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  • Após retorno da Artemis II, NASA libera imagens incríveis para celular

    Após retorno da Artemis II, NASA libera imagens incríveis para celular

    Agência espacial divulgou papéis de parede gratuitos com registros impressionantes feitos durante a missão; imagens mostram a Terra e a Lua em alta definição e podem ser baixadas por qualquer usuário no site oficial

    Se você acompanhou de perto a missão Artemis II, provavelmente se sentiu inspirado pelas imagens e informações compartilhadas pela NASA e pelos quatro astronautas que estiveram a bordo da cápsula Orion: Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen.

    A missão já foi concluída com sucesso, após o retorno da tripulação à Terra, encerrando uma jornada marcada por registros impressionantes do planeta e da Lua. Ainda assim, não é preciso abrir mão dessa inspiração.

    A NASA disponibilizou uma série de papéis de parede para celular com algumas das melhores imagens captadas durante a missão. Qualquer pessoa pode fazer o download gratuitamente no site oficial da agência.

    Após retorno da Artemis II, NASA libera imagens incríveis para celular

  • Trump afirma que iranianos "não têm cartas" para negociações exceto Ormuz

    Trump afirma que iranianos "não têm cartas" para negociações exceto Ormuz

    Presidente dos EUA afirma que Teerã só usa bloqueio marítimo como pressão e cobra avanços em negociações; país exige fim de sanções e cessar-fogo ampliado antes de acordo, enquanto Washington já prepara possível nova ofensiva militar

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira que o Irã chega enfraquecido às negociações previstas para este sábado em Islamabad, no Paquistão. Segundo ele, o país não tem poder de barganha além da ameaça de bloquear rotas marítimas estratégicas, como o estreito de Ormuz.

    “Os iranianos parecem não perceber que não têm cartas, exceto a extorsão de curta duração do resto do mundo utilizando as rotas marítimas internacionais. A única razão pela qual ainda estão vivos hoje é para negociar”, escreveu Trump em sua rede social.

    Em outra publicação, o republicano voltou a criticar o governo iraniano. “Os iranianos são melhores a manipular os ‘media’ mentirosos e nas ‘relações públicas’ do que a lutar!”, afirmou.

    A comparação com um jogo de cartas já havia sido usada por Trump em fevereiro de 2025, quando confrontou publicamente o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, durante um encontro na Casa Branca, afirmando que ele não tinha mais “cartas” no conflito com a Rússia.

    O controle do estreito de Ormuz, por onde passavam cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo antes do início da guerra, em 28 de fevereiro, está no centro das negociações de paz entre Estados Unidos e Irã. O conflito teve início após uma ofensiva de forças americanas e israelenses contra o território iraniano.

    Embora Washington e Teerã tenham anunciado um cessar-fogo de duas semanas, com a promessa de reabertura da rota marítima, apenas um número limitado de navios conseguiu atravessar o estreito desde então, diante da ameaça militar iraniana.

    Na quinta-feira, Trump acusou o Irã de descumprir o acordo. “Não estava a cumprir a sua parte”, disse, referindo-se ao bloqueio de Ormuz. O presidente norte-americano também lembrou que havia dado um ultimato ao país, sob ameaça de apagar “uma civilização inteira”.

    Em entrevista ao jornal New York Post, Trump afirmou que os Estados Unidos já se preparam para uma nova escalada militar caso as negociações fracassem. “Estamos a começar tudo de novo. Estamos a carregar os navios com as melhores munições, as melhores armas alguma vez construídas, até melhores do que as que tínhamos antes, quando já tínhamos destruído tudo”, declarou.

    “Se não houver acordo, vamos usá-las, e vamos usá-las com muita eficácia”, acrescentou.

    Do lado iraniano, o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, exigiu que o cessar-fogo seja ampliado para incluir também os confrontos entre Israel e o Hezbollah, no Líbano, além do desbloqueio de ativos financeiros do país antes do início das negociações.

    “Duas das medidas acordadas pelas partes ainda precisam de ser implementadas: um cessar-fogo no Líbano e o desbloqueio dos ativos do Irão, antes do início das negociações”, escreveu em uma rede social.

    O levantamento das sanções financeiras não havia sido apresentado publicamente como condição inicial por Teerã, embora faça parte de uma lista mais ampla de exigências para um acordo de paz.

    Estados Unidos e Israel, no entanto, afirmam que o Líbano não está incluído no cessar-fogo atual, apesar de o Paquistão, mediador das negociações, ter indicado inicialmente o contrário.

    Antes das declarações de Ghalibaf, o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, que deve liderar a delegação americana nas negociações em Islamabad, também fez um alerta direto ao Irã.

    “Se nos tentarem enganar, vão descobrir que a equipa de negociação não está muito recetiva”, afirmou.

    As conversas de paz têm como foco principal o fim duradouro da guerra, o desbloqueio do estreito de Ormuz, o programa nuclear iraniano, a produção de mísseis de longo alcance e o apoio de Teerã a grupos armados no Oriente Médio, como o Hezbollah, no Líbano, os Houthis, no Iêmen, e o Hamas, na Palestina, além das sanções econômicas impostas à República Islâmica.

    A delegação americana contará ainda com enviados da Casa Branca, como Steve Witkoff e Jared Kushner.

    Do lado iraniano, a expectativa é de que as negociações sejam lideradas por Mohammad Bagher Ghalibaf e pelo ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, embora isso ainda não tenha sido confirmado oficialmente.

    A rodada anterior de negociações, mediada por Omã, foi interrompida com o início da ofensiva aérea conjunta de Estados Unidos e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro.
     
     

     

    Trump afirma que iranianos "não têm cartas" para negociações exceto Ormuz

  • Ex-goleiro alerta: Cristiano Ronaldo pode prejudicar Portugal na Copa

    Ex-goleiro alerta: Cristiano Ronaldo pode prejudicar Portugal na Copa

    O ex-goleiro da seleção dos Estados Unidos Brad Friedel afirmou que Cristiano Ronaldo pode acabar sendo um problema tático para Roberto Martínez na Copa do Mundo de 2026. Em entrevista à rádio talkSPORT, ele destacou a excelente condição física do atacante, mas alertou que o estilo de jogo atual pode prejudicar a equipe em partidas mais exigentes.

    “Todos os jogadores vão ter de se despedir em algum momento. É assim que as coisas acontecem. Olhamos para o Ronaldo e ele ainda parece incrivelmente bom fisicamente, mas a forma como ele joga mudou. E chega uma altura em que determinado jogador pode ser prejudicial para a equipa em termos coletivos. Mas, ao mesmo tempo, também não é o tipo de jogador que podes deixar no banco de suplentes”, disse Friedel, que também citou Lionel Messi na comparação.

    “Se o deixares de fora da equipa, só se vai falar disso no Mundial. Estou muito grato por não ser eu a ter de tomar essa decisão. Porque, obviamente, acho que estão em declínio [Messi e Ronaldo]. O Messi ainda joga muito no Inter Miami. Se pode ganhar? Sim. Se pode ajudar? Sim, sem dúvida. Ainda pode ajudar a Argentina porque é o Messi, mas o Ronaldo, hoje em dia, especialmente quando a equipa precisa de defender, não vai fazer muito”, afirmou.

    Friedel ressaltou que essa limitação pode pesar contra seleções mais fortes. “Portanto, és o treinador e vais jogar contra as melhores seleções do mundo a defender com 10 jogadores? É uma coisa difícil de fazer. A coisa boa de Messi é que ele nunca defendeu. As equipas sempre foram montadas para que ele andasse a flutuar pelo relvado. Sempre foi assim. Não tenho a certeza, mas vão ser decisões muito complicadas de tomar”, completou.

    Velho conhecido de Cristiano Ronaldo

    Apesar de norte-americano, Friedel construiu grande parte da carreira na Inglaterra, onde defendeu clubes como Liverpool, Tottenham, Aston Villa e Blackburn Rovers. Foi nesse período que enfrentou Cristiano Ronaldo diversas vezes, entre 2003 e 2009, quando o português ainda atuava pelo Manchester United.

    Ao todo, foram 12 confrontos entre os dois, com cinco vitórias de Ronaldo e quatro gols marcados pelo atacante contra o goleiro.

    Qual o status de Portugal na Copa do Mundo de 2026?

    A Copa do Mundo de 2026 já tem suas 48 seleções definidas e começa em pouco mais de dois meses. Portugal aparece como uma das equipes fortes, mas ainda não é considerado favorito.

    Segundo projeções do The Athletic, a seleção portuguesa ocupa apenas a sétima posição entre os candidatos ao título, ficando atrás de seleções como Brasil, Países Baixos e Inglaterra, além dos principais favoritos Espanha, Argentina e França.

    Atualmente, Portugal ocupa a quinta posição no ranking da FIFA, mas ainda busca consolidar seu protagonismo para o torneio, que será disputado entre 11 de junho e 19 de julho, com sede conjunta nos Estados Unidos, Canadá e México.
     

    Na Sul-Americana, o único resultado positivo foi do São Paulo: 1 a 0 sobre o Boston River, do Uruguai; veja também o resultado de brasileiros na 1ª rodada da Libertadores

    Folhapress | 22:30 – 10/04/2026

     
     
     
     
     
     

     

    Ex-goleiro alerta: Cristiano Ronaldo pode prejudicar Portugal na Copa

  • Agora é lei: Governo libera dinheiro para trabalhador CLT fazer exames

    Agora é lei: Governo libera dinheiro para trabalhador CLT fazer exames

    Nova regra garante até três dias de ausência remunerada por ano para exames preventivos; empresas agora devem informar e incentivar o uso do benefício, que busca ampliar o acesso à saúde e estimular o diagnóstico precoce

    Uma nova lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva trouxe mudanças importantes para trabalhadores com carteira assinada. A medida reforça o direito de realizar exames médicos preventivos sem ter desconto no salário, ampliando o acesso à saúde e incentivando a prevenção de doenças.

    A atualização da Consolidação das Leis do Trabalho já está em vigor e permite que o trabalhador se ausente do emprego por até três dias por ano, com remuneração garantida, desde que o motivo seja a realização de exames médicos preventivos.

    Na prática, isso significa que o empregado não perde dinheiro ao cuidar da própria saúde. O direito vale para todos os trabalhadores contratados pelo regime CLT e deve ser respeitado pelas empresas.

    O benefício não é totalmente novo. Ele já existia desde 2018, mas a nova lei trouxe uma mudança importante: agora, as empresas são obrigadas a informar os funcionários sobre esse direito e incentivar seu uso.

    Com isso, as empresas passam a ter responsabilidades como divulgar campanhas de prevenção, estimular a realização de exames e conscientizar os trabalhadores sobre a importância do diagnóstico precoce.

    A legislação destaca especialmente exames relacionados à prevenção de doenças como câncer de mama, câncer de próstata, câncer do colo do útero e infecções como HPV, reforçando a importância do cuidado regular com a saúde.

    Para utilizar o benefício, o trabalhador precisa comprovar a ausência. Isso pode ser feito com um documento simples que comprove o comparecimento ao exame, seguindo também as regras internas da empresa.

    A medida busca resolver um problema comum: muitos trabalhadores evitavam fazer exames por medo de perder parte do salário. Com a garantia de ausência remunerada, a expectativa é aumentar o acesso à saúde preventiva, identificar doenças mais cedo e reduzir afastamentos prolongados do trabalho.

    Especialistas apontam que a mudança beneficia tanto os trabalhadores, que ganham mais segurança para cuidar da saúde, quanto as empresas, que podem reduzir custos com licenças médicas mais longas no futuro.
     

     
     

    Agora é lei: Governo libera dinheiro para trabalhador CLT fazer exames

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Líder supremo do Irã estaria desfigurado após ataque que matou seu pai

    Líder supremo do Irã estaria desfigurado após ataque que matou seu pai

    Mojtaba Khamenei sofreu ferimentos graves no rosto e nas pernas em bombardeio de EUA e Israel, mas segue lúcido e participando de decisões do regime; estado de saúde e localização ainda são incertos, segundo fontes próximas

    Mojtaba Khamenei, atual líder supremo do Irã e filho do antigo aiatolá Ali Khamenei, ficou gravemente ferido e com o rosto desfigurado após o ataque aéreo realizado por Estados Unidos e Israel no fim de fevereiro, que matou seu pai e marcou o início do atual conflito. Apesar da gravidade do quadro, ele permanece lúcido e segue participando das decisões do regime.

    Segundo três fontes próximas ao círculo do líder ouvidas pela agência Reuters, Khamenei, de 56 anos, sofreu ferimentos severos no rosto e em uma ou nas duas pernas durante o bombardeio ao complexo do líder supremo, em Teerã, no dia 28 de fevereiro. Desde então, ele está em recuperação.

    Mesmo com as lesões, Khamenei continua mentalmente ativo e tem participado de reuniões com autoridades de alto escalão por videoconferência, mantendo influência direta nas decisões estratégicas do país, incluindo temas ligados à guerra e às negociações com os Estados Unidos.

    A localização exata, o estado de saúde detalhado e a real capacidade de governar do líder iraniano ainda são incertos. Desde o ataque e sua nomeação como sucessor do pai, em 8 de março, não há registros públicos de imagens, vídeos ou áudios que confirmem sua condição.

    O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, já havia mencionado a situação em março. “Sabemos que o novo suposto, não tão supremo, líder está ferido e provavelmente desfigurado”, afirmou durante uma coletiva de imprensa.

    “Novo líder, não tão supremo, está ferido e provavelmente desfigurado”, reforçou o chefe do Pentágono ao comentar os efeitos do ataque.

    Quem é Mojtaba Khamenei

    Antes mesmo de assumir o posto máximo do regime iraniano, Mojtaba Khamenei já era apontado como um dos principais nomes nos bastidores do poder em Teerã. Nascido em Mashhad, cerca de dez anos antes da Revolução Islâmica de 1979, ele nunca ocupou cargos formais no governo, mas construiu influência política nos bastidores.

    Uma biografia oficial de Ali Khamenei relata que, ainda na infância, Mojtaba presenciou a repressão do regime do xá Mohammad Reza Pahlavi, quando agentes da polícia secreta SAVAK invadiram a casa da família, espancaram seu pai e o levaram preso. À época, foi dito aos filhos que ele havia saído de férias.

    Após a Revolução Islâmica, liderada por Ruhollah Khomeini, a família se mudou para Teerã. Nos anos 1980, Mojtaba participou da Guerra Irã-Iraque, integrando o batalhão Habib ibn Mazahir, ligado à Guarda Revolucionária, grupo que posteriormente forneceu quadros para os serviços de inteligência do país.

    Com a ascensão de Ali Khamenei ao posto de líder supremo, em 1989, Mojtaba passou a ter acesso a vastos recursos financeiros e influência sobre empresas e setores estratégicos do Estado iraniano.

    Documentos diplomáticos dos Estados Unidos divulgados pelo Wikileaks descrevem Mojtaba como “o poder atrás da cortina”. Segundo esses registros, ele teria criado uma base própria de apoio dentro do regime e ampliado sua influência política ao longo dos anos.

    Os documentos também apontam que Khamenei “é amplamente visto dentro do regime como um líder e gestor capaz e enérgico que poderá um dia suceder a, pelo menos, uma parte da liderança nacional” e que “o seu pai [Ali Khamenei] também pode vê-lo dessa forma”.

    Ele também manteve proximidade com a Guarda Revolucionária, incluindo líderes da Força Quds e da milícia Basij, conhecida por reprimir protestos no país.

    Em 2019, durante o primeiro mandato de Donald Trump, Mojtaba foi sancionado pelos Estados Unidos sob a acusação de promover “ambições regionais desestabilizadoras” e “opressão interna”.

    O atual líder iraniano também foi acusado de apoiar a eleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, em 2005, e sua reeleição em 2009, processo que desencadeou os protestos conhecidos como “Movimento Verde”.
     
     
     

    Líder supremo do Irã estaria desfigurado após ataque que matou seu pai

  • Menino é resgatado nu e desnutrido após quase dois anos  preso em van

    Menino é resgatado nu e desnutrido após quase dois anos preso em van

    A criança foi encontrada nua, desnutrida e incapaz de andar após mais de um ano mantida pelo pai dentro de uma van usada no trabalho. O caso levou à prisão do homem, à acusação de omissão contra a madrasta e à proteção estatal dos três irmãos

    Um menino de 9 anos foi resgatado em condições extremas após passar cerca de 17 meses vivendo dentro de uma van estacionada no pátio de um conjunto residencial em Hagenbach, no leste da França. O caso veio à tona na segunda‑feira (6/4), quando um vizinho ouviu choros vindos do veículo e acionou a polícia.

    Ao abrir a van, os agentes encontraram a criança nua, desnutrida, em posição fetal e coberta apenas por um cobertor. O menino estava deitado sobre lixo e próximo a fezes, pálido e debilitado. Segundo as autoridades, após quase dois anos praticamente imóvel, ele já não conseguia mais andar.

    A promotoria informou que o pai, de 43 anos, admitiu ter mantido o filho no veículo desde novembro de 2024. Ele afirmou que temia que a companheira internasse o menino em um hospital psiquiátrico. A própria criança relatou aos investigadores que tinha conflitos com a madrasta, que “não o queria mais em casa”.

    A mulher negou saber que o menino vivia em cativeiro. Em depoimento, disse ter ouvido barulhos vindos da van e questionado se havia alguém ali, mas afirmou não ter recebido resposta. A meia‑irmã da vítima, porém, contou à polícia que a mãe também ouviu os sons e perguntou sobre a origem, recebendo como explicação que se tratava do miado de um gato.

    O pai foi indiciado por sequestro e privação de cuidados e permanece preso. A madrasta foi acusada por omissão de socorro e está sob supervisão judicial. O menino de 9 anos, a irmã de 12 e a meia‑irmã de 10 foram colocados sob proteção do Estado.

    Último banho em 2024
    Durante o período em que manteve o filho na van, o pai afirmou que levava comida duas vezes ao dia, fornecia água e permitia contato por celular. A criança usava garrafas e sacos de lixo para necessidades básicas e, segundo depoimento, tomou seu último banho no fim de 2024, quando ainda tinha 7 anos.

    A investigação aponta que o menino permanecia dentro do veículo inclusive durante os deslocamentos diários do pai, que utilizava a van para trabalhar. No último verão europeu, ele foi autorizado a entrar no apartamento apenas quando a família estava viajando de férias.

    Menino é resgatado nu e desnutrido após quase dois anos preso em van

  • Harry nega acusações e é processado por ONG que fundou na África

    Harry nega acusações e é processado por ONG que fundou na África

    Duque de Sussex rebate denúncias da Sentebale, que o acusa de difamação após sua saída da entidade; disputa interna expõe conflitos na organização criada em homenagem à princesa Diana e leva caso à Justiça britânica

    O príncipe Harry, filho do rei britânico Carlos III, negou nesta quarta-feira “categoricamente” as acusações feitas contra ele pela organização não governamental africana Sentebale, que entrou com um processo por difamação contra o duque de Sussex.

    “Na qualidade de cofundadores e membros do conselho de administração original de Sentebale, rechaçamos categoricamente estas acusações ofensivas”, afirmou, em um breve comunicado, o porta-voz de Harry e de seu amigo Mark Dyer, que também é alvo da ação.

    A instituição de caridade, criada por Harry na África em homenagem à sua mãe, a princesa Diana, decidiu processá-lo após ele ter deixado o cargo de patrono no ano passado.

    A Sentebale, que apoia jovens que vivem com HIV em Botsuana e no Lesoto, apresentou a ação no mês passado no Tribunal Superior de Londres, segundo documentos judiciais.

    Os registros mostram que Harry e Mark Dyer, que também integra a administração da organização, estão sendo processados por difamação ou calúnia.

    Os conflitos dentro da instituição começaram em 2023, após divergências em relação a uma nova estratégia de arrecadação de recursos.

    Harry e o príncipe Seeiso, do Lesoto, cofundadores da entidade, renunciaram aos cargos de patronos em março de 2025.

    Na ocasião, os dois afirmaram que a relação entre o conselho de administração e a presidente da organização, Sophie Chandauka, estava irremediavelmente desgastada.

    Posteriormente, Chandauka acusou Harry de ter orquestrado uma campanha de intimidação e assédio para forçá-la a deixar o cargo.

    A comissão reguladora das instituições de caridade do Reino Unido investigou o caso e criticou ambas as partes por permitirem que o conflito se tornasse público, prejudicando a imagem da organização, mas não encontrou evidências de intimidação ou misoginia dentro da Sentebale.

    “Os problemas da Sentebale tornaram-se públicos, permitindo que uma disputa prejudicial manchasse a reputação da instituição de caridade, arriscando-se a ensombrar as suas muitas conquistas e comprometendo a capacidade da instituição de ajudar os próprios beneficiários para quem foi criada”, afirmou o CEO da comissão, David Holdsworth, em comunicado divulgado em agosto de 2025.
     
     

     

    Harry nega acusações e é processado por ONG que fundou na África

  • Artemis II retorna à Terra após missão histórica ao redor da Lua; veja

    Artemis II retorna à Terra após missão histórica ao redor da Lua; veja

    Cápsula Orion amerissou no Pacífico após dez dias de missão ao redor da Lua; astronautas retornam com dados inéditos, enquanto a NASA avança nos planos de novas etapas do programa Artemis, incluindo futuras missões tripuladas à superfície lunar

    A missão Artemis II, da NASA, foi concluída com sucesso na noite de sexta-feira, após o retorno da tripulação à Terra. Os quatro astronautas amerissaram no Oceano Pacífico, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos, encerrando uma jornada histórica ao redor da Lua.

    A cápsula Orion pousou nas águas do Pacífico, nas proximidades de San Diego, desacelerada por grandes paraquedas, às 17h07 no horário local (21h07 em Brasília), exatamente como previsto pela agência espacial norte-americana.

    Minutos após a amerissagem, os astronautas deixaram a nave pela primeira vez em dez dias e foram transferidos com segurança para um bote inflável do Exército dos Estados Unidos.

    Na sequência, a tripulação da Artemis II foi içada por helicópteros e levada ao porta-aviões USS John P. Murtha, onde passou por exames médicos.

    Lançados em 1º de abril, na Flórida, Reid Wiseman, Christina Koch e Victor Glover, dos Estados Unidos, além do canadense Jeremy Hansen, viajaram mais longe no espaço do que qualquer ser humano antes deles. Eles retornam com centenas de gigabytes de dados da primeira missão lunar desde o fim do programa Apollo, em 1972.

    A missão foi transmitida ao vivo em diversas plataformas e incluiu a passagem por trás da Lua na última segunda-feira, quando a equipe registrou imagens em alta definição da Terra surgindo no horizonte lunar, em meio a tons de cinza e marrom.

    A NASA prevê uma nova missão para 2027, que não chegará até a Lua, antes de enviar astronautas à superfície lunar em 2028, durante a quarta missão do programa Artemis, prevista para o último ano do mandato de Donald Trump e, em tese, antes da China, que pretende levar seus astronautas ao satélite natural até 2030.

    Especialistas, no entanto, demonstram ceticismo quanto ao cumprimento desse cronograma, especialmente em relação aos módulos lunares em desenvolvimento por empresas dos bilionários Elon Musk e Jeff Bezos.

    Um astronauta japonês e, posteriormente, um alemão, estavam previstos para futuras missões Artemis, mas essas vagas passaram a ser incertas após mudanças no programa. A Agência Espacial Europeia já reconheceu que precisará negociar para manter sua participação.

    O chefe da NASA reiterou na noite de sexta-feira que os parceiros internacionais continuam sendo essenciais para o futuro do programa Artemis.
     
     

     

    Artemis II retorna à Terra após missão histórica ao redor da Lua; veja

  • TSE mantém condenação do 'deputado da motosserra' por crimes eleitorais

    TSE mantém condenação do 'deputado da motosserra' por crimes eleitorais

    Hildebrando Pascoal foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) pelos crimes de corrupção eleitoral, concentração e transporte ilegal de eleitores e associação criminosa

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve nesta quinta-feira, 9, por unanimidade, a condenação do ex-deputado federal Hildebrando Pascoal Nogueira Neto a 14 anos de reclusão e multa por crimes cometidos durante as eleições de 1998 no Acre. A defesa havia pedido a revisão criminal da condenação, mas o plenário rejeitou o recurso.

    A relatora, ministra Estela Aranha, foi acompanhada pelos ministros Nunes Marques, André Mendonça, Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano de Azevedo Marques e pela presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia. O Estadão tenta contato com a defesa do ex-deputado. O espaço está aberto.

    Hildebrando foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) pelos crimes de corrupção eleitoral, concentração e transporte ilegal de eleitores e associação criminosa. A sentença transitou em julgado em maio de 2004.

    Na revisão criminal, a defesa levantou três argumentos para tentar desconstituir a condenação: impedimento dos magistrados que participaram do julgamento original, ausência de supervisão judicial do inquérito policial em razão do foro por prerrogativa de função que o réu detinha à época e suposta dupla punição pelo mesmo fato.

    O TSE rejeitou todas as teses. Sobre o impedimento dos juízes, o tribunal registrou que a arguição não foi apresentada em nenhum momento durante a tramitação da ação penal original e só foi suscitada em 2022, 18 anos após o trânsito em julgado da condenação. Para o tribunal, a defesa perdeu o prazo para fazer a alegação.

    Quanto à supervisão do inquérito, o tribunal anotou que os atos investigatórios realizados enquanto Hildebrando detinha mandato parlamentar se restringiram a oitivas e declarações de testemunhas, sem a prática de medidas sujeitas à cláusula de reserva de jurisdição. A Corte também rejeitou o argumento de que mudanças na jurisprudência posteriores à condenação definitiva pudessem beneficiar o réu.

    A alegação de dupla punição pelo mesmo fato foi igualmente descartada. A relatora destacou que o tema já havia sido apreciado e rejeitado pelo próprio TSE em recurso julgado em 2004, quando a Corte concluiu que as condutas tipificadas nos dois dispositivos legais são distintas. A revisão criminal, segundo o tribunal, não pode ser utilizada para rediscutir fundamentos já apreciados e rejeitados.

    Conhecido como “deputado da motosserra”, Hildebrando Pascoal foi deputado estadual pelo Partido da Frente Liberal (PFL) entre 1995 e 1999 e, em seguida, eleito deputado federal, cargo do qual foi cassado em setembro de 1999 por quebra de decoro parlamentar. Ele é apontado como líder de um esquadrão da morte formado por policiais militares e civis no Acre e acumula múltiplas condenações, incluindo por homicídios. Permanece preso desde 1999, atualmente em regime domiciliar.

    A conduta de Hildebrando contribuiu para a aprovação, em 2001, da Emenda Constitucional 35, que permite ao Supremo Tribunal Federal investigar crimes de parlamentares sem autorização prévia da Casa Legislativa, reservando ao Congresso o direito de suspender ações penais apenas depois de abertas.

    TSE mantém condenação do 'deputado da motosserra' por crimes eleitorais

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Vendas do varejo crescem 0,6% em março no comparativo anual, aponta ICVA

    Vendas do varejo crescem 0,6% em março no comparativo anual, aponta ICVA

    Comércio eletrônico foi um dos principais destaques de março, com alta nominal de 10,5%, bem acima do varejo físico, que avançou 1,5%; “Os números de março confirmam um varejo mais resiliente e estratégico”, afirmou o vice-presidente de Negócios da Cielo, Carlos Alves

    O faturamento do varejo brasileiro registrou expansão de 0,6%, já descontando a inflação, em março de 2026, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). Segundo o levantamento, como o carnaval de 2026 caiu no mês passado e a Páscoa no primeiro fim de semana de abril isso impactou diretamente nas vendas do setor no período. No primeiro trimestre, a receita, no entanto, apresentou retração real, com queda de 1,3% no volume de vendas, apesar do crescimento nominal de 1,8%, evidenciando que a inflação anulou o avanço observado em valores correntes, conforme a Cielo.

    De acordo com a pesquisa, o comércio eletrônico foi um dos principais destaques de março, com alta nominal de 10,5%, bem acima do varejo físico, que avançou 1,5%. A performance do canal digital está associada, sobretudo, às campanhas promocionais do mês do consumidor, tradicionalmente mais concentradas no ambiente online.

    “Os números de março confirmam um varejo mais resiliente e estratégico. Mesmo com inflação pressionando e o consumidor mais cauteloso, estímulos promocionais, efeitos positivos de calendário e a força do digital ajudaram a sustentar o crescimento nominal. O cenário mostra um consumidor seletivo, mas ainda disposto a consumir quando há oportunidade clara de valor”, afirmou, em nota, o vice-presidente de Negócios da Cielo, Carlos Alves.

    De acordo com o levantamento, o resultado de março foi influenciado principalmente pela base de comparação mais favorável, já que o carnaval ocorreu em fevereiro em 2026, enquanto em 2025 foi celebrado em março. Esse deslocamento beneficiou segmentos que costumam ter restrições operacionais durante o feriado, como autopeças e serviços automotivos, ao mesmo tempo em que impactou negativamente setores tradicionalmente aquecidos pela data, como bares e restaurantes.

    Outro fator relevante foi a antecipação da Páscoa, celebrada no início de abril em 2026, o que concentrou parte das compras no fim de março e contribuiu para o desempenho do varejo no período.

    No entanto, se descontar o efeito calendário, o ICVA revela um recuo de 1,0% em março. Ou seja, os eventos deste ano foram responsáveis pelo resultado positivo. O desempenho mais fraco sem os efeitos das datas comemorativas reforça a percepção de um consumidor ainda cauteloso, com a renda pressionada pela inflação e o endividamento recorde das famílias – que alcançou 80,4% em março, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Ainda assim, houve recuo na parcela de famílias que declara não ter condições de quitar suas dívidas, o que indica um esforço maior de organização financeira, com priorização de gastos essenciais e maior intermitência nas compras discricionárias.

    Em março, descontada a inflação, o macrossetor de bens não duráveis foi o destaque em março, com crescimento de 3,2%, impulsionado principalmente pela Páscoa, informa a Cielo. O varejo alimentício especializado apresentou bom desempenho, enquanto cosméticos e higiene pessoal recuaram. O macrossetor de Serviços registrou queda de 3,7%, impactado por Alimentação – Bares e Restaurantes. Já Bens duráveis e semiduráveis apresentaram recuo de 1,8%, com destaque positivo para móveis, eletrodomésticos e lojas de departamento, beneficiados por promoções.

    Regiões

    Na análise regional, o Nordeste foi a região que apresentou o maior crescimento real, com alta de 1,9% no ICVA deflacionado sem ajuste de calendário. O Sul teve avanço de 1,4%. As demais regiões registraram queda. Segundo o levantamento, no recorte por unidades da federação, alguns Estados se destacaram positivamente no desempenho do varejo em março. Em termos deflacionados, Sergipe liderou o crescimento, com alta de 6,5%, seguido por Amapá (+5,0%) e Minas Gerais (+4,0%), indicando um dinamismo regional relevante mesmo em um cenário macroeconômico ainda desafiador. “Os resultados sugerem que, nesses Estados, fatores como estímulos sazonais, recomposição de consumo e maior resiliência de setores específicos contribuíram para um desempenho acima da média nacional”, informou a Cielo.

    Na outra ponta, alguns Estados registraram retração no período. Pará apresentou a maior queda, com recuo de 3,4%, seguido por Goiás (-2,0%) e Roraima (-1,4%). O desempenho mais fraco nessas regiões pode refletir uma combinação de fatores, como maior sensibilidade à inflação, menor intensidade de estímulos ao consumo e dinâmica setorial menos favorável no mês.

    A Cielo ressalta, ainda, que a cautela do consumidor também pode explicar o crescimento das vendas em setores não essenciais como turismo e transportes, que registraram alta relevante no mês, especialmente companhias aéreas. “A elevação do preço do barril de petróleo, ao gerar incerteza sobre custos futuros, pode ter estimulado a antecipação na compra de passagens, em um contexto em que as passagens aéreas avançaram 5,94% no período”, acrescenta. “Dinâmica semelhante foi observada nos postos de combustíveis, onde o consumo nominal cresceu, possivelmente refletindo a preocupação do consumidor com novas altas nos preços na bomba.”

    Vendas do varejo crescem 0,6% em março no comparativo anual, aponta ICVA

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