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  • As coisas mais surpreendentes feitas por ditadores

    As coisas mais surpreendentes feitas por ditadores

    Esses tiranos se aproveitaram do poder para fazer tudo o que queriam!

    Os ditadores são conhecidos por oprimirem países inteiros com seus regimes implacáveis. Esses tiranos não só impunham leis e regras autoritárias de acordo com suas crenças, preferências pessoais e preconceitos, como se aproveitaram do poder para fazer tudo o que queriam. Duvida? 

    As coisas mais surpreendentes feitas por ditadores

  • Fabi Bang veste figurino de 'Wicked' em sua estreia no Carnaval de São Paulo

    Fabi Bang veste figurino de 'Wicked' em sua estreia no Carnaval de São Paulo

    “A Glinda brasileira ama glitter e ama samba. Sempre senti que ela tinha essa energia carnavalesca”, afirma a atriz. “Estar na Avenida, numa sexta-feira 13, com um enredo dedicado às bruxas, é a materialização de um sonho que eu guardava há anos”.

    ANA CLARA COTTECCO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A magia de Oz ganha mais um palco no Brasil e, desta vez, vai brilhar na avenida do Sambódromo do Anhembi nesta sexta-feira (13) ). A atriz Fabi Bang, intérprete de Glinda na montagem brasileira de “Wicked”, estreia no Carnaval desfilando pela escola de samba paulista Colorado do Brás com o figurino oficial da personagem.

    “A Glinda brasileira ama glitter e ama samba. Sempre senti que ela tinha essa energia carnavalesca”, afirma a atriz. “Estar na Avenida, numa sexta-feira 13, com um enredo dedicado às bruxas, é a materialização de um sonho que eu guardava há anos”.

    Com o enredo “A Bruxa Está Solta! Senhoras do Saber Renascem na Colorado”, a agremiação propõe revisitar a figura historicamente marginalizada da bruxa. A narrativa busca exaltar mulheres que, ao longo dos séculos, foram silenciadas ou estigmatizadas, associando a imagem à sabedoria, resistência e poder feminino.

    “É muito simbólico levar a Glinda para a avenida justamente num enredo que ressignifica a figura da bruxa. Glinda representa luz, generosidade e transformação. Poder celebrar isso no Carnaval, que também é potência, arte e liberdade, é uma honra imensa”, diz.

    Fabi Bang veste figurino de 'Wicked' em sua estreia no Carnaval de São Paulo

  • É só minha personalidade, diz Luísa Sonza ao negar transtornos psiquiátricos

    É só minha personalidade, diz Luísa Sonza ao negar transtornos psiquiátricos

    “E gente eu já questionei meu psiquiatra se tenho algum problema psiquiátrico várias vezes e ele me confirmou que é só depressão e ansiedade, de resto é só minha personalidade mesmo”, escreveu no X nesta terça-feira (10).

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – LuÍsa Sonza usou as redes sociais para se manifestar após internautas especularem que ela tem distúrbios de personalidade, como transtorno bipolar ou boderline. A cantora negou que tenha recebido qualquer diagnóstico, mesmo questionando seu médico diversas vezes.

    “E gente eu já questionei meu psiquiatra se tenho algum problema psiquiátrico várias vezes e ele me confirmou que é só depressão e ansiedade, de resto é só minha personalidade mesmo”, escreveu no X nesta terça-feira (10).

    O esclarecimento veio após outra publicação em que ela questionava os seguidores se eles também teriam uma dupla personalidade. “Eu queria muito conseguir ser equilibrada, mais meio-termo”, diz uma parte do post, que reforçou as especulações.

    É só minha personalidade, diz Luísa Sonza ao negar transtornos psiquiátricos

  • Trump ameaça Irã com envio de mais um porta-aviões

    Trump ameaça Irã com envio de mais um porta-aviões

    Em entrevista ao Canal 12 israelense e ao site americano Axios, o republicano afirmou também que está pronto para agir militarmente caso as discussões sobre o programa nuclear de Teerã não deem resultado. “Ou chegamos a um acordo, ou teremos de fazer algo muito duro.”

    IGOR GIELOW
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (10) que considera enviar um segundo grupo de porta-aviões para a região do Oriente Médio, uma forma de elevar a pressão sobre o Irã enquanto os rivais se preparam para retomar negociações.

    Em entrevista ao Canal 12 israelense e ao site americano Axios, o republicano afirmou também que está pronto para agir militarmente caso as discussões sobre o programa nuclear de Teerã não deem resultado. “Ou chegamos a um acordo, ou teremos de fazer algo muito duro.”

    Os EUA já haviam enviado um grupo de ataque de porta-aviões, centrado no USS Abraham Lincoln, para o mar da Arábia. O navio está em treino constante lá há quase duas semanas, um de seus caças F-35 já abateu um drone iraniano que se aproximava.

    Quando enviou o Lincoln, em janeiro, a Marinha também mobilizou o USS George H. W. Bush, que estava na costa leste americana e passou a manobrar no Atlântico, ficando em posição para eventualmente ir ao teatro de operações por meio do Mediterrâneo oriental -fechando assim os flancos sul e oeste do Irã.

    Ao longo das semanas, uma terceira opção se colocou com o deslocamento do USS George Washington, que está no Pacífico. Tanto esse navio quanto o George H. W. Bush estão a cerca de uma semana de posição de ataque contra o Irã.

    Trump vem montando um grande cerco militar contra Teerã desde o começo do ano, quando disse que iria ajudar manifestantes que foram duramente reprimidos após os maiores atos contra o regime islâmico instaurado em 1979 no país.

    Ele desconversou, insistiu no tema espinhoso da tomada da Groenlândia, mas logo depois deu um ultimato aos aiatolás. Parou de falar em apoiar protestos e voltou ao assunto que mais opõe os rivais, a possibilidade de o Irã se tornar a décima potência nuclear do mundo.

    Em 2015, Washington, Teerã e outros atores fecharam um acordo no qual os iranianos prometiam só enriquecer urânio para fins pacíficos e de forma verificável, ganhando em troca o alívio de sanções econômicas.

    Trump deixou o arranjo em 2018, alegando não sem razão que havia opacidade do lado do Irã. Mas não houve negociações, e sim escalada de tensões, com Teerã acumulando 400 kg de urânio enriquecido a 60%, menos do que é preciso para fazer bombas 100% eficazes, mas suficiente para gerar estragos grandes e espalhar radiação.

    Em 2025, na esteira dos 12 dias de guerra aérea entre Israel e o Irã, Trump promoveu um bombardeio de instalações nucleares do país persa, levando a um cessar-fogo. Agora, busca uma negociação que começou de forma indireta na semana passada em Omã.

    “Depois das conversas, nós sentimos que havia um entendimento e um consenso de continuar o processo diplomático”, disse nesta terça o porta-voz da chancelaria iraniana, Esmaeil Baghaei. Não há data para a próxima reunião.

    Trump quer o fim completo do programa nuclear, o que o líder supremo iraniano Ali Khamenei rejeita. O chefe do programa nuclear do aiatolá já levantou a hipótese de diluir o urânio existente, reduzindo seu potencial para uso militar. A Rússia sugere manda todo o estoque para seu território.

    Enquanto nada disso ocorre, fica o jogo de tensões administradas a partir de declarações aqui e ali. O preço do petróleo, commodity de excelência do Oriente Médio e cuja rota de escoamento poderia ser afetada numa guerra, subiu da casa US$ 60 o barril Brent para quase US$ 70 nos últimos dias.

    Nesta quarta (11), Trump receberá o aliado Binyamin Netanyahu, premiê israelense que havia pedido tempo para se preparar para um ataque no começo do ano -por motivos diversos, no caso o petróleo, sauditas e qataris haviam apelado pelas negociações.

    Agora o cenário é outro. O israelense busca garantir que não só o programa nuclear seja discutido e eventualmente atacado por Trump, mas também as capacidade de Teerã de fabrica e lançar mísseis balísticos.

    Segundo a imprensa do Estado judeu, Netanyahu poderá entrar num eventual conflito mesmo sem os EUA caso não haja avanço nesse sentido. Os negociadores do Irã já afirmaram que só aceitam debater o programa nuclear, não suas forças convencionais.

    Trump ameaça Irã com envio de mais um porta-aviões

  • Jeffrey Epstein era supostamente um espião israelense, diz fonte do FBI

    Jeffrey Epstein era supostamente um espião israelense, diz fonte do FBI

    As alegações constam no último arquivo divulgado pelo Departamento de Justiça dos EUA.

    A descoberta mais recente nos arquivos de Jeffrey Epstein sugere que ele trabalhou para o serviço secreto israelense, o Mossad, de acordo com documentos divulgados recentemente pelo Departamento de Justiça dos EUA.

    O vazamento de arquivos incluiu um relatório de 2020 do FBI, do escritório de Los Angeles, afirmando que um informante confidencial se convenceu de que Epstein era um “agente cooptado do Mossad” e que havia sido “treinado como espião”.

    Os documentos divulgados também mostram que Epstein financiou organizações ligadas às Forças Armadas de Israel, incluindo a Friends of the Israel Defense Forces, que arrecada fundos para soldados da ativa e veteranos, e o Fundo Nacional Judaico (JNF).

    Embora a estreita amizade de Epstein com o ex-primeiro-ministro Ehud Barak tenha alimentado especulações sobre seus laços com Israel, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu respondeu na rede social X, dizendo: “O relacionamento incomumente próximo de Jeffrey Epstein com Ehud Barak não sugere que ele trabalhou para Israel. Prova o contrário.”

    Você já assistiu a um filme de James Bond e se perguntou como seria trabalhar como espião? Uma carreira como agente secreto pode não ser para todos, mas como saber se você é o candidato certo para o trabalho?

    Jeffrey Epstein era supostamente um espião israelense, diz fonte do FBI

  • Portugal tem 35 mil imóveis sem energia 13 dias após passagem de tempestade

    Portugal tem 35 mil imóveis sem energia 13 dias após passagem de tempestade

    Os problemas na rede de distribuição começaram em 28 de janeiro. Na manhã desta terça, 41 mil clientes da E-Redes permaneciam sem energia elétrica, sendo que 35 mil deles estão nas áreas mais afetadas. O fenômeno causou destruição e danos severos em linhas, postes, subestações e outros equipamentos essenciais ao fornecimento de energia.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Chuvas fortes e tempestades continuam causando grandes problemas em Portugal. Treze dias após a chegada da depressão Kristin, cerca de 35 mil clientes da E-Redes, responsável pela distribuição de energia no país, ainda estão sem luz, segundo balanço divulgado nesta terça-feira (10) pela empresa.

    Os problemas na rede de distribuição começaram em 28 de janeiro. Na manhã desta terça, 41 mil clientes da E-Redes permaneciam sem energia elétrica, sendo que 35 mil deles estão nas áreas mais afetadas. O fenômeno causou destruição e danos severos em linhas, postes, subestações e outros equipamentos essenciais ao fornecimento de energia.

    O distrito de Leiria é o mais atingido, com cerca de 26 mil clientes sem energia. Em seguida aparecem Santarém, com cerca de 6.000, Castelo Branco, com 2.000 e Coimbra, com 1.000. A E-Redes afirma que cada cliente corresponde a um ponto de fornecimento, como casas, empresas ou comércios, o que dificulta estimar o número total de pessoas afetadas.

    O apagão prolongado ocorre em meio a uma crise mais ampla provocada pelas depressões Kristin, Leonardo e Marta. Desde o fim de janeiro, os temporais deixaram 15 mortos, centenas de feridos e desalojados no país, segundo o jornal português SIC Notícias.

    Os danos incluem destruição de casas e empresas, queda de árvores, estradas interditadas, suspensão de aulas e serviços, além de cortes de energia, água e comunicações. As regiões mais afetadas são Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo. Diante do cenário, o governo português prorrogou até 8 de fevereiro a situação de calamidade e anunciou um pacote de apoio que pode chegar a 2,5 bilhões de euros para a recuperação das áreas afetadas.

    Portugal tem 35 mil imóveis sem energia 13 dias após passagem de tempestade

  • Itamaraty diz que há registro de 22 brasileiros mortos na guerra da Ucrânia

    Itamaraty diz que há registro de 22 brasileiros mortos na guerra da Ucrânia

    Além das mortes, há registro de 44 brasileiros desaparecidos no país. Um brasileiro que era voluntário nas forças armadas da Ucrânia morreu no último domingo durante um ataque no país, disseram colegas de combate à família da vítima.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um balanço de autoridades ucranianas enviado ao governo brasileiro revelaram que ao menos 22 brasileiros morreram durante a guerra no país.

    Além das mortes, há registro de 44 brasileiros desaparecidos no país. Um brasileiro que era voluntário nas forças armadas da Ucrânia morreu no último domingo durante um ataque no país, disseram colegas de combate à família da vítima.

    O paraense Adriano Silva teria sido atingido por fogo de artilharia. Segundo informações repassadas aos familiares, ele estava na cidade de Kupiansk, a mais de 500 quilômetros de Kiev, quando foi surpreendido pelo ataque junto com outros militares.

    Desde o início da guerra, em 2022, brasileiros que sonham com a carreira militar se voluntariaram para participar do conflito. Eles apostaram na guerra entre Rússia e Ucrânia como uma chance de ganhar experiência em campo. Entenda aqui o que leva brasileiros à guerra da Ucrânia.

    A guerra na Ucrânia já deixou 1,2 milhão de mortos, feridos ou desaparecidos no exército russo, segundo um estudo publicado no dia 27 de janeiro. Do total, 325 mil teriam morrido desde a invasão em larga escala comandada pelo Kremlin, em fevereiro de 2022, superando as baixas militares sofridas por uma grande potência em qualquer outro confronto desde a Segunda Guerra Mundial.

    “Apesar das alegações de ganho de influência no campo de batalha na Ucrânia, os dados mostram que a Rússia está pagando um preço extraordinário por ganhos mínimos e está em declínio como grande potência”, diz o think tank americano Centro para Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês).

    A Rússia refutou os dados do CSIS, afirmando que o relatório não é confiável. Por sua vez, o serviço russo da BBC e o portal Mediazona, que se baseiam em dados disponíveis publicamente, como certidões de óbito, já identificaram mais de 163 mil soldados russos mortos em quatro anos de guerra, embora reconheçam que o número real seja provavelmente maior.

    Já no exército ucraniano, as baixas estimadas pelo CSIS estão entre 500 mil e 600 mil, número que inclui mortos, feridos e desaparecidos. Destes entre 100 e 140 mil militares teriam morrido, até dezembro de 2025. A estimativa do think tank é que o total de baixas ucranianas e russas possa chegar a 2 milhões até junho deste ano.

    Itamaraty diz que há registro de 22 brasileiros mortos na guerra da Ucrânia

  • Governo espera que Azul saia da recuperação judicial nos EUA no próximo mês

    Governo espera que Azul saia da recuperação judicial nos EUA no próximo mês

    Durante evento do BTG Pactual nesta terça-feira (10), o ministro citou a possível conclusão do processo para ilustrar seu entusiasmo com o atual momento do setor aéreo brasileiro. Segundo ele, as principais companhias em operação no país estão conseguindo se recuperar financeiramente, a exemplo da Gol -que deixou o Chapter 11 em junho do ano passado- e da Latam, que recentemente anunciou a compra de 74 aviões da Embraer.

    THIAGO BETHÔNICO
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), disse esperar que a Azul saia da recuperação judicial nos Estados Unidos -o chamado Chapter 11- nos próximos 30 dias.

    Durante evento do BTG Pactual nesta terça-feira (10), o ministro citou a possível conclusão do processo para ilustrar seu entusiasmo com o atual momento do setor aéreo brasileiro. Segundo ele, as principais companhias em operação no país estão conseguindo se recuperar financeiramente, a exemplo da Gol -que deixou o Chapter 11 em junho do ano passado- e da Latam, que recentemente anunciou a compra de 74 aviões da Embraer.

    “A gente saneou as companhias aéreas ofertando crédito por meio do Fnac [Fundo Nacional de Aviação Civil] de R$ 5 bilhões e agora surge uma janela positiva”, afirmou.
    O prazo esperado pelo ministro para a conclusão da recuperação judicial da Azul está alinhado com o que a própria companhia antecipa. Em dezembro de 2025, a aérea teve seu plano aprovado pela Justiça dos EUA, o que é considerado um dos principais passos para o encerramento do processo.

    Para concluir o Chapter 11, a Azul propôs uma redução de mais de US$ 3 bilhões (R$ 15,6 bilhões) em dívidas, obrigações com arrendamentos de aeronaves, juros anuais e custos recorrentes com frota. A empresa também previu uma captação de quase US$ 1 bilhão.

    A companhia entrou com o pedido de recuperação judicial nos EUA em maio de 2025 com o objetivo de reorganizar suas dívidas. Poucos meses depois, após encerrar operações em diversas cidades e deixar de ofertar rotas, a companhia viu seu desempenho operacional melhorar e declarou ter “dinheiro suficiente” para sair do Chapter 11.

    O mercado de aviação comercial vem se recuperando nos últimos anos da crise da pandemia. Durante o evento do BTG, o ministro Costa Filho comemorou o crescimento do setor aéreo no país e citou o retorno de grandes empresas ao mercado, como TAP, Emirates, Iberia e American Airlines. Segundo ele, a aviação internacional cresceu mais de 14% em 2025.

    De acordo com o ministro, também cresceu o número de usuários anuais da malha aérea. “Fechamos o ano passado com 130 milhões de passageiros no Brasil. Em três anos de governo foram incluídos mais de 30 milhões de passageiros na aviação do país”, disse. “Estou muito animado com o momento que vive a aviação brasileira.”

    LEILÃO DO TECON 10 FICA PARA MAIO

    Durante o painel no evento, Silvio Costa Filho falou sobre o cronograma com que o ministério trabalha para o leilão do Tecon 10, o megaterminal do porto de Santos.

    Segundo ele, a expectativa é que o edital seja publicado nos primeiros dez dias de março, e que o leilão seja realizado em maio.
    “Nós estamos modelando ainda o edital para que a gente possa, ao lado da Antaq [Agência Nacional de Transportes Aquaviários], apresentar após o carnaval ao presidente Lula”, afirmou.

    O leilão do Tecon 10 vive um vaivém há meses. Um dos principais entraves é uma regra para impedir a participação de armadores, como são chamados os donos de navios.

    Como mostrou a Folha de S. Paulo, o episódio mais recente colocou em campos opostos a Casa Civil e o Ministério de Portos e Aeroportos. Isso porque a preferência do presidente Lula é por uma solução que permita a participação de armadores chineses no certame. A indefinição pode adiar ainda mais o certame, que deveria ter acontecido no final do ano passado.

    O megaterminal será instalado em uma área no bairro do Saboó, em Santos, de 622 mil metros quadrados. O projeto é que seja multipropósito, movimentando contêineres e carga solta. O vencedor do leilão será definido pelo modelo da maior outorga: ganha quem oferecer mais dinheiro pelo direito de construí-lo e operá-lo.

    Serão quatro berços, como são chamados os locais de atracação do navio para embarque e desembarque. A previsão de investimento nos 25 anos de concessão pode chegar a R$ 40 bilhões.

    Governo espera que Azul saia da recuperação judicial nos EUA no próximo mês

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  • Diretor da PF diz que caso Master 'vem de outras gestões' no BC

    Diretor da PF diz que caso Master 'vem de outras gestões' no BC

    A declaração foi feita durante entrevista a jornalistas sobre balanço das gestões da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal.

    RAQUEL LOPES
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta terça-feira (10) que o caso envolvendo o Banco Master tem origem em gestões anteriores do Banco Central, mas foi enfrentado na atual, com atuação integrada e parcerias institucionais, o que permitiu o avanço das investigações.

    A declaração foi feita durante entrevista a jornalistas sobre balanço das gestões da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal.

    “E isso [enfrentamento] foi possível graças a essa integração, essa parceria, essa cooperação, graças à coragem também do presidente [Gabriel Galípolo], de enfrentar um problema que já vinha de outras gestões e que ele teve a coragem, a capacidade de levar à frente, levar à Polícia Federal esses dados, conforme manda a lei”, disse.

    “E aqui eu também parafraseio o presidente Galípolo para dizer e reiterar que essa autonomia que o Banco Central teve para fazer isso também tivemos nós na Polícia Federal para avançar”, acrescentou.

    Como a Folha de S. Paulo mostrou, Gabriel Galípolo disse nesta segunda (9) ser grato por passar pelo caso Master sob a Presidência de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em evento da ABBC (Associação Brasileira de Bancos).

    “Agradeço a Deus por passar por isso sob o presidente Lula. Eu quero sublinhar a garantia da autonomia do BC e da Polícia Federal”, disse o presidente da autoridade regulatória.

    “Muita gente pode dizer, ‘mas isso é uma garantia constitucional, está dada ali’. É isso mesmo. Mas termos essa certeza, essa tranquilidade que vamos poder trabalhar com essa devida autonomia, sem que ninguém nos pergunte o que está sendo descoberto, o que não está sendo descoberto, e garantir essa proteção por parte do Presidente da República para que a gente possa desenvolver o nosso trabalho é bastante importante”, completou Galípolo.

    Em janeiro, Lula afirmou, em um evento em Maceió, que o pobre no Brasil é sacrificado “enquanto um cidadão do Banco Master deu um golpe de mais de R$ 40 bilhões”.

    Galípolo também agradeceu ao apoio do ministro Fernando Haddad (Fazenda) e o trabalho de Paulo Gonet, procurador-geral da República e da Polícia Federal.

    Em sua fala, o presidente do BC defendeu a decisão de liquidar o banco de Daniel Vorcaro, diante de diversos vencimentos de CDBs (Certificados de Depósito Bancário).

    Diretor da PF diz que caso Master 'vem de outras gestões' no BC

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  • Baleia Rossi sinaliza alinhamento com Tarcísio enquanto Lula disputa apoio do MDB

    Baleia Rossi sinaliza alinhamento com Tarcísio enquanto Lula disputa apoio do MDB

    “Estive ontem à noite com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Falamos sobre o cenário eleitoral no Brasil e em São Paulo, onde o MDB vai reforçar sua parceria firmada há quatro anos, que (tem) sido marcada por lealdade e respeito mútuo”, escreveu o dirigente em seu perfil no X.

    O presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, reuniu-se na noite de segunda-feira, 9, com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em São Paulo. Em publicação nas redes sociais nesta terça-feira, 10, Rossi afirmou que a conversa reforçou a parceria entre o MDB e o governo paulista, firmada há quatro anos. Segundo ele, a relação é marcada por \”lealdade e respeito\”.

    \”Estive ontem à noite com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Falamos sobre o cenário eleitoral no Brasil e em São Paulo, onde o MDB vai reforçar sua parceria firmada há quatro anos, que (tem) sido marcada por lealdade e respeito mútuo\”, escreveu o dirigente em seu perfil no X.

    O encontro ocorre em meio a negociações de bastidores entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o MDB sobre a possibilidade de indicação de um nome da sigla para a vaga de vice-presidente na chapa à reeleição, em outubro. Integrantes da legenda negam que o tema esteja em discussão formal no partido.

    Em São Paulo, o MDB é comandado pelo prefeito da capital, Ricardo Nunes, aliado de Tarcísio e que contou com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em sua campanha à reeleição em 2024. No plano nacional, a sigla ainda não definiu se terá candidatura própria à Presidência, se apoiará outro nome ou se adotará uma posição de neutralidade na disputa.

    Mais cedo, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que caberá ao vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) decidir entre tentar a reeleição ao cargo ou disputar novamente o governo de São Paulo. Publicamente, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), também tem sido pressionado por aliados a voltar à disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.

    Apesar de manter quadros alinhados ao Palácio do Planalto, como o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e a ministra do Planejamento, Simone Tebet, o MDB abriga diferentes correntes internas e tem ampliado alianças regionais que não passam pelo PT, especialmente em Estados governados por partidos do campo do centro e da direita.

    Nesse contexto, Lula e dirigentes do PT avaliam a possibilidade de estimular uma candidatura de Tebet ao Senado ou ao governo de São Paulo, sob a avaliação de que seu nome poderia fortalecer o palanque do presidente no maior colégio eleitoral do País. A ministra, no entanto, construiu sua trajetória política no Mato Grosso do Sul.

    A última vez em que PT e MDB estiveram juntos de forma estruturada na Presidência da República foi durante os governos da ex-presidente Dilma Rousseff, entre 2011 e 2016. À época, o MDB – então PMDB – integrou a coalizão governista e indicou o vice-presidente Michel Temer, compondo a chapa vencedora nas eleições de 2010 e 2014.

    A aliança foi rompida em 2016, quando o MDB desembarcou do governo e passou a apoiar o processo de impeachment de Dilma no Congresso. Desde então, as duas siglas não voltaram a formar uma coalizão nacional nos mesmos moldes, apesar de o atual governo do presidente Lula contar com três emedebistas na Esplanada e manter negociações pontuais com o partido.

    Baleia Rossi sinaliza alinhamento com Tarcísio enquanto Lula disputa apoio do MDB

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