Categoria: TECNOLOGIA

  • SpaceX poderá ajudar a construir 'Cúpula Dourada' de Trump

    SpaceX poderá ajudar a construir 'Cúpula Dourada' de Trump

    A SpaceX, uma empresa de Elon Musk, deverá receber do governo dos EUA um contrato no valor de 2 bilhões de dólares para desenvolver satélites capazes de monitorizar mísseis e aeronaves.

    O governo dos Estados Unidos deve conceder à SpaceX, de Elon Musk, um contrato no valor de 2 bilhões de dólares para a construção da chamada “Cúpula Dourada”, um novo sistema de defesa antimísseis anunciado pelo presidente Donald Trump em maio deste ano.

    A informação foi divulgada pelo The Wall Street Journal, que afirma que a SpaceX deve receber esse valor para desenvolver até 600 satélites capazes de monitorar mísseis e aeronaves. Além da SpaceX, outras empresas norte-americanas também devem participar do projeto — entre elas, Anduril e Palantir.

    Além disso, a administração Trump planeja usar a rede de satélites Starlink, também da SpaceX, para comunicações militares. Atualmente, a empresa já conta com mais de 8 mil satélites Starlink em órbita.

     
    A “Cúpula Dourada” de Trump

    O plano apresentado por Trump em maio foi descrito pelo The Washington Post como ambicioso e com um custo de dezenas de bilhões de dólares. Caso se concretize, será a primeira vez que os Estados Unidos posicionam armas antimísseis no espaço.

    “Quando estiver totalmente construída, a Cúpula Dourada será capaz de interceptar mísseis, mesmo que sejam lançados do outro lado do mundo ou do outro lado do espaço, e teremos o melhor sistema já construído”, disse Trump na Sala Oval, ao lado do secretário de Defesa Pete Hegseth, que depois classificou o projeto como um “divisor de águas”.

    Trump já destinou 25 bilhões de dólares do orçamento federal para a construção dessa infraestrutura, e o custo total do sistema está estimado em 175 bilhões de dólares.

    O presidente também afirmou que a arquitetura do projeto já está definida e que o sistema poderia começar a ser implementado dentro de três anos.

    A “Cúpula Dourada” é inspirada no sistema de defesa antimísseis israelense “Cúpula de Ferro”, de onde vem o nome adotado por Trump.

    O sistema israelense já interceptou milhares de foguetes e drones desde 2011, com uma taxa de sucesso de cerca de 90%, segundo a empresa militar Rafael.

    Israel começou a desenvolver o sistema após a guerra do Líbano de 2006, e os Estados Unidos se juntaram posteriormente ao projeto, contribuindo com tecnologia e bilhões de dólares em apoio financeiro.

     
    Como funcionará?

    O sistema proposto por Trump surge após China e Rússia terem colocado armas ofensivas no espaço, incluindo satélites capazes de neutralizar satélites americanos críticos, o que poderia deixar os EUA vulneráveis a ataques.

    O Pentágono tem alertado nos últimos anos que os novos mísseis chineses e russos são tão avançados que é urgente atualizar as defesas.

    A Cúpula Dourada, portanto, deve combinar capacidades terrestres e espaciais para detectar e interceptar mísseis em quatro fases principais de um ataque potencial:

    Identificar e destruir os mísseis antes do lançamento;
    Interceptá-los logo após o disparo;
    Neutralizá-los no meio do percurso;
    Impedi-los nos momentos finais, enquanto descem em direção ao alvo.

    Os satélites e interceptores adicionados ao sistema teriam como função destruir mísseis avançados no início ou no meio do voo.

     
    O primeiro passo e o futuro do projeto

    Trump já havia mencionado o projeto de um escudo antimísseis durante sua campanha, embora especialistas apontem que o sistema enfrenta limitações, já que foi originalmente concebido para ataques de curto e médio alcance, não para mísseis intercontinentais que possam atingir os Estados Unidos.

    Durante seu primeiro mandato, Trump criou a Força Espacial dos EUA e, desde então, vinha expressando o desejo de desenvolver uma “Cúpula Dourada” — inspirada na israelense, mas com armas baseadas no espaço em vez de apenas em terra.

    Assim, pouco depois de reassumir o cargo em janeiro, Trump assinou uma ordem executiva instruindo o Pentágono a desenvolver planos para um “escudo antimísseis de próxima geração”.

    Durante a apresentação oficial do projeto, na última terça-feira, uma das imagens exibia a frase:

    “Este é um mundo muito perigoso.” “Vamos proteger nossos cidadãos como nunca antes”, declarou o presidente dos Estados Unidos.

    SpaceX poderá ajudar a construir 'Cúpula Dourada' de Trump

  • Galaxy S26 já tem data de apresentação e primeiros detalhes

    Galaxy S26 já tem data de apresentação e primeiros detalhes

    A Samsung teria decidido adiar a data em que costuma apresentar os seus smartphones, optando também por os revelar em uma cidade nos EUA; o Galaxy S26 Ultra contará com um novo tipo de tela

    A Samsung deverá anunciar a sua próxima geração de smartphones no final de fevereiro de 2026, com a empresa tendo (supostamente) escolhido a cidade de San Francisco, nos EUA, como a localização deste evento Unpacked.

    Segundo site Android Headlines, as informações que têm circulado nos bastidores apontam que a Samsung planeja realizar este evento Unpacked no dia 25 de fevereiro. Vale recordar que os celulares apresentados pela Samsung no começo do ano costumam ser revelados entre o final de janeiro e o começo de fevereiro, tratando-se assim de um leve adiamento dos planos da Samsung.

    A série Galaxy S26 continuará sendo composta pelos mesmos três modelos que temos tido até aqui – o Galaxy S26, o Galaxy S26+ e o Galaxy S26 Ultra. Ficam assim de fora os planos de lançar um modelo Pro e um novo modelo ultrafino que suceda ao Galaxy S25 Edge que foi introduzido este ano.

    Quanto à decisão de realizar o evento Unpacked em San Francisco, o motivo deve-se ao fato de a cidade na costa oeste dos EUA ser um dos grandes pólos no desenvolvimento de Inteligência Artificial. Ao que parece, a tecnologia estará ainda mais presente nesta geração de celulares da Samsung, prevendo-se a estreia de uma série de novas funcionalidades com a série Galaxy S26.

    O que esperar da série Galaxy S26?

    Quanto a especificações dos novos celulares, um vazamento de informação compartilhada no aplicativo de mensagens encriptadas Telegram afirma que esta nova geração terá melhorias substanciais no que diz respeito as telas, baterias e também câmeras.

    Começando pelo Galaxy S26, os rumores que andam circulando indicam que é possível esperar uma tela OLED de 6,3 polegadas com resolução QHD, um processador Exynos 2600 ou Snapdragon 8 Gen 5 Elite (dependendo da região), uma bateria entre os 4.200 e os 4.300mAh e uma câmara tripla traseira com dois sensores de 50MP e ainda uma teleobjetiva de 12MP.

    O Galaxy S26+ contará com o mesmo processador e câmara tripla encontrados no modelo ‘standard’, com tela tendo um tamanho superior de 6,7 polegadas e a bateria a ir até aos 4.900mAh de capacidade.

    Por fim, resta falar do Galaxy S26 Ultra que, enquanto top de linha, será o modelo onde veremos as especificações mais avançadas. Os interessados podem esperar uma tela OLED de 6,9 polegadas com resolução QHD e o que é chamado de AI Privacy Screen – uma etela que será capaz de ajustar os pixels para se tornar impossível de olhares alheios de visualizar.

    Pode esperar também um processador Exynos 2600 ou Snapdragon 8 Gen 5 Elite, uma bateria de 5.400mAh e também uma câmera que, além dos três sensores dos outros modelos, também terá um sensor principal de 200MP.

    Ainda faltam alguns meses até sabermos informações oficiais sobre a série Galaxy S26, pelo que teremos de estar atentos a mais rumores para sabermos o que esperar desta nova geração de telemóveis da Samsung.

    Galaxy S26 já tem data de apresentação e primeiros detalhes

  • Neo: quanto custa robô que dobra roupas e lava a louça?

    Neo: quanto custa robô que dobra roupas e lava a louça?

    Além das atividades domésticas, o Neo pode agendar consultas médicas, configurar lembretes de compromissos e salvar listas de compras, segundo a empresa.

    Um novo robô humanoide promete mudar a forma como as pessoas lidam com tarefas domésticas. Batizado de Neo, o equipamento foi desenvolvido pela 1X Technologies, empresa sediada em Palo Alto, no Vale do Silício, e promete realizar atividades como lavar, dobrar e passar roupas, além de organizar cômodos e estantes.

    O lançamento oficial aconteceu na última terça-feira (28), e os primeiros modelos começarão a ser entregues nos Estados Unidos em 2026. A expansão para outros mercados está prevista para 2027.

    O Neo estará disponível em dois formatos: compra e aluguel. O modelo de compra custará US$ 20 mil e dará prioridade na entrega. Já a opção de assinatura mensal, de US$ 499, garantirá o recebimento do robô em uma segunda fase. Segundo a 1X Technologies, o robô pode ser programado para executar uma lista de tarefas em horários definidos pelos usuários, o que inclui desde dobrar roupas até agendar compromissos.

    O dispositivo utiliza inteligência artificial adaptativa, capaz de reconhecer objetos e compreender comandos de voz. Ele também é capaz de memorizar informações, o que permite manter conversas e realizar tarefas de forma mais eficiente com o passar do tempo.

    Além das atividades domésticas, o Neo pode agendar consultas médicas, configurar lembretes de compromissos e salvar listas de compras, segundo a empresa.

    De acordo com a fabricante, o robô chegará aos primeiros usuários com funções básicas já operacionais, mas será capaz de aprender e evoluir continuamente à medida que for utilizado.

    “O Neo será entregue com a capacidade de realizar tarefas simples e, com o uso contínuo, desenvolverá novas habilidades”, afirmou a 1X Technologies em comunicado.

    Com a promessa de unir tecnologia, conveniência e autonomia, o Neo representa um passo importante no avanço dos robôs domésticos — um setor em rápida expansão no Vale do Silício.

    Neo: quanto custa robô que dobra roupas e lava a louça?

  • Pequim flexibiliza exportações pela Nexperia para aliviar crise nos 'chips'

    Pequim flexibiliza exportações pela Nexperia para aliviar crise nos 'chips'

    Pequim anunciou hoje que concederá “isenções” à exportação para empresas que cumpram determinados requisitos no âmbito da crise da fabricante de semicondutores Nexperia, cuja filial holandesa foi intervencionada pelo Governo dos Países Baixos em setembro.

    O Ministério do Comércio da China afirmou, por meio de um comunicado, que “a interferência indevida do governo holandês nos assuntos internos da empresa provocou o atual caos nas cadeias globais de produção e abastecimento”, e destacou que a China, como um “país responsável”, está considerando medidas para garantir a estabilidade das cadeias industriais.

    “Convidamos as empresas que enfrentam dificuldades reais a entrar em contato com o ministério ou com as autoridades locais competentes. Analisaremos cada caso e concederemos isenções de exportação às que cumprirem os requisitos”, indicou o comunicado.

    A declaração representa o primeiro sinal de flexibilidade de Pequim desde que, em 4 de outubro, impôs uma proibição às exportações da Nexperia para a Europa, em retaliação à intervenção do governo holandês — uma medida que provocou escassez de componentes eletrônicos e levou fabricantes como a Honda a suspender a produção em sua fábrica na cidade mexicana de Celaya.

    O anúncio veio um dia depois de a vice-presidente da Comissão Europeia para Política Digital, Henna Virkkunen, reafirmar a intenção do bloco europeu de alcançar um “avanço diplomático” em relação à empresa, durante uma reunião em Bruxelas com o diretor executivo da Nexperia, Stefan Tilger.

    Bruxelas também manteve contatos técnicos na sexta-feira com representantes do governo chinês para tentar desbloquear o fornecimento, enquanto a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA) alertou para possíveis paralisações nas linhas de montagem caso o fluxo de chips não seja restabelecido em breve.

    O governo holandês sustenta que a decisão de intervir na empresa foi tomada por motivos de segurança nacional, diante da suspeita de transferência de tecnologia para a China.

    Em resposta, Pequim insistiu que a medida viola as regras do comércio livre e pediu aos países europeus que “se abstenham de adotar medidas discriminatórias” contra suas empresas.

    Fundada na cidade holandesa de Nimega e adquirida pelo grupo chinês Wingtech em 2019, a Nexperia fabrica chips de uso comum em automóveis e aparelhos eletrônicos.

    Sua fábrica na China mantém operações limitadas desde que as autoridades decretaram a proibição de exportações.

    Pequim flexibiliza exportações pela Nexperia para aliviar crise nos 'chips'

  • WhatsApp facilita método para ter acesso a conversas encriptadas

    WhatsApp facilita método para ter acesso a conversas encriptadas

    O WhatsApp introduziu uma nova forma de aceder às conversas guardadas com encriptação como ‘backups’, permitindo aos utilizadores recorrerem à impressão digital e até a reconhecimento facial de forma a terem um acesso mais fácil.

    O WhatsApp adicionou nesta semana uma nova forma para os usuários acessarem suas conversas criptografadas armazenadas em backup, permitindo agora o uso de “passkeys” (chaves de acesso).

    De acordo com o site TechCrunch, isso significa que os usuários que quiserem acessar essas conversas salvas poderão utilizar métodos de autenticação biométrica, como leitor de impressões digitais ou reconhecimento facial.

    Até então, os usuários do WhatsApp precisavam usar uma senha específica para acessar esses backups. Com o suporte para passkeys, essa exigência deixa de ser necessária, oferecendo mais opções de autenticação.

    O WhatsApp informou que o recurso ainda não está ativo, mas será liberado gradualmente, com a distribuição acontecendo aos poucos nas próximas semanas e meses.

    Para verificar se você já tem acesso às passkeys, basta abrir o WhatsApp, ir em Configurações → Conversas → Backup → Backup criptografado de ponta a ponta, e então ativar a criptografia.

    WhatsApp facilita método para ter acesso a conversas encriptadas

  • Netflix é condenada a pagar R$ 150 mil à Frimesa por expor marca em série sobre desmatamento

    Netflix é condenada a pagar R$ 150 mil à Frimesa por expor marca em série sobre desmatamento

    A Netflix foi condenada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a pagar R$ 150 mil à Frimesa por associar a imagem da empresa ao desmatamento da Amazônia em uma série documental. A Justiça também determinou a retirada da cena do catálogo da plataforma

    A plataforma de streaming Netflix foi condenada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), na quinta-feira (30), a indenizar em R$ 150 mil a Frimesa, central de cooperativas de suínos e laticínios, por exibir a imagem de um outdoor da empresa em um episódio da série Você é o que Você Come: A Dieta dos Gêmeos, enquanto era discutido o desmatamento da Amazônia. A Justiça também determinou que a Netflix retire a cena do ar. O Estadão não conseguiu contato com a plataforma; o espaço segue aberto.

    A série acompanha um experimento com gêmeos idênticos, em que um deles segue uma dieta onívora e o outro, vegana, para registrar como a alimentação provoca alterações no corpo. O episódio citado no processo aborda o impacto ambiental da indústria da carne.

    A Frimesa processou a Netflix por danos morais, alegando que a série associa sua imagem ao desmatamento da Amazônia. A empresa afirmou que houve filmagem de seus outdoors em São Paulo, com imagens de seus produtos, que foram exibidas na série enquanto eram apresentados os problemas ambientais relacionados à destruição da floresta.

    Segundo a Frimesa, isso teria criado um contexto prejudicial à sua reputação, sugerindo que a empresa faz parte do problema do desmatamento causado pela substituição de áreas de floresta por pasto para pecuária bovina extensiva. A companhia também ressaltou que a Netflix não tinha autorização para veicular as imagens.

    No processo, a defesa da Netflix alegou que não houve violação à imagem da Frimesa. A plataforma afirmou que o contexto da cena era uma crítica à indústria da proteína animal e seus impactos ambientais, sem referência direta à Frimesa. A defesa invocou o direito à liberdade de expressão, à informação e à crítica, e argumentou que a exibição do outdoor com a marca e os produtos da empresa não teve caráter comercial.

    A Netflix ainda sustentou que “o que importa para a crítica é o reconhecimento de que a Frimesa contribui com a criação de animais e com o abate de 15 mil suínos por dia, o que inegavelmente gera danos ao meio ambiente”.

    Na decisão de quinta-feira, o juiz Luiz Fernando Salles Rossi considerou comprovada a exibição da logomarca e dos produtos da Frimesa na série. “O documentário associa a imagem das indústrias, inclusive a autora (Frimesa), ao desmatamento na Amazônia, localidade em que a autora sequer exerce sua atividade, vez que atuante na região Sul do Brasil, no comércio referente à suinocultura e não à pecuária bovina extensiva”, afirmou.

    “Tal exibição com a logomarca da autora faz com que o público que assiste ao documentário associe a atividade da empresa aos danos ambientais, ainda que a exibição tenha duração de cinco segundos. Vale considerar que esse conteúdo pode ser visualizado por milhares de pessoas assinantes da plataforma da ré (Netflix), o que resulta em prejuízo à imagem da autora”, escreveu o magistrado.

    Salles Rossi também destacou que não se pode admitir que o direito à liberdade de expressão “seja exercido com abusos e de forma irrestrita, sob pena de responsabilização pelo ocorrido”.

    Em decisão anterior, a 2ª Vara Cível de Barueri (SP) já havia condenado a Netflix a pagar uma indenização de R$ 20 mil por danos morais. A Frimesa recorreu, pedindo o aumento do valor para R$ 500 mil. O juiz Salles Rossi acatou parcialmente o pedido e fixou a indenização em R$ 150 mil.
     

    Netflix é condenada a pagar R$ 150 mil à Frimesa por expor marca em série sobre desmatamento

  • Apple prevê trimestre recorde e reforça aposta em inteligência artificial

    Apple prevê trimestre recorde e reforça aposta em inteligência artificial

    Tim Cook afirmou que a Apple planeja integrar novos modelos de IA além do ChatGPT e lançar uma versão mais inteligente da Siri em 2026. O CEO também celebrou o sucesso inicial do iPhone 17 e projetou alta de até 12% na receita

    O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que a empresa pretende ampliar o uso de modelos de inteligência artificial (IA) em seus produtos, indo além da parceria atual com o ChatGPT, da OpenAI. A declaração foi feita durante a apresentação dos resultados financeiros da companhia.

    “Nossa intenção é integrar mais parceiros ao longo do tempo”, disse Cook em entrevista à CNBC, ao ser questionado sobre possíveis colaborações futuras com empresas como a Anthropic ou a Perplexity.

    O executivo destacou, porém, que o avanço da Apple no campo da inteligência artificial não dependerá apenas de parcerias externas. Segundo ele, a empresa está trabalhando no desenvolvimento da próxima geração da assistente digital Siri, que contará com recursos avançados de IA e deverá ser lançada em 2026. “Estamos fazendo um bom progresso e confiantes no sucesso dessa nova versão”, afirmou Cook.

    iPhone 17 supera expectativas de vendas

    Durante o balanço trimestral, a Apple também demonstrou satisfação com o desempenho comercial da linha iPhone 17. Embora Tim Cook não tenha detalhado os números de cada modelo, indicou que as vendas iniciais superaram as projeções internas.

    De acordo com o executivo, o iPhone 17, o iPhone 17 Pro e o iPhone 17 Pro Max estão entre os modelos mais procurados pelos consumidores, reforçando a liderança da marca no segmento premium de smartphones.

    O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que a empresa pretende ampliar o uso de modelos de inteligência artificial (IA) em seus produtos, indo além da parceria atual com o ChatGPT, da OpenAI. A declaração foi feita durante a apresentação dos resultados financeiros da companhia.

    “Nossa intenção é integrar mais parceiros ao longo do tempo”, disse Cook em entrevista à CNBC, ao ser questionado sobre possíveis colaborações futuras com empresas como a Anthropic e a Perplexity.

    O executivo destacou, porém, que o avanço da Apple no campo da inteligência artificial não dependerá apenas de parcerias externas. Segundo ele, a empresa está desenvolvendo a nova geração da assistente digital Siri, que contará com recursos avançados de IA e deverá ser lançada em 2026. “Estamos fazendo um bom progresso e confiantes no sucesso dessa nova versão”, afirmou.

    iPhone 17 supera expectativas de vendas
    Durante o balanço trimestral, a Apple também demonstrou satisfação com o desempenho comercial da linha iPhone 17. Embora Tim Cook não tenha detalhado os números de cada modelo, ele indicou que as vendas iniciais superaram as projeções internas.

    De acordo com o site especializado 9to5mac, o modelo iPhone Air foi pouco mencionado por Cook, o que está sendo interpretado como um sinal de que a empresa pode reduzir a produção do aparelho ultrafino.

    O bom desempenho da série iPhone 17 levou Cook a fazer projeções otimistas para o próximo trimestre — tradicionalmente o mais lucrativo do ano, impulsionado pela Black Friday e pelas vendas de fim de ano.

    “Esperamos que a receita total da empresa cresça entre 10% e 12% em relação ao ano passado. Também prevemos que a receita do iPhone registre crescimento de dois dígitos e que dezembro seja o melhor trimestre da história da Apple”, afirmou o CEO, segundo o 9to5mac.

    No terceiro trimestre de 2025, a Apple registrou uma receita total de US$ 102,47 bilhões (aproximadamente R$ 585,6 bilhões), dos quais US$ 49,02 bilhões (R$ 280,3 bilhões) vieram das vendas de iPhones. Apesar do aumento de 6% nas vendas, o resultado ficou ligeiramente abaixo das expectativas de analistas.

    O lucro líquido trimestral da companhia foi de US$ 27,47 bilhões (R$ 157,3 bilhões), consolidando o período como um dos mais fortes do ano para a empresa.

    Apple prevê trimestre recorde e reforça aposta em inteligência artificial

  • Nave chinesa Shenzhou-21 acopla à estação Tiangong após novo recorde

    Nave chinesa Shenzhou-21 acopla à estação Tiangong após novo recorde

    A missão levou três astronautas à estação espacial chinesa Tiangong, após um acoplamento recorde concluído em apenas três horas e meia. Eles ficarão seis meses em órbita realizando experimentos científicos e avanços no programa espacial da China

    A nave espacial chinesa Shenzhou-21, com três astronautas a bordo, acoplou-se ao módulo central Tianhe da estação espacial Tiangong neste sábado (1º), às 03h22 no horário local (16h22 de sexta-feira em Brasília), informou a Agência Espacial de Missões Tripuladas da China (AEMT). Pouco depois, a tripulação entrou no complexo orbital.

    O lançamento ocorreu às 23h44 de sexta-feira no horário local (12h44 de sexta-feira em Brasília), a partir do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, no deserto de Gobi, noroeste da China. O acoplamento foi concluído em apenas três horas e meia, estabelecendo um novo recorde de velocidade entre uma nave Shenzhou e a estação Tiangong.

    Os astronautas Zhang Lu, Wu Fei e Zhang Hongzhang abriram a escotilha e ingressaram na estação às 04h58 no horário local (17h58 de sexta-feira em Brasília), sendo recebidos pela tripulação da Shenzhou-20. A AEMT classificou o encontro como o sétimo da história do programa espacial tripulado chinês.

    As duas equipes permanecerão juntas na estação por cerca de cinco dias, antes do retorno da Shenzhou-20 à Terra. A nova missão é comandada por Zhang Lu, veterano da Shenzhou-15, e conta com Wu Fei e Zhang Hongzhang, ambos estreantes. Com 32 anos recém-completados, Wu Fei tornou-se o astronauta mais jovem da história da China.

    Durante os seis meses de estadia, os taikonautas — como são chamados os astronautas chineses — realizarão 27 experimentos científicos e tecnológicos, incluindo o uso de um novo traje extraveicular, o cuidado de ratos enviados para estudos biológicos e até o primeiro churrasco em órbita. Também vão instalar escudos contra detritos espaciais, módulos de carga externa e participar de atividades educativas transmitidas diretamente do espaço.

    A Tiangong, que significa “Palácio Celestial” em chinês, foi projetada para operar por pelo menos dez anos e pode se tornar a única estação espacial habitada do mundo após a aposentadoria da Estação Espacial Internacional (ISS), prevista para o fim da década.

    O governo chinês confirmou nesta semana que o programa de exploração lunar tripulada avança dentro do cronograma e mantém o objetivo de levar astronautas à Lua antes de 2030.

    Nos últimos anos, a China consolidou sua presença no espaço com missões históricas, como a Chang’e 4, primeira sonda a pousar no lado oculto da Lua, e a Tianwen-1, que levou uma nave a Marte. O país também planeja construir uma base científica no polo sul lunar em cooperação com outras nações.

    Nave chinesa Shenzhou-21 acopla à estação Tiangong após novo recorde

  • Estudo indica que Android supera o iOS na proteção contra fraudes

    Estudo indica que Android supera o iOS na proteção contra fraudes

    Pesquisa feita pelo YouGov em parceria com o Google revelou que usuários de Android recebem menos mensagens fraudulentas e consideram as defesas do sistema mais eficazes do que as do iPhone

    Quando o assunto é segurança entre Android e iOS, muitos usuários ainda acreditam que o sistema da Apple oferece mais proteção contra fraudes e golpes digitais. No entanto, um novo estudo sugere que essa percepção pode estar equivocada.

    De acordo com uma pesquisa do instituto YouGov, realizada em parceria com o Google e envolvendo 5 mil usuários de smartphones nos Estados Unidos, Índia e Brasil, o Android oferece mais recursos de segurança e maior eficácia na proteção contra tentativas de fraude.

    O levantamento revelou que usuários de Android têm 58% mais chances de afirmar que não receberam mensagens fraudulentas na semana anterior à pesquisa. Já os donos de iPhones apresentaram 65% mais probabilidade de relatar o recebimento de três ou mais mensagens fraudulentas no mesmo período.

    Além disso, os usuários de Android mostraram 20% mais tendência a considerar as proteções de seus aparelhos “muito eficazes” ou “extremamente eficazes” contra fraudes, em comparação aos usuários de iOS.

    Os dados indicam que, embora o iPhone ainda seja visto como sinônimo de segurança, o Android vem se destacando por oferecer ferramentas cada vez mais robustas no combate a golpes digitais.
     

     
     

    Estudo indica que Android supera o iOS na proteção contra fraudes

  • China reafirma plano de levar astronautas à Lua até 2030 e lança missão

    China reafirma plano de levar astronautas à Lua até 2030 e lança missão

    A China anunciou progressos consistentes em seu programa espacial tripulado e reafirmou a meta de enviar astronautas à Lua até 2030, enquanto prepara nova missão à estação Tiangong

    A China declarou nesta quarta-feira (30) que está no caminho certo para enviar astronautas à Lua até 2030, ao apresentar a próxima equipe que embarcará rumo à estação espacial Tiangong. Segundo Zhang Jingbo, porta-voz do Programa Espacial Tripulado da China, todos os projetos de pesquisa e desenvolvimento voltados à missão lunar estão avançando conforme o planejado.

    Entre os avanços citados estão o foguete Longa Marcha 10, os trajes espaciais e o veículo de exploração lunar. “Nosso objetivo de levar um ser humano à Lua até 2030 está mantido”, reforçou Zhang.

    O país também se prepara para lançar a nova tripulação com destino à estação espacial Tiangong, parte dos esforços contínuos para ampliar sua presença no espaço. Cada missão tem duração de seis meses e realiza uma série de experimentos científicos.

    A nova equipe, que decolará na sexta-feira às 23h44 (horário local), do centro de lançamento de Jiuquan, é composta por Zhang Lu, Wu Fei e Zhang Hongzhang. Zhang Lu já participou da missão Shenzhou 15. Já Wu Fei e Zhang Hongzhang farão sua estreia no espaço com a missão Shenzhou 21.

    Além da tripulação, a nave levará quatro ratos, dois machos e duas fêmeas,  com o objetivo de estudar os efeitos da ausência de gravidade e do confinamento prolongado em organismos vivos.

    A estação Tiangong (“Palácio Celestial”) foi desenvolvida após a exclusão da China da Estação Espacial Internacional, motivada por preocupações dos Estados Unidos sobre os laços entre o programa espacial chinês e o Exército do país. Orbitando a Terra a cerca de 400 km de altitude, a estação deve permanecer em operação por pelo menos mais uma década. Com a possível desativação da ISS nos próximos anos, a Tiangong poderá se tornar a única estação espacial em atividade.

    O investimento da China em seu programa espacial tem rendido avanços notáveis. Entre eles, estão a primeira aterrissagem de uma sonda no lado oculto da Lua (Chang’e 4) e o pouso bem-sucedido em Marte, feito que só havia sido alcançado anteriormente pelos EUA e pela extinta União Soviética.

    Além da meta de levar astronautas à Lua, o governo chinês planeja construir uma base científica no polo sul lunar em parceria com a Rússia e outros países. Também está em desenvolvimento a missão Tianwen-3, prevista para ser lançada em 2028, com o objetivo de coletar amostras do solo de Marte e trazê-las à Terra até 2031.
     
     

    China reafirma plano de levar astronautas à Lua até 2030 e lança missão