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  • Trump chama Irã de 'perdedor do Oriente Médio' e promete novos ataques

    Trump chama Irã de 'perdedor do Oriente Médio' e promete novos ataques

    A declaração acontece em resposta direta ao presidente do Irã. Masoud Pezeshkian pediu desculpas neste sábado (7) aos países vizinhos que foram afetados pela retaliação iraniana após o ataque conjunto dos EUA e de Israel que matou o líder supremo iraniano, Ali Khamenei.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou o Irã de “perdedor do Oriente Médio” e prometeu continuar a ofensiva iniciada há uma semana até que a nação se renda ou entre em colapso.

    A declaração acontece em resposta direta ao presidente do Irã. Masoud Pezeshkian pediu desculpas neste sábado (7) aos países vizinhos que foram afetados pela retaliação iraniana após o ataque conjunto dos EUA e de Israel que matou o líder supremo iraniano, Ali Khamenei.

    “O Irã não é mais o ‘valentão do Oriente Médio’, mas sim o ‘perdedor do Oriente Médio’, e continuará sendo por muitas décadas, até se render ou, mais provavelmente, entrar em colapso total”, escreveu Trump na Truth Social.

    Horas depois do pedido de desculpas de Pezeshkian, no entanto, o Exército iraniano afirmou que continuará atacando alvos militares dos EUA e de Israel em toda a região.

    “Após as declarações do presidente, as Forças Armadas declaram mais uma vez que respeitam a soberania nacional dos países vizinhos e que não realizaram nenhuma agressão contra eles”, diz o comunicado. Mas, “caso as ações hostis anteriores continuem, todas as bases e interesses militares” dos EUA e de Israel “em terra, mar e ar” em toda a região serão os “alvos principais”, continua

    Em discurso televisionado neste sábado, Pezeshkian disse também que Teerã não se renderá aos EUA nem a Israel: “Os inimigos levarão ao túmulo o desejo de que o povo iraniano se renda”.

    Trump chama Irã de 'perdedor do Oriente Médio' e promete novos ataques

  • Foto de Messi com Trump em festejo na Casa Branca divide torcedores argentinos

    Foto de Messi com Trump em festejo na Casa Branca divide torcedores argentinos

    DOUGLAS GAVRAS
    BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) – esta sexta-feira (6), era praticamente impossível ligar a TV local ou entrar em perfis de redes sociais de argentinos sem esbarrar na foto de Lionel Messi ao lado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca –e em todas as discussões que o evento provocou.

    Os jogadores do Inter Miami CF, liderados pelo ídolo, visitaram um dia antes o republicano, após vencerem o título da MLS (Major League Soccer), posaram para fotos e ouviram um discurso do presidente.

    Trump, então, fez uma brincadeira sobre seu filho conhecer Messi e elogiou o talento do argentino e do português Cristiano Ronaldo. “Meu filho me disse: ‘Pai, você sabe quem vem hoje?’ Eu disse: ‘Não, não sei, ando muito ocupado.’ Ele disse: ‘Messi!’”, brincou o presidente americano ao iniciar o evento, que foi precedido por um atualização sobre as operações na guerra no Irã.

    Nas redes sociais e na imprensa, os argentinos se dividiram sobre a participação do ídolo na reunião com Trump: parte dos torcedores viu o gesto como algo prático, usando a situação para favorecer a seleção na próxima Copa do Mundo, que será nos Estados Unidos, no Canadá e no México.

    Parte do público, no entanto, expressou decepção, raiva e rejeição especialmente em um momento de tensão global devido à guerra no Oriente Médio. E por Messi costumar se blindar de eventos públicos, sobretudo comandados por políticos.

    Os argentinos relembraram que a equipe campeã no Mundial de 2022 não foi à Casa Rosada. Na época, os jogadores alegaram que não queriam politizar a conquista da Copa e evitaram a aproximação com o então presidente, o impopular Alberto Fernández.

    Na quinta-feira (5), na cerimônia, o time do Inter Miami se posicionou formalmente diante de um público composto por árbitros, convidados e jornalistas. Quando Trump entrou, com Messi e o cartola Jorge Mas, o capitão argentino mostrou sinal de desconforto ao subir ao palco, preferindo ficar próximo de seus companheiros de equipe.

    Tímido e reservado, Lionel Messi costuma preferir não ser o centro das atenções, frequentemente se sentindo desconfortável com homenagens. Ele evitou o centro da cena, onde Trump estava.

    A divisão dos argentinos sobre a visita de Messi, em que Trump também elogiou a beleza de Rodrigo De Paul -seu companheiro do Inter Miami e da seleção-, também chegou à política argentina.

    O presidente Javier Milei, aliado incondicional de Trump, defendeu a participação do craque argentino no evento. “Foi isso que eu disse sobre Messi em 2018, enquanto o jornalismo o mimava e algumas pessoas imprudentes diziam que ele tinha medo de vencer”, escreveu o presidente, ao repostar uma mensagem em que Milei dizia que não há outro jogador comparável a Messi.

    No lado da oposição, a jornalista e militante peronista Ángela Lerena disse no X considerar a cena na Casa Branca “horrível”, enquanto o cronista esportivo Flavio Azzaro disse que o campeão poderia ter inventado uma desculpa para não ir. “Messi poderia dizer: ‘Meu bebê está com febre e eu não vou”, escreveu.

    Embora o evento na Casa Branca fosse sobre futebol, Trump aproveito para desviar do tema e começou a mencionar assuntos políticos, como a guerra no Irã e as situações em Venezuela e Cuba.
    Quando o presidente americano mencionou os dois países latinos, a expressão de Messi mudou e ele olhou para baixo, visivelmente desconfortável, sem se juntar aos aplausos que se seguiram.

    Foto de Messi com Trump em festejo na Casa Branca divide torcedores argentinos

  • Ana Paula discute com Breno em treta sobre Chaiany: 'Não vou te dar escada'

    Ana Paula discute com Breno em treta sobre Chaiany: 'Não vou te dar escada'

    A discussão começou quando Ana Paula relembrou uma conversa com Solange Couto sobre a possibilidade de Chaiany voltar atrás na decisão de imunizar Samira com o Anjo. “Do nada, uma conversa que eu tive com a [Solange] Couto, falando assim: ‘Ok, mas que a Chaiany então entenda que, se ela mudar de ideia, ainda mais depois de ter falado com a Samira que a imunidade ia para ela, ela pode sofrer as consequências”, disse Ana Paula.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Ana Paula Renault e Breno bateram boca no BBB 26 ao discutir a relação com Chaiany e a leitura de falas que, para ele, poderiam soar como ameaça.

    A discussão começou quando Ana Paula relembrou uma conversa com Solange Couto sobre a possibilidade de Chaiany voltar atrás na decisão de imunizar Samira com o Anjo. “Do nada, uma conversa que eu tive com a [Solange] Couto, falando assim: ‘Ok, mas que a Chaiany então entenda que, se ela mudar de ideia, ainda mais depois de ter falado com a Samira que a imunidade ia para ela, ela pode sofrer as consequências”, disse Ana Paula.

    A jornalista disse que Chaiany passou a desconfiar do grupo depois de ouvir críticas de pessoas próximas na casa e citou o Sincerão como marco da virada. “Nada mais natural do que, na cabeça dela, com o ‘pai’ e a ‘mãe’ dela falando mal das amigas dela, colocou todo mundo sentadinho”, afirmou Ana Paula. “Colocou sabendo exatamente o que estava fazendo”, completou.

    Ao insistir que a fala poderia soar como ameaça, Breno disse que a interpretação independe de intenção. “Eu estou falando que, quando alguém chega pra outra e fala: ‘Você vai sofrer as consequências’, isso pode soar como uma ameaça, independente de ser ou não”, disse.

    Ana Paula rebateu e afirmou que nunca ameaçou Chaiany, além de dizer que Breno não acompanhou de perto a relação das duas. “Você pode falar o que você quiser, você quer justificar o que você quiser. Acontece que você não estava aqui, nunca viu como era o meu tratamento com Chaiany. A Chaiany sempre recebeu apoio meu, hora nenhuma eu deixei de apoiá-la”, afirmou.

    O clima esquentou quando a sister disse que Breno só entenderia o peso de uma ameaça se ela de fato a fizesse. “Sabe quando você vai entender como ameaça? Quando eu realmente ameaçar alguém. E você vai ver que vou deixar isso muito claro. E está breve”, disparou.
    Breno tentou se defender e reforçou que falava de percepção, não de acusação. “Não falei que você ameaçou, falei que pode ser entendido como ameaça. “Independentemente de ter vindo de você ou de qualquer outra pessoa”, disse Breno.

    Ana Paula voltou a citar o Paredão Falso e manteve o tom de aviso. “Independentemente de você ter ido pro Paredão Falso ou não, você vai entender muito bem quando eu ameaçar alguém”, afirmou.
    “Eu não vou te dar escada”, disse Ana Paula a Breno

    Os dois continuaram se desentendendo e Breno reclamou que Ana Paula não aceitava uma versão diferente dos fatos. “Você fala de uma narrativa e não aceita que o outro tem uma narrativa diferente”, afirmou.

    Ana Paula citou conflitos com Babu Santana e Milena e disse que não queria seguir conversando com o brother. “O Babu já tinha traído a Tia Milena, me traído, todo mundo aqui, você não sabe de nada”, disparou.

    Ao encerrar o papo, Ana Paula disse que Breno estava no quarto errado e afirmou que não ajudaria o brother no jogo. “Acho que você está no quarto errado. Esse é o quarto das pessoas que ameaçam, desumanas, venenosas e cruéis. Você jura que está tentando fazer uma palestra de bom moço pra cima de mim. Então, pronto, eu vou voltar a dormir novamente, não quero mais conversar com você. Eu não vou te dar escada pra você subir”, disse. Breno respondeu: “Não preciso subir em cima de você, preciso fazer nada”.

    Ana Paula discute com Breno em treta sobre Chaiany: 'Não vou te dar escada'

  • Juliette afirma que esqueceu de resgatar dinheiro que ganhou no BBB 21: 'Só tinha R$ 15 mil'

    Juliette afirma que esqueceu de resgatar dinheiro que ganhou no BBB 21: 'Só tinha R$ 15 mil'

    Segundo Juliette: “Fui ao banco para resgatar esse dinheiro, não mexi nele desde que foi depositado. Depois de muito tempo lembrei disso. Fui presencialmente ao banco e esperava que ele tivesse rendido, mas só tinha R$ 15 mil. O dinheiro todo do programa”, afirmou.

    LEONARDO VOLPATO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Imagine receber uma espécie de salário semanal, mas simplesmente esquecer de ir resgatar a grana e só lembrar cinco anos depois. Foi justamente isso o que aconteceu com Juliette Freire, a campeã do BBB 21.

    Em vídeo nas redes sociais, ela contou que não se lembrava de que havia um dinheiro a resgatar. Tudo o que ela recebia por sua participação semanal no programa da Globo era depositado numa determinada conta.

    Mas ela só foi se lembrar disso recentemente. Segundo Juliette: “Fui ao banco para resgatar esse dinheiro, não mexi nele desde que foi depositado. Depois de muito tempo lembrei disso. Fui presencialmente ao banco e esperava que ele tivesse rendido, mas só tinha R$ 15 mil. O dinheiro todo do programa”, afirmou.

    Pelas redes sociais, muita gente se espantou com tamanho desleixo e brincou com a situação. “Eu queria lembrar que tinha R$ 15 mil assim do nada”, disse uma seguidora.

    “Queria esse problema na minha vida de não lembrar de um dinheiro que tenho direito”, escreveu outra.

    “Pessoal falando que R$ 15 mil é tranquilo. Mas vocês têm noção do dinheiro arrecadado nesse tipo de programa? Isso é micharia”, indicou outro.

    Juliette afirma que esqueceu de resgatar dinheiro que ganhou no BBB 21: 'Só tinha R$ 15 mil'

  • Tatum volta após lesão em vitória dos Celtics; Doncic faz 44 e lidera triunfo dos Lakers na NBA

    Tatum volta após lesão em vitória dos Celtics; Doncic faz 44 e lidera triunfo dos Lakers na NBA

    O Boston Celtics venceu o Dallas Mavericks por 120 a 100 na noite de sexta-feira (6), em um jogo marcado pelo retorno de Jayson Tatum às quadras após a grave lesão sofrida na última temporada da NBA. Já o Los Angeles Lakers bateu o Indiana Pacers por 128 a 117, impulsionado por uma atuação dominante de Luka Doncic, que anotou 44 pontos.

    Tatum disputou sua primeira partida desde que rompeu o tendão de Aquiles direito no Jogo 4 das semifinais da Conferência Leste da última temporada, contra o New York Knicks. Mesmo voltando de lesão grave, o astro registrou 15 pontos, 12 rebotes e sete assistências, participando diretamente do primeiro lance da partida ao servir Neemias Queta em um alley-oop.

    Os Celtics controlaram o jogo ao longo da noite e garantiram a vitória com boa atuação coletiva. Jaylen Brown marcou 24 pontos, Derrick White acrescentou 20, enquanto Queta terminou com 16 pontos e 15 rebotes. Boston também dominou o garrafão, vencendo o duelo de pontos na área pintada por 52 a 30.

    Nem tudo, porém, foi positivo para a equipe. O pivô Nikola Vucevic fraturou o dedo anelar da mão direita ainda no primeiro quarto e deixou a quadra. O jogador passará por procedimento médico e deve ficar pelo menos um mês afastado.

    Em Los Angeles, o espetáculo ficou por conta de Luka Doncic. O armador comandou a vitória dos Lakers sobre o Indiana Pacers com 44 pontos, nove rebotes e três roubos de bola, mesmo atuando por apenas três quartos da partida.

    O esloveno acertou sete bolas de três pontos e alcançou seu 10º jogo com pelo menos 40 pontos na temporada, isolando-se na liderança desse ranking na liga. Com o feito, também entrou para a história da franquia: tornou-se apenas o quarto jogador dos Lakers a registrar dez partidas de 40 pontos em uma temporada, ao lado de Kobe Bryant, Elgin Baylor e Jerry West.

    A atuação teve ainda mais peso porque os Lakers não contaram com LeBron James, ausente por dores no cotovelo e no pé esquerdo após uma queda na derrota para o Denver Nuggets. Austin Reaves marcou 19 pontos, enquanto Luke Kennard contribuiu com 15 vindo do banco.

    A rodada também teve uma vitória expressiva do New York Knicks, que derrotou o Denver Nuggets por 142 a 103fora de casa. OG Anunoby liderou o time com 34 pontos, enquanto Karl-Anthony Towns anotou 17 e pegou 13 rebotes. Nikola Jokic foi o cestinha do jogo com 38 pontos, mas não evitou a derrota.

    Com o resultado, o Knicks aparece em terceiro na Conferência Leste com 41 vitórias, atrás apenas de Detroit Pistons (45) e Celtics (42). No Oeste, o Nuggets é o quinto colocado com 39 triunfos, enquanto o Oklahoma City Thunder lidera com 49.

    Confira os resultados desta sexta-feira

    Los Angeles Lakers 128 x 177 Indiana Pacers

    Boston Celtics 120 x 100 Dallas Mavericks

    Charlotte Hornets 120 x 128 Miami Heat

    Houston Rockets 106 x 99 Portland Trail Blazers

    Denver Nuggets 103 x 142 New York Knicks

    Phoenix Suns 118 x 116 New Orleans pelicans

    San Antonio Spurs 116 x 112 Los Angeles Clippers

    Acompanhe os jogos deste sábado:

    Minnesota Timberwolves x Orlando Magic

    Atlanta Hawks x Philadelphia 76ers

    Detroit Pistons x Brooklyn Nets

    Memphis Grizzlies x Los Angeles Clippers

    Milwaukee Bucks x Utah Jazz

    Oklahoma City Thunder x Golden State Warriors

    Tatum volta após lesão em vitória dos Celtics; Doncic faz 44 e lidera triunfo dos Lakers na NBA

  • Patrocinador do BBB 26 é acusado de homofobia por sugerir relação entre Alberto e Jonas

    Patrocinador do BBB 26 é acusado de homofobia por sugerir relação entre Alberto e Jonas

    Para celebrar a vitória da dupla na etapa, a empresa postou uma imagem no X de Jonas abraçando Cowboy por trás. Eles usavam vestidos e seguravam uma barra juntos. “Vocês viram a performance do Jonas e do Cowboy?”, perguntava a legenda da publicação (veja abaixo).

    LEONARDO VOLPATO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Patrocinador da última prova do líder do BBB 26 (Globo), o Mercado Pago foi acusado de homofobia por parte do público. Isso aconteceu depois de a empresa, em suas redes sociais, publicar uma imagem que sugeria que Jonas Sulzbach e Alberto Cowboy fossem um casal gay.

    Para celebrar a vitória da dupla na etapa, a empresa postou uma imagem no X de Jonas abraçando Cowboy por trás. Eles usavam vestidos e seguravam uma barra juntos. “Vocês viram a performance do Jonas e do Cowboy?”, perguntava a legenda da publicação (veja abaixo).

    A repercussão foi negativa, e rapidamente as postagens do Mercado Pago no Instagram sobre o reality foram inundadas com comentários de pessoas acusando a empresa de preconceito. 

    Diante da reação, minutos depois, a publicação foi apagada.

    Em nota, o Mercado Pago se desculpou e afirma que usará desse episódio para melhorar internamente.

    “O Mercado Pago pede desculpas e reitera que não compactua com qualquer forma de preconceito ou discriminação. Reforçamos nosso compromisso inegociável com a diversidade, inclusão e o respeito em todas as nossas comunicações. O episódio já está sendo utilizado para o aprimoramento de nossos processos de aprovação, garantindo que nossa participação no BBB 26 continue pautada pela promoção de um ambiente inclusivo, respeitoso e seguro para todas as pessoas”.

    As equipes de Jonas e de Cowboy não comentaram o episódio. Procurada, a Globo ainda não havia respondido até a publicação deste texto.

    Patrocinador do BBB 26 é acusado de homofobia por sugerir relação entre Alberto e Jonas

  • São Paulo pediu quase R$ 200 mi por MorumBYD no centenário

    São Paulo pediu quase R$ 200 mi por MorumBYD no centenário

    VALENTIN FURLAN E GABRIEL SÁ
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O São Paulo pediu quase R$ 200 milhões à BYD pelos naming rights do estádio do Morumbi.
    Como o UOL revelou na manhã desta sexta-feira (06), a montadora chinesa e o São Paulo conversaram no fim do ano passado para trocar a nomeação do Morumbis para MorumBYD.

    Os números colocados na mesa foram: um contrato de pelo menos cinco temporadas -invadindo o centenário do clube-, com média anual fixada em R$ 35 milhões. Em cinco anos, o mínimo proposto, o montante chegaria à casa dos R$ 175 milhões.

    Seria um valor 40% superior aos R$ 25 milhões anuais acordados com a Mondelez pelo Morumbis.

    As conversas foram mantidas pelo então mandatário, Julio Casares, que tem boa relação com Alexandre Baldy, VP da marca no Brasil. Ambos chegaram a almoçar juntos para discutir o negócio.

    Poucas semanas depois, em meio à crise política, institucional e de imagem e ao processo de imepachment que resultou na renúncia de Casares, as conversas foram interrompidas, e a marca ficou de entregar uma resposta em definitivo ao clube. Até aqui, as conversas não foram reatadas.

    Casares dedicou seus últimos meses de gestão para reajustar contratos de patrocínio do clube, como as renovações com Ademicon, Superbet e, mais recentemente, como revelado pelo UOL, New Balance.

    ACORDO VIGENTE

    O contrato entre São Paulo e Mondelez foi assinado no fim de 2023 e tem validade até dezembro.

    Os valores do contrato giram em torno dos R$ 75 milhões, rendendo anualmente cerca de R$ 25 milhões.

    Em dezembro do ano passado, o UOL mostrou que o São Paulo planejava reatar as conversas com a varejista no início deste ano — mas, em meio ao processo de impeachment que culminou na renúncia de Casares, as negociações não avançaram.

    São Paulo pediu quase R$ 200 mi por MorumBYD no centenário

  • NASA exclui colisão do asteroide 2024 YR4 com a Lua

    NASA exclui colisão do asteroide 2024 YR4 com a Lua

    No começo de 2025 acreditava-se que o asteroide 2024 YR4 podia representar um risco para a Terra e que poderia haver uma colisão. Agora, foi também excluída a hipótese de um embate com a Lua em 2032.

    O ano de 2026 não está tendo um começo fácil. No entanto, entre o início de guerras e os aumentos (acentuados) nos preços dos combustíveis, há pelo menos um problema a menos para se preocupar: o asteroide 2024 YR4 não vai colidir com a Lua em 2032.

    Quem afirma isso é a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), que, com base em observações realizadas pelo instrumento NIRCam do Telescópio Espacial James Webb, conseguiu descartar a hipótese de uma colisão entre o asteroide e o satélite natural da Terra nos próximos anos.

    Essas observações, feitas entre 18 e 26 de fevereiro, foram analisadas pelo Center for Near-Earth Object Studies, do Jet Propulsion Laboratory da NASA. A análise determinou que o asteroide passará a pouco mais de 21 mil quilômetros de distância da Lua no dia 22 de dezembro de 2032.

    Vale lembrar que o 2024 YR4 começou a ser observado no fim de 2024 e, no início de 2025, as observações ainda não permitiam determinar se a Terra estava completamente livre do risco de uma possível colisão com esse asteroide.

    JORNAL DA TARDE Asteroide 2024 YR4 © ESA  

    NASA exclui colisão do asteroide 2024 YR4 com a Lua

  • Presidente da CPI do INSS rebate Moraes e diz que comissão não vazou conversas do ministro

    Presidente da CPI do INSS rebate Moraes e diz que comissão não vazou conversas do ministro

    A manifestação foi publicada nas redes sociais após a nota a pedido de Moraes afirmar que conversas encontradas no celular do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no dia em que foi preso foram tornadas públicas pela CPI do INSS. No comunicado, Moraes nega que prints de mensagens atribuídos ao banqueiro tenham sido enviados a ele.

    Presidente da CPI do INSS, o senador Carlos Viana (Podemos-MG) rebateu nesta sexta-feira, 6, a nota divulgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a pedido do ministro Alexandre de Moraes e afirmou que a comissão parlamentar não divulgou material sigiloso envolvendo integrantes da Corte.

    A manifestação foi publicada nas redes sociais após a nota a pedido de Moraes afirmar que conversas encontradas no celular do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no dia em que foi preso foram tornadas públicas pela CPI do INSS. No comunicado, Moraes nega que prints de mensagens atribuídos ao banqueiro tenham sido enviados a ele.

    Segundo Viana, a comissão atuou dentro dos limites legais e não foi responsável pelo vazamento de qualquer conteúdo sigiloso. \”A CPMI sempre atuou dentro dos limites legais e regimentais\”, escreveu o senador. Ele acrescentou que é necessário identificar a origem das informações divulgadas antes de atribuir responsabilidade ao Parlamento.

    O texto, divulgado pela Secretaria de Comunicação do STF, afirma que uma análise técnica constatou que o diálogo divulgado foi travado com outra pessoa, e que \”as mensagens (prints) estão vinculadas a outros contatos telefônicos no computador de Daniel Vorcaro, jamais ao Ministro Alexandre de Moraes\”.

    Na nota, o ministro não nega, porém, que tenha conversado com Vorcaro em 17 de novembro do ano passado, dia no qual o banqueiro foi preso pela primeira vez – na primeira fase da Operação Compliance Zero. Pessoas ouvidas pelo Estadão confirmam que houve troca de mensagens entre ambos neste dia.

    A troca de mensagens se dava com prints no modo visualização única. Para manter o sigilo, tanto Vorcaro quanto Moraes escreviam textos em seus blocos de notas, capturavam a tela e enviavam as imagens com o recurso que só permite uma única visualização antes de apagar o arquivo.

    Como mostrou o Estadão, várias dúvidas pairam no ar depois que a nota veio a público:

    – Moraes afirma que não foi o destinatário das mensagens de Vorcaro vazadas, mas não nega, na nota, que tenha conversado com banqueiro no dia em que ele foi preso, em 17 de novembro do ano passado.

    – Se Moraes não era o destinatário das mensagens nas quais Vorcaro pede ajuda para tentar salvar o Master, sobre qual tema ambos conversaram no dia 17 de novembro, data da prisão do banqueiro?

    – Quem realizou a análise técnica dos dados telemáticos do banqueiro? A nota do STF não menciona o autor da perícia.

    – Como o ministro teve acesso ao material que estava sob sigilo para proceder à análise dos dados?

    – Os contatos dentro das mesmas pastas com os prints do bloco de notas de Vorcaro são dos destinatários das mensagens de Vorcaro, segundo a análise citada pelo ministro?

    – Na troca de mensagens, as respostas do ministro a Vorcaro não são conhecidas por se tratarem de prints de visualização única. No entanto, em resposta à última comunicação do banqueiro registrada, às 20h48, Moraes responde com um emoji de \”joinha\”, em suposta concordância. Sobre o que ele concordou ou deu uma resposta afirmativa?

    – O ministro avalia como coincidência o fato de o horário dos prints de blocos de notas de Vorcaro ser muito próximo ou até o mesmo do registrado no envio das mensagens do banqueiro a Moraes no dia 17 de novembro, segundo registros obtidos pelo jornal O Globo?

    – Se Moraes conversou com Vorcaro – o que ele não nega -, por que se comunicou com mensagem de visualização única, que some após o interlocutor abri-la?

    – Por que um ministro do STF tinha contato pelo WhatsApp com um banqueiro que, publicamente, já era investigado pela PF?

    Questionada sobre esses pontos pela reportagem, a Secretaria de Comunicação do STF afirmou que a manifestação se restringe à nota divulgada mais cedo a pedido de Moraes.

    O conteúdo das mensagens

    Segundo informações da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo, confirmadas pelo Estadão, Vorcaro e Moraes trocaram mensagens pelo WhatsApp durante todo o dia 17 de novembro de 2025, data em que o banqueiro foi preso pela Polícia Federal pela primeira vez.

    Dados extraídos do celular do executivo indicam que ele prestava contas ao ministro sobre negociações de venda do banco e sugerem diálogos a respeito de um inquérito sigiloso que tramitava na Justiça Federal de Brasília.

    A defesa do banqueiro apresentou ao STF um pedido para investigar o vazamento de informações do conteúdo de seu celular, incluindo \”conversas íntimas\” e \”supostos diálogos com autoridades e até com o ministro do STF Alexandre de Moraes\”. O pedido foi acolhido pelo ministro André Mendonça, relator do caso na Corte.

    Nesta sexta-feira, Mendonça determinou que a Polícia Federal (PF) abra um inquérito para apurar a origem do vazamento de dados sigilosos de Vorcaro. As informações estavam sob a custódia da PF e foram compartilhadas com a CPI do INSS.

    O Estadão confirmou com fontes ligadas ao caso que Vorcaro efetivamente trocou mensagens com Moraes naquele dia por meio de fotos de visualização única. Na extração de dados do celular do banqueiro, há sete imagens de rascunhos com mensagens sobre negociações do Master com o Banco Central. Em alguns desses arquivos, o horário de criação é próximo ao horário de envio das mensagens de Vorcaro ao ministro.

    Nos textos, o banqueiro relata ter antecipado o negócio com o grupo Fictor para tentar salvar o banco e menciona que um possível vazamento de informações seria prejudicial, mas poderia servir de gancho para entrar no circuito do processo. Vorcaro questionou o magistrado por duas vezes se havia alguma novidade e chegou a perguntar diretamente: \”Conseguiu bloquear?\”.

    Um dos prints do bloco de anotações do celular de Vorcaro, registrado às 18h32, traz a pergunta: \”Conseguiu ter notícia ou bloquear?\”.

    A cronologia dos fatos indica que, enquanto falava com o ministro, o banqueiro monitorava o avanço das investigações. Segundo a PF, Vorcaro teria obtido informações sigilosas por meio de um acesso ilegal aos sistemas da própria corporação e tentou peticionar na 10ª Vara Federal de Brasília apenas 18 minutos após a decretação de sua prisão, em uma tentativa de barrar medidas cautelares.

    Na última comunicação registrada, às 20h48, Vorcaro respondeu a uma possível dúvida sobre os negócios e afirmou que a movimentação poderia inibir algo não detalhado. Antes de encerrar, avisou que estava indo assinar com investidores estrangeiros, momento em que Moraes teria reagido apenas com um emoji de polegar levantado.

    O executivo acabou preso pela PF por volta das 22h, antes de decolar rumo a Malta, de onde seguiria para Dubai.

    Mendonça manda PF investigar vazamento

    Carlos Viana também reagiu à decisão do ministro André Mendonça, relator do caso no STF, que determinou a abertura de investigação para apurar eventual vazamento de dados relacionados à CPI.

    O senador afirmou receber a medida \”com serenidade e respeito institucional\”, mas ressaltou que o Congresso possui prerrogativas constitucionais próprias para conduzir investigações.

    Presidente da CPI do INSS rebate Moraes e diz que comissão não vazou conversas do ministro

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Caso da 'rachadinha' de Flávio Bolsonaro foi encerrado com perguntas não respondidas

    Caso da 'rachadinha' de Flávio Bolsonaro foi encerrado com perguntas não respondidas

    As investigações foram encerradas após o STF (Supremo Tribunal Federal) e o STJ (Superior Tribunal de Justiça) anularem em 2021 as provas coletadas. O arquivamento deixou uma série de questões em aberto sobre a movimentação financeira de Flávio antes de chegar ao Senado.

    ITALO NOGUEIRA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Uma das principais preocupações de aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL) para a campanha à Presidência da República deste ano são os efeitos do caso da “rachadinha” sobre a imagem do pré-candidato.

    As investigações foram encerradas após o STF (Supremo Tribunal Federal) e o STJ (Superior Tribunal de Justiça) anularem em 2021 as provas coletadas. O arquivamento deixou uma série de questões em aberto sobre a movimentação financeira de Flávio antes de chegar ao Senado.

    O senador foi denunciado em novembro de 2020 pela Procuradoria-Geral de Justiça do Rio de Janeiro sob acusação de liderar uma organização criminosa para recolher parte do salário de seus ex-funcionários em benefício próprio. A prática, conhecida como “rachadinha”, teria desviado R$ 6 milhões de recursos públicos da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

    O senador sempre negou as suspeitas. Afirmou, em nota, que ele e seus “colaboradores tiveram suas contas devassadas e a vida revirada”.

    “As investigações são prova irrefutável da honestidade de Flávio Bolsonaro. Ao contrário de Lula, que foi condenado por nove juízes diferentes. Atualmente, não existe qualquer inquérito que acuse ou investigue Flávio Bolsonaro por ilícito ou malversação”, afirmou sua assessoria, em nota.

    Abaixo, perguntas ainda não respondidas sobre o caso.

    QUAL ERA A FONTE DE DINHEIRO VIVO DE FLÁVIO BOLSONARO E SUA FAMÍLIA?

    A investigação do MP-RJ mostrou que boa parte das despesas do senador era paga com dinheiro vivo, apesar de ele não ter realizado saques em volume correspondente e, até 2014, não ter qualquer fonte de renda declarada fora da atividade parlamentar.
    A Procuradoria dividiu a apuração em três períodos.

    Entre 2007 e 2009, o então deputado comprou 12 salas comerciais na Barra (zona oeste do Rio de Janeiro). A investigação identificou que a transação, de R$ 297 mil, foi quase toda paga com dinheiro vivo.

    Nesse caso, não houve acusação de lavagem de dinheiro porque o senador declarou em seu Imposto de Renda empréstimos contraídos com seu irmão Carlos Bolsonaro e outros ex-assessores. Essas transações também ocorreram, segundo a Procuradoria, em dinheiro vivo.

    As acusações se referem ao período entre 2010 e 2014. Nesse intervalo, ele e a esposa, a dentista Fernanda Bolsonaro, exerceram apenas cargos públicos, sem fonte de renda em espécie declarada.
    Esse é o período mais intenso de transações imobiliárias do casal. Foi também quando a Procuradoria identificou ao menos R$ 977 mil em gastos sem origem comprovada.

    A quebra de sigilo bancário de Fernanda mostrou que o ex-assessor Fabrício Queiroz depositou R$ 25 mil em dinheiro vivo na conta da mulher do senador dias antes de quitar a entrada de um imóvel. Meses depois, às vésperas da segunda parcela, houve outro crédito em espécie, de R$ 20 mil.

    A Procuradoria também identificou uma série de depósitos em espécie na conta de Flávio em datas anteriores ao pagamento de parcelas na compra de imóveis da transação, que somaram R$ 281,5 mil.

    A investigação também apontou uso de dinheiro vivo para o pagamento de impostos, móveis, passagens aéreas, plano de saúde e escola das filhas do senador.

    Em relação aos anos 2015 a 2018, não foi apontado crime porque Flávio já havia se tornado sócio de uma loja de chocolates. O MP-RJ havia instaurado um procedimento a parte para aprofundar a investigação sobre o estabelecimento.

    O QUE EXPLICA O FATO DE A PESSOA QUE VENDEU DOIS APARTAMENTOS A FLÁVIO BOLSONARO TER DEPOSITADO EM SUA CONTA R$ 638 MIL EM DINHEIRO VIVO NO MESMO DIA DE TRANSAÇÃO, VALOR NÃO REGISTRADO OFICIALMENTE?

    Uma das transações que levantaram mais suspeitas foi a compra no mesmo dia de dois apartamentos em Copacabana (zona sul), em novembro de 2012.

    De acordo com as escrituras, os apartamentos haviam sido adquiridos por R$ 440 mil em 2011 pelos antigos proprietários. Em 2012, eles foram vendidos por R$ 310 mil ao senador. Em 2014, Flávio os revendeu por R$ 1,12 milhão.

    O lucro de 260% em dois anos chamou a atenção. Além disso, o vendedor fechou a transação com o senador por um valor 30% abaixo do que havia sido pago um ano antes pelos apartamentos.
    A Procuradoria afirma que a suspeita de “pagamento por fora” feita pelo senador foi confirmada.

    O MP-RJ identificou que o responsável pela venda dos imóveis, o corretor americano Glenn Dillard depositou R$ 638 mil em dinheiro vivo em sua conta no mesmo dia em que fez a transação foi oficializada.

    O QUE FLÁVIO BOLSONARO GUARDAVA NO COFRE, JUNTO COM O IRMÃO CARLOS BOLSONARO?

    O senador manteve por 12 anos um cofre junto com o ex-vereador no Banco do Brasil. A existência dele foi revelada pela Folha em 2020. A titularidade conjunta com Flávio foi identificada na investigação sobre a existência de um esquema de “rachadinha” no gabinete de Carlos.

    Na abertura do cofre, em 2004, os funcionários do banco registraram que a situação merecia urgência, “pois nosso cliente necessita guarda de valores”. Eles não declararam à Justiça Eleitoral qualquer valor mantido ali quando registraram suas candidaturas naquela época.

    Ao comentar o tema, o senador afirmou que guardava “itens pessoais” no cofre “por razões de segurança”.

    HÁ RELAÇÃO ENTRE OS ACESSOS E AS AQUISIÇÕES DE IMÓVEIS?

    As datas de acesso ao cofre de Flávio e Carlos coincidem com operações imobiliárias da família Bolsonaro. Uma das transações foi justamente a compra dos dois imóveis em Copacabana, apontada como suspeita pelo MP-RJ.

    Eles também estiveram no banco nos dias em que o ex-presidente Jair Bolsonaro comprou as duas casas que mantém no Condomínio Vivendas da Barra. Como a Folha revelou em janeiro de 2018, uma das transações contém características suspeitas de lavagem de dinheiro pelos critérios do Coaf.

    POR QUE FLÁVIO OMITIU DA RECEITA FEDERAL INVESTIMENTO FEITO EM AÇÕES ENTRE 2007 E 2008?

    O MP-RJ afirma que Flávio não declarou à Receita Federal investimento em ações que afirmou à Justiça ter feito, por meio de uma corretora de São Paulo. O senador declarou ter feito aportes de R$ 90 mil.

    Ele processou a corretora em razão de prejuízos. Na ação, ele disse que quitou um débito de R$ 15,5 mil com dinheiro vivo.

    O QUE EXPLICA A DISPARIDADE ENTE A RECEITA DA LOJA DE CHOCOLATES E O VERIFICADO PELA ADMINISTRAÇÃO DO SHOPPING VIA PARQUE?

    O MP-RJ apontou que a receita da loja de chocolates da qual Flávio Bolsonaro se tornou sócio teve sua receita inflada para viabilizar a lavagem de dinheiro do esquema da “rachadinha” no montante de R$ 1,6 milhões.

    O valor se refere à diferença entre a receita apurada pelo Via Parque, onde ficava a loja, e os créditos na conta do estabelecimento. De acordo com a investigação, enquanto a administração do shopping apontou um faturamento de R$ 4,9 milhões entre 2015 e 2018, a empresa recebeu no banco R$ 6,5 milhões.

    Para os investigadores, a proporção de depósitos em dinheiro era maior do que em outras filiais da mesma marca. Além disso, enquanto os pagamentos feitos por cartão aumentavam na Páscoa -como era esperado para uma loja de chocolate-, o uso de recursos em espécie se mantinha no mesmo patamar.

    Caso da 'rachadinha' de Flávio Bolsonaro foi encerrado com perguntas não respondidas

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