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  • Vendas do varejo crescem 0,6% em março no comparativo anual, aponta ICVA

    Vendas do varejo crescem 0,6% em março no comparativo anual, aponta ICVA

    Comércio eletrônico foi um dos principais destaques de março, com alta nominal de 10,5%, bem acima do varejo físico, que avançou 1,5%; “Os números de março confirmam um varejo mais resiliente e estratégico”, afirmou o vice-presidente de Negócios da Cielo, Carlos Alves

    O faturamento do varejo brasileiro registrou expansão de 0,6%, já descontando a inflação, em março de 2026, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). Segundo o levantamento, como o carnaval de 2026 caiu no mês passado e a Páscoa no primeiro fim de semana de abril isso impactou diretamente nas vendas do setor no período. No primeiro trimestre, a receita, no entanto, apresentou retração real, com queda de 1,3% no volume de vendas, apesar do crescimento nominal de 1,8%, evidenciando que a inflação anulou o avanço observado em valores correntes, conforme a Cielo.

    De acordo com a pesquisa, o comércio eletrônico foi um dos principais destaques de março, com alta nominal de 10,5%, bem acima do varejo físico, que avançou 1,5%. A performance do canal digital está associada, sobretudo, às campanhas promocionais do mês do consumidor, tradicionalmente mais concentradas no ambiente online.

    “Os números de março confirmam um varejo mais resiliente e estratégico. Mesmo com inflação pressionando e o consumidor mais cauteloso, estímulos promocionais, efeitos positivos de calendário e a força do digital ajudaram a sustentar o crescimento nominal. O cenário mostra um consumidor seletivo, mas ainda disposto a consumir quando há oportunidade clara de valor”, afirmou, em nota, o vice-presidente de Negócios da Cielo, Carlos Alves.

    De acordo com o levantamento, o resultado de março foi influenciado principalmente pela base de comparação mais favorável, já que o carnaval ocorreu em fevereiro em 2026, enquanto em 2025 foi celebrado em março. Esse deslocamento beneficiou segmentos que costumam ter restrições operacionais durante o feriado, como autopeças e serviços automotivos, ao mesmo tempo em que impactou negativamente setores tradicionalmente aquecidos pela data, como bares e restaurantes.

    Outro fator relevante foi a antecipação da Páscoa, celebrada no início de abril em 2026, o que concentrou parte das compras no fim de março e contribuiu para o desempenho do varejo no período.

    No entanto, se descontar o efeito calendário, o ICVA revela um recuo de 1,0% em março. Ou seja, os eventos deste ano foram responsáveis pelo resultado positivo. O desempenho mais fraco sem os efeitos das datas comemorativas reforça a percepção de um consumidor ainda cauteloso, com a renda pressionada pela inflação e o endividamento recorde das famílias – que alcançou 80,4% em março, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Ainda assim, houve recuo na parcela de famílias que declara não ter condições de quitar suas dívidas, o que indica um esforço maior de organização financeira, com priorização de gastos essenciais e maior intermitência nas compras discricionárias.

    Em março, descontada a inflação, o macrossetor de bens não duráveis foi o destaque em março, com crescimento de 3,2%, impulsionado principalmente pela Páscoa, informa a Cielo. O varejo alimentício especializado apresentou bom desempenho, enquanto cosméticos e higiene pessoal recuaram. O macrossetor de Serviços registrou queda de 3,7%, impactado por Alimentação – Bares e Restaurantes. Já Bens duráveis e semiduráveis apresentaram recuo de 1,8%, com destaque positivo para móveis, eletrodomésticos e lojas de departamento, beneficiados por promoções.

    Regiões

    Na análise regional, o Nordeste foi a região que apresentou o maior crescimento real, com alta de 1,9% no ICVA deflacionado sem ajuste de calendário. O Sul teve avanço de 1,4%. As demais regiões registraram queda. Segundo o levantamento, no recorte por unidades da federação, alguns Estados se destacaram positivamente no desempenho do varejo em março. Em termos deflacionados, Sergipe liderou o crescimento, com alta de 6,5%, seguido por Amapá (+5,0%) e Minas Gerais (+4,0%), indicando um dinamismo regional relevante mesmo em um cenário macroeconômico ainda desafiador. “Os resultados sugerem que, nesses Estados, fatores como estímulos sazonais, recomposição de consumo e maior resiliência de setores específicos contribuíram para um desempenho acima da média nacional”, informou a Cielo.

    Na outra ponta, alguns Estados registraram retração no período. Pará apresentou a maior queda, com recuo de 3,4%, seguido por Goiás (-2,0%) e Roraima (-1,4%). O desempenho mais fraco nessas regiões pode refletir uma combinação de fatores, como maior sensibilidade à inflação, menor intensidade de estímulos ao consumo e dinâmica setorial menos favorável no mês.

    A Cielo ressalta, ainda, que a cautela do consumidor também pode explicar o crescimento das vendas em setores não essenciais como turismo e transportes, que registraram alta relevante no mês, especialmente companhias aéreas. “A elevação do preço do barril de petróleo, ao gerar incerteza sobre custos futuros, pode ter estimulado a antecipação na compra de passagens, em um contexto em que as passagens aéreas avançaram 5,94% no período”, acrescenta. “Dinâmica semelhante foi observada nos postos de combustíveis, onde o consumo nominal cresceu, possivelmente refletindo a preocupação do consumidor com novas altas nos preços na bomba.”

    Vendas do varejo crescem 0,6% em março no comparativo anual, aponta ICVA

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  • Nem pouso no solo, nem aterrissagem: Artemis II fará amerissagem nesta sexta-feira; entenda

    Nem pouso no solo, nem aterrissagem: Artemis II fará amerissagem nesta sexta-feira; entenda

    Escolha da Nasa pela amerissagem não é à toa. Ela permite uma dissipação mais segura da energia do impacto e facilita operações de resgate dos astronautas

    Não, leitor, não escrevemos errado. A palavra existe, e é justamente ela que define o desfecho previsto para a missão Artemis II nesta sexta-feira, 10. Segundo definição presente no glossário da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), amerissagem é o ato de realizar um pouso controlado sobre a água.

    No caso da Artemis II, a operação marcará o retorno da tripulação após o sobrevoo lunar e testes considerados fundamentais para o programa de exploração profunda da NASA. A cápsula deve reentrar na atmosfera terrestre em alta velocidade e, após a desaceleração controlada por escudos térmicos e paraquedas, completar sua trajetória com o contato com o oceano.

    O termo é utilizado em contextos de aviação e exploração espacial para diferenciar esse tipo de operação de uma aterrissagem em solo firme. A amerissagem é um método adotado em diversas missões espaciais tripuladas e não tripuladas ao longo da história, especialmente no retorno de cápsulas que não utilizam sistemas de pouso terrestre.

    A escolha pelo pouso na água não é aleatória. Ela permite uma dissipação mais segura da energia do impacto e facilita operações de resgate, já que equipes podem se deslocar rapidamente até o ponto de pouso previsto.

    Apesar de pouco comum no vocabulário cotidiano, o termo “amerissagem” é amplamente utilizado na engenharia aeroespacial e em documentos técnicos. Ele deriva do francês amerrir, literalmente “pousar no mar”, e segue a mesma lógica de termos como “aterrissar”, aplicado ao solo.

    Assim, quando a cápsula da Artemis II tocar o oceano nesta sexta-feira, não haverá erro de português, apenas precisão técnica.

    Nem pouso no solo, nem aterrissagem: Artemis II fará amerissagem nesta sexta-feira; entenda

  • Xi Jinping se reúne com líder da oposição de Taiwan e diz que rejeita independência

    Xi Jinping se reúne com líder da oposição de Taiwan e diz que rejeita independência

    Encontro ocorre em momento de pressão militar de Pequim; Cheng Li-wun é a primeira líder do partido Kuomintang (KMT) a visitar a China em uma década

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O dirigente da China, Xi Jinping, afirmou que o país “absolutamente não tolerará” a independência de Taiwan. A frase foi dita durante um encontro com a líder da oposição da ilha, Cheng Li-wun, nesta sexta-feira (10) em Pequim.

    Presidente do Kuomintang (KMT), Cheng é a primeira líder do partido a visitar a China em uma década. Ela chamou a viagem de missão de paz para reduzir as tensões em um momento em que o regime comunista intensificou a pressão militar contra Taiwan.

    De todo modo, sua ida gerou debate, com críticos acusando-a de ser pró-Pequim. A China se recusa a dialogar com o presidente de Taiwan, Lai Ching-te, a quem chama de separatista.

    No encontro desta sexta, realizado no Grande Salão do Povo, Xi reforçou o princípio de “uma só China” e disse que a independência taiwanesa é a principal ameaça à estabilidade. Também pediu que o KMT e o Partido Comunista Chinês atuem juntos pela reunificação.

    O dirigente disse que “a tendência geral de compatriotas dos dois lados do estreito se aproximarem, ficarem mais próximos e se unirem não mudará”.

    “Isso é uma parte inevitável da história. Temos plena confiança nisso.”

    Xi também disse que a China está disposta a fortalecer o diálogo com grupos em Taiwan, incluindo o KMT. O partido defende relações mais próximas com a China.

    Em uma conversa com jornalistas após o encontro, Cheng ecoou a posição de Xi. Ela falou sobre necessidade de as gerações mais jovens entenderem “quais desafios enfrentamos neste momento” e “como, ao se opor à independência de Taiwan, podemos evitar a guerra”.

    Um porta-voz do DPP, partido governista de Taiwan, disse que a China deveria respeitar o “compromisso de Taiwan com a liberdade e a democracia, em vez de interferir nas escolhas do povo taiwanês”.

    “As diferenças entre os dois lados devem ser tratadas por meios pacíficos e iguais, e não por meio de supressão e intimidação”, disse o porta-voz Lee Kuen-cheng.

    Pequim tem aumentado a pressão militar sobre Taiwan nos últimos anos, realizando quase diariamente exercícios militares e enviando caças e navios de guerra próximos à ilha.

    Parlamentares taiwaneses têm entrado em conflito sobre o plano do governo de gastar US$ 39 bilhões (cerca de R$ 197 bilhões) em defesa. O projeto está parado há meses no Parlamento, controlado por partidos de oposição, incluindo o KMT.

    O principal formulador de políticas para a China de Taiwan, Chiu Chui-cheng, disse a jornalistas nesta sexta que apenas o povo da ilha poderia decidir seu futuro.

    A viagem de Cheng ocorre um mês antes de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visitar Pequim para uma cúpula com Xi. Os EUA têm pressionado parlamentares da oposição em Taiwan a apoiarem uma proposta de compras de defesa, incluindo armas americanas, para dissuadir um possível ataque chinês.

    Cheng criticou a proposta do governo, insistindo que “Taiwan não é um caixa eletrônico”, e apoiou, em vez disso, um plano do KMT de destinar US$ 12 bilhões para armas dos EUA, com opção de novas aquisições.

    Embora membros do KMT viajem regularmente à China para intercâmbios com autoridades, o último líder do partido a visitar o país foi Hung Hsiu-chu, em 2016.

    As relações entre os dois lados do estreito pioraram especialmente desde a eleição do sucessor de Tsai, Lai Ching-te. Em um post nas redes sociais nesta sexta, ele disse que “as ameaças militares da China dentro e ao redor do Estreito de Taiwan e da cadeia de ilhas prejudicaram gravemente a paz e a estabilidade regionais”.

    Xi Jinping se reúne com líder da oposição de Taiwan e diz que rejeita independência

  • Amigos dizem que excesso de treino afetou morte de Chuck Norris, diz site

    Amigos dizem que excesso de treino afetou morte de Chuck Norris, diz site

    Duas semanas antes de morrer, no dia em que completou 86 anos, o ator publicou um vídeo treinando boxe, reforçando a imagem de vitalidade que mantinha até os últimos dias

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Amigos de Chuck Norris acreditam que a rotina intensa de exercícios pode ter influenciado sua morte, aos 86 anos, no Havaí.

    Pessoas próximas ao astro de ação levantaram a hipótese de que a dedicação extrema aos treinos teria contribuído para o desfecho. A informação foi compartilhada em entrevistas ao Radar Online, que apontou preocupações entre conhecidos do ator. Conhecido por papéis em filmes como “O Voo do Dragão”, “McQuade, o Lobo Solitário” e “Comando Delta”, Norris morreu em 19 de março, deixando fãs e amigos surpresos.

    De acordo com a publicação, amigos do artista “temem que o esforço excessivo desnecessário possa ter acelerado o fim de sua vida”. Uma fonte relatou: “Chuck era tão vibrante e parecia décadas mais jovem do que realmente era. É muito difícil para os amigos aceitarem que ele se foi. Mesmo estando na casa dos 80 anos e tendo vivido uma vida incrivelmente plena, ainda há a sensação de que ele partiu antes da hora”. A fonte ainda acrescentou: “Os amigos estão em choque, buscando respostas e se perguntando se talvez ele tenha se exigido demais”.

    Duas semanas antes de morrer, no dia em que completou 86 anos, o ator publicou um vídeo treinando boxe, reforçando a imagem de vitalidade que mantinha até os últimos dias. Até o momento, representantes da família de Chuck Norris não comentaram oficialmente as informações divulgadas pelo Radar Online.

    Amigos dizem que excesso de treino afetou morte de Chuck Norris, diz site

  • Khamenei reforça que Estreito de Ormuz terá novas regras para passagem

    Khamenei reforça que Estreito de Ormuz terá novas regras para passagem

    Líder Supremo do Irã aconselhou vizinhos a se afastem de Israel e EUA: “Certamente levaremos a gestão do Estreito de Ormuz a um novo patamar. Não fomos e não somos belicistas, mas não renunciaremos a nenhum dos nossos direitos legítimos”, disse

    Em pronunciamento à nação, o novo líder Supremo do Irã, o aiatolá Seyyed Mojtaba Khamenei, reafirmou que a gestão do Estreito de Ormuz terá novas regras daqui para frente.

    Ele ainda aconselhou os países do Golfo Pérsico a se afastarem de Israel e dos Estados Unidos (EUA), além de confirmar que o Irã levará “em consideração” todas as frentes de batalha no Oriente Médio, o que inclui Líbano e Faixa de Gaza.  

    “Certamente levaremos a gestão do Estreito de Ormuz a um novo patamar. Não fomos e não somos belicistas, mas não renunciaremos a nenhum dos nossos direitos legítimos. E, nesse sentido, consideramos a união de toda a frente de Resistência”, disse Mojtaba Khamenei, filho do aiatolá Ali Khamenei, que foi assassinado no primeiro dia da guerra.

    A “frente da Resistência”, ou Eixo da Resistência, é todo grupo ou partido que se opõem à política de Israel e EUA no Oriente Médio, como Hezbollah, no Líbano, Hamas, em Gaza, e os Huthis, no Iêmen.

    Já o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde transitam 20% de todo petróleo e gás do planeta, causou elevação dos preços da energia em todo o mundo. A ação foi uma retaliação do Irã contra agressão sofrida dos EUA e Israel, que passaram a bombardear o país persa no dia 28 de fevereiro.

    O pronunciamento do novo líder do Irã foi lido nas emissoras do Irã na noite dessa quinta-feira (9), em meio aos atos de homenagem ao 40º dia da morte do pai do novo líder, Ali Khamenei. Os atos levaram multidões às ruas de diferentes cidades do país.

    Mensagem 

    Mojtaba Khamenei enviou ainda mensagem aos “vizinhos do Sul” do Irã, entendidos como os países do Golfo Pérsico que foram alvos de mísseis iranianos e acusados por Teerã de colaborarem com EUA e Israel na agressão contra o país persa, como Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait, Bahrein e Arábia Saudita.

    “Aos nossos vizinhos do Sul, eu digo: Vocês estão testemunhando um milagre. Portanto, observem com atenção e compreendam-no bem, permaneçam no lugar certo e cuidado com as falsas promessas dos malignos”, disse.

    O líder Supremo do Irã acrescentou que ainda aguarda “uma resposta adequada” por parte desses países, “para que possamos demonstrar nossa fraternidade e boa vontade para com vocês”.

    Para Mojtaba Khamenei, essa boa vontade não poderia ser alcançada, sem o distanciamento “dos poderes arrogantes que nunca perdem a oportunidade de humilhá-los e explorá-los”.

    O líder Supremo reafirmou também que o país vai exigir uma indenização “por todos os danos causados, o pagamento do sangue dos mártires e o pagamento do sangue dos feridos nesta guerra”.

    Mensagem ao povo iraniano

    O aiatolá Seyyed Mojtaba Khamenei também se dirigiu diretamente ao povo iraniano para enfatizar a importância de as pessoas permanecerem nas ruas protestando.

    “Assim como fizeram nos últimos 40 dias, essa presença [nas ruas] é um pilar crucial da dignidade sobre a qual o poderoso Irã se estabeleceu”, ressaltou, ao acrescentar que “não se deve pensar que, com o anúncio de negociações com o inimigo, a presença nas ruas seja desnecessária”.

    O líder Supremo ainda afirmou que as diferenças entre os setores da sociedade foram reduzidas nos 40 dias de guerra.

    “Uma parte significativa dessa união foi conquistada nestes 40 dias. Os corações do povo se aproximaram. O gelo entre os diferentes segmentos com diversas inclinações começou a derreter. Todos se reuniram sob a bandeira da pátria.”

    Khamenei pediu ainda que as pessoas se apoiem mutuamente para mitigar a pressão da escassez de recursos causada pela guerra e alertou para a influência da propaganda do inimigo divulgada pelos meios de comunicação.

    “Esses meios de comunicação não desejam o bem do nosso país, e isso já foi comprovado inúmeras vezes. Portanto, devemos evitá-los completamente ou abordar suas publicações com extremo ceticismo”, completou.

    Entenda

    Após 40 dias de guerra de agressão dos EUA e Israel contra o Irã, os países anunciaram um cessar-fogo de duas semanas para negociações.  Ao mesmo tempo, os ataques massivos de Israel contra o Líbano levaram as autoridades iranianas a ameaçarem romperem o acordo.

    Khamenei reforça que Estreito de Ormuz terá novas regras para passagem

  • Flávio Bolsonaro chama Tereza Cristina de 'sonho de consumo' ao responder sobre vaga de vice

    Flávio Bolsonaro chama Tereza Cristina de 'sonho de consumo' ao responder sobre vaga de vice

    Tereza Cristina já disse que não quer ser candidata a vice em nenhuma chapa do campo da direita; “Não sou candidata a vice-presidente e não cabe nos meus projetos”, afirmou

    “Tereza é o sonho de consumo de todo mundo”, disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após ser questionado se a senadora Tereza Cristina (Progressistas-MS) era cotada para a vaga de vice. A declaração foi dada durante a 86ª Expogrande nesta quinta-feira, 9, em Campo Grande (MS).

    Nos últimos meses, Flávio tem intensificado viagens pelo País. “Uma das maiores referências no mundo do agro que o Brasil tem. Nós tivemos o privilégio de ter ela como ministra no governo Bolsonaro”, continuou o candidato, em coletiva.

    Principal concorrente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas eleitorais, Flávio ainda não definiu quem irá compor a chapa. “Mas questão de vice, vai ser muito mais lá para frente”, continuou o candidato.

    Tereza Cristina já disse que não quer ser candidata a vice em nenhuma chapa do campo da direita. “Não sou candidata a vice-presidente e não cabe nos meus projetos”, afirmou com exclusividade à Coluna Roseann Kennedy, do Estadão.

    Ela também era desejada pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Conforme apurou a Coluna, Tereza chegou a brincar com o presidente do partido diante das citações recorrentes do dirigente ao seu nome para ser vice de Flávio. Ela disse a Valdemar, de quem é amiga de longa data, que, caso um dia ela fosse candidata a presidente da República, escolheria Valdemar para ser vice na chapa.

    Flávio Bolsonaro chama Tereza Cristina de 'sonho de consumo' ao responder sobre vaga de vice

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  • Latam teve 84 voos cancelados e 10 mil passageiros afetados por pane em SP

    Latam teve 84 voos cancelados e 10 mil passageiros afetados por pane em SP

    Foram mais de 10 mil passageiros afetados e 8 mil desconectados, segundo publicação do CEO da companhia aérea Latam no País, Jerome Cadier, em rede social

    A Latam registrou o cancelamento de 84 voos após a pane no sistema de controle aéreo de São Paulo na manhã da quinta-feira, 9. Foram mais de 10 mil passageiros afetados e 8 mil desconectados, segundo publicação do CEO da companhia no País, Jerome Cadier, em rede social.

    “Em eventos raros, como o que aconteceu na manhã de ontem em Aeroporto de Congonhas, afetando a operação de vários aeroportos em São Paulo, vemos o quanto todo o sistema está interligado”, afirmou o executivo nesta sexta-feira, 10.

    Cadier disse ainda que o efeito cascata tem recuperação lenta, que pode levar dias. “E, ainda hoje, nossos passageiros vão sofrer as consequências de ontem, já que Brasília amanheceu com nevoeiro”, acrescentou.

    O CEO da Latam Brasil destacou que uma aeronave que opera voos domésticos no País realiza, em média, seis voos por dia. “Quando um aeroporto fica fechado e um voo precisa alternar ou atrasa muito às 9 horas, ele afeta outros quatro voos ao longo do dia”, explicou.

    Segundo o executivo, esse efeito cascata faz com que, por vezes, um voo entre Brasília e Fortaleza seja cancelado mesmo que o problema tenha ocorrido em São Paulo no dia anterior, por exemplo.

    O problema registrado na quinta-feira cujas causas ainda estão sendo apuradas, gerou reflexos na manhã desta sexta-feira, marcada também pelo mau tempo. Mas os aeroportos de Congonhas e Guarulhos afirmaram que os cancelamentos foram pontuais.

    O prédio do Centro Regional de Controle do Espaço Aéreo, localizado em Congonhas, chegou a ser evacuado na quinta pela manhã por causa de uma suspeita de incêndio e vazamento de gás, segundo o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Tiago Faierstein, que disse não haver informações concretas sobre o que aconteceu.

    Para minimizar os impactos, a Aena, administradora de Congonhas, ampliou na quinta o funcionamento do terminal até meia-noite.

    Latam teve 84 voos cancelados e 10 mil passageiros afetados por pane em SP

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  • Anitta perde a paciência com seguidor: "Você é burro?"

    Anitta perde a paciência com seguidor: "Você é burro?"

    Cantora Anitta dá resposta dura após ser perguntada sobre ausência de Shakira em clipe; ‘Eu vou ter que repetir tudo de novo? Tenho pavor’, disparou a artista

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Anitta perdeu a paciência com um seguidor nas redes sociais, que queria saber o motivo da ausência de Shakira no clipe de “Choka Choka”, sua nova música em parceria com a colombiana.

    Visivelmente incomodada por ter de explicar mais uma vez que a participação de Shakira no clipe não foi possível, a brasileira xingou o fã.

    “Mulher, o que custava fazer um clipe com a Shakira?”, questionou o seguidor.

    “Você é burro, menino? Não é sobre custar, não. Eu mandei um áudio lá no canal. Você não escutou o áudio, não? Pois vai lá escutar que eu detesto me repetir. Eu vou ter que repetir tudo de novo? Eu tenho pavor”, comentou ela, sobre um áudio num canal para fãs que explicava o motivo da ausência.

    Na sequência, a cantora falou um pouco mais sobre o trabalho e as tentativas de convite à Shakira. “Como é que eu não iria querer, né? Infelizmente, ainda não tenho controle sobre o tempo. Tem coisa que, como ser humano, a gente ainda não consegue fazer, mas a gente está tentando. Se Deus quiser, vai rolar. Ainda bem que eu estou muito equilibrada. Quase saiu um desequilíbrio aqui”, emendou.

    Na última segunda (6), Anitta anunciou a música com a colombiana. “Choka Choka” vai integrar o próximo álbum da brasileira, “Equilibrivm”, marcado para sair no dia 16 deste mês.

    A canção marca uma parceria inédita e muito pedida pelos fãs de ambas. Embora Anitta já tenha participado de um videoclipe de Shakira, “Soltera”, de 2024, essa é a primeira vez que elas cantam juntas em uma faixa gravada.

    O anúncio despertou especulações sobre uma possível participação de Anitta no megashow que Shakira fará na praia de Copacabana no mês que vem.

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  • Brasil e EUA lançam programa de compartilhamento de informação contra tráfico de armas e drogas

    Brasil e EUA lançam programa de compartilhamento de informação contra tráfico de armas e drogas

    Com o acordo, também foi lançado o Programa Desarma, sistema informatizado da Receita que amplia a capacidade de rastreamento internacional de armas e materiais sensíveis

    A Receita Federal do Brasil e a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP, na sigla em inglês) lançaram nesta sexta-feira, 10, um programa de cooperação para combate ao crime organizado transnacional, por meio do compartilhamento de informações em tempo real entre os órgãos.

    “A cooperação está inserida no contexto do diálogo entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e integra uma agenda mais ampla de cooperação bilateral voltada ao enfrentamento do crime organizado transnacional”, disse o Ministério da Fazenda, por meio de nota.

    A iniciativa, chamada Projeto MIT (Mutual Interdiction Team), tem o objetivo de integrar esforços de inteligência e operações conjuntas para interceptar remessas ilícitas de armas e drogas entre os países.

    Com o acordo, também foi lançado o Programa Desarma, sistema informatizado da Receita que amplia a capacidade de rastreamento internacional de armas e materiais sensíveis.

    Essa iniciativa permite o compartilhamento, em tempo real, de informações entre os países, sempre que a aduana brasileira identificar produtos de origem americana relacionados a armas, munições, peças, componentes, explosivos e outros itens sensíveis e vice-versa. Com isso, a ideia é permitir que as autoridades de cada país atuem quando for identificada a remessa de um produto ilegal.

    “As informações compartilhadas podem incluir dados sobre exportadores, remetentes e outros operadores envolvidos nas operações, sempre nos limites dos acordos internacionais firmados pelo Brasil e com garantia de tratamento sigiloso, seguro e rastreável das informações”, informou o Ministério da Fazenda.

    O sistema poderá ser utilizado tanto em apreensões em portos e aeroportos quanto em remessas internacionais, operações especiais de fiscalização e ações integradas com outros órgãos de investigação, ampliando a capacidade de resposta do Estado brasileiro.

    Os registros da Receita apontam que o sistema pode identificar, conectar e rastrear fluxos internacionais de armamentos ilícitos. Nos últimos 12 meses, foram identificadas 35 ocorrências, com apreensão de 1.168 partes e peças (cerca de 550 kg), enviadas principalmente da Flórida (EUA) com uso de declarações fraudulentas e métodos de ocultação.

    A consolidação dessas informações em uma base estruturada permite identificar padrões, vínculos entre remetentes e destinatários e rotas recorrentes, segundo o órgão.

    O modelo do Desarma também pode atuar no enfrentamento a outros crimes, como o tráfico de drogas. Dados do Aeroporto de Guarulhos indicam alta nas apreensões, de 89 kg em 2024 para 1.562 kg nos três primeiros meses de 2026.

    Encontro de Durigan nos EUA

    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse, nesta sexta-feira, que pode se reunir com autoridades norte-americanas na semana que vem, quando estará em Washington para as reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI). Até agora, não está confirmado um encontro com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, ele acrescentou.

    “A gente não tem agenda, mas há interesse de fazer conversas sobre aumento de cooperação internacional entre Brasil e Estados Unidos na minha viagem na próxima semana”, disse Durigan, na entrevista coletiva sobre uma parceria entre os dois países para rastreamento de armas e drogas.

    Conversa entre Lula e Trump ajudou na parceria

    Segundo o ministro, a parceria anunciada nesta sexta-feira só foi possível por causa de uma conversa entre o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e sua contraparte nos Estados Unidos, Donald Trump.

    Durigan disse esperar que a cooperação entre os países avance, com novas ações voltadas à rastreabilidade de armas e munições, por exemplo, já em discussão.

    Ele afirmou, ainda, que não tratou com as autoridades norte-americanas sobre a possibilidade de classificação de organizações criminosas brasileiras como terroristas pelos Estados Unidos.

    Brasil e EUA lançam programa de compartilhamento de informação contra tráfico de armas e drogas

  • João Fonseca faz jogo duro, mas perde para número 3 do mundo em Monte Carlo

    João Fonseca faz jogo duro, mas perde para número 3 do mundo em Monte Carlo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Não deu. Atual número 3 do tênis mundial, o alemão Alexander Zverev bateu o brasileiro João Fonseca nas quartas de final do Masters de Monte Carlo, na manhã nesta sexta-feira (10), e vai à semifinal do campeonato de tênis profissional.

    Zverev levou a partida por 2 sets a 1, com parciais de 7/5, (3) 6/7 (7) e 6/3 Ele deverá agora enfrentar o vencedor da disputa entre o canadense Felix Auger-Aliassime e o italiano Jannik Sinner, que ocorre também na manhã desta sexta.

    Apesar da derrota, o torneio é histórico para João. Foi a primeira vez que o carioca de 19 anos chegou à fase de quartas de final de um Masters 1.000. Antes, ele havia passado pelo italiano Matteo Berrettini nas oitavas, com vitória por 2 sets a 0 (6/3 e 6/2).

    Com o resultado, o brasileiro pode saltar da 40ª para a 35ª posição no ranking da ATP. Ele já chegou a figurar em 24º, no ano passado.

    Fonseca repete os bons momentos do tênis brasileiro no saibro europeu, seguindo os passos do bicampeão Gustavo Kuerten, o Guga, como únicos a atingir as quartas de Monte Carlo, e relembrando Thomaz Bellucci, último a chegar tão longe em um Masters, em 2011, em Madri, onde foi semifinalista.

    O embate desta sexta-feira representou mais um grande desafio do brasileiro na temporada. Nos anteriores, apesar das derrotas diante de Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, respectivamente líder e vice-líder do ranking da ATP, Fonseca conseguiu impor dificuldades aos experientes adversários nas quadras de Miami e Indian Wells.

    A campanha de João Fonseca no Masters 1000 de Monte Carlo 2026

    – Fase de 64: João Fonseca 2 x 0 Gabriel Diallo (CAN)
    – Fase de 32: João Fonseca 2 x 1 Arthur Rinderknech (FRA)
    – Oitavas: João Fonseca 2 x 0 Matteo Berrettini (ITA)
    – Quartas: João Fonseca 1 x 2 Alexander Zverev (ALE)

    Os duelos ajudaram a consolidar a confiança do jovem em Monte Carlo, onde ele quebrou uma escrita de mais de 20 anos. Desde 2005, um tenista tão jovem não alcançava as quartas de final em Mônaco. Na ocasião, o espanhol Rafael Nadal e o francês Richard Gasquet tinham apenas 18 anos quando mediram forças por uma vaga na semifinal do torneio -Nadal acabaria campeão.

    Na atual temporada de 2026, Fonseca disputou seu sexto torneio, somando até aqui oito vitórias e cinco derrotas. Antes de Monte Carlo, ele esteve em ação no Aberto da Austrália, no ATP 250 de Buenos Aires, no Rio Open, e nos Masters 1000 de Indian Wells e Miami.

    Seu melhor resultado até então havia sido as oitavas na Califórnia, quando fez um grande jogo, decidido em detalhes, diante do então vice-líder do ranking, Sinner.

    João Fonseca faz jogo duro, mas perde para número 3 do mundo em Monte Carlo