Categoria: TECNOLOGIA

  • Aurora boreal 'pinta' céu dos EUA de verde e rosa e há imagens magníficas

    Aurora boreal 'pinta' céu dos EUA de verde e rosa e há imagens magníficas

    Fenômeno causado por tempestade eletromagnética de grande intensidade ‘pintou’ os céus norte-americanos em tons de rosa e verde. As imagens são impressionantes. Confira na galeria!

    Os céus de vários estados norte-americanos assistiram, durante a noite de terça para quarta-feira (12), a um verdadeiro espetáculos de luzes.

    Imagens registradas em Nova York, Oklahoma, Washington, Tennessee, Iowa, Idaho e Dakota do Sul permitem comprovar este espetáculo raro, que deixou a noite pintada de verde e rosa, destaca o The New York Times.

    O fenômeno é conhecido como ejeções de massa coronal e consiste na libertação de grandes quantidades de matéria da atmosfera solar, provenientes de uma região chamada coroa, a região mais externa da atmosfera solar. Estas ejeções resultam de instabilidades magnéticas de grande escala. 

    Estas várias erupções solares poderosas enviam partículas carregadas em direção à Terra e  à medida que estas partículas interagem com o campo magnético do planeta, criam impressionantes exibições de luz mutável em tons de verde, rosa e violeta. , explica o Game Nexus.

    Já o The New York Times detalha que as luzes verdes e vermelhas são criadas por oxigênio, enquanto as azuis e roxas proveem do nitrogênio.

    Aurora boreal 'pinta' céu dos EUA de verde e rosa e há imagens magníficas

  • IA para agilizar Judiciário esbarra em verba dependente de big tech

    IA para agilizar Judiciário esbarra em verba dependente de big tech

    Ferramenta desenvolvida pela USP com apoio da Amazon Web Services promete reduzir drasticamente o tempo de análise de ações judiciais na área da saúde, mas sua expansão nacional dependerá de novos recursos após o fim da fase piloto financiada pela big tech.

    (CBS NEWS) – O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) testará a partir de dezembro uma IA (inteligência artificial) que pode encurtar em até dez vezes o tempo médio de análise de pareceres em ações de saúde.

    Mas mesmo com expansão nacional prevista até 2027, o modelo -criado pela USP com apoio da Amazon Web Services (AWS)- não tem previsão orçamentária para continuidade após o fim do apoio da big tech à fase piloto do projeto.

    A empresa cedeu cerca de US$ 350 mil (equivalente a R$ 1,9 milhão no câmbio atual) em créditos computacionais e infraestrutura, usados nos treinamentos e testes inicias da ferramenta.

    O acordo foi firmado entre o CNJ e o InovaHC, núcleo de inovação do Hospital das Clínicas da USP, que por sua vez delegou ao Instituto de Matemática e Estatística (IME-USP) a responsabilidade pelo desenvolvimento do modelo.

    O termo de cooperação da parceria prevê automatizar até 80% da triagem das ações de saúde, reduzir em 80% as tarefas administrativas manuais e centralizar 80% das demandas judiciais em uma única plataforma até agosto de 2027.

    Em uma interface semelhante a um chat, o juiz poderá perguntar, por exemplo, se determinado remédio é indicado para uma doença. Ele receberá as informações técnicas e jurídicas disponíveis sobre o tema.

    Hoje, esse tipo de análise leva, em média, 20 dias. A meta é reduzir o prazo para até 48 horas, segundo o professor do IME João Eduardo Ferreira.

    “Os dois dias seriam para os casos mais conflituosos, complexos. Do contrário, a expectativa é algo quase que imediato”, diz.

    A IA usará dados do e-NatJus, plataforma do CNJ que reúne notas técnicas do SUS para subsidiar decisões judiciais.

    Dados do Painel Justiça em Números, do CNJ, mostram que o volume de novos processos judiciais relacionados à saúde vem crescendo de forma contínua nos últimos anos. Foram 352 mil casos em 2020, 406 mil em 2021, 470 mil em 2022 e 577 mil em 2023. Em 2024, o total chegou a 690 mil ações. Até setembro de 2025, já havia mais de 513 mil novos processos.

    O CNJ escolheu o Tribunal de Justiça de Santa Catarina para testar a nova IA. “Fizemos a seleção em razão dos magistrados que já atuam conosco na análise de processos e participam do comitê gestor do e-NatJus”, diz a conselheira Daiane Lira.

    Ainda não há definição sobre a seleção dos juízes participantes, nem sobre a forma de treinamento. O plano de trabalho prevê “capacitar 100% do público envolvido de forma remota”.

    O projeto não gera custos para o CNJ, segundo Lira. Ela ressalta o caráter experimental da parceria.

    “Não há nenhuma obrigação de o CNJ assumir qualquer ônus em relação ao armazenamento, por exemplo, desse sistema. O nosso compromisso com o InovaHC é que não pode ter custos operacionais”, diz.

    “No final, se o produto envolver um custo, o CNJ vai tomar uma decisão, mas isso não é objeto do acordo”, afirma.

    Mas a expansão nacional prevista no acordo de cooperação entre CNJ e InovaHC exigirá novos recursos e planejamento financeiro. A validação do piloto será decisiva para definir se o conselho adotará o modelo em larga escala, de acordo com Giovanni Cerri, presidente do conselho do InovaHC.

    “Se, após a validação desse algoritmo, o CNJ achar que o piloto traz benefícios, eventuais custos dessa tecnologia recairão evidentemente sobre o CNJ. Mas isso não tem nada a ver com a AWS nem qualquer empresa privada”, diz.

    O diretor para o setor público da AWS Brasil, Paulo Cunha, define a participação da big tech no piloto como uma contribuição cujo retorno está na “aceleração de mercado” e na difusão de tecnologias de IA.

    “Com um projeto como esse, você capacita dezenas de profissionais e mostra que a inteligência artificial generativa pode penetrar em qualquer ambiente. É um investimento de longo prazo”, afirma.

    O Brasil tem instituições que poderiam apoiar a operação contínua do modelo. São exemplos o Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), o DataSUS (Departamento de Informação e Informática do Sistema Único de Saúde) e a Prodesp (Companhia de Processamento de Dados de São Paulo), segundo Ferreira, do IME.

    “O modelo precisará ser atualizado constantemente. Talvez não diariamente, mas ao menos com versões mensais, porque nem a medicina nem o direito param”, diz o professor.

    A AWS diz que, caso os recursos dados acabem antes da conclusão do piloto, “está prevista a possibilidade de novos aportes de créditos para assegurar a continuidade das operações”.

    A empresa também afirma que, ao final do projeto, equipes do IME e da AWS poderão definir estratégias de migração para outras infraestruturas, como as do setor público, para continuidade da política.

    Projetos que usam IA generativa em áreas críticas, como saúde e Justiça, costumam levantar temores sobre eventuais “alucinações” -quando o sistema cria informações falsas ou sem base factual.

    Os desenvolvedores afirmam que o modelo não cria novas análises, apenas sintetiza pareceres técnicos já existentes, exibindo a fonte de cada trecho consultado.

    Para isso, combina duas tecnologias complementares.

    A primeira o uso de um SLM (small language model, ou modelo de linguagem pequeno), voltado exclusivamente a informações sobre ações de saúde. Por ser mais enxuto e especializado, ele tende a errar menos e a operar com menor custo.

    A segunda é o RAG (retrieval-augmented generation, ou geração com busca integrada), mecanismo que faz a IA consultar documentos oficiais -como as notas técnicas do e-NatJus- antes de montar uma resposta. Juntas, elas prometem respostas apenas com base em evidências, sem criar novos conteúdos.

    “Se eu especializo o modelo, ofereço o que interessa e reduzo o ruído”, diz o professor do IME.

    Os pesquisadores esclarecem que o projeto funciona em conforme com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Quando há dados pessoais, o material passa por anonimização, com a remoção de nome, endereço e outros identificadores.

    IA para agilizar Judiciário esbarra em verba dependente de big tech

  • Celular muito quente? Tenha atenção a estas funções

    Celular muito quente? Tenha atenção a estas funções

    Se o seu smartphone superaquece, o melhor é ver o que está acontecendo. A solução pode passar por ter atenção a algumas funções, como deixar aplicativos em segundo plano ou ter a tela com brilho máximo.

    O superaquecimento do celular é um problema que pode acontecer em diversas situações e causar bastante preocupação. No entanto, em muitos casos, a solução é simples.

    Como lembra o site brasileiro TechTudo, o primeiro passo é prestar atenção aos fatores externos. O celular não deve ficar exposto ao sol forte nem em ambientes muito quentes ou abafados. Atividades que exigem muito do hardware — como jogos com gráficos avançados ou programas de edição de alta resolução — fazem o processador trabalhar mais e aumentam a temperatura do aparelho.

    Mas o segredo também pode estar em funções do dia a dia, como deixar aplicativos rodando em segundo plano o tempo todo. Isso não só faz o smartphone esquentar, como também consome mais bateria e deixa o sistema mais lento. Fechar os aplicativos quando não estiver usando ajuda a melhorar o desempenho geral do aparelho.

    Outra possível causa é o carregamento. Durante esse processo, o celular sempre aquece um pouco, mas se o carregamento for rápido ou se o aparelho for usado enquanto carrega — por exemplo, para assistir a vídeos, jogar ou fazer chamadas longas — o calor aumenta e a bateria perde eficiência com o tempo. O ideal é deixar o celular carregando em uma superfície firme e ventilada, sem usá-lo.

    Os especialistas também alertam para a importância de manter o software atualizado e ajustar o brilho da tela. Esse é um dos componentes que mais consome energia: quando o brilho está no máximo, o celular esquenta mais. A solução é simples — ativar o brilho automático, para que o aparelho ajuste a luminosidade conforme o ambiente, proporcionando conforto visual e menor gasto de energia.

    Se nenhuma dessas medidas resolver o problema, o melhor é procurar assistência técnica, pois o superaquecimento pode estar relacionado a um defeito na bateria ou em outros componentes internos.

    Celular muito quente? Tenha atenção a estas funções

  • Inteligência artificial avança, mas pode enfraquecer o pensamento crítico

    Inteligência artificial avança, mas pode enfraquecer o pensamento crítico

    De ferramenta de apoio à criação de conteúdos, a IA generativa já impacta setores como finanças, saúde e comunicação. Pesquisadores, porém, alertam que o uso excessivo pode reduzir a autonomia e enfraquecer as capacidades cognitivas humanas

    A inteligência artificial (IA) deixou há muito de ser apenas tema de filmes de ficção científica e passou a fazer parte do cotidiano, acessível a qualquer pessoa com conexão à internet. De forma ampla, o termo se refere à capacidade das máquinas de realizar tarefas que antes eram exclusivas dos seres humanos.

    Hoje, a IA está presente em ferramentas de trabalho, eletrodomésticos e até em veículos autônomos. No entanto, há uma vertente mais específica: a inteligência artificial generativa. Diferente das aplicações tradicionais, que apenas interpretam dados e executam funções, a IA generativa cria conteúdo e ideias — histórias, imagens, vídeos, músicas, jogos e até códigos de programação. Trata-se de um sistema que aprende com grandes volumes de informação e usa esse conhecimento para gerar novas criações.

    Alguns exemplos recentes de uso dessa tecnologia, segundo a Amazon Web Services, incluem:

    Serviços financeiros — Bancos utilizam chatbots para oferecer recomendações e atendimento automatizado, enquanto instituições de crédito realizam simulações e aconselhamentos personalizados com mais agilidade e menor custo.

    Saúde e ciências biológicas — A IA generativa acelera pesquisas de novos medicamentos e possibilita simulações de ensaios clínicos, além de facilitar o estudo de doenças raras.

    Comunicação e entretenimento — Apesar das discussões sobre originalidade, a tecnologia permite criar conteúdos jornalísticos e artísticos em menos tempo e com custos reduzidos.

    Cuidado: a IA também erra
    O advogado João Leitão Figueiredo, da CMS Portugal, alerta que os sistemas de IA generativa ainda estão sujeitos a falhas e devem ser vistos apenas como ferramentas de apoio. Casos de informações falsas já geraram repercussão, como o episódio em que a Google precisou corrigir dados incorretos sobre a jornalista portuguesa Anabela Natário.

    “Esse é um tema atual e preocupante. Ainda não resolvemos os problemas dos motores de busca e já enfrentamos as ‘alucinações’ da inteligência artificial generativa”, observou o jurista.

    O impacto no pensamento crítico
    Um estudo da Microsoft em parceria com a Universidade Carnegie Mellon mostrou que o uso excessivo da IA generativa pode enfraquecer o pensamento crítico. Intitulado O impacto da IA generativa no pensamento crítico, o levantamento conclui que, quando utilizada de forma inadequada, a tecnologia pode prejudicar as habilidades cognitivas humanas.

    Os pesquisadores identificaram que, à medida que os profissionais passam a supervisionar o trabalho feito pela IA, em vez de executá-lo, há uma redução no esforço mental e no engajamento crítico.

    Embora a IA aumente a eficiência, os autores alertam que a dependência excessiva pode levar à perda da autonomia e à diminuição da capacidade de resolver problemas de forma independente.
     
     

     

    Inteligência artificial avança, mas pode enfraquecer o pensamento crítico

  • Tecnológica japonesa SoftBank Group Corp. vende ações na Nvidia Corp.

    Tecnológica japonesa SoftBank Group Corp. vende ações na Nvidia Corp.

    A SoftBank, com sede em Tóquio, vendeu todas as ações que detinha na Nvidia por cerca de R$ 31 bilhões. A operação foi concluída em outubro e impulsionou os lucros da companhia japonesa, que quase triplicaram no primeiro semestre fiscal em relação ao ano anterior

    A empresa japonesa de tecnologia SoftBank Group Corp. anunciou nesta segunda-feira que vendeu por 5,83 bilhões de dólares (cerca de R$ 31 bilhões) todas as ações que possuía na gigante norte-americana Nvidia Corp.

    Com sede em Tóquio, a SoftBank informou que a venda foi concluída em outubro.

    De acordo com a companhia, o lucro registrado entre abril e setembro quase triplicou em comparação com o mesmo período do ano anterior.

    As ações da SoftBank subiram 2% nesta segunda-feira na Bolsa de Tóquio, pouco antes da coletiva de imprensa em que a empresa apresentou seus resultados financeiros.

    Tecnológica japonesa SoftBank Group Corp. vende ações na Nvidia Corp.

  • Spotify lança estatísticas semanais com resumo musical personalizado

    Spotify lança estatísticas semanais com resumo musical personalizado

    O Spotify agora mostra os artistas e músicas mais ouvidos das últimas quatro semanas em um painel atualizado semanalmente. O recurso, disponível para todos os usuários, traz também destaques personalizados e pode ser compartilhado no app e nas redes sociais, sem substituir o tradicional Wrapped anua

    Agora os usuários do Spotify não precisam mais esperar até o fim do ano para conferir suas estatísticas de reprodução. A plataforma passou a disponibilizar um resumo semanal com os artistas e músicas mais ouvidos.

    “Estamos lançando as estatísticas de audição semanais para ajudar você a reviver sua semana musical em um resumo divertido e fácil de compartilhar”, anunciou o Spotify.

    A novidade está disponível para usuários das versões gratuita e Premium em mais de 60 países e exibe os artistas e faixas mais tocados nas últimas quatro semanas. O recurso também sugere novas músicas e playlists personalizadas de acordo com o perfil do ouvinte.

    Além disso, toda semana o aplicativo trará um “destaque especial”, com momentos únicos da experiência musical de cada usuário — como uma nova descoberta, um artista favorito ou uma conquista musical.

    Apesar da atualização semanal, o tradicional Spotify Wrapped, que reúne as estatísticas anuais de músicas, artistas e gêneros mais ouvidos, continuará disponível no fim do ano. Assim como o Wrapped, o resumo semanal poderá ser compartilhado diretamente com amigos dentro do app ou nas redes sociais.

    Como acessar o resumo semanal:

    Toque na sua foto de perfil para abrir o menu.

    Selecione “Estatísticas de Audição”.

    Veja seus artistas e músicas favoritas.

    Clique em “Compartilhar” para publicar o resumo semanal ou apenas os destaques individuais.
     

     
     
     
     
     
     
     

    Spotify lança estatísticas semanais com resumo musical personalizado

  • Brasileiros caem em um novo golpe do Pix quase impossível de detectar

    Brasileiros caem em um novo golpe do Pix quase impossível de detectar

    O esquema utiliza o sistema de pagamento instantâneo para enganar usuários e obter dados pessoais ou valores indevidos. Os golpistas se aproveitam da confiança nas instituições financeiras e enviam mensagens falsas, notificações de transações inexistentes e até links disfarçados, induzindo as vítimas a repassar informações bancárias. Em muitos casos, o golpe começa com promessas de prêmios, bônus ou supostas devoluções de valores.

    A tecnologia transformou as relações financeiras e tornou as transações mais práticas, mas também abriu espaço para novos tipos de crimes virtuais. Um dos mais comuns é o Golpe do Pix, que tem feito milhares de vítimas em todo o país.

    O esquema utiliza o sistema de pagamento instantâneo para enganar usuários e obter dados pessoais ou valores indevidos. Os golpistas se aproveitam da confiança nas instituições financeiras e enviam mensagens falsas, notificações de transações inexistentes e até links disfarçados, induzindo as vítimas a repassar informações bancárias. Em muitos casos, o golpe começa com promessas de prêmios, bônus ou supostas devoluções de valores.

    Segundo especialistas em segurança digital, as fraudes se tornam mais sofisticadas à medida que os criminosos aprimoram suas táticas. Por isso, manter hábitos seguros é essencial para evitar prejuízos. Entre as principais recomendações estão: desconfiar de mensagens suspeitas, confirmar qualquer informação diretamente com o banco pelos canais oficiais e evitar clicar em links de origem desconhecida.

    Outra orientação é manter aplicativos e sistemas sempre atualizados, o que reduz vulnerabilidades exploradas por golpistas. Pequenas ações preventivas podem evitar grandes perdas.

    A rapidez das transferências via Pix, somada à falta de conhecimento sobre segurança cibernética, faz com que muitos usuários ajam por impulso ao receber notificações ou solicitações suspeitas. A confiança excessiva e a ausência de verificação costumam ser os principais fatores que levam as pessoas a cair no golpe.

    Por isso, educação digital e campanhas de conscientização são apontadas como medidas fundamentais para reduzir o número de vítimas. Iniciativas em escolas, empresas e órgãos públicos ajudam a ensinar a população a reconhecer sinais de fraude e a lidar com ameaças virtuais.

    Uma sociedade informada e atenta é menos vulnerável a golpes. Entender como os criminosos atuam e saber identificar comportamentos suspeitos são passos importantes para proteger não apenas o dinheiro, mas também os dados pessoais.

    Adotar práticas simples — como desconfiar de ofertas fáceis, verificar informações antes de agir e nunca compartilhar senhas — é o caminho mais eficaz para evitar prejuízos financeiros e fortalecer a segurança digital no uso do Pix e de outras ferramentas online.

    Brasileiros caem em um novo golpe do Pix quase impossível de detectar

  • Netflix confirma sequência de “KPop Demon Hunters” com estreia em 2029

    Netflix confirma sequência de “KPop Demon Hunters” com estreia em 2029

    Após o sucesso global do primeiro filme, a Netflix e a Sony anunciaram a produção de “KPop Demon Hunters 2”. A animação, que acompanha um trio de cantoras que combate demônios, deve chegar ao streaming apenas em 2029, segundo informações da Bloomberg

    Um dos maiores fenômenos da Netflix neste ano, “KPop Demon Hunters” rapidamente se tornou um dos títulos mais assistidos da história da plataforma. Agora, a sequência está confirmada: segundo a imprensa norte-americana, “KPop Demon Hunters 2” já está em produção — mas os fãs terão de esperar um pouco mais.

    De acordo com a Bloomberg, que divulgou a informação em primeira mão, a Netflix e a Sony chegaram a um acordo para dar continuidade à franquia, com previsão de estreia apenas em 2029.

    A confirmação da sequência também foi publicada por veículos como The Hollywood Reporter e Deadline. Até o momento, nem a Netflix nem a Sony se pronunciaram oficialmente sobre o projeto.

    Lançado originalmente em 2024, o filme acompanha um trio de estrelas do K-pop que, secretamente, combatem demônios enquanto lidam com a fama e os desafios da vida artística. A produção conquistou o público não apenas pela trilha sonora marcante, mas também pela qualidade da animação e pelo humor das personagens.

    Netflix confirma sequência de “KPop Demon Hunters” com estreia em 2029

  • Adolescente é incentivada ao suicídio pelo ChatGPT e OpenAI investiga

    Adolescente é incentivada ao suicídio pelo ChatGPT e OpenAI investiga

    Viktoria, de 17 anos, usou o chatbot para lidar com a depressão após se mudar para a Polônia, mas recebeu respostas com instruções para tirar a própria vida. A OpenAI classificou o caso como “inaceitável” e abriu uma investigação de segurança

    Viktoria buscou ajuda do ChatGPT para lidar com sua saúde mental em declínio, mas a inteligência artificial acabou dando orientações sobre como tirar a própria vida. O caso levou a uma investigação urgente de segurança pela OpenAI, cujos resultados ainda não foram divulgados.

    A jovem, de 17 anos na época, havia se mudado com a família para a Polônia em 2022, após a invasão russa da Ucrânia. Longe dos amigos e da vida que conhecia, Viktoria começou a apresentar sinais de depressão. Em meio à saudade, chegou a construir uma maquete do antigo apartamento onde morava.

    Sem apoio profissional, ela passou a conversar por horas com o ChatGPT em russo. “Era uma conversa amigável. Eu contava tudo, e ele respondia de forma divertida, não formal”, disse à BBC. Porém, seu quadro piorou, levando à internação hospitalar. Após a alta, sem encaminhamento para tratamento psiquiátrico, Viktoria voltou a procurar o chatbot e iniciou diálogos sobre a morte.

    O sistema começou a exigir que ela continuasse interagindo, dizendo frases como “Escreva para mim. Eu estou com você”. Quando questionado sobre como morrer, o ChatGPT respondeu com detalhes sobre horários e formas de evitar ser vista, além de mencionar riscos de sobrevivência com sequelas.

    Em seguida, o bot redigiu uma carta de suicídio para a jovem: “Eu, Viktoria, tomo esta ação de livre vontade. Ninguém é culpado, ninguém me forçou”.

    A IA chegou a afirmar que ela sofria de “disfunção cerebral” e que sua morte seria “apenas uma estatística”, além de criticar a forma como sua mãe reagiria. Em nenhum momento sugeriu buscar ajuda médica, entrar em contato com familiares ou ligar para linhas de apoio.

    “Ele a menosprezava, dizendo que ninguém se importava com ela. É aterrorizante”, declarou Svitlana, mãe de Viktoria, que posteriormente descobriu as mensagens. Após procurar ajuda profissional, a jovem relatou que as conversas com o chatbot agravaram seu estado emocional.

    A OpenAI classificou o caso como “absolutamente inaceitável” e uma “violação dos protocolos de segurança”, prometendo uma revisão urgente do incidente, registrada em julho deste ano. O resultado da investigação ainda não foi divulgado.

    O episódio ocorreu pouco depois do caso de Adam Raine, um britânico de 16 anos que tirou a própria vida após consultar o ChatGPT-4. Embora o bot tenha inicialmente recomendado ajuda médica, Adam conseguiu contornar os filtros dizendo que estava escrevendo uma história.

    Os pais do adolescente processaram a OpenAI, e a empresa anunciou novas medidas de segurança, incluindo sistemas aprimorados para detectar sinais de crise mental em conversas longas e interações com menores de idade.

    Adolescente é incentivada ao suicídio pelo ChatGPT e OpenAI investiga

  • Saiba como excluir ou desativar sua conta do Facebook de vez

    Saiba como excluir ou desativar sua conta do Facebook de vez

    Rede social em queda de popularidade permite encerrar o perfil em poucos minutos. Usuários podem optar por desativar temporariamente ou apagar todos os dados de forma definitiva

    O Facebook já ficou no passado? Se você nem lembra a última vez que entrou na plataforma, trocou a foto de perfil ou fez uma publicação, talvez seja hora de se despedir de vez da rede social. E o processo é mais simples do que parece.

    Existem duas formas de encerrar sua conta: desativar ou excluir permanentemente. Para desativar, vá até as configurações da conta. No aplicativo, toque no menu do canto superior direito; no computador, clique na sua foto de perfil. Depois, acesse “Central de Contas” → “Dados pessoais” → “Propriedade e controle da conta” → “Desativação ou exclusão”. Ali, escolha se quer apenas desativar temporariamente ou eliminar de vez seu perfil.

    Vale lembrar que desativar não é o mesmo que excluir. Nesse modo, seu perfil fica oculto, mas pode ser reativado a qualquer momento caso mude de ideia.

    Se quiser apagar tudo definitivamente, acesse facebook.com/help/delete_account e clique em “Excluir conta”.

    Antes de confirmar, tenha em mente que, mesmo com a exclusão, algumas informações ainda podem permanecer visíveis em outros locais — por exemplo, em mensagens enviadas ou conteúdos compartilhados por amigos que ainda mantenham cópias do que você postou.

    Saiba como excluir ou desativar sua conta do Facebook de vez