Categoria: Uncategorized

  • PIS/Pasep é liberado nesta sexta (15) para nascidos em maio e junho

    PIS/Pasep é liberado nesta sexta (15) para nascidos em maio e junho

    Os pagamentos se referem ao ano-base de 2024 e contemplam trabalhadores da iniciativa privada, que recebem o PIS pela Caixa Econômica Federal, e servidores públicos vinculados ao Pasep, pago pelo Banco do Brasil

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) começa a pagar nesta sexta-feira (15) o quarto lote do abono salarial de 2026 para trabalhadores nascidos em maio e junho. Segundo a pasta, cerca de 4,5 milhões de pessoas terão direito ao benefício neste ciclo, com liberação total de R$ 5,7 bilhões.

    Os pagamentos se referem ao ano-base de 2024 e contemplam trabalhadores da iniciativa privada, que recebem o PIS pela Caixa Econômica Federal, e servidores públicos vinculados ao Pasep, pago pelo Banco do Brasil.

    De acordo com o governo federal, 3,97 milhões de trabalhadores da iniciativa privada receberão o benefício pela Caixa. Outros 584,9 mil servidores públicos terão os valores depositados pelo Banco do Brasil.

    O valor do abono varia conforme o número de meses trabalhados em 2024. Neste calendário, os pagamentos vão de R$ 136 a R$ 1.621. O benefício é destinado a trabalhadores que receberam, em média, até dois salários mínimos mensais no ano-base.

    As consultas sobre valores, calendário e banco responsável pelo pagamento podem ser feitas pela Carteira de Trabalho Digital e pelo portal Gov.br. O calendário de pagamentos do abono salarial deste ano começou em fevereiro, e os valores poderão ser sacados até 30 de dezembro de 2026.

    São Paulo é o estado com o maior volume de pagamentos neste lote, somando R$ 1,4 bilhão. Na sequência aparecem Minas Gerais, com R$ 618,3 milhões, e Rio de Janeiro, com R$ 490,7 milhões.

    Entre os demais estados com maiores valores liberados estão Paraná (R$ 362,8 milhões), Bahia (R$ 346,8 milhões) e Rio Grande do Sul (R$ 325,5 milhões).
    *
    O QUE É O ABONO SALARIAL?

    É pago a trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos que cumpram os critérios exigidos. Em 2026, o benefício será pago a quem trabalhou no ano-base de 2024.

    VEJA O CALENDÁRIO DO PIS/PASEP 2026

    Nascidos em Data de pagamento
    Janeiro 16 de fevereiro
    Fevereiro 16 de março
    Março e abril 15 de abril
    Maio e junho 15 de maio
    Julho e agosto 15 de junho
    Setembro e outubro 15 de julho
    Novembro e dezembro 17 de agosto

    O calendário foi aprovado pelo Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador). As datas foram propostas pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) e definidas após deliberação com outros órgãos do governo federal

    O dinheiro ficará disponível para saque até o último dia útil do calendário bancário de 2026. Caso o valor não seja retirado, ele retorna aos cofres públicos, mas ainda pode ser solicitado dentro do prazo de cinco anos.

    QUEM TEM DIREITO AO ABONO SALARIAL EM 2026?

    Os trabalhadores da iniciativa privada e os servidores públicos que tenham trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2024, estejam inscritos no programa há no mínimo cinco anos e tenham recebido até R$ 2.765,93 por mês, em média. O empregador também precisa ter enviado corretamente as informações na Rais ou no eSocial.

    O QUE MUDA NO PIS/PASEP A PARTIR DESTE ANO?

    A principal mudança está no limite de renda que dá direito ao abono. Antes, o benefício era pago a quem ganhava até dois salários mínimos no ano-base. A partir de 2026, esse valor passa a ser corrigido pela inflação medida pelo INPC. Para quem trabalhou em 2024, o teto ficou em R$ 2.765,93.

    As alterações serão feitas de forma gradual. A regra prevê que, até 2035, o abono salarial seja pago apenas a trabalhadores que recebam até um salário mínimo e meio. O valor de referência será reduzido ano a ano até atingir esse patamar.

    QUAL É O VALOR DO ABONO SALARIAL?

    O trabalhador pode receber até um salário mínimo, dependendo do número de meses trabalhados no ano-base. O cálculo considera 1/12 do salário mínimo vigente no ano do pagamento para cada mês trabalhado, com arredondamento para cima. Frações iguais ou superiores a 15 dias são consideradas como mês cheio.

    QUEM TRABALHOU O ANO TODO RECEBE QUANTO?

    Quem trabalhou durante todos os 12 meses de 2024 receberá o valor integral de um salário mínimo, que será o piso vigente em 2026, de R$ 1.621.

    COMO SABER SE VOU RECEBER O PIS/PASEP EM 2026?

    A consulta pode ser feita pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo Portal Gov.br. É necessário ter login com CPF e senha, além de um fator de segurança, como biometria.

    COMO FAZER A CONSULTA AO PIS/PASEP?

    Pela internet
    1 – Acesse o site e clique em “Entrar com gov.br”
    2 – Faça login com seu CPF e senha cadastrados no Portal Gov.br. Caso não tenha cadastro, é possível fazê-lo neste site
    3 – Em seguida, clique em “Abono Salarial”
    4 – Na próxima tela, aparecerá a informação se o trabalhador receberá ou não o benefício

    Pelo aplicativo
    1 – No celular ou tablet, baixe o aplicativo Carteira de Trabalho Digital, caso não o tenha.
    2 – Faça login com seu CPF e senha cadastrados no Portal Gov.br. Caso não tenha cadastro, é possível fazê-lo neste site.
    3 – Na tela inicial, clique em “Abono Salarial – Consultar”. Caso a opção não apareça, clique no menu da parte de baixo da tela, depois, em “Benefícios e Abono Salarial”
    4 – Na próxima página, aparecerá a informação sobre os valores a receber

    COMO É FEITO O PAGAMENTO DO PIS?

    O PIS é pago pela Caixa Econômica Federal aos trabalhadores da iniciativa privada. Quem tem conta-corrente ou poupança na Caixa recebe o crédito automaticamente. Trabalhadores sem conta poderão sacar os valores em agências, lotéricas, caixas eletrônicos e correspondentes Caixa Aqui.

    COMO FUNCIONA O PAGAMENTO DO PASEP?

    O Pasep é pago pelo Banco do Brasil aos servidores públicos. Clientes do banco recebem o valor diretamente na conta. Quem não tem conta deve procurar uma agência do Banco do Brasil para sacar o benefício, levando documento de identificação com foto.

    PIS/Pasep é liberado nesta sexta (15) para nascidos em maio e junho

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Abono salarial: pagamento para nascidos em maio e junho começa hoje

    Abono salarial: pagamento para nascidos em maio e junho começa hoje

    Ministério do Trabalho vai liberar R$ 5,7 bilhões para mais de 4,5 milhões de trabalhadores. Benefício varia entre R$ 136 e R$ 1.621, conforme o tempo trabalhado em 2024 e será pago pela Caixa e pelo Banco do Brasil

    O Ministério do Trabalho e Emprego inicia nesta sexta-feira (15) o pagamento do quarto lote do abono salarial para trabalhadores nascidos nos meses de maio e junho. De acordo com a pasta, serão liberados R$ 5,7 bilhões para um total de 4.555.924 milhões de trabalhadores.

    Desse montante, 3.970.985 trabalhadores de empresas privadas vão receber via Caixa Econômica Federal e 584.939 servidores públicos, via Banco do Brasil. No calendário atual, o benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados do ano-base de 2024.

     

    Em 2026, o calendário de pagamento do abono salarial referente ao ano-base de 2024 iniciou os pagamentos no dia 16 de fevereiro. Os valores, segundo o ministério, ficarão disponíveis aos trabalhadores até 30 de dezembro de 2026.

    Têm direito ao abono salarial trabalhadores que atendem aos seguintes critérios de habilitação:

    – estar cadastrado no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos, contados da data do primeiro vínculo;

    – ter recebido, de empregadores que contribuem para o PIS/Pasep, até o valor de referência de R$ 2.766 de remuneração mensal no ano-base 2024;

    – ter exercido atividade remunerada, durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração;

    – ter seus dados do ano-base informados pelo empregador corretamente no eSocial.

    Na Caixa Econômica Federal, o pagamento do PIS será realizado prioritariamente:

    – por crédito em conta corrente, poupança ou Conta Digital da Caixa;

    – pelo aplicativo Caixa Tem, em conta poupança social digital aberta automaticamente.

    Para trabalhadores sem conta bancária, o saque poderá ser feito em agências, lotéricas, terminais de autoatendimento, correspondentes Caixa Aqui e demais canais disponibilizados pela Caixa.

    Já no Banco do Brasil, o pagamento do Pasep será realizado preferencialmente:

    – por crédito em conta bancária;

    – via TED ou PIX;

    – presencialmente nas agências, para trabalhadores sem conta ou chave PIX.

    Consultas de valores, calendário e banco responsável pelo pagamento podem ser feitas pela Carteira de Trabalho Digital e no portal Gov.br. Mais informações também estão disponíveis pelo telefone 158 e nas superintendências regionais do trabalho.

    Abono salarial: pagamento para nascidos em maio e junho começa hoje

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Dólar cai para R$ 4,98, e bolsa sobe em dia de alívio

    Dólar cai para R$ 4,98, e bolsa sobe em dia de alívio

    O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (14) vendido a R$ 4,986, com recuo de R$ 0,022 (-0,45%); índice Ibovespa, da B3, avançou 0,72%, aos 178.365 pontos

    O mercado financeiro operou em recuperação parcial após a instabilidade na véspera, em meio às repercussões políticas envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O dólar voltou a ficar abaixo de R$ 5, e a bolsa interrompeu uma sequência de três quedas e reagiu.

    No exterior, o ambiente mais favorável ao risco, impulsionado por sinais de distensão entre Estados Unidos e China, também ajudou os ativos brasileiros.

    O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (14) vendido a R$ 4,986, com recuo de R$ 0,022 (-0,45%). A cotação começou o dia em R$ 5,02, caiu para R$ 4,97 ao longo da manhã e estabilizou-se em R$ 4,98 no resto do dia.

    A moeda estadunidense devolveu parte da forte alta registrada na quarta-feira, quando a moeda americana havia subido mais de 2% diante da piora do humor doméstico. Apesar do recuo desta quinta, a divisa ainda acumula valorização de 1,89% na semana e ganhos de 0,68% em maio.

    Investidores avaliaram que a disparada da moeda na sessão anterior refletiu também realização de lucros, já que o real vinha acumulando forte valorização em 2026.

    Bolsa reage

    O mercado de ações reagiu. O índice Ibovespa, da B3, avançou 0,72%, aos 178.365 pontos.

    O Ibovespa acompanhou o desempenho positivo das bolsas de Nova York e voltou a subir após três sessões consecutivas de perdas. O índice foi sustentado principalmente pelas ações da Petrobras, com maior peso do indicador, e de bancos.

    As ações ordinárias (com voto em assembleia de acionistas) da Petrobras valorizaram-se 0,82%. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) subiram 0,96%.

    Apesar da recuperação desta quinta, o Ibovespa acumula queda de 3,12% na semana e de 4,78% no mês. No ano, o índice sobe 10,70%.

    Cenário externo

    O mercado global acompanhou sinais positivos nas conversas entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping. Segundo Trump, o governo chinês teria se manifestado favoravelmente à manutenção da navegação no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de petróleo.

    Nos Estados Unidos, os principais índices acionários fecharam em alta. O desempenho foi impulsionado também por dados fortes de vendas no varejo americano, reforçando a percepção de resiliência da economia estadunidense.

    Petróleo estável

    O petróleo encerrou o dia em leve alta, em sessão marcada pela volatilidade causada pelas tensões no Oriente Médio.

    O barril do Brent para julho, referência para as negociações internacionais, subiu 0,09%, a US$ 105,72. O barril WTI para junho, do Texas, avançou 0,15%, a US$ 101,17.

    O mercado reagiu a relatos de que uma embarcação teria sido levada para águas iranianas próximo à costa dos Emirados Árabes Unidos, aumentando a preocupação com possíveis impactos sobre o fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz.

    Apesar das tensões, investidores também monitoraram a possibilidade de aumento da produção pela Organização dos Países Produtores de Petróleo a Aliados (Opep+), em tentativa de reduzir os impactos da crise sobre a oferta global.

    *Com informações da Reuters

    Dólar cai para R$ 4,98, e bolsa sobe em dia de alívio

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Lula volta a dizer que governo não deixará preços da gasolina e diesel aumentarem por guerra

    Lula volta a dizer que governo não deixará preços da gasolina e diesel aumentarem por guerra

    Presidente atribuiu conflito no Oriente Médio a Donald Trump e afirmou que governo vai manter subsídios para evitar alta nos preços dos combustíveis no país

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a dizer nesta quinta-feira, 14, que o governo não vai deixar os preços da gasolina e do óleo diesel subirem por causa da guerra no Oriente Médio. Em discurso durante uma entrega do Programa Minha Casa, Minha Vida, em Camaçari (BA), Lula chamou o conflito entre os Estados Unidos e o Irã de “guerra que o Trump inventou”, em referência ao presidente americano, Donald Trump.

    “Vocês estão vendo a guerra do Irã, a guerra que o Trump inventou. Essa guerra está aumentando a gasolina e o óleo diesel no mundo inteiro. Aqui no Brasil, nós não vamos deixar aumentar”, afirmou o presidente.

    A declaração de Lula ocorre um dia depois do governo publicar uma medida provisória com uma subvenção de até R$ 0,8925 por litro de gasolina, diante de um iminente aumento nos preços pela Petrobras. Também foi anunciado novo subsídio para o diesel, de até R$ 0,3515 por litro.

    Lula disse que não sabe falar inglês, espanhol e francês, apenas português por ser a língua da pátria em que comanda. Após o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na semana passada, Lula passou a sofrer críticas nas redes sociais por não conseguir se comunicar em inglês durante uma entrevista coletiva de imprensa em Washington D.C.

    Nesta quinta, Lula entregou 384 unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida. O presidente esteve acompanhado dos ministros Miriam Belchior (Casa Civil) e Vladimir Lima (Cidades), além do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT).

    Lula volta a dizer que governo não deixará preços da gasolina e diesel aumentarem por guerra

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Uso do FGTS para pagar dívidas no Desenrola começa no dia 25

    Uso do FGTS para pagar dívidas no Desenrola começa no dia 25

    Modalidade permitirá o uso de até 20% do saldo do fundo ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor, para amortização ou quitação de débitos em atraso. Caixa está adaptando sistemas para oferecer modalidade

    Os trabalhadores poderão consultar, a partir de 25 de maio, o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) disponível para renegociação de dívidas no Novo Desenrola Brasil, informou o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

    A nova modalidade permitirá o uso de até 20% do saldo do fundo ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor, para amortização ou quitação de débitos em atraso. A expectativa do governo é movimentar até R$ 8,2 bilhões em recursos do FGTS por meio do programa.

    Segundo o governo federal, a adesão será feita diretamente pelas instituições financeiras após autorização do trabalhador no aplicativo do FGTS. Depois da renegociação da dívida, a Caixa Econômica Federal fará a transferência dos valores diretamente aos bancos responsáveis pelos contratos. O prazo estimado para formalização das operações é de até 30 dias após a consulta do saldo disponível. 

    Dez dias depois do lançamento do Desenrola 2.0, a liberação de parte do saldo do FGTS para abater dívidas ainda não está disponível porque a Caixa está adaptando os sistemas. O banco também está definindo os procedimentos operacionais para que as instituições financeiras comecem a oferecer a modalidade na renegociação de débitos.Além da liberação do FGTS para o Novo Desenrola, o governo informou que mais de 10,5 milhões de trabalhadores receberão, em 26 de maio, valores residuais do saque-aniversário do fundo, liberados em várias rodadas desde o fim do ano passado.

    O desbloqueio adicional estimado é de R$ 8,4 bilhões e beneficiará trabalhadores demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025. Os depósitos serão feitos automaticamente nas contas cadastradas no aplicativo do FGTS.

    Como vai funcionar

    O trabalhador poderá usar até 20% do saldo do FGTS ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor. Será necessário autorizar, pelo aplicativo do FGTS, o acesso das instituições financeiras aos valores disponíveis. O uso do FGTS ocorrerá somente após a renegociação da dívida dentro do programa. Não será necessário comparecer às agências da Caixa para concluir a operação. Poderão ser usados recursos de contas ativas e inativas do FGTS, com prioridade para contas inativas.

    Quem pode aderir

    • Trabalhadores com renda mensal de até R$ 8.105;
    • Dívidas elegíveis incluem cartão de crédito, cheque especial e Crédito Direto ao Consumidor (CDC)
    • O uso do FGTS suspenderá temporariamente novos saques anuais e antecipações do saque-aniversário até a recomposição do saldo

    Saque residual

    • O crédito residual será pago em 26 de maio
    • Cerca de 10,5 milhões de trabalhadores serão beneficiados
    • A medida atende trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário e foram demitidos entre 2020 e 2025
    • Permanecerão bloqueados apenas valores vinculados a contratos de antecipação ainda ativos

    Atenção ao saldo

    • Antes de 25 de maio, parte do saldo poderá deixar de aparecer temporariamente no aplicativo do FGTS;
    • Segundo o MTE, a alteração ocorrerá devido ao processamento interno necessário para liberação dos recursos;
    • Após o processamento, os valores residuais do saque-aniversário serão depositados automaticamente nas contas cadastradas pelos trabalhadores.

    Uso do FGTS para pagar dívidas no Desenrola começa no dia 25

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Trabalhadores por conta própria têm as maiores jornadas no país

    Trabalhadores por conta própria têm as maiores jornadas no país

    Média por semana chega a 45h, enquanto a dos empregados é quase 40h. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

    Os trabalhadores por conta própria são os que têm as maiores jornadas no país, com média de 45 horas por semana. Esse tempo supera em mais de cinco horas a carga de trabalho dos empregados do setor público e da iniciativa privada.

    Enquanto a média dos ocupados ficou em 39,2 horas, a dos empregados alcançou 39,6 horas. Já os empregadores tinham jornada média de 37,6 horas.

    A constatação faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao dados são referentes ao primeiro trimestre de 2026.

    A Pnad apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.

    Conta própria

    O IBGE classifica como conta própria “a pessoa que trabalha explorando o seu próprio empreendimento, sozinha ou com sócio, sem ter empregado e contando, ou não, com ajuda de trabalhador não remunerado de membro da unidade domiciliar em que reside”.

    De acordo com o instituto, o Brasil tem 25,9 milhões de trabalhadores por conta própria, o que representa 25,5% da população ocupada no primeiro trimestre de 2026. Exemplos bem comuns são motoristas e entregadores por aplicativo.

    O levantamento traz informações também da categoria “trabalhador auxiliar familiar”, aquela pessoa que trabalha ajudando alguém da família em um negócio, atividade agrícola, comércio ou outro trabalho, sem receber pagamento em dinheiro. Essa classe apresentou jornada média de 28,8 horas por semana no primeiro trimestre de 2026.

    Limites trabalhistas

    O analista da pesquisa, William Kratochwill, assinala que os trabalhadores classificados como empregados não ultrapassam, na média, os limites máximos de jornada por causa de proteções trabalhistas.

    A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabelece que a jornada máxima de trabalho semanal é de 44 horas, limitadas a oito horas por dia, sendo permitidas até duas horas extras diárias.

    Há exceções como a escala de 12 horas de trabalho por 36 de descanso, comum em categorias como a dos profissionais da saúde.

    “Mesmo que o trabalhador não seja formalizado, há uma tendência do mercado de seguir o padrão da lei”, diz Kratochwill.

    No entanto, ele destaca que esse padrão não se estende para trabalhadores por conta própria e empregadores.

    “Se quiser trabalhar 24 horas por dia, ele pode, não tem nada que o impeça, a não ser a sua própria limitação.”

    O analista ressalta que os empregadores conseguem delegar funções.

    “Tem pessoas que trabalham para ele. Talvez seja isso que estabeleça uma média de horas trabalhadas inferior à do empregado”, sugere.

    Mas para o conta própria, não há a chance de delegar trabalho, lembra o analista.

    “Como não tem a quem delegar, provavelmente tem que trabalhar muito mais horas por semana para alcançar seus objetivos”, conclui.

    Debate nacional

    As informações do IBGE são divulgadas trimestralmente e chegam no momento em que o país acompanha debates sobre a redução da jornada de trabalho (de 44 para 40 horas semanais) e o fim da escala de apenas uma folga na semana, a chamada de 6×1, sem redução salarial.

    Tramitam no Congresso Nacional duas propostas de emenda à Constituição (PEC) que abordam o tema e um projeto de lei (PL), este de iniciativa do governo.Na última quarta-feira (13), representantes do governo e da Câmara dos Deputados fecharam um acordo para aprovação das propostas que tramitam na Casa e estabelecem a escala 5×2.

    Trabalhadores por conta própria têm as maiores jornadas no país

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Dólar recua a R$ 4,97 e Bolsa sobe em correção, com cenário político brasileiro em foco

    Dólar recua a R$ 4,97 e Bolsa sobe em correção, com cenário político brasileiro em foco

    Mercado opera em correção depois de alta impulsionada por denúncias envolvendo pedido de recursos para filme sobre Jair Bolsonaro e novas investigações contra a família Vorcaro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar recua nesta quinta-feira (14), em um pregão de correção após revelação, na véspera (13), de que Flávio Bolsonaro pediu dinheiro a Daniel Vorcaro, do Banco Master, para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro.

    O ex-banqueiro chegou a pagar R$ 61 milhões para a produção de “Dark Horse” (que significa “azarão”), que trata da vida do ex-presidente, e um áudio de setembro de 2025 mostra o senador do PL cobrando mais recursos do ex-banqueiro. As informações foram reveladas pelo site The Intercept Brasil, e a autenticidade das mensagens foi confirmada pela Folha de S.Paulo.

    Por volta das 12h45, a moeda norte-americana recuava 0,32%, cotada a R$ 4,987 (na mínima do dia, a divisa chegou a R$ 4,972). Na quarta-feira (13), o dólar fechou em forte alta, a R$ 5,003, avanço de 2,24%.

    No mesmo horário, a Bolsa subia 1,05%, aos 178.958 pontos.

    Após a volatilidade, analistas enxergam um movimento de realização de lucros no pregão, ou seja, investidores aproveitando as altas recentes para vender ações e embolsar ganhos.

    “O mercado aproveita o patamar mais alto da moeda para vender por um valor mais atrativo, e isso tem feito pressão baixista”, diz Leonel Oliveira Mattos, analista de inteligência de mercados da StoneX.

    A correção também aparece nos juros futuros. As taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros), que refletem a expectativa do mercado para a trajetória futura da Selic, caem.

    A taxa do DI para janeiro de 2028 recua para 13,97% (baixa de 9 pontos-base, ante alta de 23 pontos-base na véspera). Na ponta longa da curva, a taxa do DI para janeiro de 2035 marca 14,08%, baixa de 7 pontos-base frente a avanço de 27 pontos-base na quarta.

    A alta da moeda norte-americana foi a maior desde 5 de dezembro, quando disparou 2,33% após Flávio ser anunciado como candidato de Jair Bolsonaro. Até então, o nome preferido da Faria Lima era o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

    A movimentação do mercado financeiro ocorre em meio ao temor de que a notícia dificulte a tentativa de eleição de Flávio, o que poderia favorecer uma vitória de Luiz Inácio Lula da Silva.

    Analistas avaliam que o senador tem perfil mais alinhado à disciplina fiscal do que o atual presidente, Lula. Integrantes da equipe econômica do pré-candidato defendem um ajuste fiscal inicial equivalente a dois pontos percentuais do PIB (Produto Interno Bruto) em caso de vitória eleitoral.

    “Quando saiu a notícia sobre Flávio Bolsonaro pedindo recursos para o filme sobre Jair Bolsonaro, isso realmente começou a pesar. As contas públicas têm gerado preocupação diante das medidas adotadas pelo governo para recuperar popularidade. O mercado entende que, caso essa política continue, os riscos fiscais podem se agravar nos próximos anos”, diz Rodrigo Moliterno, head de renda variável da Veedha Investimentos.

    Até agora, o governo Lula divulgou medidas que somam R$ 144 bilhões em gastos. O pacote inclui renegociação de dívidas, botijão de gás subsidiado, reforço do Minha Casa, Minha Vida e crédito para caminhoneiros. Veja o que mais foi concedido pelo presidente.

    Neste pregão, investidores também acompanham as novas investigações de fraude no banco Master que resultaram na prisão de Henrique Vorcaro, pai do dono da instituição financeira.

    Ele está sendo investigado por participar do grupo conhecido como “A Turma”, usado pelo dono do Banco Master para ameaçar adversários e definida pela PF como “organização criminosa suspeita de praticar condutas de intimidação, coerção, obtenção de informações sigilosas e invasões a dispositivos informáticos”.

    Henrique Vorcaro, segundo investigação da PF, fazia demandas, efetuava pagamentos e também pedia serviços a um outro grupo, “Os Meninos”, que reunia hackers que tentariam derrubar do ar reportagens para o grupo Master, publicando conteúdos positivos para Vorcaro.

    No cenário internacional, as incertezas sobre a guerra no Irã persistem. O conflito pressiona as cotações do petróleo a adiciona incertezas as cadeias globais de insumos.

    Além do efeito nos combustíveis, há o temor de repasses para produtos como alimentos, já que o diesel é um dos insumos da cadeia produtiva. O transporte de fertilizantes, outra matéria-prima do agronegócio, também tem sido afetado pela guerra.

    Nessa quarta-feira, Donald Trump e Xi Jinping se reuniram nesta quinta-feira. Eles deverão discutir assuntos considerados sensíveis, incluindo a guerra no Irã. As informações divulgadas sobre a reunião até agora não indicam se o tema foi tratado.

    O americano chegou a Pequim na noite de quarta-feira (13) e terá agendas com o líder chinês até sexta-feira (15).

    Enquanto as negociações entre Teerã e Washington para pôr fim ao conflito seguem travadas, novos incidentes marítimos aumentam a instabilidade na região.

    No episódio mais recente, um cargueiro indiano que transportava gado da África para os Emirados Árabes Unidos afundou em águas próximas à costa de Omã.

    Na segunda-feira, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o cessar-fogo no Oriente Médio “respira por aparelhos”, após rejeitar a contraproposta do Irã para encerrar a guerra. No mesmo dia, Teerã disse que não há solução a não ser a sua para o fim da guerra.

    Dólar recua a R$ 4,97 e Bolsa sobe em correção, com cenário político brasileiro em foco

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Conab: 8ª previsão para safra 2025/26 mantém recorde de 357,97 milhões/t (+1,6% ante 2024/25)

    Conab: 8ª previsão para safra 2025/26 mantém recorde de 357,97 milhões/t (+1,6% ante 2024/25)

    Conab projeta produção recorde de grãos na safra 2025/26, impulsionada principalmente pela soja e pelo milho. Enquanto sorgo avança no campo, arroz, feijão, algodão e trigo devem registrar queda na produção

    A produção brasileira de grãos na safra 2025/26 está estimada em 357,97 milhões de toneladas, o que corresponde a um aumento de 1,6%, ou 5,71 milhões de toneladas a mais, em comparação com a temporada anterior, 2024/25, que somou 352,27 milhões de toneladas. Os números apontam para uma safra recorde em 2025/26, segundo dados do 8º Levantamento da Safra de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgados nesta quinta-feira, 14.

    Conforme a Conab, a produção de soja deve atingir um marco inédito, chegando a 180,13 milhões de toneladas. O volume supera a previsão anterior em 978 mil toneladas, o equivalente a um ajuste de 0,5%, com 98,3% da área já colhida. Em relação à safra 2024/25, a expectativa é de crescimento de 8,6 milhões de toneladas, alta de 5%, marcando o sétimo aumento nas últimas dez safras.

    Outro destaque é o milho da primeira safra, que voltou a registrar aumento na área semeada em relação aos últimos anos. A expectativa é de uma colheita de aproximadamente 28,46 milhões de toneladas, superando em 3,5 milhões de toneladas o volume produzido na safra anterior.

    Considerando as três safras do milho, a Conab estima a segunda maior produção da série histórica, com 140,17 milhões de toneladas. Em relação ao último levantamento, houve revisão positiva de 0,4%, equivalente a 600 mil toneladas.

    Com 71,5% da área colhida até o início de maio, a primeira safra do cereal apresentou aumento de 1,8% em relação ao levantamento anterior, com acréscimo de 493 mil toneladas. Já a segunda safra, com plantio concluído, deve alcançar 108,46 milhões de toneladas, registrando leve queda de 0,6% em comparação ao ciclo anterior.

    Segundo a Conab, nos Estados de Goiás e Minas Gerais, essa variação decorre da influência climática sobre a produção. Ainda assim, no cenário nacional, os dados apontam aumento de 2,1% na área plantada.

    Para o sorgo, a expectativa é de uma safra de 7,6 milhões de toneladas, crescimento de 23,8% em relação à temporada anterior. De acordo com a Conab, o avanço está ligado ao aumento expressivo da área cultivada, já que o cereal apresenta maior tolerância à seca e possui utilização semelhante à do milho.

    A área plantada cresceu em todas as regiões do país, especialmente no Centro-Oeste, onde o aumento foi de 50,7%. Maior produtor nacional na safra 2024/25, Goiás deve registrar crescimento de 40,3% na produção, ultrapassando 2,2 milhões de toneladas.

    “Esse crescimento é explicado pela migração estratégica de áreas originalmente destinadas ao milho. Com o encerramento da janela ideal de semeadura desse cereal, parte dos produtores optou pelo sorgo, considerando sua maior adaptação a janelas de cultivo tardias, em razão da maior tolerância da cultura a períodos de déficit hídrico, além da possibilidade de utilização do grão em diferentes segmentos, como na alimentação animal e produção de etanol”, afirmou no relatório o gerente de Acompanhamento de Safras da Conab, Fabiano Vasconcellos.

    No caso do arroz, alimento básico na mesa dos brasileiros, as projeções indicam queda de 13,1% na produção, estimada em 11,08 milhões de toneladas. O volume mantém estabilidade em relação ao levantamento anterior, mas representa recuo de 1,7 milhão de toneladas frente à safra 2024/25.

    A redução é atribuída à diminuição de 13,7% na área plantada. Apesar disso, com 94,6% da área já colhida, a produtividade da cultura apresentou ganho nesta safra, alcançando 7.281 quilos por hectare.

    Para o feijão, outro produto importante para o consumo interno, a produção total deve cair 5,2% em relação à temporada anterior, somando 2,90 milhões de toneladas nas três safras do grão.

    Com 95,4% da área colhida, a primeira safra apresentou aumento de produtividade de 4,3%, devendo ultrapassar 969 mil toneladas produzidas. A segunda safra está estimada em 1,23 milhão de toneladas, queda de 7,8% na comparação com 2024/25.

    Segundo a Conab, apesar da redução nas áreas plantadas e na produção de arroz e feijão, não há risco de desabastecimento no mercado interno.

    Já a produção de algodão deve alcançar aproximadamente 3,97 milhões de toneladas de pluma, queda de 2,6% em relação à safra anterior. A projeção reflete redução tanto da área plantada quanto da produtividade.

    Nas culturas de inverno, o trigo também deve registrar retração. A produção estimada é de 6,39 milhões de toneladas, queda de 18,9% em comparação a 2025. Segundo a Conab, a redução é consequência, principalmente, da menor área semeada no Rio Grande do Sul e no Paraná.

    Conab: 8ª previsão para safra 2025/26 mantém recorde de 357,97 milhões/t (+1,6% ante 2024/25)

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Lula sempre foi contra a taxa das blusinhas, afirma Haddad

    Lula sempre foi contra a taxa das blusinhas, afirma Haddad

    Fernando Haddad afirmou que Lula “sempre foi contra” a chamada “taxa das blusinhas” e disse que o presidente ficou isolado na defesa da cobrança aprovada pelo Congresso. Declaração ocorreu após o governo zerar o imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50

    O pré-candidato ao governo de São Paulo e ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou, na quarta-feira, 13, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “sempre foi contra” a chamada “taxa das blusinhas”. A declaração foi feita a jornalistas após uma roda de conversa na Casa de Portugal, na capital paulista.

    Após desgastes na aprovação do governo federal, Lula assinou, na terça-feira, 12, uma Medida Provisória (MP) que zera o imposto federal sobre mercadorias importadas de até US$ 50. A cobrança começou em agosto de 2024, após a aprovação de uma lei pelo Congresso Nacional. O governo já vinha se mostrando dividido em relação ao tributo, com alguns ministros defendendo o fim da cobrança.

    “Todo o Congresso Nacional votou a favor, e a condição para o presidente Lula sancionar era que fosse unânime. E foi unânime a votação no Congresso. Só que, depois que foi aprovado, nenhum desses atores defendeu a proposta”, explicou Haddad.

    O ex-ministro disse ainda que o governo passou dois anos tendo de defender uma posição enquanto, segundo ele, setores favoráveis à proposta se omitiram do debate. Na avaliação do petista, o presidente voltou agora à sua posição original sobre o tema.

    Haddad avalia que a retirada da taxa vai “abrir o debate” e afirmou que os demais responsáveis pela aprovação da cobrança se omitiram. Segundo ele, o Legislativo, os governadores e representantes da indústria e do comércio construíram uma unanimidade em torno do imposto junto ao governo federal.

    “A única pessoa que foi responsável, do ponto de vista do interesse público, foi o presidente da República aqui”, continuou Haddad. “Sendo contra, deu o braço a torcer diante da unanimidade dos governadores e congressistas, mas ficou sozinho, ficou isolado na defesa dessa proposta. E tomou a decisão que era sua posição original desde o começo.”
     
     

     
     
     
     
     
     

     

     

     

     
     
     

    Lula sempre foi contra a taxa das blusinhas, afirma Haddad

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • PF cumpre mandados contra hackers suspeitos de atuarem para Vorcaro

    PF cumpre mandados contra hackers suspeitos de atuarem para Vorcaro

    A operação desta quinta investiga pessoas relacionadas a Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, que era suspeito de ter atuado para Vorcaro em uma milícia privada e cometeu suicídio ao ser preso, em março

    (FOLHAPRESS) – Três hackers que atuavam para o grupo chamado de A Turma, investigado por fazer ameaças sob determinação do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, são alvos de mandado de prisão nesta quinta-feira (14), na sexta fase da Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master.

    A mesma ação também prendeu o pai de Daniel, Henrique Vorcaro, além de um agente da Polícia Federal.

    Os hackers são suspeitos de atuarem para derrubar conteúdos negativos contra Vorcaro publicados na internet ou para tentar inflar publicações positivas sobre ele.

    A operação desta quinta investiga pessoas relacionadas a Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, que era suspeito de ter atuado para Vorcaro em uma milícia privada e cometeu suicídio ao ser preso, em março.

    A sexta fase da Compliance Zero apura se o pai de Vorcaro e outras pessoas cometeram atos de intimidação, de coerção, de obtenção de informações sigilosas e de invasões a dispositivos informáticos. A defesa de Henrique Vorcaro foi procurada, mas ainda não se manifestou.

    Uma delegada da PF de Minas Gerais também foi alvo de busca e apreensão e afastada do cargo, e um agente da ativa foi preso. Um delegado aposentado foi alvo de busca.

    No total, a polícia cumpre sete mandados de prisão preventiva (sem tempo determinado) e 17 de busca e apreensão, expedidos pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal).

    São investigadas suspeitas dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional.

    PF cumpre mandados contra hackers suspeitos de atuarem para Vorcaro

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia