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  • Macron alfineta Rei Charles: 'EUA falariam francês? Seria chique!'

    Macron alfineta Rei Charles: 'EUA falariam francês? Seria chique!'

    Emmanuel Macron deixou uma breve mensagem na rede social X onde comentou as palavras do rei Charles III. Em discurso nos Estados Unidos, o monarca afirmou, em tom de brincadeira, que “se não fosse por nós, vocês falariam francês”

    Emmanuel Macron comentou, esta quarta-feira (29), as palavras de Charles III, durante um discurso nos Estados Unidos – onde o monarca se encontra em visita oficial. O britânico afirmou que, “se não fosse por nós, vocês [os Estados Unidos] falariam francês”, o que levou o presidente de França a ‘reagir’, deixando uma mensagem na rede social X: “Isso seria chique!”

    Acompanhando o post, Macron deixou ainda um breve vídeo do momento, ocorrido no jantar de Estado, na terça-feira, na Casa Branca, no qual Charles III ‘provocou’ Donald Trump.

    “Recentemente comentou, presidente, que se não fosse pelos Estados Unidos, os países europeus falariam alemão”, começou dizendo o monarca, acrescentando em seguida: “Me atrevo a dizer que, se não fosse por nós [Reino Unido], vocês falariam francês”. 

    Este momento ‘arrancou’ muitas risadas dos presentes. Veja abaixo a publicação de Emmanuel Macron:

    Na mesma ocasião, o Rei Charles III prestou homenagem a Trump e à primeira-dama, Melania Trump, pela “coragem e firmeza”, bem como aos agentes do Serviço Secreto que responderam durante o atentado ocorrido no jantar dos correspondentes da Casa Branca, no último sábado, no hotel Hilton.

    A visita do monarca é marcada por atritos entre Washington e Londres, sobretudo devido às críticas de Trump ao governo britânico por não se querer envolver militarmente na guerra com o Irã e na reabertura do estreito de Ormuz, bloqueado parcialmente pela República Islâmica.

    Macron alfineta Rei Charles: 'EUA falariam francês? Seria chique!'

  • Grêmio tem desafio no Chile diante do Palestino pela Copa Sul-Americana

    Grêmio tem desafio no Chile diante do Palestino pela Copa Sul-Americana

    O Grêmio visita o Palestino nesta quarta-feira, às 21h30, no estádio Municipal de La Cisterna, no Chile, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Sul-Americana. Integrante do Grupo F, que também conta com Montevideo City Torque, do Uruguai, e Deportivo Riestra, da Argentina, o time gaúcho busca embalar na competição após um início irregular.

    A equipe brasileira chega motivada após vitória por 1 a 0 sobre o Coritiba, pelo Brasileirão, com gol do jovem Gabriel Mec, que vem ganhando espaço sob o comando do técnico Luís Castro. Na Sul-Americana, o Grêmio soma três pontos e ocupa a segunda colocação do grupo. Estreou com derrota por 1 a 0 para o Montevideo City Torque, líder com seis pontos, mas reagiu ao vencer o Deportivo Riestra pelo mesmo placar.

    O confronto é visto como uma oportunidade para o Grêmio se firmar na briga pela liderança do Grupo F e manter o bom momento recente. Já o Palestino ainda busca a primeira vitória e ocupa a lanterna, com um ponto, após empate com o Riestra e derrota para o Montevideo.

    O zagueiro Gustavo Martins retorna após cumprir suspensão e pode começar como titular ao lado de Viery. Com isso, Wagner Leonardo deve ficar como opção no banco. No ataque, Tetê deve ganhar nova chance entre os titulares, substituindo Francis Amuzu, que se recupera de um trauma no tornozelo direito e está fora da partida.

    Além de Amuzu, o volante Juan Nardoni também é desfalque, suspenso após ser expulso contra o Deportivo Riestra. Em contrapartida, o meia Willian pode voltar a ser relacionado após se recuperar de uma tendinopatia na coxa direita.

    Luís Castro elogiou o desempenho de Gabriel Mec e destacou a importância da vitória recente. “Um jogador como o Gabriel Mec, que está nos primeiros passos da carreira, precisa de momentos como esse para ganhar confiança e se consolidar cada vez mais na equipe principal. A vitória foi muito importante. Eu sinto a equipe mais feliz, mais estabilizada, com outra aura”, afirmou.

    O Palestino chega pressionado após derrota por 1 a 0 para o Deportes Concepcion, pelo Campeonato Chileno. A equipe ocupa a 11ª colocação no torneio nacional e está quatro pontos acima da zona de rebaixamento, aberta pelo Unión La Calera. O time é comandado por Cristian Muñoz e tem como destaques o meia Francisco Montes e o atacante Nelson da Silva.

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    FICHA TÉCNICA

    PALESTINO-CHI X GRÊMIO

    PALESTINO – Sebastián Pérez; Ian Garguez, Enzo Roco, Vicente Espinoza e Jason Leon; Sebastián Gallegos, Nicolas Meza e Francisco Montes; Martín Araya, Nelson da Silva e Cesar Munder. Técnico: Cristian Muñoz.

    GRÊMIO – Weverton; Pavón, Gustavo Martins, Viery e Pedro Gabriel; Leonel Pérez, Arthur e Gabriel Mec; Tetê, Carlos Vinícius e Enamorado. Técnico: Luís Castro.

    ÁRBITRO – Guillermo Guerrero (EQU).

    HORÁRIO – 21h30 (de Brasília).

    LOCAL – Estádio Municipal de La Cisterna, em La Cisterna (CHI).

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    Notícias ao Minuto | 06:30 – 29/04/2026

    Grêmio tem desafio no Chile diante do Palestino pela Copa Sul-Americana

  • Fila do INSS cai para 2,6 milhões após atingir pico de 3,1 mi e levar à demissão de presidente

    Fila do INSS cai para 2,6 milhões após atingir pico de 3,1 mi e levar à demissão de presidente

    Número de pedidos caiu após medidas para reduzir solicitações duplicadas e reorganizar o atendimento; governo aposta em mutirões e novas regras para acelerar análises e diminuir ainda mais a fila nos próximos meses.

    (FOLHAPRESS) – A fila de pedidos de aposentadoria, pensão e auxílios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) caiu para 2,6 milhões em abril após atingir pico de 3,1 milhões em fevereiro. O movimento ocorre em meio a uma série de medidas adotadas pelo governo e após a troca no comando do órgão.

    Os dados foram apresentados pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, em reunião do CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social) nesta terça-feira (28). A fila já havia registrado redução em março, para 2,8 milhões de pedidos. Mesmo assim, o então presidente do órgão, Gilberto Waller Júnior, foi demitido. Em seu lugar assumiu Ana Cristina Silveira.

    Acabar com a fila era um dos compromissos de campanha do presidente Lula. 

    Os novos números são tratados pelo Ministério da Previdência como um sinal positivo de que as ações para enfrentar o problema estariam começando a surtir efeito.

    A expectativa é de que, nos próximos meses, a redução seja ainda mais expressiva, com as medidas que vêm sendo tomadas pelo órgão. Na sexta-feira (24), instrução normativa do INSS passou a limitar os pedidos de aposentadorias e pensões quando a solicitação for para o mesmo tipo de benefício.

    Segundo a norma, não é mais possível fazer múltiplas solicitações para um mesmo benefício enquanto houver prazo para recorrer da resposta inicial. Os recursos podem ser solicitados em até 30 dias após resposta do órgão -em geral, negativa. Durante esse período, não é possível fazer nova solicitação.

    A mudança busca enfrentar um problema identificado pelo próprio instituto: o alto volume de requerimentos duplicados, que chega a representar mais de 40% dos pedidos reapresentados em até um mês após a conclusão inicial e sobrecarrega o sistema.

    A atual presidente, Ana Cristina, comemorou. Segundo ela, as estratégias envolvem reorganização operacional na tentativa de dar mais agilidade ao atendimento. Além da limitação dos pedidos de aposentadoria, há outras iniciativas, como o programa Acelera INSS, com prazo de 90 dias, que prevê mutirões, reforço de pessoal e mudanças internas para reduzir os pedidos em análise há mais de 45 dias.

    Fila do INSS cai para 2,6 milhões após atingir pico de 3,1 mi e levar à demissão de presidente

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  • Longe de Hollywood, Tom Welling, de 'Smallville', cria cavalos em rancho nos EUA

    Longe de Hollywood, Tom Welling, de 'Smallville', cria cavalos em rancho nos EUA

    Ator deixou Los Angeles durante a pandemia e passou a viver com a família em um rancho na Califórnia; ele mantém trabalhos no entretenimento enquanto busca rotina mais tranquila ao lado da esposa e dos filhos.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Conhecido por interpretar Superman na série “Smallville”, Tom Welling trocou a vida em Los Angeles pelo campo. O ator se mudou com a família para um rancho em Mount Shasta, no norte da Califórnia, em busca de mais tranquilidade e tempo com a esposa e os dois filhos.

    A decisão foi tomada durante a pandemia, após uma visita à região. Em entrevista à revista People, Welling disse que o isolamento e a falta de espaço para o filho pequeno na cidade grande fizeram a família repensar a vida na cidade.

    “Na época, nosso primeiro filho estava começando a engatinhar e tinha apenas uma pequena varanda para brincar”, relembrou o ator.

    Desde a mudança, o ator passou a dividir a rotina entre projetos no entretenimento e a vida no rancho ao lado da esposa, Jessica Rose Lee.
    “Temos cavalos de esporte americanos e cavalos de salto. Fico mais do que feliz em ajudar, mas Jessica é a capitã do navio”, revelou.

    Mesmo longe de Hollywood, Welling segue trabalhando como ator. Recentemente, comandou o podcast “Talk Ville” com Michael Rosenbaum, revisitando histórias de “Smallville”, e participou do lançamento do filme “Chasing Summer” no Sundance Film Festival.

    Longe de Hollywood, Tom Welling, de 'Smallville', cria cavalos em rancho nos EUA

  • EUA analisam proposta para reabertura do estreito de Hormuz, e Trump diz que Irã está 'em colapso'

    EUA analisam proposta para reabertura do estreito de Hormuz, e Trump diz que Irã está 'em colapso'

    Governo dos EUA analisa proposta iraniana para reabrir rota estratégica, mas impasse persiste diante de divergências sobre programa nuclear e fim do conflito; fluxo de petróleo segue impactado e negociações avançam sem acordo.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Casa Branca anunciou que está analisando a proposta mais recente do Irã para reabrir o estreito de Hormuz, rota marítima por onde passa cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo, dois meses após o início da guerra.

    As negociações de paz entre Washington e Teerã para acabar com o conflito não apresentaram resultados até o momento.

    A mais recente rodada de negociações fracassou em meio a um frágil acordo de cessar-fogo em vigor.

    O presidente Donald Trump se reuniu na segunda-feira com seus principais conselheiros de segurança para discutir a nova proposta de Teerã. Segundo a agência estatal iraniana Fars, a República Islâmica enviou “mensagens escritas” a Washington com a ajuda do país mediador, o Paquistão.

    O plano contemplaria a flexibilização de seu controle sobre Hormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos, mas adiaria as negociações sobre a questão nuclear. Nesta terça, Trump foi às redes sociais dizer que o Irã “está em estado de colapso”.

    “O Irã acaba de nos informar que está em um ‘estado de colapso’. Eles querem que ‘abramos o estreito de Hormuz’ o mais rápido possível, enquanto tentam resolver sua situação de liderança (o que acredito que conseguirão fazer!)”, escreveu Trump, sem dar detalhes de como teria sido esse contato.

    A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou anteriormente em conversa com jornalistas que a oferta estava “sendo discutida”. De acordo com a agência Reuters, que ouviu relatos de funcionários do governo Trump, o presidente estaria insatisfeito com o plano apresentado.

    O republicano quer que as negociações em torno de um acordo nuclear sejam tratadas desde o início, enquanto Teerã defende que o tema seja deixado de lado até que a ofensiva militar seja encerrada e as disputas sobre o transporte marítimo no Golfo sejam resolvidas.

    A proposta prevê negociações em etapas, ainda de acordo com esses relatos. 

    Um primeiro passo exigiria o fim da guerra e garantias de que os EUA não possam retomá-la. Em seguida, os negociadores tratariam do bloqueio naval americano aos portos iraniano e do futuro de Hormuz, que o Irã pretende reabrir sob seu controle.

    Somente depois disso as negociações abordariam outras questões, incluindo a disputa sobre o programa nuclear iraniano, com Teerã ainda buscando algum tipo de reconhecimento por parte dos EUA de seu direito de enriquecer urânio.

    Um acordo anterior, firmado em 2015 entre o Irã e vários outros países, incluindo os EUA, restringiu fortemente o programa nuclear iraniano, que Teerã sempre afirmou ter fins pacíficos e civis. Mas o pacto ruiu quando Trump se retirou unilateralmente dele durante seu primeiro mandato.

    Enquanto a Casa Branca analisa a proposta, o porta-voz do Ministério de Defesa do Irã, Reza Talaei Nik, afirmou que os EUA “já não estão em condições de ditar sua política” a outros países. Segundo a televisão estatal, ele ainda disse que Washington terá que “aceitar que deve abandonar suas exigências ilegais e irracionais”.

    Ao ser questionado sobre os termos da proposta do Irã, o secretário de Estado, Marco Rubio, disse ao canal Fox News que era “melhor” do que Washington pensava, mas questionou a sinceridade do plano.

    “Temos que garantir que qualquer acordo que seja feito, qualquer acordo que seja alcançado, seja um que impeça definitivamente que desenvolvam uma arma nuclear a qualquer momento”, afirmou.

    Na segunda (27), o chanceler do Irã, Abbas Araghchi, culpou as “exigências excessivas” de Washington pelo fracasso das negociações de paz. Ele viajou à Rússia, onde o presidente Vladimir Putin prometeu o apoio de Moscou para acabar com a guerra.

    Araghchi desembarcou em São Petersburgo após visitar Omã e Paquistão.

    Islamabad recebeu a primeira rodada de negociações entre as duas partes, que fracassaram, e a visita de Araghchi no fim de semana havia suscitado esperanças de novos diálogos. Trump, no entanto, cancelou a viagem prevista de seus enviados Steve Witkoff e Jared Kushner à capital paquistanesa.
    “Eles podem nos ligar”, justificou o republicano.

    Em uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, o embaixador do Irã disse que o país exige “garantias críveis” para sua segurança antes de uma normalização na passagem no Golfo.

    O Parlamento iraniano prepara uma lei que pretende colocar Hormuz sob a autoridade das Forças Armadas. Segundo o texto, os navios israelenses serão proibidos de passar pela via estratégica e os pedágios deverão ser pagos na moeda iraniana.

    “Não podemos tolerar que os iranianos tentem instaurar um sistema em que eles decidam quem pode utilizar uma via marítima internacional e quanto deve ser pago a eles para utilizá-la”, disse Rubio ao canal Fox News.

    Entre 125 e 140 navios costumavam cruzar o estreito diariamente antes da guerra, mas apenas sete o fizeram no último dia, segundo dados da Kpler e análise de satélite da SynMax – e nenhum transportava petróleo destinado ao mercado global.

    Com a queda em seus índices de aprovação, Trump enfrenta pressão interna para encerrar a guerra.

    EUA analisam proposta para reabertura do estreito de Hormuz, e Trump diz que Irã está 'em colapso'

  • CBF gastou R$ 80 milhões a mais com a seleção principal em 2025

    CBF gastou R$ 80 milhões a mais com a seleção principal em 2025

    (UOL/FOLHAPRESS) – A CBF investiu R$ 80 milhões a mais na seleção brasileira em 2025 na comparação com 2024.
    E isso inclui os salários da comissão técnica de Carlo Ancelotti e a contratação de serviços ligados à equipe.

    Segundo o balanço da entidade, a CBF atingiu R$ 281 milhões destinados à seleção principal masculina. Em 2024, essa linha ficou em R$ 201 milhões.

    Os gastos com pessoal foram de R$ 57,8 milhões para R$ 63,7 milhões.
    No item “serviços contratados”, o salto foi de R$ 60,7 milhões em 2024 para R$ 154,4 milhões em 2025.

    Isso tem a ver com a contratação de Ancelotti, que recebe salário maior do que Dorival Júnior. O brasileiro ficou no cargo até março, mas recebeu o valor correspondente ao ano inteiro.

    O italiano e sua comissão chegaram ao fim de maio. Mensalmente, Ancelotti recebe R$ 5 milhões da CBF.

    Mas a contratação de muitos profissionais da seleção é feita em forma de convocação ou contrato de prestação de serviço.

    “Os custos com seleções compreendem todos os dispêndios incorridos pela CBF para a operação, preparação e participação das equipes nacionais em competições oficiais e jogos de preparação realizados ao longo do exercício. Incluem remuneração e encargos da comissão técnica e das delegações, despesas de deslocamento (passagens aéreas e terrestres), hospedagem, alimentação, contratação de serviços especializados e demais itens necessários ao funcionamento das seleções”, diz trecho das notas explicativas do balanço da CBF.

    E AS OUTRAS?

    Nas seleções de base masculinas, a CBF também investiu mais em 2025, na comparação com 2024. O salto foi de R$ 26,9 milhões para R$ 44,7 milhões no ano.

    Nas seleções femininas, houve redução de gastos, caindo dos R$ 116,4 milhões em 2024 para os R$ 94,2 milhões em 2025.

    Ao todo, a CBF investiu R$ 420 milhões em seleções (masculinas e femininas) no ano passado, um salto na comparação com os R$ 344,6 milhões de 2024.

    A entidade fechou 2025 com um déficit de R$ 182,4 milhões, mas alega que aumentou o investimento no futebol, precisou computar um adiantamento feito na gestão anterior em relação ao contrato da Nike e pagou uma indenização de R$ 80 milhões após briga judicial envolvendo o Icasa.

    Brasil já tem desfalques confirmados e atletas em recuperação, enquanto outras seleções também lidam com problemas físicos a poucas semanas do Mundial; lista reúne principais nomes afetados e o cenário atual de cada equipe

    Notícias ao Minuto | 06:30 – 29/04/2026

    CBF gastou R$ 80 milhões a mais com a seleção principal em 2025

  • Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando

    Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando

    Mesmo com pressão do petróleo e inflação elevada, mercado projeta novo corte na Selic; decisão do Copom ocorre em meio a incertezas externas, impactos da guerra no Oriente Médio e diretoria incompleta no Banco Central.

    Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (29) a terceira reunião do ano. Mesmo com a alta do petróleo, os analistas de mercado acreditam na segunda redução seguida de juros.

    Atualmente em 14,75% ao ano, a Selic ficou em 15%, no maior nível em quase 20 anos, de junho de 2025 a março deste ano.

    A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite desta quarta. O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva até agora não encaminhou as indicações dos substitutos ao Congresso Nacional.

     

    Na reunião deste mês, haverá mais um desfalque. Na terça-feira (28), o Banco Central anunciou que o diretor de Administração, Rodrigo Teixeira, se ausentará por falecimento de um parente de primeiro grau.

    Na ata da reunião de março, o Copom deixou de indicar se continuará a cortar os juros. Com a Guerra no Oriente Médio,  o BC afirmou que a magnitude e o “ciclo de calibração” (para cima ou para baixo) da Selic serão determinados “ao longo do tempo”, à medida que novas informações forem incorporadas às análises.

    Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve ser reduzida em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. 

    Inflação

    O comportamento da inflação continua uma incógnita. A prévia da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acelerou para 0,89% em abril, pressionada por combustíveis e alimentos. No acumulado de 12 meses, o índice acelerou para 4,37%, contra 3,9% em março.

    Segundo o último boletim Focus, a estimativa de inflação para 2026 subiu para 4,86%, por causa do conflito no Oriente Médio. Isso representa inflação acima do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Oficialmente, a meta está em 3%, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.

    Taxa Selic

    A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.

    Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

    Ao reduzir a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

    O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

    Meta contínua

    Pelo novo sistema de meta contínua em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.

    No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em abril de 2026, a inflação desde maio de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em maio de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de junho de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.

    No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou de 3,5% para 3,6% a previsão para o IPCA em 2026, mas a estimativa deve ser revista se a guerra no Oriente Médio se prolongar. A próxima edição do documento, que substituiu o Relatório de Inflação, será divulgada no fim de junho.

     

    Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando

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  • Meryl Streep se emociona ao rever atriz de 'A Escolha de Sofia'

    Meryl Streep se emociona ao rever atriz de 'A Escolha de Sofia'

    Atriz se emocionou ao rever colega de elenco de “A Escolha de Sofia” após mais de 40 anos; surpresa aconteceu durante entrevista na TV francesa e relembrou bastidores do filme que lhe rendeu o Oscar.

    (CBS NEWS) – Meryl Streep se emocionou ao rever, mais de quatro décadas depois, a atriz Jennifer Lejeune, com quem contracenou em “A Escolha de Sofia” (1982).

    O reencontro aconteceu durante uma entrevista para a emissora francesa France 2, em meio à divulgação de “O Diabo Veste Prada 2”, que será lançado no Brasil na próxima quinta-feira (30).

    Durante a conversa, Streep foi surpreendida com um vídeo gravado por Lejeune, que interpretou a filha de sua personagem no longa de 1982. Ao reconhecer a ex-colega, a atriz se emociona. “É a criança? Meu Deus, isso é maravilhoso”, disse, antes de agradecer pela surpresa.

    No depoimento exibido, a mulher, que tinha 4 anos durante as gravações, relembrou a convivência com Streep e disse guardar com carinho as memórias daquele período. Segundo ela, a atriz era gentil no set, o que ajudou a construir a conexão necessária para as cenas mais intensas do filme.

    Ao comentar a surpresa, Streep brincou com o apresentador ao dizer que jornalistas “nunca dão presentes”. Por “A Escolha de Sofia”, a atriz venceu o Oscar de melhor atriz.

    Meryl Streep se emociona ao rever atriz de 'A Escolha de Sofia'

  • Entenda porque a China proibiu a Meta de comprar a startup de IA Manus

    Entenda porque a China proibiu a Meta de comprar a startup de IA Manus

    Decisão de Pequim barra negócio bilionário com a Meta e sinaliza endurecimento no controle sobre tecnologias estratégicas; analistas apontam que medida vai além de regras comerciais e reforça disputa com os EUA por liderança em inteligência artificial.

    (CBS NEWS) – A China proibiu a aquisição da startup de inteligência artificial Manus pela gigante americana Meta com a justificativa de que a compra violava leis e regulamentos relativos à exportação de tecnologia e ao investimento estrangeiro. Mas, para especialistas, não se trata apenas disso.

    Analistas afirmam que Pequim quer mostrar que tecnologia chinesa sensível precisa de aprovação para receber aportes do exterior, e que uma empresa não deixa de ser chinesa só porque muda de sede, estrutura societária ou passa a operar fora do país.

    “A principal consideração, acredito, não é a Manus em si. É o fato de que, se a Manus pode ‘pegar seus brinquedos’ e se mudar para Singapura sem nem pedir licença, o que impediria outras empresas de tecnologias estratégicas de fazer o mesmo?”, diz Kendra Schaefer, consultora de políticas públicas da Trivium China.

    “Então, isso representa o início de esforços regulatórios de longo prazo para impor mais controles sobre a saída de tecnologias chinesas como uma questão de segurança nacional.”

    O anúncio da compra foi feito em dezembro, com a startup indicando que se uniria à Meta para o que chamou de “próxima era de inovação”. A resposta das autoridades chinesas, que começou com o anúncio de investigação, veio cerca de dez dias depois.

    A ação revela a disposição do país asiático de proteger alta tecnologia, uma vez que a negociação já estava concluída e a startup havia transferido sua operação para Singapura no ano anterior.

    A transação, avaliada em US$ 20 bilhões, acrescenta uma nova camada à disputa pela liderança em inteligência artificial entre Pequim e Washington e pode levar o assunto à mesa de negociação entre os dois países.

    O líder chinês, Xi Jinping, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, devem se encontrar na capital chinesa em maio para prolongar a trégua que sustenta a guerra comercial entre as nações.
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    POR QUE A META QUERIA COMPRAR A MANUS?

    A aquisição da startup pela gigante americana é vista como uma tentativa de equiparar a Meta a concorrentes com tecnologia mais avançada em inteligência artificial, como OpenAI e Google.

    No anúncio, a empresa americana afirmou que a negociação foi feita como forma de “desbloquear oportunidades de negócios” em seus próprios produtos. 

    Em outras palavras, a Meta integraria um agente de IA já desenvolvido e capaz de realizar tarefas de assistência, automação, produtividade e execução dentro de seu ecossistema -Facebook, Instagram, WhatsApp e Messenger, por exemplo.

    QUAL O ARGUMENTO DA CHINA PARA BARRAR A AQUISIÇÃO?

    Quando a investigação foi anunciada, o Ministério do Comércio afirmou que seria avaliado se a compra estava em conformidade com as leis chinesas de exportação de tecnologia e investimentos no exterior.

    Na segunda-feira (27), ao proibir a transação, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, responsável pela avaliação, disse apenas que “decidiu proibir o investimento estrangeiro no projeto Manus, em conformidade com as leis e regulamentos, e exigiu que as partes envolvidas cancelassem a transação”.

    A medida é tratada como questão de segurança nacional. Uma regulamentação em vigor desde 2021 determina que investimentos estrangeiros que afetem o Estado passem por revisão rigorosa e estabelece que o investidor será obrigado a desfazer a operação caso ela já tenha sido concluída.

    Como garantia adicional, no fim de março as autoridades instruíram o CEO, Xiao Hong, e o cientista-chefe, Ji Yichao, a não deixar a China até novas instruções, segundo o Wall Street Journal.

    COMO PEQUIM PODE PROIBIR UMA NEGOCIAÇÃO TRANSFERIDA PARA

    OUTRO PAÍS?

    Segundo especialistas, Pequim tratou o caso como aquisição de tecnologia sensível, talentos e dados de origem chinesa e, por isso, aplicou a legislação à empresa já instalada em Singapura.

    Para Aynne Kokas, diretora do Centro de Estudos da Ásia Oriental da Universidade da Virgínia, a ação sugere que Pequim está ampliando o que entende por empresas chinesas no setor de tecnologia.

    “A revisão de segurança parece ter sido acionada por causa dos vínculos com a China. Essa é uma visão expansiva do que constitui uma empresa chinesa.”

    NEGÓCIO PODE SER DESFEITO?

    Em teoria, sim, conforme determina a decisão das autoridades. Um ponto sensível é que a ordem foi publicada meses após o anúncio da aquisição, sugerindo que houve compartilhamento de tecnologia, equipe e dados em algum nível, além de acesso da Meta a informações sensíveis.

    O Wall Street Journal relatou que a gigante americana está se preparando para reverter a negociação. Segundo o jornal, Pequim deu à empresa um prazo de algumas semanas para desfazer a transação e restaurar os ativos chineses da Manus ao estado original.

    Esse caso cria um precedente?

    Sim. Kokas afirma que Pequim sinaliza às empresas que tecnologias desenvolvidas na China, mesmo quando a companhia já não está domiciliada no país, estão sujeitas às regulamentações locais.

    Para Schaefer, a restrição cria o risco de que “fundadores simplesmente decidam criar empresas no exterior, em vez de incubá-las dentro das fronteiras chinesas e depois transferi-las para fora por meio de estruturas corporativas complexas”.

    Entenda porque a China proibiu a Meta de comprar a startup de IA Manus

  • Flamengo vai à Argentina para defender liderança do Grupo A da Libertadores contra Estudiantes

    Flamengo vai à Argentina para defender liderança do Grupo A da Libertadores contra Estudiantes

    O Flamengo encara uma missão complicada nesta quarta-feira, quando visita o Estudiantes, às 21h30, no Estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores. Líder do Grupo A, que também conta com Cusco, do Peru, e Independiente Medellín, da Colômbia, o time carioca tenta manter os 100% de aproveitamento mesmo atuando fora de casa.

    Em grande fase, o Flamengo entra em campo embalado por sete vitórias consecutivas. A mais recente foi a goleada por 4 a 0 sobre o Atlético-MG, na Arena MRV, pelo Brasileirão. Na Libertadores, o rubro-negro soma seis pontos após vencer o Cusco por 2 a 0, na altitude peruana, e o Independiente Medellín por 4 a 1, no Maracanã. O Estudiantes aparece como concorrente direto, com quatro pontos nas duas primeiras rodadas.

    O confronto também marca o reencontro das equipes após as quartas de final da última edição do torneio. Na ocasião, o Flamengo venceu por 2 a 1 no Maracanã, perdeu por 1 a 0 na Argentina e garantiu a classificação nos pênaltis. Na sequência, avançou até o título ao eliminar o Racing na semifinal e vencer o Palmeiras na decisão, conquistando o tetracampeonato da Libertadores.

    Para a partida, o zagueiro Danilo é cotado para formar dupla com Léo Ortiz. Ele deve substituir Léo Pereira, que sofreu um corte profundo na canela esquerda contra o Atlético-MG, levou pontos e não viajou com a delegação.

    Os meias De la Cruz, poupado na última rodada, e Carrascal, suspenso em competições da CBF, estão à disposição e devem começar no banco. Já o volante Erick Pulgar segue fora, em fase final de recuperação de lesão no ombro direito, assim como o meia Lucas Paquetá, que trata um edema na coxa esquerda.

    O técnico Leonardo Jardim valorizou o momento da equipe e destacou o desempenho coletivo. “Para mim, o mais importante é a atuação do Flamengo. É a equipe que a gente propõe, a atitude que os jogadores têm com os adversários, no respeito aos times defensivos e também no respeito àquilo que são as nossas ideias. Queremos jogar todas as partidas para vencer. É isso que estamos fazendo. Depois, com os resultados positivos e a sequência do trabalho… no futebol não existem troféus individuais, existem troféus coletivos. É para isso que trabalhamos e é nisso que estou focado”, afirmou.

    O Estudiantes chega invicto há cinco partidas, com três vitórias e dois empates. O mais recente foi um 0 a 0 com o Talleres, pelo Campeonato Argentino. A equipe lidera o torneio nacional, com 28 pontos, um à frente do Boca Juniors.

    O time comandado por Alexander Medina tem como destaques o goleiro Fernando Muslera, o volante Gabriel Neves e o atacante Guido Carrillo.

    FICHA TÉCNICA

    ESTUDIANTES-ARG X FLAMENGO

    ESTUDIANTES-ARG – Fernando Muslera; Eros Mancuso, González Pirez, Tomás Palacios e Gastón Benedetti; Gabriel Neves, Ezequiel Pioví e Tiago Palacios; Facundo Carías, Guido Carrillo e Edwin Cetré. Técnico: Alexander Medina.

    FLAMENGO – Rossi; Varela, Danilo, Léo Ortiz e Alex Sandro; Evertton Araújo, Jorginho e Arrascaeta; Gonzalo Plata, Pedro e Samuel Lino. Técnico: Leonardo Jardim.

    ÁRBITRO – Piero Maza (CHI).

    HORÁRIO – 21h30 (de Brasília).

    LOCAL – Estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata, na Argentina.

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