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  • Jovem é morta pelo pai após discussão sobre Trump

    Jovem é morta pelo pai após discussão sobre Trump

    Inquérito no Reino Unido revela que jovem de 23 anos teve discussão política com o pai horas antes de ser baleada no Texas; caso foi tratado como homicídio culposo nos EUA e não houve denúncia criminal

    A morte da britânica Lucy Harrison, de 23 anos, voltou ao centro das atenções após a abertura de um inquérito no Reino Unido que revelou detalhes das horas que antecederam o disparo fatal. Segundo informações divulgadas pela BBC, a jovem teria discutido com o pai sobre o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pouco antes de ser baleada.

    Lucy morreu em 10 de janeiro de 2025, na cidade de Prosper, no Texas, onde visitava o pai, Kris Harrison. Na época, a polícia americana investigou o caso como possível homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Um grande júri decidiu não apresentar denúncia criminal contra ele.

    Agora, o caso passou a ser analisado pela Justiça britânica, em Cheshire, região onde Lucy nasceu. Durante audiência, o namorado da jovem, Sam Littler, afirmou que o clima na casa ficou tenso após uma discussão política envolvendo Trump, que se preparava para assumir um novo mandato.

    De acordo com Littler, Lucy questionou o pai sobre acusações de abuso sexual atribuídas ao presidente americano e perguntou como ele reagiria se uma de suas filhas estivesse naquela situação. O comentário teria provocado forte abalo emocional na jovem, que deixou o ambiente contrariada.

    Ainda segundo o depoimento, pouco antes de o casal sair para o aeroporto, Kris Harrison levou Lucy até o quarto. Segundos depois, um disparo foi ouvido. Littler relatou ter encontrado a namorada caída no chão, enquanto o pai gritava por ajuda.

    Em declaração enviada ao tribunal e citada pela BBC, Kris Harrison afirmou que mostrava à filha uma pistola Glock 9 mm que guardava no quarto quando a arma disparou. Ele disse não se lembrar se estava com o dedo no gatilho no momento do tiro.

    O pai admitiu que havia consumido cerca de 500 ml de vinho no dia do episódio e reconheceu histórico de problemas com álcool. Uma policial que atendeu a ocorrência relatou ter sentido odor de bebida alcoólica quando chegou ao local. Imagens de segurança mostraram que Harrison havia comprado vinho horas antes do disparo.

    Durante a audiência, advogados do pai tentaram afastar a legista responsável pelo inquérito, alegando possível parcialidade. O pedido foi rejeitado. A defesa da mãe de Lucy sustentou que Kris era a única pessoa presente no quarto quando o tiro foi disparado.

    Em nota, também mencionada pela BBC, Kris Harrison afirmou que aceita as consequências do que aconteceu e declarou que carrega diariamente o peso da perda da filha.

    Lucy trabalhava no setor de moda e foi descrita pela mãe como uma jovem determinada, envolvida com causas que considerava importantes e apaixonada por debates. A audiência foi suspensa e deve ser retomada nos próximos dias, quando a legista apresentará suas conclusões.
     
     

     

    Jovem é morta pelo pai após discussão sobre Trump

  • Ataque a tiros em escola no Canadá deixa 9 mortos e 25 feridos

    Ataque a tiros em escola no Canadá deixa 9 mortos e 25 feridos

    Massacre atingiu colégio e residência em Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica. Outras 25 pessoas ficaram feridas, e a autora dos disparos também morreu. Autoridades investigam a motivação e a ligação entre os dois locais atingidos

    Nove pessoas morreram e outras 25 ficaram feridas após um ataque armado que atingiu uma escola e uma residência em Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica, no Canadá, na tarde desta terça-feira 10. A autora dos disparos também morreu, segundo confirmaram as autoridades.

    A ação começou por volta das 13h20 no horário local, 19h20 em Brasília, na Tumbler Ridge Secondary School, instituição que atende cerca de 160 alunos em uma cidade de pouco mais de 2 mil habitantes. Parte das vítimas foi localizada dentro do prédio escolar.

    Outras mortes ocorreram em uma casa apontada pela polícia como relacionada ao caso. Uma das pessoas baleadas não resistiu aos ferimentos e morreu durante o transporte para o hospital. Os demais feridos foram encaminhados a unidades de saúde da região. Até o momento, não foram divulgadas as identidades nem as idades das vítimas.

    A polícia informou que a suspeita correspondia às características descritas em um alerta emitido horas antes. Veículos de imprensa locais relataram que a autora seria uma mulher com cabelos castanhos. As autoridades não esclareceram se ela era estudante da escola nem confirmaram quantas vítimas eram menores de idade.

    Em entrevista coletiva, um porta-voz afirmou que a investigação busca esclarecer a motivação e a conexão entre os dois locais atingidos. “Estamos reunindo informações para compreender toda a dinâmica dos fatos”, disse.

    Dentro da escola, alunos relataram momentos de pânico. O estudante Darian Quist contou à rádio CBC que havia acabado de entrar na sala de aula quando o sistema de som orientou professores e alunos a trancarem as portas. Segundo ele, carteiras e mesas foram usadas para bloquear as entradas enquanto aguardavam a chegada da polícia.

    O jovem permaneceu abrigado por mais de duas horas até ser escoltado para fora do prédio. Após deixar a escola, reencontrou a mãe em um centro comunitário próximo, que serviu como ponto de apoio às famílias.

    A mãe do estudante afirmou que acompanhou o filho por telefone durante toda a ocorrência e presenciou intensa movimentação de viaturas, bombeiros e ambulâncias nas imediações. “Era possível ver policiais posicionados com armas em punho”, relatou.

    O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, classificou o episódio como devastador e expressou solidariedade às famílias atingidas. Ele suspendeu compromissos internacionais após o ataque.

    Autoridades provinciais e líderes partidários também se manifestaram, prometendo apoio à comunidade e acompanhamento rigoroso das investigações. Até a última atualização, a polícia não havia divulgado detalhes adicionais sobre as circunstâncias do crime.

    Ataque a tiros em escola no Canadá deixa 9 mortos e 25 feridos

  • Buffon não esquece trauma provocado por Cristiano Ronaldo: “Não dormia”

    Buffon não esquece trauma provocado por Cristiano Ronaldo: “Não dormia”

    De rivais históricos a companheiros de equipe na Juventus, Cristiano Ronaldo e Gianluigi Buffon construíram uma relação de respeito ao longo dos anos. Ainda assim, o ex-goleiro italiano não esquece o impacto que o atacante português causava quando estava do outro lado do campo.

    Em entrevista ao jornal italiano Tuttosport, Buffon relembrou as grandes rivalidades da carreira e destacou os confrontos contra Cristiano Ronaldo.

    “Ele marcou em praticamente todos os jogos contra mim, exceto quando fui expulso e ele fez o gol de pênalti depois”, disse, em tom bem-humorado. “Na véspera eu não dormia tranquilo. Tinha um lado feroz, uma maldade e uma explosão nos últimos cinco metros que eu nunca vi em mais ninguém. Dentro da área era um animal, com a determinação de quem queria decidir a qualquer custo. Era um matador.”

    Ao ser questionado sobre quem foi mais difícil de enfrentar, Cristiano Ronaldo ou Ronaldo Nazário, Buffon fez distinções entre os dois.

    “O Ronaldo, o Fenômeno, foi protagonista de um futebol que mudou depois dele. Já o CR7 é incomparável pela capacidade de se reinventar e melhorar ao longo dos anos. Teve uma carreira longa, com números impressionantes. O brasileiro sofreu com lesões que impactaram o restante da trajetória. Se tivesse permanecido 20 anos no auge…”, avaliou.

    Sobre Ronaldo Nazário, Buffon ainda acrescentou: “Era um adversário, não um rival. Tinha um espírito esportivo extraordinário, uma serenidade impressionante diante das situações e uma classe que eu nunca tinha visto em campo. Ele tinha tudo para ser admirado até pelos próprios adversários.”

    A coleção de camisas e o arrependimento com Zidane

    Buffon também contou que guarda uma extensa coleção de camisas trocadas ao longo da carreira. Entre elas, está a de Cristiano Ronaldo usada na partida em Turim em que o português marcou o famoso gol de bicicleta contra a Juventus. Ele também possui a camisa de Lionel Messi da final da Liga dos Campeões em Berlim.

    “Tenho a do Cristiano Ronaldo daquele gol de bicicleta, a do Messi na final de Berlim. Foi ele quem me pediu para trocar e eu até perguntei se estava falando sério”, relembrou, entre risos. “Também tenho a do Raúl, do Real Madrid, e a do Weah, do Milan.”

    O único arrependimento envolve Zinédine Zidane. “Tive a camisa dele depois de um jogo entre Parma e Juventus, em 1996, mas ele ainda não era tão famoso. Um amigo da Juventus me pediu e eu acabei dando. Hoje me arrependo”, contou.

    De rivais a parceiros na Juventus

    Depois de anos se enfrentando, Buffon e Cristiano Ronaldo se tornaram companheiros de equipe na Juventus. O português chegou ao clube italiano em 2018, após deixar o Real Madrid. Buffon havia saído para o Paris Saint-Germain, mas retornou à Juventus na temporada seguinte, e os dois atuaram juntos por duas temporadas.

    Em 2021, ambos deixaram o clube. Ronaldo voltou ao Manchester United, enquanto Buffon retornou ao Parma, equipe onde iniciou a carreira profissional.

    Ao todo, os dois dividiram o campo 26 vezes como companheiros. Cristiano Ronaldo, hoje com 41 anos, segue em atividade no Al Nassr, da Arábia Saudita. Buffon, aos 48, encerrou a carreira em 2023 e atualmente aproveita a aposentadoria.

    Medalhista fez desabafo inesperado logo após a prova, revelou ter traído a namorada e afirmou que viveu “a pior semana” de sua vida; discurso emocionado surpreendeu o público e rapidamente ganhou repercussão internacional

    Notícias ao Minuto | 05:15 – 11/02/2026

    Buffon não esquece trauma provocado por Cristiano Ronaldo: “Não dormia”

  • Avião com 55 pessoas faz pouso de emergência e vai parar no mar; veja

    Avião com 55 pessoas faz pouso de emergência e vai parar no mar; veja

    Após falha técnica, aeronave tentou retornar ao aeroporto de Mogadíscio, mas ultrapassou a pista e acabou em águas rasas. Todos os passageiros e tripulantes sobreviveram. Companhia destacou a atuação do piloto.

    Um avião de passageiros da companhia somali Starsky Aviation fez um pouso de emergência na manhã desta terça-feira (10), nas proximidades do Aeroporto Internacional Aden Adde, em Mogadíscio, após apresentar uma falha técnica logo depois da decolagem. As 55 pessoas a bordo sobreviveram.

    Segundo a Autoridade de Aviação Civil da Somália (CAA), a aeronave, um Fokker 50, comunicou o problema à torre de controle cerca de 15 minutos após deixar o aeroporto e solicitou retorno imediato. Durante a tentativa de aterrissagem, o avião não conseguiu parar na pista, ultrapassou o asfalto e acabou em uma área de águas rasas próxima à costa.

    O diretor da CAA, Ahmed Macalin Hassan, afirmou que ainda não está claro qual foi a falha técnica que provocou o incidente. Uma investigação foi aberta para apurar as causas.

    A Starsky Aviation elogiou a atuação do piloto. Em declaração à BBC, o porta-voz da empresa destacou que a “rapidez de raciocínio” foi “crucial” para garantir a segurança dos 50 passageiros e cinco tripulantes. “Elogiamos a forma como ele lidou com a situação”, afirmou.

    Imagens divulgadas nas redes sociais mostram o avião parado na praia, cercado por água, enquanto passageiros deixam a aeronave e se afastam da área.

    A missão da União Africana na Somália informou, em publicação no Facebook, que tropas da ONU e da própria União Africana foram mobilizadas rapidamente para apoiar o resgate. O ministro dos Transportes do país também esteve no local.

    Avião com 55 pessoas faz pouso de emergência e vai parar no mar; veja

  • Raro “tornado de neve” é flagrado em vídeo nos EUA; veja as imagens

    Raro “tornado de neve” é flagrado em vídeo nos EUA; veja as imagens

    Fenômeno incomum foi registrado por uma moradora na região de Divide, no Colorado, e confirmado pelo serviço meteorológico norte-americano; redemoinho levantou neve a vários metros de altura e surpreendeu especialistas

    Um fenômeno raro chamou a atenção de moradores de Divide, no estado do Colorado, nos Estados Unidos. Uma moradora registrou em vídeo o momento em que um chamado “tornado de neve”, também conhecido como “diabo de neve”, se formou e levantou grandes quantidades de neve no ar.

    As imagens foram gravadas por Mandy Campbell, que compartilhou o registro nas redes sociais. No vídeo, é possível ver o redemoinho girando rapidamente e projetando a neve para cima. “Fiquei tão fascinada que só comecei a gravar no final”, escreveu ela na publicação.

    O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos confirmou que o fenômeno foi observado na terça-feira. Segundo a meteorologista-chefe da emissora KKTV 11, Sydney Jackson, trata-se de um evento incomum. “Não vemos isso com frequência”, afirmou. “É como um redemoinho de poeira, mas formado por neve.”

    De acordo com a especialista, o redemoinho era “alto e bastante rápido”, como mostram as imagens.

    Fenômeno semelhante ao “diabo de poeira”

    O chamado “diabo de neve” é semelhante ao “diabo de poeira”, fenômeno caracterizado por uma coluna de ar giratória que se forma próxima ao solo. Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, o diabo de poeira é um redemoinho de vento que pode atingir de poucos metros a algumas centenas de metros de altura.

    Embora tenha características visuais parecidas com as de um tornado, o fenômeno é diferente. Ele se forma devido a grandes diferenças de temperatura entre o ar próximo ao solo e as camadas superiores, geralmente em dias de céu claro e sem a presença de nuvens associadas a tempestades.

    No caso registrado no Colorado, a combinação de condições atmosféricas específicas permitiu a formação do redemoinho de neve, um evento considerado raro e que despertou curiosidade nas redes sociais.
     
     

     

    Raro “tornado de neve” é flagrado em vídeo nos EUA; veja as imagens

  • Trump anuncia revogação de lei climática criada por Obama

    Trump anuncia revogação de lei climática criada por Obama

    Presidente dos Estados Unidos deve formalizar na quinta-feira a derrubada de norma que reconhece gases de efeito estufa como ameaça à saúde pública. Medida pode afetar regras de emissão de veículos e usinas e deve enfrentar questionamentos na Justiça

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve revogar na próxima quinta-feira, dia 12, uma norma criada durante o governo de Barack Obama que serviu de base para o combate às emissões de gases de efeito estufa no país. O anúncio foi feito pela porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.

    Segundo ela, Trump irá formalizar a revogação da chamada Endangerment Finding, adotada em 2009, que reconheceu oficialmente que determinados gases de efeito estufa representam risco à saúde pública.

    A medida é alvo de críticas de cientistas e ambientalistas, que avaliam a decisão como um duro golpe na política climática dos Estados Unidos, historicamente o maior emissor acumulado de gases de efeito estufa. A expectativa é de que a revogação seja contestada judicialmente e possa chegar à Suprema Corte.

    “Nos veremos nos tribunais”, afirmou recentemente Manish Bapna, presidente da organização ambiental NRDC.

    A norma criada no governo Obama determinou que seis gases de efeito estufa são prejudiciais à saúde pública e, por isso, devem ser regulados pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, a EPA. A partir desse entendimento, foram implementadas diversas regras federais para limitar emissões, especialmente no setor de transportes, como automóveis e caminhões movidos a combustíveis fósseis.

    Com a revogação, as regras que impõem limites às emissões de veículos podem ser imediatamente suspensas. Outros regulamentos ambientais, incluindo os voltados para usinas de energia, também podem ser afetados.

    O diretor da EPA, Lee Zeldin, afirmou ao The Wall Street Journal que a iniciativa representa “o maior ato de desregulamentação da história dos Estados Unidos”.

    A atual administração, que defende a ampliação da produção de petróleo e carvão, vinha há meses buscando reverter a decisão de 2009. O governo argumenta que os gases de efeito estufa não devem ser tratados como poluentes tradicionais, já que seus impactos na saúde seriam indiretos e globais, e sustenta que a revogação pode contribuir para a redução do preço dos automóveis.
     
     
     

    Trump anuncia revogação de lei climática criada por Obama

  • Netanyahu chega a Washington e discute Irã com enviados dos EUA

    Netanyahu chega a Washington e discute Irã com enviados dos EUA

    Premiê israelense discute com representantes dos EUA os rumos das negociações nucleares com o Irã, enquanto Washington amplia pressão militar na região e sinaliza possível reforço de sua presença no Golfo Pérsico caso não haja avanço nas tratativas diplomáticas

    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, desembarcou nesta terça-feira em Washington para mais uma visita oficial aos Estados Unidos e iniciou a agenda com uma reunião com enviados especiais americanos para o Oriente Médio.

    Segundo o gabinete do premiê, Netanyahu se encontrou com Steve Witkoff e Jared Kushner para tratar de temas regionais considerados estratégicos. Entre os assuntos discutidos esteve a primeira rodada de negociações entre representantes dos Estados Unidos e do Irã, realizada na última sexta-feira.

    Antes de viajar, Netanyahu afirmou que levaria ao presidente Donald Trump a posição de Israel sobre as bases das negociações. De acordo com ele, os princípios defendidos por seu governo são fundamentais “não apenas para Israel, mas para todos aqueles que desejam paz e segurança no Oriente Médio”.

    O governo israelense defende que o Irã aceite não só limitar o enriquecimento de urânio, mas também reduzir seu programa de mísseis balísticos e encerrar o apoio a grupos armados na região, como o Hezbollah.

    Teerã rejeita essas exigências e afirma estar disposto apenas a discutir restrições ao programa nuclear em troca de alívio nas sanções econômicas.

    Em entrevista à Fox News nesta terça-feira, Trump declarou que é do interesse do Irã fechar um acordo nuclear e classificou como “tolo” o caminho contrário. O presidente americano destacou ainda a presença militar dos Estados Unidos no Golfo Pérsico como forma de pressão sobre o governo iraniano, mencionando o envio de uma “enorme frota” para a região.

    O porta-aviões USS Abraham Lincoln e seu grupo de ataque chegaram ao Golfo em 26 de janeiro, segundo o Comando Central dos Estados Unidos. A movimentação foi descrita pela Casa Branca como medida de “vigilância e dissuasão” diante de possíveis ações do Irã. O governo americano também avalia enviar um segundo porta-aviões caso as negociações não avancem.
     
     

    Netanyahu chega a Washington e discute Irã com enviados dos EUA

  • Após ganhar bronze, atleta desaba em lágrimas e admite traição pública

    Após ganhar bronze, atleta desaba em lágrimas e admite traição pública

    O norueguês Sturla Holm Laegreid transformou a zona mista dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina em um palco para algo que foi além do esporte. Após conquistar a medalha de bronze nos 20 km do biatlo, o atleta protagonizou uma cena incomum ao fazer uma confissão pública sobre sua vida pessoal.

    Laegreid, de 28 anos, já havia participado da edição de Pequim-2022, quando conquistou o ouro no revezamento. Em solo italiano, porém, celebrou sua primeira medalha olímpica individual, terminando atrás do compatriota Johan-Olav Botn e do francês Éric Perrot. O resultado esportivo, no entanto, acabou ofuscado pelo discurso emocionado que fez logo após a prova.

    Visivelmente abalado, quase às lágrimas, o atleta revelou ter vivido dias turbulentos fora das pistas. “Há uma coisa que quero partilhar com alguém que pode não estar a ver hoje. Há seis meses, conheci o amor da minha vida. A pessoa mais bonita e mais amável do mundo. Há três meses, cometi o maior erro da minha vida ao traí-la e contei-lhe há cerca de uma semana. Esta tem sido a pior semana da minha vida”, declarou ao canal norueguês NRK..

    Ele prosseguiu: “Tinha a medalha de ouro na vida. Tenho a certeza de que muitas pessoas vão ver as coisas de maneira diferente, mas só tenho olhos para ela. O desporto tem estado em segundo lugar nos últimos dias. Gostava de poder partilhar isto com ela. Tento ser um bom exemplo a seguir e fiz algo estúpido. Recebi um vídeo simpático do meu clube, usei-o como motivação para hoje. Mas, como disse, quero ser um bom exemplo a seguir e tenho de admitir quando erro. Temos de admitir quando fazemos algo em que não nos revemos e magoamos alguém que amamos tanto”.

    Segundo Laegreid, a decisão de tornar o episódio público foi consciente. “Decidi que diria isto na zona mista. Ao ganhar uma medalha, talvez a mensagem se torne um pouco mais forte. Não são muitos os que sabem pelo que passei. Agora, talvez o mundo inteiro saiba. Não tenho nada a perder. Tive uma oportunidade de ter um amor verdadeiro e estraguei tudo de uma forma inacreditável. Pode não ser perdoável. Mas se isto me der uma pequena possibilidade de lhe dizer o quanto a amo, então prefiro cometer suicídio social em direto na televisão só para ter essa pequena chance. Não quero dar-lhe mais problemas. Ela já tem o suficiente com a notícia da semana passada, mas espero que haja uma luz ao fundo do túnel para nós os dois. E que ela ainda me possa amar”, concluiu.

    Leerdam é noiva do youtuber e boxeador americano Jake Paul. Eles se conheceram após Paul enviar uma mensagem através do Instagram para convidá-la a participar do podcast dele

    Folhapress | 12:15 – 10/02/2026


    Após ganhar bronze, atleta desaba em lágrimas e admite traição pública

  • Sarah Jessica Parker virá ao Brasil no Carnaval

    Sarah Jessica Parker virá ao Brasil no Carnaval

    A atriz vai aparecer em um evento ainda mantido em segredo, fora da Sapucaí. A data e local ainda não foram divulgados.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Os fãs de “Sex and the City” poderão matar as saudades de Sarah Jessica Parker, a Carrie Bradshaw, neste Carnaval.

    A atriz vai aparecer em um evento ainda mantido em segredo, fora da Sapucaí. A data e local ainda não foram divulgados.

    Sarah virá ao Brasil como embaixadora da marca de gin Tanqueray. A atriz vai vestir look exclusivo assinado por uma estilista carioca.

    A informação foi publicada em primeira mão pela coluna de Ancelmo Gois no jornal O Globo. É a primeira vez que a atriz vem ao Brasil durante a maior festa nacional.

    Sarah Jessica Parker virá ao Brasil no Carnaval

  • Prefeita de Seattle diz que política migratória dos EUA pode afastar turistas da Copa

    Prefeita de Seattle diz que política migratória dos EUA pode afastar turistas da Copa

    ISABELLA MENON
    WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – A cidade de Seattle, no estado de Washington, vai receber seis jogos da Copa do Mundo. No entanto, em meio à política imigratória rígida adotada nos Estados Unidos durante o mandato de Donald Trump, a prefeita Katie Wilson afirmou que o atual clima possa afastar parte do público interessado no evento.

    “Vivemos um momento em que há muita ansiedade entre a comunidade de imigrantes em relação à aplicação das leis federais de imigração. Acredito que isso possa afetar a decisão de alguns visitantes de ir aos Estados Unidos”, disse a prefeita. “Essa é a realidade de agora.”

    A declaração foi feita durante uma entrevista concedida a jornalistas estrangeiros, promovida pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, nesta terça-feira (10). Democrata, Wilson foi eleita em novembro do ano passado e já se manifestou publicamente contra o ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas, na sigla em inglês), a polícia de imigração dos Estados Unidos.

    Em janeiro, após a morte da norte-americana Renee Good durante uma ação do ICE, a prefeita publicou uma série de fotos nas redes sociais lamentando o ocorrido. “Minha mensagem para todos os que fazem de Seattle seu lar: esta é a sua cidade, vocês pertencem a este lugar. Vocês merecem estar seguros aqui, e juntos vamos lutar para que isso aconteça”, escreveu.

    Durante a entrevista sobre os jogos da Copa do Mundo, Wilson afirmou que a gestão municipal fará tudo o que estiver ao seu alcance para continuar “protegendo os residentes e os visitantes”. “Estamos aplicando muito esforço e vamos continuar com esse trabalho. Acreditamos que vamos garantir essa experiência”, disse.
    Questionada pela Folha de S.Paulo sobre quais medidas poderiam assegurar maior tranquilidade a turistas que planejam viajar à cidade, a prefeita citou o “Fifa Pass” -uma parceria da Fifa (Federação Internacional de Futebol) com o governo dos Estados Unidos que oferece agendamento prioritário de entrevistas para a concessão de vistos a turistas que já compraram ingressos para a Copa do Mundo.

    “Além disso, continuamos fazendo aquilo que já fazemos. Somos uma cidade receptiva e fazemos tudo o que está ao nosso alcance para receber bem os turistas”, afirmou, sem detalhar quais seriam esses esforços.

    Mais tarde, em entrevista à reportagem, a porta-voz do Departamento de Estado, Amanda Roberson, afirmou que as questões imigratórias são de responsabilidade do Departamento de Segurança Interna, órgão ao qual o ICE está subordinado.

    Ela acrescentou, no entanto, que turistas que “seguem as leis dos Estados Unidos não devem ter medo, pois as autoridades vão direcionar suas ações àqueles que estão violando as leis”.
    A Copa do Mundo deste ano será sediada por México, Estados Unidos e Canadá. A partida de abertura ocorrerá no México. A maioria dos jogos será disputada nos Estados Unidos, e o Canadá receberá apenas seis partidas.

    Fifa Pass

    A Fifa e o governo dos Estados Unidos anunciaram, no fim do ano passado, a criação do Fifa Pass, que permite o agendamento acelerado de entrevistas para obtenção de visto -entre seis e oito semanas- para torcedores que comprarem ingressos pela plataforma oficial.

    Mesmo assim, o torcedor ainda precisará fazer a solicitação de visto pelos canais regulares, e a compra do ingresso não garante a concessão do documento.

    Prefeita de Seattle diz que política migratória dos EUA pode afastar turistas da Copa