Categoria: TECNOLOGIA

  • IA do X nega o Holocausto e diz que câmaras de gás eram para desinfecção

    IA do X nega o Holocausto e diz que câmaras de gás eram para desinfecção

    O Ministério Público francês ampliou a investigação sobre o X depois que o Grok publicou mensagens negacionistas sobre Auschwitz. As respostas ficaram três dias no ar e motivaram queixas por crimes contra a humanidade. A plataforma de Elon Musk é acusada de falhar na moderação

    A ferramenta de inteligência artificial do X, o Grok, passou a ser investigada pelas autoridades francesas depois de responder a usuários com mensagens que negavam a existência do Holocausto. O chatbot afirmou que as câmaras de gás de Auschwitz eram ventiladas de forma adequada e usadas apenas para desinfecção de pessoas com doenças infecciosas. As autoridades receberam diversas denúncias sobre esse conteúdo.

    Na noite de quarta-feira, o Ministério Público da França anunciou que ampliaria a investigação que já estava em curso sobre o X para incluir as mensagens negacionistas produzidas pelo Grok. As respostas ficaram disponíveis na plataforma por três dias. O caso começou quando o chatbot interagiu com uma publicação de um negacionista do Holocausto, conhecido militante neonazista já condenado pela Justiça. Nessas respostas, o Grok reproduziu alegações falsas frequentemente usadas por quem nega o assassinato de cerca de seis milhões de judeus pelo regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial.

    O chatbot afirmou, por exemplo, que as câmaras de gás de Auschwitz teriam sido criadas para desinfecção com Zyklon B, um pesticida, e que não eram destinadas a execuções em massa. Em outra mensagem, o Grok argumentou que a ideia de que essas câmaras foram usadas para assassinatos sistemáticos seria resultado de leis que impediriam revisões históricas, de educação parcial e de um suposto tabu cultural que desencorajaria a discussão das provas. O The Guardian reportou que o chatbot também mencionou a atuação de grupos que exerceriam influência desproporcional sobre mídia, financiamento político e cultura, o que reforçou ainda mais a preocupação das autoridades.

    Depois de receber uma resposta oficial do Museu de Auschwitz, o Grok recuou. Passou a afirmar que o Holocausto é um fato indiscutível e rejeitou qualquer associação ao negacionismo. Em uma nova mensagem, alegou que capturas de tela com suas respostas anteriores teriam sido falsificadas para divulgar declarações absurdas atribuídas ao sistema. A postagem inicial, publicada em 17 de novembro, foi removida. No fim da tarde de quarta-feira, pouco antes de ser apagada, já acumulava mais de um milhão de visualizações.

    Três ministros franceses anunciaram no mesmo dia que denunciaram o conteúdo à Procuradoria da França por considerarem as mensagens manifestamente ilegais. Na quinta-feira, a Liga Francesa dos Direitos Humanos e o SOS Racisme também formalizaram queixas contra o Grok por crimes contra a humanidade. A presidente da liga, Nathalie Tehio, afirmou que a denúncia era incomum porque envolvia declarações feitas por um chatbot de inteligência artificial, o que levanta questões sobre o material usado no treinamento da ferramenta. Tehio disse ainda que Elon Musk, proprietário do X e do Grok, deve ser responsabilizado pelo conteúdo hospedado na plataforma, já que não estaria exercendo a moderação necessária de material considerado ilegal.

    A estimativa é de que mais de um milhão de pessoas tenham sido assassinadas em Auschwitz, a maioria judeus. A negação do Holocausto é crime em catorze países europeus, entre eles França, Alemanha e Portugal. O X já estava sob investigação do Ministério Público de Paris desde julho por suspeita de manipulação do algoritmo da plataforma para permitir interferência estrangeira.
     
     

     

    IA do X nega o Holocausto e diz que câmaras de gás eram para desinfecção

  • Justiça dos EUA decide manter compras do Instagram e WhatsApp pela Meta

    Justiça dos EUA decide manter compras do Instagram e WhatsApp pela Meta

    Um juiz federal decidiu que a Meta não mantém monopólio nas redes sociais, invalidando a ação da FTC que tentava anular as aquisições de Instagram e WhatsApp. O tribunal aceitou a defesa da empresa, que citou concorrentes como TikTok, YouTube e iMessage.

    A Meta, dona do Facebook, venceu nesta terça-feira (18) a ação movida pelo governo dos Estados Unidos que buscava desfazer as compras do Instagram, em 2012, e do WhatsApp, em 2014.

    A decisão foi do juiz federal James Boasberg, que concluiu que a empresa não possui monopólio no setor de redes sociais, o que impede qualquer tentativa de anular as aquisições.

    O processo havia sido apresentado pela Comissão Federal de Comércio (FTC) em 2020. A agência alegava que a Meta gastou bilhões de dólares para eliminar concorrentes e dominar o mercado — a chamada estratégia de “comprar para eliminar a competição”.

    Durante o julgamento, a FTC citou um e-mail de 2008 em que Mark Zuckerberg dizia que “é melhor comprar do que competir”. A Meta rebateu afirmando que a agência ignorava a concorrência real enfrentada pela empresa, como TikTok, YouTube e até o iMessage da Apple, dando a impressão equivocada de que o único rival direto era o Snapchat.

    A empresa também defendeu que adquirir negócios promissores é uma prática legítima e que não existe obrigação legal de criar novas empresas para aumentar a competição.

    O juiz concordou com os argumentos da Meta.

    Compras motivadas por “pânico”

    No início do julgamento, em abril, a então presidente da FTC, Lina Khan, disse em entrevista à CNBC que o Facebook adquiriu Instagram e WhatsApp por “pânico” ao perceber o crescimento acelerado das duas plataformas.

    Segundo ela, o Facebook adotou uma estratégia de “comprar ou enterrar”: quando não conseguia competir com um rival, simplesmente o comprava ou o tirava do caminho. Para Khan, o cenário atual das redes sociais seria diferente se essas aquisições não tivessem sido permitidas.

    Na época das negociações, Zuckerberg teria oferecido 450 milhões de dólares para encerrar o caso, depois aumentando a oferta para 1 bilhão. A FTC, no entanto, teria exigido valores muito maiores — primeiro 18 bilhões de dólares e depois 30 bilhões.

    O processo contra a Meta integra uma série de ações antitruste iniciadas ainda no governo Donald Trump. Outra grande ação da FTC, por exemplo, mira a Amazon.

    Após a decisão judicial, a Meta declarou que seus produtos “beneficiam pessoas e empresas e representam inovação e crescimento econômico nos Estados Unidos”, e disse esperar manter a parceria com o governo.
     
     

    Justiça dos EUA decide manter compras do Instagram e WhatsApp pela Meta

  • Empresa chinesa começa produção em massa de robôs humanoides; assista

    Empresa chinesa começa produção em massa de robôs humanoides; assista

    Walker S2, da Ubtech, tem fabricação em série para atender pedidos na província de Guangdong; empresa diz que primeira etapa da produção será voltada apenas para uso industrial

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Ubtech iniciou na última quinta-feira (13) a produção em massa dos robôs humanoides Walker S2, voltados para a indústria.

    A empresa promete entregar centenas de robôs na província de Guangdong, no sul da China. A companhia afirmou que tem pedidos que somam 800 milhões de iuanes (R$ 598,24 milhões) para este ano.

    O Walker S2 será voltado, neste princípio, a atividades industriais. O robô tem 1,76 m de altura, pesa 70 kg e caminha a 2 quilômetros por hora.

     

    O robô pode realizar movimentos de 170º, carregar objetos de até 15 kg e conta com uma assistente de voz, quatro microfones internos e dois alto-falantes.

    Segundo a Ubtech, o Walker S2 tem um sistema de visão binocular muito próximo ao “olho humano”.

    Outra novidade é que ele tem dois compartimentos de baterias, o que permite o revezamento para o uso contínuo. Essa definição é feita pelo próprio robô, que escolhe entre trocar a bateria ou carregá-la de acordo com suas tarefas e com a distância para o sistema de carregamento de bateria.

    Empresa chinesa começa produção em massa de robôs humanoides; assista

  • Ex-presidente do Inep sugere uso de IA para criar questões do Enem no futuro

    Ex-presidente do Inep sugere uso de IA para criar questões do Enem no futuro

    Para Maria Helena Castro, inteligência artificial pode eliminar necessidade de pré-testes; estudantes articulam manifestação pela anulação do exame, e universitário que antecipou questões diz estar tranquilo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A anulação de três questões do Enem 2025 após notícias de que o universitário Edcley Teixeira apresentou, em uma live, perguntas quase idênticas às que caíram na prova, reacendeu o debate sobre a segurança do exame nacional, feito por mais de 3 milhões de estudantes.

    De acordo com o estudante de medicina da UFC (Universidade Federal do Ceará), as questões estavam no Prêmio Capes Talento Universitário, uma premiação do Ministério da Educação para calouros que serviria de pré-teste do Enem.

    Para Maria Helena Castro, professora e ex-presidente do Inep (instituto federal responsável pelo exame), o pré-teste, embora indispensável para calibrar e testar as questões da prova, envolve muitas pessoas e amplia as chances de quebra de sigilo.

    As perguntas do Enem são criadas a partir da TRI (Teoria de Resposta ao Item), uma metodologia que avalia o nível de dificuldade dos itens de forma a tornar diferentes provas comparáveis e identificar quando um candidato acerta uma questão ao acaso, no “chute”.

    O chamado pré-teste das questões precisa ocorrer em uma avaliação com o público de perfil semelhante ao dos candidatos que realizam o Enem. Nessa etapa são mensuradas a dificuldade, a discriminação e a chance de acerto ao acaso de cada questão.

    Em médio e longo prazo, segundo Maria Helena, uma saída seria a criação das questões a partir de inteligência artificial.

    “Na minha visão, a questão do pré-teste é um risco muito grande para o Enem. É obrigatório fazer o pré-teste, uma vez que o Enem se baseia na TRI, para desenvolver uma prova que atenda a todas as especificações. Por outro lado, eu creio que todo pré-teste é um risco muito grande”, afirma Maria Helena, que chefiou o instituto de 1995 a 2002, na gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

    A ex-presidente do Inep ressalta que a fase de teste de questões envolve muitas pessoas e que isso pode, eventualmente, “propiciar um tipo de vazamento”.

    Não é a primeira vez que o Enem enfrenta problemas. Em 2009, por exemplo, o MEC precisou cancelar toda a prova após o vazamento da prova em uma gráfica às vésperas da aplicação.

    Para Maria Helena, reduzir a exposição humana no processo é o caminho para aumentar a segurança, e uma alternativa de médio e longo prazo seria o desenvolvimento de uma inteligência artificial dedicada à criação dos itens.

    “Claro que não é uma coisa que o Inep vai conseguir fazer desse ano para o ano que vem. É algo mais demorado, que vai exigir pesquisa e estudos de investimentos. Mas já está acontecendo em outros países e isso diminui o risco de vazamento”, explica ela.

    A partir da criação dessa ferramenta, as questões seriam modeladas de acordo com o nível de dificuldade recomendado pela TRI e, assim, não necessitando da fase de teste.

    A educadora afirma concordar com a decisão do órgão ligado ao MEC de anular apenas 3 das 180 questões do Enem 2025. “O Inep faz um trabalho muito grande para garantir a segurança. Eles devem estar se baseando em informações muito seguras. Então eu não vejo necessidade de anular a prova como um todo por causa dessas três questões”, afirma ela.

    Procurados pela Folha de S.Paulo sobre a segurança do exame, o Inep enviou como resposta um link que redireciona para a nota oficial publicada na terça-feira (18).

    Em relação à participação da estudante Edcley Teixeira no prêmio da Capes, a instituição redirecionou o tema para o MEC.

    Questionado sobre a segurança e a participação do estudante no prêmio Capes, a reportagem não obteve resposta da pasta de Camilo Santana até a publicação.

    ENTENDA A ANULAÇÃO DE TRÊS QUESTÕES DO ENEM 2025

    Em uma live nas redes sociais antes do segundo dia do exame, o estudante Edcley Teixeira mostrou ao menos cinco questões que tinham muita semelhança com as que estavam na prova.

    O estudante afirma ter previsto as questões presentes no exame nacional seguindo critérios permitidos pela legislação e sem qualquer vazamento.

    Após o caso, o Inep afirmou, em nota oficial, que reafirmou a “isonomia, lisura e validade das provas do Enem 2025”. O instituto anunciou a anulação de três perguntas da prova e declarou que “nenhuma questão foi apresentada tal qual na edição de 2025 do exame”.

    “Na divulgação observada nas redes sociais, foram identificadas similaridades pontuais entre os itens”, afirma o instituto.

    Além disso, o órgão do MEC anunciou que a Polícia Federal foi acionada para apurar o caso e “garantir a responsabilização dos envolvidos por eventual quebra de confidencialidade ou ato de má-fé pela divulgação de questões sigilosas de forma indevida”.

    Ex-presidente do Inep sugere uso de IA para criar questões do Enem no futuro

  • Amazon perde batalha judicial na UE sobre regras de conteúdo digital

    Amazon perde batalha judicial na UE sobre regras de conteúdo digital

    Um porta-voz da empresa de Jeff Bezos disse que estava desapontado com a decisão e que iria apelar da decisão

    Um importante tribunal da União Europeia (UE) rejeitou a contestação legal da Amazon contra a classificação de seu mercado online como um serviço que precisa obedecer a regras mais rígidas para grandes plataformas digitais.

    O Tribunal Geral da UE disse nesta quarta-feira, 19, que a Comissão Europeia – o braço executivo do bloco – estava justificada ao designar a Amazon Store, que inclui o mercado Amazon.com, como uma “plataforma online muito grande” sob a Lei de Serviços Digitais.

    A designação se aplica a entidades com mais de 45 milhões de usuários na UE e as obriga a garantir transparência em decisões de publicidade, moderação de conteúdo e a proteger contra conteúdo ilegal online.

    Um porta-voz da empresa disse que estava desapontado com a decisão e que iria apelar, acrescentando que o status que os oficiais podem para as big techs é projetado para abordar questões sistêmicas na economia digital ligadas à receita de publicidade proveniente da distribuição de informações.

    “A Amazon Store, como um mercado online, não representa tais riscos sistêmicos; ela apenas vende produtos e não dissemina ou amplifica informações, opiniões ou pontos de vista”, enfatizou o porta-voz. Fonte: Dow Jones Newswires.

    *Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast

    Amazon perde batalha judicial na UE sobre regras de conteúdo digital

  • Meta lança ferramenta para proteger Reels de criadores de conteúdos

    Meta lança ferramenta para proteger Reels de criadores de conteúdos

    A Meta apresentou a Proteção de Conteúdo, recurso que identifica cópias de Reels no Facebook e no Instagram e permite que criadores tomem medidas contra usos não autorizados. A ferramenta monitora vídeos em tempo real e amplia o controle sobre produções originais.

    A Meta anunciou nesta terça-feira (18) que está prestes a lançar uma ferramenta chamada Proteção de Conteúdo, criada para permitir que criadores defendam automaticamente seus Reels originais contra cópias não autorizadas.

    Segundo a empresa, o recurso envia alertas sempre que vídeos idênticos ou parcialmente correspondentes forem detectados no Facebook ou no Instagram, permitindo que o autor tome medidas caso seu trabalho esteja sendo reutilizado sem permissão.

    No comunicado, a Meta afirma que a ferramenta foi criada para “manter o controle sobre o trabalho criativo” dos usuários e ficará disponível no Painel Profissional do aplicativo do Facebook.

    Depois que o criador ativa a Proteção de Conteúdo, todos os Reels originais publicados no Facebook passam a ser protegidos automaticamente. Reels antigos também podem ser incluídos, bastando selecioná-los manualmente.

    A ferramenta monitora continuamente Facebook e Instagram em busca de vídeos que correspondam total ou parcialmente ao conteúdo protegido. A tecnologia é baseada no mesmo sistema de detecção usado no Rights Manager, mas adaptada para uso mobile e focada em criadores.

    Sempre que uma correspondência for identificada, o criador receberá uma notificação para decidir se deseja adotar alguma medida.

    A Meta também orientou criadores sobre como garantir a proteção dos seus vídeos:

    • Publique diretamente no Facebook: apenas Reels postados na plataforma são protegidos automaticamente, embora o sistema monitore também o Instagram. Conteúdos compartilhados do Instagram para o Facebook também entram na proteção.
    • Compartilhe seus Reels primeiro no Facebook: isso garante que o vídeo esteja protegido desde o início.
    • Use o recurso com responsabilidade: reivindicações indevidas ou repetidas sobre vídeos que não pertencem ao criador podem levar a restrições ou à perda de acesso à ferramenta.
     
     

    Meta lança ferramenta para proteger Reels de criadores de conteúdos

  • Quer apagar o cache e os cookies, mas não sabe como? A gente explica

    Quer apagar o cache e os cookies, mas não sabe como? A gente explica

    Cache e cookies aceleram a navegação e guardam preferências, mas também podem gerar falhas e comprometer a privacidade. Saiba por que é importante limpar esses dados regularmente e veja como excluir informações de forma simples no seu navegador.

    Cache e cookies são recursos usados pelos navegadores para tornar a navegação mais rápida e personalizada. A cache guarda cópias temporárias de arquivos e páginas acessadas com frequência, acelerando o carregamento. Já os cookies armazenam dados do usuário, como logins e preferências.

    Apesar de úteis, esses arquivos podem gerar falhas na navegação, comprometer a privacidade e ocupar espaço no dispositivo. Por isso, especialistas recomendam que sejam apagados regularmente, tanto por segurança quanto para melhorar o desempenho dos navegadores.

    O processo é simples: em navegadores como Internet Explorer, Edge, Google Chrome e Firefox, basta pressionar Ctrl + Shift + Delete. O comando abre a janela “Excluir dados de navegação”, onde o usuário pode escolher o período de tempo e confirmar a exclusão.

    JORNAL DA TARDE © Reprodução  Caso isto não funcione, pode acessar  a página de forma manual.

    Google Chrome

    Se estiver no Google Chrome terá que ir à barra de ferramentas (os três pontos verticais no canto superior direito da sua tela, mesmo por baixo da cruz).

    JORNAL DA TARDE © ReproduçãoNessa barra, clique no seu histórico e abra a página. Lá, terá, de novo, a opção para Eliminar dados de navegação.

    JORNAL DA TARDE © Reprodução  Se pressionar, vai ser direcionado para a mesma página que lhe mostramos acima.

    Mozilla Firefox

    No Mozilla Firefox, o processo é semelhante.

    De novo, vá à barra de ferramentas (que está representada por três linhas horizontais no canto superior direito).

    JORNAL DA TARDE © ReproduçãoAí aceda ao histórico, onde irá aparecer a opção para Limpar histórico recente. 

    JORNAL DA TARDE © ReproduçãoSe clicar, irá aparecer a página que irá permitir que apague os recursos de cache e cookies

    JORNAL DA TARDE © Reprodução  Safari

    Caso esteja em um computador Mac, da Apple, comece por clicar no Safari na sua barra de menu no ambiente de trabalho (no lado esquerdo da sua tela). Aí, clique nas Definições. Na nova página, vai selecionar a opção de Privacidade e depois, mais abaixo, em Gerir Dados de Website. Depois, basta clicar em eliminar tudo e eliminar agora para apagar todos os dados.

    Microsoft Edge

    Por último, no Microsoft Edge, vá ao menu de definições e acesse o seu histórico.

    JORNAL DA TARDE © Reprodução  Aí vai encontrar um símbolo de caixote do lixo, na parte de cima da tela.

    JORNAL DA TARDE © Reprodução  Se clicar, vai levá-lo a uma página onde poderá apagar o cache e os cookies.

    JORNAL DA TARDE © Reprodução

     

     

    Quer apagar o cache e os cookies, mas não sabe como? A gente explica

  • The Game Awards anuncia indicados, de 'Death Stranding' a 'Donkey Kong'

    The Game Awards anuncia indicados, de 'Death Stranding' a 'Donkey Kong'

    Concorrendo em 12 categorias, ‘Clair Obscur: Expedition 33’ lidera a disputa; cerimônia acontece no dia 11 de dezembro e é transmitida no Prime Video

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Game Awards revelou nesta segunda-feira (17) os indicados da edição de 2025, com “Clair Obscur: Expedition 33” liderando a disputa com 12 nomeações -o maior número já registrado na história da premiação. Ao todo, 102 jogos, estúdios, profissionais e produções concorrem em diversas categorias que celebram os destaques da indústria neste ano.

    Entre os concorrentes a jogo do ano estão títulos como “Death Stranding 2: On the Beach”, “Donkey Kong Bananza”, “Hades 2”, “Hollow Knight: Silksong” e “Kingdom Come: Deliverance 2”. A premiação também destaca adaptações de franquias de games para cinema e TV, com produções como “Um Filme Minecraft”, “Devil May Cry” e “The Last of Us” entre as indicadas.

    No recorte por publishers, a Sony Interactive Entertainment lidera com 19 indicações, seguida pela Kepler Interactive, com 13, e por Electronic Arts e Microsoft, ambas com dez. Os indicados são escolhidos por um júri global composto por mais de 150 veículos de mídia e criadores de conteúdo.

    A edição deste ano será transmitida ao vivo pela primeira vez pelo Prime Video.

    A votação popular já está aberta e segue até 10 de dezembro no site oficial. A cerimônia do Game Awards acontece no dia 11 de dezembro, no Peacock Theater, em Los Angeles, com anúncios de novos jogos, apresentações musicais e a presença da The Game Awards Orchestra.
    CONFIRA AS PRINCIPAIS CATEGORIAS:

    JOGO DO ANO
    “Clair Obscur: Expedition 33” (Sandfall Interactive/Kepler Interactive)
    “Death Stranding 2: On The Beach” (Kojima Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Donkey Kong Bananza” (Nintendo EPD/Nintendo)
    “Hades 2” (Supergiant Games)
    “Hollow Knight: Silksong” (Team Cherry)
    “Kingdom Come: Deliverance II” (Warhorse Studios/Deep Silver)

    MELHOR DIREÇÃO DE JOGO
    “Clair Obscur: Expedition 33” (Sandfall Interactive/Kepler Interactive)
    “Death Stranding 2: On The Beach” (Kojima Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Ghost of Yōtei” (Sucker Punch Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Hades II” (Supergiant Games)
    “Split Fiction” (Hazelight Studios/EA)

    MELHOR NARRATIVA
    “Clair Obscur: Expedition 33” (Sandfall Interactive/Kepler Interactive)
    “Death Stranding 2: On The Beach” (Kojima Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Ghost of Yōtei” (Sucker Punch Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Kingdom Come: Deliverance II” (Warhorse Studios/Deep Silver)
    “Silent Hill f” (NeoBards Entertainment/KONAMI)

    MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
    “Clair Obscur: Expedition 33” (Sandfall Interactive/Kepler Interactive)
    “Death Stranding 2: On The Beach” (Kojima Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Ghost of Yōtei” (Sucker Punch Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Hades II” (Supergiant Games)
    “Hollow Knight: Silksong” (Team Cherry)

    MELHOR TRILHA SONORA E MÚSICA
    Christopher Larkin, “Hollow Knight: Silksong”
    Darren Korb, “Hades II”
    Lorien Testard, “Clair Obscur: Expedition 33”
    Toma Otowa, “Ghost of Yōtei”
    Woodkid e Ludvig Forssell, “Death Stranding 2: On The Beach”

    MELHOR DESIGN DE ÁUDIO
    “Battlefield 6” (Battlefield Studios/EA)
    “Clair Obscur: Expedition 33” (Sandfall Interactive/Kepler Interactive)
    “Death Stranding 2: On the Beach” (Kojima Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Ghost of Yōtei” (Sucker Punch Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Silent Hill f” (NeoBards Entertainment/KONAMI)

    MELHOR PERFORMANCE
    Ben Starr, “Clair Obscur: Expedition 33”
    Charlie Cox, “Clair Obscur: Expedition 33”
    Erika Ishii, “Ghost of Yōtei”
    Jennifer English, “Clair Obscur: Expedition 33”
    Konatsu Kato, “Silent Hill f”
    Troy Baker, “Indiana Jones and the Great Circle”

    The Game Awards anuncia indicados, de 'Death Stranding' a 'Donkey Kong'

  • Apple se une a grife que vestiu Jobs e lança bolsa de R$ 1.200 para iPhone

    Apple se une a grife que vestiu Jobs e lança bolsa de R$ 1.200 para iPhone

    A parceria inédita entre Apple e Issey Miyake resultou no iPhone Pocket, bolsa plissada criada no Japão em colaboração com o Apple Design Studio. O acessório resgata a ligação histórica entre Miyake e Steve Jobs, mas chega ao mercado com recepção dividida: elogios pelo design e críticas ao preço.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Décadas depois de Steve Jobs adotar o icônico suéter preto criado pelo estilista japonês Issey Miyake, a Apple decidiu formalizar uma parceria inédita com a grife.

    As marcas lançaram na sexta-feira (14) o iPhone Pocket, uma bolsa transversal de tecido plissado pensada para transportar o celular ou outros itens pequenos. Disponível em países selecionados, mas não no Brasil, o produto custa US$ 149,95 (cerca de R$ 800, sem considerar impostos) na versão de alça curta e US$ 229,95 (R$ 1.225) na versão com alça longa.

    O acessório foi criado no Japão em parceria com o Apple Design Studio e é inspirado no conceito de “um único tecido” por trás das peças da marca.

    A colaboração resgata um elo histórico com Jobs, cofundador da Apple morto em 2011. Em 1981, ele conheceu Miyake e, segundo sua biografia escrita por Walter Isaacson, se encantou com o design funcional da marca de roupas a ponto de tentar implementar uniformes para toda a equipe da Apple.

    A ideia naufragou, mas a amizade continuou, e Miyake criou o suéter de gola alta que Jobs vestiu por anos em eventos da empresa. Esta é a primeira vez, contudo, que as duas marcas lançam uma colaboração.

    Além de reforçar a tendência das alças para celulares, o lançamento também ocorre em meio à presença cada vez mais forte de parcerias entre vestuário e produtos de tecnologia.

    A Meta, por exemplo, produz seus óculos inteligentes em parceria com a Oakley e a Ray-Ban, da EssilorLuxottica; a Motorola tem modelos de celulares e fones de ouvido decorados com cristais Swarovski; e a própria Apple vende pulseiras da Nike e da Hermès para o Apple Watch.

    A recepção do iPhone Pocket, no entanto, foi inicialmente mista nas redes sociais, negativa pelo preço, considerado alto até para padrões americanos, e positiva pela parceria inédita com uma marca admirada no mundo da moda.

    Em setembro, o lançamento do iPhone 17 também foi acompanhado pela estreia de uma alça transversal padrão que se acopla a uma capa de proteção. Disponível no Brasil, o produto custa R$ 719 ou US$ 60 nos EUA.

    Por aqui, há alternativas mais acessíveis para acessórios do tipo, que vêm se popularizando. Na Amazon, por exemplo, é possível encontrar produtos semelhantes por menos de R$ 50. A Ovvi, marca de acessórios da Vivo, oferece uma opção por R$ 199.

    O iPhone Pocket, em parceria com a grife, é feito de um tecido elástico, com textura rugosa inspirado na linha Pleats Please. Ele pode ser usado na mão, preso a uma bolsa ou no corpo, como uma espécie de pochete.

    A Apple diz que a paleta de cores foi desenvolvida para combinar com qualquer modelo de iPhone. O produto será vendido na França, China, Itália, Reino Unido, Estados Unidos, Japão, Singapura e Coreia do Sul.

    Apple se une a grife que vestiu Jobs e lança bolsa de R$ 1.200 para iPhone

  • Hinge, app em que prefeito de Nova York conheceu esposa, chega ao Brasil

    Hinge, app em que prefeito de Nova York conheceu esposa, chega ao Brasil

    O aplicativo de relacionamento Hinge começa a operar no Brasil com foco em conversas mais profundas e conexões duradouras, trazendo ferramentas como prompts obrigatórios, metas de relacionamento e filtros de segurança para garantir interações mais consistentes e respeitosas entre os usuários.

    (CBS NEWS) – O Hinge, aplicativo de relacionamento usado pelo prefeito eleito de Nova York, Zohran Mamdani, para conhecer sua esposa, Rama Duwaji, estreou no Brasil nesta segunda-feira (17). O casal se conheceu no app em 2021 e oficializou a união no início deste ano.

    O país é o segundo da América Latina a receber o serviço, depois do México, que ganhou acesso à plataforma em setembro. O app pode ser baixado gratuitamente na App Store e no Google. O Hinge foi adquirido pelo Match Group, dono do Tinder, em 2018.

    Fundado em 2012 nos Estados Unidos, o Hinge ficou conhecido por estimular interações mais longas entre os usuários, diferentemente de algumas plataformas que apostam em usos rápidos e sucessivos. Um dos principais recursos do app são os “quebra-gelos” -perguntas predefinidas que funcionam como prompts e são obrigatórias no perfil, criadas para facilitar o início das conversas.

    Segundo a plataforma, que adota o slogan “o aplicativo feito para ser deletado” em referência à proposta de incentivar relações duradouras, o Hinge é hoje o app de relacionamento que mais cresce em mercados como Estados Unidos, Reino Unido e Austrália. Nessas regiões, afirma a empresa, um encontro marcado pelo aplicativo ocorre a cada dois segundos.

    O fundador e CEO do Hinge, Justin McLeod, diz que a chegada ao Brasil pretende atrair usuários interessados em conexões reais. “O Brasil é conhecido por sua receptividade e autenticidade, e esses valores se alinham perfeitamente à missão do Hinge de promover conexões significativas”, afirma.

    Cada usuário deve responder a três quebra-gelos, como “A gente vai se dar bem se…” ou “Eu poderia passar a noite toda conversando sobre…”. Além de texto e fotos, é possível incluir áudios e vídeos nessas respostas.

    O app reúne outros recursos voltados a incentivar conversas mais consistentes. Um deles é o “Metas de relacionamento”, em que o usuário pode indicar se busca um parceiro de longo prazo, algo mais curto ou se ainda está definindo o que procura.

    Há ainda o “Sua vez”, que lembra quando é a vez do usuário responder, para evitar conversas interrompidas. O recurso também tem um limite: o aplicativo exige que a pessoa responda ou encerre diálogos antes de iniciar novas interações -medida que, segundo a empresa, elevou em 20% a taxa de resposta.

    Outro item é o “A gente se conheceu”, uma pesquisa enviada após o encontro presencial para perguntar se ambos têm interesse em se ver novamente.
    No Brasil, o aplicativo contará com mais de 50 opções de identidade de gênero e 21 de orientação sexual. Além disso, os usuários podem indicar preferências que refletem seus valores, religião, objetivos de vida ou até signos do zodíaco.

    SEGURANÇA E CIÊNCIA DO AMOR

    O aplicativo oferece verificação por selfie, lembretes que incentivam comportamentos considerados positivos e um filtro de comentários, mecanismos pensados para dar mais controle aos usuários e tentar evitar interações problemáticas antes que ocorram.

    A empresa afirma ter criado o Hinge Labs, uma equipe interna de pesquisadores e cientistas comportamentais dedicada a estudar o que favorece conexões duradouras. O grupo combina análises quantitativas e qualitativas para identificar desafios comuns no universo dos encontros e testar novas funcionalidades. A ideia, segundo o Hinge, é aprimorar a experiência dos encontros presenciais e torná-la mais segura e eficaz.

    Hinge, app em que prefeito de Nova York conheceu esposa, chega ao Brasil