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  • Novo regulamento atrai montadoras, exige mais dos pilotos e abre nova era na F1

    Novo regulamento atrai montadoras, exige mais dos pilotos e abre nova era na F1

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A F1 inicia 2026 diante de uma ruptura técnica rara: aerodinâmica e motores mudam ao mesmo tempo, algo que não ocorria há 12 anos.

    A combinação amplia a margem de incerteza e altera a forma de correr. “Agora é como jogar xadrez. Você não pensa na próxima jogada, pensa duas à frente”, disse à reportagem o engenheiro Pat Symonds, consultor executivo da Cadillac F1 Team e um dos nomes mais influentes da categoria desde os anos 1990.

    A própria Cadillac simboliza essa nova fase. A equipe americana estreia como a 11ª do grid, com Sergio Pérez e Valtteri Bottas, atraída pelo regulamento que reformula as unidades de potência e amplia o peso da eletrificação -quase 50% da potência passa a ser elétrica. Para a marca de luxo da General Motors, o projeto também funciona como vitrine tecnológica para seus carros de rua.

    O mesmo movimento explica a entrada do Grupo Volkswagen. Por meio da Audi F1 Team e com os pilotos Gabriel Bortoleto e Nico Hulkenberg, a companhia assumiu o controle da Sauber, rebatizada para 2026, e passa a operar como equipe de fábrica em um campeonato que volta a seduzir grandes montadoras.

    A temporada começa neste fim de semana, com o GP da Austrália, que abre oficialmente o novo ciclo técnico da categoria. A largada será na madrugada de sábado (7) para domingo (8), à 1h (de Brasília).

    Além da eletrificação ampliada, a categoria abandona soluções pouco transferíveis à indústria, como o MGU-H, sistema que recuperava energia térmica, mas era caro e complexo para aplicação em carros de passeio. Permanece apenas o MGU-K, que recupera energia cinética.

    “A gestão da bateria nunca foi muito difícil no passado, mas agora é”, afirma Symonds. “Extrair o máximo da unidade de potência é o maior desafio.”

    Com isso, a F1 passa a operar em uma lógica energética mais próxima dos híbridos atuais, reforçada pelo uso obrigatório de combustíveis 100% sustentáveis.

    Embora o equilíbrio entre fabricantes tenha marcado os últimos anos, mudanças dessa magnitude costumam abrir espaço para hegemonias. Em 2014, com a introdução dos híbridos, a Mercedes iniciou uma sequência de oito títulos consecutivos.

    Largar na frente em um novo ciclo, portanto, é decisivo. A disputa começou ainda no desenvolvimento. Nos testes de pré-temporada, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) precisou intervir após divergências sobre a taxa de compressão dos motores. Rivais acusaram a Mercedes de explorar uma brecha para cumprir o limite com o motor frio, mas operar com taxa maior, e mais potência, quando quente.

    Além da própria Mercedes, McLaren, Alpine e Williams usam seus motores. Ferrari (Haas, Cadillac e a própria Ferrari), Honda (Aston Martin), Audi e Red Bull Powertrains Ford (Red Bull e Racing Bull) completam o grupo de fornecedoras. A partir de 2029, a GM promete estrear seu próprio motor na Cadillac.

    Como compromisso para 2026, a FIA determinou que a taxa de compressão será medida com o motor frio e também a 130°C a partir de 1º de junho. Em 2027, a verificação passará a ser feita apenas com o motor quente.

    A busca por eficiência tornou-se eixo central das estratégias de corrida e explica a disputa por qualquer vantagem.

    A divisão quase igual entre combustão e bateria também altera o comportamento dos pilotos. Para aproveitar a energia extra, a F1 substituiu o DRS pelo MOM (Manual Override Mode), o “modo ultrapassagem”, que libera potência adicional do motor elétrico quando o piloto decide atacar ou defender posição.

    O DRS abria a asa traseira para reduzir arrasto e facilitar ultrapassagens. O MOM, ao contrário, exige gestão ativa da energia ao longo da volta, transferindo parte da decisão estratégica para o piloto.

    A mudança está alinhada ao objetivo do regulamento. “A FIA fez bastante trabalho para permitir que os carros voltem a se seguir mais de perto, algo que tinha sido perdido entre 2022 e 2025”, disse Symonds.

    Piloto de testes da Cadillac, Pietro Fittipaldi afirma que o novo pacote pode reforçar essa proposta. Segundo ele, os carros terão menos carga aerodinâmica e serão mais difíceis de controlar. “Isso pode criar situações mais interessantes para quem está assistindo”, afirmou. “Se os carros conseguirem andar mais próximos, a tendência é termos mais ultrapassagens e mais disputas diretas.”

    Para usar o novo recurso, porém, será preciso recuperar energia ao longo da volta, muitas vezes tirando o pé do acelerador ou freando para acionar o MGU-K. “A estratégia de usar energia vai afetar muito a pilotagem, e um piloto mais eficiente pode ter vantagem”, diz Fittipaldi.

    Por isso, a palavra “integração” domina o discurso técnico da pré-temporada, com a forma como motor e a aerodinâmica funcionarão como um conjunto. Equipes de fábrica tendem a levar vantagem, pois conhecem as dimensões exatas de seus motores e podem integrá-los de forma mais precisa ao chassi.

    Assim, 2026 é tratado como um recomeço para a F1, um ciclo em que os motores voltam ao centro da disputa.

    Novo regulamento atrai montadoras, exige mais dos pilotos e abre nova era na F1

  • Primeira Turma do STF tem unanimidade para manter Bolsonaro na Papudinha

    Primeira Turma do STF tem unanimidade para manter Bolsonaro na Papudinha

    Defesa pede prisão domiciliar citando as condições de saúde do ex-presidente; referendando decisão anterior, Moraes diz que instalações do presídio são suficientes

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) manteve nesta quinta-feira (5) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha.

    Os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia acompanharam o voto de Alexandre de Moraes.

    Na segunda-feira (2), o relator já havia negado o pedido de prisão domiciliar humanitária a Bolsonaro, apontando que o presídio tem estrutura suficiente para suprir as necessidades médicas do ex-presidente.

    O julgamento em plenário virtual se encerra nesta quinta-feira (5) e ocorre na Primeira Turma do STF, que depois da mudança de Luiz Fux para a Segunda Turma ficou com quatro ministros.

    A defesa do ex-presidente pede que o STF conceda a prisão domiciliar em caráter humanitário, considerando que Bolsonaro enfrentou uma série de procedimentos médicos e problemas de saúde nos últimos anos.

    Mais recentemente, o político teve crise de soluços e caiu dentro da cela na Superintendência da Polícia Federal. Anteriormente, passou por cirurgias de correção de hérnia inguinal e desobstrução do intestino -o quadro é consequência do atentado a faca durante a campanha eleitoral de 2018.

    Na decisão de segunda, Moraes aponta que Bolsonaro recebeu 144 atendimentos médicos na Papudinha entre 15 de janeiro e 27 de fevereiro. Também cita 13 sessões de fisioterapia, 33 sessões de atividades físicas e “visitas permanentes” de familiares sem necessidade de autorização judicial.

    Moraes traz à decisão o resultado de uma perícia médica da PF que nega quadro de depressão, aponta boas condições neurológicas, melhora no sono, e quadro clínico geral estável do ex-presidente. O laudo diz que, embora o quadro de saúde seja complexo, as condições de Bolsonaro não demandam cuidados em nível hospitalar.

    Por último, o ministro alude ao episódio em que Bolsonaro queimou com um ferro de solda sua tornozeleira eletrônica. “Desse modo, não se verifica a presença dos requisitos excepcionais para a concessão de prisão domiciliar humanitária, em face do descumprimento das medidas cautelares, dos atos concretos de tentativa de fuga e […] do resultado da perícia médica oficial.”

    Primeira Turma do STF tem unanimidade para manter Bolsonaro na Papudinha

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  • Trump quer estar envolvido na escolha do novo líder do Irã

    Trump quer estar envolvido na escolha do novo líder do Irã

    Donal Trump revelou querer estar envolvido na escolha do próximo líder do Irã, tal como fez na Venezuela. Rejeitou também a ideia do filho de Ali Khamenei, morto no fim de semana, ser o principal sucessor para o lugar do pai

    O presidente dos Estados Unidos revelou, esta quinta-feira (5), em uma conversa telefônica com o jornal Axios, que precisa de estar pessoalmente envolvido na escolha do próximo líder do Irã.

    “Estão perdendo tempo. O filho de Khamenei é um peso pluma. Preciso de estar envolvido na nomeação, assim como fiz com Delcy (Rodriguez) na Venezuela”, referiu na conversa que teria durado oito minutos. Vale lembrar que Mojtaba Khamenei emergiu como o principal candidato a suceder ao pai como líder supremo do Irã, após anos dedicados a forjar laços estreitos com a elite da Guarda Revolucionária e a construir influência no clero.

    “O filho de Khamenei é inaceitável para mim. Queremos alguém que traga harmonia e paz ao Irã”, disse Trump.

    Já à agência Reuters, repetiu a ideia, acrescentando: “queremos participar no processo de escolha da pessoa que vai liderar o Irã no futuro. Não precisamos estar repetindo isto a cada cinco anos… Alguém que seja ótimo para o povo, ótimo para o país”, disse, assumindo que ainda é muito cedo no processo.

    Ali Khamenei, líder supremo do Irã, governava o país desde 1989 quando foi morto em um bombardeamento, sábado, no início da ofensiva israelo-americana. O Conselho de Liderança Iraniano assume atualmente a liderança do país e ainda não foi anunciado um sucessor.

    O Irã encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também foram registados em Chipre e na Turquia.

    Desde o início do conflito, foram contabilizados mais de mil mortos, na maioria iranianos.

    Trump quer estar envolvido na escolha do novo líder do Irã

  • MPF abre investigação para apurar possíveis práticas de tortura no BBB 26

    MPF abre investigação para apurar possíveis práticas de tortura no BBB 26

    Investigação foca na dinâmica do “Quarto Branco” e em episódios de risco à saúde dos participantes durante o reality show, como com o ator Henri Castelli e a jornalista Ana Paula Renault

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil para apurar suspeitas de tortura e de tratamento desumano ou degradante no reality show Big Brother Brasil 26 (Globo). A informação para reportagem foi confirmada pelo próprio órgão.

    A decisão, assinada pelo procurador regional adjunto dos Direitos do Cidadão, Júlio Araújo, baseia-se em representações que apontam possíveis riscos à integridade física e psicológica dos participantes desta edição.

    Na denúncia são citadas duas crises convulsivas do ator Henri Castelli em uma prova do líder. Além disso, a dinâmica do “Exílio” -em que Breno e, depois, Alberto Cowboy ficaram na área externa da casa- e o “Quarto Branco”, que manteve participantes isolados por 120 horas com água e biscoito.

    Na decisão, o procurador afirma que a liberdade de criação das emissoras não pode servir de justificativa para violações de direitos fundamentais. Ele lembra ainda que, por operarem por concessão pública, as TVs devem respeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família, conforme o artigo 221 da Constituição.

    O MPF destaca que a proibição de tortura e de tratamentos degradantes é um princípio constitucional absoluto. Para o órgão, transformar o sofrimento alheio em entretenimento contraria o objetivo da República de construir uma sociedade justa e solidária.

    Nas redes sociais, internautas apontam a magreza extrema que a participante Ana Paula Renault vem apresentando na telinha. Grupo de participantes teriam combinado de deixar a sister sem comida e ela reclamou que ficou quase uma semana sem comer proteínas.

    Em manifestação preliminar no processo, a TV Globo afirmou que mantém assistência médica permanente aos participantes, com UTI móvel e protocolos de encaminhamento hospitalar. Sobre Henri Castelli, disse que ele recebeu atendimento adequado e foi levado a unidades de saúde externas em duas ocasiões.

    Como primeira diligência, o MPF pediu que a emissora apresente esclarecimentos detalhados sobre os pontos levantados pela Comissão de Mortos e Desaparecidos.

    A reportagem procurou a TV Globo para comentar a investigação. O texto será atualizado em caso de manifestação.

    MPF abre investigação para apurar possíveis práticas de tortura no BBB 26

  • Quebra de sigilo de Lulinha não revela ilegalidade e nem ligação com INSS

    Quebra de sigilo de Lulinha não revela ilegalidade e nem ligação com INSS

    Imprensa e extrema-direita pediram quebra do sigilo bancário do filho do presidente, mas nenhum valor sem origem ou ganhos ilegais foram encontrado nos registros financeiros de Fábio Luís, o Lulinha

    Após grande histeria alimentada por fake news de opositores do presidente Lula, dados reais vazados sobre os ganhos do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, mostram que a narrativa de uma suposta corrupção envolvendo o líder do PT não existe. 

    De acordo com os dados vazados pelo jornal ‘Metrópoles’, ‘O Globo’ e a ‘Folha de S. Paulo, dados bancários enviados à CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) apontam que Lulinha movimentou R$ 19,5 milhões em quatro anos. Foram R$ 9,774 milhões em entradas e R$ 9,758 milhões em saídas em quatro contas bancárias de Lulinha no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal de 3 de janeiro de 2022 até 30 de janeiro deste ano. Ou seja, não há nada atípico relacionado com movimentações de contas de uma empresa.

    Além disso, há também, entre os valores recebidos listados no documento, R$ 721 mil enviados pelo presidente Lula (PT). Desse total, R$ 384 mil foram pagos em 22 de julho de 2022. Outras duas transferências aconteceram em 27 de dezembro de 2023.

    Ganhos reais de Lulinha

    Ao longo de 2022, os pagamentos das empresas de Lulinha para suas contas bancárias pessoais somaram uma média de R$ 43 mil mensais. Em 2023, já com Lula no poder, os repasses foram de, em média, R$ 64,3 mil por mês. Em 2024, chegaram a uma média de R$ 100,8 mil mensais, e em 2025 caíram para R$ 54,5 mil ao mês.

    Advogados do filho do presidente afirmam que, “ao publicizar os dados sigilosos, a imprensa cita apenas fontes de renda legais e legítimas: a LLF Tech Participações e a G4 Entretenimento e Tecnologia, empresas legítimas com atuação legal e declarada; e rendimentos de aplicações”.

    Sobre as transferências de Lula para o filho, a defesa de Fábio Luís afirmou que são adiantamento de legítima herança aos filhos do presidente, devolução de custos arcados da época emergencial em que Lula esteve ilegalmente preso, ou de empréstimo à L.I.L.S. Palestras, da qual Lulinha possui cotas recebidas por herança.

    Os registros apontam que a maior parte do fluxo financeiro advém de rendimentos de investimentos e operações entre as próprias empresas de Fábio Luís, que atuam em setores de tecnologia e consultoria.

    PT rebate acusações

    Coordenador do governo na CPMI, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) disse que o vazamento ilegal do sigilo bancário de Lulinha “desmontou a narrativa construída por parlamentares da oposição” sobre o pagamento de uma “mesada” ao filho do presidente pelo Careca do INSS.

    STF X CPMI

    Nesta quarta (4), o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino decidiu suspender a quebra do sigilo bancário e fiscal da empresária Roberta Moreira Luchsinger, supostamente ligada ao ‘Careca do INSS’. A empresária foi citada como próxima ao filho do presidente apenas por conhecer outra pessoa com contato com a esposa de Lulinha.

    Flávio Dino suspendeu nesta quinta-feira (5) a quebra dos sigilos bancário e fiscal de todos os listados pela CPI mista do INSS, incluindo de Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.

     

    Quebra de sigilo de Lulinha não revela ilegalidade e nem ligação com INSS

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  • Petrobras registra lucro líquido de R$ 110,6 bilhões em 2025

    Petrobras registra lucro líquido de R$ 110,6 bilhões em 2025

    Os números refletem um ano de resultados considerados sólidos pela estatal; desempenho foi impulsionado pelo aumento da produção de óleo e gás

    A Petrobras registrou lucro líquido de R$ 110,6 bilhões em 2025, impulsionado principalmente pelo aumento da produção de petróleo e gás, e pela geração de caixa da empresa. O crescimento foi de 198,9% em relação a 2024.

    Segundo o relatório divulgado nesta quinta-feira (5), no quarto trimestre do ano passado o lucro foi de R$ 15,6 bilhões. Na comparação com o terceiro trimestre de 2025, houve aumento de 52,3%. 

    Os números refletem um ano de resultados considerados sólidos pela estatal, mesmo em um cenário de queda no preço internacional do petróleo. Em 2025, o barril do Brent registrou retração de cerca de 14% em relação ao ano anterior, fator que pressionou parte das receitas da companhia. 

    A Petrobras destacou que o desempenho foi sustentado pelo aumento da produção total de óleo e gás, que cresceu cerca de 11% no ano, além do avanço de novos projetos no pré-sal. O relatório menciona o início da operação de plataformas como o FPSO Almirante Tamandaré e o avanço de unidades em campos como Búzios e Mero.

    Outro indicador relevante foi o EBITDA ajustado, que alcançou R$ 244,3 bilhões em 2025, mostrando estabilidade em relação ao ano anterior, apesar da queda do Brent. O resultado foi parcialmente compensado pelo aumento do volume produzido e pela maior eficiência operacional.

    “Os resultados de 2025 comprovam a consistência da nossa estratégia, baseada em disciplina de capital, aumento de produção e eficiência operacional. Mesmo em um cenário de forte queda do Brent, geramos R$ 200 bilhões de caixa operacional no ano. Continuamos a apresentar um fluxo de caixa robusto, apoiado por projetos de qualidade que ampliam a produção, com alto retorno e rápida geração de caixa”, disse Fernando Melgarejo, diretor financeiro da Petrobras.

    Segundo a companhia, o desempenho operacional também contribuiu para um recorde nas exportações de petróleo no quarto trimestre, que chegaram a 999 mil barris por dia.

    No quarto trimestre, o lucro líquido atribuível aos acionistas da Petrobras foi de R$ 15,563 bilhões, abaixo do registrado no trimestre anterior, quando o resultado havia sido de R$ 32,7 bilhões. A variação foi influenciada por fatores como a oscilação cambial e mudanças no desempenho operacional ao longo do período.

    Além dos resultados financeiros, a Petrobras informou que pagou R$ 277,6 bilhões em tributos à União, estados e municípios em 2025 e distribuiu R$ 45,2 bilhões em proventos aos acionistas ao longo do ano.

    Petrobras registra lucro líquido de R$ 110,6 bilhões em 2025

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  • Messi visita Trump na Casa Branca junto com o elenco do Inter Miami

    Messi visita Trump na Casa Branca junto com o elenco do Inter Miami

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Liderados pelo argentino Lionel Messi, os jogadores do Inter Miami CF visitaram o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quinta-feira (5), na Casa Branca. O republicano recebeu o elenco da equipe para uma cerimônia após a conquista do título da MLS (Major League Soccer).

    Messi entrou no local do evento ao lado de Trump. Durante o discurso, o presidente americano relembrou ter visto o brasileiro Pelé atuar no país pelo New York Cosmos, clube que ajudou a popularizar o futebol por lá nos anos 1970.

    “Vocês vão me chamar de velho, mas eu vi o Pelé jogar, lembram? Ele jogava pelo Cosmos”, disse Trump.

    Em outro momento com os atletas, o presidente cometeu uma gafe ao se referir a Luis Suárez como “atacante brasileiro”. O uruguaio, que estava logo atrás do púlpito, reagiu com um sorriso.

    O encontro com Messi na Casa Branca ocorre pouco tempo depois da visita de outro astro do futebol. Em novembro de 2025, Trump recebeu Cristiano Ronaldo, que hoje atua na liga saudita, em um encontro ao lado do príncipe do país, Mohammed bin Salman.

    Donald Trump considera o Irã “um país gravemente derrotado”, e desvaloriza a possibilidade de vir a recusar participar na Copa do Mundo, que será organizado, de forma conjunta, por EUA, Canadá e México.

    Notícias ao Minuto Brasil | 20:12 – 05/03/2026

    Messi visita Trump na Casa Branca junto com o elenco do Inter Miami

  • Trump diz querer acabar com Irã primeiro e que Cuba é 'questão de tempo'

    Trump diz querer acabar com Irã primeiro e que Cuba é 'questão de tempo'

    “Queremos acabar com o Irã primeiro, mas Cuba é uma questão de tempo”, afirmou.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que uma operação contra Cuba é “uma questão de tempo”.

    “Queremos acabar com o Irã primeiro, mas Cuba é uma questão de tempo”, afirmou.

    A fala foi dita pelo republicano durante discurso para receber o time de futebol Inter Miami, campeão da Major League Soccer.

    Trump diz querer acabar com Irã primeiro e que Cuba é 'questão de tempo'

  • Dino suspende quebra de sigilo de Lulinha e outros alvos da CPI do INSS

    Dino suspende quebra de sigilo de Lulinha e outros alvos da CPI do INSS

    De acordo com o ministro, ainda, caso a CPI entenda ser o caso, pode deliberar novamente sobre o tema em relação a todos os alcançados. Ainda, o relator afirma que a medida não afeta as investigações conduzidas pela Polícia Federal.

    ANA POMPEU
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro STF Flávio Dino suspendeu nesta quinta-feira (5) a quebra dos sigilos bancário e fiscal de todos os listados pela CPI mista do INSS, incluindo de Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. A medida estende a decisão expedida favorável à empresária Roberta Moreira Luchsinger, assinada na quarta (4).

    De acordo com o ministro, ainda, caso a CPI entenda ser o caso, pode deliberar novamente sobre o tema em relação a todos os alcançados. Ainda, o relator afirma que a medida não afeta as investigações conduzidas pela Polícia Federal.

    “Por óbvio, esclareço que a decisão de ontem e a presente decisão não têm qualquer relação e não invalidam quebras de sigilo efetuadas na investigação da Polícia Federal, sob a supervisão do STF, em procedimentos próprios”, disse o relator.

    Com a decisão, o ministro considerou todas as petições que pediram extensão do entendimento dado no pedido da empresária prejudicadas.

    A comissão aprovou 87 requerimentos em 26 de fevereiro. As defesas questionaram a forma definida para a votação, feita em bloco.

    Na liminar desta quarta, Dino disse que “não é cabível o afastamento de direitos constitucionais no atacado”.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, inicialmente, a avaliação entre advogados era a de que a decisão do ministro, por entender que havia ilegalidade na quebra de sigilo de uma envolvida pelo modo como a sessão da CPI ocorreu, todos os requerimentos deveriam ter sido suspensos ao mesmo tempo.

    Depois da divulgação de informações pelo gabinete do relator segundo as quais a decisão foi específica para a empresária, os advogados passaram a produzir e protocolar os pedidos de extensão para os respectivos clientes.

    Além da defesa de Lulinha, ao menos as defesas do lobista Márcio Alaor, do economista e ex-CEO do Banco Master Augusto Ferreira Lima, da empresária e presidente do Palmeiras Leila Pereira, e da holding PKL One Participações, detentora do Credcesta, também pediram que Dino barre as quebras de sigilo contra eles.

    Nesta quinta, Dino afirmou que diferenciar as situações de citados pela CPI para as quebras geraria insegurança jurídica e “intermináveis debates tanto na seara administrativa (no Banco Central e na Receita Federal), quanto na judiciária”.

    “Como equivocadamente houve a votação ‘em globo’ em um único momento na Sessão do dia 26 de fevereiro de 2026, é impossível – inclusive em face do princípio lógico da não contradição – que o referido ato seja nulo para alguns e válido para outros”, disse.

    Dino suspende quebra de sigilo de Lulinha e outros alvos da CPI do INSS

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  • Bancos vão antecipar pagamento de R$ 32,5 bi ao FGC a partir deste mês

    Bancos vão antecipar pagamento de R$ 32,5 bi ao FGC a partir deste mês

    Serão 60 meses de adiantamento, totalizando R$ 32,5 bilhões destinados a recompor o caixa após os desembolsos com a liquidação do Banco Master. São duas modalidades de pagamento: parcela única, neste mês, ou três parcelas, com as últimas duas em 25 de abril e em 25 de maio.

    JÚLIA MOURA
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O conselho de administração do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) deliberou nesta quinta-feira (5) que a antecipação de contribuições ordinárias dos bancos ao fundo começará a ser feita em 25 de março.

    Serão 60 meses de adiantamento, totalizando R$ 32,5 bilhões destinados a recompor o caixa após os desembolsos com a liquidação do Banco Master. São duas modalidades de pagamento: parcela única, neste mês, ou três parcelas, com as últimas duas em 25 de abril e em 25 de maio.

    O valor sairá do depósito compulsório das instituições no Banco Central, de modo a minimizar o impacto no sistema financeiro. Compulsório é a fatia dos depósitos que cada banco deve deixar guardada no BC para assegurar sua liquidez e estabilidade.

    Para a instituição que escolher parcelar, há ainda uma contribuição extraordinária de 0,005% ao mês sobre os depósitos elegíveis tendo como com base os valores de abril de 2026 a ser recolhida até o 1º dia útil de junho.

    “A medida tem por finalidade assegurar a solidez patrimonial do FGC e garantir a plena capacidade de cumprimento de suas obrigações, em estrita observância à legislação vigente e às disposições estatutárias”, disse o fundo.

    Até esta quinta, o FGC já pagou R$ 38,4 bilhões em garantias a credores do conglomerado Master (Banco Master, Master de Investimento e Letsbank), o que representa 94% do montante a ser pago. Em termos de números de beneficiários da garantia no caso Master, como os investidores dos CDBs do banco, aproximadamente 675 mil credores já receberam os valores, correspondente a 87% do número total.

    Em relação ao Will Bank, o FGC estima que serão pagos R$ 6,3 bilhões em garantias. O pagamento foi iniciado em fevereiro para quem tem até R$ 1.000 a receber. A estes clientes, já foram pagos R$ 115 milhões, o que representa 65% do montante das antecipações a ser pago.

    Em termos de números de beneficiários, aproximadamente 935 mil credores já receberam os valores, correspondente a 15% do total de 6 milhões de pessoas que atendem aos requisitos para receber a antecipação da garantia.

    Já o Banco Pleno, também liquidado, tem uma base estimada de 160 mil credores com depósitos elegíveis ao pagamento da garantia, que somam R$ 4,9 bilhões.
    *
    O QUE É O FGC
    O FGC é uma associação civil, sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado. É ele que protege o brasileiro contra a falência de todas as instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central a funcionar no Brasil.

    O fundo foi criado em 1995, após autorização do Conselho Monetário Nacional (CMN), em meio a crise bancária que levou diversos bancos à falência. O seu objetivo final, além de garantir depósitos e investimentos até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, é dar estabilidade ao sistema financeiro.

    SÃO GARANTIDOS PELO FGC:
    depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio;
    poupança;
    depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado, como CDB e RDB
    depósitos mantidos em contas não movimentáveis por cheques destinadas ao registro e controle do fluxo de recursos referentes a prestação de serviços de pagamento de salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares;
    LC (letra de câmbio)
    LH (letra hipotecárias)
    LCI (letras de crédito imobiliário)
    LCA (letras de crédito do agronegócio)
    LCD (letras de crédito do desenvolvimento)
    operações compromissadas que têm como objeto títulos emitidos, após 8 de março de 2012, por empresa ligada.

    Bancos vão antecipar pagamento de R$ 32,5 bi ao FGC a partir deste mês

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