Categoria: TECNOLOGIA

  • Saiba como reforçar a segurança do seu Whatsapp e evitar golpes

    Saiba como reforçar a segurança do seu Whatsapp e evitar golpes

    A plataforma Whatsapp é conhecida pela sua segurança ao nível da encriptação, mas se também quer garantir total controle sobre a sua conta, não hesite em seguir estes passos.

    O WhatsApp é uma plataforma de comunicação conhecida por funcionar com criptografia de ponta a ponta, tanto em mensagens quanto em chamadas, fotos, vídeos e áudios. Isso garante mais segurança e controle sobre o conteúdo das conversas, que só podem ser acessadas pelos participantes.

    Além disso, as mensagens ficam armazenadas no dispositivo ou em backup online (se estiver ativado), em vez de permanecerem nos servidores da Meta (ao menos teoricamente).

    E há mais: quando o usuário troca de aparelho, o aplicativo exige confirmação, o que impede que outros dispositivos acessem a conta indevidamente.

    Diante disso, por que ativar a autenticação de dois fatores (2FA)? Porque o risco está no controle da própria conta — e não no conteúdo (pelo menos no WhatsApp).

    A verificação em duas etapas impede, por exemplo, que alguém acesse a conta após a clonagem do chip na operadora (mesmo que a pessoa tenha o número de telefone, ela não consegue entrar no app porque precisa inserir um PIN adicional). Também evita a restauração de conversas antigas em acessos indevidos e dificulta qualquer alteração na conta sem autorização.

    Como ativar a verificação em duas etapas no WhatsApp:

    Abra o WhatsApp.
    No Android, toque no ícone ⁝ no canto superior direito da tela e selecione “Configurações”. (No iPhone, toque em “Ajustes” no canto inferior direito.)
    Selecione “Conta”.
    Toque em “Verificação em duas etapas”.
    Clique em “Ativar” e siga as instruções na tela.

    Saiba como reforçar a segurança do seu Whatsapp e evitar golpes

  • Austrália, Canadá e Índia assinam aliança tecnológica em IA

    Austrália, Canadá e Índia assinam aliança tecnológica em IA

    Parceria trilateral busca avançar em inteligência artificial, energia verde e minerais críticos, fortalecendo cadeias de suprimentos estratégicas. O acordo foi anunciado durante a cúpula do G20 e prevê novas etapas de cooperação já no início de 2026.

    A Austrália, o Canadá e a Índia oficializaram uma parceria tecnológica trilateral voltada para inovação, inteligência artificial e minerais críticos, aproveitando a realização da Cúpula de Líderes do G20 na África do Sul.

    A iniciativa, chamada Associação de Tecnologia e Inovação Austrália-Canadá-Índia (ACITI), foi assinada pelos líderes Anthony Albanese, Mark Carney e Narendra Modi. Em comunicado conjunto, os três países afirmam que a cooperação terá foco em impulsionar tecnologias de energia verde, fortalecer cadeias de suprimentos estratégicas e avançar no desenvolvimento e na adoção ampla da inteligência artificial.

    Segundo o documento, a aliança pretende ampliar a coordenação em tecnologias críticas e emergentes, complementando acordos bilaterais já existentes. A expectativa é que a ACITI contribua para acelerar metas de emissões líquidas zero e ajude a diversificar cadeias de abastecimento, tornando-as mais seguras e resistentes a crises.

    Os três governos devem voltar a se reunir no primeiro trimestre de 2026 para desenvolver a iniciativa e definir próximos passos.

    O anúncio ocorreu no mesmo momento em que o G20 aprovou uma declaração conjunta incorporando um Quadro de Minerais Críticos. O texto, descrito como voluntário e não vinculante, pretende orientar o uso sustentável desses recursos, considerados essenciais para o desenvolvimento econômico e tecnológico.

    Criado em 1999, o G20 reúne 19 países, entre eles Brasil, Estados Unidos, China e Rússia, além da União Europeia e da União Africana.

    Austrália, Canadá e Índia assinam aliança tecnológica em IA

  • NASA revela novas imagens do cometa interestelar 3I/ATLAS; veja

    NASA revela novas imagens do cometa interestelar 3I/ATLAS; veja

    As novas observações revelam detalhes inéditos do raro visitante interestelar, que deve voltar a ficar visível para cientistas no início de dezembro e pode oferecer pistas sobre a formação de sistemas planetários além do nosso.

    A NASA divulgou novas imagens do cometa interestelar 3I/ATLAS, captado por diversas missões espaciais. Trata-se apenas do terceiro objeto vindo de fora do sistema solar já identificado cruzando a nossa vizinhança cósmica, o que torna o registro especialmente raro.

    As fotos foram obtidas por sondas e naves de diferentes frentes de pesquisa, como os satélites PUNCH, o Observatório Solar e Heliosférico SOHO, a missão MAVEN em Marte e até o rover Perseverance, que registrou o objeto a partir da superfície marciana. Em muitos dos registros, o cometa aparece como um ponto luminoso, mas em alguns já é possível ver uma cauda tênue.

    Segundo Amit Shethria, administrador associado da NASA, embora seja um cometa como tantos outros, sua origem interestelar o torna particularmente intrigante. Para Tom Statler, cientista-chefe de pequenos corpos do sistema solar, a dificuldade de observação mostra a grandiosidade do feito. Ele lembrou que até as sondas mais próximas ainda estão a dezenas de milhões de quilômetros do objeto.

    Os astrônomos identificaram o 3I/ATLAS pela primeira vez por meio do telescópio ATLAS, no Chile. As estimativas atuais apontam que ele tenha cerca de 20 quilômetros de largura e viaje a aproximadamente 60 quilômetros por segundo em relação ao Sol.

    O cometa é o terceiro visitante interestelar já registrado, depois de 1I/Oumuamua, em 2017, e 2I/Borisov, em 2019. Segundo a Agência Espacial Europeia, não há qualquer risco para a Terra: o ponto máximo de aproximação será de cerca de 240 milhões de quilômetros, mais de uma vez e meia a distância entre o planeta e o Sol.

    A expectativa é de que o 3I/ATLAS reapareça no início de dezembro, quando deixará de estar escondido atrás do Sol e oferecerá aos astrônomos uma nova janela de observação. Por ser um cometa ativo, ele pode sublimar conforme se aproxima do calor solar, liberando gases e poeira que formam uma coma brilhante e uma cauda mais evidente.

    Diferentemente dos corpos que se formaram junto com o nosso sistema solar, objetos interestelares como o 3I/ATLAS são fragmentos remanescentes de outros sistemas planetários. Eles carregam pistas sobre a formação de mundos muito além da Terra e ajudam a compreender como diferentes regiões da galáxia evoluem.

    NASA revela novas imagens do cometa interestelar 3I/ATLAS; veja

  • Reino Unido anuncia reformas e bilhões em investimentos para IA

    Reino Unido anuncia reformas e bilhões em investimentos para IA

    O Reino Unido anunciou bilhões em investimentos para inteligência artificial, incluindo um programa de £250 milhões para pesquisadores e startups. O plano prevê a criação de 5.000 empregos no País de Gales e a formação da Sovereign AI Unit, com £500 milhões para impulsionar inovação e competitividade tecnológica

    O governo do Reino Unido pretende destinar bilhões de libras em investimentos para inteligência artificial, incluindo a abertura de um programa de até 250 milhões de libras esterlinas (US$ 327 milhões) para que pesquisadores e startups britânicas possam treinar novos modelos de IA e alcançar avanços científicos.

    Em anúncio feito na quinta-feira, o governo informou que recebeu um compromisso de investimentos de 24,25 bilhões de libras esterlinas por parte de grupos privados apenas no último mês e que atuará como “primeiro cliente” para startups britânicas promissoras que estão desenvolvendo produtos de hardware de IA de alta qualidade , mas que atualmente enfrentam dificuldades para decolar sem investimento.

    Uma nova Zona de Crescimento da Inteligência Artificial no Sul do País de Gales criará mais de 5.000 novos empregos para as comunidades locais na próxima década, incluindo na antiga fábrica de motores da Ford em Bridgend, disse o governo

    O informe diz ainda que o investidor de capital de risco James Wise presidirá a Sovereign AI Unit, apoiada por um investimento de quase £500 milhões para ajudar a construir e expandir as capacidades de IA em território britânico. A unidade reunirá governo, indústria e investidores, com o objetivo de se tornar o principal fundo para startups e scale-ups de alto potencial no Reino Unido.

    Reino Unido anuncia reformas e bilhões em investimentos para IA

  • OpenAI lança grupos no ChatGPT com reações, emojis e memes feitos com IA

    OpenAI lança grupos no ChatGPT com reações, emojis e memes feitos com IA

    A OpenAI lançou um recurso de conversa em grupo no ChatGPT, permitindo até 20 participantes em um mesmo bate-papo. Disponível para todos os usuários, a ferramenta traz funções como menções, reações com emojis e personalização de respostas, mas mantém a memória restrita ao diálogo compartilhado por questões de privacidade

    (CBS NEWS) – A OpenAI lançou nesta quinta-feira (20) uma ferramenta de conversa em grupo no ChatGPT. O recurso permite que até 20 pessoas troquem mensagens com a inteligência artificial em um bate-papo só.

    A ferramenta está disponível para todos os usuários, incluindo os que não pagam assinatura, depois de passar por testes em Japão, Coreia do Sul, Nova Zelândia e Taiwan.

    Segundo um usuário que teve acesso, a OpenAI repaginou a estratégia de colocar um colega nerd no grupo de trabalho para fazer as tarefas.

    No chat em grupo, o ChatGPT nem sempre responde às mensagens dos participantes. É possível mencioná-lo, como funciona a Meta AI no WhatsApp.

    A própria IA da OpenAI também analisa os diálogos e pode decidir se pronunciar, dependendo do contexto.

    O chatbot também é capaz de reagir às falas dos interlocutores com emojis e interagir com as fotos dos usuários. Ele pode, por exemplo, usar as imagens de perfil dos participantes para fazer memes, caso isso seja pedido.

    Os limites diários de interações com o chatbot valem no chat em grupo, mas não contam as mensagens dos outros usuários. Assim como na versão tradicional, a IA pode fazer buscas na internet e analisar documentos.

    Para usar o recurso, o usuário deve clicar no ícone de “pessoas”, no canto superior direito de qualquer chat. Nessa janela, é possível adicionar alguém com conta no ChatGPT ou enviar um link de compartilhamento. A plataforma, então, cria uma cópia do bate-papo, agora compartilhado.

    Para entrar no bate-papo, é preciso aceitar um convite. O chat em grupo pede que os participantes informem nome e apelido e cedam uma foto. O objetivo é identificar os colaboradores, diz a OpenAI.

    Cada conversa tem um administrador. Ele pode adicionar ou remover participantes do chat em grupo. Ainda pode silenciar os outros usuários. Outra opção é personalizar o tom de resposta da IA em cada bate-papo.

    Os chats em grupo ficam listados na barra lateral à esquerda da página, acima dos bate-papos convencionais. Os usuários podem dar título para cada conversa.

    Por questões de privacidade, a personalização do ChatGPT de acordo com o histórico de conversa com o usuário não funciona no chat em grupo. A memória da IA fica restrita ao que foi mencionado naquele bate-papo.

    De acordo com a OpenAI, quando um menor de idade entra no chat em grupo, a plataforma aumenta a moderação contra conteúdos sensíveis automaticamente.

    OpenAI lança grupos no ChatGPT com reações, emojis e memes feitos com IA

  • Google testa alerta na tela durante ligação para evitar golpe do Pix; veja como funciona

    Google testa alerta na tela durante ligação para evitar golpe do Pix; veja como funciona

    O Google iniciou no Brasil um teste global para prevenir fraudes bancárias, como o golpe do Pix. Em parceria com o Itaú, aparelhos Android passam a exibir alertas de segurança durante ligações suspeitas, oferecendo ao usuário a opção de encerrar a chamada e bloquear o compartilhamento de tela.

    (CBS NEWS) – O Google anunciou o início de um teste global no Brasil para prevenir fraudes bancárias, como o golpe do Pix.

    No programa-piloto, os aparelhos Android exibirão um aviso de segurança na tela quando o usuário abrir o aplicativo de um banco ou a carteira do Google durante uma ligação com alguém que não está na lista de contatos. Junto com o alerta, aparecerá um botão para encerrar a ligação e interromper o compartilhamento de tela com um único toque.

    O teste, já em curso, é uma parceria com o Itaú. Por isso, apenas o app desse banco e a carteira do Google disponibilizarão esse recurso por ora.

    Alvo da nova ferramenta, o golpe da falsa central telefônica é o segundo mais comum no Brasil, mostram dados da Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

    “Sabendo que os golpistas frequentemente tentam induzir as vítimas a realizar ações arriscadas durante chamadas telefônicas, este novo recurso adiciona uma etapa extra de segurança para aplicativos financeiros”, afirmou o Google no anúncio.

    Uma reportagem da Folha, publicada em junho, mostrou o crescimento de uma modalidade dessa fraude no Brasil, que envolve o compartilhamento de tela. Os dados foram extraídos de um relatório da empresa de cibersegurança Kaspersky.

    O golpe começa com uma chamada, na qual o estelionatário se apresenta como técnico do banco e solicita que a vítima instale aplicativos como Teamviewer, Anydesk e outros que permitem o acesso remoto ao dispositivo. O criminoso então pede o código exibido pelo programa, que dá controle remoto sobre o celular. Veja no vídeo abaixo como funciona.

    Se o cliente seguir as instruções, o criminoso toma o controle do dispositivo e pode realizar transações financeiras para esvaziar a conta da vítima. Nem antivírus, nem a segurança dos apps bancários podem prevenir essas perdas, uma vez que o programa utilizado é legítimo e está disponível nas lojas oficiais de Google e Apple, com uso comum em assistências técnicas.

    Durante o evento “Só no Android”, realizado na semana passada, o Google afirmou que protege os usuários de seu sistema operacional contra mais de 2 bilhões de ligações e mensagens suspeitas por mês, utilizando inteligência artificial.

    MAIS ATUALIZAÇÕES

    O Google anunciou também a implementação de outra ferramenta de segurança. Usuários de smartphones com Android 16 poderão indicar seus “lugares de confiança”, como casa e trabalho.

    Quando isso for feito, o aparelho exigirá autenticação biométrica sempre que o usuário tentar acessar configurações ou informações sensíveis enquanto estiver longe desses locais, como visualizar senhas de apps salvas, alterar o PIN, o padrão ou a senha do dispositivo, ou desativar o localizador.
    Esse recurso pode ser encontrado nas configurações de segurança, na seção “Proteção contra roubo”.

    Além disso, a nova função “Proteção de Restauração de Fábrica” (em inglês, Factory Reset Protection), quando ativada, exigirá as credenciais do usuário. O reset do dispositivo é uma tática comum utilizada por criminosos para contornar os mecanismos de segurança de um celular.

    “Se um ladrão tentar pular o processo de configuração em um celular com esse recurso ativado, o aparelho se tornará inutilizável e só poderá ser restaurado com as credenciais do proprietário”, afirmou o Google no anúncio.

    A empresa também tornou padrão o Bloqueio por Detecção de Roubo e o Bloqueio Remoto, recursos que antes eram opcionais.

    O bloqueio por detecção de roubo trava automaticamente a tela do celular quando detecta um movimento que sugira furto, como quando alguém agarra o aparelho e começa a correr.

    Google testa alerta na tela durante ligação para evitar golpe do Pix; veja como funciona

  • Robô humanoide russo dança para Putin em evento de IA; assista

    Robô humanoide russo dança para Putin em evento de IA; assista

    Durante uma conferência de tecnologia, o presidente Vladimir Putin assistiu à performance de Green, o primeiro robô humanoide russo com IA integrada. A demonstração ocorreu dias após outro robô cair em um evento, aumentando o debate sobre o avanço tecnológico da Rússia.

    O presidente da Rússia, Vladimir Putin, assistiu a uma apresentação curiosa durante a AI Journey International Conference, em Moscou. No evento, ele foi surpreendido por Green, o primeiro robô humanoide russo totalmente integrado a um sistema de Inteligência Artificial e desenvolvido por engenheiros do Sberbank, maior banco do país.

    Ao aproximar-se de Putin, o robô se apresentou em russo dizendo ser “a primeira personificação física da tecnologia”, afirmando que seus motores e sensores permitem movimentos precisos, equilíbrio e interação segura com seres humanos. Em seguida, pediu permissão para mostrar “alguns movimentos de dança” que teria aprendido com os criadores. Com uma música escolhida por ele, Green iniciou uma pequena performance diante do presidente, que observou tudo impassível. Um dos seguranças chegou a se posicionar discretamente entre Putin e o robô para garantir que não houvesse qualquer risco.

    Ao final da demonstração, o presidente limitou-se a dizer: “Muito bonito. Obrigado.”

    O espetáculo chega poucos dias depois de outro humanoide russo, também apresentado como pioneiro em IA, ter caído de rosto no chão durante uma feira de tecnologia em Moscou enquanto entrava ao som da trilha de Rocky, episódio que gerou dúvidas sobre o avanço russo no setor, especialmente em meio às sanções ocidentais.

    Durante a conferência, Putin defendeu a criação de uma força-tarefa nacional para acelerar o desenvolvimento de modelos de IA generativa, classificados por ele como essenciais para a soberania tecnológica do país. Ele também foi convidado a testar um robô capaz de medir pressão arterial e frequência cardíaca, mas recusou dizendo que já havia feito seu check-up anual.

    O Kremlin admitiu ainda que Putin, apesar de incentivar avanços na área, evita utilizar diretamente ferramentas de IA, embora permita que sua equipe faça uso delas no trabalho.
     

     
     

    Robô humanoide russo dança para Putin em evento de IA; assista

  • Quer saber como fazer a bateria do computador durar mais? Veja os truques

    Quer saber como fazer a bateria do computador durar mais? Veja os truques

    Pequenas mudanças de uso ajudam a evitar o desgaste precoce e ampliam a duração da carga, desde ajustar o brilho da tela até manter o sistema atualizado. Veja o que realmente faz diferença no dia a dia.

    Quem usa o notebook o dia inteiro ou precisa trabalhar longe de tomadas sabe como a bateria pode virar um problema. O tempo de autonomia costuma variar bastante entre modelos, mas, segundo o site Asurion, a maioria dos portáteis entrega entre três e dez horas de uso, e essa capacidade tende a diminuir com o tempo. Pequenos ajustes, porém, podem prolongar a vida útil da bateria e evitar dores de cabeça.

    Um dos passos mais simples é reduzir o brilho da tela. A luminosidade é um dos elementos que mais consome energia, portanto diminuir esse nível ajuda a estender o uso. Também é importante manter o notebook em um ambiente fresco. Baterias superaquecidas têm o desempenho prejudicado e podem até parar de carregar. Evite deixar o dispositivo dentro do carro no sol ou exposto a altas temperaturas. Caso a bateria esquente demais, espere o equipamento esfriar antes de ligá-lo novamente e verifique se as entradas de ar e a ventoinha estão limpas.

    Outro ponto fundamental é desconectar tudo o que não estiver usando.

    Acessórios como mouse, headsets e dispositivos USB consomem energia mesmo quando parecem inativos. O mesmo vale para programas e abas abertas sem necessidade. Quanto mais aplicativos rodando em segundo plano, maior o gasto de bateria. Fechar o que não está em uso faz diferença.

    Usar o carregador original também é essencial. Carregadores genéricos podem até funcionar, mas muitas vezes entregam voltagem inadequada, reduzem o desempenho da bateria e podem causar danos permanentes. Além disso, deixar o notebook plugado o tempo todo enfraquece as células da bateria com o passar dos meses. O ideal é alternar entre cargas completas e uso desconectado.

    Desligar o computador todos os dias também ajuda. Manter o equipamento ligado constantemente acelera o desgaste natural da bateria. Aproveite para manter o sistema operacional atualizado, já que versões antigas podem gerar conflitos e consumo excessivo de energia.

    Ferramentas de gestão de energia, disponíveis na maioria dos sistemas, ajudam a configurar o modo de uso e podem até dobrar a autonomia dependendo do modelo. Ajustes simples, feitos de forma consistente, mantêm o notebook funcionando melhor e com mais tempo longe da tomada.
     
     
     

    Quer saber como fazer a bateria do computador durar mais? Veja os truques

  • Espanha condena Meta por concorrência desleal contra veículos de imprensa

    Espanha condena Meta por concorrência desleal contra veículos de imprensa

    A gigante de tecnologia foi processado por ter usado, entre 2018 e 2023, informações sobre os internautas sem o consentimento deles com o objetivo de criar perfis publicitários individualizados

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Justiça espanhola condenou a Meta, dona do Facebook e do Instagram, a pagar mais de 539 milhões de euros (R$ 3,3 bilhões) a meios de comunicação locais por concorrência desleal. A decisão considera que a empresa obteve uma vantagem competitiva significativa no mercado de publicidade online ao processar ilegalmente dados de usuários.

    A gigante de tecnologia foi processado por ter usado, entre 2018 e 2023, informações sobre os internautas sem o consentimento deles com o objetivo de criar perfis publicitários individualizados. Essa prática, segundo denúncia da AMI (Associação de Meios de Informação), teria gerado grandes lucros em detrimento dos veículos espanhóis que cumpriam a legislação.

    A empresa afirmou que considera as acusações do processo infundadas e que vai recorrer da decisão.

    Em uma decisão divulgada nesta quarta-feira (19), o Tribunal Mercantil de Madri, encarregado do caso, considerou que a empresa americana obteve uma vantagem competitiva significativa ao fazer publicidade em suas redes sociais Facebook e Instagram, infringindo o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (RGPD).

    Além dos 479 milhões de euros (R$ 2,9 bilhões) que deverá pagar aos integrantes da AMI, a Meta terá que pagar 60 milhões de euros (R$ 368,7 milhões) em juros, bem como outras indenizações de menor valor a outros veículos que não fazem parte da associação.

    Durante o julgamento, realizado no início de outubro, a AMI argumentou que a Meta havia criado perfis em massa com base no comportamento de todos os internautas. A partir disso, “sem ter obtido o consentimento dos cidadãos, teria vendido publicidade segmentada e gerado um lucro enorme”, conforme explicou na época Irene Lanzaco, sua diretora-geral.

    A Meta anunciou que apresentará um recurso. “Esta é uma alegação infundada, sem qualquer evidência de prejuízo, e que ignora deliberadamente como funciona a indústria de publicidade online”, disse um porta-voz da empresa em comunicado.

    O juiz teve que realizar um cálculo para determinar o valor do prejuízo causado, já que a Meta não forneceu ao processo as contas de seu negócio na Espanha, afirmou o tribunal.

    A infração durou de maio de 2018, quando a legislação entrou em vigor, a agosto de 2023, data em que a Meta mudou a base legal do consentimento.

    Nesse período, com base nos dados fornecidos pela imprensa digital espanhola, o magistrado concluiu que a empresa ganhou na Espanha mais de 5,23 bilhões de euros (R$ 31,9 bilhões) com o negócio de publicidade online.

    O juiz considerou que parte desse dinheiro deve ser distribuído ao resto dos concorrentes do mercado publicitário espanhol, entre eles, à imprensa digital espanhola, já que havia sido obtido com infração das normas de dados.

    Entre os 83 veículos de comunicação representados pela AMI figuram El País, El Mundo, ABC e La Vanguardia.

    Nesta semana, o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, criticou a Meta ao anunciar que irá promover uma investigação na empresa e que o Parlamento convocará seus responsáveis para que esclareçam se o gigante tecnológico violou a privacidade de milhões de usuários por meio de um suposto sistema oculto.

    “A Meta deverá prestar contas ao Congresso dos Deputados”, indicou Sánchez. Segundo investigações realizadas por especialistas da Espanha, Holanda e Bélgica, a Meta “teria empregado por quase um ano um mecanismo oculto que permitia rastrear a atividade web de usuários de dispositivos Android”, explicou o governo espanhol em comunicado.

    Espanha condena Meta por concorrência desleal contra veículos de imprensa

  • Golpe cria 4,3 mil sites falsos de hotéis e imita Booking e Airbnb

    Golpe cria 4,3 mil sites falsos de hotéis e imita Booking e Airbnb

    Estudo da Netcraft identificou milhares de páginas que usam logotipos de Booking, Airbnb, Agoda e Expedia para aplicar golpes. Hackers russos enviam e-mails com links de confirmação falsa e roubam dados de cartão de crédito em sites que reproduzem hotéis de luxo.

    Um novo estudo da empresa de segurança Netcraft identificou mais de 4.300 páginas fraudulentas de hotéis ativas na internet, muitas delas imitando plataformas conhecidas como Booking.com, Airbnb, Agoda e Expedia para enganar viajantes.

    Segundo a Netcraft, a operação faz parte de uma campanha iniciada neste ano por hackers russos, que utilizam uma técnica de phishing considerada “sofisticada”, baseada em sites falsos com logotipos idênticos aos das marcas originais. Apenas o nome do Booking.com aparece em pelo menos 685 desses domínios ilegítimos.

    O golpe começa com um e-mail que solicita ao usuário que confirme sua reserva em até 24 horas, clicando em um link. Ao fazer isso, a vítima é direcionada para uma página falsa, após uma sequência de redirecionamentos, totalmente personalizada para parecer legítima. Os domínios costumam incluir termos como “confirmation”, “booking”, “guestverify”, “guestcheck”, “cardverify” ou “reservation”, além de nomes de hotéis de luxo mundialmente conhecidos.

    As páginas fraudulentas contam ainda com tradução em até 43 idiomas, um chat de atendimento falso que surge automaticamente e até um CAPTCHA enganoso.

    No site, o usuário é orientado a inserir dados do cartão de crédito para pagar parte da reserva. Assim que os números são digitados, a transação é processada em segundo plano enquanto o chat simula uma “verificação de segurança”. Nesse momento, os golpistas já capturaram todas as informações bancárias.

    Os hackers parecem mirar, de maneira recorrente, reservas de hotéis específicos. Entre eles:

    Ayodya Resort (Indonésia)
    Hotel Estrimont (Canadá)
    Hotel Suizo (Espanha)
    The Mila Hotel (Bélgica)
    The Green Cube Capsule Hostel (Bulgária)
    Hotel du Jardin (Canadá)
    Hotel Libertas (Montenegro)
    Hotel Fazenda Vista (Brasil)
    Le Grand Bellevue (Suíça)
    Lofos Strani Hotel (Grécia)
    Mon Boutique Hotel (Espanha)
    Olympian Bay Grand Resort (Grécia)
    Sonnenhof Hotel & Spa (Alemanha)
    Taleju Boutique Hotel (Nepal)

    Para evitar cair nesses golpes, é essencial conferir cuidadosamente a página aberta após clicar em links recebidos por e-mail. Erros de ortografia em CAPTCHAs, falhas de design, estilos visuais inconsistentes e domínios sem relação direta com a plataforma que afirmam representar são sinais de alerta.

    Se você não estiver planejando viajar, ignore e-mails com supostas confirmações de reserva e evite clicar em links de remetentes desconhecidos.

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