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  • Sinner bate Alcaraz em decisão e assume a primeira colocação no ranking

    Sinner bate Alcaraz em decisão e assume a primeira colocação no ranking

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Jannik Sinner venceu o duelo com Carlos Alcaraz pelo título do Masters 1000 de Monte Carlo e pela liderança do ranking mundial do tênis. O italiano deu sequência à sua ótima fase e derrotou o espanhol por 2 sets a 0, parciais de 7/6 (7/5) e 6/3, em uma final de duas horas e 15 minutos neste domingo (12).

    O resultado deixou o campeão com 13.400 pontos na classificação da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais). Ele ultrapassou o vice-campeão (13.240) e retomou a primeira colocação, algo possível graças a seu desempenho 100% nos torneios da série Masters 1000 -a segunda mais importante do circuito, atrás apenas dos quatro Grand Slams.

    O novo líder já havia levado o “Sunshine Double”, a dobradinha nas disputas em Indian Wells e Miami, nos Estados Unidos. Com a trinca em Monte Carlo, ele repetiu o que só o sérvio Novak Djokovic havia alcançado, em 2015. Incluído na conta o troféu em Paris no fim do ano passado, os últimos quatro Masters 1000 ficaram com Sinner.

    “O resultado é incrível, voltar ao número um significa muito para mim. Ao mesmo tempo, como sempre digo, o ranking é secundário. Estou muito feliz por conquistar pelo menos um grande troféu nesta superfície”, disse o italiano, com sua maior taça em campeonatos de saibro nas mãos. “Hoje, o nível foi muito alto de ambos os lados.”

    Foi o 17º encontro dos tenistas que vêm dominando o circuito. O retrospecto geral ainda é favorável a Alcaraz, que tem dez vitórias, contra sete de Sinner. Eles não se enfrentavam desde novembro, quado o italiano venceu a decisão do ATP Finals -o torneio que reúne os oito melhores da temporada.

    “É impressionante o que você está conquistando agora”, disse o espanhol ao adversário na cerimônia de premiação em Monte Carlo, no principado de Mônaco. “Apenas um homem na era aberta tinha vencido o Sunshine Double e depois Monte Carlo. É algo incrível. Parabéns por tudo, pelo trabalho que você está fazendo com sua equipe.”

    Sinner bate Alcaraz em decisão e assume a primeira colocação no ranking

  • Lula enfrenta cenário de 1º turno mais apertado desde eleição de 2002

    Lula enfrenta cenário de 1º turno mais apertado desde eleição de 2002

    A seis meses do pleito, petista tinha vantagem maior sobre o principal opositor em todas as eleições que venceu; analistas apontam falta de marca de governo, polarização consolidada e a necessidade de ampliar a base eleitoral para além do petismo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente Lula (PT) enfrenta, neste momento, o cenário de 1º turno mais apertado de todas as eleições em que saiu vencedor. Dados de pesquisas Datafolha, feitas a cerca de seis meses do pleito, nos anos de 2002, 2006 e 2022, mostram que a diferença do petista em relação ao seu principal opositor nunca foi tão estreita.

    Em 2002, primeira vez em que Lula foi eleito presidente da República, o político tinha, em 9 de abril, uma diferença de dez pontos percentuais do segundo colocado, o tucano José Serra.

    No pleito seguinte, quando se reelegeu, o petista estava, segundo pesquisa de junho, 17 pontos à frente de Geraldo Alckmin, então seu principal opositor pelo PSDB.

    Quando voltou para concorrer em 2022, em cenário já marcado pela polarização com o bolsonarismo, o petista tinha 48% das intenções de voto em maio daquele ano, frente a 27% de Jair Bolsonaro.

    Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (11) mostra o político com 39% das intenções de voto no primeiro turno, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 35%. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

    “Esses dados são muito simbólicos porque mostram uma redução consistente da margem de liderança em comparação com os ciclos anteriores”, analisa o cientista político Elias Tavares.

    Segundo ele, o cenário é reflexo de um eleitorado mais dividido e um ambiente mais competitivo para o petista, que não conseguiu emplacar grandes marcas ou programas que o reconectassem com a população, como foi o “Fome Zero”, de combate à insegurança alimentar, no início dos anos 2000.

    “Em 2002, Lula vinha numa onda de mudança, com discurso novo e expectativa alta. Em 2006, mesmo com o desgaste do mensalão, ainda tinha uma liderança relativamente confortável. Em 2022, apesar da polarização, conseguiu sustentar uma vantagem consistente, muito também porque havia uma rejeição elevada ao Jair Bolsonaro, e o Lula soube ocupar esse espaço como principal contraponto a um governo que enfrentava insatisfação relevante naquele momento”, analisa Tavares.

    Segundo o especialista, a perda de folga obriga o pré-candidato, desgastado pelos longos anos na política, a “disputar o voto o tempo inteiro, sem margem para erro”.

    Pesa no cálculo também o fato de a oposição começar mais consolidada do que os adversários de anos anteriores, reflexo de uma “polarização mais imediata e com menos espaço para crescimento” para Lula, avalia Tavares.

    Bruno Bolognesi, cientista político e professor da UFPR (Universidade Federal do Paraná), também coloca na polarização parte da justificativa que gera cenário mais apertado para o petista, o que para o especialista torna o pleito imprevisível.

    Nesse contexto, afirma, ganha peso a exploração do voto útil, usado no segundo turno pelo eleitor mais para evitar que o opositor vença o pleito do que para apoiar um candidato. “É uma eleição em que o voto útil deve imperar de novo, o que é comum em países polarizados como Brasil e Estados Unidos.”

    Lula e Flávio têm índices de rejeição similares. Segundo o último Datafolha, o petista tem 48% de rejeição, contra 46% de Flávio. Os ex-governadores Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Ronaldo Caiado (PSD), de Goiás, têm 17% e 16% respectivamente, mas são menos conhecidos.

    Em 2022, marcado também pela polarização entre Lula e o bolsonarismo, o petista tinha rejeição menor, de 33% a 40%, frente a uma variação de 51% a 55% de Jair Bolsonaro (PL), segundo pesquisas Datafolha de maio a outubro daquele ano.

    Para Luis Gustavo Teixeira, doutor em ciência política e professor da Unipampa (Universidade Federal do Pampa), o cenário mais apertado para Lula reflete um governo marcado pelo desgaste e desidratação, além da “dificuldade de articular com uma base social e eleitoral mais ampla, para além das fronteiras do petismo”.

    Ainda assim, há espaço para movimentação a seu favor ao longo da corrida eleitoral, avalia Teixeira, sobretudo pela falta de experiência de Flávio Bolsonaro em um cargo no Executivo. “Enfrentar um processo eleitoral não é fácil, basta lembrar, por exemplo, o desmaio de Flávio no debate eleitoral para a prefeitura do Rio de Janeiro”, diz Teixeira, para quem pode pesar também contra o pré-candidato o escrutínio relacionado a acusações de corrupção.

    Flávio desmaiou durante um debate transmitido ao vivo na TV, em 2016, quando concorreu à Prefeitura do Rio. O vídeo foi recuperado nas redes sociais desde que o político anunciou ser pré-candidato à Presidência.

    Também é preciso considerar, na comparação entre os pleitos analisados, o alto número de votos em branco e de indecisos, parcela que pode ser decisiva para definir o rumo das eleições, avalia Teixeira.

    Para Antonio Lavareda, cientista político e sociólogo do Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas), o resultado da mais recente pesquisa aponta cenário em que Lula pode ser ultrapassado “caso a economia piore e a maré de escândalos ganhe maiores proporções”.

    Lavareda avalia que o maior problema do petista é no segundo turno, quando empata tecnicamente com os adversários em todos os cenários testados pelo Datafolha. Ele diz que Lula precisa de “uma gordura estatística de três ou quatro pontos de margem, por conta da abstenção diferenciada no seu caso, devido à concentração de seus votos na base da pirâmide social, onde está a maioria dos ausentes das urnas”.

    Para Luciana Chong, diretora-geral do Datafolha, a comparação entre as pesquisas aponta um cenário em que Lula tem menor vantagem mesmo sem dividir votos com outros nomes da esquerda. Ela compara com o quadro de 2002, que tinha mais candidatos considerados à época como alinhados ao campo, exemplo de Garotinho e Ciro Gomes.

    No pleito atual, a dispersão está na direita, com Flávio, Caiado, Zema e outros políticos de menor expressão. “Vamos ter que observar o comportamento dos eleitores que hoje estão votando nos pré-candidatos de direita [fora Flávio Bolsonaro], que somados têm 13% das intenções de voto”, afirma.

    Já a favor de Lula pesaria o fato de ele estar na Presidência, uma vez que as pesquisas mostram que o candidato à reeleição tende a melhorar sua avaliação à medida que o pleito avança, diz Chong.

    O resultado de abril de 2026 vem de pesquisa Datafolha feita com 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em 137 cidades, de terça (7) a quinta (9). Ela está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o código BR-03770/2026.

    Lula enfrenta cenário de 1º turno mais apertado desde eleição de 2002

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  • Restituição do Imposto de Renda é oportunidade para quitar dívidas, dizem especialistas

    Restituição do Imposto de Renda é oportunidade para quitar dívidas, dizem especialistas

    Recomendação é usar para pagar débitos de serviços básicos e adiantar parcelas de financiamento; caso o contribuinte queira investir o valor restituído, a dica é optar por ativos de renda fixa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Receita Federal começa a pagar as restituições do Imposto de Renda 2026 a partir do dia 29 de maio, com expectativa de beneficiar 23 milhões de contribuintes em quatro lotes, que serão depositados entre os finais de maio e agosto.

    Para especialistas em finanças pessoais e investimentos ouvidos pela Folha de S. Paulo, o principal erro dos contribuintes é não se organizar para poder mapear onde o dinheiro será melhor empregado.

    “Quando entra na conta sem um planejamento, esse dinheiro é quase como um presente, um bônus, e não como uma quantia que em algum momento fez parte do seu salário”, diz Hellen Kato, professora da Me Poupe!, plataforma de educação financeira. “Se você não der um endereço para esse dinheiro, ele vai sumir.”

    A prioridade, segundo Kato, é aproveitar a quantia para quitar dívidas e aliviar a vida financeira.

    As dívidas prioritárias são as que podem colocar em risco algum patrimônio, serviços essenciais ou o salário do contribuinte. Exemplos disso são parcelas atrasadas do financiamento de um imóvel ou automóvel, contas de luz, água e gás em atraso e, em alguns casos, empréstimos com desconto na folha de pagamento, como o consignado.

    “Esse tipo de dívida não dá para esperar para um momento de renegociação, como feirões de limpa nome. A inadimplência, aqui, vai implicar o corte do serviço ou a perda do bem.”

    Algumas instituições financeiras, como o Banco do Brasil, já anunciaram linhas de crédito que antecipam o valor da restituição, em empréstimos com incidência de juros. Vale verificar antes se os juros e outros encargos cobrados são menores do que os da dívida atual.

    Se a vida financeira do contribuinte estiver em ordem, a segunda prioridade para os especialistas é engordar o caixa da reserva de emergência. Como o nome sugere, trata-se de um dinheiro destinado para imprevistos, desde um reparo doméstico até uma enfermidade ou uma demissão.

    O volume desse colchão financeiro depende do perfil de cada pessoa. O ideal é poupar o equivalente a seis meses do custo de vida -o que não costuma ser rápido. Mesmo pequenas quantias fazem diferença no longo prazo, diz Kato, e a restituição pode acelerar o processo.

    “A reserva de emergência é fundamental inclusive para proteger a carteira de investimentos. Caso algum imprevisto aconteça, o investidor não precisa fazer resgates antes da hora e não vai perder o rendimento da aplicação”, diz a planejadora financeira.

    A dica é colocar o dinheiro da reserva em investimentos de baixo risco e liquidez diária para mantê-la rendendo e rapidamente à mão. Rafael Winalda, especialista em renda fixa do Inter, recomenda alocações vinculadas à taxa Selic, como Tesouro Selic, no caso de títulos do governo federal, ou CDBs (Certificados de Depósito Bancário), seu equivalente no mercado privado.

    A taxa básica de juros da economia foi cortada em 0,25 ponto percentual em março para o patamar de 14,75% ao ano. Mesmo com a previsão de mais cortes ao longo do ano, a Selic mantém a atratividade.

    “Acreditamos que ela pode chegar a 12,5% em dezembro, o que significa uma Selic média em torno de 13% ao longo de 2026. Isso ainda é muita coisa”, diz Winalda.

    Caso a reserva de emergência já esteja montada ou bem encaminhada, a decisão sobre o que fazer com a restituição vai depender dos objetivos de cada pessoa. A quantia pode ser separada para outro plano de longo prazo, como a compra de um imóvel, ou mesmo para desejos de consumo.

    Para quem pretende investir o dinheiro da restituição para além da reserva de emergência, a renda fixa segue sendo a mais indicada.

    Winalda recomenda títulos de prazos maiores para investidores que já estão com a carteira montada, em especial os atrelados à inflação, como IPCA+. “Esses ativos estão com taxas muito elevadas agora, dado que o mercado está passando por um momento de estresse pela guerra no Irã”, afirma.

    Prefixados também são uma boa pedida para quem consegue tolerar as chamadas “marcações a mercado”, isto é, quando a dinâmica das operações faz o preço flutuar para cima e para baixo, causando desconforto em operadores mais conservadores. Nesses contratos, o ideal é manter a aplicação até a data de resgate para não sofrer prejuízo.

    No caso de LCIs e LCAs (letras de crédito imobiliário e do agronegócio), debêntures, CRIs e CRAs (certificados de recebíveis imobiliários e do agronegócio), crises recentes no mercado de crédito privado aumentaram a importância de avaliar os riscos.

    O investidor, diz Winalda, precisa ser criterioso sobre onde está alocando dinheiro. “Quando a Selic está alta, muitas empresas alavancadas sofrem. Temos evitado o setor de agronegócio, por exemplo, porque está apresentando dificuldades de inadimplência, e estamos preferindo empresas com boa avaliação de crédito [nas agências de classificação de risco]”, afirma.

    A ideia não é que o investidor evite esses produtos, mas que seja mais criterioso e olhe além da taxa de retorno e, nos casos de títulos incentivados, da isenção do Imposto de Renda. “Quais são os fundamentos financeiros dessa companhia? Quem são os emissores, quais são os lastros?”, diz Winalda.

    O pagamento é uma devolução de valores descontados a mais do contribuinte durante o ano anterior -no caso, 2025. Quando o IR retido na fonte supera o imposto devido no ano, o saldo é restituído pela Receita.

    As restituições do Imposto de Renda serão pagas em quatro lotes, um a cada mês, a partir de maio. O primeiro lote não tem correção monetária, pois essa atualização, feita pela Selic, começa a contar a partir do fim do prazo de entrega do IR.

    Por causa da correção, muitos contribuintes podem optar por entregar a declaração do IR mais tarde e, assim, ficar nos lotes finais. Essa não é a recomendação de Winalda.

    “Você consegue o mesmo rendimento investindo no próprio Tesouro Selic, ou até ganha um pouco mais investir em CDBs de bancos sólidos. Quanto mais cedo você conseguir receber a restituição, mais cedo você aplica e garante rendimentos maiores”, afirma.

    VEJA O CALENDÁRIO DE PAGAMENTO DA RESTITUIÇÃO DO IR 2026

    Lote – Data de pagamento
    1º lote – 29 de maio
    2º lote – 30 de junho
    3º lote – 31 de julho
    4º lote – 31 de agosto

    Serão quatro lotes:

    O dinheiro é depositado na conta informada ao declarar o IR ou por meio do Pix, desde que a chave seja o CPF do contribuinte.

    QUAL É A ORDEM DE PRIORIDADE DA RESTITUIÇÃO?

    • O pagamento segue uma ordem de prioridade. Em caso de empate, o critério de desempate será a data e o horário do envio da declaração.
    • Quem entregou mais cedo terá vantagem. Veja a ordem de prioridade:
    • Idoso com 80 anos ou mais
    • Idoso com 60 anos ou mais, e pessoa com deficiência e com doença grave
    • Contribuintes cuja maior fonte de renda é o magistério
    • Contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e optaram por receber a restituição por Pix
    • Contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida ou optaram por receber a restituição por Pix
    • Demais contribuintes

    Restituição do Imposto de Renda é oportunidade para quitar dívidas, dizem especialistas

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  • 'Achei que eu arrasei', se gaba Anitta sobre performance no Saturday Night Live

    'Achei que eu arrasei', se gaba Anitta sobre performance no Saturday Night Live

    Cantora foi a primeira brasileira a ocupar posto de convidada musical na história do programa; ela apresentou ‘Choka Choka’, do novo álbum, e versão de ‘Várias Queixas’

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Anitta ficou orgulhosa de sua apresentação no Saturday Night Live. “Achei que eu arrasei. Achei que eu cantei muito, dancei muito. Estava tudo mara, eu estava linda”, se gabou em vídeo publicado nas suas redes sociais. Ela conquistou mais um marco na carreira ao ser a primeira brasileira convidada a cantar no programa, um dos mais populares da TV americana.

    “Estava muito feliz mesmo. Adorei. Achei tudo perfeito”, completou ela sobre a experiência, que foi ao ar neste sábado (11). Quem comandou a edição foi o ator americano Colman Domingo.

    Anitta apresentou “Choka Choka”, parceria com Shakira, na qual dança sob batidas de funk e canta trechos em português. O trabalho fará parte de seu novo álbum, “Equilibrivm”, lançado a partir deste mês. Ela um colar de guia com miçangas vermelhas e pretas, tradicionalmente associado à proteção, força e equilíbrio de energias nas religiões de matriz africana, como Umbanda e Candomblé.

    A segunda performance foi uma versão em espanhol de “Várias Queixas”, lançada pela banda Olodum e popularizada pelo trio Gilsons, formado por filho e netos de Gilberto Gil, num palco decorado com várias flores e plantas. Ambas foram elogiadas pela crítica internacional.

    'Achei que eu arrasei', se gaba Anitta sobre performance no Saturday Night Live

  • Pausa forçada abre brecha para F1 rever regras e aplacar ira dos pilotos

    Pausa forçada abre brecha para F1 rever regras e aplacar ira dos pilotos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A pausa forçada no calendário da F1 provocada pelos cancelamentos das etapas do Bahrein e da Arábia Saudita, devido à guerra entre Estados Unidos e Irã que se espalhou pelo Oriente Médio, abriu uma janela para pilotos e equipes pressionarem a categoria por mudanças no regulamento recém-adotado.

    Representantes das 11 escuderias estão reunidos com a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) desde quinta-feira (9), em Londres, para apresentar as queixas e avaliar a necessidade de mudanças ainda durante esta temporada. Os encontros devem se estender até o dia 20.

    O ponto central debatido neste momento é relacionado aos motores com sistema híbrido de potência adotados neste ano. A parte elétrica passou a oferecer quase 50% da potência total do carro, com o restante proporcionado por combustão. A nova configuração exige que os pilotos utilizem diferentes técnicas de direção ao longo de uma mesma volta para recarregar as baterias.

    Quando elas estão quase zeradas, a perda de potência e velocidade é significativa, deixando os pilotos vulneráveis aos ataques dos concorrentes. Por isso, nas três etapas disputadas até aqui, com os GPs da Austrália, da China e do Japão, foi comum ver as chamadas ultrapassagens “iôiô”: os pilotos se revezaram em trocas constantes de posição, ocasionadas pela variação de carga nas baterias.

    Há ainda a questão da segurança dos pilotos, principal motivo pelo qual a F1 e a FIA estão sendo pressionadas. Com mudanças quase repetinas de perda de potência e velocidades, os carros estão mais sujeitos a acidentes.

    Foi o que aconteceu na prova disputada em Suzuka, em 29 de março, a última antes da pausa que vai se estender até o dia 3 de maio, com a volta no GP de Miami. No circuito japonês, o britânico Oliver Bearman, da Haas, bateu no argentino Franco Colapinto, da Alpine, que repentinamente apareceu mais lento à sua frente.

    A diferença de velocidade entre eles chegou a quase 100 km/h. A variação se deu por um fenômeno que a categoria batizou de “super clipping”, a perda súbita de velocidade mesmo com o pedal do acelerador totalmente pressionado. A queda ocorre porque, enquanto o piloto está recarregando a bateria do carro, passa a contar apenas com o motor a combustão, que representa pouco mais da metade da potência total do veículo.

    “Já tínhamos falado sobre essa possibilidade desde que esses carros foram concebidos. É o que temos que aceitar, com essas unidades de potência. Não há uma maneira fácil de contornar isso”, disse o australiano Oscar Piastri, da McLaren, após a corrida. Ele terminou em segundo lugar, atrás do italiano Kimi Antonelli, da Mercedes.

    Bearman, segundo nota da Haas, sofreu no acidente “uma contusão no joelho direito após o impacto”. Ele foi mais um a observar que o tema já vinha sendo debatido entre os competidores antes mesmo do choque.

    “Como grupo, alertamos a FIA sobre o que poderia acontecer, e este foi um resultado realmente infeliz de uma enorme diferença de velocidade que nunca tínhamos visto antes na F1”, declarou o britânico.

    Os problemas não se resumem à segurança, e ecoam no paddock críticas dos pilotos sobre a competitividade das provas. O holandês Max Verstappen tem se mostrado o mais insatisfeito com as diretrizes do novo regulamento.

    Tetracampeão, o piloto da Red Bull figura apenas na nona posição do Mundial, tendo como seu melhor resultado até aqui o sexto lugar na Austrália. Ele tem afirmado que pensa em deixar a categoria.

    “Eu posso aceitar facilmente ser sétimo ou oitavo, porque sei que você não pode toda vez dominar, ser primeiro ou segundo, lutar por pódios. Sou muito realista, já estive nessa situação antes. Mas, ao mesmo tempo, quando você está em sétimo ou oitavo e não está gostando de toda a fórmula por trás disso, não parece natural para um piloto de corrida”, disse.

    “Não é legal a forma como você tem que correr. É realmente antipilotagem. Então, chega a um ponto em que, sim, não é o que eu quero fazer. Claro que você pode olhar isso e fazer muito dinheiro. Legal. Mas no fim das contas isso não é mais sobre dinheiro, porque essa sempre foi minha paixão”, argumentou.

    Um exemplo do que ele chama de “antipilotagem” foi visto no Japão durante uma disputa entre os britânicos Lando Norris e Lewis Hamilton. Após a corrida, o piloto da McLaren afirmou que foi quase obrigado a ultrapassar o compatriota da Ferrari sem querer. Depois, acabou perdendo a posição.

    “Eu nem queria ultrapassar o Lewis. É só uma questão da a bateria se descarregar. Eu não queria que se descarregasse, mas não conseguia controlar. Então, eu o ultrapassei, e aí fiquei sem bateria, e ele simplesmente passou voando. Isso não é corrida, isso é efeito ioiô”, disse.

    Mesmo com a insatisfação dos pilotos, a F1 deve ser cautelosa com qualquer mudança em seu novo regulamento. Até mesmo o chefe da equipe Haas, Ayao Komatsu, que teve seu piloto envolvido no acidente, defendeu que é preciso um longo debate antes de qualquer alteração.

    “Estamos analisando a questão sob todos os ângulos porque, quando fazemos mudanças, precisamos que sejam as mudanças certas. Não podemos tomar decisões precipitadas e, algumas corridas depois, dizer: ‘Essa foi uma má escolha’”, disse Komatsu.

    Pausa forçada abre brecha para F1 rever regras e aplacar ira dos pilotos

  • Israel critica Espanha após explosão de boneco de Netanyahu

    Israel critica Espanha após explosão de boneco de Netanyahu

    Uma imagem do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, foi destruída em um festival religioso espanhol

    Um festival espanhol decidiu fazer explodir a imagem do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante um evento religioso em Málaga, no último dia 5 de abril. Agora, Israel acusa o país europeu de ódio antissemita. 

    Segundo o Daily Mail, o ministro dos Negócios Estrangeiros israelense chamou a atenção do embaixador de Espanha em Israel sobre o acontecimento.

    Um boneco gigante de Netanyahu foi colocado no centro de uma cerimônia na localidade de El Burgo. A imagem foi erguida e depois uma série de explosivos a fizeram desaparecer, perante os fortes aplausos de quem estava presente.

    Esta não é a primeira vez que o evento usa imagens de líderes mundiais, tendo já feito explodir igualmente figuras representando o presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, ou do presidente russo Vladimir Putin, explicou entretanto a autarca local María Dolores Narváez.

    Após o evento, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel recorreu à rede social X para afirmar que este “repugnante ódio antissemita demonstrado” é “resultado direto” do “incitamento sistêmico” por parte do governo de Pedro Sánchez, o primeiro-ministro espanhol.

    Já uma fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros espanhol garante que está “empenhado em combater o antissemitismo e qualquer forma de ódio ou discriminação. Como tal, rejeitamos totalmente qualquer alegação insidiosa que sugira o contrário”. 

    Recorde-se que Espanha tem criticado de forma veemente as campanhas militares dos EUA e de Israel contra o Irão, apesar das advertências dos Estados Unidos sobre os aliados da OTAN que não cooperam. Donald Trump chegou mesmo a ser muito crítico em relação à posição de Pedro Sánchez, afirmando que os EUA não se esquecerão dos países que não o apoiaram neste conflito.

    Assista ao momento alto do festival de Burgos no vídeo acima.

    Israel critica Espanha após explosão de boneco de Netanyahu

  • Cuba estuda movimentação militar dos EUA diante de ameaças de Trump

    Cuba estuda movimentação militar dos EUA diante de ameaças de Trump

    Embaixador José Cabañas destaca que risco de invasão é permanente

    Diante das ameaças de Donald Trump de “tomar Cuba”, o governo em Havana tem estudado a movimentação militar dos Estados Unidos (EUA) na região. O embaixador cubano José R. Cabañas Rodríguez destacou que a invasão da ilha é uma possibilidade para a qual o país se preparou.   

    “Os que precisam analisar a iminência, ou não, da invasão fazem o seu trabalho, se estuda constantemente o movimento das forças militares, sabemos que a guerra hoje pode ser liberada à distância”, disse o diretor do Centro de Investigações de Política Internacional (Cipi), em Havana.

    Cabañas destacou à Agência Brasil que o risco de uma ação militar dos EUA está presente em Cuba desde o triunfo da Revolução, em 1959, e que sempre ressurge quando os EUA percebem um momento de fragilidade econômica que possa oferecer uma chance de sucesso.

    “É uma possibilidade para a qual Cuba historicamente se preparou, e entendemos aqui que a chave para enfrentar tal situação é a unidade do povo”, completou, lembrando da invasão da Praia Girón, em 1961, apoiada pelos EUA e vencida pelas forças leais a Fidel Castro.   

    O diplomata Cabañas atuou como representante de Havana em Washington a partir de 2012, tendo sido o primeiro embaixador de Cuba nos EUA durante governo de Barack Obama.

    Invasão iminente?

    O também professor de relações internacionais José Cabañas lembrou que, em muitos momentos, a invasão de Cuba parecia iminente, como quando os EUA invadiram a ilha de Granada, em 1983, ou durante a invasão dos EUA no Panamá, em 1989.

    “No ano de 1989, houve uma grande mobilização de forças militares nas proximidades de Cuba. Algumas pessoas pensavam que a invasão contra Cuba era iminente”, comentou.

    Cabañas destacou o agravante que, no caso de Cuba, os estadunidenses não precisariam se deslocar até a ilha. “Porque a base naval ilegal em Guantánamo permanece ocupada, onde eles mantêm forças e recursos. Assim, várias gerações de cubanos cresceram e viveram suas vidas sob essa ameaça”, disse. Os EUA têm uma base em Guantánamo, em Cuba, desde 1903. 

    Diferentemente de outras épocas, agora existe um excesso de informação sobre possível invasão a Cuba que o diplomata avalia como tentativa de amedrontar a população.

    “Sabemos que as guerras atuais se lutam, de alguma maneira, usando a informação. Se trata de contaminar o país e a população que vão ser agredidos, para que as pessoas tenham medo, se desanimem. Lemos o que publica a imprensa corporativa estadunidense indicando nessa direção [da invasão]. Entendemos que se quer intoxicar a nossa população”, comentou.

    Negociação com EUA

    A Casa Branca tem renovado constantemente as ameaças de ação militar contra Cuba após o recrudescimento do bloqueio econômico imposto à ilha, com ameaças de sanção aos países que vendam petróleo para Havana.

    A medida fez Cuba ficar mais de três meses sem receber uma gota de petróleo, levando a apagões diários de mais de 12 horas na capital e de até o dia inteiro em municípios do interior do país de 11 milhões de habitantes. 

    No final de março, um petroleiro russo furou o bloqueio dos EUA com 100 mil toneladas métricas de petróleo bruto, dando um pequeno alívio ao país. Porém, a carga daria para suprir a demanda de um terço do consumo de um mês, segundo o governo local. 

    Nesse contexto, foram iniciadas negociações entre Havana e Washington em busca de acordo que permita a Cuba importar petróleo.

    O diplomata e acadêmico José Cabañas destacou que não é a primeira vez que Cuba faz negociação com a Casa Branca, mas que não deve admitir concessões que violem a soberania frente aos EUA.

    “Sempre negociamos com os EUA e com qualquer outro país a partir de uma posição de igualdade, respeito e reciprocidade. E Cuba nunca, nem mesmo nas piores circunstâncias, considerou que precisasse fazer concessões para alcançar uma relação respeitosa com os EUA”, destacou.

    Cuba denuncia bloqueio na ONU

    Na semana passada, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, denunciou às Nações Unidas (ONU) o bloqueio energético dos EUA contra o país como punição coletiva, com objetivo de subjugar o povo cubano pela fome, doenças e escassez de bens de primeira necessidade.

    “Mais de 96 mil cubanos, incluindo 11 mil crianças, aguardam cirurgias devido aos cortes de energia, apesar dos esforços das instituições de saúde para encontrar soluções. Mais de 16 mil pacientes que necessitam de radioterapia e 2.888 que dependem de hemodiálise são afetados pela interrupção de serviços que exigem fornecimento estável de energia”, disse.

    Cubanos que vivem em Havana relatam que o país vive o “pior momento”, com as dificuldades enfrentadas pela população, após o endurecimento do bloqueio energético imposto pelos EUA a partir do final de janeiro deste ano. 

    A luta pela opinião pública dos EUA

    Na semana passada, Díaz-Canel recebeu parlamentares do Partido Democrata dos EUA, que são críticos ao bloqueio energético imposto por Trump. A deputada Pramila Jayapal defendeu que os EUA e Cuba deveriam normalizar as relações. 

    “O embargo dos EUA contra Cuba é o mais longo da história mundial — e o bloqueio de combustível está causando uma crise humanitária ainda maior para o povo cubano”, comentou em uma rede social.

    O embaixador José Cabañas Rodríguez disse que, dentro dos EUA, existe um movimento de solidariedade a Cuba que pode pressionar contra uma invasão.

    “É talvez uma grande contradição que, no país com uma política oficial agressiva contra Cuba, existe possivelmente um dos maiores movimentos de solidariedade que temos no exterior, e que está ativo”, ressaltou.

    Para falar diretamente com a opinião pública norte-americana, o presidente cubano concedeu entrevista exclusiva à emissora NBC News, publicada nesse domingo (12), destacando a determinação do governo de resistir a qualquer ação militar contra o país. 

    “Se isso acontecer [uma invasão], haverá combate, haverá luta. Nós nos defenderemos, e se tivermos que morrer, morreremos, porque como diz nosso hino nacional: ‘morrer pela pátria é viver’”, afirmou.

    O aperto do cerco econômico ao país caribenho neste ano reforça a tentativa dos EUA de derrubar o governo liderado pelo Partido Comunista, que desafia a hegemonia política de Washington na América Latina há mais de seis décadas. O embargo dos EUA contra Cuba já dura 66 anos, com as primeiras medidas adotadas logo após a Revolução Cubana, de 1959.

    Cuba estuda movimentação militar dos EUA diante de ameaças de Trump

  • Cruzeiro supera vaias a goleiro e vence o Bragantino de virada no Mineirão

    Cruzeiro supera vaias a goleiro e vence o Bragantino de virada no Mineirão

    (UOL/FOLHAPRESS) – O Cruzeiro venceu o Red Bull Bragantino de virada neste domingo (12), por 2 a 1, em duelo no Mineirão, pela 11ª rodada do Brasileirão.
    Christian Roberto e Neiser Villarreal fizeram os gols do Cruzeiro, após Hurtado abrir o placar para o Bragantino.

    O gol de Hurtado foi com um chute no canto do goleiro Matheus Cunha, que passou a ser vaiado pela própria torcida. A falha de Cunha ocorre em um momento em que o goleiro está pressionado, inclusive sendo criticado por colegas de elenco, como o volante Walace, que teria chamado o colega de “braço curto”.

    A vitória ainda não tira o Cruzeiro da zona de rebaixamento. A Raposa soma 10 pontos e sobe para a 17ª posição, a 1 ponto do Corinthians, primeiro time fora do Z4.

    Essa foi a segunda vitória do Cruzeiro no Brasileirão. O outro triunfo foi contra o Vitória, por 3 a 0, pela 9ª rodada. O Cabuloso tem mais quatro empates e cinco derrotas no campeonato. Já o Bragantino está na 9ª colocação com 14 pontos.

    O Cruzeiro recebe a Universidad Católica na quarta-feira, pela 2ª rodada da fase de grupos da Libertadores. Na quinta-feira, o Bragantino recebe o Blooming pela 2ª rodada da Sul-Americana.

    Na próxima rodada do Brasileirão, o Cruzeiro recebe o Grêmio no Mineirão no sábado. O Massa Bruta joga em casa contra o Remo no domingo.

    POLÊMICA NO CABULOSO

    Matheus Cunha vive pressão no Cruzeiro, sendo o goleiro titular na vaga de Cássio, ausente após sofrer uma lesão ligamentar em março.

    Cunha foi o pivô de uma crise envolvendo Walace, jogador do Cruzeiro. De acordo com a imprensa mineira, o volante teria criticado o goleiro em um grupo de WhatsApp com outros jogadores da equipe.

    Walace teria chamado Matheus Cunha de “braço curto” após o Cruzeiro perder por 4 a 1 para o São Paulo no dia 4 de abril, pela 10ª rodada do Brasileirão. Walace chegou a ser afastado da equipe após a polêmica.

    GOLS E DESTAQUES

    0 x 1: O Bragantino abriu o placar aos 5 minutos de partida. Isidro Pitta recebeu bom passe na área e ajeitou para Hurtado que vinha pela direita. O lateral invadiu a área e finalizou no canto de Matheus Cunha para fazer o 1 a 0.

    Vaias no Mineirão. O goleiro Matheus Cunha é vaiado pelos cruzeirenses sempre que pega na bola. A torcida considera que o goleiro falhou no gol do Massa Bruta.

    Pra fora! Aos 9 minutos, o Bragantino quase ampliou. Hurtado passou de cabeça para Juninho Capixaba na pequena área, mas o lateral finalizou por cima do gol.

    1 x 1: O Cruzeiro empatou com Neiser Villarreal aos 17 minutos do 1º tempo. O ponta recebeu passe de Fagner e finalizou rasteiro para superar Tiago Volpi.

    Que gol perdido… Aos 28 minutos foi a vez do Cruzeiro desperdiçar uma chance incrível de gol. Matheus Pereira serviu Neiser na área e o atacante bateu para grande defesa de Volpi. No rebote, Neiser cortou para a esquerda e bateu na rede pelo lado de fora.

    Volpi de novo! Gérson passou para Matheus Pereira dentro da pequena área, mas Tiago Volpi bloqueou finalização do atacante cruzeirense evitando o gol da virada.

    Fala, jogador! Na saída do gramado, Fagner falou ao Premiere sobre as vaias direcionadas ao goleiro do Cruzeiro após a falha no gol do Bragantino.

    “O Matheus é experiente e sabe que o grupo inteiro confia nele. É um lance rápido, é difícil. Acho que não tem um único culpado. Acho que todo mundo acaba falhando, porque é uma falha coletiva. Nós estamos com ele e sabemos do potencial dele”, disse Fagner, ao Premiere.

    2 x 1: O Cruzeiro virou o jogo aos 4 minutos do 2º tempo. Neiser recebeu mais uma vez de frente para o gol e finalizou em cima de Volpi. Na sobra Christian Roberto bateu forte, a bola desviou na zaga do Bragantino e morreu no fundo da rede.

    Mudança de clima. Após o gol da virada, a torcida cruzeirense fica mais leve e canta e vibra no Mineirão. Os torcedores pararam até mesmo com as vaias para Matheus Cunha.

    Subiu a bandeira. Lucas Barbosa chegou a fazer o 2 a 2 para o Bragantino aos 20 minutos do 2º tempo, mas o atacante estava em impedimento.

    Aplausos para o goleirão. A torcida do Cruzeiro passou a aplaudir e apoiar Matheus Cunha na partida. Na reta final, ao defender uma cabeçada em cobrança de escanteio, o goleiro foi muito aplaudido no Mineirão.

    Cabuloso segura o jogo. O Cruzeiro valorizou a posse de bola nos acréscimos segurando a bola no ataque, perto do escanteio.

    FICHA TÉCNICA

    CRUZEIRO 2 X 1 BRAGANTINO
    Campeonato: Brasileirão (11ª rodada)
    Data: 12/4/2026
    Local: Mineirão, Belo Horizonte (MG)
    Hora: 18h30 (horário de Brasília)
    Árbitro: Ramon Abatti Anel (SC)
    Cartões amarelos: Sosa e Gustavo Marques (RBB)
    Gols: Hurtado (RBB), 5”/1º T; Neiser Villarreal (CRU), 17’/1ºT; Christian Roberto (CRU), 4”/º T (2-1)

    Cruzeiro: Matheus Cunha; Fagner (Kauã), Fabrício Bruno, Jonathan (Villalba), Kaiki Bruno; Lucas Silva (Matheus Henrique), Christian Roberto, Gérson, Neiser Villarreal (Bruno Rodrigues); Matheus Pereira, Arroyo (Wanderson). Técnico: Artur Jorge.

    Bragantino: Volpi; Hurtado (Rodriguinho), Alix Vinícius, Gustavo Marques, Juninho Capixaba; Gabriel (Eric Ramires), Matheus Fernandes (Gustavinho), Sosa (Ryan Augusto), Lucas Barbosa; Isidro Pitta, Vinicinho (Jhuan Nunes). Técnico: Vagner Mancini.

    Cruzeiro supera vaias a goleiro e vence o Bragantino de virada no Mineirão

  • BBB 26: Ana Paula, Gabriela e Juliano estão no paredão

    BBB 26: Ana Paula, Gabriela e Juliano estão no paredão

    Jordana venceu a dinâmica ‘Sonho de Poder’ e a Prova do Líder e indicou dois participantes ao Paredão, que vai eliminar um dos brothers na próxima terça-feira (14)

    Na noite deste domingo (12), foi formado mais um Paredão no ‘Big Brother Brasil’ e a participante Jordana, que ganhou a última Prova do Líder, indicou Ana Paula para disputar a preferência do Público. “Vou seguir a coerência do meu pensamento. Vou indicar uma adversária muito forte e que tenho respeito, mas que desde o início do jogo discordei.”

    Jordana como também tinha vencido a dinâmica ‘Sonho de Poder’, que daria a um participante em mandar outro diretamente ao Paredão, a sister acabou escolhendo Juliano Floss para ir com Ana Paula disputar a permanência na casa.

    Gabriela Saporito acabou sendo a mais votada pela casa e acabou indo para o Paredão, que vai eliminar mais um participante nesta terça-feira (14).

    BBB 26: Ana Paula, Gabriela e Juliano estão no paredão

  • Imagens mostram nova geração do dobrável mais popular da Samsung

    Imagens mostram nova geração do dobrável mais popular da Samsung

    Imagens não oficiais indicam que novo dobrável da Samsung manterá tela externa ampliada e visual próximo ao antecessor; lançamento deve ocorrer no segundo semestre, junto com outros dispositivos da marca e possíveis novos smartwatches

    Após o surgimento de imagens do Galaxy Z Fold 8 e do Galaxy Z Fold 8 Wide, começaram a circular também os primeiros registros do Galaxy Z Flip 8, nova geração do modelo com design em formato “concha” da Samsung, um dos mais populares da marca nesse segmento.

    As imagens indicam que o aparelho deve manter boa parte do visual visto no Galaxy Z Flip 7, lançado em 2025. O destaque segue sendo a tela externa ocupando praticamente toda a parte frontal, além dos dois sensores da câmera traseira integrados ao painel.

    Vale destacar que os renders foram produzidos a partir de arquivos CAD obtidos pelo site MyMobiles em parceria com o perfil OnLeaks. Ou seja, não se tratam de imagens oficiais ou promocionais. Apesar disso, elas podem dar uma boa ideia do design final do dispositivo, embora mudanças ainda possam ocorrer até o lançamento.

    A expectativa é que a Samsung apresente o Galaxy Z Flip 8 junto com outros dobráveis e, possivelmente, novos smartwatches durante o verão no hemisfério norte.

    Até lá, a tendência é que novos vazamentos e informações surjam, ajudando a esclarecer os planos da empresa para a próxima geração de dispositivos dobráveis.

    Imagens mostram nova geração do dobrável mais popular da Samsung