Categoria: MUNDO

  • Austrália: médico é acusado de tirar útero e ovário de mulheres saudáveis

    Austrália: médico é acusado de tirar útero e ovário de mulheres saudáveis

    Várias mulheres acusam um ginecologista australiano de remover órgãos devido à suspeita de endometriose, apesar da falta de evidências que comprovem o diagnóstico. A polícia local está a investigar as denúncias

    Um cirurgião de Melbourne, na Austrália, está sendo acusado por várias pacientes (e até por outros médicos) de realizar cirurgias, incluindo de remoção de órgãos, sob o pretexto de um diagnóstico de endometriose grave, a mulheres com poucos ou nenhuns sintomas.

    Segundo a emissora australiana ABC, algumas destas mulheres foram sujeitas à remoção do útero e dos ovários, mesmo sem apresentar praticamente nenhum sinal de endometriose. Várias pacientes relatam sentir dores durante meses ou anos após a cirurgia.

    O médico, Simon Gordon, foi afastado do Hospital Privado Epworth (o maior hospital privado do estado de Victoria) em outubro, quando a administração descobriu que o programa Four Corners estava investigando ele. O cirurgião optou por se aposentar no fim de semana seguinte. 

    O especialista negou qualquer irregularidade e disse à ABC que nunca realizou cirurgias de endometriose sem estar “absolutamente convencido” dos seus benefícios para as pacientes.

    “Durante gerações, a dor sofrida pelas mulheres foi ignorada, minimizada e não tratada”, disse ele. “A minha preocupação era tentar aliviar a dor e restaurar a qualidade de vida das pacientes, um grupo antes negligenciado e desconsiderado.”

    “Ao longo da minha carreira em ginecologia, sempre agi de forma ética e responsável com as minhas pacientes”, assegurou ainda.

    Contudo, a investigação, que durou sete meses, gerou diversas queixas de médicos e pacientes à administração do hospital e aos órgãos reguladores da área médica.

    A maioria das mulheres entrevistadas pelo programa Four Corners tinha sido submetida ao chamado procedimento 35641, destinado a casos de endometriose grave, em circunstâncias nas quais os seus exames não apresentavam endometriose ou apenas uma endometriose leve.

    Esta cirurgia custa mais de mil dólares (cerca de 5,2 mil reais), um valor significativamente maior do que outros que cobrem procedimentos como a laparoscopia, para casos de endometriose menos grave.

    Entre as pessoas que receberam queixas sobre o Gordon em Epworth, estavam três diretores de serviços médicos e uma enfermeira-chefe que supervisionava as enfermeiras do centro cirúrgico.

    A endometriose grave, ou “endometriose infiltrativa profunda”, afeta apenas cerca de 20% das mulheres com a doença. Ginecologistas entrevistados pela ABC afirmaram que submetem as pacientes à cirurgia 35641 apenas em circunstâncias muito raras.

    A primeira-ministra de Victoria, Jacinta Allan, já reagiu à reportagem, afirmando estar indignada com as alegações e garantindo que as denunciou à polícia.

    “Remover os órgãos de uma mulher sem necessidade clínica é crime”, afirmou em um comunicado divulgado na terça-feira. A polícia local confirmou posteriormente que estava investigando as denúncias.

    Ao longo dos últimos cinco anos, médicos e pacientes apresentaram diversas queixas sobre os métodos do médico Simon Gordon à Agência Reguladora de Profissionais de Saúde da Austrália.

    Os focos de endometriose encontram-se mais frequentemente nos ovários, nas trompas, nos ligamentos que sustentam o útero e no revestimento da cavidade pélvica ou abdominal. Os principais sintomas são a dor menstrual (dismenorreia), dor na relação sexual (dispareunia), dor ao evacuar (disquezia) e dor ao urinar (disúria). No entanto, há outras dores associadas como a abdominal ou torácica e cada doente apresenta sintomas e níveis muito distintos de dor.

    Austrália: médico é acusado de tirar útero e ovário de mulheres saudáveis

  • Novas tarifas globais impostas por Donald Trump entram em vigor hoje

    Novas tarifas globais impostas por Donald Trump entram em vigor hoje

    No sábado, o Presidente dos EUA anunciou que a nova tarifa alfandegária global iria aumentar de 10% para 15%, “com efeito imediato”. Esta taxa vai somar-se às “tarifas aduaneiras normais já em vigor”

    Nesta terça-feira (24), entram em vigor as novas tarifas globais de 15% propostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Essa nova sobretaxa, cujo decreto foi assinado na sexta-feira, visa substituir as taxas alfandegárias indiscriminadas que existiam até então, bem como aquelas previstas nos diversos acordos comerciais assinados desde então com a maioria dos principais parceiros do país.

    No entanto, isso não substitui as chamadas taxas alfandegárias setoriais, que variam de 10% a 50% em diversos setores de atividade, como cobre, automóveis ou madeira para construção.

    O presidente dos Estados Unidos já avisou, entretanto, que todos os países devem cumprir os acordos de tarifas que tenham aceito, apesar da decisão do Supremo Tribunal dos EUA que derrubou muitas das suas tarifas sobre importações.

    No sábado, o Presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que a nova tarifa alfandegária global iria aumentar de 10% para 15%, “com efeito imediato”.

    Esta taxa vai somar-se às “tarifas aduaneiras normais já em vigor”, afirmou o Presidente republicano, acrescentando que “todos os acordos” continuam válidos e que Washington apenas vai “proceder de forma diferente”.

    A Comissão Europeia exigiu “total clareza” por parte de Washington, defendendo que a situação atual não é favorável a um comércio transatlântico “justo, equilibrado e mutuamente benéfico”, conforme previsto no acordo entre a UE e os EUA.

    “Acordo é acordo. Enquanto maior parceiro comercial dos EUA, a UE espera que os compromissos assumidos sejam respeitados”, declarou a instituição.

    O anúncio aconteceu um dia depois de Trump ter anunciado uma tarifa global de 10% sobre todos os países, por um período de 150 dias.

    Horas antes, o Supremo Tribunal dos EUA determinou, por seis votos contra três, que o Governo norte-americano excedeu os poderes invocados para impor as chamadas “tarifas recíprocas” aos parceiros comerciais de Washington.

    Haddad diz que Competitividade brasileira não era e não será afetada com tarifas

    A competitividade do Brasil não será afetada pelas tarifas globais de 10% impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

    “Nossa competitividade não é afetada, como já não era. Nós dissemos desde sempre que isso ia prejudicar o consumidor americano, que no café da manhã, no almoço e no jantar consome produtos brasileiros”, declarou o ministro à imprensa neste sábado (21).

    “O Brasil é grande demais para ser quintal de quem quer que seja. Nós temos que ser parceiros do mundo todo”, disparou o ministro.

    A instabilidade tarifária complica o cenário, mas o Brasil colhe frutos da ação diplomática. “Obviamente que não queríamos estar passando por isso, mas eu penso que, diante do desafio, o Brasil e a diplomacia brasileira andaram bem”, disse. 

    Novas tarifas globais impostas por Donald Trump entram em vigor hoje

  • Ex-embaixador nos EUA é preso após revelações do caso Epstein

    Ex-embaixador nos EUA é preso após revelações do caso Epstein

    Peter Mandelson foi preso nesta segunda-feira (23) em Londres por ligação com o criminoso sexual Jeffrey Epstein

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O ex-embaixador do Reino Unido nos Estados Unidos, Peter Mandelson, foi preso hoje em Londres por ligação com o criminoso sexual Jeffrey Epstein.

    Mandelson foi preso por acusações de conduta indevida no exercício de um cargo público. A publicação de milhares de arquivos do caso tornou público troca de mensagens e emails entre o embaixador e o ex-empresário.

    Ele foi demitido do serviço diplomático no ano passado. Polícia britânica abriu uma investigação este mês para apurar a relação entre os dois.

    Mandelson se desculpou por vínculo com Epstein depois que arquivos foram divulgados. Na época, o diplomata afirmou que “lamentava profundamente” sua associação com Epstein.

    Ex-embaixador nos EUA é preso após revelações do caso Epstein

  • 'Posso fazer coisas terríveis a países, mas não cobrar taxas', diz Trump

    'Posso fazer coisas terríveis a países, mas não cobrar taxas', diz Trump

    Trump se referiu ainda a suprema corte norte-americana com letras minúsculas, segundo ele, propositalmente. “Vou usar letras minúsculas por um tempo, por total falta de respeito!”

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Donald Trump contestou seu tarifaço ter sido considerado ilegal, já que recebeu respaldo da Suprema Corte dos EUA em outras situações para realizar “coisas terríveis” a países estrangeiros.

    O líder americano sugeriu uma contradição e hipocrisia por parte da Corte. “Por um lado, posso usar licenças para fazer coisas absolutamente ‘terríveis’ a países estrangeiros, especialmente aqueles que têm NOS ROUBADO há muitas décadas, mas, de forma incompreensível, segundo a decisão, não posso cobrar uma taxa deles”, escreveu nesta segunda-feira (23) na Truth Social.

    Trump argumentou que a Corte aprovou todas as outras tarifas. Sem especificar quais, ele disse que elas podem ser usadas de maneira muito mais poderosa e incômoda do que o pacote de taxas que havia anunciado quase para grande parte do mundo.

    Para ele, a decisão “fez um ótimo trabalho para as pessoas erradas”. “Essa Suprema Corte encontrará uma maneira de chegar à conclusão errada, uma que novamente deixará a China e várias outras nações felizes e ricas. Que continue tomando decisões tão ruins e prejudiciais ao futuro de nossa nação, eu tenho um trabalho a fazer”, finalizou.

    O republicano se referiu ainda ao órgão de última instância com letras minúsculas, segundo ele, propositalmente. “Vou usar letras minúsculas por um tempo, por total falta de respeito!.”

    CORTE RECUSA AGENDA ECONÔMICA DE TRUMP, MAS CHANCELA TODO O RESTO

    Histórico da Corte é de ter viabilizado boa parte da agenda do governo. Em artigo de opinião publicado no último sábado, a colunista do UOL Mariana Sanches já havia pontuado que entre os mais de 20 casos de interesse do governo no Tribunal Superior em 2025, a vontade de Trump prevaleceu em pelo menos 80% deles.

    A Casa limitou, por exemplo, a atuação de juízes federais em decisões do presidente. Na determinação, ficou acordado que eles não tinham autoridade para dar decisões liminares que interrompessem em todo o território nacional ordens executivas de Trump.

    Corte também teria respaldado o líder americano em políticas anti-imigratórias. Ela abriu caminho para que os agentes do ICE (Agência de Imigração e Controle de Alfândega, na sigla em inglês) usassem características raciais e étnicas para justificar a abordagem de pessoas nas ruas dos EUA , algo que nenhum departamento de polícia do país jamais pode fazer. Além disso, garantiu o direito de cassar o status temporário de migração humanitária de mais de meio milhão de venezuelanos, haitianos, cubanos e nicaraguenses.

    Na frente administrativa, o Tribunal autorizou que Trump desmantelasse boa parte da estrutura do governo federal, que ele chama de “deep state”. Isso garantiu que o presidente poderia levar a cabo demissões em massa de funcionários federais em cerca de 20 agências e órgãos (em um processo que levou à extinção da USAID). Para isso, Trump chegou a criar o Departamento de Eficiência Governamental, o DOGE, inicialmente chefiado pelo bilionário Elon Musk.

    O Tribunal também permitiu que Trump se radicalizasse em assuntos identitários e educacionais. O presidente foi autorizado a banir pessoas trans das Forças Armadas do país e a obrigar cidadãos americanos a incluir em seus passaportes o sexo de nascimento, além do direito do governo de cortar US$65 milhões em treinamentos previamente autorizados para professores em temas como “igualdade” e “diversidade”.

    'Posso fazer coisas terríveis a países, mas não cobrar taxas', diz Trump

  • Homem morto em residência presidencial era de família pró-Trump, diz jornal

    Homem morto em residência presidencial era de família pró-Trump, diz jornal

    Austin Tucker Martin, 21, era um recém-formado no ensino médio e tinha uma empresa de arte especializada em desenhos feitos à mão

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O jovem que foi morto ontem após entrar no terreno da residência do presidente Donald Trump, em Mar-a-Lago, na Flórida, era de uma família de apoiadores do republicano, segundo revelou o New York Times.

    Austin Tucker Martin, 21, era um recém-formado no ensino médio. A reportagem do jornal americano apurou com colegas de classe que ele sonhava em ingressar na Força Aérea dos EUA, com a intenção de combinar seus interesses por aviões, engenharia e mecânica.

    O suspeito tinha uma empresa de arte especializada em desenhos feitos à mão. No site consultado pelo UOL, em que também aparece o nome do jovem, a Fresh Sky Illustrations diz fazer obras emolduradas com cenas de campos de golfe, “combinando a estética do ar livre ensolarado com a estética digital dos anos 2000”.

    “Ele vem de uma família muito pró-Trump e se encaixava nessa narrativa”, falou uma amiga. Clarice Bonillo, 21, disse, no entanto, que ele não se esforçava para criticar ninguém da esquerda, nem para iniciar discussões ou algo do tipo. “Ele tinha sua opinião e, na maioria das vezes, a guardava para si mesmo.”

    O jovem era um eleitor registrado, mas não filiado a nenhum partido. A informação foi revelada pela imprensa dos EUA após consulta em registros eleitorais do estado. Por outro lado, algumas pessoas próximas disseram que Austin expressava opiniões conservadoras às vezes.

    Grupo de colegas descreveu Austin como inteligente, gentil, prestativo e comunicativo. Dustin Rollins, 20, disse que ao Times que o jovem era “provavelmente uma das pessoas mais bondosas que eu já conheci”. “Nenhum de nós acredita que ele tenha sido um garoto terrível. Todos nós o amamos”, acrescentou.

    O garoto teria se tornado mais recluso e ansioso após a morte da irmã. Em 2023, Caitlin Renea Martin morreu aos 21 anos em um acidente de carro. Rollins relatou que Austin era muito ligado à família, especialmente aos irmãos.

    Familiares passaram o final de semana anunciando o desaparecimento dele nas redes sociais, antes de saberem de sua morte. “Meu sobrinho Austin Tucker Martin está desaparecido. Ele deixou sua casa às 13h ontem e não fez mais contato. Isso não é típico dele”, compartilhou Chrissie Fields no Facebook.

    Caso ocorreu por volta das 1h30 no horário do leste dos EUA (3h30 no horário de Brasília) de ontem. O Serviço Secreto informou que o homem foi visto perto do portão norte com o que parecia ser uma espingarda e um galão de combustível.

    Trump e sua família não estavam no local no momento do crime. De acordo com sua agenda pública, o presidente dos EUA está na Casa Branca neste fim de semana. Nenhum agente do Serviço Secreto se feriu.

    A segurança ordenou que o homem largasse a arma e o galão, segundo o xerife do Condado de Palm Beach, Ric Bradshaw. Em seguida, o suspeito teria erguido a espingarda até a posição de tiro, quando os oficiais dispararam para “neutralizar a ameaça”.

    O xerife disse que não sabe quantos tiros foram disparados contra o suspeito. Ele também afirmou não saber se a arma do homem estava carregada, e que isso será investigado. O crime ocorre menos de uma semana depois da prisão de um jovem de 18 anos que correu em direção ao Capitólio dos EUA com uma espingarda.

    Polícia pediu ajuda de moradores que tenham imagens de câmeras de monitoramento. O porta-voz do FBI, Brett Skiles, destacou que a área onde ocorreu o tiroteio estava sob proteção do Serviço Secreto e que o FBI está coletando evidências. Ele pediu a todos os moradores da região que verifiquem suas câmeras de segurança externas em busca de qualquer detalhe e que, caso encontrem, entrem em contato com o Gabinete do Xerife de West Palm Beach.

    Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, afirmou que o Serviço Secreto agiu com rapidez. “As forças de segurança federais trabalham 24 horas por dia, 7 dias por semana, para manter nosso país seguro e proteger todos os americanos”, publicou no X. Pam Bondi, procuradora-geral dos Estados Unidos, declarou que está em contato com o presidente Trump e com os agentes federais.

    Homem morto em residência presidencial era de família pró-Trump, diz jornal

  • Sheinbaum rebate Trump e nega ter havido participação dos Estados Unidos para matar traficante

    Sheinbaum rebate Trump e nega ter havido participação dos Estados Unidos para matar traficante

    Presidente do México afirma que situação está sob controle após onda de violência e temor no país neste domingo; ação terminou com 30 criminosos e 27 agentes mortos; encontro de criminoso com parceira amorosa facilitou localização, diz polícia

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A presidente do México, Claudia Sheinbaum, rebateu a versão dada pelo governo de Donald Trump e negou que os Estados Unidos tenham participado da operação que levou à captura e morte do chefe de um dos cartéis mais poderosos do país.

    A líder mexicana conversou com jornalistas nesta segunda-feira (23), um dia após a operação contra Nemesio Oseguera, conhecido como “El Mencho”. Mais cedo, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, havia dito que os EUA forneceu apoio de inteligência, parabenizando o Exército mexicano “por sua cooperação e pela execução bem sucedida”.

    Sheinbaum evitou dizer que houve envolvimento direto. “Não há participação na operação por parte das forças dos Estados Unidos; o que há é muita troca de informações”, afirmou. Seu governo ampliou a cooperação com agências de segurança dos EUA, inclusive em inteligência.

    O episódio desencadeou uma onda de violência em todo o país, com estradas bloqueadas, aulas suspensas e incêndios de estabelecimentos comerciais. Em seu discurso, Sheinbaum adotou um tom de apaziguamento. Ela disse que o país amanheceu com todas as vias liberadas, após elas terem sido bloqueadas por vepiculos em chamas, e afirmou que a situação é de “paz e normalidade”.

    O secretário da Defesa, Ricardo Trevilla, também deu mais detalhes sobre a ação. Segundo o militar, as informações que ajudaram as Forças Armadas a localizar “El Mencho” vieram de uma parceira romântica do criminoso.

    As Forças Armadas rastrearam a mulher até em Tapalpa, no estado Jalisco, onde o cartel foi fundado e está sediado. Os dois tinham um encontro marcado no local.

    El Mencho foi localizado em 20 de fevereiro. Quando a operação doi desencadeada, a equipe de segurança do traficante abriu fogo em “um ataque muito violento”, segundo Trevilla. El Mencho conseguiu fugir, mas o Exército estabeleceu um cerco na área, e militares o perseguiram até encontrá-lo entre arbustos, com dois seguranças.

    Os três estavam gravemente feridos. Os militares solicitaram transferência urgente para atendimento médico, mas os três morreram durante o trajeto. A terminou com oito criminosos e 25 agentes mortos.

    Sheinbaum rebate Trump e nega ter havido participação dos Estados Unidos para matar traficante

  • Bebê morre após sofrer parada cardiorrespiratória em voo da Air France

    Bebê morre após sofrer parada cardiorrespiratória em voo da Air France

    O bebê morreu durante a viagem de avião entre Nairóbi e Paris. De acordo com um comunicado da Air France, o bebê estava viajando para receber um tratamento médico na França

    Um bebê com problemas cardíacos morreu a bordo de um avião da Air France, esta segunda-feira (23), que fazia a ligação da capital do Quênia, Nairóbi, a Paris, na França. 

    De acordo com o jornal francês Le Parisien, estavam vários médicos a bordo, mas apesar dos esforços, o bebê acabou morrendo.

    “O bebê, que sofria de um grave problema cardíaco, veio para França para receber um tratamento”, explicou a Air France através de um comunicado, acrescentando que todos os protocolos foram respeitados.

    Destacou ainda que “conforme é exigido pelo procedimento, a tripulação contactou o centro de controle do serviço médico de emergência de Paris via satélite”, que fornece as indicações necessárias sobre os cuidados a serem prestados.

    A tripulação questionou então se havia médicos a bordo, no entanto os profissionais não conseguiram reverter a situação.

    A companhia aérea não revelou mais detalhe acerca do sucedido, salientando apenas que o bebê estava acompanhado.

    O voo fez pouso no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, pelas 06h00 locais da manhã desta segunda-feira.

    Bebê morre após sofrer parada cardiorrespiratória em voo da Air France

  • Morre jovem obcecado por Kim Kardashian, que foi acusado de homicídio

    Morre jovem obcecado por Kim Kardashian, que foi acusado de homicídio

    Jordan James Parke, que se autodenominava o “Rei dos Lábios” da Inglaterra, teria falecido tragicamente

    Jordan James Parke, jovem conhecido por cirurgias plásticas para ficar parecido com Kim Kardashian, faleceu na semana passada, deixando sua família “entorpecida, chocada e com o coração partido”. O influenciador que se autodenominava o “Rei dos Lábios” da Inglaterra, teria falecido tragicamente.

    De acordo com o jornal ‘The Sun’, Parke foi preso em setembro de 2024 sob suspeita de homicídio culposo pela morte de uma mãe de cinco filhos após fazer nela um procedimento conhecido como BBL (Brazilian Butt Lift). Em dezembro de 2025, Parke ficou em liberdade sob fiança, já que o caso ainda estava em investigação.

    Após sua trágica morte, sua família prestou uma homenagem comovida à estrela da TV. Em publicação nas redes sociais, sua irmã disse: “Simplesmente não tenho palavras para compreender isso. Este será o post mais difícil que já tive que escrever”, disse ao revelar a morte de Jordan.

    “Nosso querido, engraçado e incrível Jordan James Parke faleceu na quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026. Nós, como família, estamos anestesiados, chocados e com o coração partido. Haverá algumas mensagens desagradáveis ​​sendo publicadas a respeito desta notícia devastadora , mas, por favor, se você conhecia o Jordan, saberá que nada do que será publicado é verdade. Guarde-o em seu coração!”

    A irmã do influenciador não revelou a causa da morte. Também não foi informado detalhes do velório e enterro do homem.

    Morre jovem obcecado por Kim Kardashian, que foi acusado de homicídio

  • "Penso que Putin já começou (a "Terceira Guerra Mundial")", diz Zelensky

    "Penso que Putin já começou (a "Terceira Guerra Mundial")", diz Zelensky

    Zelensky disse que recusa pagar o preço de um cessar-fogo exigido por Putin, que passa pela retirada de territórios estratégicos que a Rússia não conseguiu capturar

    O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse à BBC que o presidente russo, Vladimir Putin, iniciou a “Terceira Guerra Mundial” defendendo pressões militares e econômicas para obrigar a Rússia a retirar as forças da Ucrânia. 

    “Penso que Putin já começou (a “Terceira Guerra Mundial”). A questão é quanto território vai conseguir conquistar e como impedi-lo (…). A Rússia quer impor um modo de vida diferente ao mundo e mudar a vida que as pessoas escolheram”, disse Zelensky em entrevista à rede pública britânica BBC divulgada hoje.

    O último domingo marcou quatro anos do início da campanha militar de grande escala da Rússia contra todo o território ucraniano..

    Em 2014, a Rússia já tinha invadido a Ucrânia anexando a Península da Crimeia. 

    O Presidente ucraniano disse na mesma entrevista que recusa pagar o preço de um cessar-fogo exigido por Putin, que passa pela retirada de territórios estratégicos que a Rússia não conseguiu capturar.

    Zelensky rejeitou mais uma vez a exigência da Rússia de que a Ucrânia entregue 20% da região leste de Donetsk, bem como territórios nas regiões a sul de Kherson e Zaporijia.

    Insistiu que a Rússia iniciou a guerra e reforçou que “travar” Putin é uma vitória para o mundo inteiro.

    "Penso que Putin já começou (a "Terceira Guerra Mundial")", diz Zelensky

  • Presidente do México pede "calma" após morte de líder do narcotráfico

    Presidente do México pede "calma" após morte de líder do narcotráfico

    A morte de ‘El Mencho’ é um dos golpes mais duros desferidos ao narcotráfico desde a prisão dos fundadores do cartel de Sinaloa, Joaquín Guzmán ‘El Chapo’ e Ismael ‘Mayo’ Zambada

    A presidente do México, Claudia Sheinbaum, pediu hoje à população que mantenha “a calma”, após a morte do líder do cartel Jalisco Nueva Generación (CJNG), Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como ‘El Mencho’, que desencadeou uma onda de violência.

    Em uma mensagem compartilhada nas redes sociais, a chefe de estado do México referiu haver “absoluta coordenação com os governos de todos os estados” e assegurou que, apesar dos bloqueios de estradas e protestos violentos, na “maior parte do território nacional” as atividades estão decorrendo com “total normalidade”.

    “Devemos manter-nos informados e com calma”, salientou.

    De acordo com o exército mexicano, ‘El Mencho’ foi ferido durante uma operação realizada na localidade de Tapalpa, no estado de Jalisco (oeste), e morreu “durante o seu transporte aéreo para a Cidade do México”.

    Oseguera era um dos líderes de cartéis mais procurados pelo México e pelos Estados Unidos, que ofereciam até 15 milhões de dólares (cerca de 80 milhões de reais) pela sua captura.

    A morte de ‘El Mencho’ é um dos golpes mais duros desferidos ao narcotráfico desde a prisão dos fundadores do cartel de Sinaloa, Joaquín Guzmán ‘El Chapo’ e Ismael ‘Mayo’ Zambada, detidos nos Estados Unidos.

    Homens armados bloquearam com carros e caminhões incendiados várias estradas do estado de Jalisco (oeste), em reação a uma operação das forças federais na região.

    O cartel de Oseguera, formado em 2009, tornou-se em um dos grupos de narcotraficantes mais violentos do México, de acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

    Washington classificou o cartel Jalisco Nueva Generación como organização terrorista e acusou a organização criminosa de tráfico de cocaína, heroína, metanfetaminas e fentanil.

    Entretanto, os Estados Unidos e o Canadá apelaram aos seus cidadãos para que evitem sair à rua no estado mexicano de Jalisco.

    O Grupo Aeroportuario del Pacífico (GAP) anunciou o cancelamento de todos os voos internacionais e da maioria dos voos nacionais no Aeroporto Internacional de Puerto Vallarta (cidade costeira do estado de Jalisco).

    Em um comunicado, citado pela agência EFE, o GAP refere que a onda de violência não afetou a operação interna nem a segurança do aeroporto, que está sob proteção de elementos da Guarda Nacional e da Secretaria da Defesa Nacional.

    De acordo com o GAP, a suspensão de voos foi uma decisão das companhias aéreas.

    Entretanto, companhias aéreas norte-americanas como a United, Southwest e Alaska e as canadenses Air Canada e WestJet/Sunwing anunciaram o cancelamento dos voos para vários destinos no México, incluindo Puerto Vallarta.

    Puerto Vallarta, que tem cerca de meio milhão de habitantes, é um dos principais destinos turísticos da costa do Pacífico do México.

    Presidente do México pede "calma" após morte de líder do narcotráfico