Categoria: TECNOLOGIA

  • Meta usará conversas com IA para mostrar anúncios no Facebook e Instagram

    Meta usará conversas com IA para mostrar anúncios no Facebook e Instagram

    Mudança entra em vigor em 16 de dezembro e permitirá que buscas feitas no Meta AI influenciem anúncios no Facebook, Instagram e WhatsApp; temas sensíveis como religião e saúde ficam de fora

    A Meta, empresa responsável por Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads, anunciou que passará a exibir anúncios personalizados com base nas interações dos usuários com seu assistente de Inteligência Artificial, o Meta AI.

    Na prática, isso significa que, ao perguntar ao Meta AI sobre um produto ou destino de viagem, anúncios relacionados poderão aparecer durante a navegação nas redes sociais. Além disso, se as contas de Facebook, Instagram e WhatsApp estiverem conectadas, interações feitas no WhatsApp poderão influenciar anúncios exibidos no Instagram, por exemplo.

    A empresa destacou, porém, que não utilizará informações consideradas sensíveis — como religião, orientação sexual, política, saúde ou etnia — para direcionar publicidade.

    As mudanças passam a valer a partir de 16 de dezembro, com notificações aos usuários sendo enviadas já a partir de 7 de outubro. Segundo o site The Verge, a nova política será aplicada na maioria dos países em que a Meta atua, exceto Reino Unido, União Europeia e Coreia do Sul, regiões onde a companhia ainda negocia com órgãos reguladores.

    Paralelamente, a companhia também ganhou destaque por outro motivo: foi anunciado o novo filme sobre o Facebook, intitulado The Social Reckoning. O longa terá roteiro e direção de Aaron Sorkin e contará com Jeremy Strong, Mikey Madison, Jeremy Allen White e Bill Burr no elenco. A estreia está prevista para daqui a um ano.
     
     
     

     

    Meta usará conversas com IA para mostrar anúncios no Facebook e Instagram

  • Novas regras da Anatel para satélite abrem espaço para Starlink de Musk no celular

    Novas regras da Anatel para satélite abrem espaço para Starlink de Musk no celular

    Novas regras da Anatel para serviços via satélite podem abrir caminho para que a Starlink, de Elon Musk, ofereça internet móvel diretamente em celulares no Brasil, sem depender de parcerias com operadoras, mas a empresa ainda precisa de autorização oficial para operar.

    (CBS NEWS) – No próximo dia 28, começam a valer as novas regras da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para o setor de conexão satelital, incluindo uma simplificação que permite oferta de telefonia e internet via satélite com uma só licença.

    Essas condições abrem espaço para que a SpaceX, empresa de Elon Musk que oferta o serviço Starlink, venda internet móvel para celulares no Brasil sem depender de um acordo com operadoras.

    Isso porque a companhia aeroespacial comprou da EchoStar, por US$ 17 bilhões (R$ 90,4 bilhões), as licenças da União Internacional de Telecomunicações (UIT) para operar no espectro de telefonia via satélite no último dia 8. Com o negócio, a EchoStar se tornou acionista minoritária da SpaceX, além de gestora no Brasil da principal concorrente da Starlink no negócio de internet via satélite, a HughesNet.

    Os dados da Anatel mostram que o serviço de internet via satélite avança sobretudo em zonas rurais das regiões Norte e Centro-Oeste, sem infraestrutura de fibra ótica. Esses locais com frequência estão desguarnecidos de torres de rede móvel, que também dependem de cabeamento de internet.

    Por ora, a companhia de Musk tem autorização nos Estados Unidos para oferecer conexão móvel mediante cooperação com as operadoras e não pode oferecer o serviço no Brasil. O serviço ainda é limitado apenas ao envio de texto e de coordenadas geográficas, mesmo em áreas fora do alcance de torres de telefonia móvel.

    Em tese, com o alcance da constelação de satélites de Musk, seria possível receber da Starlink em qualquer lugar do mundo. Porém, a empresa de tecnologia ainda precisa de permissão das autoridades locais para operar, e, no Brasil, a Starlink não tem autorização do regulador brasileiro para ofertar esse serviço.

    De acordo com o gerente de outorga e licenciamento de estações da Anatel, Renato Sales Bizerra Aguiar, o conselho da agência decidiu extinguir a atual licença de telefonia via satélite, SGS, e colocá-la sob o guarda-chuva da licença de telefonia móvel, a SMP. O texto publicado em 28 de abril começa a ter validade após seis meses.

    Com isso, as operadoras de telefonia via satélite terão que fazer uma transição para a nova outorga, seguindo condições definidas em portaria que a Anatel deve publicar antes do dia 28 de outubro.

    Feito esse trâmite simplificado, a companhia, como é o caso da Starlink, estaria habilitada a oferecer internet móvel via satélite junto com o plano de telefonia via satélite.

    Hoje, a Anatel oferece a possibilidade de que as empresas de conexão via satélite solicitem permissão para oferecer o direct-to-device com a cooperação de uma operadora, em uma licença experimental com fim comercial que dura até dois anos. Para incentivar a cooperação, diz Aguiar, o regulador definiu que o pedido precisava ser feito pela empresa de telecomunicações.

    Não houve, porém, nenhuma solicitação para operar no modelo no Brasil

    Para oferecer internet para smartphones, a Starlink equipou seus satélites de segunda geração com mini antenas de telefonia móvel. Também em abril, a Anatel permitiu que 7.500 dessas unidades mais modernas operem no Brasil.

    A maioria dos smartphones ainda é incompatível com o sinal de telefonia via satélite, mas a Apple anunciou esse recurso durante o lançamento do novo iPhone 17. Ou seja, uma empresa de comunicação satelital consegue atender os donos desses aparelhos em intermediação das operadoras.

    A Viasat juntou uma petição no processo, na qual alertou para o risco de dominância do serviço de Musk. Segundo o documento, a SpaceX teria uma posição favorável em 68% do espectro viável, incluindo a parte que diz respeito ao sinal de satélite para dispositivos, como smartphones.

    “O pleito representaria a operação de sua rede sem considerar as disposições sobre compartilhamento de espectro e restrição do livre uso e exploração do espaço sideral em base de igualdade nos termos do Tratado do Espaço Sideral para nações emergentes do espaço”, afirma a Viasat.

    Em apresentação no evento de telecomunicações Futurecom, realizado em São Paulo, Aguiar, que é o técnico responsável pela área de satélites na Anatel, disse que há concorrência no Brasil. “O maior sinal disso são os preços mais acessíveis para o consumidor”, disse. “Todas as principais empresas do mercado atuam no Brasil”, acrescentou.

    Novas regras da Anatel para satélite abrem espaço para Starlink de Musk no celular

  • Elon Musk diz que vai lançar a Grokipedia, uma alternativa à Wikipedia

    Elon Musk diz que vai lançar a Grokipedia, uma alternativa à Wikipedia

    Elon Musk afirmou que a xAI está criando a Grokipedia, alternativa à Wikipedia com o assistente Grok no centro. O bilionário promete “uma grande melhoria” em relação à enciclopédia digital, mas não há data de lançamento nem detalhes sobre o funcionamento da nova plataforma

    Elon Musk anunciou nesta terça-feira (30) que sua empresa de inteligência artificial, a xAI, está desenvolvendo uma plataforma para rivalizar com a Wikipedia. O projeto, segundo o bilionário, se chamará Grokipedia e terá como peça central o assistente de IA Grok.

    “Estamos desenvolvendo a Grokipedia na xAI”, escreveu Musk em sua conta no X (antigo Twitter). “Será uma grande melhoria em relação à Wikipedia. Francamente, é um passo necessário para o objetivo da xAI de compreender o universo.”

    A declaração foi feita em resposta a um usuário que acusava a Wikipedia de parcialidade e de ser “mantida por um exército de ativistas de esquerda”. Musk acrescentou que a enciclopédia digital se tornou uma fonte de peso para os resultados do Google e no treinamento de modelos de IA, algo que ele considera problemático.

    Apesar do anúncio, ainda não há previsão de lançamento da Grokipedia nem detalhes sobre como funcionará a plataforma.

    Elon Musk diz que vai lançar a Grokipedia, uma alternativa à Wikipedia

  • Galaxy S26 Ultra: imagens revelam o novo top de linha da Samsung

    Galaxy S26 Ultra: imagens revelam o novo top de linha da Samsung

    Vazamento mostra design atualizado do modelo, com cantos mais arredondados e módulo de câmera redesenhado. Rumores apontam ainda para tela de 6,9 polegadas, processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 e bateria de 5.000 mAh com carregamento rápido

    Depois da divulgação de imagens do Galaxy S26 Pro e do Galaxy S26 Edge, agora foi a vez do modelo mais avançado da linha, o Galaxy S26 Ultra, ter detalhes revelados.

    As imagens foram publicadas pelo site Android Headlines e correspondem a renderizações em 3D feitas a partir de arquivos CAD.

    Em comparação com o Galaxy S25 Ultra, o novo topo de linha da Samsung aparenta ter cantos mais arredondados e um módulo de câmera mais definido. A configuração, no entanto, segue com três sensores posicionados verticalmente, enquanto o quarto fica ao lado direito, logo abaixo do flash e de um espaço destinado a outros sensores.

    Segundo rumores, o Galaxy S26 Ultra deve trazer tela de 6,9 polegadas, processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 da Qualcomm, bateria de 5.000 mAh e suporte a carregamento rápido de 60W.

    O lançamento oficial do aparelho, junto aos demais modelos da série Galaxy S26, é esperado para o início do próximo ano.

    Galaxy S26 Ultra: imagens revelam o novo top de linha da Samsung

  • Instagram testa novo feed com Reels em destaque ao abrir o aplicativo

    Instagram testa novo feed com Reels em destaque ao abrir o aplicativo

    A rede social está experimentando uma interface que prioriza vídeos curtos, exibindo o feed de Reels assim que o usuário abre o app. A novidade traz abas específicas para amigos, recomendações e posts recentes e pode ser lançada globalmente após a fase de testes

    O Instagram anunciou que começará a testar uma nova interface em dois países onde, ao abrir o aplicativo no celular, os usuários verão primeiro o feed de vídeos Reels, em vez do tradicional feed com fotos e publicações.

    Os testes serão realizados inicialmente na Coreia do Sul e na Índia. O novo design já havia aparecido na versão lançada recentemente para iPad e trará três abas distintas: uma para todas as publicações e recomendações, outra apenas para conteúdos de amigos e uma terceira dedicada às postagens mais recentes.

    Os Stories continuarão sendo exibidos no topo da tela, enquanto o ícone de mensagens privadas passará a ocupar posição central na barra de navegação.

    Segundo o site TechCrunch, embora a fase de testes esteja restrita a esses dois territórios, o Instagram planeja expandir a mudança para usuários em todo o mundo.

    Instagram testa novo feed com Reels em destaque ao abrir o aplicativo

  • YouTube pagará R$ 130 milhões para encerrar processo por suspensão da conta de Trump

    YouTube pagará R$ 130 milhões para encerrar processo por suspensão da conta de Trump

    Plataforma do Google é última big tech a encerrar disputas judiciais; Meta e X já pagaram cerca de R$ 186 milhões; perfil do republicano foi suspenso em 2021, após invasão de seus apoiadores ao Capitólio, e foi reativado em 2023

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O YouTube concordou em pagar US$ 24,5 milhões (R$ 130,4 milhões) para encerrar o processo movido em 2021 por Donald Trump, então ex-presidente dos Estados Unidos, contra a empresa após a suspensão de sua conta depois da invasão do Capitólio, segundo documentos judiciais.

    Com o acordo, divulgado nesta segunda-feira (29) pelo jornal The Wall Street Journal, a plataforma do Google se torna o último gigante de tecnologia a encerrar disputas judiciais abertas por Trump contra redes sociais depois de deixar a Casa Branca pela primeira vez.

    A Meta fechou em janeiro um acordo de US$ 25 milhões (R$ 133 milhões), em grande parte destinado ao fundo de sua biblioteca presidencial, enquanto o X pagou US$ 10 milhões (R$ 53,3 milhões), boa parte diretamente a Trump.

    Fontes próximas ao caso afirmam que o Google buscou manter o valor abaixo do pago pela rival Meta. Do total, US$ 22 milhões iriam para a organização Trust for the National Mall, destinados à construção de um salão de baile nos moldes de Mar-a-Lago, planejado para a Casa Branca e orçado em US$ 200 milhões. O restante, US$ 2,5 milhões, será dividido entre outros autores da ação, entre eles a American Conservative Union e a escritora Naomi Wolf.

    O Google não respondeu aos pedidos de comentário do Wall Street Journal.

    Desde a vitória eleitoral no ano passado, Trump já acumulou mais de US$ 80 milhões (R$ 425,9 milhões) em acordos com empresas de tecnologia e de mídia. Em julho, a Paramount Global aceitou pagar US$ 16 milhões para encerrar um processo movido pelo presidente após uma entrevista do programa “60 Minutes” com a democrata Kamala Harris.

    As ações contra YouTube, Meta e X foram apresentadas em 2021 pelos advogados John P. Coale e John Q. Kelly. Segundo Coale, a volta de Trump ao poder foi decisiva para os desfechos. “Se ele não tivesse sido reeleito, estaríamos em tribunais por mil anos”, afirmou.

    As negociações avançaram em maio deste ano, quando executivos do Google, incluindo o CEO Sundar Pichai e o cofundador Sergey Brin, participaram de uma mediação no resort de Trump em Mar-a-Lago, na Flórida. Segundo relatos, a conversa acabou migrando para um clube de golfe vizinho, onde Trump tinha partida marcada com o técnico de futebol americano Nick Saban. Parte da reunião ocorreu em carrinhos de golfe, durante o jogo, e terminou com almoço no terraço do clube.

    Coale, que hoje é enviado especial do governo para Ucrânia e Belarus, apresentou os papéis do acordo ao presidente no Salão Oval na última quarta-feira. “Ele assinou e disse: ‘Ótimo, vamos para a próxima coisa’. Depois falamos sobre a Belarus”, contou.

    A conta de Trump foi suspensa no YouTube após os atos de 6 de janeiro de 2021 e reativada apenas em março de 2023. Juízes haviam paralisado ou arquivado os casos, e especialistas sempre apontaram fragilidade jurídica nas queixas, já que plataformas privadas não são obrigadas a garantir acesso a usuários.

    Ainda assim, analistas consideram que as empresas têm interesse em encerrar litígios, sobretudo diante de um governo que regula diretamente seus negócios. “Se você é a Meta ou o Google, US$ 25 milhões é dinheiro de almoço. Vale a pena pagar para se livrar disso”, disse Mark Graber, professor de direito da Universidade de Maryland, ao WSJ.

    O acordo surge no momento em que o Google enfrenta pressão do Departamento de Justiça, que pede a divisão de seu braço de publicidade após decisão judicial que o classificou de monopólio. Em maio, advogados de Trump e do YouTube já haviam informado à Justiça que discutiam uma saída negociada. Nesta segunda-feira, pediram a extinção do processo.

    YouTube pagará R$ 130 milhões para encerrar processo por suspensão da conta de Trump

  • OpenAI disponibiliza controle de pais no ChatGPT a partir desta segunda (29)

    OpenAI disponibiliza controle de pais no ChatGPT a partir desta segunda (29)

    Pais poderão definir horários de silêncio que bloqueiam o acesso em determinados momentos e desabilitam o modo de voz, bem como a geração e edição de imagens, informou a OpenAI

    PELOTAS, RS (CBS NEWS) – A partir desta segunda-feira (29), a OpenAI disponibiliza controles parentais para o ChatGPT na web e em dispositivos móveis. A implementação havia sido anunciada no início de setembro após uma ação judicial movida pelos pais de um adolescente que cometeu suicídio nos Estados Unidos depois que o chatbot da startup de IA (inteligência artificial) supostamente o treinou sobre métodos de automutilação.

    A empresa disse em comunicado que os controles permitirão que pais e adolescentes vinculem contas para garantir mais proteção aos usuários. Segundo a OpenAI, pais poderão definir horários específicos de uso, reduzir a exposição a conteúdo sensível, controlar se o ChatGPT lembra de conversas anteriores e decidir se as conversas podem ser usadas para treinar os modelos da empresa.

    Os pais também poderão definir horários de silêncio que bloqueiam o acesso em determinados momentos e desabilitam o modo de voz, bem como a geração e edição de imagens, informou a OpenAI. No entanto, os pais não terão acesso às transcrições das conversas dos adolescentes, acrescentou a empresa.

    Em casos raros em que sistemas e revisores treinados detectam sinais de um risco sério à segurança, os pais podem ser notificados apenas com as informações necessárias para dar suporte à segurança do adolescente, disse a OpenAI.

    A OpenAI acrescenta que contas de adolescentes vinculadas a de seus pais terão automaticamente mais proteções, como redução de conteúdo gráfico, desafios virais, interpretação de papéis sexuais, românticos ou violentos e ideais extremos de beleza. Os pais podem desativar essa configuração, mas os usuários adolescentes não.

    A empresa também anunciou que está construindo, para os próximos meses, um sistema de previsão de idade que ajudará a prever se um usuário tem menos de 18 anos para que o ChatGPT aplique automaticamente configurações adequadas para adolescentes.

    “Este é um passo importante, mas nosso trabalho não está concluído. Continuaremos a investir em recursos que ajudem pais e adolescentes a usar o ChatGPT com segurança e confiança, e compartilharemos nosso progresso”, diz o comunicado da OpenAI.

    Os reguladores dos EUA estão monitorando cada vez mais as empresas de IA em relação aos potenciais impactos negativos dos chatbots. Em agosto, a Reuters noticiou que criações de IA da Meta permitiram conversas “sensuais” de bots com crianças.

    A Meta também anunciou novas proteções para adolescentes em seus produtos de IA no mês passado. A empresa disse que treinará os sistemas para evitar conversas que envolvam temas amorosos e discussões sobre automutilação ou suicídio com menores, além de restringir temporariamente o acesso a certos personagens de IA.

    COMO UTILIZAR

    A empresa afirmou que para configurar os controles parentais, um pai ou responsável precisa enviar um convite ao adolescente para conectar as contas. Depois que o adolescente aceita, o pai pode gerenciar as configurações a partir de sua própria conta. Os adolescentes também podem convidar um pai para se conectar.

    Uma vez vinculados, a empresa diz que os pais poderão personalizar a experiência de seus adolescentes no ChatGPT em uma página de controle simples nas configurações da conta. Se um adolescente desvincular sua conta, seu pai será notificado.

    OpenAI disponibiliza controle de pais no ChatGPT a partir desta segunda (29)

  • Algoritmo do TikTok será "100% MAGA", diz Trump

    Algoritmo do TikTok será "100% MAGA", diz Trump

    Brincadeira de Trump ao anunciar ordem executiva para manter o TikTok nos EUA levanta preocupações sobre possível favorecimento a conteúdos conservadores. Oracle deve liderar a supervisão do algoritmo, enquanto a ByteDance terá participação mínima no novo conselho

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na semana passada uma ordem executiva que garante a permanência do TikTok no país. Durante o anúncio, ele brincou que tornaria o algoritmo da plataforma “100% MAGA”, sugerindo que poderia favorecer conteúdos alinhados ao seu governo.

    Trump afirmou que “todos serão tratados de forma justa” com a conclusão do acordo, que dará aos EUA total controle sobre o que é exibido aos usuários da rede social. Apesar do tom de brincadeira, críticos temem que o TikTok passe a privilegiar conteúdos de viés conservador.

    Segundo o site Ars Technica, a participação da Oracle e o apoio da família Murdoch, dona da Fox News, levantaram dúvidas sobre a neutralidade da plataforma. Analistas já comparam a operação à compra do Twitter por Elon Musk, que transformou a rede social no atual X.

    De acordo com a Associated Press, a Oracle será responsável por supervisionar o algoritmo e a segurança do TikTok nos EUA. O vice-presidente J.D. Vance afirmou que o novo acordo garante que investidores americanos terão controle total sobre o sistema da rede social.

    Trump também destacou que Oracle, Dell e o grupo de mídia de Rupert Murdoch integrarão o conselho da nova empresa americana do TikTok, na qual a ByteDance, empresa-mãe chinesa, terá participação reduzida a no máximo 20%.

    O negócio ainda não foi finalizado, mas a proposta prevê que investidores norte-americanos fiquem com até 80% do controle. Washington alega que a mudança é essencial para a segurança nacional, sob o argumento de que o algoritmo do TikTok pode ser manipulado por autoridades chinesas para influenciar o conteúdo de forma imperceptível.
     
     

     

    Algoritmo do TikTok será "100% MAGA", diz Trump

  • Celular roubado: como proteger seus dados antes e depois do crime

    Celular roubado: como proteger seus dados antes e depois do crime

    Com cada vez mais informações pessoais e financeiras armazenadas no celular, roubos podem gerar golpes graves. Medidas preventivas, como autenticação em dois fatores e backups, somadas a ações rápidas após o crime, ajudam a reduzir riscos e prejuízos

    Ninguém sabe quando pode ser vítima de um assalto e perder o celular, mas é possível adotar algumas medidas de prevenção para minimizar os prejuízos. Com cada vez mais funções centralizadas no aparelho, como acesso a bancos, redes sociais, e-mails, contatos e senhas, a perda ou roubo pode expor informações pessoais e profissionais sensíveis.

    Além do impacto financeiro, o roubo de celulares no Brasil tem sido acompanhado de fraudes e golpes, como transferências bancárias via PIX, uso de aplicativos de mensagens para pedir dinheiro a contatos e até clonagem de chips. Por isso, proteger o dispositivo e agir rapidamente em caso de furto é essencial.

    O que fazer antes do roubo

    Ative a autenticação em dois fatores em aplicativos de bancos, e-mail e redes sociais.

    Utilize um gerenciador de senhas para criar combinações seguras e difíceis de adivinhar.

    Configure alertas de login e acesso em seus serviços digitais.

    Faça backups regulares das informações, de preferência em nuvem.

    Ative funções de rastreamento, como Buscar iPhone no iOS ou Encontrar meu dispositivo no Android.

    O que fazer depois do roubo

    Bloqueie o celular imediatamente por meio das ferramentas oficiais, como iCloud ou Google.

    Troque todas as senhas de serviços usados no aparelho, priorizando aplicativos de banco e e-mail.

    Entre em contato com a operadora para bloquear o chip e evitar clonagens.

    Registre boletim de ocorrência, já que muitos bancos exigem o documento em casos de fraude.

    Avise familiares, amigos e colegas de trabalho para ficarem atentos a mensagens suspeitas.

    Notifique seu banco e, se possível, peça o bloqueio preventivo de transações até garantir a segurança.

    Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, só em 2024 foram registrados mais de 300 mil roubos e furtos de celulares no estado. Em nível nacional, o Brasil lidera o ranking mundial de fraudes digitais relacionadas a dispositivos móveis, de acordo com levantamento da empresa de cibersegurança Kaspersky.

    Celular roubado: como proteger seus dados antes e depois do crime

  • Estes são os 10 novos astronautas da NASA (e poderão ir à Lua ou a Marte)

    Estes são os 10 novos astronautas da NASA (e poderão ir à Lua ou a Marte)

    É a 24.º equipe de astronautas a ser apresentada pela agência espacial norte-americana (NASA) nos seus mais de 60 anos de história.

    A NASA apresentou, na última segunda-feira, sua mais recente equipe de astronautas, no Johnson Space Center, em Houston, e, pela primeira vez em quase 67 anos de história, há mais mulheres do que homens.

    Esta é a 24ª turma apresentada e poderá ser a que irá à Lua já em 2026 — ou até a Marte, caso todos os planos da agência avancem conforme o esperado.

    Os 10 novos astronautas foram selecionados entre cerca de 8 mil candidatos e têm idades entre 34 e 40 anos.

    Agora, eles iniciarão um período de dois anos de treinamento intensivo: serão preparados em áreas como robótica, geologia e medicina espacial, além de sobrevivência em ambientes extremos e caminhadas espaciais em simulações.

    Concluída essa fase, poderão participar de missões na Estação Espacial Internacional (ISS) e, naturalmente, integrar o programa Artemis.

    JORNAL DA TARDE Os 10 escolhidos, da esquerda para a direita: Ben Bailey, Cameron Jones, Katherine Spies, Anna Menon, Erin Overcash, Adam Fuhrmann, Lauren Edgar, Yuri Kubo, Rebecca Lawler e Imelda Muller© NASA  

    Artemis deverá levar astronautas à Lua em 2026

    No dia 23 de setembro, a NASA revelou, em coletiva de imprensa, os primeiros detalhes de sua próxima grande missão — a Artemis II — que levará quatro astronautas a orbitar a Lua.

    A agência espacial explicou que a Artemis II utilizará o foguete Space Launch System (SLS) e a cápsula tripulada Orion. A missão terá duração de dez dias, período em que a NASA pretende testar novos sistemas — tanto de suporte à sobrevivência dos astronautas quanto softwares e telas que poderão ser usados em futuras expedições.

    É importante destacar que a Artemis II não levará astronautas à superfície lunar — esse será o objetivo da missão seguinte, a Artemis III.

    Quanto à data de lançamento, a NASA afirmou que a Artemis II ocorrerá antes de abril de 2026. A agência também mencionou a expectativa de realizar a missão já em fevereiro do próximo ano, ressaltando que executá-la com segurança é sua “principal prioridade”.

    Estes são os 10 novos astronautas da NASA (e poderão ir à Lua ou a Marte)