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  • Zé Felipe fala sobre ex-relacionamentos e relembra vício em remédios

    Zé Felipe fala sobre ex-relacionamentos e relembra vício em remédios

    Cantor abre o jogo sobre vida pessoal após separação de Virginia Fonseca e término com Ana Castela; artista também relembra fase difícil marcada por crises de ansiedade

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Após um período de mudanças na vida pessoal, Zé Felipe decidiu comentar publicamente como tem lidado com os relacionamentos que ficaram no passado.

    Em entrevista ao podcast Podcats, o artista afirmou que mantém uma convivência tranquila tanto com Virginia Fonseca quanto com Ana Castela, afastando rumores de desentendimentos.

    O cantor, que foi casado com Virgínia por cerca de cinco anos, destacou que a prioridade segue sendo a criação dos filhos –Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo. Segundo ele, o respeito mútuo é essencial para garantir um ambiente saudável para a família, mesmo após o fim do relacionamento.

    “Não é porque acabou que vira inimigo. Existe uma história, existem filhos. A gente escolhe manter a amizade”, disse. Para Zé Felipe, a forma como o pós-relacionamento é conduzido impacta diretamente na convivência diária.

    Sobre o breve envolvimento com Ana Castela, o tom também foi de leveza. O cantor negou qualquer tipo de conflito e fez questão de elogiar a artista. “Ela é uma menina maravilhosa, muito parecida comigo. Às vezes dá certo, às vezes não dá, e está tudo bem”, comentou.

    Além de falar sobre os relacionamentos, Zé Felipe também relembrou um período delicado que enfrentou recentemente. O artista revelou que lidou com crises de ansiedade e chegou a fazer uso excessivo de medicação para dormir.

    Ele contou que percebeu a gravidade da situação ao se olhar no espelho após ingerir os remédios. “Teve um momento que eu me assustei comigo mesmo. Acordei no dia seguinte pensando nos meus filhos e no que eu estava fazendo”, relatou.

    A partir daí, o cantor disse ter entendido que estava tentando fugir de questões internas. “Era uma forma de escapar da realidade, de mascarar o que eu estava sentindo”, afirmou. A primeira crise, segundo ele, aconteceu durante um voo noturno, após um show em Belo Horizonte.

    Zé Felipe fala sobre ex-relacionamentos e relembra vício em remédios

  • Apenas 29% dizem acreditar que Brasil vai ganhar a Copa

    Apenas 29% dizem acreditar que Brasil vai ganhar a Copa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A menos de dois meses para a abertura da Copa do Mundo de 2026, ainda em um cenário de incertezas na reta final da preparação, a confiança dos brasileiros na seleção nacional atinge o nível mais baixo da série histórica. Pesquisa Datafolha mostra que 29% da população aposta no título da equipe comandada por Carlo Ancelotti no torneio que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.

    No mesmo levantamento, a França (17%) surge como a principal alternativa ao Brasil, seguida por Argentina e Alemanha (4%). Portugal, Espanha, Estados Unidos e Inglaterra são citados por pelo menos 1% dos entrevistados. Outros 3% indicaram países diferentes.

    A soma dos rivais listados (34%) supera o percentual atribuído à própria seleção brasileira, reforçando a perda de centralidade do país como grande favorito para os torcedores brasileiros.

    O índice registrado pelo Brasil renova o recorde negativo registrado no levantamento anterior, realizado em julho de 2025, e se consolida como o menor percentual desde o início da série, há cerca de três décadas. Há nove meses, pouco depois da chegada de Ancelotti, 33% dos entrevistados apostavam no Brasil como campeão.

    Na pesquisa mais recente, o Datafolha ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em 137 municípios, entre os dias 7 e 9 de abril de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

    No recorte por gênero, entre homens, o índice de confiança no título é de 26%, enquanto entre mulheres chega a 32%. Como a margem erro no recorte por gênero é de três pontos percentuais, há um empate no limite da margem de erro.

    Ainda no recorte entre o público masculino, chama atenção o fato de a França aparecer numericamente à frente do Brasil, com 27% das citações, também em um cenário de empate técnico.

    Também é possível observar uma diferença entre os que desejam a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os que preferem eleger Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Os eleitores do petista são mais otimistas, com 36% indicando o Brasil como favorito ao título. A margem de erro entre os eleitores de Lula é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

    Entre os eleitores de Bolsonaro, 26% apostam que o Brasil conquistará o hexa na América do Norte. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.

    Desde a contratação de Ancelotti, a seleção brasileira resolveu seus problemas mais urgentes, com a estabilização no comando e a classificação para a Copa, mas não se livrou das cicatrizes mais profundas, como a perda de identidade em campo, o desgaste institucional da CBF e a quebra da aura de favorito.

    Embora tenha encerrado, no fim de abril, os dois últimos amistosos antes da convocação para o Mundial, marcada para 18 de maio, com “uma ideia muito clara” do elenco que pretende levar à América do Norte, Carlo Ancelotti ainda não conseguiu apresentar ao torcedor uma seleção com sua identidade consolidada.

    Ainda segundo o Datafolha, 46% dos brasileiros acreditam que o Brasil não vai passar das quartas de final na Copa do Mundo, fase em que foi eliminada nas duas últimas edições do torneio, em 2018 e 2022.

    A avaliação é reforçada pelo desempenho diante de um adversário de maior nível técnico. Contra a França, mesmo com um jogador a mais em boa parte do jogo, o Brasil foi derrotado por 2 a 1, em uma partida que expôs dificuldades de controle e consistência em momentos decisivos.

    Na sequência, a equipe reagiu com vitória por 3 a 1 sobre a Croácia, mas encerrou a última Data Fifa ainda sob um ambiente de desconfiança, sem dissipar as dúvidas sobre sua competitividade ou fechar o elenco. A atuação, porém, pelo menos ampliou o leque de opções de Ancelotti, com o surgimento de alternativas como o volante Danilo Santos e os atacantes Luiz Henrique e Endrick.

    O italiano lida com desafios impostos à seleção por um ciclo turbulento, marcado por sucessivas trocas de técnico desde a saída de Tite em 2022. Antes da contratação do europeu, Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior comandaram a equipe nacional. Ancelotti iniciou seu trabalho em maio de 2025, ou seja, não completou sequer um ano no cargo.

    Também é recente o tempo de atividade do atual presidente da CBF, Samir Xaud, que assumiu o cargo dias após o italiano aceitar o convite do então presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues, afastado da cadeira por decisão da Justiça, que considerou nulo o acordo que validou a primeira eleição vencida por Ednaldo.

    Ele foi o quinto presidente da entidade a ser afastado ou preso nos últimos sete mandatos, consolidando uma longa crise institucional na entidade máxima do futebol brasileiro, que respinga sobre a imagem que os brasileiros têm da seleção nacional.

    Aferida pelo Datafolha desde 1994, a opinião dos brasileiros sobre o vencedor do Mundial teve até 2014 seus maiores índices, sempre acima de 56% dos entrevistados, com a maior confiança registrada em 2006, sob os efeitos da conquista do título mundial em 2002.

    A partir da Copa realizada no Brasil, há 12 anos, em edição marcada pela derrota brasileira por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal, a relação entre a torcida e a equipe verde e amarela estremeceu.

    No Mundial seguinte, o Brasil embarcou para a Rússia com um inédito índice de confiança abaixo de 50%, com 48%. Antes da última edição, no Qatar em 2022, Tite conseguiu melhorar a marca, levando seu elenco com 54% de favoritismo.

    Eliminado nas quartas de final das duas últimas edições, a seleção brasileira chegará à América do Norte agora sob um cenário de forte pessimismo.

    Apenas 29% dizem acreditar que Brasil vai ganhar a Copa

  • União pagou R$ 384,11 milhões de dívidas de estados e municípios

    União pagou R$ 384,11 milhões de dívidas de estados e municípios

    Governo federal cobriu R$ 4,8 milhões em dívidas não honradas por quatro prefeituras: Iguatu (CE),  Guanambi (BA),  Paranã (TO) e Santanópolis (BA); dados foram divulgados pelo Tesouro Nacional

    O Tesouro Nacional pagou, em março, R$ 384,11 milhões em dívidas atrasadas de estados e de municípios. Ao todo, foram quitados débitos em atraso de três governos estaduais e de três prefeituras.

    Os estados que precisaram de cobertura do Tesouro Nacional em janeiro foram os seguintes:

    • Rio Grande do Sul: R$ 250,07 milhões;
    • Rio de Janeiro: R$ 128,67 milhões;
    • Rio Grande do Norte: R$ 2,55 milhões.

    Em relação aos municípios, tiveram a dívida paga pela União as prefeituras de Igatu (CE), com R$ 2,55 milhões; de Paranã (TO), com R$ 214,36 mil; e Santanópolis (BA), com R$ 65,94 mil. 

    Acumulado

    Nos três primeiros meses do ano, o Tesouro quitou R$ 993,80 milhões em débitos em atraso de quatro estados e de quatro municípios. 

    Os dados acumulados são os seguintes:

    • Rio de Janeiro: R$ 492,85 milhões;
    • Rio Grande do Sul: R$ 389,74 milhões;
    • Rio Grande do Norte: R$ 86,87 milhões;
    • Amapá: R$ 19,55 milhões.

    O governo federal cobriu R$ 4,8 milhões em dívidas não honradas por quatro prefeituras: Iguatu (CE),  Guanambi (BA),  Paranã (TO) e Santanópolis (BA).

    Os dados estão no Relatório de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito, divulgado nesta quarta-feira (15) pela Secretaria do Tesouro Nacional. 

    As garantias são executadas pelo governo federal quando um estado ou município fica inadimplente em alguma operação de crédito. Nesse caso, o Tesouro cobre o calote, mas retém repasses da União para o ente devedor até quitar a diferença, cobrando multa e juros.

    As dívidas honradas pelo Tesouro são descontadas dos repasses da União aos entes federados, como receitas dos fundos de participação e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), dentre outros. 

    Sobre as obrigações em atraso incidem juros, mora e outros custos operacionais referentes ao período entre o vencimento da dívida e a efetiva honra dos valores pela União.

    PropagAté o fim do ano passado, os estados puderam aderir ao Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados (Propag), que prevê uma série de condições, como venda de ativos à União e um plano de corte de gastos para a liberação de até R$ 20 bilhões em investimentos pelos estados.

    O Propag prevê descontos nos juros e parcelamento do saldo das dívidas estaduais em até 30 anos. Em troca, os estados que aderirem vão aportar recursos para o Fundo de Equalização Federativa (FEF), que distribuirá dinheiro para todos os estados que aderirem, mesmo os que não tiverem débitos com a União, para investimentos em educação, segurança pública, saneamento, habitação, transportes e outras áreas.

    Após o Congresso derrubar os vetos ao Propag, no fim de novembro, 22 estados aderiram ao programa. Das unidades da Federação, só o Distrito Federal, o Mato Grosso, Pará, Paraná e Santa Catarina não ingressaram na renegociação especial.

    Rio Grande do Sul

    Por causa das enchentes no estado, em 2024, a União suspendeu o pagamento da dívida por 36 meses. Além disso, os juros que corrigem a dívida anualmente, em torno de 4% ao ano mais a inflação, serão perdoados pelo mesmo período. 

    O estoque da dívida do estado com a União está em cerca de R$ 100 bilhões atualmente e, com a suspensão das parcelas, o estado dispõe de R$ 11 bilhões a serem utilizados em ações de reconstrução.

    União pagou R$ 384,11 milhões de dívidas de estados e municípios

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  • Oposição diz que ministros do STF ameaçam Congresso e busca Fux e Mendonça

    Oposição diz que ministros do STF ameaçam Congresso e busca Fux e Mendonça

    “Essas ameaças que o Congresso recebeu dos ministros do STF são inaceitáveis. Em uma democracia, ministros da Suprema Corte não podem fazer esse tipo de procedimento”, declarou o líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto da Silva

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Deputados da oposição afirmaram nesta quarta-feira (15) que os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes e Dias Toffoli ameaçaram o Congresso Nacional ao criticarem o relatório da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado que pediu o indiciamento dos magistrados.

    Os parlamentares também cobraram que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), faça uma defesa pública do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que, além de Gilmar e Toffoli, também incluiu Alexandre de Moraes em seu relatório.

    “Um senador da República foi ameaçado de ser inelegível por ter feito seu relatório. Cadê a separação dos três Poderes? Ele fez o relatório de acordo com o que recebeu de informações. O ministro Gilmar ameaçou diretamente o senador. ‘Não me chame para dançar, eu sei dançar’. Isso é postura para ministro da Suprema Corte?”, declarou o líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto da Silva (PL-PB), em entrevista coletiva.

    “Isso é uma questão fora de partidos, é uma questão de democracia, de Congresso Nacional. Essas ameaças que o Congresso recebeu dos ministros do STF são inaceitáveis. Em uma democracia, ministros da Suprema Corte não podem fazer esse tipo de procedimento. Eles têm que respeitar a independência dos Poderes e as prerrogativas dos parlamentares”, completou.

    A oposição realizou uma entrevista coletiva para reagir às críticas dos ministros do STF e, em seguida, fará uma caminhada até o Supremo. Os parlamentares devem usar a brecha do encontro do senador Carlos Viana (Podemos-MG), que presidiu a CPMI do INSS (Instituto do Seguro Social), com Luiz Fux e André Mendonça para demonstrar a insatisfação com a corte.

    O relatório da CPI do Crime Organizado foi rejeitado na terça (14), após uma articulação entre o Supremo e o governo Lula (PT). O texto causou forte reação de ministros do STF, que afirmaram que houve viés eleitoreiro, extrapolando o escopo original da investigação parlamentar, em sinal de abuso de autoridade.
    Decano do tribunal, Gilmar foi responsável pela crítica mais contundente. O ministro disse que o uso “técnicas de exposição midiática e emparedamento” contra o Judiciário não são estratégias inéditas.

    “Lá no meu Mato Grosso as pessoas dizem: ‘Não me convidem para dançar, porque eu posso aceitar’. Adoro ser desafiado. Me divirto com isso. Mas outros têm medo. Assombração, como dizemos no interior, aparece para quem acredita. É preciso que a gente esteja atento, inclusive para aqueles que têm medo de assombração, que elas não existem. São fantasmas, que não amedrontam, são fantoches”, disse.

    Já Dias Toffoli afirmou que o texto apresentado por Vieira é abuso de poder e pode levar a inelegibilidade. Segundo o ministro, o documento é “completamente infundado” e tem como “único e nítido” objetivo conseguir votos.

    Oposição diz que ministros do STF ameaçam Congresso e busca Fux e Mendonça

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  • Leticia Spiller tem carro furtado no Rio de Janeiro

    Leticia Spiller tem carro furtado no Rio de Janeiro

    A atriz, que está no ar em “Coração Acelerado” (Globo), estacionou o carro, um Toyota SW4, mas não o encontrou mais depois que voltou. Não há informações a respeito do seguro ou se o veículo já foi encontrado

    SÃO PAULO, SP, E RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – A atriz Leticia Spiller, 52, teve seu carro furtado no Rio de Janeiro na última segunda (13). A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da artista. Apesar do susto, ela está bem.

    O caso aconteceu próximo à Lagoa Rodrigo de Freitas. De acordo com a equipe, a intérprete de Janete em “Coração Acelerado” (Globo) estacionou o carro, um Toyota SW4, mas não o encontrou mais depois que voltou. Não há informações a respeito do seguro ou se o veículo já foi encontrado.

    O incidente foi registrado na 14ª Delegacia Policial da região do Leblon. Procurada, a Secretaria de Segurança do Rio não forneceu mais detalhes até a publicação deste texto.

    Em caso semelhante, outro ator, Marcos Palmeira, colega de Leticia na Globo, teve o mesmo modelo furtado no início de março.

    O artista levou um susto na saída de um evento com o elenco de “Três Graças” (Globo), em Copacabana, ao perceber que seu Toyota SW4, com valor entre R$ 390 mil e R$ 560 mil, havia sido levado. O ator havia contratado um seguro para o veículo.

    Leticia Spiller tem carro furtado no Rio de Janeiro

  • Abel volta ao STJD em caso que medirá rigidez com expulsões do técnico

    Abel volta ao STJD em caso que medirá rigidez com expulsões do técnico

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, será julgado nesta quarta-feira (15) pelo Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

    A sessão é cercada de expectativa e vai confirmar o nível de rigidez que o tribunal vai adotar em relação ao histórico de expulsões do português no Brasileirão.

    Abel foi suspenso em primeira instância por um total de oito partidas, distribuídas em dois processos. O primeiro, pelo cartão vermelho contra o São Paulo (levou seis jogos). O segundo, pela expulsão diante do Fluminense (mais dois jogos).

    Entre suspensões automáticas e a negativa de efeito suspensivo que gerou a ausência do técnico no clássico contra o Corinthians, domingo, Abel já cumpriu três das oito partidas.

    As duas denúncias contra Abel foram com base no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê pena de um a seis jogos a quem agir de forma contrária à ética desportiva.

    Um termo bastante repetido no voto da relatora do caso na segunda comissão disciplinar foi “reiterado”. Para a auditora Ana Ralil, a repetição da conduta imprópria de Abel à beira do campo foi decisiva para optar pela pena máxima prevista no artigo.

    “A atuação da Justiça Desportiva impõe a contenção de excessos e a repressão de manifestações que ultrapassem os limites do respeito e da ética desportiva, especialmente quando reiteradas e praticadas por profissionais que exercem função de liderança”, mencionou ela.

    A sessão desta quarta-feira (15) envolvendo Abel é o primeiro exemplo de um STJD que acelerou o ritmo dos processos envolvendo a Série A. O intervalo entre primeira e segunda instância foi menor do que uma semana.

    O Palmeiras faz pressão pública sobre o STJD, questionando não só a proporção da pena inicial, mas o indeferimento do efeito suspensivo completo para Abel. O “não” foi dado pela auditora Mariana Barreiras.

    “Decisões arbitrárias comprometem a credibilidade das competições. É fundamental que todos os agentes envolvidos atuem com equilíbrio, sem eleger um único profissional como bode expiatório – não é razoável que apenas um seja penalizado por um problema coletivo. Desse modo, o clube espera que, na segunda instância, o caso em questão seja analisado com coerência”, disse o Palmeiras em nota.

    Abel volta ao STJD em caso que medirá rigidez com expulsões do técnico

  • Aposentados e pensionistas do INSS podem consultar antecipação do 13º

    Aposentados e pensionistas do INSS podem consultar antecipação do 13º

    Benefício extra começa a ser pago no dia 24 para quem ganha um mínimo. A primeira parcela será paga de 24 de abril a 8 de maio e a segunda parcela vai de 25 de maio a 8 de junho

    Cerca de 35,2 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já podem consultar a antecipação do décimo terceiro. A consulta pode ser feita no aplicativo Meu INSS, disponível para celulares e tablets, ou no site gov.br/meuinss.

    Com a previsão de injetar R$ 78,2 bilhões na economia, a antecipação do décimo terceiro do INSS será paga em duas parcelas. 

    A primeira parcela será paga de 24 de abril a 8 de maio. A segunda parcela vai de 25 de maio a 8 de junho. As datas são definidas com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) e com base na renda do beneficiário. Quem ganha apenas o salário mínimo começa a receber antes de quem recebe mais que o mínimo.O decreto com a antecipação do décimo terceiro do INSS foi assinado no fim de março pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

    Este será o sétimo ano seguido em que os segurados do INSS receberão o décimo terceiro antes das datas tradicionais, em agosto e em dezembro. 

    Em 2020 e 2021, o pagamento ocorreu mais cedo por causa da pandemia da covid-19. Em 2022 e 2023, as parcelas foram pagas em maio e junho. Em 2024 e 2025, em abril e maio.

    Quem não tiver acesso à internet pode consultar a liberação do décimo terceiro pelo telefone 135. Nesse caso, é necessário informar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e confirmar alguns dados ao atendente antes de fazer a consulta. 

    O atendimento telefônico está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.

    Conforme os dados mais recentes do INSS, de fevereiro, 23,3 milhões de pessoas, cerca de 66,2% do total dos segurados do INSS, ganham até um salário mínimo por mês (R$ 1.621). Outros 11,9 milhões de beneficiários recebem acima do piso nacional. Desse total, 13,7 mil ganham o teto da Previdência Social, de R$ 8.475,55.

     

    A maioria dos aposentados e pensionistas receberá 50% do décimo terceiro na primeira parcela. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro e terá o valor calculado proporcionalmente.

    O Ministério da Previdência esclarece que os segurados que recebem benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) também têm direito a uma parcela menor do décimo terceiro, calculada de acordo com a duração do benefício. 

    Por lei, os segurados que recebem benefícios assistenciais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Renda Mensal Vitalícia, não têm direito ao décimo terceiro salário.

    Aposentados e pensionistas do INSS podem consultar antecipação do 13º

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  • EUA dizem que negociações com Irã estão ativas e que têm perspectiva de acordo

    EUA dizem que negociações com Irã estão ativas e que têm perspectiva de acordo

    Governo Trump confirma que discute com Teerã nova rodada de conversa presencial, provavelmente no Paquistão; Washington nega que pediu extensão de cessar-fogo e afirma que vai aplicar sanções a quem continuar comprando do Irã

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou nesta quarta-feira (15) que as conversas entre Estados Unidos e Irã estão em andamento e que o governo de Donald Trump está otimista com a possibilidade de um acordo para o fim do conflito.

    “Continuamos muito engajados nessas conversas, vocês ouviram do vice-presidente [J. D. Vance] e do presidente [Trump] nesta semana que essas conversas estão sendo produtivas e estão em andamento”, afirmou Leavitt durante entrevista coletiva na Casa Branca, negando relatos na imprensa americana de que Washington pediu uma extensão do cessar-fogo.

    A porta-voz confirmou que as duas partes discutem uma nova rodada presencial de negociações, e indicou que provavelmente isso ocorreria novamente em Islamabad, capital do Paquistão. Leavitt reforçou que o país é o único mediador.

    A primeira rodada de conversas presenciais, liderada por J. D. Vance, terminou em fracasso no sábado (11), em Islamabad, e com indícios de que nenhuma das partes fez concessões substanciais em suas demandas.

    Enquanto isso, Washington e Teerã seguem com seus bloqueios no estreito de Hormuz. Relatos conflitantes das duas partes dificultam a compreensão de como de fato as forças têm operado na região.

    Leavitt afirmou ainda que as forças dos EUA na região estão “apoiando a liberdade de navegação de embarcações transitando no estreito com origem e destino em portos não iranianos”, sem contudo explicar se isso significa que os militares americanos estão dispostos a enfrentar o bloqueio imposto pelo Irã.

    A agência de notícias iraniana Fars afirmou que um petroleiro conseguiu furar o obstáculo americano e chegou ao país para ser carregado. Não há confirmação disso em sites de monitoramento de navios, que podem ser driblados se o sistema de identificação da embarcação for desligado.

    Já um navio chinês, por outro lado, que havia transitado por Hormuz no dia de início do bloqueio americano, voltou pelo estreito e está agora ancorado perto do Irã. A embarcação Rich Starry, sob sanções americanos por já ter transportado derivados de petróleo do Irã, transporta, no entanto, carga de metanol dos Emirados Árabes Unidos -em tese, portanto, fora do escopo do bloqueio dos EUA.

    Segundo o secretário do Tesouro, Scott Bessent, que também participou da entrevista coletiva, os EUA pretendem aplicar sanções a países que continuam comprando petróleo iraniano. Ele disse ainda que Washington não vai renovar as licenças dadas a petróleo russo e iraniano. “Isso era petróleo que estava já na água [sendo transportado] antes de 11 de março. Já foi todo usado”, afirmou.

    A China é um dos principais compradores de Teerã. O líder chinês, Xi Jinping, usou termos duros nesta semana contra o conflito, e a chancelaria chinesa chamou as restrições no Golfo de irresponsáveis e perigosas. Em 2025, o Irã foi o terceiro maior fornecedor de petróleo de Pequim.

    EUA dizem que negociações com Irã estão ativas e que têm perspectiva de acordo

  • Pedido de vista adia votação da PEC do fim da 6×1 na CCJ da Câmara

    Pedido de vista adia votação da PEC do fim da 6×1 na CCJ da Câmara

    O PL, partido de Flávio Bolsonaro, e o PSDB fizeram um pedido de vista e adiaram a votação sobre a constitucionalidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221 de 2019

    Um pedido de vista coletivo feito pelas lideranças do PSDB e do PL na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados adiou, nesta quarta-feira (15), a votação sobre a constitucionalidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221 de 2019, que acaba com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1).

    Temendo atrasos nessa votação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso, na terça-feira (14), um projeto de lei (PL) com urgência constitucional para acabar com a escala 6×1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais. O PL com urgência precisa ser votado em até 45 dias ou tranca a pauta do plenário da Câmara.

    Na sessão de hoje da CCJ, o relator da PEC na CCJ, deputado Paulo Azi (União-BA), votou pela admissibilidade do texto, ou seja, deu parecer no sentido de que a redução da jornada é constitucional. Além do fim da escala 6×1, a PEC prevê reduzir a jornada das atuais 44  para 36 horas semanais em um prazo de dez anos.O parecer do deputado Azi ainda precisa ser aprovado pela maioria da CCJ. Os deputados Lucas Redecker (PSDB-RS) e a Bia Kicis (PL-DF) pediram vista para ter mais tempo para analisar o tema.

    “[O parecer do relator] foi protocolado pela manhã e o relator aqui, habilmente, leu todo o parecer na íntegra, porém, eu e outros deputados temos o interesse de ler minuciosamente em virtude desse parecer e desse texto serem um tema sensível. É prudente nós termos um prazo de debate nesse pedido de vista”, disse Redecker.

    O parlamentar gaúcho ainda criticou o fato de o presidente Lula ter enviado um PL com urgência constitucional para a Casa, o que, segundo ele, “enterra a discussão da PEC”.

    “Pelo nosso regimento interno, temos até um prazo de 40 sessões [do plenário da Câmara] para debater uma [PEC na] comissão especial. O prazo que o governo protocolou o regime de urgência será até 45 dias. No dia de hoje, 44 dias. Ou seja, não se vencerá o tempo hábil de debater, na comissão especial, o prazo dessas PECs”, completou.

    O deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA) rebateu que o PL do governo apenas antecipa um projeto que depois poderá ser colocado na Constituição por meio da PEC em tramitação na Câmara.

    “Um projeto não prejudica o outro. Pelo contrário, ajuda, fortalece. O projeto foi encaminhado pelo presidente Lula por um motivo especial: líderes da oposição afirmaram publicamente que iriam obstruir a tramitação da PEC. O objetivo, segundo eles, é não deixar isso votar”, disse.

    Os presidentes do PL, Valdemar Costa Neto, e do União Brasil, Antônio Rueda, prometeram trabalhar para não deixar votar o fim da escala 6×1. A fala ocorreu em um encontro com empresários em São Paulo, em fevereiro. Juntos, os dois partidos somam 139 dos 513 deputados da Casa.

    A PEC em tramitação na CCJ é de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), mas a proposta foi apensada à PEC de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que defendeu a admissibilidade do texto na comissão.

    “Que os patrões possam entender que não há produtividade, não há economia, com o trabalhador adoecido, com o trabalhador esgotado, com o trabalhador exausto. Esta matéria é por mais tempo de descanso, mas ela também é por qualidade de vida”, disse Erika.

    Não houve falas contra o mérito do projeto na sessão da CCJ desta quarta-feira até o fechamento desta reportagem.

    A admissibilidade

    O relator Paulo Azi defendeu a admissibilidade da PEC 221, ou seja, rejeitou os argumentos que defendiam que a proposta seria inconstitucional devido, entre outros motivos, ao impacto econômico que a medida poderia causar, o que violaria a autonomia financeira dos estados e municípios.

    “Não há necessidade de previsão de estimativa do impacto orçamentário ou financeiro, pois a determinação constante do Artigo 113 do ADCT [Ato das Disposições Constitucionais Transitórias] não atinge as PECs”, afirmou.

    Azi acrescentou que ainda há a possibilidade de “serem discutidas e avaliadas medidas de contenção do impacto sobre estados e municípios quando da discussão do mérito, oportunidade em que poderão ser articuladas formas de compensação econômica”.

    Sobre o argumento de que a medida constituiria restrição excessiva da negociação coletiva entre patrões e empregados, defendendo que a escala seja definida por meio dessas negociações, o deputado destacou a assimetria de poder entre as partes.

    “Verifica-se uma assimetria de poder na relação entre capital e trabalho, o que se agrava com a fragilidade financeira de muitos sindicatos. Esse estado de coisas evidencia que a simples autonomia negocial coletiva dos agentes do mercado de trabalho é insuficiente para promover avanços na temática da redução da jornada e da escala de trabalho”, escreveu Azi no relatório.

    Pedido de vista adia votação da PEC do fim da 6×1 na CCJ da Câmara

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  • Entenda as diferenças entre as propostas pelo fim da escala 6×1

    Entenda as diferenças entre as propostas pelo fim da escala 6×1

    Câmara dos Deputados discute duas PECs que reduzem a jornada de 44 para 36 horas semanais; governo enviou projeto de lei, que tem tramitação mais rápida, com diminuição para 40 horas por semana

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Congresso Nacional discute três propostas pelo fim da escala 6×1 -seis dias de trabalho com um de descanso. Duas são PECs (propostas de emenda à Constituição) e alteram a Constituição, prevendo redução da carga horária semanal de 44 para 36 horas.

    O outro é um projeto de lei do governo Lula alterando pontos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e de outras leis, dentre eles, a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e a criação da escala 5×2, com cinco dias de trabalho e dois de descanso.

    O relator das PECs (propostas de Emenda à Constituição), deputado federal Paulo Azi (União Brasil-BA), apresentou nesta quarta-feira (15) seu parecer recomendando que os textos sejam aprovados na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara. Já o projeto de lei do governo, enviado na noite desta terça-feira (14), ainda não começou a tramitar.

    As propostas têm algumas diferenças e semelhanças. Nas PECs, além da redução da jornada ser maior, de 44 para 36 horas semanais, não há detalhamento sobre outros direitos. No caso do projeto do governo, há especificidades conforme categorias. A principal semelhança entre os três textos é que, em todos os casos, não poderá haver redução do salário.

    As mudanças na Constituição estão nas PECs 8/2025, da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), e 221/2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que foram apensadas. Elas alteram artigo 7º e focam em diretrizes gerais para todos os trabalhadores urbanos e rurais.

    O projeto do governo é de lei ordinária, que altera diretamente a CLT e diversas leis específicas (como as leis dos aeronautas, atletas, radialistas e empregados domésticos). Ele detalha regras para regimes especiais, como a jornada 12×36 (12 horas de trabalho e 36 de descanso), exigindo que a média das horas respeite as 40 semanais.

    No ano passado, uma PEC do senador Paulo Paim (PT-RS) chegou a ser aprovada na CCJ do Senado, mas tende a ser engavetada.

    VEJA AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE AS PROPOSTAS PELO FIM DA ESCALA 6×1

    JORNADA DE TRABALHO E ESCALA SEMANAL

    – PEC Erika Hilton: propõe redução de 44 para 36 horas semanais, com limite de oito horas de trabalho por dia. A jornada deverá ser de quatro dias por semana – PEC Reginaldo Lopes: propõe jornada de trabalho de 36 horas semanais, com limite de oito horas por dia, mas sem determinar que deverão ser apenas quatro dias de trabalho e três de descanso
    – Projeto do governo: limita a jornada de trabalho a 40 horas semanais, com escala 5×2 -cinco dias de trabalho e dois descanso-; o descanso remunerado deve ser aos sábados e domingos de preferência

    SALÁRIO

    – PEC Erika Hilton: não há redução de salário
    – PEC Reginaldo Lopes: não há redução de salário
    – Projeto do governo: não há redução nominal nem proporcional de salário, nem alteração dos pisos vigentes, mesmo em regime especial, avulso ou trabalho de tempo parcial

    ESCALA 12×36

    – PEC Erika Hilton: não trata diretamente
    – PEC Reginaldo Lopes: não trata diretamente
    – Projeto do governo: fica mantida a escala 12×36 (12 horas de trabalho por 36 horas de descanso), limitada da 40 horas semanais, com dois dias de descanso na semana, por meio de negociação coletiva

    HORAS EXTRAS

    – PEC Erika Hilton: não trata diretamente de horas extras
    – PEC Reginaldo Lopes: não trata diretamente de horas extras
    – Projeto do governo: não aborda diretamente as horas extras, mas deixa claro que os dois dias descanso preferenciais aos sábados e domingos são remunerados; com isso, conforme diz a CLT, deve haver folga compensatória ao trabalhador ou pagamento da hora extra em dobro

    NEGOCIAÇÃO COLETIVA

    – PEC Erika Hilton: prevê que a negociação coletiva pode prever compensação de horários e determinar como será a redução da jornada
    – PEC Reginaldo Lopes: prevê que acordo ou convenção coletiva de trabalho podem determinar a compensação de horários e como será a redução da jornada
    – Projeto do governo: prevê que as negociações coletivas com regras diferentes para jornada, folgas e compensações seguem valendo. Trecho da lei diz que as escolhas dos dias de folga, por exemplo, respeitarão “as peculiaridades de cada atividade ou negociação coletiva de trabalho”

    CATEGORIAS ABRANGIDAS

    – PEC Erika Hilton: não aborda especificamente, mas vale para todos os trabalhadores
    – PEC Reginaldo Lopes: não aborda especificamente, mas vale para todos os trabalhadores
    – Projeto do governo: diz que a regra vale para todos os trabalhadores, incluindo comércio, domésticos, profissionais da área da saúde, aeronautas, atletas profissionais, radialistas e outros

    QUANDO COMEÇARÁ A VALER

    – PEC Erika Hilton: entra em vigor 360 dias após a data da publicação
    – PEC Reginaldo Lopes: começaria a valer dez anos após a data de publicação
    – Projeto do governo: entra em vigor na data de publicação

    TRAMITAÇÃO

    – PEC Erika Hilton: precisa ser aprovada em dois turnos, com 308 deputados e 49 senadores favoráveis em cada uma das votações; é promulgada pelo Congresso
    – PEC Reginaldo Lopes: precisa ser aprovada em dois turnos, com 308 deputados e 49 senadores favoráveis em cada uma das votações; é promulgada pelo Congresso
    – Projeto do governo: precisa ser aprovado em votação normal na Câmara e no Senado, por maioria simples (50% + um voto); é sancionado pelo presidente da República

    JUSTIFICATIVAS

    – PEC Erika Hilton: enfatiza a saúde mental, o combate ao burnout e diz que pode haver criação de 6 milhões de empregos
    – PEC Reginaldo Lopes: justifica a mudança como um motor para o consumo e produtividade, citando exemplos de países europeus com jornadas reduzidas
    – Projeto do governo: foca na modernização da legislação trabalhista e na garantia de descanso ampliado para categorias específicas, como os comerciários, hoje os que têm a escala de trabalho com menos dias de descanso.

    Entenda as diferenças entre as propostas pelo fim da escala 6×1

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