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  • Trump cogita assumir controle do petróleo do Irã em meio à guerra

    Trump cogita assumir controle do petróleo do Irã em meio à guerra

    Declaração eleva tensão global e acende alerta sobre possível escalada no conflito. Medida envolveria domínio de recursos estratégicos iranianos e pode impactar diretamente o mercado mundial de energia

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (26) que considera a possibilidade de assumir o controle do petróleo do Irã, em meio à escalada do conflito no Oriente Médio e à crise global de energia.

    A declaração foi feita a jornalistas na Casa Branca, quando Trump foi questionado sobre possíveis medidas contra Teerã. “Não gosto de falar sobre isso, mas é uma opção”, disse, ao mencionar a hipótese de controlar o fornecimento de petróleo iraniano.

    A fala ocorre em um momento de forte tensão internacional, após os ataques iniciados por Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro. Desde então, o conflito tem afetado diretamente o mercado global de energia, com redução significativa na oferta e aumento dos preços do petróleo.

    Nos bastidores, a discussão sobre o controle de ativos estratégicos do Irã já vinha sendo ventilada. Analistas apontam que Washington avalia cenários que incluem o domínio de pontos-chave da produção e exportação de petróleo iraniano, como forma de pressionar o regime e garantir estabilidade no abastecimento global.

    Entre os alvos estratégicos está a Ilha de Kharg, responsável por grande parte das exportações de petróleo do país. O governo americano já chegou a ameaçar ações militares na região caso o Irã não reabra o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

    Trump também comparou a situação do Irã à da Venezuela, citando medidas adotadas por seu governo para influenciar o setor energético do país sul-americano. Segundo ele, o modelo poderia servir de referência para lidar com Teerã.

    “Trabalhamos muito bem com a Venezuela. Os Estados Unidos ganharam muito dinheiro com isso”, afirmou, sugerindo que acordos envolvendo petróleo podem ser parte da estratégia americana.

    Apesar da retórica, o presidente minimizou os impactos de um eventual bloqueio do Estreito de Ormuz para os Estados Unidos. “Temos muito petróleo. Nosso país não é afetado por isso”, disse.

    Especialistas, no entanto, alertam que qualquer tentativa de controle direto sobre recursos energéticos iranianos representaria uma escalada significativa do conflito e poderia ampliar ainda mais a instabilidade global.

    Trump cogita assumir controle do petróleo do Irã em meio à guerra

  • Marrone passa por nova cirurgia para complementar procedimento íntimo

    Marrone passa por nova cirurgia para complementar procedimento íntimo

    Cantor segue em recuperação após intervenção realizada dias depois de tratar problema na região anal. Bruno mantém agenda de shows enquanto parceiro permanece afastado por recomendação médica, sem previsão de retorno aos palcos

    O cantor Marrone passou por um novo procedimento cirúrgico nesta quinta-feira (26), o que provocou mudanças temporárias na agenda da dupla com Bruno. A informação foi divulgada pelas redes sociais oficiais dos artistas.

    De acordo com a equipe, a cirurgia faz parte do acompanhamento médico após uma intervenção recente. No dia 20, o sertanejo já havia sido submetido a um procedimento para tratar uma veia dilatada na região anal.

    Marrone está em recuperação, com quadro considerado estável, e segue afastado dos compromissos profissionais por orientação médica.

    Mesmo sem a presença do parceiro, Bruno optou por manter a agenda de shows. As apresentações previstas incluem cidades como Colorado e Pato Branco, no Paraná, além de Planaltina de Goiás e Campinas, em São Paulo.

    Ainda não há previsão para o retorno de Marrone aos palcos.

    Dias antes, o cantor comentou nas redes sociais que havia passado por uma cirurgia, mas sem entrar em detalhes. “Fiz uma pequena cirurgia. Não posso dizer onde. Vocês imaginam onde foi, né? Estou me recuperando dessa cirurgia, que é chata”, disse.

    O procedimento foi realizado em São Paulo, após uma série de shows pela Europa. Atualmente, Marrone se recupera em casa, em Goiânia.

    Marrone passa por nova cirurgia para complementar procedimento íntimo

  • Jovem colide contra casa durante a noite e mata mãe e filho de 7 anos

    Jovem colide contra casa durante a noite e mata mãe e filho de 7 anos

    Jovem de 18 anos foi presa após atingir quarto onde estavam as vítimas. Polícia investiga possível consumo de álcool, enquanto família acusa motorista de dirigir embriagada. Caso gerou comoção e segue em apuração.

    Uma jovem de 18 anos foi presa após provocar um acidente fatal na madrugada de domingo, por volta das 3h20, quando perdeu o controle do carro e invadiu uma casa. O veículo atingiu diretamente o quarto de um menino de 7 anos, que morreu no local junto com a mãe.

    O filho mais velho da vítima, Raul Rocha, relatou à Fox News os momentos de desespero após a colisão. Segundo ele, conseguia ouvir o irmão mais novo gritando por socorro, enquanto a mãe, de origem hispânica, rezava em sua língua.

    As vítimas chegaram a receber atendimento de emergência, mas não resistiram aos ferimentos.

    “Ainda não consigo acreditar que isso aconteceu. Nunca imaginei perder minha mãe dessa forma. Ela não merecia isso”, disse Raul.

    A motorista, identificada como Gracie Yate, foi indiciada por dois crimes de homicídio culposo. A polícia ainda não confirmou se ela estava sob efeito de álcool ou drogas no momento do acidente.

    No entanto, familiares das vítimas afirmam que a jovem dirigia alcoolizada. Em uma página criada para arrecadar fundos para os custos funerários, eles responsabilizam a condutora pela morte de Barbara e Alex.

    Segundo a Fox News, Gracie já havia sido detida anteriormente por intoxicação em público.

    A suspeita foi liberada na terça-feira após pagar fiança de 14.500 dólares. O caso segue sob investigação.
     
     

     

    Jovem colide contra casa durante a noite e mata mãe e filho de 7 anos

  • Jovem vítima de estupro coletivo morre após passar por eutanásia

    Jovem vítima de estupro coletivo morre após passar por eutanásia

    Protocolo teve a duração de 15 minutos, nos quais foram administrados três fármacos a Noelia. A jovem prescindiu da presença dos pais no momento de receber a eutanásia. Antes, contudo, estiveram juntos – para se despedirem.

    A espanhola Noelia Castillo, de 25 anos, morreu nesta quinta-feira (26) após passar por um procedimento de eutanásia realizado no Hospital Sant Camil, em Sant Pere de Ribes, na região de Barcelona. A decisão ocorreu após quase dois anos de disputa judicial.

    De acordo com a emissora Telecinco, o procedimento durou cerca de 15 minutos e envolveu a administração de três medicamentos. Noelia optou por não ter os pais presentes no momento final, embora tenha se despedido deles previamente.

    Horas antes da execução da eutanásia, a Justiça voltou a negar pela terceira vez um pedido da Fundación Española de Abogados Cristianos, entidade de perfil ultraconservador, que tentava suspender o procedimento.

    Histórico de agressões sexuais

    A história de Noelia remonta a 2022, quando ela tentou tirar a própria vida após sofrer uma agressão sexual coletiva. Ela se jogou do quinto andar de um prédio, sobreviveu, mas ficou paraplégica e passou a conviver com dores crônicas intensas, que comprometeram sua qualidade de vida.

    Em abril de 2024, a jovem formalizou o pedido de eutanásia, alegando estar em uma condição “grave, crônica e incapacitante”. O caso, no entanto, ganhou um obstáculo inesperado com a oposição do próprio pai.

    A Comissão de Garantia e Avaliação da Catalunha considerou que o pedido atendia aos requisitos legais. A legislação espanhola permite a eutanásia para pessoas com plena capacidade mental que enfrentem doença grave e incurável ou sofrimento crônico e debilitante.

    Mesmo assim, poucos dias antes da data inicialmente prevista para o procedimento, em agosto de 2024, a Justiça aceitou um recurso apresentado pelo pai de Noelia, que alegava que a filha poderia não estar em condições psicológicas de tomar uma decisão consciente.

    Desejo de morrer

    Em março de 2025, Noelia reafirmou o desejo de morrer durante uma audiência reservada. O pedido voltou a ser autorizado, mas o pai continuou recorrendo na Justiça com o apoio da organização ultraconservadora, prolongando o caso por meses.

    Em entrevista ao programa “Y ahora Sonsoles”, da emissora Antena 3, exibida dias antes da morte, Noelia afirmou: “Quero ir em paz e parar de sofrer”.

    Ela também comentou a resistência da família: “Ninguém da minha família é a favor da eutanásia. Eu entendo, porque faço parte da base deles. Eu vou embora e eles ficam com a dor. Mas e eu, com toda a dor que senti esses anos? Quero partir em paz e parar de sofrer, ponto final”.

    A jovem ainda declarou que “a felicidade de um pai, de uma mãe ou de uma irmã não pode ser mais importante do que a vida de uma filha”.

    A Espanha legalizou a eutanásia em 2021, tornando-se um dos poucos países a permitir o procedimento em casos de sofrimento considerado insuportável. Até o fim de 2024, mais de 1.100 pessoas haviam recorrido à prática, segundo dados do Ministério da Saúde espanhol.
     

     

    Jovem vítima de estupro coletivo morre após passar por eutanásia

  • Trump afirma que foi informado pela CIA que novo líder do Irã é gay

    Trump afirma que foi informado pela CIA que novo líder do Irã é gay

    Presidente dos EUA afirma ter recebido informação sobre Mojtaba Khamenei, mas não apresenta provas. Declaração ocorre em meio a tensão no Oriente Médio e levanta questionamentos sobre o novo comando iraniano

    Uma declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, provocou repercussão nesta quinta-feira (26). Em entrevista à Fox News, ele afirmou que recebeu da CIA informações sobre a vida pessoal do novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei.

    Sem apresentar evidências, Trump disse que o serviço de inteligência indicou que Mojtaba seria gay e acrescentou que o assunto já circulava em outros meios. Segundo ele, a situação seria delicada diante da postura repressiva do regime iraniano em relação a minorias.

    A declaração retoma rumores já citados anteriormente pelo New York Post, que havia noticiado que o presidente americano foi informado sobre o tema e reagiu com surpresa.

    Mojtaba assumiu o poder após a morte do pai, Ali Khamenei, morto em um ataque atribuído a forças dos Estados Unidos e de Israel no fim de fevereiro.

    A escolha do novo líder foi oficializada em 8 de março pela Assembleia de Especialistas do Irã. Aos 56 anos, ele já era considerado um nome forte dentro do regime, principalmente por sua proximidade com a Guarda Revolucionária, grupo central na estrutura de poder do país.

    Mesmo com influência consolidada nos bastidores, a sucessão direta gerou resistência interna, já que a transferência de poder entre familiares não é bem aceita por parte da tradição política e religiosa iraniana.

    Reservado e com poucas aparições públicas, Mojtaba construiu sua trajetória atuando dentro do círculo mais próximo do pai. Segundo o The New York Times, ele participou de decisões estratégicas ligadas a operações militares e de inteligência.

    Especialistas avaliam que sua ascensão indica manutenção da linha política atual, em um momento de forte pressão internacional.

    Relatos do The Telegraph indicam que Mojtaba estava com o pai no dia do ataque, mas escapou por pouco. Ele sofreu ferimentos, enquanto familiares morreram no local.
     
     

    Trump afirma que foi informado pela CIA que novo líder do Irã é gay

  • titu e subt  WhatsApp libera duas contas no iPhone e lança novos recursos

    titu e subt WhatsApp libera duas contas no iPhone e lança novos recursos

    Atualização traz funções para gerenciar arquivos, transferir conversas entre sistemas e usar inteligência artificial para escrever mensagens. Novidades chegam gradualmente e prometem facilitar o uso do aplicativo no dia a dia

    O WhatsApp lançou uma nova atualização com recursos que ampliam e facilitam o uso do aplicativo. Entre as novidades, uma das mais aguardadas chega agora ao iPhone: a possibilidade de usar duas contas no mesmo aparelho.

    “Agora você pode ter duas contas do WhatsApp conectadas ao mesmo tempo no iOS, assim como no Android”, informou a empresa em publicação oficial. “Você não precisa mais usar dois celulares para separar trabalho e vida pessoal. Vai saber sempre qual conta está usando porque a sua foto de perfil aparecerá na aba inferior”.

    A atualização também traz melhorias tanto para Android quanto para iOS. Entre elas, a possibilidade de “encontrar e apagar arquivos grandes diretamente em qualquer conversa”, ajudando a liberar espaço no celular. O usuário também pode excluir apenas os arquivos enviados, mantendo o histórico das mensagens.

    Outra novidade é a facilidade na transferência de conversas entre Android e iPhone. Além disso, o aplicativo passa a sugerir figurinhas com base nos emojis usados e permite fazer edições em fotos compartilhadas dentro da própria plataforma.

    Com o update, o app também ganhou um novo ícone no iPhone, facilitando a identificação da conta em uso e oferecendo mais opções de personalização.

    O WhatsApp ainda adicionou um recurso com inteligência artificial voltado à escrita de mensagens.

    “A funcionalidade Ajuda para escrever pode criar um rascunho de resposta sugerida com base na sua conversa, para que você consiga elaborar a mensagem ideal, tudo isso sem comprometer a privacidade”, explicou a empresa.

    Segundo o WhatsApp, a atualização começou a ser liberada na quinta-feira (26) e deve chegar gradualmente a todos os usuários nos próximos dias.

    titu e subt WhatsApp libera duas contas no iPhone e lança novos recursos

  • Candidata a miss viraliza após dentes caírem durante desfile; assista

    Candidata a miss viraliza após dentes caírem durante desfile; assista

    Representante de Pathum Thani enfrentou imprevisto durante etapa preliminar, quando dentes postiços se soltaram no palco. Sem perder a compostura, ela recolocou a prótese e seguiu a apresentação, ganhando destaque e elogios nas redes sociais

    Kamolwan Chanago, candidata ao Miss Grand Thailand 2026, virou assunto nas redes sociais após um momento inusitado durante uma etapa preliminar do concurso: os dentes postiços que ela usava se soltaram no meio da apresentação.

    O episódio aconteceu na quarta-feira, 25 de março, enquanto a representante da província de Pathum Thani desfilava no palco.

    Ao perceber o ocorrido, Kamolwan manteve a calma, virou-se discretamente, recolocou os dentes e continuou a apresentação sorrindo normalmente.

    O momento foi registrado em vídeo e rapidamente viralizou nas redes sociais, gerando tanto surpresa quanto elogios à postura da candidata.

    Veja as imagens:

     
     
     

     
     
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    A final do Miss Grand Thailand 2026 está marcada para o dia 28 de março, em Bangkok.

    Candidata a miss viraliza após dentes caírem durante desfile; assista

  • Vai poder ver vídeos no Instagram sem ter ligação à Internet; entenda

    Vai poder ver vídeos no Instagram sem ter ligação à Internet; entenda

    Recurso em teste permitiria baixar vídeos para assistir sem internet. Indícios apontam que novidade pode integrar assinatura premium da Meta, que também planeja oferecer recursos exclusivos nas redes sociais.

    Um desenvolvedor revelou nas redes sociais que o Instagram pode lançar uma nova função que permitirá assistir a vídeos Reels mesmo sem conexão com a internet. A novidade, no entanto, pode não ser gratuita e ficar restrita a usuários que pagarem por um plano.

    Quem costuma viajar com frequência sabe como é importante ter opções de entretenimento offline. Hoje, os Reels dependem de conexão, seja por Wi-Fi ou dados móveis, o que pode limitar o uso em algumas situações.

    Segundo o desenvolvedor Alessandro Paluzzi, em publicação feita no Threads, a plataforma está testando um recurso que permite baixar vídeos Reels para assistir depois, sem internet.

    Ele compartilhou imagens que mostram a funcionalidade em desenvolvimento. Em uma delas, aparece a área de gerenciamento dos vídeos baixados. Em outra, surgem opções de configuração, como permitir downloads apenas em Wi-Fi e definir a quantidade de vídeos armazenados no aparelho.

    Apesar de ainda não estar disponível oficialmente, o recurso segue uma tendência já adotada por plataformas como Netflix e YouTube, que permitem baixar conteúdos para consumo offline.

    A estratégia também reforça o movimento do Instagram para competir com serviços de streaming. Em 2025, a rede começou a testar a exibição de Reels em televisores, com um aplicativo dedicado. Já em 2026, passou a disponibilizar essa opção em dispositivos com Google TV.

    Ainda não há previsão de lançamento da função de download. Existe a possibilidade de que ela seja liberada para todos os usuários, mas também há indícios de que possa fazer parte de uma assinatura paga que a Meta pretende implementar.

    Meta planeja assinaturas nas redes sociais

    A Meta confirmou ao site TechCrunch que pretende testar novos modelos de assinatura em suas plataformas. A ideia é oferecer recursos extras e uma experiência diferenciada para quem optar por pagar.

    A confirmação veio após rumores sobre um possível plano pago no Instagram, que incluiria ferramentas exclusivas, como identificar quais seguidores não retribuem o follow.

    Embora a empresa não tenha detalhado quais funções estarão incluídas, afirmou que pretende oferecer experiências premium no Facebook, Instagram e WhatsApp.

    Segundo a Meta, diferentes pacotes devem ser testados, com funcionalidades específicas para cada rede. A estratégia ainda está em fase inicial e deve passar por ajustes antes de um lançamento oficial.
     
     

    Vai poder ver vídeos no Instagram sem ter ligação à Internet; entenda

  • Irã lança novos ataques contra Israel e alvos dos EUA no Golfo Pérsico

    Irã lança novos ataques contra Israel e alvos dos EUA no Golfo Pérsico

    Ataques atingem alvos estratégicos e ampliam tensão regional, enquanto explosões são registradas no Líbano. Conflito se intensifica com resposta iraniana e avanço de operações israelenses contra o Hezbollah

    O Irã anunciou nesta sexta-feira (27) uma nova onda de ataques contra Israel e bases ligadas aos Estados Unidos em países do Golfo Pérsico. Ao mesmo tempo, explosões foram registradas no sul de Beirute, no Líbano, em meio a relatos de bombardeios israelenses na região.

    Em comunicado divulgado pela agência Fars, a Guarda Revolucionária iraniana detalhou os alvos da 83ª ofensiva. Entre eles estão a cidade israelense de Modiin, instalações de petróleo em Ashdod, além de bases militares em Al Dafra, nos Emirados Árabes Unidos, Al Adairi e Ali Al Salem, no Kuwait, e Sheikh Isa, no Bahrein.

    As Forças de Defesa de Israel informaram que pelo menos duas salvas de mísseis foram disparadas contra o país, mas não houve registro de feridos ou vítimas, segundo os serviços de emergência.

    No Golfo, autoridades do Kuwait afirmaram ter interceptado drones, enquanto a Arábia Saudita também confirmou ações semelhantes de defesa aérea.

    A nova ofensiva faz parte da escalada iniciada após os ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro. Desde então, Teerã tem respondido com lançamentos frequentes de mísseis contra alvos israelenses e instalações militares americanas na região.

    No Líbano, explosões foram ouvidas nas primeiras horas do dia no sul de Beirute, área considerada reduto do Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã. Imagens mostram colunas de fumaça nos subúrbios da capital, mas ainda não há confirmação sobre vítimas.

    A região tem sido alvo constante de ataques desde o início do envolvimento do Líbano no conflito, no começo de março. O exército israelense não emitiu alerta prévio de evacuação para a área atingida.

    Antes densamente povoada, a região está praticamente vazia desde o agravamento das hostilidades.

    O conflito se ampliou quando o Hezbollah passou a lançar foguetes contra Israel em resposta à morte do líder iraniano Ali Khamenei, no início da ofensiva.

    Israel afirma que vai intensificar a operação militar no sul do Líbano. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou recentemente que o país está expandindo uma “zona de segurança” para conter ataques do grupo.

    O Hezbollah, por sua vez, afirma continuar os confrontos contra tropas israelenses na região.

    Segundo autoridades libanesas, os ataques israelenses já deixaram mais de 1.100 mortos desde março, incluindo mais de 100 crianças, além de mais de um milhão de deslocados.

    Irã lança novos ataques contra Israel e alvos dos EUA no Golfo Pérsico

  • Exército dos EUA eleva idade máxima de alistamento de 35 para 42 anos

    Exército dos EUA eleva idade máxima de alistamento de 35 para 42 anos

    Mudança entra em vigor em 20 de abril. Durante a Guerra do Iraque, o Exército adotou idade máxima de 42 anos, que foi reduzida para 35 uma década depois

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – As forças de Israel mataram na noite de quarta-feira (25) o chefe do braço naval da Guarda Revolucionária, Alireza Tangsiri, o homem responsável por coordenar a militarização e virtual fechamento do estreito de Hormuz.

    A informação foi dada nesta quinta (26) pelo ministro Israel Katz (Defesa) e ainda não havia sido confirmada pelo Irã, embora até aqui os relatos de inteligência do Estado judeu têm sido precisos.

    Segundo Katz, um ataque de precisão matou Tangsiri e outros comandantes navais, provavelmente em Bandar Abbas, sede da principal base da Guarda em Hormuz.

    No Irã, a Guarda Revolucionária é um ente à parte das Forças Armadas, que pelas informações disponíveis estão sendo mais poupadas na guerra lançada pelos Estados Unidos e Israel há quase um mês.

    Isso se insere no desejo dos agressores de mudar o regime islâmico, que tem na Guarda seu principal pilar. Os militares fora dela são considerados menos ideológicos e não estão tão imiscuídos na vida política e econômica do país.

    Tagsiri cuidava da até aqui bem-sucedida tática da teocracia em relação a Hormuz, por onde passavam até a guerra 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo. Os iranianos vetam a passagem de navios considerados associados aos inimigos, ameaçando explodi-los, e provavelmente minaram parte da região.

    Há ainda ameaça de drones subaquáticos, além de aviões-robôs e mísseis. Quase 30 petroleiros e outras embarcações civis já foram atingidas na guerra. Do outro lado, os EUA estão atacando, desde a semana passada, posições iranianas em toda a região, e afirmaram ter afundado mais de 140 navios do Irã.

    Com mais de 90% do tráfego interrompido, os preços dessas commodities dispararam, levando a uma pressão econômica forte sobre o presidente Donald Trump.

    O americano tem buscado acalmar o mercado com anúncios atabalhoados de negociações que Teerã ora nega, ora afirma que são recados indiretos passados por terceiros. Mas existe um movimento mínimo em curso, que fez a chancelaria chinesa dizer nesta quinta que há “um vislumbre de esperança” para a paz.

    O Paquistão tem agido como interlocutor, um papel curioso dado que há dois anos o país islâmico estava trocando fogo de fronteira com o Irã. Também nesta quinta, emergiram relatos de que os EUA pediram a Israel para retirar da sua lista de alvos duas figuras envolvidas nas conversas.

    Uma é o chanceler Abbas Araghchi, nome conhecido no Ocidente por liderar o lado iraniano nas recentes negociações com os EUA para limitar o programa nuclear dos aiatolás, que foram interrompidas pela guerra.

    Outro é Mohammad Ghalibaf, o presidente do Parlamento. Ele é um político de fala dura e retórica inflamada contra EUA e Israel, mas, ao mesmo tempo, é considerado o principal nome do regime para uma negociação após as mortes do líder supremo, Ali Khamenei, e do mandachuva Ali Larijani em ataques aéreos israelenses.

    O novo líder, o filho de Khamenei Mojtaba, não foi visto em público até hoje e há dúvidas se ele está vivo ou só ferido e escondido.

    Resta combinar com os persas, contudo, dado que o vaivém de versões até aqui deixou Araghchi apenas confirmando que recebeu informações de uma proposta de Trump para o fim da guerra e a está avaliando, embora não a considere aceitável.

    O presidente americano, que apostou num fim rápido para o conflito após a decapitação inicial da teocracia, agora busca uma forma de encerrar a guerra em termos que possa anunciar como uma vitória.

    No fim de semana passado, ele fez um ultimato para a reabertura de Hormuz, sob pena de bombardear as instalações energéticas do Irã. Teerã elevou a aposta, e Trump acabou recuando, dando até este sábado (28) para que uma negociação se encaminhe.

    A guerra em si não parou. O comandante militar americano na região, almirante Brad Cooper, disse nesta quarta que foram destruídos “dois terços da capacidade de produção de mísseis do Irã”.

    EUA e Israel continuam seus ataques, assim como o Irã mantém a rotina de lançar mísseis e drones contra Israel e países da região. Nesta quinta, duas pessoas morreram em Abu Dhabi atingidas por destroços de um míssil interceptado.

    Também numa postagem nesta quinta, o presidente americano reclamou novamente da aliança Otan, cujos membros se recusaram a enviar navios de guerra para apoiar uma reabertura à força de Hormuz. “Não fizeram nada para nos ajudar”, disse.

    Exército dos EUA eleva idade máxima de alistamento de 35 para 42 anos