Categoria: MUNDO

  • Hong Kong planeja instalar identificação facial na videovigilância

    Hong Kong planeja instalar identificação facial na videovigilância

    As autoridades de Hong Kong planejam ativar tecnologias de identificação facial nos sistemas de videovigilância se possível já neste ano, logo que resolvam os obstáculos legais e técnicos pendentes, no meio de crescentes preocupações com possível expansão da vigilância massiva.

    O comissário Joe Chow Yat-ming, chefe da polícia, afirmou hoje que será dada prioridade à integração dos sistemas de circuito fechado de TV localizados em grandes centros comerciais de alto fluxo e em pontos estratégicos do programa SmartView.

    Segundo ele, os gestores desses espaços receberam a proposta de forma positiva.

    O departamento havia indicado anteriormente que o sistema biométrico estaria em funcionamento antes do fim de 2024. No entanto, Chow reconheceu que diversos entraves jurídicos e operacionais obrigaram ao adiamento da implementação.

    “A capacidade de adaptação dos nossos agentes, a receptividade da população e o marco regulatório são as áreas nas quais estamos avançando prioritariamente”, explicou durante entrevista exibida na televisão e publicada hoje pelo jornal local South China Morning Post.

    “Confio que possamos implementá-lo em breve. Não posso garantir que seja ainda neste ano, mas é o que desejo. Caso contrário, esperamos que seja no próximo”, acrescentou.

    O objetivo é adicionar 6.500 novos dispositivos em todo o território, alcançando um total de 66.500 aparelhos até 2031, além de desenvolver um conjunto de ferramentas de análise de vídeo impulsionadas por inteligência artificial.

    Paralelamente, o responsável também comentou sobre a assembleia anual da Interpol, que a cidade sediará pela primeira vez em novembro.

    Ele reconheceu que a lista de participantes ainda não está fechada devido às tensões geopolíticas, mas ressaltou que o departamento manterá seus canais de cooperação internacional, com ênfase especial nos países do Sudeste Asiático, considerados destinos frequentes de fugitivos.

    Hong Kong planeja instalar identificação facial na videovigilância

  • Austrália anuncia investimento em estaleiro que vai construir submarinos nucleares

    Austrália anuncia investimento em estaleiro que vai construir submarinos nucleares

    O primeiro-ministro australiano Anthony Albanese anunciou hoje um investimento inicial de mais de dois bilhões de euros na construção de um novo estaleiro de submarinos de propulsão nuclear, no âmbito da aliança Aukus.

    O pacto de defesa foi assinado em 2021 por Estados Unidos, Reino Unido e Austrália, com o objetivo de conter a influência da China no Pacífico. O acordo levou ao cancelamento de um megacontrato entre Camberra e a França.

    O investimento inicial anunciado, de 3,9 bilhões de dólares australianos (2,4 bilhões de euros), representa um aporte “crucial para fornecer à Austrália submarinos de propulsão nuclear equipados com armas convencionais”, afirmou o líder em comunicado.

    O acordo prevê que Camberra adquira uma frota de submarinos norte-americanos de última geração, além do desenvolvimento conjunto de uma série de tecnologias militares.

    A longo prazo, o investimento no estaleiro naval está estimado em um total de 30 bilhões de dólares australianos (18 bilhões de euros).

    O custo total do programa, incluindo os submarinos, pode se aproximar dos 200 bilhões de euros ao longo dos próximos 30 anos. A Austrália também deverá obter a tecnologia necessária para construir seus próprios navios no futuro.

    Esses submarinos norte-americanos, cuja aquisição deve começar em 2032, estarão no centro do projeto de Camberra para ampliar a capacidade de ataque de longo alcance do país no Pacífico, região onde a China vem expandindo sua influência.

    Segundo o ministro da Defesa, Richard Marles, o novo estaleiro naval — que será construído perto de Adelaide, no sudeste do país — será um elemento-chave do programa.

    “A transformação em curso em Osborne demonstra que a Austrália está no caminho certo para desenvolver a capacidade soberana de fabricar nossos próprios submarinos de propulsão nuclear nas próximas décadas”, afirmou.

    O projeto desencadeou uma grave e prolongada crise diplomática com a França em 2021. Camberra havia escolhido inicialmente equipamentos franceses em um contrato bilionário, antes de cancelá-lo e aderir ao programa AUKUS, a aliança de segurança com Estados Unidos e Reino Unido.

    Austrália anuncia investimento em estaleiro que vai construir submarinos nucleares

  • Brasileiro é suspeito de matar a ex-mulher a facadas nos EUA

    Brasileiro é suspeito de matar a ex-mulher a facadas nos EUA

    Agentes foram chamados para atender a uma ocorrência de violência doméstica por volta das 20h15, em uma casa na Granny Road, de acordo com a polícia do Condado de Suffolk. “Ao chegar, os policiais encontraram Adriana Barbosa com ferimentos de faca”, informou o comunicado oficial.

    BÁRBARA SÁ
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O brasileiro Marcos Marques-Leal, 57, é suspeito de ter matado a ex-mulher, Adriana Barbosa, 46, a facadas na noite de quinta-feira (12) em Farmingville, na região de Long Island, em Nova York. Ele também se esfaqueou após o crime, segundo a polícia.

    Agentes foram chamados para atender a uma ocorrência de violência doméstica por volta das 20h15, em uma casa na Granny Road, de acordo com a polícia do Condado de Suffolk. “Ao chegar, os policiais encontraram Adriana Barbosa com ferimentos de faca”, informou o comunicado oficial.

    Ela foi levada ao Hospital Universitário de Stony Brook, onde morreu. Um adolescente que estava na residência também ficou ferido. Segundo a polícia, “ele sofreu um corte na mão” e foi encaminhado ao hospital, mas não corre risco de morte.

    Marcos foi encontrado na casa com ferimentos graves que, de acordo com o comunicado, parecem ter sido provocados por ele mesmo após o ataque. Ele também foi socorrido e permanece hospitalizado.

    A polícia informou que ele foi acusado de homicídio em segundo grau, além de desacato à Justiça e de colocar em risco o bem-estar de um menor. A motivação do crime não foi divulgada, e o caso segue sob investigação.

    As autoridades policiais não informaram se ele já constituiu defesa.

    Brasileiro é suspeito de matar a ex-mulher a facadas nos EUA

  • Putin é um 'escravo da guerra' e não tem vida normal, diz Zelenski

    Putin é um 'escravo da guerra' e não tem vida normal, diz Zelenski

    “Ninguém na Ucrânia acredita que [Putin] vá deixar nosso povo em paz, e também não deixará outras nações europeias em paz, porque ele não consegue abrir mão da ideia de guerra. Ele pode se ver como um czar, mas na realidade é um escravo da guerra”, afirmou o líder ucraniano, que insistiu que seu homólogo russo não leva “uma vida normal”.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, chamou o líder russo, Vladimir Putin, de “escravo da guerra” neste sábado (14) na Conferência de Segurança de Munique, um dos principais fóruns de diplomacia e defesa do mundo que ocorre na Alemanha.

    “Ninguém na Ucrânia acredita que [Putin] vá deixar nosso povo em paz, e também não deixará outras nações europeias em paz, porque ele não consegue abrir mão da ideia de guerra. Ele pode se ver como um czar, mas na realidade é um escravo da guerra”, afirmou o líder ucraniano, que insistiu que seu homólogo russo não leva “uma vida normal”.

    Zelenski, que está no fórum desde sexta (13), reiterou a importância do fornecimento rápido de mísseis de defesa antiaérea para que a Ucrânia consiga se proteger de ataques russos que, segundo ele, danificaram todas as usinas elétricas ucranianas.

    “A maioria dos ataques é direcionada contra nossas usinas elétricas e outras infraestruturas de grande importância. Não resta uma única usina na Ucrânia que não tenha sido danificada pelos ataques russos”, afirmou o mandatário.
    Esses bombardeios deixaram centenas de milhares de pessoas sem aquecimento num momento em que o país registra temperaturas abaixo de zero.

    Na sexta, a Rússia anunciou uma nova rodada de conversas nos dias 17 e 18 de fevereiro com representantes da Ucrânia e dos Estados Unidos para tentar encontrar uma saída para o conflito, que em breve completará quatro anos.

    Minutos antes, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, absteve-se em um discurso de comentar as negociações sobre a Ucrânia, e se limitou a lamentar que as Nações Unidas “não solucionaram” a guerra.

    Zelenski expressou esperança de que as negociações de paz mediadas pelos EUA na próxima semana em Genebra sejam sérias e substanciais, mas manifestou preocupação de que a Ucrânia esteja sendo solicitada “com muita frequência” a fazer concessões nas negociações.

    “Realmente esperamos que as reuniões trilaterais da próxima semana sejam sérias, substanciais e úteis para todos nós, mas, honestamente, às vezes parece que os lados estão falando sobre coisas completamente diferentes”, disse Zelenski em seu discurso na Conferência de Segurança de Munique.

    O líder ucraniano disse que estava sentindo “um pouco” de pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, que ontem disse que Zelenski não deveria perder a “oportunidade de fazer a paz” em breve.

    “Nos deem um cessar-fogo. O presidente Trump pode fazer isso: pressionar Putin; conseguir um cessar-fogo. Então nosso Parlamento mudará a lei e iremos às eleições.”

    “Os americanos frequentemente retornam ao tema das concessões e, com muita frequência, essas concessões são discutidas apenas no contexto da Ucrânia, não da Rússia”, disse Zelenski.

    No entanto, ele acrescentou que esperava que os EUA permanecessem envolvidos nas negociações e que houvesse uma oportunidade para a Europa, que segundo ele está atualmente marginalizada, desempenhar um papel maior. Zelenski já manifestou preocupação de que as eleições de meio de mandato do Congresso dos EUA, em novembro, poderão fazer o governo Trump focar em questões políticas domésticas nos próximos meses.

    Ucrânia e Rússia participaram de duas rodadas recentes de negociações mediadas por Washington em Abu Dhabi, que foram descritas pelos lados como construtivas, mas não alcançaram nenhum avanço significativo.

    A Rússia disse que sua delegação em Genebra será liderada pelo conselheiro de Putin, Vladimir Medinski, uma mudança em relação a Abu Dhabi, onde a equipe russa foi liderada pelo chefe da inteligência militar, Igor Kostiukov.

    Autoridades ucranianas criticaram anteriormente a condução das negociações por Medinski, acusando-o de dar aulas de história, do ponto de vista russo, à equipe ucraniana em vez de se envolver em negociações substanciais.

    A Ucrânia rejeita uma retirada unilateral de qualquer porção de território e busca garantias de segurança ocidentais sólidas para dissuadir a Rússia de relançar sua ofensiva após qualquer cessar-fogo.

    A Rússia ocupa cerca de um quinto do território da Ucrânia, incluindo a península da Crimeia que anexou em 2014 e áreas nas quais os separatistas apoiados por Moscou haviam tomado antes de 2022.

    Putin é um 'escravo da guerra' e não tem vida normal, diz Zelenski

  • "Não tenho medo de germes. Eu cheirava cocaína em tampas de sanitários"

    "Não tenho medo de germes. Eu cheirava cocaína em tampas de sanitários"

    Robert F. Kennedy Jr., secretário da Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, falou abertamente sobre o seu passado relacionado com o consumo de drogas. “Não tenho medo de germes. Eu costumava cheirar cocaína em tampas de sanitários”, disse, referindo-se à época da pandemia de Covid-19.

    Robert F. Kennedy Jr., secretário de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, afirmou que não tem “medo de germes” porque “costumava cheirar cocaína em tampas de vaso sanitário”.

    Kennedy, atualmente com 72 anos, tem falado abertamente sobre seu passado relacionado ao uso de drogas e participou recentemente do podcast This Past Weekend, apresentado pelo comediante Theo Von, que também está em recuperação do mesmo vício.

    Durante o episódio, o político — que está sóbrio há mais de 40 anos — e o humorista conversaram sobre as reuniões de recuperação que frequentavam em Los Angeles.

    Kennedy, que chegou a disputar as eleições presidenciais norte-americanas de 2024 contra Donald Trump antes de ser nomeado por ele para o cargo de secretário de Saúde, contou que continuou frequentando essas reuniões durante a pandemia, apesar da hesitação de Von.

    “Eu te disse: ‘Não importa o que aconteça, vou a uma reunião todos os dias’”, relembrou. “Eu disse: ‘Não tenho medo de germes. Eu costumava cheirar cocaína em tampas de vaso sanitário e sei que essa doença [o vício] vai me matar se eu não tratá-la, o que, para mim, significa ir às reuniões todos os dias… para mim, era uma questão de sobrevivência’.”

    O político criticou a forma como a pandemia de Covid-19 forçou a migração das reuniões presenciais para o formato online, classificando a mudança como “desoladora” para aqueles que estavam em processo de recuperação. Ele também revelou que formou um “grupo pirata de dependentes” que continuou se reunindo presencialmente durante o lockdown em 2020.

    Robert F. Kennedy Jr. já abordou diversas vezes sua luta contra o vício em heroína. Em 2023, segundo o jornal The Times, afirmou em um podcast: “Tornei-me dependente de drogas aos 15 anos. Fiquei viciado por 14 anos. Durante esse período, quando você é dependente, vive contra a própria consciência… e meio que empurra Deus para a periferia da sua vida”.

    O político também contou que começou a usar drogas nos anos seguintes ao assassinato de seu pai, Robert F. Kennedy, candidato democrata à presidência dos Estados Unidos em 1968. Além disso, foi preso duas vezes por porte de drogas.

    "Não tenho medo de germes. Eu cheirava cocaína em tampas de sanitários"

  • Marinha dos EUA destrói nova embarcação no Caribe e deixa três mortos

    Marinha dos EUA destrói nova embarcação no Caribe e deixa três mortos

    As forças armadas dos EUA eliminaram esta sexta-feira mais uma embarcação supostamente ligada a estruturas do narcotráfico no Mar do Caribe, perto da Venezuela, e três tripulantes foram executados durante a operação.

    A operação foi realizada em uma rota que o Comando Sul dos Estados Unidos (SouthCom) identificou como sendo habitualmente utilizada pelo crime organizado em águas internacionais do Mar do Caribe, de acordo com uma publicação em sua conta oficial na rede social X.

    A morte dessas três pessoas soma-se a cerca de 140 mortos e aproximadamente 40 embarcações destruídas durante atividades militares dos Estados Unidos no Mar do Caribe e no Pacífico, entre agosto de 2025 e o momento atual.

    Ao longo desta semana, o Comando Sul, sob as ordens do novo comandante da força, Francis Donovan, realizou três ataques, intensificando as operações na região.

    A administração do presidente Donald Trump nunca apresentou provas concretas que comprovassem que os navios atingidos estavam de fato envolvidos com o tráfico. Além disso, a execução sumária dos ocupantes das embarcações atacadas viola diversas leis norte-americanas e internacionais.

    A legalidade da campanha — que, no discurso oficial da Casa Branca, tem como alvo os cartéis que abastecem o tráfico de drogas nos Estados Unidos — tem gerado debate em todo o mundo, inclusive entre a classe política norte-americana.

    Especialistas e representantes das Nações Unidas denunciaram as execuções extrajudiciais.

    Também sob o argumento de combate aos cartéis de drogas, forças norte-americanas capturaram e transferiram de Caracas para Nova Iorque o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa, no último dia 3 de janeiro.

    O casal agora responderá perante um tribunal em Nova Iorque a acusações da Justiça norte-americana por “narcoterrorismo” e importação de “toneladas de cocaína”. Ambos se declararam inocentes em uma primeira audiência e devem comparecer novamente ao tribunal no próximo dia 17 de março.

    Marinha dos EUA destrói nova embarcação no Caribe e deixa três mortos

  • Homem é morto pela polícia ao tentar esfaquear músico no Arco do Triunfo

    Homem é morto pela polícia ao tentar esfaquear músico no Arco do Triunfo

    Os antecedentes do agressor apontam para um possível atentado terrorista. A procuradoria antiterrorismo da França foi encarregada do caso.

    ANDRÉ FONTENELLE
    PARIS, FRANÇA (CBS NEWS) – Um homem foi morto a tiros por policiais ao tentar esfaquear um dos músicos de uma banda militar que se apresentava sob o Arco do Triunfo, um dos principais monumentos de Paris. O incidente ocorreu às 18h locais (14h de Brasília) desta sexta-feira (13), na hora da tradicional cerimônia de renovação da chama do túmulo do Soldado Desconhecido.

    Os antecedentes do agressor apontam para um possível atentado terrorista. A procuradoria antiterrorismo da França foi encarregada do caso.

    O presidente Emmanuel Macron, que está na Alemanha para uma conferência, qualificou o atentado como terrorista em post nas redes sociais. “Saúdo a coragem e o sangue frio exemplares dos nossos policiais e militares: eles puseram fim ao ataque e evitaram o pior”, escreveu.

    Ao correr em direção à banda, o autor do ataque, um francês identificado como Brahim B., foi atingido por vários tiros disparados pelos policiais militares que faziam a segurança do monumento. Ele morreu horas depois no hospital Georges Pompidou, próximo à Torre Eiffel. O músico da Guarda Republicana sofreu ferimentos leves. Até o início da noite, não se sabia a motivação do ataque, segundo o ministro do Interior, Laurent Nuñez.

    Nascido em 1978, Brahim morava em Aulnay-sous-Bois, cidade da periferia norte de Paris, segundo a imprensa francesa. Em 2013, foi condenado a 17 anos de prisão na Bélgica, por tentativa de assassinato de três policiais, no ano anterior, na cidade de Molenbeek. Cumpria a obrigação de comparecer diariamente à delegacia local.

    Na época do julgamento, teria dito que queria se vingar dos belgas pela proibição da burca, véu que cobre todo o corpo feminino usado em alguns países muçulmanos e proibido em parte da Europa, seja por representar a submissão da mulher, seja por dissimular o rosto de quem o usa.

    A polícia fechou o acesso ao local. O trânsito na praça de l’Étoile, onde fica o Arco do Triunfo, em uma das extremidades da avenida Champs-Elysées, foi interrompido por algumas horas.

    Homem é morto pela polícia ao tentar esfaquear músico no Arco do Triunfo

  • Fotos impressionantes do Carnaval fora do Brasil

    Fotos impressionantes do Carnaval fora do Brasil

    Há quem use fantasias do Halloween ou aproveite a festa para fazer brincadeiras com mensagens políticas!

    Com certeza, o maior Carnaval do mundo acontece no Brasil e os povos dos outros países sabem bem disso! Mas, apesar da folia no exterior não ter a proporção da festa brasileira, outras nações também realizam celebrações grandiosas e os estrangeiros entram no espírito da data mais irreverente do ano.

    Fotos impressionantes do Carnaval fora do Brasil

  • Macron defende inelegibilidade de políticos antissemitas na França

    Macron defende inelegibilidade de políticos antissemitas na França

    “Para o futuro, desejo que uma pena de inelegibilidade obrigatória seja instituída para os atos e declarações antissemitas, racistas e discriminatórias”, discursou Macron. “Em 20 anos, a hidra antissemita não parou de progredir. Ela se imiscuiu em cada interstício da nossa sociedade”, acrescentou.

    ANDRÉ FONTENELLE
    PARIS, FRANÇA (CBS NEWS) – O presidente da França, Emmanuel Macron, defendeu na manhã desta sexta (13) que políticos antissemitas se tornem inelegíveis. A declaração foi dada no jardim do Palácio do Eliseu, onde o francês plantou um carvalho em homenagem a uma vítima de um crime de ódio contra os judeus ocorrido 20 anos atrás.

    “Para o futuro, desejo que uma pena de inelegibilidade obrigatória seja instituída para os atos e declarações antissemitas, racistas e discriminatórias”, discursou Macron. “Em 20 anos, a hidra antissemita não parou de progredir. Ela se imiscuiu em cada interstício da nossa sociedade”, acrescentou.
    O presidente francês referiu-se aos atentados do Hamas de 7 de outubro de 2023 em Israel como um pogrom, termo que vem da palavra russa para “destruição”, usado para descrever massacres contra judeus desde o século 19.

    Macron também denunciou “o antissemitismo de extrema-esquerda que disputa com o de extrema-direita” e “o antissemitismo que utiliza a máscara do antissionismo para progredir sem alarde, que, numa inversão histórica vertiginosa, pretende fazer dos judeus genocidas”.

    Críticos do governo do premiê Binyamin Netanyahu acusam Israel de cometer genocídio contra a população palestina na Faixa de Gaza desde o início da guerra, em 2023. A fronteira entre essas críticas e o antissemitismo tem sido motivo de constante controvérsia na política francesa.

    O principal partido da ultraesquerda francesa, A França Insubmissa (LFI), e seu líder, Jean-Luc Mélenchon, são constantemente acusados de antissemitismo, pecha que rejeitam. Mas personalidades de outros partidos, como o ex-primeiro-ministro Dominique de Villepin, pré-candidato à presidência na eleição de 2027, também já se referiram às ações israelenses em Gaza como genocídio.

    Plantar um carvalho, árvore conhecida pela longevidade, foi a forma escolhida por Macron para homenagear Ilan Halimi, sequestrado, torturado e morto aos 23 anos, em 2006, por uma quadrilha que ficou conhecida como “a gangue dos bárbaros”.
    Vendedor em uma loja de celulares, Halimi foi encontrado agonizante três semanas após seu sequestro no porta-malas de um automóvel, com inúmeros hematomas, cortes e queimaduras. Ele morreu horas depois no hospital.

    O chefe da quadrilha, Youssouf Fofana, foi preso dias depois na Costa do Marfim, país de origem de seus pais. Ele confessou que buscava uma vítima judia “porque eles são forrados de grana”. Em 2009, Fofana foi condenado à prisão perpétua. Outros envolvidos foram condenados a penas entre seis meses e 18 anos de prisão, conforme a participação no crime.

    Macron defende inelegibilidade de políticos antissemitas na França

  • Trump diz que visitará a Venezuela em data ainda não definida

    Trump diz que visitará a Venezuela em data ainda não definida

    “Visitarei a Venezuela”, disse o republicano ao responder a uma pergunta de um jornalista na Casa Branca. Depois, ele acrescentou a respeito da data: “Ainda não decidimos”.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou hoje que visitará a Venezuela, embora não tenha especificado a data.

    “Visitarei a Venezuela”, disse o republicano ao responder a uma pergunta de um jornalista na Casa Branca. Depois, ele acrescentou a respeito da data: “Ainda não decidimos”.

    Trump ordenou uma operação militar na Venezuela em 3 de janeiro que terminou com a captura do ditador Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Foi a intervenção mais grave na região desde a remoção de Manuel Noriega do Panamá em 1989.

    O presidente afirmou ainda que as relações dos Estados Unidos com a Venezuela são “muito boas” e que reconhece Delcy Rodríguez como a governante oficial. “Temos um relacionamento muito bom com a presidente da Venezuela”, disse ele a jornalistas.

    Questionado se reconheceria Rodríguez como a governante oficial, ?Trump respondeu: “Sim, ?já fizemos isso”. “Eu diria que a relação que temos agora com a Venezuela é nota 10”, acrescentou ?o presidente norte-americano.

    Trump diz que visitará a Venezuela em data ainda não definida