou.

    O historiador concluiu dizendo que contar histórias de fantasmas é uma forma simbólica de compreender nossa relação com os mortos e com o passado.

    Essas narrativas, explicou ele, nasceram como alertas para afastar saqueadores de locais sagrados — dizendo que os espíritos puniriam quem profanasse tais lugares. No século XVIII, com o surgimento da arte gótica, as ruínas inglesas passaram a ser associadas a essas histórias de assombração — tradição que logo se espalhou também pela literatura, com obras como Drácula, de Bram Stoker.

    Fantasma? Câmaras de vigilância de castelo inglês captam figura sem rosto

  • Rainha-mãe da Tailândia morre aos 93 anos

    Rainha-mãe da Tailândia morre aos 93 anos

    A rainha Sirikit, mãe do rei Vajiralongkorn da Tailândia, morreu na noite de sexta-feira aos 93 anos, anunciou o Gabinete da Casa Real.

    A rainha-mãe da Tailândia faleceu “tranquilamente” em um hospital de Bangkok às 21h21 (horário local) da sexta-feira, segundo um comunicado oficial.

    Sirikit, que estava hospitalizada desde 2019, sofreu uma infecção no sangue neste mês, informou a mesma fonte.

    Durante mais de seis décadas, a rainha Sirikit foi casada com o rei Bhumibol Adulyadej, que faleceu em 2016 e foi o monarca com o reinado mais longo da história da Tailândia.

    As aparições públicas da rainha tornaram-se raras desde 2012, quando ela sofreu um acidente vascular cerebral.

    O rei Vajiralongkorn emitiu “uma ordem real para que o Gabinete da Casa Real organize o funeral com as mais altas honras, de acordo com a tradição real”, determinando ainda que o corpo da rainha-mãe repouse na Sala do Trono Dusit Maha Prasat, no Grande Palácio.

    O aniversário de Sirikit, celebrado em 12 de agosto, é reconhecido em todo o país como o Dia das Mães. Nessa data, prédios públicos, escritórios, shoppings e residências exibem retratos em homenagem à soberana.

    Sirikit tornou-se mundialmente conhecida por seu sorriso constante e por seu estilo elegante, frequentemente usando vestidos de seda tailandesa.

    Dentro da Tailândia, a rainha dedicou-se a apoiar várias fundações reais e organizações paramilitares que, durante a Guerra Fria, defenderam a monarquia da ameaça do comunismo, segundo a agência de notícias EFE.

    Nascida em 1932 em uma família aristocrática, Sirikit estudou em Bangkok até os 14 anos, quando se mudou para a Europa, acompanhando o pai, o príncipe Nakkhatra, que servia como embaixador em diversos países.

    Ela conheceu Bhumibol em Paris, e os dois se aproximaram quando Sirikit passou a visitá-lo com frequência durante sua recuperação em um hospital de Lausanne, após um acidente de carro. Casaram-se em 28 de abril de 1950, na Tailândia — apenas sete dias depois da coroação de Bhumibol.

    O casal teve quatro filhos: Vajiralongkorn (nascido em 1952, atual rei desde 2016), e as princesas Ubolratana (1951), Sirindhorn (1955) e Chulabhorn (1957).

    Rainha-mãe da Tailândia morre aos 93 anos

  • EUA impõem sanções ao presidente da Colômbia e família; saiba o Porquê

    EUA impõem sanções ao presidente da Colômbia e família; saiba o Porquê

    A administração Trump impôs hoje sanções contra o Presidente da Colômbia, a sua família e um membro do seu governo, devido a acusações de envolvimento no comércio global de drogas.

    O Departamento do Tesouro aplicou sanções contra Gustavo Petro; sua esposa, Verónica del Socorro Alcocer García; seu filho, Nicolás Fernando Petro Burgos; e o Ministro do Interior da Colômbia, Armando Alberto Benedetti.

    Petro “permitiu que os cartéis de drogas prosperassem e se recusou a interromper essa atividade”, disse o Secretário do Tesouro, Scott Bessent, em um comunicado.

    “O presidente Trump está tomando medidas firmes para proteger nossa nação e deixar claro que não toleraremos o tráfico de drogas para nosso país”, acrescentou Bessent.

    A medida intensifica um confronto crescente entre o presidente republicano dos EUA e o primeiro líder de esquerda da Colômbia, especialmente por causa dos ataques americanos — que resultaram em mortes — a supostos barcos transportando drogas na América do Sul.

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, confirmou hoje que ele, seus filhos e sua esposa constam na lista do Office of Foreign Assets Control (Ofac) do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, conhecida como “Lista Clinton”, algo que classificou como um “paradoxo” e atribuiu à sua luta contra o narcotráfico.

    “Lutar contra o narcotráfico durante décadas e com eficácia me traz essa medida do governo da sociedade que tanto ajudamos a conter o consumo de cocaína”, escreveu Petro na rede social X, em um momento de escalada de tensões entre a Colômbia e os Estados Unidos devido ao combate às drogas.

    “Um verdadeiro paradoxo, mas sem dar um passo atrás e nunca de joelhos”, afirmou Petro.

    A administração Trump expandiu sua repressão para o Oceano Pacífico oriental, onde grande parte da cocaína dos maiores produtores mundiais, incluindo a Colômbia, é contrabandeada, com o destacamento de forças militares para a região.

    O Exército dos EUA está enviando um porta-aviões para as águas da América do Sul, anunciou hoje o Pentágono.

    Esperava-se que as sanções fossem aplicadas depois que Trump afirmou recentemente que cortaria a ajuda à Colômbia e imporia tarifas sobre suas exportações, referindo-se a Petro nas redes sociais, nos últimos dias, como “um líder do tráfico de drogas ilegal”. “É um cara que está produzindo muitas drogas”, disse Trump a repórteres na Sala Oval na quarta-feira.

    “É melhor ele tomar cuidado, ou tomaremos medidas muito sérias contra ele e seu país.”

    No mês passado, os EUA adicionaram a Colômbia — o maior destinatário de ajuda americana na região — à lista de nações que não cooperam na guerra contra as drogas, pela primeira vez em quase 30 anos.

    Depois de Trump acusá-lo de ter ligações com o tráfico de drogas, Petro disse na quarta-feira que recorrerá ao sistema judicial dos EUA para se defender. “Contra as calúnias que altos funcionários lançaram sobre mim em solo americano, defenderei juridicamente, com advogados americanos, nos tribunais dos EUA”, escreveu Petro no X, sem citar Trump, mas mencionando uma reportagem sobre os comentários dele.

    Um dia antes, a política antidrogas de Petro foi tema de uma reunião entre ele e o encarregado de negócios dos EUA na Colômbia, John T. McNamara. McNamara também se encontrou com a Ministra das Relações Exteriores, Rosa Yolanda Villavicencio Mapy, na quinta-feira.

    EUA impõem sanções ao presidente da Colômbia e família; saiba o Porquê

  • Trump volta à Ásia, mas é a Ásia que está 'de olho' nele. Porquê?

    Trump volta à Ásia, mas é a Ásia que está 'de olho' nele. Porquê?

    O chefe de Governo dos EUA, Donald Trump, visita a Malásia, o Japão e a Coreia do Sul, com os países a terem planos delineados para estas reuniões. Rumores de um encontro com o líder da Coreia do Norte surgiram também, e Trump mostrou-se “100%” disponível: “Ele sabe onde estou”.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciou no fim desta semana uma viagem pela Ásia, tendo como primeira parada a Malásia. O líder norte-americano chegará ao país na manhã de domingo — ainda madrugada em Portugal continental — para o que será sua primeira viagem pelo continente asiático neste mandato.

    A visita ocorre meses depois de Washington abrir a possibilidade de uma guerra comercial, ao impor tarifas alfandegárias consideradas “recíprocas”. A medida, adotada em abril, mexeu com os mercados e gerou negociações, além de sucessivos adiamentos de sua aplicação — e acabou transformando Trump e seu famoso “quadro gigante” em alvos de memes.

    Embora as paradas na Malásia, Japão e Coreia do Sul estejam confirmadas, Trump ainda manifesta o desejo de ir além e se encontrar com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un.

    Mas antes de Kim Jong-un, a agenda: o que Trump busca com esse trio de países?

    Malásia
    Ao chegar à Ásia, mais precisamente a Kuala Lumpur, Trump espera assinar um acordo comercial com a Malásia, onde também será firmado um acordo de paz entre o Camboja e a Tailândia — países que, nos últimos meses, aumentaram o tom das tensões entre si, resultando inclusive em mortes. Uma escalada na fronteira deixou pelo menos 50 mortos e centenas de milhares de deslocados.

    Trump chegou a ameaçar impor tarifas aos dois países caso não interrompessem os combates. Sob pressão, Camboja e Tailândia firmaram uma trégua, embora continuem se acusando mutuamente de violar o acordo. Essa foi uma das oito disputas que Trump afirma ter ajudado a encerrar — um dos argumentos que ele usa para justificar por que deveria receber um Prêmio Nobel da Paz.

    De acordo com o The New York Times, na Malásia Trump também se reunirá com pelo menos dez líderes regionais que participam da cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). Para os Estados Unidos, o Sudeste Asiático tem grande valor não apenas pelo tamanho de seu mercado, mas também por sua importância estratégica como um “bastião” contra a influência da China.

    O Sudeste Asiático também é vital para as empresas norte-americanas, muitas das quais transferiram suas operações da China para a região. Por outro lado, os EUA são um dos principais mercados para países como Vietnã, Filipinas e Tailândia — vizinhos atentos à natureza dos acordos que serão firmados entre Washington e Kuala Lumpur.

    Japão
    De lá, Trump segue para o Japão, onde se encontrará com a nova primeira-ministra, Sanae Takaichi, a primeira mulher a ocupar o cargo no país. Em seu primeiro discurso sobre política geral do governo, na sexta-feira, Takaichi destacou o papel dos Estados Unidos:

    “A aliança nipo-americana continua sendo a pedra angular de nossa política externa e de segurança”, declarou, segundo a Agência France-Presse.
    A chefe de governo afirmou ainda que pretende “elevar as relações nipo-americanas a novos patamares”. Trump é esperado em Tóquio na segunda-feira. O Japão, inclusive, já antecipou em dois anos o cumprimento de algumas exigências de Washington, como destinar 2% do PIB ao setor de defesa.

    Coreia do Sul
    A viagem se encerra na Coreia do Sul, onde ocorrerá, em Gyeongju, uma reunião da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC) — o evento mais importante da presidência de Lee Jae Myung desde que ele assumiu o cargo em junho.

    Segundo o New York Times, as atenções estarão voltadas para um possível avanço nas negociações sobre tarifas. Desde a Guerra da Coreia, Washington e Seul mantêm uma estreita aliança, especialmente no enfrentamento da influência chinesa na região.

    A Coreia do Sul abriga a maior base militar dos EUA fora do país, e sua proximidade com a China e a Coreia do Norte é vista como uma vantagem estratégica para Washington.

    A economia sul-coreana, fortemente voltada para a exportação, depende bastante do comércio com a China — e, diferentemente de seu antecessor conservador, Lee busca evitar um confronto direto com Pequim. A reunião em Gyeongju será, portanto, um teste à habilidade diplomática do presidente sul-coreano.

    E quanto a Kim Jong-un?
    Apesar de a agenda oficial já estar definida, Trump tem manifestado interesse em se encontrar com o líder norte-coreano, Kim Jong-un. Na sexta-feira, um funcionário norte-americano, sob anonimato, afirmou que o encontro “não está programado”.

    Antes disso, a Coreia do Sul havia dito que havia grande possibilidade de uma reunião entre os dois líderes. Segundo o ministro da Unificação de Seul, Chung Dong-young, a Coreia do Norte “parece estar prestando atenção” aos Estados Unidos.

    “Há vários sinais que sugerem uma forte possibilidade de encontro entre os dois líderes”, declarou o ministro.
    Ao embarcar para a Ásia, Trump falou com jornalistas sobre o assunto:

    “Estou 100% disponível para me encontrar com o líder norte-coreano. Dou-me muito bem com ele”, afirmou já a bordo do avião presidencial.
    Questionado antes de embarcar, respondeu de forma enigmática:

    “Ele sabe que eu estou indo até lá.”

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