Categoria: MUNDO

  • Vídeo e fotos mostram o momento do tiroteio em partida de hóquei nos EUA

    Vídeo e fotos mostram o momento do tiroteio em partida de hóquei nos EUA

    Disparos interromperam jogo juvenil em Rhode Island, deixando ao menos três mortos, incluindo o atirador. Imagens registram jogadores e torcedores tentando fugir enquanto tiros são ouvidos dentro da arena

    Pelo menos três pessoas morreram nesta segunda-feira, 16 de fevereiro, após um tiroteio durante uma partida de hóquei no gelo em Rhode Island, nos Estados Unidos. Outras pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas a hospitais da região.

    De acordo com as autoridades, uma das vítimas fatais é o próprio atirador, que ainda não teve a identidade divulgada. A polícia informou que o caso teria sido um ataque direcionado, motivado por um conflito familiar.

    O crime ocorreu por volta das 14h, no horário local, na Arena Lynch, em Pawtucket, onde acontecia uma partida de hóquei juvenil. Entre os mortos está uma criança, conforme confirmou a prefeitura da cidade. As identidades das demais vítimas não foram divulgadas, e o estado de saúde dos feridos ainda não foi detalhado.

    Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que os disparos interrompem o jogo. Assim que os tiros são ouvidos, jogadores que estavam nos bancos se abaixam e, em seguida, tentam deixar o local. Parte dos atletas retorna ao gelo para escapar pelo lado oposto do rinque. Nas arquibancadas, é possível ouvir gritos enquanto o público corre em busca de abrigo.

    . Veja o vídeo abaixo:

    O governador de Rhode Island, Dan McKee, informou que acompanha o caso de perto. Já o chefe das autoridades locais, Don Cowart, classificou o ocorrido como um “incidente grave” na arena. “As informações ainda estão sendo apuradas, e estamos trabalhando ativamente com a equipe do evento e com as forças de segurança para entender o que aconteceu”, afirmou, em mensagem enviada às famílias.

    Do lado de fora do ginásio, familiares choravam enquanto jogadores, ainda com uniforme, aguardavam sob forte esquema de segurança. Viaturas policiais cercaram a área, e helicópteros sobrevoavam a região.

    Há dois meses, um homem de origem portuguesa matou duas pessoas a tiros na Universidade Brown, na cidade vizinha de Providence.
     

    Vídeo e fotos mostram o momento do tiroteio em partida de hóquei nos EUA

  • Rússia ataca várias regiões da Ucrânia com mísseis antes do início de negociações

    Rússia ataca várias regiões da Ucrânia com mísseis antes do início de negociações

    Kiev relata uso intenso de mísseis e drones em ofensiva que atingiu várias regiões, incluindo Odessa. Escalada ocorre horas antes de rodada de negociações em Genebra entre russos, ucranianos e norte-americanos.

    As Forças Armadas da Rússia lançaram nesta terça-feira um novo ataque em larga escala contra diferentes regiões da Ucrânia, poucas horas antes do início de mais uma rodada de negociações diplomáticas. De acordo com Kiev, o volume de mísseis e drones utilizados foi superior ao registrado em ofensivas recentes.

    A Força Aérea ucraniana informou, por meio do Telegram, que a Rússia disparou mísseis de cruzeiro contra áreas do norte, centro, sul e oeste do país. Além disso, diversos grupos de drones foram lançados ao longo da madrugada.

    A cidade de Odessa, no sul da Ucrânia, também foi atingida. Segundo autoridades locais, houve danos a infraestruturas ainda não especificadas e a um prédio civil. Duas pessoas ficaram feridas. Até o momento, Kiev não detalhou a extensão total dos estragos provocados pelos ataques.

    Do lado russo, o Ministério da Defesa afirmou ter abatido mais de 150 drones ucranianos, incluindo 38 sobre a Crimeia, 50 sobre o Mar Negro e 29 sobre o Mar de Azov.

    Em Sebastopol, importante cidade portuária da Crimeia anexada por Moscou em 2014, o governador Mikhail Razvozhayev classificou a ofensiva como “um dos ataques mais longos dos últimos tempos”. Segundo ele, mais de 24 drones foram interceptados nos arredores da cidade, e há registro de feridos, entre eles uma criança.

    Na região de Krasnodar, no sul da Rússia, autoridades informaram que 18 drones foram neutralizados. O alvo teria sido uma refinaria de petróleo, onde um tanque de armazenamento foi danificado. Um incêndio atingiu cerca de 700 metros quadrados da instalação, e 72 bombeiros foram mobilizados para controlar as chamas.

    A escalada militar ocorre às vésperas de uma nova rodada de negociações em Genebra, na Suíça, que reúne representantes da Rússia, Ucrânia e Estados Unidos. A delegação russa, liderada pelo conselheiro presidencial Vladimir Medinsky, chegou à cidade suíça nas primeiras horas do dia, segundo a agência estatal TASS.

    Na segunda-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que “a Ucrânia faria bem em sentar-se à mesa das negociações, e rapidamente”. Já o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, declarou que as questões pendentes são amplas e que o desfecho das conversas é imprevisível. Moscou defende não apenas uma pausa nos combates, mas um acordo duradouro que trate das causas do conflito.

    A guerra teve início em 24 de fevereiro de 2022, quando a Rússia invadiu a Ucrânia, alegando que a possível adesão de Kiev à Otan representava ameaça à sua segurança nacional.

    Também na segunda-feira, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que não repetirá “os mesmos erros” ao ceder território e defendeu que as ambições do Kremlin só podem ser contidas com “sanções totais” contra a Rússia.
     
     

     

    Rússia ataca várias regiões da Ucrânia com mísseis antes do início de negociações

  • A América não é apenas um país, mas um continente: Fatos surpreendentes

    A América não é apenas um país, mas um continente: Fatos surpreendentes

    Das civilizações antigas à cultura pop global, o Hemisfério Ocidental está repleto de conexões surpreendentes.

    Estendendo-se do Círculo Polar Ártico até o extremo sul da Patagônia, a América abrange vastas paisagens, culturas e histórias. Apesar de sua diversidade, os países de todo o enorme continente (comumente dividido em América do Norte, América Central e América do Sul) compartilha línguas, tradições religiosas, mudanças econômicas e desafios sociais em comum. Da herança indígena e das mudanças demográficas à música, ao cinema e ao esporte, forças poderosas conectam o norte e o sul. Essas curiosidades notáveis ​​revelam como o passado e o presente da região se entrelaçam.

    Clique para explorar fatos surpreendentes sobre as Américas hoje.

    A América não é apenas um país, mas um continente: Fatos surpreendentes

  • Brasileira morta por ex nos EUA enfrentava divórcio e tinha ordem de restrição contra ele

    Brasileira morta por ex nos EUA enfrentava divórcio e tinha ordem de restrição contra ele

    Segundo a amiga Pollyana Belo, poucos dias antes de ser morta, Adriana havia obtido na Justiça uma medida protetiva contra o ex-marido, após relatar episódios recorrentes de intimidação. A separação teria ocorrido há cerca de dois anos após uma traição de Marcos, que não aceitava o fim do casamento, ainda segundo o relato da amiga.

    ISABELLA MENON
    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – A brasileira Adriana Barbosa, 46, morreu após ser esfaqueada pelo ex-marido, Marcos Marques-Leal, 57, na noite da última quinta-feira (12), em Farmingville, na região de Long Island, no estado de Nova York, de acordo com a polícia. O casal tinha duas filhas e atravessava um processo de separação marcado por conflitos.

    Segundo a amiga Pollyana Belo, poucos dias antes de ser morta, Adriana havia obtido na Justiça uma medida protetiva contra o ex-marido, após relatar episódios recorrentes de intimidação. A separação teria ocorrido há cerca de dois anos após uma traição de Marcos, que não aceitava o fim do casamento, ainda segundo o relato da amiga.

    A reportagem não conseguiu acesso à defesa de Marcos.

    Durante o processo de divórcio, as disputas se intensificaram, sobretudo em torno da divisão de bens do ex-casal, incluindo a casa onde Adriana vivia com as filhas. De acordo com Pollyana, mesmo após ser retirado do imóvel por ordem judicial, Marcos continuava a frequentar o local e a ameaçar a ex-mulher.

    “Ela me disse que tinha medo de ele matá-la”, afirmou a amiga. Ela conta que tentou alertá-la sobre os riscos, mesmo após a concessão da medida judicial. “Ele ficava o tempo todo ali, brigando, xingando, ameaçando.”

    No dia do crime, a polícia encontrou uma adolescente ferida dentro da residência. A jovem, que seria uma das filhas do casal, foi encaminhada ao hospital para atendimento médico e não corria risco de vida. Marcos também foi levado a uma unidade hospitalar com ferimentos graves. Suspeita é que ele tenha tentado se matar após atacar a ex. Até a publicação desta reportagem, não havia informações atualizadas sobre seu estado de saúde.

    “Eu tinha um amor muito grande por ela, porque nós tivemos uma amizade muito forte”, afirmou Pollyana, que lembra que a felicidade de Adriana era ir até a igreja. “Ninguém acredita que isso aconteceu”. Segundo ela, Adriana demonstrava alívio nos dias anteriores ao crime por ter conseguido a ordem judicial, mas ainda temia possíveis represálias. “Ela achava que, com a decisão da Justiça, as coisas poderiam se acalmar”, disse.

    O assassinato causou comoção entre a comunidade brasileira da região. Adriana frequentava uma igreja evangélica local e era descrita por amigos como uma mulher reservada e muito religiosa.
    Após a morte, a igreja que ela frequentava, Brazil Gospel Church, organizou uma vaquinha on-line para custear o sepultamento, uma cerimônia em sua homenagem e oferecer apoio financeiro às filhas, que permanecem nos Estados Unidos. Até a noite desta segunda-feira (16), a campanha havia arrecadado mais de US$ 21 mil, cerca de R$ 110 mil.

    No texto, Adriana é descrita como uma pessoa com coração “grande o suficiente para acolher a dor de todos e se portava com graça mesmo nas tempestades mais difíceis da vida”. “Ela amava profundamente, dava generosamente e sempre colocava os outros em primeiro lugar. Conhecê-la era sentir-se seguro, valorizado e compreendido”, descreve a igreja.

    “A tragédia inimaginável de sua morte deixou sua família e amigos em profunda tristeza. Nenhuma palavra pode capturar a dor de perder alguém tão precioso de uma forma tão violenta e sem sentido. O que permanece é o amor que ela derramou neste mundo –um amor que jamais se apagará”, completa.

    Em nota, a Polícia do Condado de Suffolk informou que Marcos Marques-Leal foi preso e responderá por homicídio em segundo grau, desacato criminal e por colocar em risco o bem-estar de uma criança. Ele deverá ser apresentado à Justiça em data a ser definida. A polícia afirma que as investigações continuam em andamento.

    Brasileira morta por ex nos EUA enfrentava divórcio e tinha ordem de restrição contra ele

  • Arquivos expõem como elite global circulou ao redor de Epstein

    Arquivos expõem como elite global circulou ao redor de Epstein

    Os documentos mostram que, mesmo depois de condenado em 2008 por crimes sexuais contra meninas, Epstein continuou cercado por algumas das pessoas mais poderosas do mundo.

    FERNANDA MENA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Bilionários, príncipes e presidentes estão citados dezenas, centenas e até milhares de vezes nos mais de 3 milhões de arquivos reunidos na investigação do caso de Jeffrey Epstein divulgadas pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos no último dia 30 de janeiro.

    Os documentos mostram que, mesmo depois de condenado em 2008 por crimes sexuais contra meninas, Epstein continuou cercado por algumas das pessoas mais poderosas do mundo.

    Nos documentos aparecem nomes como Donald Trump, o ex-presidente Bill Clinton, os magnatas da tecnologia Bill Gates e Elon Musk, o ideólogo da ultradireita Steve Bannon e o príncipe Andrew, do Reino Unido – além de políticos, CEOs, celebridades e membros da realeza europeia.

    Estar citado nos arquivos não significa ter cometido crime. Mas significa ter circulado no entorno de Epstein. Os registros mostram encontros, viagens em seu jatinho, festas, negócios e favores.

    Epstein era um financista que acumulou fortuna e uma rede de influência junto à elite global.

    Preso em 2008, fez um acordo judicial e deixou a prisão após 13 meses, registrado num sistema federal de agressores sexuais.
    Em 2019, no primeiro governo Trump, voltou a ser preso, acusado de exploração sexual e tráfico de meninas. Morreu semanas depois na prisão. A morte foi considerada suicídio, mas gerou dúvidas e ampliou o alcance do escândalo.

    Mensagens, fotos e vídeos reunidos na investigação trazem indícios sinistros de abuso, pedofilia e tráfico humano. Há também a suspeita de que Epstein registrava imagens comprometedoras envolvendo homens poderosos e meninas exploradas para futuras chantagens. Isso ajudaria a explicar o silêncio e a proteção que o cercaram até a sua morte.

    Sobreviventes afirmam que, na divulgação dos documentos, o Departamento de Justiça ocultou nomes de abusadores influentes, enquanto manteve visíveis dados pessoais e detalhes íntimos das vítimas – o que, segundo elas, reforça a impunidade e provoca nova violência.

    O Brasil também aparece nos arquivos, seja em um CPF ativo do criminoso, seja em trocas de e-mails que indicam interesse de Epstein em adquirir uma agência de modelos no país para facilitar seu acesso a garotas brasileiras.

    Na Europa, o caso já derrubou diplomatas e ministros. Nos Estados Unidos, o impacto político ainda está em andamento, e as consequências são incertas.

    Arquivos expõem como elite global circulou ao redor de Epstein

  • Apresentadora pede libertação da mãe enquanto FBI analisa DNA

    Apresentadora pede libertação da mãe enquanto FBI analisa DNA

    Apresentadora faz novo apelo pela libertação da mãe, desaparecida há duas semanas. FBI analisa DNA encontrado perto da casa da vítima e dobrou recompensa para US$ 100 mil por informações que levem ao paradeiro dela

    Duas semanas após o desaparecimento da mãe, a apresentadora norte-americana Savannah Guthrie voltou a fazer um apelo público por informações que levem ao paradeiro dela. Em vídeo publicado nas redes sociais, ela afirmou que a família mantém a esperança e pediu que eventuais envolvidos revelem o que sabem.

    “Já se passaram duas semanas desde que a nossa mãe foi levada e eu só queria vir aqui e dizer que ainda temos esperança e ainda acreditamos. Queria dizer a quem quer que a tenha ou saiba onde ela está, que nunca é tarde demais para fazer a coisa certa. Nós estamos aqui e acreditamos na bondade dos seres humanos”, declarou.

    O caso é investigado pelo FBI, que analisa o DNA encontrado em uma luva recolhida próximo à residência de Nancy Guthrie. O item passou a integrar as provas após parecer semelhante ao usado por um suspeito flagrado por câmera de segurança da campainha da casa.

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    As imagens mostram um homem usando máscara de esqui, luvas pretas e mochila se aproximando da porta da residência. Ele aparentava estar armado. Segundo o FBI, o suspeito tem entre 1,75 m e 1,77 m de altura.

    De acordo com as autoridades, Nancy foi sequestrada nas primeiras horas do dia 1º de fevereiro. Ela havia sido vista pela última vez em 31 de janeiro, quando foi deixada em casa por um familiar, após visitar a filha Annie.

    Desde então, operações de busca foram realizadas, dois homens chegaram a ser detidos e posteriormente liberados, e houve ao menos duas tentativas de pedido de resgate. Até o momento, não há confirmação de que a vítima esteja viva. Vestígios de sangue foram encontrados na entrada da residência.

    O FBI anunciou que dobrou a recompensa por informações que levem ao paradeiro de Nancy, elevando o valor de US$ 50 mil para US$ 100 mil.

     

    Apresentadora pede libertação da mãe enquanto FBI analisa DNA

  • Ex-primeira-ministra britânica se encontra com Trump: "Certo sobre tudo"

    Ex-primeira-ministra britânica se encontra com Trump: "Certo sobre tudo"

    Liz Truss publicou foto ao lado do presidente dos EUA em Mar-a-Lago e reforçou apoio ao movimento conservador. Não há informações sobre como ocorreu o encontro nem sobre a duração da reunião entre os dois.

    A ex-primeira-ministra do Reino Unido Liz Truss publicou, no domingo, uma foto ao lado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O registro foi feito no clube de golfe do republicano, em Mar-a-Lago, na Flórida.

    Na legenda da imagem, compartilhada na rede social X, Truss escreveu: “Certo sobre tudo”, marcando o perfil de Trump. A publicação mostra os dois sorrindo durante o encontro. Não há detalhes sobre como a reunião foi organizada nem quanto tempo durou.

    Até o momento, Trump não mencionou o encontro em suas redes sociais. Em vez disso, tem concentrado postagens na divulgação de um novo documentário sobre sua esposa, Melania Trump.

    Liz Truss ficou conhecida por ter comandado o governo britânico pelo período mais curto da história recente, permanecendo no cargo por apenas 49 dias em 2022. O tempo à frente do Executivo chegou a ser comparado, na época, à duração de uma alface exposta em um experimento simbólico da imprensa britânica.

    Desde que deixou o cargo, Truss tem adotado posições mais alinhadas à ala conservadora mais à direita e demonstrado apoio ao movimento liderado por Trump, o Make America Great Again, o MAGA. Ela participou como palestrante em conferências anuais da direita americana nos últimos dois anos.

    Com menor protagonismo na política britânica após a saída do governo, Truss lançou o podcast The Liz Truss Show. Em dezembro, afirmou que pretende liderar uma “contrarrevolução ao estilo Trump” diante do que classifica como ataques ao mundo livre.

    Ex-primeira-ministra britânica se encontra com Trump: "Certo sobre tudo"

  • Obama garante que extraterrestres "são reais", mas "não estão na Área 51"

    Obama garante que extraterrestres "são reais", mas "não estão na Área 51"

    O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, garantiu que os extraterrestres “são reais”. No entanto, assegurou “não há nenhuma instalação subterrânea” na famosa Área 51 e que nunca os viu.

    O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou que extraterrestres “são reais”, mas ressaltou que “não há nenhuma instalação subterrânea” na famosa Área 51.

    “Eles são reais, mas eu não os vi. Não estão na Área 51. Não há nenhuma instalação subterrânea — a menos que exista uma grande conspiração e tenham escondido isso do presidente dos Estados Unidos”, disse o ex-chefe de Estado em entrevista ao youtuber e podcaster Brian Tyler Cohen.

    Questionado sobre qual foi a primeira pergunta que fez ao assumir o cargo, Obama brincou: “Onde estão os extraterrestres?”

    Vale lembrar que a Área 51 é uma instalação militar da Força Aérea dos Estados Unidos localizada em Groom Lake, no sul do estado de Nevada.

    O complexo “não é acessível ao público e é monitorado 24 horas por dia”. Segundo a Enciclopédia Britânica, os funcionários chegam ao local de avião, partindo de um terminal restrito no antigo Aeroporto Internacional McCarran, em voos não identificados autorizados a circular pelo espaço aéreo da região. Para manter o sigilo, imagens de satélite da instalação foram censuradas até 2018.

    Atualmente, a Área 51 pode ser vista no Google Maps. Ainda assim, seu único uso oficialmente confirmado é como centro de testes de voo.

    A associação do local com extraterrestres remonta a 1989, quando Robert Lazar afirmou ter trabalhado com tecnologia alienígena no complexo. Ele declarou ao jornalista George Knapp ter visto fotografias de autópsias de alienígenas nas instalações e alegou que o governo dos Estados Unidos utilizava o local para examinar naves extraterrestres recuperadas.

    Apesar de Lazar ter sido desmentido, suas declarações alimentaram diversas teorias da conspiração envolvendo o governo americano e vida extraterrestre.

    “De acordo com a CIA, os voos de teste do U-2 e de outras aeronaves militares são responsáveis por muitos dos relatos de OVNIs na região. Não há evidências de contato extraterrestre na Área 51 ou em qualquer outro lugar”, destaca a mesma fonte.

    Obama reage a vídeo racista compartilhado por Trump

    Na mesma entrevista, divulgada no sábado, Obama também comentou o vídeo de teor racista compartilhado pelo atual presidente, Donald Trump, classificando o comportamento como “profundamente preocupante” e afirmando que “não parece haver vergonha”.

    Nas imagens, tanto o ex-presidente quanto sua esposa, Michelle Obama, aparecem retratados como macacos. Questionado por Brian Tyler Cohen, o democrata disse ser “importante reconhecer que a maioria do povo americano considera esse comportamento profundamente preocupante”.

    “É verdade que isso chama atenção. É verdade que é uma distração, mas, quando viajo pelo país, encontro pessoas que ainda acreditam na decência, na cortesia e na gentileza”, afirmou.

    Embora não tenha citado Trump diretamente, Obama declarou que “há uma espécie de palhaçada acontecendo nas redes sociais e na televisão” e que, em sua visão, “não parece haver qualquer vergonha nisso entre pessoas que antes achavam necessário manter algum tipo de decoro, senso de respeito e consideração pelo cargo”.

    “Isso se perdeu”, concluiu.

    O vídeo foi publicado em 6 de fevereiro na rede social Truth Social e removido algumas horas depois, após uma onda de críticas. A maior parte do conteúdo era atribuída ao portal ultraconservador Patriot News Outlet e tratava de alegações de fraude nas eleições de 2020 — quando o democrata Joe Biden derrotou Trump, que buscava a reeleição — acusações que o republicano vem fazendo sem apresentar provas.

    Aos 59 segundos, o vídeo é interrompido por uma animação que mostra os rostos dos Obama — o primeiro casal afro-americano a ocupar a presidência dos Estados Unidos — estampados em dois macacos, antes de retomar o conteúdo original.

    Obama garante que extraterrestres "são reais", mas "não estão na Área 51"

  • Obama reage a vídeo racista de Trump: "Não parece haver vergonha"

    Obama reage a vídeo racista de Trump: "Não parece haver vergonha"

    O antigo presidente norte-americano, Barack Obama, reagiu ao vídeo de teor racista compartilhado por Donald Trump, tendo considerado que o comportamento do atual chefe de Estado é “profundamente preocupante” e que “não parece haver vergonha”.

    O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reagiu ao vídeo de teor racista compartilhado pelo atual chefe de Estado, Donald Trump, classificando o comportamento do magnata como “profundamente preocupante” e afirmando que “não parece haver vergonha”, em entrevista publicada neste sábado.

    Nas imagens, tanto o ex-presidente quanto sua esposa, Michelle Obama, são retratados como macacos. Questionado pelo podcaster Brian Tyler Cohen, o democrata afirmou ser “importante reconhecer que a maioria do povo americano considera esse comportamento profundamente preocupante”.

    “É verdade que isso chama atenção. É verdade que é uma distração, mas, quando viajo pelo país, encontro pessoas que ainda acreditam na decência, na cortesia e na gentileza”, disse.

    Embora não tenha citado Trump diretamente, Obama declarou que “há uma espécie de palhaçada acontecendo nas redes sociais e na televisão” e que, na sua visão, “não parece haver qualquer vergonha nisso entre pessoas que antes achavam necessário manter algum tipo de decoro, senso de respeito e consideração pelo cargo”.

    “Isso se perdeu”, afirmou.

    Vale lembrar que o vídeo, publicado em 6 de fevereiro na rede social Truth Social, foi removido poucas horas depois, após uma onda de críticas. A maior parte das imagens era atribuída ao portal ultraconservador Patriot News Outlet e tratava de alegações de manipulação nas eleições de 2020 — quando o democrata Joe Biden derrotou Trump, que disputava a reeleição — acusações que o republicano vem fazendo sem apresentar provas.

    Aos 59 segundos, o vídeo é interrompido por uma animação que mostra os rostos de Barack e Michelle Obama — o primeiro casal afro-americano a ocupar a presidência dos Estados Unidos — estampados em dois macacos, antes de retomar o conteúdo original.

    A animação foi atribuída ao usuário da rede social X (antigo Twitter) “xerias_x”, que utilizou inteligência artificial para criar um vídeo intitulado “Trump: Rei da Selva”, no qual rostos de líderes políticos aparecem inseridos em corpos de animais que se curvam diante de Trump.

    Inicialmente, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, criticou o que chamou de “falsa indignação”, sem mencionar que se tratava de um vídeo publicado “por engano” por “um funcionário”. Segundo ela, era “um trecho de um vídeo publicado na internet que mostra o presidente Trump como o Rei da Selva, e os democratas como personagens de ‘O Rei Leão’”.

    “Parem com essa falsa indignação e noticiem algo que hoje tenha significado para o público americano”, afirmou em comunicado enviado à agência Agence France-Presse.

    Donald Trump, por sua vez, recusou-se a pedir desculpas pela publicação, alegando não saber que a animação fazia parte do vídeo.

    O magnata explicou que viu o início do conteúdo e decidiu encaminhá-lo a uma pessoa — que não identificou — para que fosse publicado.

    “Vejo muitas… milhares de coisas. E vi o começo [do vídeo]. Não havia problema”, disse.

    Embora tenha negado ter cometido “um erro”, Trump afirmou condenar conteúdo racista e declarou: “Sou, aliás, o presidente menos racista que vocês tiveram em muito tempo.”

    Obama reage a vídeo racista de Trump: "Não parece haver vergonha"

  • Hong Kong planeja instalar identificação facial na videovigilância

    Hong Kong planeja instalar identificação facial na videovigilância

    As autoridades de Hong Kong planejam ativar tecnologias de identificação facial nos sistemas de videovigilância se possível já neste ano, logo que resolvam os obstáculos legais e técnicos pendentes, no meio de crescentes preocupações com possível expansão da vigilância massiva.

    O comissário Joe Chow Yat-ming, chefe da polícia, afirmou hoje que será dada prioridade à integração dos sistemas de circuito fechado de TV localizados em grandes centros comerciais de alto fluxo e em pontos estratégicos do programa SmartView.

    Segundo ele, os gestores desses espaços receberam a proposta de forma positiva.

    O departamento havia indicado anteriormente que o sistema biométrico estaria em funcionamento antes do fim de 2024. No entanto, Chow reconheceu que diversos entraves jurídicos e operacionais obrigaram ao adiamento da implementação.

    “A capacidade de adaptação dos nossos agentes, a receptividade da população e o marco regulatório são as áreas nas quais estamos avançando prioritariamente”, explicou durante entrevista exibida na televisão e publicada hoje pelo jornal local South China Morning Post.

    “Confio que possamos implementá-lo em breve. Não posso garantir que seja ainda neste ano, mas é o que desejo. Caso contrário, esperamos que seja no próximo”, acrescentou.

    O objetivo é adicionar 6.500 novos dispositivos em todo o território, alcançando um total de 66.500 aparelhos até 2031, além de desenvolver um conjunto de ferramentas de análise de vídeo impulsionadas por inteligência artificial.

    Paralelamente, o responsável também comentou sobre a assembleia anual da Interpol, que a cidade sediará pela primeira vez em novembro.

    Ele reconheceu que a lista de participantes ainda não está fechada devido às tensões geopolíticas, mas ressaltou que o departamento manterá seus canais de cooperação internacional, com ênfase especial nos países do Sudeste Asiático, considerados destinos frequentes de fugitivos.

    Hong Kong planeja instalar identificação facial na videovigilância