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  • Casais LGBTQ+ que você não conhecia ou esqueceu

    Casais LGBTQ+ que você não conhecia ou esqueceu

    Aqui estão alguns casais realmente inspiradores

    As pessoas adoram casais de famosos e não é diferente quando se trata de astros e estrelas LGBTQ+. Alguns desses casais estão juntos aos olhos do público há anos, outros se assumiram publicamente após décadas de namoro. Embora cada casal tenha sua própria história, uma coisa é certa: eles estão mostrando ao mundo que amor é amor.

    Clique para conferir alguns dos casais LGBTQ+ mais famosos por aí. 

    Casais LGBTQ+ que você não conhecia ou esqueceu

  • Boulos volta a criticar “terrorismo econômico” contra fim da 6 por 1

    Boulos volta a criticar “terrorismo econômico” contra fim da 6 por 1

    “Esses grupos chegam a fazer terrorismo econômico, na tentativa de postergar a votação da matéria no Legislativo”, disse Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República

    O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, afirmou nesta terça-feira (12) que a proposta do fim da escala de trabalho 6 por 1 tem enfrentado resistência porque atinge interesses de setores poderosos da economia brasileira.

    “Esses grupos chegam a fazer terrorismo econômico, na tentativa de postergar a votação da matéria no Legislativo”, disse no programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

    De acordo com Boulos, os grupos contrários à redução da jornada de trabalho que dá ao trabalhador dois dias de folga semanais, estão tentando, inclusive, estabelecer prazos para que a nova jornada comece a vigorar. Algo que, segundo ele, não terá apoio do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Na avaliação do ministro, o presidente Lula, ao defender a redução da jornada de trabalho, se coloca em posição de enfrentamento a “um grande sistema econômico”. 

    “Mas foi para isso que ele foi eleito”, acrescentou.

    Movimento recorrente

    As críticas à proposta, segundo o ministro, fazem parte de um movimento recorrente sempre que há avanços em direitos trabalhistas, o mesmo quando se propôs a criação do salário mínimo, das férias remuneradas e do 13º salário.

    “O que existe é um terrorismo econômico brutal nessa história, que, aliás, não é novo no Brasil, se você observar os arquivos dos jornais de 1940, quando [o então presidente] Getúlio Vargas criou a lei do salário mínimo. Hoje, tem doido para tudo. Alguns até falam em acabar com o salário mínimo. Mas ninguém aceita isso”, argumentou.

    O ministro defendeu que o debate sobre o tema seja feito com base em dados reais. Nesse sentido, citou estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), segundo o qual o impacto médio da redução da jornada para 40 horas semanais seria de cerca de 1% no custo operacional das empresas.

    “Isso é semelhante ao impacto causado pelo aumento real do salário mínimo, algo que se teve em todos os governos do Lula. Alguma empresa faliu? Gerou desemprego? Ao contrário, temos o menor índice de desemprego da série histórica no Brasil. A atividade econômica, o PIB, está crescendo como não crescia há 12 anos no país”, afirmou.

    “Você tem muita conversa de terrorismo para querer inviabilizar, e tem pouco fato”, complementou.

    Boulos reiterou o argumento de que a redução da jornada tem, entre seus impactos positivos, o aumento da produtividade.

    “Não é segredo para ninguém que um trabalhador cansado vai render menos. Tem havido uma explosão de casos de Burnout [síndrome do esgotamento] no trabalho, por ansiedade, depressão, exaustão. No ano passado, 500 mil trabalhadores foram afastados por problemas de saúde mental, por excesso de trabalho”, argumentou.

    Mulheres

    O ministro Guilherme Boulos ressaltou que a mudança terá impacto direto na vida das mulheres, que frequentemente acumulam dupla jornada.

    “O homem trabalha na 6 por 1 e tem um dia de descanso. A mulher trabalha na 6 por 1 e não tem nenhum dia de descanso, porque no único dia que deveria ser de descanso, ela trabalha em casa”, disse ao lembrar que tarefas domésticas transformam o dia de folga feminina em mais trabalho.

    Para o ministro, o fim da escala representa também uma correção dessa desigualdade. 

    “Quando a gente acaba com a seis por um, nós também estamos dando um respiro para as mulheres trabalhadoras deste país”.

    Boulos volta a criticar “terrorismo econômico” contra fim da 6 por 1

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  • Lily Allen pulica que quer 'dançar com gays na Zig' e 'conhecer a Patixa' em SP

    Lily Allen pulica que quer 'dançar com gays na Zig' e 'conhecer a Patixa' em SP

    Cantora publicou mensagem em português depois de ser anunciada no Primavera Sound. Artista também disse que quer ir à boate e visitar a cantora Vita durante passagem pelo Brasil

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Lily Allen movimentou os fãs brasileiros nesta segunda-feira (11) ao publicar uma mensagem em português celebrando sua participação no Primavera Sound São Paulo 2026.

    A artista britânica foi confirmada como uma das atrações principais do evento, marcado para os dias 5 e 6 de dezembro.
    Em tom descontraído, Lily comentou os planos que pretende realizar durante a estadia no Brasil e citou nomes conhecidos da cena LGBTQIA+ e das redes sociais brasileiras.

    “Quero dançar com os gays na Zig, visitar a casa da Vita e conhecer a Patixa”, escreveu a cantora no X, antigo Twitter.

    A publicação rapidamente viralizou entre fãs brasileiros, que passaram a comentar a familiaridade da artista com referências populares da internet nacional. Muitos internautas também se divertiram com o pedido feito por ela sobre Patixa Teló. “Alguém tem o telefone dela?”, brincou Lily na postagem.

    A boate citada pela cantora é a Zig Studio, espaço bastante conhecido da cena noturna paulistana e frequentado por artistas, influenciadores e público LGBTQIA+.

    Já Vita mencionada por Lily faz referência à cantora Vita Pereira, ex-integrante da dupla Irmãs de Pau.

    O anúncio do show também chamou atenção por marcar o retorno de Lily Allen aos palcos brasileiros após um longo período longe do país. Segundo a divulgação oficial do festival, a apresentação deve ter foco em “West End Girl”, álbum mais recente da artista.

    O disco foi lançado após o fim do casamento da cantora com David Harbour, conhecido por interpretar Hopper em Stranger Things. Os dois oficializaram a união em 2020, e a separação veio a público no início de 2025.

    Já Patixa Teló ganhou notoriedade nas redes sociais nos últimos anos com vídeos de humor e participação no Rancho do Maia. Ela acumula milhões de visualizações na internet e se tornou um fenômeno entre o público jovem.

    Nas redes sociais, fãs brasileiros comemoraram a animação de Lily Allen com o país. “Ela já entendeu tudo sobre o Brasil”, brincou um internauta após a publicação da cantora.

    Lily Allen pulica que quer 'dançar com gays na Zig' e 'conhecer a Patixa' em SP

  • CBF tem calmaria política e pensa a longo prazo com Ancelotti

    CBF tem calmaria política e pensa a longo prazo com Ancelotti

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Se a chegada de Carlo Ancelotti foi o último ato da gestão Ednaldo Rodrigues, a CBF de Samir Xaud vai anunciar nos próximos dias a renovação contratual com o treinador da seleção até 2030, em uma mostra de olhar a médio/longo prazo na entidade.

    A calmaria política na CBF abre terreno para essas e outras definições. As brigas judiciais e intrigas internas deram um tempo. E a gestão atual entende que não pode repetir o antecessor: Ednaldo usou três técnicos (entre interinos e definitivos) e trouxe Ancelotti faltando um ano para a Copa.

    Os planos para o comando da seleção no próximo ciclo já foram desenhados bem antes da marca desta terça-feira (12) – 30 dias para a Copa do Mundo 2026. O entendimento é que Ancelotti está feliz, tem bom entendimento com jogadores e a gestão da CBF. E um ano só é muito pouco para o trabalho que ele pode fazer por aqui.

    Dar um ciclo a mais para Ancelotti faz parte de um pacote de ações que se juntam, por exemplo, a ajustes de calendário, fair play financeiro e profissionalização da arbitragem.

    Com o novo contrato, o italiano terá um vínculo que vai extrapolar até mesmo o mandato atual de Samir Xaud. O italiano, inclusive, foi apresentado um dia depois da eleição que confirmou Samir como substituto de Ednaldo.

    Na parte política, a visão de quem transita nos bastidores da CBF é de que a engrenagem está funcionando.

    O grupo político que assumiu o poder tem conseguido dividir atribuições e projetos. O próprio Samir, como figura que colocaria o rosto e a reputação para “jogo” ao assumir a presidência, está cumprindo o combinado.

    Fernando Sarney, que chegou a ser interventor quando Ednaldo foi destituído pela Justiça, é o vice-presidente mais afastado do cotidiano da CBF. Mas tem mantido boas relações com o grupo político no poder.

    “Essa calmaria política na CBF é fruto de um entendimento institucional importante de que o futebol brasileiro precisa de estabilidade. A entidade passou por momentos turbulentos recentemente, e nesta terça-feira (12) existe uma consciência maior de que o foco precisa estar no fortalecimento do futebol e no planejamento de longo prazo. Isso conversa diretamente com a ideia de ter um treinador assegurado até 2030. A seleção precisa voltar a ter um ciclo sólido, com tempo para desenvolver identidade, integrar talentos e criar consistência competitiva”, opinou Ednailson Rozenha, presidente da Federação do Amazonas e um dos vices da CBF.

    A presença de Gustavo Feijó como diretor de seleções também faz parte das articulações políticas. Mas o dirigente alagoano tem adotado postura discreta, permitindo uma autonomia para as decisões técnicas de Rodrigo Caetano, o coordenador de seleções, e, claro, do que Ancelotti quer para a seleção.

    Além do cenário da seleção, os grupos de trabalhos sobre os temas discutidos na CBF, além das cadeiras de vice-presidentes, dão um retrato sobre essa distribuição de poder.

    O GT do fair play foi para Ricardo Gluck Paul, presidente da Federação Paraense e um dos vices da CBF. Na arbitragem, Netto Góes, filho do ex-VP Roberto Góes, da Federação do Amapá, conduziu o grupo de trabalho e já até foi incorporado como diretor da pasta na CBF.

    Felipe Diego Barbosa, filho do VP José Vanildo, comandante do futebol no Rio Grande do Norte, comanda o grupo que trata do futebol de base.

    Gustavo Dias Henrique é o VP responsável pela articulação política, em geral. Nos bastidores, também há sinais da forte influência de Francisco Mendes, filho de Gilmar Mendes, um dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
    O movimento político em curso na CBF envolve a formação de uma liga única para o Brasileirão.

    Em termos financeiros, a CBF aumentou o volume de gastos administrativos e investimento na seleção. Renovar com Ancelotti também reforça essa linha de raciocínio, custeando um treinador que ganha R$ 5 milhões por mês.

    CBF tem calmaria política e pensa a longo prazo com Ancelotti

  • União Europeia veta compra de carne brasileira a partir de setembro

    União Europeia veta compra de carne brasileira a partir de setembro

    Decisão ocorre poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, tema que enfrenta resistência de agricultores europeus, especialmente na França. Bloco acusa Brasil de falhas sobre uso de antimicrobianos

    A União Europeia anunciou nesta terça-feira (12) a exclusão do Brasil da lista de países autorizados a exportar carnes e produtos de origem animal para o bloco europeu. 

    A medida passa a valer em 3 de setembro e foi tomada porque, segundo as autoridades europeias, o Brasil não apresentou garantias suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária.

    Na prática, isso significa que produtos brasileiros como carne bovina, carne de frango, ovos, mel, peixes e animais vivos destinados à alimentação poderão deixar de entrar no mercado europeu caso o governo brasileiro não consiga atender às exigências sanitárias até a data-limite.

    A decisão foi confirmada pela Comissão Europeia e ainda precisa ser formalizada no diário oficial da União Europeia para produzir efeitos legais definitivos.

    A União Europeia mantém uma lista de países considerados aptos a exportar produtos de origem animal ao bloco. Para integrar essa relação, cada país precisa comprovar que segue as normas sanitárias europeias.

    O Brasil estava autorizado até agora, mas acabou retirado da lista após a revisão das regras ligadas ao uso de antimicrobianos na criação animal.

    Outros países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, permaneceram autorizados a exportar normalmente para o bloco europeu.

    Entenda substâncias

    Antimicrobianos são medicamentos usados para combater microrganismos como bactérias, vírus, fungos e parasitas. Na pecuária, essas substâncias podem servir tanto para tratar doenças quanto para estimular o crescimento dos animais e aumentar a produtividade.

    A União Europeia proíbe especialmente o uso de antimicrobianos que também são importantes para tratamentos médicos em humanos. O objetivo é evitar a chamada resistência antimicrobiana, situação em que bactérias passam a resistir aos medicamentos.

    Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.

    O bloco europeu considera que o Brasil ainda não demonstrou de forma suficiente que essas substâncias deixaram de ser usadas ao longo de toda a cadeia produtiva animal destinada à exportação.

    Como afeta o Brasil

    A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor.

    Além da carne bovina, a medida pode afetar exportações de aves, ovos, mel, peixes, equinos e produtos derivados de origem animal.

    O problema não significa necessariamente que a carne brasileira esteja contaminada. O principal ponto da decisão europeia é regulatório e envolve rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental sobre o uso dos medicamentos.

    Para voltar à lista, o Brasil precisará comprovar que cumpre integralmente as regras europeias durante todo o ciclo de vida dos animais exportados.

    Caminhos possíveis

    Em abril, o governo brasileiro publicou uma portaria proibindo parte dos antimicrobianos utilizados como melhoradores de desempenho animal. Mesmo assim, a União Europeia avalia que ainda faltam garantias adicionais.

    O Brasil tem dois caminhos para reverter a situação: ampliar as restrições legais aos medicamentos restantes ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam essas substâncias.

    A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos.

    Setor reage

    Entidades do agronegócio brasileiro afirmaram que trabalham em conjunto com o Ministério da Agricultura para atender às exigências europeias antes da entrada em vigor da medida.

    A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou que o Brasil continua habilitado a exportar carne bovina ao mercado europeu até setembro e disse que o setor tem sistemas robustos de controle sanitário e rastreabilidade.

    Já a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) declarou que o país cumpre as normas internacionais e prestará esclarecimentos técnicos às autoridades europeias.

    Representantes do setor de mel também criticaram a decisão. Segundo a Associação Brasileira dos Exportadores de Mel, o Brasil é um dos maiores produtores de mel orgânico do mundo e não haveria justificativa técnica para restrições ao produto.

    Pressão europeia

    A decisão ocorre poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, tema que enfrenta resistência de agricultores europeus, especialmente na França. Na segunda-feira (11), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) anunciou que o Brasil tinha começado a exportar carnes bovina e de aves ao mercado europeu com alíquota zero, por causa do regime de cotas do acordo.

    Apesar disso, a medida sanitária não faz parte diretamente do acordo comercial. As regras sobre antimicrobianos fazem parte da política europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo.

    O comissário europeu para Agricultura, Christophe Hansen, afirmou nesta terça que os produtores europeus seguem regras sanitárias rigorosas e que os produtos importados precisam obedecer aos mesmos padrões.

    * com informações da Agência Lusa

    União Europeia veta compra de carne brasileira a partir de setembro

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  • Governo Lula estuda meios para ajuda na campanha de Bachelet na ONU

    Governo Lula estuda meios para ajuda na campanha de Bachelet na ONU

    Ex-presidente chilena tem apoio de Brasil e México, mas Kast, atual líder do Chile, retirou endosso à candidatura. Aporte de recursos depende de remanejo orçamentário e de norma que autorize despesa; presidente a recebeu em Brasília

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O governo Lula avalia opções para conseguir apoiar financeiramente a candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral da ONU.

    O tema do custeio logístico da campanha de Bachelet se agravou depois que o Chile, hoje governado pelo direitista José Antonio Kast, retirou o apoio do país ao nome da ex-presidente -a expectativa era que Santiago custeasse despesas como passagens aéreas e hospedagens.

    Na administração Lula estão sendo analisadas tanto a base legal para viabilizar um aporte quanto as fontes de onde sairiam os recursos. Ainda não há decisão tomada.

    A disputa pelo cargo mais importante da ONU envolve uma campanha que se arrasta por meses, na qual os candidatos costumam viajar aos países considerados mais influentes no processo de seleção para se reunir com líderes e pedir votos.

    Bachelet se encontrou nesta segunda-feira (11) com Lula no Palácio do Planalto. Após a reunião, o presidente disse ter discutido com a chilena “o papel que uma ONU reformada precisa ter para a promoção da paz e do desenvolvimento sustentável, bem como para o fortalecimento do multilateralismo”.

    “Sua experiência como chefe de Estado e profunda conhecedora da ONU a credencia a ser a primeira mulher latino-americana a liderar a organização”, escreveu ele em rede social.

    De acordo com pessoas cientes da discussão, o tema do financiamento da campanha não foi tratado entre os dois.

    A ex-presidente e ex-líder do comissariado para os direitos humanos da ONU teve seu nome lançado na disputa em 2 de fevereiro, com o apoio conjunto de Chile, México e Brasil. À época, Kast já havia sido eleito, mas ainda não havia tomado posse, e o país era governado pelo esquerdista Gabriel Boric, aliado de Lula e da mexicana Claudia Sheinbaum.

    Em 25 de março, Kast retirou o endosso a Bachelet, e a chilena passou a ser considerada uma candidata patrocinada por Brasil e México. Ainda no governo Boric, o Chile havia destinado cerca de US$ 57 mil para gastos com a campanha até os primeiros meses deste ano. Quando houve a retirada do apoio, a imprensa chilena publicou que, no total, foram gastos cerca de US$ 28 mil (R$ 155 mil).

    O Brasil não gastou nada até aqui para apoiar a campanha de Bachelet, mas tem se engajado ativamente na defesa de seu nome tanto na ONU quanto em encontros bilaterais.

    Em tese, o governo não pode custear diretamente despesas da candidatura, já que Bachelet não é funcionária pública brasileira. Para contornar esse ponto, uma das opções estudada no Planalto é a edição de um decreto por Lula autorizando o gasto.

    Um apoio brasileiro e mexicano na divisão das despesas seria usado principalmente para passagens aéreas no plano de Bachelet de tentar visitar os 15 membros do Conselho de Segurança, além de outras viagens que se mostrem necessárias. A ideia é que ela utilize a estrutura das residências das embaixadas do Brasil e do México quando necessário.

    Pelas regras das Nações Unidas, o candidato a secretário-geral precisa ser aprovado pelo Conselho de Segurança -portanto, sem nenhum veto dos integrantes permanentes (Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China). A partir desse ponto, o nome segue para chancela da Assembleia-Geral, etapa considerada uma formalidade.

    Pessoas que acompanham o processo de seleção dizem que Bachelet pode esbarrar no veto dos EUA, governados por Donald Trump, e da China, devido a um relatório que ela produziu apontando graves violações de direitos humanos de Pequim contra os uigures, uma minoria muçulmana no território chinês.

    Independentemente da resistência, o governo Lula trata a candidatura de Bachelet como um tema de princípio e uma defesa necessária do multilateralismo e do sistema ONU, em um momento em que a organização enfrenta um enfraquecimento sem precedentes.

    É esperado ainda que no final de junho Bachelet retorne à sede da ONU em Nova York para uma rodada de conversas com representantes dos integrantes permanentes do Conselho de Segurança.

    Pessoas próximas a Bachelet disseram que a ajuda financeira brasileira e mexicana não é fundamental para a candidatura. Elas afirmam que a ex-presidente tem uma intensa agenda internacional, com diversos convites de instituições, e que pretende organizar suas reuniões de campanha a partir desse calendário já previsto.

    Além de Bachelet, concorrem ao posto o argentino Rafael Grossi, diretor-geral da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), a costarriquenha Rebeca Grynspan, ex-chefe da UNCTAD (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento), e o ex-presidente senegalês Macky Sall, nomeado pelo Burundi.

    O argentino foi nomeado pelo governo Javier Milei e é visto como o candidato que pode ter o apoio de Trump.

    Governo Lula estuda meios para ajuda na campanha de Bachelet na ONU

  • Hansi Flick confirma renovação de contrato com o Barcelona até 2028

    Hansi Flick confirma renovação de contrato com o Barcelona até 2028

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Hansi Flick confirmou em entrevista coletiva nesta terça-feira (12) que renovou o seu contrato com o Barcelona até 2028, com opção de estender por mais uma temporada.

    O treinador do Barcelona explicou a opção por um contrato mais curto. Segundo ele, o novo acordo é favorável para ambas as partes.

    “Estou muito feliz, tanto por mim quanto por dar confiança ao meu time para trabalhar por mais um ou dois anos. Muitos treinadores ficariam contentes com um contrato de três, quatro ou cinco anos, mas, neste caso, no Barça é bom limitar e eu valorizo isso. Vamos até 2028 e veremos; se tudo correr bem, vamos decidir ficar por mais um ano. O clube tem esse direito, eu também, e é um bom acordo”, disse Hansi Flick, técnico do Barcelona.

    Flick afirmou que vive um momento difícil após a morte do pai no fim de semana, mas se sente no lugar certo. “Nos últimos dias ficou muito claro para mim que estou no lugar certo. Eu valorizo muito tudo o que deram a mim e à minha família, e estou pronto para a próxima temporada. Temos um grande compromisso pela frente para trabalhar mais duro, chegar ao nível máximo e ganhar títulos.”

    O treinador alemão voltou a citar a ambição de conquistar a Liga dos Campeões no clube culé. “Todo mundo tem esse sonho incrível de ganhar a Champions. Vamos tentar de novo e é isso que posso dizer. Sou grato por terem me dado a confiança de trabalhar aqui por muitos mais anos”, completou.

    O Barça vence o clássico com Real Madrid no fim de semana e conquistou novamente o Espanhol. Na Liga dos Campeões, a equipe comandada por Flick foi eliminada nas quartas de final pelo Atlético de Madrid.

    Hansi Flick confirma renovação de contrato com o Barcelona até 2028

  • Petrobras abre 150 vagas em programa de estágio; veja como participar

    Petrobras abre 150 vagas em programa de estágio; veja como participar

    Podem se inscrever os estudantes regularmente matriculados em instituições de ensino públicas ou privadas, de nível superior, reconhecidas pelo MEC. Inscrições começam no próximo dia 21

    A Petrobras vai oferecer 150 vagas no programa de estágios de 2026. As inscrições começam no próximo dia 21 e, pela primeira vez, quase um terço das oportunidades foi reservada para mulheres. Há cotas para negros, indígenas, quilombolas e Pessoas com deficiência (PCD).

    Veja os detalhes divulgados pela estatal:

    Quem pode se inscrever

    Estudantes regularmente matriculados em instituições de ensino públicas ou privadas, de nível superior, reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC).

    Áreas de atuação

    A empresa abriu vagas para estudantes nas áreas de administração de empresas, advocacia, análise de sistemas, biblioteconomia, biologia, ciência de dados, ciências atuariais, ciências contábeis, economia, enfermagem, engenharias (ambiental, civil, de computação, controle e automação, petróleo, produção, telecomunicações, elétrica, mecânica, naval, química), geofísica, geologia, jornalismo, marketing, oceanografia e relações públicas.

    Cidades

    As 150 vagas estão distribuídas em cidades de 12 unidades da federação. São elas Rio de Janeiro (RJ), Macaé (RJ), Duque de Caxias (RJ), Itaboraí (RJ), São Paulo (SP), Santos (SP), Cubatão (SP), São José dos Campos (SP), Paulínia (SP), Mauá (SP), Vitória (ES), Brasília (DF), Canoas (RS), Salvador (BA), Camaçari (BA), Betim (MG), Ipojuca (PE), Araucária (PR), São Mateus do Sul (PR), Aracaju (SE), Laranjeiras (SE), Fortaleza (CE) e Manaus (AM).

    Reserva de vagas

    São reservadas 30% das vagas para mulheres; 30% para negros, indígenas e quilombolas; além de 10% para pessoas com deficiência (PCD).

    A diretora de Assuntos Corporativos da Petrobras, Clarice Coppetti, ressalta que a reserva é uma forma de “estimular a presença de mulheres e pessoas negras nas carreiras Stem [Ciência, Tecnologias e Matemática, na sigla em inglês] e ampliar a presença dos grupos sub-representados na indústria de energia”.

    Carga horária

    O regime do estágio será de 20 horas semanais, de segunda a sexta-feira, podendo ser adotado o regime híbrido, a critério da empresa. Os estagiários com deficiência poderão aderir ao teletrabalho integral, desde que compatível com o plano de atividades do estágio.

    Prazo de inscrição

    De 21 de maio a 3 de junho, pelo site. 

    Provas

    O processo seletivo será realizado por meio de aplicação de prova objetiva online com 60 questões, sendo 10 de língua portuguesa, 10 de conhecimentos gerais, 10 de matemática, 10 de raciocínio lógico, 10 de tecnologias, ciência de dados e inteligência artificial e 10 de conhecimentos sobre a Petrobras. 

    Imediatamente após a inscrição no processo seletivo, os candidatos já poderão realizar a prova objetiva.

    Benefícios

    A Petrobras oferece bolsa-auxílio de R$ 1.825, vale transporte de R$ 15 por dia de trabalho presencial, seguro contra acidentes pessoais, além de recesso remunerado, conforme prevê a legislação.

    Sem efetivação

    A estatal esclarece que o programa de estágio não gera vínculo empregatício com a Petrobras e não é concurso público para contratação de empregados efetivos. A companhia reforça que não possui concurso aberto no momento e não tem previsão de realização de processo seletivo público para contratação de empregados efetivos.

     

    Petrobras abre 150 vagas em programa de estágio; veja como participar

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  • Astros e estrelas do esporte que morreram muito jovens

    Astros e estrelas do esporte que morreram muito jovens

    Vários atletas despontaram no esporte porque começaram a se dedicar em suas respectivas modalidades desde muito cedo. Mas, quando muitos desses jovens estavam aprimorando seus talentos ou no auge das suas carreiras, suas vidas foram repentinamente interrompidas por tragédias. 

    Na galeria, relembre outros ícones do esporte que morreram jovens demais.

    Astros e estrelas do esporte que morreram muito jovens

  • Inflação desacelera a 0,67% em abril e vai a 4,39% em 12 meses

    Inflação desacelera a 0,67% em abril e vai a 4,39% em 12 meses

    IPCA desacelera ante março (0,88%), mas ainda reflete impactos da guerra no Irã. Alta acumulada em 12 meses vai a 4,39% e se aproxima do teto da meta (4,5%)

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – O índice oficial de inflação do Brasil desacelerou a 0,67% em abril, após subir 0,88% em março, quando houve os impactos iniciais da guerra no Irã.

    É o que apontam os dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) divulgados nesta terça-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

    O novo resultado veio em linha com a mediana das projeções do mercado financeiro, que também era de 0,67%. O grupo alimentação e bebidas subiu menos do que em março, mas seguiu pressionando o índice, assim como a gasolina.

    Apesar da trégua ante o mês anterior, a taxa de 0,67% é a maior para meses de abril em quatro anos, desde 2022 (1,06%).

    No acumulado de 12 meses, a inflação medida pelo IPCA acelerou a 4,39%, após marcar 4,14% na leitura anterior. O ganho de força se explica em parte pelo fato de que o índice havia subido menos em abril do ano passado (0,43%).

    Ao marcar 4,39%, o IPCA se aproxima do teto de 4,5% da meta de inflação perseguida de maneira contínua pelo BC (Banco Central).

    ALIMENTOS E GASOLINA PRESSIONAM

    O grupo alimentação e bebidas registrou alta de preços de 1,34% em abril. O avanço foi menos intenso do que o verificado em março (1,56%).

    Ainda assim, o segmento teve a maior variação e o principal impacto (0,29 ponto percentual) no IPCA entre os nove grupos pesquisados.

    O ramo de saúde e cuidados pessoais veio na sequência (1,16% e 0,16 p.p.). Juntos, os dois grupos representaram, aproximadamente, 67% do resultado do mês.

    Dentro de alimentação e bebidas, a alimentação no domicílio (em casa) registrou alta de 1,64%.

    Houve influência da carestia da cenoura (26,63%), do leite longa vida (13,66%), da cebola (11,76%), do tomate (6,13%) e das carnes (1,59%). Do lado das quedas, o IBGE destacou o café moído (-2,3%) e o frango em pedaços (-2,14%).

    Já a alimentação fora do domicílio, em locais como bares e restaurantes, registrou alta de 0,59%.

    O gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, disse que dois fatores podem explicar o novo aumento do grupo de alimentos e bebidas: a redução da oferta de produtos nesta época do ano e a carestia do óleo diesel após o início da guerra no Irã.

    O preço do diesel subiu 4,46% em abril, após alta de 13,9% em março.

    Quando a análise considera os bens e serviços de forma individual, a maior pressão no IPCA veio da gasolina (0,10 p.p.). O combustível subiu 1,86% em abril, após aumento de 4,59% em março.

    O leite longa vida (0,09 p.p.) veio na sequência da lista de impactos.

    IPCA, JUROS E PROJEÇÕES

    O IPCA serve de referência para a condução da política de juros do BC. Como a inflação deu sinais de trégua antes da guerra no Irã, o BC passou a cortar a taxa Selic, que caiu a 14,5% ao ano em abril.

    O conflito, contudo, segue sem resolução e, conforme analistas, pode afetar a duração e a intensidade do ciclo de cortes dos juros.

    A guerra pressionou as cotações do petróleo no mercado internacional, o que elevou os custos de combustíveis no Brasil.

    Na mediana, as projeções do mercado financeiro para o IPCA de 2026 estão em alta há nove semanas consecutivas, conforme o boletim Focus divulgado pelo BC na segunda-feira (11).

    A alta esperada subiu a 4,91% para o acumulado até dezembro. Assim, distanciou-se do teto de 4,5% da meta de inflação perseguida de maneira contínua pelo BC.

    O quadro preocupa o governo Lula (PT) em ano eleitoral. Após o início da guerra, o Executivo lançou um pacote de medidas para tentar conter a alta de parte dos combustíveis.

     

    Inflação desacelera a 0,67% em abril e vai a 4,39% em 12 meses

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