Categoria: MUNDO

  • Morre anestesista que infectou 275 pacientes com hepatite C

    Morre anestesista que infectou 275 pacientes com hepatite C

    Juan Maeso foi condenado a mais de 1.900 anos de prisão por contaminar pacientes em hospitais na Espanha. Ele deixou a prisão em 2023 por problemas de saúde e teve um dos casos mais graves da medicina no país

    O anestesista espanhol Juan Maeso, que ficou conhecido por contaminar 275 pessoas com hepatite C entre 1988 e 1998 em hospitais de Valência, na Espanha, morreu aos 84 anos.

    Ele havia sido condenado a 1.933 anos de prisão pelo contágio em massa, mas deixou a cadeia em 2023 após obter liberdade condicional por causa do estado de saúde debilitado, segundo o jornal El Mundo.

    O caso veio à tona em 1998, quando autoridades identificaram um número incomum de infecções por hepatite C em quatro hospitais da cidade, um público e três privados. As investigações apontaram que o foco do surto era o próprio anestesista, que também era portador do vírus.

    O julgamento começou em 2005 e foi considerado um dos maiores já realizados no país. Pela dimensão do caso, foi necessário montar uma estrutura especial para acomodar 153 advogados, 114 promotores e cerca de 600 testemunhas, entre pacientes, médicos e diretores hospitalares.

    Durante o processo, ficou comprovado que Maeso aplicava em si mesmo parte das substâncias anestésicas que seriam usadas nos pacientes, utilizando a mesma agulha.

    O primeiro caso de contaminação atribuído ao médico ocorreu em 15 de dezembro de 1988, em uma menina de cinco anos. O último foi registrado em 27 de janeiro de 1998, em uma paciente de 51 anos internada após fratura no quadril.

    Após 17 meses de julgamento, em 2007, Maeso foi condenado a 1.933 anos de prisão e ao pagamento de mais de 20 milhões de euros em indenizações. A sentença foi confirmada dois anos depois.

    Ele permaneceu preso até 2023, quando foi libertado por motivos de saúde. Seu quadro se agravou nos últimos meses, até a confirmação da morte nesta terça-feira, 31 de março.

    Morre anestesista que infectou 275 pacientes com hepatite C

  • Vídeo de crianças encenando funeral em Gaza viraliza e choca a web; veja

    Vídeo de crianças encenando funeral em Gaza viraliza e choca a web; veja

    Imagens mostram grupo de crianças encenando cenas de morte e resgate em campo de refugiados, refletindo a realidade da guerra. Vídeo viraliza nas redes sociais e provoca comoção ao expor o impacto do conflito na infância.

    Um vídeo que mostra crianças em Gaza simulando um funeral tem circulado nas redes sociais e chamado atenção para o impacto do conflito na infância. As imagens evidenciam como o ambiente em que essas crianças crescem influencia diretamente suas brincadeiras.

    No registro, divulgado por um criador de conteúdo palestino, cinco crianças de cerca de dois ou três anos aparecem reunidas em torno de uma única boneca. Em vez de brincadeiras comuns, como dar banho, alimentar ou colocar para dormir, elas simulam um funeral ou o transporte de feridos em macas.

    Segundo a Al Jazeera, o vídeo foi gravado em um campo de refugiados na região e rapidamente se espalhou pelas redes sociais.

    “Esse vídeo de crianças em Gaza brincando de funeral com uma boneca é de deixar qualquer um sem palavras. Tudo o que elas veem é morte e destruição”, escreveu um usuário. Outro comentou que as imagens refletem uma “infância perdida”.

    “É de partir o coração. As crianças estão reproduzindo o que veem no dia a dia. Pode ser um funeral ou até um resgate, mas é uma das coisas mais tristes que já vi”, disse uma mulher em publicação no Facebook.

    O contexto da guerra ajuda a explicar a repercussão. Desde o início do conflito entre Hamas e Israel, em outubro de 2023, mais de 70 mil pessoas morreram na região, segundo autoridades locais.

    Dados das Nações Unidas indicam que cerca de 80% das construções em Gaza foram destruídas ou danificadas durante a guerra.

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    Vídeo de crianças encenando funeral em Gaza viraliza e choca a web; veja

  • Irã afirma que líder Khamenei segue no país e comanda guerra

    Irã afirma que líder Khamenei segue no país e comanda guerra

    Embaixador afirma que Mojtaba Khamenei está no comando após morte do pai e nega rumores de fuga ou tratamento no exterior. Teerã diz buscar cessar-fogo, mas acusa EUA e Israel de dificultarem negociações e violarem princípios diplomáticos

    O embaixador do Irã em Roma afirmou nesta terça-feira que o líder supremo do país, Mojtaba Khamenei, está no território iraniano e segue no comando em meio à guerra contra Estados Unidos e Israel.

    “Mojtaba Khamenei está no país e exercendo suas funções de liderança em uma situação de guerra”, disse Mohammad Reza Sabouri em entrevista à agência italiana ANSA.

    Mojtaba assumiu o cargo após a morte do pai, Ali Khamenei, morto em um ataque aéreo no primeiro dia do conflito.

    O diplomata negou rumores de que o novo líder estaria fora do país para tratamento médico após ter sido ferido em bombardeios, classificando as informações como “propaganda e desinformação típicas da mídia israelense”.

    Segundo ele, o líder continua coordenando a guerra junto às instituições do país, mas ainda não apareceu em público por razões de segurança.

    Sabouri também afirmou que Teerã busca um cessar-fogo, mas responsabilizou os Estados Unidos pela dificuldade nas negociações. “O principal problema está nas posições contraditórias e nas exigências consideradas irracionais, que geram desconfiança”, disse.

    Ele acrescentou que o Irã sempre defendeu soluções diplomáticas e que suas demandas foram apresentadas durante a segunda rodada de negociações em Genebra, realizada dias antes do início dos ataques, mediada por Omã.

    “Os Estados Unidos conhecem bem a posição do Irã”, afirmou.

    Para o embaixador, o início da guerra em 28 de fevereiro ocorreu justamente quando havia um processo diplomático em andamento para tratar das preocupações em torno do programa nuclear iraniano.

    “Se antes já havia dúvidas sobre o compromisso dos Estados Unidos com os acordos, após a guerra essas dúvidas se transformaram em total desconfiança”, declarou.

    Apesar disso, o diplomata disse que há esforços de outros atores internacionais para reduzir a tensão e buscar uma solução para o conflito.

    “O principal problema continua sendo o fato de os Estados Unidos e Israel não respeitarem os princípios da diplomacia e do direito internacional”, afirmou.

    Autoridades iranianas informam que a ofensiva iniciada pelos dois países já deixou mais de 1.500 mortos, incluindo nomes importantes como o próprio Ali Khamenei, Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, e os ministros Aziz Nasirzadeh, da Defesa, e Esmail Khatib, da Inteligência, além de outros integrantes das forças armadas e da segurança do país.
     

    Irã afirma que líder Khamenei segue no país e comanda guerra

  • Irã ameaça atacar empresas dos EUA no Médio Oriente

    Irã ameaça atacar empresas dos EUA no Médio Oriente

    Grupo ameaça destruir instalações de empresas americanas no Oriente Médio em resposta a mortes de autoridades iranianas. Comunicado cita gigantes da tecnologia e orienta evacuação de funcionários e moradores, em meio à escalada do conflito com Estados Unidos e Israel

    A Guarda Revolucionária do Irã, força ideológica da República Islâmica, ameaçou nesta terça-feira atacar empresas norte-americanas no Oriente Médio caso ocorram novos “assassinatos” de autoridades iranianas.

    Em publicação no site Sepah News, o grupo divulgou uma lista com 18 empresas dos Estados Unidos, incluindo Google, Apple, Meta e Tesla, afirmando que elas devem “esperar a destruição” de suas instalações “em todos os países da região” como resposta a novos “assassinatos no Irã”, a partir das 20h no horário de Teerã (17h30 em Lisboa), na quarta-feira.

    Em pouco mais de um mês de bombardeios contra o Irã, Estados Unidos e Israel mataram mais de uma dezena de altos dirigentes religiosos, políticos e militares iranianos, entre eles o líder supremo Ali Khamenei, posteriormente substituído por seu filho Mojtaba Khamenei, e o chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani.

    “Aconselhamos os trabalhadores dessas instituições a abandonarem imediatamente seus locais de trabalho para salvar suas vidas”, afirmou a Guarda Revolucionária, no 32º dia da guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel, iniciada em 28 de fevereiro.

    “Também recomendamos que moradores de áreas próximas a essas empresas, em todos os países da região, deixem suas casas em um raio de um quilômetro”, acrescentou o grupo.

    Outras companhias como Cisco Systems, HP, Intel, Microsoft, IBM, Nvidia e Boeing também foram citadas como possíveis alvos.

    Estados Unidos e Israel justificaram a ofensiva militar iniciada em 28 de fevereiro alegando a postura inflexível do Irã nas negociações sobre o fim do enriquecimento de urânio, dentro de seu programa nuclear, que o país afirma ter fins civis.

    Como resposta, o Irã fechou o Estreito de Ormuz e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas civis em países como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Jordânia, Omã e Iraque.

    Desde o início do conflito, que tem impactado a economia global, autoridades iranianas contabilizam pelo menos 1.332 mortos e mais de 10 mil feridos, sem atualização recente dos números.

    Já a organização Human Rights Activists News Agency (HRANA), com sede nos Estados Unidos, estima que o total de mortos no Irã seja de ao menos 3.492, incluindo 1.574 civis.
     
     

     

    Irã ameaça atacar empresas dos EUA no Médio Oriente

  • 'Rumo ao apartheid', diz premiê da Espanha sobre lei de Israel que autoriza execução de palestinos

    'Rumo ao apartheid', diz premiê da Espanha sobre lei de Israel que autoriza execução de palestinos

    Mesmo aliados históricos de Israel, caso da Alemanha, criticaram a nova legislação. Berlim disse lamentar a aprovação do texto, acrescentando que ele deverá ser aplicado quase exclusivamente a palestinos nos territórios ocupados

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A aprovação pelo Parlamento de Israel de uma lei controversa que estabelece a pena de morte como sentença padrão para palestinos condenados por ataques com vítimas fatais motivou críticas ao governo de Binyamin Netanyahu, o mais à direita da história do país. A mais dura foi feita pelo premiê da Espanha, Pedro Sánchez, que descreveu a medida como um “passo a mais rumo ao apartheid”.

    Na rede social X, Sánchez escreveu nesta terça-feira (31) que a lei é assimétrica porque não deverá ser aplicada a israelenses que cometam crimes semelhantes. “Mesmo crime, pena diferente. Isso não é justiça. É mais um passo rumo ao apartheid. O mundo não pode permanecer em silêncio”, publicou o socialista, um dos líderes europeus mais críticos ao governo Netanyahu.

    Mesmo aliados históricos de Israel, caso da Alemanha, criticaram a nova legislação. Berlim disse lamentar a aprovação do texto, acrescentando que ele deverá ser aplicado quase exclusivamente a palestinos nos territórios ocupados. Em nota, um porta-voz do governo de Friedrich Merz, de direita, escreveu que, embora Tel Aviv tenha adotado postura dura contra o terrorismo, o país europeu vê a nova legislação “com grande preocupação” e reitera sua oposição à pena de morte.

    A União Europeia também manifestou preocupação. Um porta-voz da Comissão Europeia afirmou que a decisão representa “um claro retrocesso” e pediu que Israel respeite o direito internacional e seus compromissos com princípios democráticos.

    As críticas já vinham sendo feitas antes mesmo da votação. Ministros das Relações Exteriores de Alemanha, França, Itália e Reino Unido haviam alertado que o projeto tinha caráter “de facto discriminatório” e poderia comprometer os princípios democráticos israelenses.

    A medida cumpre uma das principais promessas dos aliados de extrema direita de Netanyahu, defensores do endurecimento das punições em casos de violência. Ao mesmo tempo, é alvo de críticas: opositores afirmam que a nova legislação tem caráter seletivo e discriminatório, já que não deverá ser aplicada a cidadãos israelenses judeus condenados por crimes semelhantes.

    A legislação prevê a aplicação da pena de morte por enforcamento em até 90 dias após a sentença com possibilidade limitada de adiamento, mas sem direito à clemência. Críticos dizem que a lei é discriminatória por atingir palestinos julgados em tribunais militares, principalmente na Cisjordânia.

    O território é ocupado militarmente por Tel Aviv desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967, e os palestinos que vivem ali estão sujeitos à lei militar israelense em alguns casos. Como os colonos judeus no local estão sujeitos à lei civil, organizações como a Anistia Internacional acusam Tel Aviv de operar um regime de apartheid na região.

    Especialistas das Nações Unidas também manifestaram preocupação, apontando que a lei adota definições vagas de terrorismo, o que poderia abrir espaço para a aplicação da pena capital em situações que não se enquadram nessa categoria. Philippe Lazzarini, chefe da UNRWA, a agência da ONU para refugiados palestinos, disse ter ficado “absolutamente consternado” com o que chamou de “lei abjeta”.

    Organizações de direitos humanos reforçam essas críticas. A Anistia Internacional afirma que não há evidências de que a pena de morte seja mais eficaz do que a prisão perpétua na redução da criminalidade. Já o grupo israelense B’Tselem diz que tribunais militares na Cisjordânia, onde palestinos são julgados, apresentam taxa de condenação de cerca de 96% e histórico de obtenção de confissões sob tortura.

    Dentro de Israel, profissionais do sistema jurídico também questionam a constitucionalidade da lei, o que aumenta a possibilidade de contestação na Suprema Corte.

    A medida foi promovida pelo ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, que fez da pena de morte para militantes palestinos uma das principais promessas de sua campanha eleitoral em 2022. Desde que assumiu o cargo, ele tem defendido políticas mais duras de segurança e apoiado publicamente ações de militares investigados por uso excessivo de força contra palestinos.

    A nova legislação surge em meio ao agravamento das tensões na Cisjordânia e à crescente pressão internacional sobre Israel. As próximas eleições nacionais no país estão previstas para outubro de 2026.

    'Rumo ao apartheid', diz premiê da Espanha sobre lei de Israel que autoriza execução de palestinos

  • Brasileira é presa após jogar café em idosa em parque da Disney

    Brasileira é presa após jogar café em idosa em parque da Disney

    Mulher de 34 anos foi detida na Flórida após atacar visitante em cadeira de rodas no Magic Kingdom. Suspeita nega agressão, mas versão é contestada por vítima e testemunha; caso pode resultar em acusação por crime contra idoso

    Uma brasileira de 34 anos foi presa em um parque de diversões na Flórida, nos Estados Unidos, após jogar um copo de café gelado na cabeça de uma mulher desconhecida que estava em uma cadeira de rodas.

    Segundo o site Wow News Today, o caso aconteceu no dia 28 de fevereiro, durante o desembarque de visitantes em um barco no parque Magic Kingdom. A suspeita, identificada como Amanda Pinheiro Muir, teria atacado a vítima, uma mulher com mais de 65 anos.

    A brasileira afirma ser inocente e disse que reagiu após a vítima criticar seu filho. No entanto, o relato da mulher e do marido contradiz essa versão.

    De acordo com o boletim policial, o incidente ocorreu por volta das 13h, no momento em que uma multidão deixava a embarcação em direção ao parque. A vítima teria pedido cuidado às pessoas ao redor, temendo ser atingida ou pisoteada.

    Ainda segundo o relatório, Amanda se aproximou e teria dito que poderia “simplesmente dar um soco” na mulher. Inicialmente, a vítima disse que levou o comentário como uma brincadeira, mas a situação rapidamente se agravou.

    O marido da vítima relatou que os dois estavam sentados em um banco aguardando a movimentação diminuir quando a brasileira se aproximou e jogou o café gelado na cabeça da esposa.

    A polícia foi acionada e Amanda acabou detida no local. Ela foi levada para uma delegacia do condado de Orange e pode responder por agressão contra pessoa idosa.

    O registro policial indica que Amanda nasceu no Brasil, mas não informa se ela reside atualmente nos Estados Unidos ou no país de origem. Ainda segundo o processo, ela precisou de um tradutor durante a audiência.

    As autoridades divulgaram nas redes sociais a foto da suspeita e os dados da prisão.
     

    Brasileira é presa após jogar café em idosa em parque da Disney

  • DNA não consegue identificar pai após mulher se envolver com gêmeos

    DNA não consegue identificar pai após mulher se envolver com gêmeos

    Caso em Londres envolve irmãos idênticos e relações com quatro dias de diferença. Testes não conseguem distinguir paternidade, e tribunal decide que, por enquanto, é impossível identificar qual deles é o pai da criança

    Uma mulher teve relações sexuais com irmãos gêmeos idênticos, em momentos diferentes, e acabou engravidando em Londres, no Reino Unido. Como houve apenas quatro dias de diferença entre os encontros, não é possível determinar qual deles é o pai da criança.

    Segundo a Sky News, o caso foi levado à Justiça pela mãe, que não teve a identidade revelada por questões legais, e por um dos gêmeos, após o outro ter sido registrado como pai na certidão de nascimento.

    Os dois entraram com a ação para que o homem que participou do processo fosse reconhecido legalmente como pai da criança, identificada como “criança P”. No entanto, um juiz negou o pedido de retirada do nome do outro irmão do registro.

    Diante da decisão, a mãe e o gêmeo recorreram ao Tribunal de Apelação de Londres. Lá, um grupo de juízes concluiu que “não é possível” identificar com certeza quem é o pai.

    Durante o processo, especialistas explicaram que os testes de DNA atuais não conseguem diferenciar qual dos irmãos é o pai, embora isso possa ser possível no futuro.

    “Atualmente, a verdade sobre a paternidade de P é que o pai é um dos gêmeos idênticos, mas não é possível dizer qual deles”, diz a decisão judicial, divulgada no início de março.

    “É possível, e até provável, que quando P atingir a idade adulta, a ciência consiga identificar o pai e excluir o outro irmão. Mas, por enquanto, isso não pode ser feito sem custos muito elevados e, portanto, a ‘verdade’ é limitada a essa incerteza”, acrescenta o texto.

    Uma das juízas do caso, Madeleine Reardon, já havia destacado que “ambos os irmãos tiveram relações sexuais” com a mulher, com diferença de quatro dias no período em que a criança foi concebida, e que “é igualmente provável que qualquer um deles seja o pai”.

    Já o juiz Andrew McFarlane argumentou que um dos gêmeos “não tinha o direito” de ser registrado como pai e que qualquer responsabilidade parental deveria ser revista.

    “A ausência de prova não significa que o contrário tenha sido comprovado. Existe uma diferença entre algo não ser provado e afirmar que o fato alegado não é verdadeiro”, afirmou.
     
     

     

    DNA não consegue identificar pai após mulher se envolver com gêmeos

  • Trump avalia encerrar guerra mesmo com bloqueio no Estreito de Ormuz

    Trump avalia encerrar guerra mesmo com bloqueio no Estreito de Ormuz

    Governo dos EUA teme prolongar conflito ao tentar reabrir rota por onde passa 20% do petróleo mundial. Estratégia pode focar em alvos militares iranianos e pressionar aliados a assumir segurança da região

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avalia encerrar a guerra contra o Irã mesmo com o Estreito de Ormuz ainda bloqueado pelas forças iranianas. A informação foi divulgada pelo jornal The Wall Street Journal, com base em relatos de integrantes do governo.

    Segundo a reportagem, Trump e seus assessores passaram a considerar que uma operação para reabrir totalmente a rota marítima, responsável pelo transporte de cerca de 20% do petróleo mundial, poderia prolongar o conflito além do prazo de seis semanas prometido pelo presidente.

    O bloqueio do Estreito de Ormuz já pressiona os preços do petróleo e gera impactos em cadeia na economia global. Nos Estados Unidos, o cenário ocorre em um momento delicado, próximo às eleições para o Congresso.

    Diante disso, Trump teria sinalizado que pretende concentrar a ofensiva nos principais objetivos da guerra, como enfraquecer a marinha iraniana e reduzir a capacidade de mísseis do país.

    Após atingir essas metas, a tendência seria diminuir os ataques, tentando pressionar Teerã a reabrir a passagem marítima. Caso o bloqueio continue, a estratégia prevê transferir a responsabilidade pela segurança do estreito para aliados, especialmente países da Europa e da região do Golfo.

    Apesar disso, a estratégia interna difere do discurso público adotado por Trump. Nesta segunda-feira, ele voltou a ameaçar atacar a infraestrutura energética do Irã caso não haja avanço nas negociações. Na última semana, os Estados Unidos também ampliaram a presença militar no Oriente Médio.
     
     

     

    Trump avalia encerrar guerra mesmo com bloqueio no Estreito de Ormuz

  • Kim Jong-un assiste enquanto soldados levam marteladas no abdômen; veja

    Kim Jong-un assiste enquanto soldados levam marteladas no abdômen; veja

    Líder da Coreia do Norte acompanha exercícios com demonstrações de resistência, tiros com munição real e artes marciais. Regime também divulga testes de novas armas e reforça plano de modernização militar com foco em táticas de guerra moderna

    O líder norte-coreano, Kim Jong-un, acompanhou uma série de exercícios militares realizados por tropas do país em uma base de treinamento de operações especiais.

    De acordo com a agência estatal KTR, citada pela Reuters, as atividades incluíram demonstrações de resistência física, como quebrar tijolos com a cabeça e pedaços de madeira com os braços. Em uma das exibições, soldados chegaram a suportar golpes de martelo no abdômen.

    Os exercícios ocorreram no domingo, 29 de março, e também incluíram treinos de tiro com uso de munição real para atingir alvos.

    As forças especiais ainda apresentaram demonstrações de artes marciais, com provas de resistência e combates sincronizados, incluindo a participação de tropas femininas. Em imagens divulgadas pela televisão estatal, Kim aparece observando o treinamento, aplaudindo e incentivando os militares.

    Em declarações à KTR, o líder destacou a importância de reforçar o preparo das tropas com base nas táticas da guerra moderna. Ele afirmou que já trabalha em planos para reorganizar as forças de operações especiais do país com esse objetivo.

    A televisão estatal também exibiu, no mesmo dia, reportagens sobre testes de novos armamentos, incluindo um motor de foguete de combustível sólido e um novo tanque de batalha.

    Em fevereiro, durante um raro congresso do Partido dos Trabalhadores, Kim Jong-un apresentou um plano de cinco anos para o desenvolvimento de armas nucleares e defendeu a modernização das capacidades militares da Coreia do Norte.
     

     
     
     
     
     
     

     

     
     
     
     

    Kim Jong-un assiste enquanto soldados levam marteladas no abdômen; veja

  • Israel aprova pena de morte para palestinos condenados por ataques letais

    Israel aprova pena de morte para palestinos condenados por ataques letais

    Nova legislação prevê pena de morte para palestinos condenados por ataques letais em tribunais militares. Medida atende à ala mais à direita do governo Netanyahu, mas é criticada por opositores, que apontam caráter seletivo e baixa chance de aplicação a israelenses

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Parlamento de Israel aprovou nesta segunda-feira (30) uma lei controversa que estabelece a pena de morte como sentença padrão para palestinos condenados, em tribunais militares, por ataques letais.

    A medida cumpre uma das principais promessas dos aliados de extrema direita do premiê Binyamin Netanyahu, defensores do endurecimento das punições em casos de violência. Ao mesmo tempo, tem sido alvo de críticas: opositores afirmam que a nova legislação tem caráter seletivo, já que não deverá ser aplicada a israelenses condenados por crimes semelhantes.

    A nova lei reflete a guinada à direita de Israel após o ataque liderado pelo Hamas em outubro de 2023 e a subsequente guerra em Gaza. A pena de morte é autorizada no país, porém só duas pessoas foram executadas em seus 78 anos de história, de acordo com o jornal The New York Times.

    Cidadãos israelenses também podem ser punidos com a pena capital em casos de ações que visem “negar a existência do Estado de Israel”. Especialistas mencionados pela publicação americana, entretanto, avaliam que as chances de aplicação da norma a israelenses judeus são mínimas.

    Israel aprova pena de morte para palestinos condenados por ataques letais