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  • "Não me importo se o meu namorado se envolver com outras, até gosto"

    "Não me importo se o meu namorado se envolver com outras, até gosto"

    Comediante Nikki Glaser surpreende ao expor dinâmica do relacionamento com o produtor Chris Convy, afirma que não sente ciúmes e revela que já incentivou o parceiro a flertar com outras mulheres, enquanto ela própria prefere manter exclusividade

    A comediante Nikki Glaser, anfitriã da última edição do Globo de Ouro, revelou detalhes pouco convencionais sobre sua vida amorosa durante entrevista ao podcast “Call her Daddy”, apresentado por Alexandra Cooper.

    A artista, de 41 anos, mantém um relacionamento com o produtor de televisão Chris Convy e afirmou que não se incomoda com a possibilidade de o parceiro se envolver com outras mulheres, embora não tenha o mesmo interesse.

    “Numa relação eu realmente não me importo se o meu namorado se envolver com outras pessoas. Mas isso não vale para mim, eu não sou alguém que gosta de se envolver com outras pessoas quando estou num relacionamento. Eu realmente não me importo com isso. Na verdade, eu até gosto”, disse.

    Nikki e Chris estão juntos desde 2013, quando se conheceram durante as gravações do programa “Nikki & Sara”, exibido pela MTV.

    Ao comentar relacionamentos duradouros, a comediante adotou um tom reflexivo. “No fundo, é uma questão de acomodação”, afirmou. Tu não sabes se a pessoa com quem estás é a melhor pessoa para ti. Há muita gente neste planeta, tu não conheceste nenhuma delas. E nunca conhecerás. Então tens que te acomodar”, acrescentou.

    Glaser também contou que chegou a incentivar o namorado a flertar com outras pessoas. “Ele provavelmente não gostaria que eu entrasse em detalhes, mas aconteceram coisas interessantes e foi muito divertido para mim ouvir e vivenciar… Às vezes estou ocupada demais para ser sexy, então penso: «Sai e chama a atenção».”

    Segundo a comediante, a ideia é manter ao lado alguém que também desperte interesse em outras mulheres.
     

    "Não me importo se o meu namorado se envolver com outras, até gosto"

  • Delegado revisa inquérito e conclui pela 2ª vez que não houve interferência de Bolsonaro na PF

    Delegado revisa inquérito e conclui pela 2ª vez que não houve interferência de Bolsonaro na PF

    Polícia Federal reafirma ausência de provas contra Bolsonaro em investigação sobre interferência, e caso volta à Procuradoria-Geral da República, que decidirá se arquiva definitivamente ou pede novas diligências

    A atual gestão da Polícia Federal revisou a conclusão do inquérito que investigava supostas interferências indevidas do então presidente Jair Bolsonaro na corporação e concluiu, pela segunda vez, que não há provas da prática de crimes no caso.

    O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, havia determinado a reabertura da investigação, iniciada após a saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça. Na ocasião, Moro afirmou ter sofrido pressão do presidente para promover mudanças em cargos de comando da Polícia Federal, supostamente por receio do avanço do inquérito das fake news contra aliados do governo. À época, a PF já havia concluído pela inexistência de interferência indevida, e o então procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu o arquivamento do caso.

    Agora, sob o governo Lula, a Polícia Federal reavaliou as provas reunidas e reafirmou que não há elementos que justifiquem uma imputação penal.

    “Merece ser mencionado que o IPL 2021.0031208 -CCINT/CGCINT/DIP/PF apurou objeto específico, que, sob a ótica das diligências tomadas em contemporaneidade com os fatos, não revelou informações capazes de justificar imputações penais”, escreveu o delegado Carlos Henrique Pinheiro de Melo, da Diretoria de Inteligência Policial.

    O relatório também destaca que a PF solicitou ao ministro Alexandre de Moraes o compartilhamento de provas do inquérito das fake news que indicassem eventual interferência indevida, mas recebeu como resposta que não havia elementos nesse sentido.

    A conclusão aponta ainda que eventuais indícios de interferência, caso existam, devem ser apurados diretamente nos inquéritos sob relatoria de Moraes.

    Após receber o relatório complementar, o ministro encaminhou o caso ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, que poderá solicitar novas diligências ou pedir o arquivamento definitivo da investigação.

    Delegado revisa inquérito e conclui pela 2ª vez que não houve interferência de Bolsonaro na PF

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Irã registra 3.375 mortos nos bombardeios dos EUA e de Israel

    Irã registra 3.375 mortos nos bombardeios dos EUA e de Israel

    Autoridades apontam milhares de vítimas, incluindo centenas de crianças, após ataques de Israel e EUA; Teerã reagiu com ofensivas e fechamento do Estreito de Ormuz, enquanto Trump ameaça bloqueio naval e amplia risco de escalada no conflito

    As autoridades do Irã informaram neste domingo que 3.375 pessoas morreram, entre elas 383 crianças, em decorrência dos bombardeios realizados por Israel e Estados Unidos no país desde o dia 28 de fevereiro.

    Os dados foram divulgados pelo diretor do Instituto de Medicina Legal iraniano, Abbas Masjedi, em declaração à agência estatal IRNA, reproduzida pela EFE. Segundo ele, das vítimas fatais, 2.875 eram homens e 496 mulheres ao longo de 39 dias de conflito.

    De acordo com Masjedi, a maior parte das crianças mortas tinha entre 1 e 12 anos. Ele também destacou que há vítimas estrangeiras entre os mortos, incluindo cidadãos de países como Afeganistão, Síria, Turquia, Paquistão, China, Iraque e Líbano.

    Em resposta aos ataques, o Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz e realizou ofensivas contra alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas civis em diversos países da região, como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Jordânia, Omã e Iraque.

    Neste domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Marinha norte-americana pode iniciar “imediatamente” um bloqueio naval no Estreito de Ormuz, após o encerramento das negociações com o Irã sem um acordo.

    Trump também declarou que os Estados Unidos estão prontos para agir no “momento apropriado” contra o Irã, ressaltando que as ambições nucleares de Teerã foram determinantes para o fracasso nas tentativas de encerrar o conflito.

    Irã registra 3.375 mortos nos bombardeios dos EUA e de Israel

  • Péter Magyar diz em discurso de vitória que Hungria será forte aliada da União Europeia e da Otan

    Péter Magyar diz em discurso de vitória que Hungria será forte aliada da União Europeia e da Otan

    Após derrotar Viktor Orbán, novo líder promete reaproximação com União Europeia e Otan, sinaliza apoio à Ucrânia e fala em restaurar instituições democráticas, além de responsabilizar aliados do governo anterior por corrupção

    (CBS NEWS) – O futuro primeiro-ministro da Hungria, Péter Magyar, deixou claro ao mundo que pretende alterar radicalmente a política externa de seu país, que há anos adota uma postura crítica à União Europeia e favorável à Rússia. Em seu primeiro discurso após derrotar Viktor Orbán nas urnas, Magyar prometeu que Budapeste será, a partir de agora, um parceiro próximo das instituições ocidentais.

    “Os húngaros disseram sim à Europa”, disse o político de direita a apoiadores depois que Orbán, no poder há 16 anos, reconheceu o resultado da eleição.

    “A Hungria será uma forte aliada da UE e da Otan [aliança militar liderada pelos EUA], e minha primeira viagem ao exterior será à Varsóvia”, afirmou. A visita à capital da Polônia, país que vive rápida militarização após a invasão da Ucrânia, é uma sinalização clara de apoio a Kiev contra Moscou.

    “Depois, irei a Viena e a Bruxelas para recuperar o financiamento da UE”, prosseguiu Magyar -graças à autocratização crescente da Hungria e a casos de corrupção do governo Orbán, o bloco europeu deixou de repassar € 19 bilhões (R$ 110 bilhões) ao país nos últimos anos.

    “Peço que o primeiro-ministro não tome medidas que limitem nossas ações no futuro”, afirmou, em aparente referência ao temor de que o controle de Orbán do país possa se perpetuar mesmo com o autocrata fora do poder -ele passou anos aparelhando o Judiciário e colocando a mídia sob controle de aliados.

    “Nossas instituições foram capturadas ao longo de 16 anos”, disse Magyar, que pediu as renúncias do presidente do país, um aliado de Orbán que foi eleito indiretamente pelo Parlamento, e dos chefes do Tribunal Constitucional, da Procuradoria da República e do órgão regulador de mídia. “Vamos restaurar o sistema de freios e contrapesos”, afirmou.

    Ao fim do discurso, sem citar diretamente Orbán, Magyar disse que vai responsabilizar aqueles que “saquearam” a Hungria, e concluiu: “Representarei todos os húngaros, incluindo aqueles fora do país”.

    Péter Magyar diz em discurso de vitória que Hungria será forte aliada da União Europeia e da Otan

  • Pedro dá show, Flamengo vence o Fluminense e vira vice-líder do Brasileirão

    Pedro dá show, Flamengo vence o Fluminense e vira vice-líder do Brasileirão

    (UOL/FOLHAPRESS) – O Flamengo venceu o Fluminense por 2 a 1, neste domingo (12), no Maracanã, e pulou para a vice-liderança do Brasileirão.
    Os dois gols rubro-negros foram de Pedro, em uma exibição de técnica. No primeiro gol, viu que Fábio estava fora de posição e encobriu o goleiro do Fluminense. No segundo, escorou o cruzamento de peito.

    Savarino descontou para o Fluminense no segundo tempo, depois de uma trapalhada de Alex Sandro na área.

    O jogo ganhou emoção no segundo tempo com a reação do Fluminense e a expulsão de Carrascal nos acréscimos.

    O placar levou o Flamengo aos 20 pontos, a mesma pontuação do Fluminense. Mas o time de Leonardo Jardim passou o rival no saldo de gols e agora é o perseguidor mais próximo do líder Palmeiras.

    O clássico deste domingo foi marcado pelo enredo da mudança de data – que fez até o Palmeiras se meter e criticar o acordo entre as duas diretorias e a CBF. Antes do jogo, tanto José Boto, diretor de futebol do Flamengo, quanto o presidente tricolor, Matheus Montenegro, se manifestaram sobre o tema.

    Na próxima rodada, o Fluminense visita o Santos, domingo, na Vila Belmiro, às 16h. Já o Flamengo recebe o Bahia, no mesmo dia, mas às 19h30.

    Antes, os dois têm compromissos pela Libertadores no Maracanã. Na quarta, às 21h30, o Fluminense recebe o Independiente Rivadavia, da Argentina. Na quinta, o Flamengo pega o Independiente Medellín, também às 21h30.

    A VISÃO DE PEDRO

    Os planos do Fluminense começaram a ruir com 20 segundos de jogo. Lucho Acosta tomou uma bolada na cabeça e desabou. Foi a nocaute. Seis minutos depois, pediu substituição, obrigando Zubeldía a acionar Ganso logo cedo. O Fluminense se viu sem seu principal articulador.

    Segundo informações da equipe de arbitragem, a saída de Lucho não teve acionamento do protocolo de concussão, o que evita burocracia e eventuais restrições em semana de Libertadores.

    Mas cerca de um minuto depois dessa troca forçada, o Flamengo já saiu em vantagem. E a jogada foi inusitada.

    Fábio saiu jogando com os pés, mas Samuel Lino interceptou. Pedro recebeu a bola perto da linha lateral e, percebendo que o goleiro do Fluminense ainda estava fora de posição, girou rapidamente e chutou para o gol. Técnica, visão de jogo e beleza em um combo só.

    Pensando em quem sabe arrumar vaga tardia na seleção de Ancelotti, a atuação de Pedro foi sob os olhares de Juan, coordenador técnico, e Cristiano Nunes, preparador físico do Brasil.

    O Fluminense, no geral, foi muito mal no jogo. O Flamengo teve mais volume, estava mais equilibrado e melhor tecnicamente. O time de Zubeldía não conseguiu sustentar a bola na frente e nem encaixou contra-ataques. Vale o destaque da atuação defensiva de Alex Sandro, que voltou de lesão, controlando o setor em que Canobbio atuou.

    O Flamengo continuou muito bem no segundo tempo e até aumentou o número de chances de ampliar em poucos minutos. De novo, as coisas orbitam ao redor de Pedro.

    Plata, por exemplo, perdeu uma oportunidade claríssima após uma fatiada do camisa 9 nas costas da defesa. Só que o equatoriano carregou até não conseguir tirar o chute de Fábio.

    Pouco depois, não teve jeito para o Flu. Aos 5 minutos da etapa final, um cruzamento de três dedos de Samuel Lino foi dormir no peito de Pedro. Quase embaixo do gol, ele não perdeu e fez 2 a 0.

    O volume de jogo do Flamengo seguiu mais alto, tanto que o time teve um gol corretamente anulado. Pedro estava adiantado.

    FLU AINDA VIVO

    As substituições afetaram o enredo do jogo. O Fluminense trocou de centroavante, por exemplo, tirando John Kennedy e apostando em Castillo. Outra mudança foi Savarino no lugar de Martinelli.

    O Flamengo ficou mais retraído, parecia querer só fazer o tempo passar para sair com a vitória. Bruno Henrique, Carrascal e De La Cruz foram para o jogo, em um desenho mais afeito a contra-ataques.

    Mas uma falha de Alex Sandro fez o jogo ficar vivo de vez. Ele tentou interceptar um passe de Hércules na área, mas recuou sem direção, fora do alcance de Rossi. Aí, Savarino mergulhou de carrinho para diminuir, aos 30 minutos da etapa final.

    O clássico ganhou emoção, e a arquibancada passou a pulsar mais. Castillo, por exemplo, quase reviveu a noite de carrasco do Fla, quando jogava pelo Lanús — a cabeçada foi por cima.

    Para aumentar o drama, Carrascal foi expulso após uma entrada em Guga, já nos acréscimos (50 minutos da etapa final). Pouco depois, um lance capital: Léo Pereira travou um chute de Arana que certamente teria o destino do gol. Providencial.

    Só que o Flamengo ainda assim conseguiu se sustentar e levou a melhor.
    *
    FICHA TÉCNICA
    Fluminense 1 x 2 Flamengo
    Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
    Data/hora: 12/4/2026, às 18h
    Árbitro: Raphael Claus (Fifa-SP)
    Assistentes: Danilo Simon Manis (Fifa-SP) e Bruno Boschilia (Fifa-PR)
    Cartões amarelos: Martinelli, Canobbio (FLU); Luiz Araújo, Evertton Araújo, Bruno Henrique (FLA)
    Cartão vermelho: Carrascal, 50’/2ºT (FLA)
    Gols: Pedro, 7’/1ºT (0-1); 5’/2ºT (0-2); Savarino, 30’/2ºT (1-2)

    Fluminense: Fábio, Samuel Xavier (Guga), Jemmes, Freytes e Renê (Arana); Martinelli (Savarino), Hércules e Lucho Acosta (Ganso); Canobbio, Serna e John Kennedy (Castillo). Técnico: Luís Zubeldía

    Flamengo: Rossi, Varela, Léo Ortiz (Danilo), Léo Pereira e Alex Sandro; Evertton Araújo, Lucas Paquetá e Arrascaeta (Carrascal); Plata (De La Cruz), Samuel Lino (Bruno Henrique) e Pedro (Luiz Araújo). Técnico: Leonardo Jardim

    Pedro dá show, Flamengo vence o Fluminense e vira vice-líder do Brasileirão

  • Asteroide a caminho da Terra pode acertar a Lua

    Asteroide a caminho da Terra pode acertar a Lua

    A zona se estende do norte da América do Sul até a Ásia

    A NASA afirma que as chances do asteroide conhecido como 2024 YR atingir a Terra foram praticamente eliminadas, mas agora é um pouco mais provável que ele colida com a Lua do que se pensava anteriormente.

    Inicialmente, o asteroide tinha uma chance mínima de impactar a Terra em 2032, mas a NASA reduziu essa probabilidade para apenas 0,004%. No entanto, a agência atualizou suas previsões, revelando que as chances de o asteroide atingir a Lua em 22 de dezembro de 2032 aumentaram de 1,7% para 3,8%.

    Como a Lua não possui atmosfera, uma colisão poderia gerar uma enorme cratera, lançando detritos para o espaço. Especialistas sugerem que, se o 2024 YR4 atingir a Lua, alguns fragmentos poderão cair de volta para a Terra.

    Asteroide a caminho da Terra pode acertar a Lua

  • Tumulto em ponto turístico no Haiti deixa pelo menos 30 mortos pisoteados

    Tumulto em ponto turístico no Haiti deixa pelo menos 30 mortos pisoteados

    Tragédia ocorreu na Citadelle Laferrière, Patrimônio Mundial da Unesco, e envolveu turistas e estudantes; autoridades ainda investigam as causas do pisoteamento, enquanto equipes de resgate alertam que número de vítimas pode aumentar

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Pelo menos 30 pessoas morreram pisoteadas no sábado (11) durante um tumulto na Citadelle Laferrière, um ponto turístico no norte do Haiti.

    Estudantes e turistas estavam no local participando de um evento. O ponto turístico é reconhecido como Patrimônio Mundial da Unesco. Ainda não há informações sobre a causa do tumulto.

    O número de vítimas ainda pode aumentar. A informação é de Jean Henri Petit, chefe da Defesa Civil da região, que confirmou o local exato do incidente e coordena os alertas de resgate.

    A Citadelle Laferrière atrai milhares de visitantes por sua importância histórica. A fortaleza foi erguida no início do século 19, logo após a independência do Haiti em relação à França, sendo um dos locais mais populares do país.

    Tumulto em ponto turístico no Haiti deixa pelo menos 30 mortos pisoteados

  • “Vivendo um inferno, com um algoz em casa”: Luana Piovani sobre o filho

    “Vivendo um inferno, com um algoz em casa”: Luana Piovani sobre o filho

    Atriz revela desgaste na relação com Dom, explica decisão de deixá-lo morar com o pai e também provoca polêmica ao criticar evangélicos durante entrevista, com declarações duras sobre religião e convivência familiar

    Após a decisão de Dom, de 14 anos, de passar a morar com o pai, o surfista Pedro Scooby, a atriz Luana Piovani afirmou que passou a enxergar de forma diferente a relação que vivia com o filho mais velho.

    Em entrevista ao podcast Conversa Vai, Conversa Vem, a artista foi direta ao falar sobre a experiência. “A maternidade é uma obsessão e filho é manipulador“, disse. “Você vai deixando acontecer porque ama, acha que vai melhorar”, completou.

    Luana relatou ainda que percebeu um desgaste intenso na convivência. “Vi que estava vivendo um inferno, com um algoz em casa que todo dia empurrava o punhal mais pra dentro.”

    Segundo a atriz, a decisão de permitir que o filho fosse morar com o pai foi fundamental para reorganizar a dinâmica familiar. Atualmente, ela vive em Portugal com os outros dois filhos do relacionamento com Scooby, os gêmeos Bem e Liz, de 10 anos.

    “A felicidade dele não estava aqui comigo. Ele tinha o direito de viver com o pai. Foi bom para todos. Dom está feliz, Pedro está mais responsável e tem me surpreendido”, afirmou. “Nossa relação virou uma lua de mel”, concluiu.

    Durante a mesma entrevista, Luana também abordou sua relação com a religião evangélica, que teve influência da avó. “Minha avó, que me levou para a Igreja Adventista do Sétimo Dia, deve estar dando volta no caixão. Li a Bíblia, fui para Israel, sempre gostei muito da cultura judaica por conta do Velho Testamento”, declarou.

    Na sequência, fez críticas ao cenário atual do segmento religioso. “Religião é reverenciar e respeitar a natureza, os seres humanos, a diversidade, pregar o amor. Deus é amor. Seja os diferentes nomes que possa ter”, afirmou, antes de acrescentar: “O evangélico de hoje é o que há de pior no ser humano. Virou o protótipo de um ser desprezível. Virou uma indústria política”.

    A atriz reforçou o posicionamento ao final da fala. “Sou evangélica e tenho lugar de fala para dizer: a maioria dos evangélicos hoje é uma raça que pelo amor de Deus! Achou ruim? Come menos! Caguei para vocês!”, disse.
     

     
     

    “Vivendo um inferno, com um algoz em casa”: Luana Piovani sobre o filho

  • Trump diz que vai bloquear estreito de Hormuz e acusa Irã de 'extorsão global'

    Trump diz que vai bloquear estreito de Hormuz e acusa Irã de 'extorsão global'

    Trump acusou o Irã de promover “extorsão global” ao ameaçar a segurança da passagem, uma das mais importantes para o transporte de petróleo no mundo. Segundo ele, a justificativa iraniana de possível presença de minas no estreito gera insegurança deliberada e impede a livre circulação

    SÃO PAULO, SP (FOLHARPESS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (12) que ordenou o início de um bloqueio naval ao estreito de Hormuz, após o fracasso de negociações com o Irã no Paquistão.
    Em publicação na rede Truth Social, ele disse que a Marinha americana passará a interceptar qualquer embarcação que tente entrar ou sair da rota marítima e também aquelas que tenham pago pedágios a Teerã, classificando a prática de ilegal.

    Trump acusou o Irã de promover “extorsão global” ao ameaçar a segurança da passagem, uma das mais importantes para o transporte de petróleo no mundo. Segundo ele, a justificativa iraniana de possível presença de minas no estreito gera insegurança deliberada e impede a livre circulação.

    “Com efeito imediato, a Marinha dos Estados Unidos, a melhor do mundo, iniciará o processo de bloqueio de todos os navios que tentarem entrar ou sair do estreito de Hormuz”, disse Trump, que se opõe à ideia de o Irã cobrar pedágio dos navios para atravessarem a via marítima.

    “Instruí nossa Marinha a buscar e interceptar todas as embarcações em águas internacionais que tenham pago pedágio ao Irã. Ninguém que pagar um pedágio ilegal terá passagem segura em alto-mar”, afirmou.

    O presidente também afirmou que forças americanas começarão a destruir eventuais minas na região e ameaçou responder militarmente a qualquer ataque contra navios dos EUA ou embarcações civis.

    O republicano disse ainda que as negociações recentes duraram cerca de 20 horas, mas fracassaram no ponto central: o programa nuclear iraniano. Segundo Trump, Teerã se recusou a abandonar suas ambições atômicas, o que, em sua avaliação, inviabiliza qualquer acordo mais amplo.

    Ele voltou a afirmar que o Irã “nunca terá uma arma nuclear” e responsabilizou o regime por provocar “ansiedade, deslocamento e sofrimento” em escala global.

    As negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã na capital do Paquistão, Islamabad, terminaram sem que os países em guerra chegassem a um acordo, jogando na incerteza o futuro do frágil cessar-fogo entre os dois países adversários na guerra no Oriente Médio.

    O vice-presidente americano J. D. Vance, que liderou a delegação dos EUA, afirmou que o Irã optou por não aceitar os termos americanos, incluindo a proibição de construir armas nucleares. “Precisamos de um compromisso firme de que eles não buscarão armas nucleares e que não buscarão os meios que lhes permitiriam obtê-las rapidamente”. Vance afirmou que esse era o objetivo central do presidente dos Estados Unidos.

    Por sua vez, o presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Baqer Ghalibaf, afirmou neste domingo que Washington foi incapaz de conquistar a confiança de Teerã

    No que foi o encontro de mais alto nível entre Washington e Teerã desde a Revolução Islâmica de 1979, as delegações realizaram três rodadas de conversas -a terceira só terminou na madrugada de domingo (12), noite de sábado no Paquistão.

    O vice-presidente americano, J. D. Vance, disse em entrevista coletiva neste sábado (11), já manhã de domingo (12) no Paquistão, ter feito uma oferta final ao Irã nas conversas -e afirmou que voltará ao seu país.

    “Conversamos por 21 horas”, disse o vice de Donald Trump em breve declaração à imprensa em um hotel de Islamabad, capital paquistanesa, país que serve de mediador no conflito. “Voltaremos aos EUA sem um acordo. Deixamos muito claro quais são nossos limites, no que poderíamos ceder e no que não poderíamos, e eles escolheram não aceitar nossos termos.”

    A fala contradiz declarações anteriores da delegação iraniana, que dizia esperar mais discussões no domingo. Após a entrevista de Vance, entretanto, a TV estatal do país persa confirmou o fim das negociações, colocando a culpa do fracasso em “exigências excessivas” dos EUA.

    “A boa notícia é que tivemos discussões significativas com os iranianos. A má notícia é que não chegamos a um acordo, e acho que é uma notícia muito pior para o Irã do que para os EUA”, disse o vice-presidente americano. Não está claro se haverá nova rodada de discussões em outro momento ou se os países retomarão os bombardeios na guerra, que já matou milhares de pessoas em toda a região.

    “Precisamos ver um compromisso [do Irã] de que não buscarão uma arma nuclear e de que não buscarão ferramentas que tornem possível o desenvolvimento de uma arma nuclear”, afirmou Vance -o Irã sempre negou desejar a bomba, embora tenha enriquecido urânio a níveis muito superiores do necessário para usos civis.

    “Fomos muito flexíveis, mas, infelizmente, não tivemos progresso”, disse o vice de Trump. “Vamos embora daqui com uma proposta muito simples, um método de entendimento que é a nossa melhor e última oferta. Veremos se os iranianos aceitam”, concluiu Vance, que falou à imprensa ao lado do enviado de Trump para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e do genro do presidente, Jared Kushner.

    No sábado, naquele que foi o encontro de mais alto nível entre Washington e Teerã desde a Revolução Islâmica de 1979, as delegações realizaram três rodadas de conversas -a terceira só terminou na madrugada de domingo (12), noite de sábado no Brasil.

    A delegação iraniana era composta por mais de 70 membros e encabeçada pelo presidente do Parlamento, Mohammad Baqer Ghalibaf, e pelo ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi. Os iranianos chegaram no Paquistão ainda na sexta-feira (10) com vestes pretas em sinal de luto pela morte do aiatolá Ali Khamenei. Eles levaram sapatos e bolsas de estudantes mortas durante o bombardeio dos EUA a uma escola para meninas próxima a um complexo militar.

    As conversas aconteceram no hotel cinco estrelas Serena, com jardins e arquitetura mourisca, que é um dos edifícios mais fortificados de Islamabad e tem o próprio esquema de segurança. O endereço fica nas proximidades do hotel Marriott, palco de um dos piores ataques terrorista do Paquistão, em 2008, quando um caminhão que carregava 600 kg de explosivos abriu um buraco de sete metros de profundidade e deixou, entre os mortos, o embaixador da República Tcheca.

    Islamabad reforçou o esquema de segurança com milhares de agentes na cidade, incluindo tropas paramilitares e do Exército, que montaram postos de controle e bloqueios por toda a capital. Lojas e escritórios foram fechados.

    Também no sábado, a emissora estatal iraniana afirmou que a delegação de Teerã apresentou demandas relacionadas ao estreito de Hormuz, à liberação de ativos iranianos bloqueados, ao pagamento de reparações para cobrir danos causados pela guerra e um cessar-fogo que alcance toda a região.

    A última vez em que EUA e Irã negociaram olho no olho foi na costura do acordo nuclear de 2015, que trocou o fim de sanções à teocracia por um intrincado esquema de verificações segundo o qual seria restringida a capacidade de enriquecimento de urânio do país por 15 anos, visando coibir a busca pela bomba atômica.

    Trump cancelou o acordo nuclear em 2018, durante seu primeiro mandato. Naquele ano, Khamenei proibiu novas conversas diretas entre autoridades dos EUA e do Irã.

    Na sexta, o americano publicou nas redes sociais que a única razão pela qual os iranianos ainda estavam vivos era para negociar um acordo. “Os iranianos parecem não perceber que não têm cartas na manga, a não ser a extorquir o mundo por meio de vias navegáveis internacionais. A única razão pela qual eles ainda estão vivos hoje é para negociar!”

    Trump diz que vai bloquear estreito de Hormuz e acusa Irã de 'extorsão global'

  • Cruzeiro tenta reação no Brasileirão contra o Bragantino, que mira aproximação do G-6

    Cruzeiro tenta reação no Brasileirão contra o Bragantino, que mira aproximação do G-6

    Vice-lanterna do Brasileirão, o Cruzeiro enfrenta o Red Bull Bragantino neste domingo, às 18h30, no Mineirão, pela 11ª rodada. Em momentos distintos na tabela, o time mineiro tenta se reerguer na competição, enquanto o paulista mira se aproximar do grupo que briga por vaga na Libertadores.

    O Cruzeiro vem de derrota por 4 a 1 para o São Paulo no MorumBis, resultado que o manteve com apenas sete pontos. Por outro lado, a estreia na Libertadores trouxe alívio: vitória por 1 a 0 sobre o Barcelona-EQU, fora de casa, mostrando uma resposta imediata em outro cenário.

    “O momento exige equilíbrio. A gente sabe da cobrança, mas também sabe do que é capaz. Precisamos transformar o Mineirão em um aliado e voltar a pontuar no Brasileirão”, afirmou o técnico Artur Jorge.

    Já o Red Bull Bragantino ocupa a nona colocação, com 14 pontos, e chega embalado pela vitória por 1 a 0 sobre o Mirassol, fora de casa. Na Sul-Americana, poupou titulares e acabou derrotado pelo Carabobo pelo mesmo placar.

    Mesmo em boa fase, o clube de Bragança Paulista tenta quebrar um tabu importante: desde que se tornou SAF, nunca venceu o Cruzeiro em Belo Horizonte (MG). A última vitória no Mineirão aconteceu em 6 de março de 1991.

    “Sabemos da dificuldade de jogar no Mineirão e da história desse confronto, mas nosso objetivo é competir em alto nível. Queremos nos aproximar da parte de cima da tabela e precisamos pontuar”, disse o técnico Vagner Mancini.

    Para o duelo, o Cruzeiro deve contar com o retorno do volante Lucas Romero, recuperado de fratura na costela. Por outro lado, seguem no departamento médico Cássio, Luís Sinisterra e Marquinhos.

    Já o Bragantino terá a volta de Nacho Sosa, que cumpriu suspensão na última rodada, mas não contará com José Herrera, suspenso. Guzmán Rodríguez, Vanderlan, Eduardo Sasha, Fabrício, Davi Gomes e Fernando seguem como desfalques.

    FICHA TÉCNICA

    CRUZEIRO X RED BULL BRAGANTINO

    CRUZEIRO – Matheus Cunha; William, Fabrício Bruno, Villalba e Kaiki; Lucas Romero, Gerson e Matheus Pereira; Wanderson, Kaio Jorge e Christian. Técnico: Artur Jorge.

    RED BULL BRAGANTINO – Tiago Volpi; Ryan Augusto, Alix Vinicius, Gustavo Marques e Juninho Capixaba; Gabriel, Matheus Fernandes e Lucas Barbosa; Marcelinho Braz, Isidro Pitta e Henry Mosquera. Técnico: Vagner Mancini.

    ÁRBITRO – Ramon Abatti Abel (SC).

    HORÁRIO – 18h30.

    LOCAL – Mineirão, em Belo Horizonte (MG).

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