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  • Abel volta ao STJD em caso que medirá rigidez com expulsões do técnico

    Abel volta ao STJD em caso que medirá rigidez com expulsões do técnico

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, será julgado nesta quarta-feira (15) pelo Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

    A sessão é cercada de expectativa e vai confirmar o nível de rigidez que o tribunal vai adotar em relação ao histórico de expulsões do português no Brasileirão.

    Abel foi suspenso em primeira instância por um total de oito partidas, distribuídas em dois processos. O primeiro, pelo cartão vermelho contra o São Paulo (levou seis jogos). O segundo, pela expulsão diante do Fluminense (mais dois jogos).

    Entre suspensões automáticas e a negativa de efeito suspensivo que gerou a ausência do técnico no clássico contra o Corinthians, domingo, Abel já cumpriu três das oito partidas.

    As duas denúncias contra Abel foram com base no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê pena de um a seis jogos a quem agir de forma contrária à ética desportiva.

    Um termo bastante repetido no voto da relatora do caso na segunda comissão disciplinar foi “reiterado”. Para a auditora Ana Ralil, a repetição da conduta imprópria de Abel à beira do campo foi decisiva para optar pela pena máxima prevista no artigo.

    “A atuação da Justiça Desportiva impõe a contenção de excessos e a repressão de manifestações que ultrapassem os limites do respeito e da ética desportiva, especialmente quando reiteradas e praticadas por profissionais que exercem função de liderança”, mencionou ela.

    A sessão desta quarta-feira (15) envolvendo Abel é o primeiro exemplo de um STJD que acelerou o ritmo dos processos envolvendo a Série A. O intervalo entre primeira e segunda instância foi menor do que uma semana.

    O Palmeiras faz pressão pública sobre o STJD, questionando não só a proporção da pena inicial, mas o indeferimento do efeito suspensivo completo para Abel. O “não” foi dado pela auditora Mariana Barreiras.

    “Decisões arbitrárias comprometem a credibilidade das competições. É fundamental que todos os agentes envolvidos atuem com equilíbrio, sem eleger um único profissional como bode expiatório – não é razoável que apenas um seja penalizado por um problema coletivo. Desse modo, o clube espera que, na segunda instância, o caso em questão seja analisado com coerência”, disse o Palmeiras em nota.

    Abel volta ao STJD em caso que medirá rigidez com expulsões do técnico

  • Aposentados e pensionistas do INSS podem consultar antecipação do 13º

    Aposentados e pensionistas do INSS podem consultar antecipação do 13º

    Benefício extra começa a ser pago no dia 24 para quem ganha um mínimo. A primeira parcela será paga de 24 de abril a 8 de maio e a segunda parcela vai de 25 de maio a 8 de junho

    Cerca de 35,2 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já podem consultar a antecipação do décimo terceiro. A consulta pode ser feita no aplicativo Meu INSS, disponível para celulares e tablets, ou no site gov.br/meuinss.

    Com a previsão de injetar R$ 78,2 bilhões na economia, a antecipação do décimo terceiro do INSS será paga em duas parcelas. 

    A primeira parcela será paga de 24 de abril a 8 de maio. A segunda parcela vai de 25 de maio a 8 de junho. As datas são definidas com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) e com base na renda do beneficiário. Quem ganha apenas o salário mínimo começa a receber antes de quem recebe mais que o mínimo.O decreto com a antecipação do décimo terceiro do INSS foi assinado no fim de março pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

    Este será o sétimo ano seguido em que os segurados do INSS receberão o décimo terceiro antes das datas tradicionais, em agosto e em dezembro. 

    Em 2020 e 2021, o pagamento ocorreu mais cedo por causa da pandemia da covid-19. Em 2022 e 2023, as parcelas foram pagas em maio e junho. Em 2024 e 2025, em abril e maio.

    Quem não tiver acesso à internet pode consultar a liberação do décimo terceiro pelo telefone 135. Nesse caso, é necessário informar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e confirmar alguns dados ao atendente antes de fazer a consulta. 

    O atendimento telefônico está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.

    Conforme os dados mais recentes do INSS, de fevereiro, 23,3 milhões de pessoas, cerca de 66,2% do total dos segurados do INSS, ganham até um salário mínimo por mês (R$ 1.621). Outros 11,9 milhões de beneficiários recebem acima do piso nacional. Desse total, 13,7 mil ganham o teto da Previdência Social, de R$ 8.475,55.

     

    A maioria dos aposentados e pensionistas receberá 50% do décimo terceiro na primeira parcela. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro e terá o valor calculado proporcionalmente.

    O Ministério da Previdência esclarece que os segurados que recebem benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) também têm direito a uma parcela menor do décimo terceiro, calculada de acordo com a duração do benefício. 

    Por lei, os segurados que recebem benefícios assistenciais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Renda Mensal Vitalícia, não têm direito ao décimo terceiro salário.

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  • EUA dizem que negociações com Irã estão ativas e que têm perspectiva de acordo

    EUA dizem que negociações com Irã estão ativas e que têm perspectiva de acordo

    Governo Trump confirma que discute com Teerã nova rodada de conversa presencial, provavelmente no Paquistão; Washington nega que pediu extensão de cessar-fogo e afirma que vai aplicar sanções a quem continuar comprando do Irã

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou nesta quarta-feira (15) que as conversas entre Estados Unidos e Irã estão em andamento e que o governo de Donald Trump está otimista com a possibilidade de um acordo para o fim do conflito.

    “Continuamos muito engajados nessas conversas, vocês ouviram do vice-presidente [J. D. Vance] e do presidente [Trump] nesta semana que essas conversas estão sendo produtivas e estão em andamento”, afirmou Leavitt durante entrevista coletiva na Casa Branca, negando relatos na imprensa americana de que Washington pediu uma extensão do cessar-fogo.

    A porta-voz confirmou que as duas partes discutem uma nova rodada presencial de negociações, e indicou que provavelmente isso ocorreria novamente em Islamabad, capital do Paquistão. Leavitt reforçou que o país é o único mediador.

    A primeira rodada de conversas presenciais, liderada por J. D. Vance, terminou em fracasso no sábado (11), em Islamabad, e com indícios de que nenhuma das partes fez concessões substanciais em suas demandas.

    Enquanto isso, Washington e Teerã seguem com seus bloqueios no estreito de Hormuz. Relatos conflitantes das duas partes dificultam a compreensão de como de fato as forças têm operado na região.

    Leavitt afirmou ainda que as forças dos EUA na região estão “apoiando a liberdade de navegação de embarcações transitando no estreito com origem e destino em portos não iranianos”, sem contudo explicar se isso significa que os militares americanos estão dispostos a enfrentar o bloqueio imposto pelo Irã.

    A agência de notícias iraniana Fars afirmou que um petroleiro conseguiu furar o obstáculo americano e chegou ao país para ser carregado. Não há confirmação disso em sites de monitoramento de navios, que podem ser driblados se o sistema de identificação da embarcação for desligado.

    Já um navio chinês, por outro lado, que havia transitado por Hormuz no dia de início do bloqueio americano, voltou pelo estreito e está agora ancorado perto do Irã. A embarcação Rich Starry, sob sanções americanos por já ter transportado derivados de petróleo do Irã, transporta, no entanto, carga de metanol dos Emirados Árabes Unidos -em tese, portanto, fora do escopo do bloqueio dos EUA.

    Segundo o secretário do Tesouro, Scott Bessent, que também participou da entrevista coletiva, os EUA pretendem aplicar sanções a países que continuam comprando petróleo iraniano. Ele disse ainda que Washington não vai renovar as licenças dadas a petróleo russo e iraniano. “Isso era petróleo que estava já na água [sendo transportado] antes de 11 de março. Já foi todo usado”, afirmou.

    A China é um dos principais compradores de Teerã. O líder chinês, Xi Jinping, usou termos duros nesta semana contra o conflito, e a chancelaria chinesa chamou as restrições no Golfo de irresponsáveis e perigosas. Em 2025, o Irã foi o terceiro maior fornecedor de petróleo de Pequim.

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  • Pedido de vista adia votação da PEC do fim da 6×1 na CCJ da Câmara

    Pedido de vista adia votação da PEC do fim da 6×1 na CCJ da Câmara

    O PL, partido de Flávio Bolsonaro, e o PSDB fizeram um pedido de vista e adiaram a votação sobre a constitucionalidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221 de 2019

    Um pedido de vista coletivo feito pelas lideranças do PSDB e do PL na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados adiou, nesta quarta-feira (15), a votação sobre a constitucionalidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221 de 2019, que acaba com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1).

    Temendo atrasos nessa votação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso, na terça-feira (14), um projeto de lei (PL) com urgência constitucional para acabar com a escala 6×1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais. O PL com urgência precisa ser votado em até 45 dias ou tranca a pauta do plenário da Câmara.

    Na sessão de hoje da CCJ, o relator da PEC na CCJ, deputado Paulo Azi (União-BA), votou pela admissibilidade do texto, ou seja, deu parecer no sentido de que a redução da jornada é constitucional. Além do fim da escala 6×1, a PEC prevê reduzir a jornada das atuais 44  para 36 horas semanais em um prazo de dez anos.O parecer do deputado Azi ainda precisa ser aprovado pela maioria da CCJ. Os deputados Lucas Redecker (PSDB-RS) e a Bia Kicis (PL-DF) pediram vista para ter mais tempo para analisar o tema.

    “[O parecer do relator] foi protocolado pela manhã e o relator aqui, habilmente, leu todo o parecer na íntegra, porém, eu e outros deputados temos o interesse de ler minuciosamente em virtude desse parecer e desse texto serem um tema sensível. É prudente nós termos um prazo de debate nesse pedido de vista”, disse Redecker.

    O parlamentar gaúcho ainda criticou o fato de o presidente Lula ter enviado um PL com urgência constitucional para a Casa, o que, segundo ele, “enterra a discussão da PEC”.

    “Pelo nosso regimento interno, temos até um prazo de 40 sessões [do plenário da Câmara] para debater uma [PEC na] comissão especial. O prazo que o governo protocolou o regime de urgência será até 45 dias. No dia de hoje, 44 dias. Ou seja, não se vencerá o tempo hábil de debater, na comissão especial, o prazo dessas PECs”, completou.

    O deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA) rebateu que o PL do governo apenas antecipa um projeto que depois poderá ser colocado na Constituição por meio da PEC em tramitação na Câmara.

    “Um projeto não prejudica o outro. Pelo contrário, ajuda, fortalece. O projeto foi encaminhado pelo presidente Lula por um motivo especial: líderes da oposição afirmaram publicamente que iriam obstruir a tramitação da PEC. O objetivo, segundo eles, é não deixar isso votar”, disse.

    Os presidentes do PL, Valdemar Costa Neto, e do União Brasil, Antônio Rueda, prometeram trabalhar para não deixar votar o fim da escala 6×1. A fala ocorreu em um encontro com empresários em São Paulo, em fevereiro. Juntos, os dois partidos somam 139 dos 513 deputados da Casa.

    A PEC em tramitação na CCJ é de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), mas a proposta foi apensada à PEC de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que defendeu a admissibilidade do texto na comissão.

    “Que os patrões possam entender que não há produtividade, não há economia, com o trabalhador adoecido, com o trabalhador esgotado, com o trabalhador exausto. Esta matéria é por mais tempo de descanso, mas ela também é por qualidade de vida”, disse Erika.

    Não houve falas contra o mérito do projeto na sessão da CCJ desta quarta-feira até o fechamento desta reportagem.

    A admissibilidade

    O relator Paulo Azi defendeu a admissibilidade da PEC 221, ou seja, rejeitou os argumentos que defendiam que a proposta seria inconstitucional devido, entre outros motivos, ao impacto econômico que a medida poderia causar, o que violaria a autonomia financeira dos estados e municípios.

    “Não há necessidade de previsão de estimativa do impacto orçamentário ou financeiro, pois a determinação constante do Artigo 113 do ADCT [Ato das Disposições Constitucionais Transitórias] não atinge as PECs”, afirmou.

    Azi acrescentou que ainda há a possibilidade de “serem discutidas e avaliadas medidas de contenção do impacto sobre estados e municípios quando da discussão do mérito, oportunidade em que poderão ser articuladas formas de compensação econômica”.

    Sobre o argumento de que a medida constituiria restrição excessiva da negociação coletiva entre patrões e empregados, defendendo que a escala seja definida por meio dessas negociações, o deputado destacou a assimetria de poder entre as partes.

    “Verifica-se uma assimetria de poder na relação entre capital e trabalho, o que se agrava com a fragilidade financeira de muitos sindicatos. Esse estado de coisas evidencia que a simples autonomia negocial coletiva dos agentes do mercado de trabalho é insuficiente para promover avanços na temática da redução da jornada e da escala de trabalho”, escreveu Azi no relatório.

    Pedido de vista adia votação da PEC do fim da 6×1 na CCJ da Câmara

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  • Entenda as diferenças entre as propostas pelo fim da escala 6×1

    Entenda as diferenças entre as propostas pelo fim da escala 6×1

    Câmara dos Deputados discute duas PECs que reduzem a jornada de 44 para 36 horas semanais; governo enviou projeto de lei, que tem tramitação mais rápida, com diminuição para 40 horas por semana

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Congresso Nacional discute três propostas pelo fim da escala 6×1 -seis dias de trabalho com um de descanso. Duas são PECs (propostas de emenda à Constituição) e alteram a Constituição, prevendo redução da carga horária semanal de 44 para 36 horas.

    O outro é um projeto de lei do governo Lula alterando pontos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e de outras leis, dentre eles, a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e a criação da escala 5×2, com cinco dias de trabalho e dois de descanso.

    O relator das PECs (propostas de Emenda à Constituição), deputado federal Paulo Azi (União Brasil-BA), apresentou nesta quarta-feira (15) seu parecer recomendando que os textos sejam aprovados na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara. Já o projeto de lei do governo, enviado na noite desta terça-feira (14), ainda não começou a tramitar.

    As propostas têm algumas diferenças e semelhanças. Nas PECs, além da redução da jornada ser maior, de 44 para 36 horas semanais, não há detalhamento sobre outros direitos. No caso do projeto do governo, há especificidades conforme categorias. A principal semelhança entre os três textos é que, em todos os casos, não poderá haver redução do salário.

    As mudanças na Constituição estão nas PECs 8/2025, da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), e 221/2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que foram apensadas. Elas alteram artigo 7º e focam em diretrizes gerais para todos os trabalhadores urbanos e rurais.

    O projeto do governo é de lei ordinária, que altera diretamente a CLT e diversas leis específicas (como as leis dos aeronautas, atletas, radialistas e empregados domésticos). Ele detalha regras para regimes especiais, como a jornada 12×36 (12 horas de trabalho e 36 de descanso), exigindo que a média das horas respeite as 40 semanais.

    No ano passado, uma PEC do senador Paulo Paim (PT-RS) chegou a ser aprovada na CCJ do Senado, mas tende a ser engavetada.

    VEJA AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE AS PROPOSTAS PELO FIM DA ESCALA 6×1

    JORNADA DE TRABALHO E ESCALA SEMANAL

    – PEC Erika Hilton: propõe redução de 44 para 36 horas semanais, com limite de oito horas de trabalho por dia. A jornada deverá ser de quatro dias por semana – PEC Reginaldo Lopes: propõe jornada de trabalho de 36 horas semanais, com limite de oito horas por dia, mas sem determinar que deverão ser apenas quatro dias de trabalho e três de descanso
    – Projeto do governo: limita a jornada de trabalho a 40 horas semanais, com escala 5×2 -cinco dias de trabalho e dois descanso-; o descanso remunerado deve ser aos sábados e domingos de preferência

    SALÁRIO

    – PEC Erika Hilton: não há redução de salário
    – PEC Reginaldo Lopes: não há redução de salário
    – Projeto do governo: não há redução nominal nem proporcional de salário, nem alteração dos pisos vigentes, mesmo em regime especial, avulso ou trabalho de tempo parcial

    ESCALA 12×36

    – PEC Erika Hilton: não trata diretamente
    – PEC Reginaldo Lopes: não trata diretamente
    – Projeto do governo: fica mantida a escala 12×36 (12 horas de trabalho por 36 horas de descanso), limitada da 40 horas semanais, com dois dias de descanso na semana, por meio de negociação coletiva

    HORAS EXTRAS

    – PEC Erika Hilton: não trata diretamente de horas extras
    – PEC Reginaldo Lopes: não trata diretamente de horas extras
    – Projeto do governo: não aborda diretamente as horas extras, mas deixa claro que os dois dias descanso preferenciais aos sábados e domingos são remunerados; com isso, conforme diz a CLT, deve haver folga compensatória ao trabalhador ou pagamento da hora extra em dobro

    NEGOCIAÇÃO COLETIVA

    – PEC Erika Hilton: prevê que a negociação coletiva pode prever compensação de horários e determinar como será a redução da jornada
    – PEC Reginaldo Lopes: prevê que acordo ou convenção coletiva de trabalho podem determinar a compensação de horários e como será a redução da jornada
    – Projeto do governo: prevê que as negociações coletivas com regras diferentes para jornada, folgas e compensações seguem valendo. Trecho da lei diz que as escolhas dos dias de folga, por exemplo, respeitarão “as peculiaridades de cada atividade ou negociação coletiva de trabalho”

    CATEGORIAS ABRANGIDAS

    – PEC Erika Hilton: não aborda especificamente, mas vale para todos os trabalhadores
    – PEC Reginaldo Lopes: não aborda especificamente, mas vale para todos os trabalhadores
    – Projeto do governo: diz que a regra vale para todos os trabalhadores, incluindo comércio, domésticos, profissionais da área da saúde, aeronautas, atletas profissionais, radialistas e outros

    QUANDO COMEÇARÁ A VALER

    – PEC Erika Hilton: entra em vigor 360 dias após a data da publicação
    – PEC Reginaldo Lopes: começaria a valer dez anos após a data de publicação
    – Projeto do governo: entra em vigor na data de publicação

    TRAMITAÇÃO

    – PEC Erika Hilton: precisa ser aprovada em dois turnos, com 308 deputados e 49 senadores favoráveis em cada uma das votações; é promulgada pelo Congresso
    – PEC Reginaldo Lopes: precisa ser aprovada em dois turnos, com 308 deputados e 49 senadores favoráveis em cada uma das votações; é promulgada pelo Congresso
    – Projeto do governo: precisa ser aprovado em votação normal na Câmara e no Senado, por maioria simples (50% + um voto); é sancionado pelo presidente da República

    JUSTIFICATIVAS

    – PEC Erika Hilton: enfatiza a saúde mental, o combate ao burnout e diz que pode haver criação de 6 milhões de empregos
    – PEC Reginaldo Lopes: justifica a mudança como um motor para o consumo e produtividade, citando exemplos de países europeus com jornadas reduzidas
    – Projeto do governo: foca na modernização da legislação trabalhista e na garantia de descanso ampliado para categorias específicas, como os comerciários, hoje os que têm a escala de trabalho com menos dias de descanso.

    Entenda as diferenças entre as propostas pelo fim da escala 6×1

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  • Fonseca vence mais uma e terá número 6 pela frente no ATP de Munique

    Fonseca vence mais uma e terá número 6 pela frente no ATP de Munique

    O tenista brasileiro João Fonseca, número 35 do mundo, cravou nova vitória sobre o francês Arthur Rinderknech (26º) uma semana após superar o adversário na segunda rodada do Masters 1000 de Mônaco. Nesta quarta-feira (15), o carioca de 19 anos avançou com facilidade às quartas de final após despachar o francês em sets diretos (6/3 e 6/2) e assegurou presença nas quartas. Pela primeira vez na carreira, o carioca emplaca duas classificações consecutivas às quartas de final – na semana passada ele tam

    O próximo embate será nesta quinta (16) contra o número 6 do mundo, o norte-americano Bel Shelton, atual vice-campeão do torneio. Nesta temporada Fonseca já duelou com o italiano Jannik Sinner (Indian Wells), então número 2 do mundo; com o Carlos Alcaraz no Masters 1000 de Miami – quando o espanhol liderava o ranking – e com o alemão Alexander Zverev (3º) no Masters de Mônaco. Embora não tenha vencido nenhum dos três, Fonseca tem muito a ganhar em confrontos contra os top 10 do circuito, principalmente o amadurecimento físico e mental.

     

    Em janeiro do ano passado, o brasileiro surpreendeu o mundo ao derrotar o número 9 do mundo, o russo Andrey Rublev no seu primeiro Grand Slam da carreira, o Aberto da Austrália. Na ocasião Fonseca ocupava a 112ª posição no ranking. Mesmo assim, levou a melhor por 3 sets a 0, com parciais de 7-6(1), 6-3 e 7-6(5).  

    O ATP de Munique é um dos torneios preparatórios para Roland Garrros (França), o segundo Grand Slam do ano. Fonseca busca chegar ao 32º lugar antes de corte do ranking do torneio parisiense, programado para maio. O corte costuma ocorrer seis semanas antes da competição.


    Fonseca vence mais uma e terá número 6 pela frente no ATP de Munique

  • Gabriela diz que não se sentia prioridade no grupo de Cowboy e Jonas no BBB 26

    Gabriela diz que não se sentia prioridade no grupo de Cowboy e Jonas no BBB 26

    Eliminada do reality afirma que viveu uma montanha-russa de sentimentos; Grabriela, que ficou conhecida no reality show como Panquequinha, também afirma pretende levar a amizade com Chaiany para a vida

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Eliminada do BBB 26 (Globo), Gabriela Saporito foi a convidada do Mais Você para tomar café com Ana Maria Braga. Ela pode assistir ao momento no reality, sobretudo as brigas com antigos aliados, Alberto Cowboy e Jonas Sulzbach.

    “O BBB é montanha-russa de sentimentos, sobe e desce. Lá a gente pensa coisas boas e ruins sobre o outro”, disse ela.

    “Sentia que eu era só mais um voto e não uma prioridade deles. Tanto que depois eu dei o Monstro para o Alberto, pois ele me chamou de fraca”, relembrou.

    Segundo Gabi, ainda não deu tempo de reencontrar os brothers do lado de fora, mas ela deu a entender que não haverá amizade com eles nem com Jordana Morais, com quem também teve atritos.

    Em contrapartida, o carinho por Chaiany Andrade só aumenta. “Ela eu quero levar para a minha vida”, comentou.

    Gabriela diz que não se sentia prioridade no grupo de Cowboy e Jonas no BBB 26

  • Café brasileiro vira matéria-prima para cookies, mel e cosméticos

    Café brasileiro vira matéria-prima para cookies, mel e cosméticos

    Casca do grão substitui até 30% da farinha de trigo em cookies, conforme pesquisa
    Diversificação ajuda produtores a agregar valor e enfrentar crises econômicas

    BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) – O café deixou de ser “só” uma bebida quente para o consumidor brasileiro. Primeiro, já há tempos, ele passou a ser consumido em diferentes formas de preparo e, mais recentemente, transformou-se em matéria-prima para a produção de cookies, mel e cosméticos.

    Maior produtor mundial do grão, produtores rurais e empresários do país são motivados a buscar a diversificação do seu uso, o que ajuda a dar destinação à produção também em caso de intempéries econômicas, como o recente tarifaço aplicado -e depois retirado- pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Cookies feitos a partir da casca de cafés robustas amazônicos finos foram apresentados a visitantes da SIC (Semana Internacional do Café), em novembro, em Belo Horizonte, fruto de uma pesquisa conduzida pela engenheira de alimentos Lívia Lacerda de Oliveira, professora na UnB (Universidade de Brasília).

    Lívia já trabalhava com café, mas disse ter sido instigada a usar a casca em seus estudos pelo pesquisador Enrique Alves, da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) Rondônia.

    “Nunca tinha pensado, e a casca até então era resíduo. Em algumas pesquisas de literatura vi que faziam farinha, mas sempre usando quantidades muito ínfimas, 5%, 10%. O máximo que achei foi 15%, e a gente conseguiu atingir 30% de substituição da farinha de trigo, e sem nenhum aditivo”, afirmou a engenheira. A patente do estudo foi registrada.

    Também foi apresentado um chá (infusão) a partir da casca, e méis obtidos em lavouras cafeeiras foram degustados.

    “Estamos trabalhando no chá, que tem um perfil de diversidade sensorial gigante. Está em fase de desenvolvimento. Já é bastante utilizado em algumas cafeterias, bem nichado, mas agora a gente está estudando quimicamente, sensorialmente, vendo todos os critérios”, disse o pesquisador da Embrapa.

    Cafeicultoras observavam itens de beleza derivados da matéria-prima que produzem no campo, em meio a corredores repletos de produtores de cafés especiais, cerveja tendo o grão como destaque, e variadas opções de drinques a partir dele.

    A farmacêutica e bioquímica Vanessa Vilela criou em 2007 a Kapeh, que tem produtos como perfumes com café em sua composição.

    “Muito interessante ver que o café tem outras aplicações que não só a bebida, isso abre um leque grande para nós, que produzimos”, disse a produtora Maria Oliveira, que cultiva café com marido e filho no sul de Minas.

    Essa diversificação, na avaliação de Celírio Inácio da Silva, diretor-executivo da Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café), é uma tendência que ganhou força nos últimos anos.

    “Do café você aproveita tudo, tudo do café você pode comer. E o valor agregado do café é uma conta que todos fazem para qualquer produto. Se eu tenho um café que vai servir para fazer café gelado, para fazer cosméticos, para fazer shampoo, para fazer aromatizante, eu vou ter muito mais possibilidade de usar aquele café. O produtor pode dizer ‘vem cá, qual é o custo da saca [de determinada qualidade]? Se eu vender para uma indústria de cosméticos, terei maior valor agregado”, disse.

    O executivo citou como exemplo a China, país que tem registrado aumento no consumo de café ao utilizá-lo de formas diferentes das tradicionais.

    “É o café com melancia, com laranja, é o café diferenciado, muito café gelado. Tem outras formas de beber o café. O jovem tem entrado no mundo do café e ele tem que ter uma bebida própria. Nem sempre é o café quente”, afirmou.

    Durante a SIC, marcas brasileiras apresentaram novidades nesse sentido, como a Nescafé, que pelo segundo ano levou o café solúvel para se beber gelado -as formas mais comuns são água (com e sem gás) e água tônica.

    Na Três Corações, principal player do mercado nacional, 70% do faturamento do grupo está no café torrado e moído, e o restante em outros produtos, como capuccinos, cafés com leite e cafés solúveis, entre outros.

    “E, dentro dos cafés torrados e moídos, 3% hoje são cafés especiais. É um volume considerável, basta ver que os cafés especiais têm crescido mais de 20% anualmente no portfólio nosso”, disse o presidente da empresa, Pedro Lima.

    Nesse sentido, até por ter um sabor diferente da variedade arábica, os canéforas (conilon e robusta) surgem como opção para a diversificação do uso do café. “Ele está numa equação de preço, com qualidade, posicionamento de produto e é uma ferramenta que pode ser trabalhada na equação climática. Então a gente tem as ferramentas”, disse Caio Alonso Fontes, diretor da Espresso&CO, realizadora da feira, que reuniu 27 mil pessoas de 33 países e gerou cerca de R$ 150 milhões em negócios.

    Café brasileiro vira matéria-prima para cookies, mel e cosméticos

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  • Hezbollah propõe cessar-fogo de uma semana a Israel, diz TV

    Hezbollah propõe cessar-fogo de uma semana a Israel, diz TV

    Gabinete de Netanyahu irá discutir a medida após pressão do Irã sobre o aliado no Líbano; trégua significaria vitória para Tel Aviv, que negocia paz com Beirute sem o grupo radical

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Hezbollah propôs uma trégua de uma semana a Israel a partir das 0h desta quinta-feira (16, 18h em Brasília). A medida, anunciada pela TV ligada ao grupo fundamentalista xiita libanês Al-Mayadeen, será analisada pelo gabinete de Binyamin Netanyahu, segundo a mídia israelense.

    Mantendo a tradição de negociar com pressão, o governo israelense disse que irá manter suas posições no sul do Líbano, o qual vem desocupando para criar uma zona tampão de sua fronteira até o rio Litani, que fica a uma distância máxima de 30 km do território israelense.

    A região, disse o ministro Israel Katz (Defesa), é uma “zona da morte” para o Hezbollah, que historicamente ataca o norte israelense a partir de cidades e posições montanhosas por lá. O grupo já foi o mais poderoso preposto do Irã no Oriente Médio, mas está enfraquecido.

    Segundo a Al-Mayadeen, a trégua foi informada por Teerã, que busca esticar o prazo de seu próprio cessar-fogo com os Estados Unidos -que lançaram uma guerra ao lado de Israel contra o Irã em 28 de fevereiro. O Hezbollah não chegou a divulgar comunicado.

    Os combates cessaram na semana passada, mas o prazo dado por Donald Trump para um acordo acaba na próxima terça (21). O Irã recebeu uma delegação liderada por Asim Munir, chefe militar do Paquistão, país que sediou a primeira e inconclusa rodada de negociações com os EUA, para enviar nova proposta de conversa com os americanos.

    Segundo a agência Bloomberg, Teerã quer adiar em pelo menos duas semanas o fim da trégua. Na mesa estão itens espinhosos, como a manutenção de sua capacidade de produzir urânio enriquecido, que os EUA querem ver suspensa para evitar o risco de uma bomba atômica, e a livre navegação no estreito de Hormuz, ora obstruída por um duplo bloqueio iraniano-americano.

    Já Netanyahu não incluiu o Hezbollah, grupo fundado em 1982 na esteira da ocupação do Líbano por Israel que durou até 2000, no cessar-fogo. Os fundamentalistas atacaram o Estado judeu logo depois do início da guerra atual.

    Tel Aviv promoveu uma ação dupla. Primeiro, lançou os mais duros ataques contra o vizinho logo depois da trégua com o Irã, matando mais de 300 das cerca de 2.000 pessoas morta no conflito até aqui em um só dia.

    Segundo, abriu negociações diretas com o Líbano pela primeira vez desde 1993, mas excluindo o Hezbollah. Na quarta (14) houve a primeira rodada de conversas, com mediação dos EUA, em Washington.

    É um caminho acidentado. Os fundamentalistas se opuseram às conversas entre os governos, cientes de que elas miram seu desarmamento. Só que o Hezbollah é ainda a força militar mais eficaz do Líbano, além de participar da política institucional como um partido no Parlamento.

    Mais cedo, nesta quarta, o deputado do Hezbollah Hassan Fadlallah afirmou que as negociações sem o grupo seriam destinadas ao fracasso e o Líbano, a mais uma guerra civil como a que destroçou o país de 1975 a 1990. A proposta de trégua anunciada à tarde mostra que talvez ele só estivesse falando grosso.
    Por outro lado, nada indica disposição dos militantes em depor armas. Eles já vinham enfraquecidos de sua guerra em 2024 com Israel, resultado do apoio que deram aos terroristas palestinos do Hamas após o ataque ao Estado judeu de 7 de outubro do ano anterior.

    Nesta quarta, os combates continuaram, com ao menos nove mortos no Líbano e ao menos 30 foguetes e drones lançados contra Israel.

    Uma leitura possível de uma eventual trégua é que, além da pressão iraniana, o Hezbollah está tentando salvar suas capacidades militares. Isso não parece estar no rol de termos aceitáveis para Netanyahu, que vê a oportunidade de acabar com a ameaça na sua fronteira norte um prêmio de guerra ainda maior do que o conflito com o Irã.

    Com isso, o contestado premiê poderia ter um trunfo para as eleições parlamentares de outubro. Se as perder, Netanyahu corre o risco de ir para a cadeia devido ao processo em que é investigado sob suspeita de corrupção. Trump, seu aliado, até agora falhou em obter um perdão presidencial em Israel para o político.

    Para o Líbano, é uma oportunidade única, ainda que em meio à tragédia de ter visto a maior perda de moradores em proporção populacional neste conflito -foram 3.500 ataques ao Hezbollah por Israel até aqui, enquanto o grupo se manteve como a principal força retaliatória contra o rival.

    Tanto o presidente quanto o primeiro-ministro do país querem ver o Hezbollah submetido, mas não têm musculatura militar para tal.

    A ocupação já anunciada do sul libanês por Israel, nesse cenário, seria uma moeda de troca simbólica para Netanyahu: ele deixaria a região quando houvesse alguma certeza de que o Hezbollah não irá mais a usar para atacar o Estado judeu.

    O problema é evidente: os fundamentalistas podem resistir ao processo e o país cair num conflito doméstico, ou ainda aceitar formalmente o desarmamento, mas buscar uma forma de se reequipar para o futuro.

    Hezbollah propõe cessar-fogo de uma semana a Israel, diz TV

  • Fifa publica lista de CTs das seleções na Copa do Mundo feminina do Brasil

    Fifa publica lista de CTs das seleções na Copa do Mundo feminina do Brasil

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Fifa (Federação Internacional de Futebol) divulgou nesta quarta-feira (15) a lista dos CTs (Centros de Treinamento) que estarão à disposição das 32 seleções classificadas à Copa do Mundo feminina do Brasil, programada para acontecer entre 24 de junho e 25 de julho de 2027.

    Ao todo, são 38 CTs espalhados pelo Brasil, vinculados a um local de hospedagem. Entre os espaços selecionados pela entidade, estão a Granja Comary, em Teresópolis, o Centro de Formação de Atletas Presidente Laudo Natel, o CT da base do São Paulo em Cotia, o CT Rei Pelé, do Santos, e o Estádio Dr. Novelli Junior, do Ituano.

    A Fifa disse também que novos CTs ainda serão disponibilizados “no devido momento”. Após o sorteio final e a elaboração da tabela de jogos, as equipes classificadas poderão escolher as suas opções de CTs.

    Até o momento, além do Brasil, garantido por ser o país anfitrião, se classificaram por meio da Copa da Ásia, encerrada em março, Japão (campeã do torneio) e Austrália (vice-campeã, que está localizada na Oceania mas disputa competições internacionais pela Confederação Asiática de Futebol), além de China, Filipinas, Coreia do Sul e Coreia do Norte.

    A Fifa diz ter realizado um “extenso e rigoroso processo de inspeção dos centros de treinamento em todo o Brasil”, com cinco fases de visitas entre novembro de 2024 e março de 2026.

    Ao longo de um ano e meio, especialistas técnicos da Fifa visitaram 52 cidades em 19 estados brasileiros e analisaram um total de 261 locais.

    A fase final se concentrou na avaliação de 42 campos em nove cidades, “garantindo que atendam ao alto nível exigido pelo torneio.”

    “Nosso objetivo é garantir que as seleções que conquistarem sua vaga para o Brasil sejam recompensadas com centros de treinamento de primeira categoria e com as instalações necessárias para ajudar as jogadoras a atuarem no nível mais alto no palco mundial”, afirmou Rhiannon Martin, diretora da Copa do Mundo feminina.

    Será a primeira vez que o Mundial das mulheres será realizado na América do Sul. Pesou a favor do Brasil, que concorria com a candidatura europeia conjunta de Bélgica, Alemanha e Holanda, o legado deixado pela Copa do Mundo de 2014, sobretudo os estádios e instalações auxiliares construídos para a ocasião – 12 CTs usados no Mundial de 12 anos atrás serão oferecidos novamente.

    “Os investimentos feitos para a Copa do Mundo de 2014 garantiram que o Brasil tenha agora um sólido estoque de instalações sustentáveis e de boa qualidade. O impacto duradouro sobre a infraestrutura do futebol vem beneficiando o país-sede e o esporte como um todo, e estamos muito satisfeitos de poder oferecer essas instalações na Copa do Mundo feminina”, disse a diretora da Fifa.

    O Brasil sediará o Mundial nas cidades, e nos respectivos estádios, de Belo Horizonte (Mineirão), Brasília (Mané Garrincha), Cuiabá (Arena Pantanal), Fortaleza (Castelão), Manaus (Arena Amazônia), Porto Alegre (Beira-Rio), Recife (Arena Pernambuco), Salvador (Fonte Nova), São Paulo (Neo Química Arena) e Rio de Janeiro (Maracanã) -o estádio carioca foi indicado para receber a abertura, no dia 24 de junho, e a final, no dia 25 de julho.

    Será a décima edição da Copa do Mundo feminina. A primeira foi em 1991, na China, palco também do evento em 2007. Outros países que receberam o Mundial foram a Suécia (1995), os Estados Unidos (1999 e 2003), a Alemanha (2011), o Canadá (2015) e a França (2019). Na edição mais recente, Austrália e Nova Zelândia organizaram o campeonato de forma conjunta, em 2023, vencido pela Espanha.

    CTS SELECIONADOS PELA FIFA PARA COPA DO MUNDO FEMININA

    – Estádio Estadual Kleber José de Andrade (Cariacica-ES)
    – Centro de Formação de Atletas Presidente Laudo Natel (Cotia-SP)
    – Estádio Dr. Novelli Jr. (Itu-SP)
    – Estádio Municipal Agnaldo Bento dos Santos (Porto Seguro-BA)
    – CT do Retrô Futebol Clube Brasil (Recife-PE)
    – CT do Brasiliense F.C. SAF (Brasília-DF)
    – Centro de Capacitação Física (Brasília-DF)
    – Estádio Juscelino Kubitschek (Brasília-DF)
    – CT do Clube Futebol com Vida SAF (Viamão-RS)
    – Estádio Rei Pelé (Maceió-AL)
    – CT Dartanhã (Guararema-SP)
    – Escola de Educação Física do Exército (Rio de Janeiro-RJ)
    – Estádio Municipal Martins Pereira (São José dos Campos-SP)
    – Arena América (Natal-RN)
    – Sindicato dos Policiais Civis do ES (Vitória-ES)
    – Associação Esportiva e Recreativa Tubarão (Vitória-ES)
    – Estádio Olímpico Pedro Ludovico Teixeira (Goiânia-GO)
    – CT do Vila Nova FC (Goiânia-GO)
    – Estádio Anníbal Batista de Toledo (Aparecida de Goiânia-GO)
    – Estádio Estadual Governador Lourival Baptista (Aracaju-SE)
    – Oto Hotel Resort Convention & Spa (Itu-SP)
    – Estádio Santa Cruz (Ribeirão Preto-SP)
    – Estádio Municipal Walter Ribeiro (Sorocaba-SP)
    – Estádio Joaquim Henrique Nogueira (Sete Lagoas-MG)
    – Estádio Vitorino Gonçalves Dias (Londrina-PR)
    – CT do Maringá Futebol Clube (Maringá-PR)
    – Estádio Francisco Stédile (Caxias do Sul-RS)
    – CT do Clube Atlético Sorocaba (Sorocaba-SP)
    – CT Rei Pelé (Santos-SP)
    – CT Erasmo Alves Ribeiro (Campina Grande-PB)
    – Estádio Dr. Hercílio Luz (Itajaí-SC)
    – CT do Esporte Clube Juventude (Caxias do Sul-RS)
    – CT da Portuguesa (São Paulo-SP)
    – CT do Coritiba (Curitiba-PR)
    – Estádio Couto Pereira(Curitiba-PR)
    – Parque Esportivo Montanha dos Vinhedos (Bento Gonçalves-RS)
    – Instituto Bosco Brasil Bindá (Manaus-AM)
    – Granja Comary (Teresópolis-RJ)

    Fifa publica lista de CTs das seleções na Copa do Mundo feminina do Brasil