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  • Grande Rio tem 2ª pior nota em bateria no ano de Virginia como Rainha

    Grande Rio tem 2ª pior nota em bateria no ano de Virginia como Rainha

    Escola de Duque de Caxias perdeu 0,2 décimos no quesito e recebeu três notas 9,9 na apuração. Resultado repercutiu nas redes sociais, onde internautas associaram o desempenho ao ano de estreia de Virginia Fonseca à frente da bateria comandada pelo Mestre Fafá

    A apuração do Carnaval do Rio ganhou força nas redes sociais após a divulgação das notas da bateria da Acadêmicos do Grande Rio. A escola, que teve a influenciadora Virginia Fonseca como Rainha de Bateria neste ano, recebeu a segunda pior avaliação no quesito.

    Sob o comando do mestre Fafá, a bateria somou três notas 9,9 e perdeu 0,2 décimos no total. O desempenho ficou acima apenas da Acadêmicos de Niterói no ranking do quesito. Internautas associaram o resultado ao ano de estreia de Virginia na função e passaram a comentar o assunto nas plataformas digitais.

    “Antes da Virginia, o Fafá gabaritou três carnavais em Bateria”, escreveu um usuário. “Virginia ferrou a bateria do Mestre Fafá. Que ódio”, publicou outro. “Mestre Fafá não merece essa loucura”, comentou mais um.

    De acordo com a Liesa, responsável pela organização do Carnaval carioca, a avaliação não é individual. Os jurados analisam o conjunto da bateria durante o desfile, levando em conta todos os integrantes e o desempenho coletivo na avenida.
     
     

     

    Grande Rio tem 2ª pior nota em bateria no ano de Virginia como Rainha

  • Luisão denuncia ameaças de torcedores do Benfica: “Me chamara de macaco”

    Luisão denuncia ameaças de torcedores do Benfica: “Me chamara de macaco”

    Luisão, ex-zagueiro e ídolo do Benfica, voltou a defender Vinícius Júnior no caso de suposto racismo envolvendo Gianluca Prestianni durante a partida entre Real Madrid e Benfica, na última terça-feira, em Lisboa. O jogo foi válido pela ida do playoff que vale vaga nas oitavas de final da UEFA Champions League.

    Após se posicionar nas redes sociais e publicar um vídeo em seu Instagram, Luisão participou ao vivo da ESPN Brasil nesta quarta-feira, onde atua como comentarista, e revelou ter recebido ameaças e ofensas racistas de torcedores do Benfica por apoiar Vinícius Jr.

    “Ontem fiquei muito chateado e agora mais ainda. Nas redes sociais também fui ofendido, chamado de macaco também, de judas, que não piso mais o estádio”, afirmou o ex-capitão do clube português. Em seguida, reforçou a ligação com a equipe. “A camisa do Benfica é a minha segunda pele.”

    Emocionado, Luisão reiterou apoio à denúncia feita por Vinícius Júnior. “Fico triste por isso, até quando nos posicionamos numa coisa grave, gravíssima. Por isso acho que o Vini é um herói e referência na defesa da bandeira contra o preconceito, do não ao racismo. Dói na pele, você sente sem poder fazer nada, sem poder agir. Só espero que a Europa, que é referência em governança e marketing, também seja referência no combate ao racismo”, declarou

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    Na partida de terça-feira, vencida pelo Real Madrid por 1 a 0, Vinícius Júnior marcou o único gol do jogo e, segundo relatos, teria sido alvo de insultos racistas por parte de Prestianni. O árbitro francês François Letexier interrompeu o confronto e acionou o protocolo antirracismo. A partida ficou paralisada por quase dez minutos após confusão na área técnica e arremesso de objetos ao gramado por torcedores.

    Real Madrid, maior campeão da competição com 15 títulos, e Benfica voltam a se enfrentar no dia 25 de fevereiro, no estádio Santiago Bernabéu, em Madri. Quem avançar encara nas oitavas o Sporting ou o Manchester City.

    O clube português informou que está colaborando com a UEFA, que abriu investigação por meio de um inspetor de Ética e Disciplina. A expectativa é que os dois jogadores sejam ouvidos nos próximos dias. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou estar chocado com o episódio e pediu a responsabilização dos envolvidos.

    Em vídeo publicado através das redes sociais, o ex-jogador fez duras críticas ao jogador do Benfica, que teria dirigido insultos racistas ao jogador do Real Madrid Vinícius Jr.

    null | 18:11 – 18/02/2026


    Luisão denuncia ameaças de torcedores do Benfica: “Me chamara de macaco”

  • Bebê doente é deportado com família dos EUA para o México

    Bebê doente é deportado com família dos EUA para o México

    Criança de dois meses diagnosticada com bronquite estava em centro de detenção no Texas e foi enviada ao México junto com os pais e a irmã. Congressista critica ação do ICE e cobra informações sobre paradeiro e condições da família

    Um bebê de dois meses que estava há três semanas em um centro de detenção em Dilley, no estado do Texas, foi deportado para o México junto com o restante da família: a mãe, o pai e a irmã, de um ano e quatro meses. O bebê, identificado como Juan Nicolás, havia sido diagnosticado com bronquite.

    A denúncia foi feita pelo congressista Joaquín Castro, que vem se manifestando sobre o caso nas redes sociais.

    “Após conversar com o advogado deles, confirmei que Juan, sua irmã de 16 meses, sua mãe e seu pai foram deportados. Segundo o advogado, o ICE deportou a família, que levou apenas o dinheiro que tinha consigo: 190 dólares”, escreveu em sua última publicação no Facebook.

    “Deportar desnecessariamente um bebê doente e toda a sua família é hediondo. Minha equipe e eu estamos em contato com a família de Juan”, afirmou, acrescentando que estava totalmente concentrado em localizar a família, “responsabilizar o ICE por essa ação monstruosa” e “exigir informações específicas sobre seu paradeiro e bem-estar, assim como garantir sua segurança”.

    Na rede social X, o congressista declarou que ao menos o bebê e a mãe foram “abandonados do outro lado da fronteira, no México”.

    Segundo a revista People, o bebê foi levado ao hospital na segunda-feira devido à bronquite. Castro explicou na rede X que ele recebeu alta ainda naquela noite e que, na manhã seguinte, a mãe compareceu diante de um juiz de imigração, que informou que ela seria deportada, sem especificar quando isso ocorreria.

    Ainda na segunda-feira, Castro já havia afirmado que a vida de Juan Nicolás “estava em risco”, alegando que as instalações não contavam com um médico disponível para atendê-lo.

    À revista People, um porta-voz do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos informou que a criança foi levada a um hospital local em Pearsall, no Texas, “para uma avaliação preventiva após apresentar sintomas de infecção respiratória” em 16 de fevereiro. Segundo a mesma fonte, a mãe “pôde acompanhar o estado de saúde da criança durante toda a visita ao hospital”.

    “A equipe do hospital constatou que o estado da criança era estável e que ela permaneceu alerta e responsiva durante a avaliação”, diz o comunicado. “O hospital não a internou e ela já retornou a Dilley, onde a equipe médica continua a monitorar sua saúde. Ela está em condição estável, alerta e responsiva, e continua a receber os cuidados adequados.”

    O centro de detenção é o mesmo onde Adrian e Liam Ramos estiveram detidos. A imagem de Liam, de cinco anos, ganhou repercussão internacional à época, com fotografias mostrando a criança sendo levada pelo ICE ainda com a mochila escolar, após ter sido buscada pelo pai na escola.
     
     
     
     

     
     
     
     

     
     
     

    Bebê doente é deportado com família dos EUA para o México

  • Meta e Nvidia fecham parceria para levar IA ao WhatsApp

    Meta e Nvidia fecham parceria para levar IA ao WhatsApp

    Acordo prevê uso de tecnologia de computação confidencial para garantir privacidade dos usuários, além da compra de milhões de chips para treinar modelos próprios de Inteligência Artificial e ampliar a infraestrutura com novos data centers até 2028

    WhatsApp. O acordo tem como objetivo reforçar a confidencialidade e a privacidade dos usuários do aplicativo de mensagens.

    Como parte da parceria, o WhatsApp passará a contar com a tecnologia Confidential Computing, desenvolvida pela Nvidia. Segundo comunicado das duas empresas, a solução permitirá oferecer funcionalidades de Inteligência Artificial na plataforma ao mesmo tempo em que garante a confidencialidade e a integridade dos dados dos usuários.

    O WhatsApp também trabalha em opções exclusivas para quem estiver disposto a pagar pelo serviço. Entre as novidades reveladas pelo site WABetaInfo está a possibilidade de alterar o ícone e as cores do aplicativo.

    A Nvidia informou ainda que a Confidential Computing foi criada para atender desenvolvedores que desejam utilizar o WhatsApp, por exemplo, para lançar agentes de Inteligência Artificial, ao mesmo tempo em que preservam sua propriedade intelectual.

    A parceria entre a Meta e a Nvidia não ficará restrita ao WhatsApp. A empresa comandada por Mark Zuckerberg anunciou que pretende adquirir milhões de chips das linhas Blackwell e Rubin para treinar seus próprios modelos de Inteligência Artificial.

    De acordo com o site Engadget, a Meta se comprometeu no início deste ano a investir 135 bilhões de dólares em Inteligência Artificial até o fim de 2026. O investimento não será destinado apenas ao desenvolvimento da tecnologia, mas também à ampliação da infraestrutura, com a meta de construir 30 data centers até 2028.
     
     

     

    Meta e Nvidia fecham parceria para levar IA ao WhatsApp

  • Trump avisa Londres para "não ceder" base militar nas ilhas Chagos

    Trump avisa Londres para "não ceder" base militar nas ilhas Chagos

    Presidente dos Estados Unidos afirma que Diego Garcia é estratégica em caso de confronto com o Irã e diz que eventual perda do controle britânico representaria ameaça a aliado. Casa Branca afirma que publicação reflete posição oficial do governo

    O presidente norte-americano voltou a mudar de posição ao alertar nesta quarta-feira o Reino Unido para não entregar uma base militar estratégica no oceano Índico. Segundo ele, a estrutura será fundamental caso os Estados Unidos realizem um ataque contra o Irã. “Não cedam Diego Garcia!”, escreveu Donald Trump, em letras maiúsculas, na rede Truth Social, poucas horas depois de o Departamento de Estado reiterar apoio ao acordo britânico que prevê a devolução das ilhas Chagos à Ilha Maurício e o arrendamento da área onde fica a base.

    Na terça-feira, o Departamento de Estado informou que iniciará na próxima semana negociações com Maurício sobre a base conjunta entre Estados Unidos e Reino Unido em Diego Garcia, considerada de alta importância estratégica.

    A decisão de Londres de devolver o arquipélago das Chagos a Maurício irritou inicialmente Trump. No começo do mês, no entanto, ele afirmou compreender “tal acordo”, ao mesmo tempo em que defendeu a permanência da presença militar norte-americana na região, classificada por ele como sensível.

    Na publicação mais recente, Trump declarou que o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, “não deve, em hipótese alguma, perder o controle de Diego Garcia ao assinar um contrato de arrendamento de 100 anos que é, no mínimo, precário”.

    “Esse território não deve ser retirado do Reino Unido e, se isso acontecer, será um ataque ao nosso grande aliado”, acrescentou.

    O presidente norte-americano afirmou ainda que “se o Irã decidir não chegar a um acordo sobre o programa nuclear, os EUA podem ver-se obrigados a utilizar Diego Garcia e o aeródromo localizado em Fairford, Inglaterra, para repelir qualquer potencial ataque de um regime altamente instável e perigoso”.

    Trump já ameaçou Teerã em diversas ocasiões com uma intervenção militar caso as negociações em andamento não resultem em um entendimento sobre o programa nuclear iraniano.

    Questionada sobre a aparente mudança de posição, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse: “Esta publicação deve ser considerada a política do Governo Trump”.

    “Quando se vê isso na Truth Social, sabe-se que vem diretamente do presidente Trump”, acrescentou.
     

     

    Trump avisa Londres para "não ceder" base militar nas ilhas Chagos

  • PGR diz que Zambelli não cumpriu plano e Moraes arquiva inquérito por coação e obstrução

    PGR diz que Zambelli não cumpriu plano e Moraes arquiva inquérito por coação e obstrução

    Intenção de incitação de autoridades estrangeiras se limitou ao ‘nível da retórica’, diz PGR; Zambelli está presa na Itália desde julho de 2025 e aguarda resultado de julgamento de extradição

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), arquivou nesta quarta-feira (18) um inquérito contra a ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP) que havia sido aberto para apurar supostos crimes de coação e obstrução de investigação.

    Moraes acompanhou parecer da PGR (Procuradoria-Geral da República). Ao recomendar o arquivamento, a o órgão afirmou que Zambelli, após sair do Brasil, anunciou plano de convencer autoridades estrangeiras a influenciarem instituições brasileiras, mas não conseguiu efetivar a estratégia.

    A ex-deputada foi condenada a dez anos de prisão pela invasão do sistema do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e a emissão de um mandado falso de prisão contra Moraes. Quando já estava na Itália, recebeu pena de mais cinco anos por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal. Os dois casos compõem um único processo de extradição, que ainda não teve resultado anunciado.

    Em junho de 2025, Moraes instaurou o inquérito sobre suposta coação e obstrução de investigação ao apontar que, em entrevistas, Zambelli indicou que “a sua fuga do território nacional se reveste, além da tentativa de impedir a aplicação da lei penal, também, na reiteração das condutas criminosas de atentar contra as instituições”.

    Ao abrir a apuração, Moraes também determinou que o Banco Central detalhasse os valores e os remetentes de movimentações feitas por Pix para Zambelli nos últimos 30 dias.

    Ao recomendar o arquivamento, a PGR apontou que a análise das transações aponta que a ex-deputada recebeu principalmente doações de apoiadores. Ainda apontou que “os documentos periciais, assim, não revelaram concreto conluio com agentes estrangeiros ou nacionais, tampouco ações diversas que detivessem o condão de impactar o trâmite de inquéritos ou de ações penais no âmbito do Supremo Tribunal Federal”.

    A Procuradoria ainda afirmou que denunciou o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) e Paulo Figueiredo por coação, em caso que envolveria a “incitação de autoridades estrangeiras”, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para empregar sanções comerciais contra o Brasil com o propósito de coagir Judiciário e influenciar a tramitação de ações penais.

    Zambelli anunciou a intenção de “repetir as condutas” de Eduardo e Figueiredo, segundo a PGR, mas o “projeto delituoso” se limitou ao nível da retórica, “sem significativa exteriorização de atos executórios”, ainda afirmou a Procuradoria.

    Zambelli foi presa em Roma no fim de julho do ano passado, após passar dois meses como foragida. Depois de ter sido poupada da cassação pelo plenário da Câmara, decisão que depois foi derrubada pelo STF, Zambelli renunciou em dezembro ao mandato.

    PGR diz que Zambelli não cumpriu plano e Moraes arquiva inquérito por coação e obstrução

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Shia LaBeouf e Mia Goth teriam se separado em segredo há um ano, diz jornal

    Shia LaBeouf e Mia Goth teriam se separado em segredo há um ano, diz jornal

    Notícia surgiu no mesmo dia em que ator foi detido durante o Mardi Gras, em Nova Orleans; casal se conheceu durante filmagens, teve uma filha e viveu relação marcada por idas e vindas

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O casamento de Shia LaBeouf e Mia Goth teria chegado ao fim discretamente há cerca de um ano. A informação foi divulgada pelo jornal Page Six e ganhou repercussão justamente no dia em que o ator se envolveu em uma confusão e acabou detido durante o Mardi Gras, tradicional festa carnavalesca realizada em Nova Orleans.

    Segundo a publicação, não há confirmação pública de que os dois tenham formalizado o divórcio na Justiça. Após a separação, LaBeouf teria se mudado para a Louisiana para ficar mais perto de familiares.

    O casal tem uma filha, Isabel, que nasceu em 2022. Eles oficializaram a união em 2016, em Las Vegas, numa cerimônia informal que foi transmitida ao vivo pelo site TMZ e rapidamente viralizou. Desde então, a relação foi marcada por períodos de afastamento e reconciliações.

    LaBeouf e Goth se conheceram durante as filmagens de “Ninfomaníaca”, projeto dirigido por Lars von Trier lançado em dois volumes entre 2013 e 2014. A produção marcou o início da parceria do casal, que continuou junto por anos apesar das turbulências.

    Uma das separações mais longas ocorreu em 2018, quando o ator passou a se relacionar com a cantora FKA Twigs. Posteriormente, ela o acusou de agressão sexual, lesão corporal e danos morais. LaBeouf sempre negou as acusações, e o processo foi encerrado na Justiça no ano passado.

    Após reatarem, o ator chegou a falar publicamente sobre a importância de Goth em sua vida. Em entrevista ao podcast do ator Jon Bernthal, conhecido pela série “O Justiceiro”, ele disse que a esposa foi fundamental em um momento difícil. “Ela salvou a minha vida… esteve presente quando eu não merecia ter ninguém por perto… me deu esperança quando eu estava sem forças”, afirmou.

    Nos últimos anos, Mia Goth consolidou o nome no cinema independente e de terror, ganhando destaque em produções como “Pearl”, “X: A Marca da Morte” e “Maxine”. Ela também estrelou a superprodução “Frankenstein”, apontada como uma das favoritas nas premiações internacionais.

    Shia LaBeouf e Mia Goth teriam se separado em segredo há um ano, diz jornal

  • Brasil e mais 100 países condenam expansão de Israel na Cisjordânia

    Brasil e mais 100 países condenam expansão de Israel na Cisjordânia

    Israel autorizou colonos a comprarem terras na região para invadir e tomar a região

    O Brasil e quase 100 países divulgaram comunicado nesta quarta-feira (18) em que condenam a expansão de Israel na Cisjordânia. 

    No domingo (15), o governo de Israel aprovou a reabertura do registro de terras na Cisjordânia ocupada, o que permitirá aos colonos israelenses comprarem terras definitivas na região. Os palestinos consideram a medida uma “anexação de fato”

    No comunicado, os países afirmam que a decisão unilateral de Israel é contrária ao direito internacional.  

    “Reiteramos a nossa rejeição a todas as medidas destinadas a alterar a composição demográfica, o caráter e o status do Território Palestino Ocupado desde 1967, incluindo Jerusalém Oriental. Tais medidas violam o direito internacional, minam os esforços em curso em prol da paz e da estabilidade na região, vão de encontro ao Plano Abrangente e colocam em risco a perspectiva de alcançar um acordo de paz que ponha fim ao conflito”, diz a nota conjunta, divulgada no fim do dia pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil (MRE).

    Os países reafirmaram o compromisso em adotar medidas, com base no direito internacional e em resoluções das Nações Unidas, para “contribuir para a concretização do direito do povo palestino à autodeterminação e para enfrentar a política ilegal de assentamentos no Território Palestino Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental, bem como políticas e ameaças de deslocamento forçado e anexação”.

    “Reiteramos que uma paz justa e duradoura, com base nas resoluções relevantes das Nações Unidas, nos termos de referência de Madri, incluindo o princípio de terra por paz, e na Iniciativa de Paz Árabe, encerrando a ocupação israelense iniciada em 1967 e implementando a solução de dois Estados — na qual dois Estados democráticos, uma Palestina independente e soberana e Israel, vivam lado a lado em paz e segurança, dentro de suas fronteiras seguras e reconhecidas, com base nas linhas de 1967, inclusive no que diz respeito a Jerusalém — continua sendo o único caminho para garantir segurança e estabilidade na região”, concluem.

    Cisjordânia

    A Cisjordânia está entre as áreas reivindicadas pelos palestinos para compor um futuro Estado próprio. A maior parte do território fica sob controle militar israelense, com autonomia palestina limitada em algumas áreas administradas pela Autoridade Palestina, apoiada pelo Ocidente.

    O ministro da Defesa, Israel Katz, disse que o registro de terras é uma medida de segurança vital, enquanto o gabinete do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, afirmou em comunicado que se trata de uma “resposta adequada aos processos ilegais de registro de terras promovidos pela Autoridade Palestina”, segundo a Agência Reuters. 

    Já a presidência palestina condenou a ação, ao afirmar que trata-se de “uma anexação de fato do território palestino ocupado e uma declaração do início de planos de anexação que visam consolidar a ocupação por meio de atividades de colonização ilegais”.

    Brasil e mais 100 países condenam expansão de Israel na Cisjordânia

  • Zuckerberg nega em julgamento que Instagram tenha crianças como alvo

    Zuckerberg nega em julgamento que Instagram tenha crianças como alvo

    CEO foi confrontado com documentos internos da Meta que citavam pré-adolescentes como público-alvo
    Julgamento histórico sobre vício de jovens em redes sociais vai até o fim de março

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, afirmou várias vezes nesta quarta-feira (18), durante um julgamento histórico sobre vício em redes sociais entre jovens, que a dona do Facebook e Instagram não permite o acesso de crianças menores de 13 anos em suas plataformas. As declarações ocorreram apesar de Zuckerberg ter sido confrontado com evidências sugerindo que o grupo era um público-alvo importante da empresa.

    O depoimento de Zuckerberg era o mais aguardado do julgamento, o primeiro de uma série de casos que poderiam criar um precedente legal para milhares de processos movidos por famílias americanas contra as principais plataformas de redes sociais.

    Esta foi a primeira vez que o bilionário pronunciou-se perante um júri sobre a segurança de suas plataformas. Inicialmente, mostrou-se bastante contido, segundo um jornalista da AFP no tribunal. Depois, deu sinais de incômodo, balançou a cabeça e gesticulou ao se voltar para o júri.

    O julgamento vai até o fim de março, quando o júri vai decidir se o YouTube, do Google, e o Instagram, da Meta, foram responsáveis pelos problemas de saúde mental de Kaley G.M., 20, que começou a usar o YouTube aos 6 anos, o Instagram aos 11 e, posteriormente, TikTok e Snapchat.

    Ela alega que as empresas buscaram lucrar viciando crianças em seus serviços, apesar de saberem que as redes sociais poderiam prejudicar sua saúde mental. Ela afirma que os aplicativos alimentaram sua depressão e pensamentos suicidas e busca responsabilizar as empresas.

    Mark Lanier, advogado de Kaley, pressionou Zuckerberg sobre a facilidade da jovem em se cadastrar na plataforma, mesmo apesar da restrição de idade. A norma consta dos termos de uso, um texto que, segundo o advogado, não se pode esperar ser lido por uma criança.

    Zuckerberg foi confrontado com um documento interno segundo o qual o Instagram tinha 4 milhões de usuários menores de 13 anos em 2015, época em que a demandante começou a usar o aplicativo, e 30% das crianças com idade entre 10 e 12 anos eram usuárias da rede social nos Estados Unidos.

    “Se quisermos vencer em grande escala com adolescentes, precisamos trazê-los quando ainda são pré-adolescentes”, dizia uma apresentação interna do Instagram de 2018.

    A Meta e o Google negaram as acusações e apontaram para seu trabalho de adicionar recursos que mantêm os usuários seguros.

    Zuckerberg respondeu que Lanier estava “distorcendo” suas declarações. O CEO disse que a Meta “teve diferentes conversas ao longo do tempo para tentar criar diferentes versões de serviços que as crianças possam usar com segurança”. Por exemplo, ele disse que a Meta discutiu criar uma versão do Instagram para crianças menores de 13 anos, mas o projeto não foi adiante.

    Em um e-mail, Nick Clegg, que era vice-presidente de assuntos globais da Meta, disse a Zuckerberg e outros executivos de alto escalão: “temos limites de idade que não são aplicados (inaplicáveis?)” e observou que políticas diferentes para Instagram e Facebook tornam “difícil afirmar que estamos fazendo tudo o que podemos”.

    Zuckerberg respondeu dizendo que é difícil para desenvolvedores de aplicativos verificar a idade dos usuários e que a responsabilidade deveria ser dos fabricantes de dispositivos móveis.

    O executivo também enfrentou perguntas sobre sua declaração ao Congresso de que não deu às equipes do Instagram a meta de maximizar o tempo gasto no aplicativo.

    Lanier mostrou aos jurados e-mails de 2014 e 2015 nos quais Zuckerberg estabelecia objetivos de aumentar o tempo gasto no aplicativo em porcentagens de dois dígitos. Zuckerberg rebateu que, embora a Meta anteriormente tivesse metas relacionadas à quantidade de tempo que os usuários passavam no aplicativo, desde então mudou sua abordagem.

    “Antes, sim, tínhamos objetivos relacionados com o tempo”, admitiu Zuckerberg. Ele afirmou, no entanto, que a meta da empresa sempre foi “criar serviços úteis que ajudem as pessoas a se conectar com quem quiserem e a conhecer o mundo”.

    O julgamento vai determinar se o Google e a Meta projetaram deliberadamente suas plataformas para promover um uso compulsivo entre os jovens.

    Junto com outros dois julgamentos semelhantes que vão acontecer em meados do ano em Los Angeles, este caso busca criar um precedente para a resolução de milhares de denúncias que culpam as redes sociais por uma epidemia de depressão, ansiedade, transtornos alimentares e suicídio entre os jovens.

    O processo se concentra exclusivamente no design dos aplicativos, seus algoritmos e recursos de personalização, uma vez que a legislação dos EUA concede às plataformas imunidade quase absoluta contra a responsabilização por conteúdos gerados pelos usuários.

    TikTok e Snapchat, também citados no processo, chegaram a acordos confidenciais com a autora da ação antes do início do julgamento.

    Zuckerberg nega em julgamento que Instagram tenha crianças como alvo

  • Vitória Machado recebe convite para disputar os Jogos de Inverno

    Vitória Machado recebe convite para disputar os Jogos de Inverno

    A brasileira Vitória Machado recebeu nesta quarta-feira (18) um convite para representar o Brasil nas disputas de snowboard na próxima edição dos Jogos Paralímpicos de Inverno, que serão disputados nas localidades italianas de Milão e Cortina entre os dias 6 e 15 de março.

    O convite, realizado pela Federação Internacional de Esqui e Snowboard (FIS) e pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês), foi aceito, informaram o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e a Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN).

    Desta forma, a delegação brasileira na Itália será de oito atletas, a maior do país na história dos Jogos de Inverno. 

    Além de Vitória, o Brasil será representado em Milão e em Cortina pelo gaúcho André Barbieri, no snowboard, e os paulistas Wellington da Silva, Elena Regina e Guilherme Cruz Rocha, a paranaense Aline Rocha, o rondoniense Cristian Ribera, e o paraibano Robelson Lula, todos do esqui cross-country.

    Os Jogos de Milão e Cortina marcarão a quarta participação do Brasil nos Jogos Paralímpicos de Inverno. A estreia ocorreu em 2014, em Sochi (Rússia), com dois atletas. Quatro anos depois, em PyeongChang (Coreia do Sul), a delegação brasileira contou com três representantes. Já em Pequim (China), em 2022, o país teve sua maior missão até então, com seis atletas.

    Brasileiros derrotaram argentinos Andrés Molteni e Máximo González

    Agência Brasil | 20:23 – 18/02/2026

    Vitória Machado recebe convite para disputar os Jogos de Inverno