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  • Drones do Irã atingem porta-aviões dos EUA, diz mídia estatal de Teerã

    Drones do Irã atingem porta-aviões dos EUA, diz mídia estatal de Teerã

    A emissora estatal não forneceu detalhes sobre a afirmação. As forças iranianas já haviam declarado anteriormente ter atingido a embarcação americana, mas o Pentágono declarou na ocasião que os “mísseis lançados sequer chegaram perto”.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A emissora estatal iraniana afirmou nesta quinta-feira (5) que drones disparados pela Guarda Revolucionária do Irã atingiram o porta-aviões USS Abraham Lincoln, dos Estados Unidos, que participa da guerra operando no mar da Arábia, perto de Omã.

    A emissora estatal não forneceu detalhes sobre a afirmação. As forças iranianas já haviam declarado anteriormente ter atingido a embarcação americana, mas o Pentágono declarou na ocasião que os “mísseis lançados sequer chegaram perto”.

    As Forças Armadas americanas não se pronunciaram sobre essa nova afirmação.

    Durante os combates com os rebeldes pró-Irã do Iêmen, porta-aviões americanos tiveram de ser defendidos por suas escoltas e caças diversas vezes contra drones e mísseis, mas nunca houve um impacto.

    Além do Lincoln, a guerra é apoiada pelo grupo do porta-aviões USS Gerald R. Ford, que está na costa mediterrânea de Israel.
    Ainda nesta quinta, o estreito de Hormuz, o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã foram classificados como “zona de guerra” pelo setor marítimo, após uma reunião entre sindicatos e empregadores de todo o mundo. Essa designação concede direitos ampliados aos marinheiros, incluindo o de solicitar repatriação às custas das operadoras.

    Cerca de 20 mil marinheiros e 15 mil passageiros estão retidos no Golfo devido à guerra no Oriente Médio e à paralisação do estreito de Hormuz, afirmou à AFP o secretário-geral da OMI (Organização Marítima Internacional), o panamenho Arsenio Domínguez.

    A Guarda Revolucionária, força responsável pelas operações externas do Irã, afirmou na quarta-feira (4) ter o controle total de Hormuz, um corredor marítimo estratégico por onde passa um quinto do petróleo bruto mundial.

    Drones do Irã atingem porta-aviões dos EUA, diz mídia estatal de Teerã

  • Teorias da conspiração que provaram ser verdadeiras

    Teorias da conspiração que provaram ser verdadeiras

    Até o Dalai Lama está envolvido em muitas coisas polêmicas!

    A internet está cheia de teorias conspiratórias. Enquanto algumas podem soar como um completo absurdo, outras realmente se mostraram verdadeiras com o passar do tempo.

    Teorias da conspiração que provaram ser verdadeiras

  • Lula diz que PEC da Segurança combate crime, agradece a deputados por aprovação e pede análise do Senado

    Lula diz que PEC da Segurança combate crime, agradece a deputados por aprovação e pede análise do Senado

    Lula diz que PEC da Segurança combate crime, agradece a deputados por aprovação e pede análise do Senado

    CAIO SPECHOTO
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quinta-feira que a PEC (proposta de emenda à Constituição) da Segurança Pública prepara o Brasil “para combater de forma ainda mais firme e eficaz o crime organizado”.

    O chefe do governo agradeceu ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e os demais deputados pela aprovação da proposta na Casa. O texto foi votado na noite de quarta-feira (4). Lula também disse que o Senado será sensível à importância da proposta, em um pedido indireto para que os senadores também aprovem o projeto rapidamente.

    “A aprovação da PEC da Segurança Pública pela Câmara dos Deputados na noite de ontem, quando a grande maioria dos parlamentares aprovou o projeto que teve origem em nosso governo, prepara o país para combater de forma ainda mais firme e eficaz o crime organizado”, declarou Lula em seu perfil no X, antigo Twitter.

    “Agradeço ao presidente Hugo Motta e a todos os líderes e parlamentares que contribuíram para essa conquista. Estou certo de que o Senado, que agora analisará o texto, será sensível à importância deste tema para todas as famílias brasileiras”, disse o presidente da República.

    Lula mencionou na postagem algumas das mudanças promovidas pelo projeto. “Com o Sistema Único de Segurança Pública garantido na Constituição, Estados, Municípios e a União terão melhores condições para atuar de modo conjunto, eficiente e organizado, assim como agem hoje no SUS. E contarão com mais orçamento para isso, com recursos provenientes das Bets”, afirmou o petista.

    O chefe do governo também citou a transformação das guardas civis em polícias municipais. O texto possibilita que cidades menores tenham corporações próprias. A regra que vigora hoje só permite a criação de órgãos do tipo em cidades com mais de 100 mil habitantes.

    O petista ainda mencionou que a Polícia Federal “estará ainda mais presente na repressão às facções criminosas e milícias privadas”.
    O relator do projeto na Câmara, deputado Mendonça Filho (União-PE), disse que a expectativa é quadruplicar o valor destinado à segurança pública quando o texto estiver em vigor.

    O texto foi levado ao plenário após uma longa negociação entre Mendonça Filho, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o governo federal.

    Como parte do acordo, foi retirada da proposta a previsão de plebiscito sobre a maioridade penal, tema que deverá ser discutido em uma PEC separada. A alteração não contou com o apoio da oposição, que afirmou que obstruiria a votação, mas isso não se concretizou.

    A proposta é uma das principais apostas do governo federal para melhorar a percepção do eleitorado sobre as ações estatais em relação à segurança pública.

    Lula, que disputará a reeleição em outubro, busca encaixar um discurso sobre o tema que reverbere positivamente junto ao eleitorado.

    As forças políticas de esquerda, lideradas pelo presidente da República, tiveram dificuldade para debater o assunto publicamente nas últimas décadas. Enquanto isso, diversos políticos de direita, adversários do petista, conseguiram ganhar notoriedade com falas linha-dura sobre o tema.

    É consenso no mundo político que a segurança pública deverá ser um dos principais assuntos da disputa presidencial deste ano. O provável principal adversário de Lula é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

    Lula diz que PEC da Segurança combate crime, agradece a deputados por aprovação e pede análise do Senado

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  • Israel ordena retirada de civis e causa pânico em Beirute

    Israel ordena retirada de civis e causa pânico em Beirute

    Após os últimos ataques contra o Hezbollah, que deixaram 102 mortos, de acordo com o Ministério de Saúde libanês, as forças israelenses vêm ampliando bombardeios na região sul da cidade, que está se tornando um novo palco do conflito no Oriente Médio.

    SIDNEY FONTINELE
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Milhares de pessoas estão tentando fugir de Beirute depois que o Exército de Israel emitiu ordens de retirada para a população da capital do Líbano nesta quinta-feira (5).

    Após os últimos ataques contra o Hezbollah, que deixaram 102 mortos, de acordo com o Ministério de Saúde libanês, as forças israelenses vêm ampliando bombardeios na região sul da cidade, que está se tornando um novo palco do conflito no Oriente Médio.

    Logo em seguida à emissão da ordem de retirada nas redes sociais, as ruas de Beirute ficaram congestionadas com carros buzinando enquanto moradores em pânico tentavam fugir da área conhecida como Dahiya, um aglomerado densamente povoado de bairros onde o Hezbollah há muito tempo exerce influência.

    A milícia disparou foguetes contra o norte de Israel no início desta semana, desencadeando a mais recente rodada de combates.

    “Acabei de ver a mensagem, mas não tenho para onde ir”, disse ao jornal The New York Times Amir Hattoum, um dos milhares que tentavam partir. Ele havia atravessado ruas secundárias em sua moto.

    Israel vem atacando partes de Dahiya desde segunda-feira (2), mas um ministro israelense de alto escalão, em um vídeo divulgado na quinta-feira nas redes sociais, ameaçou destruir totalmente a área.
    “Dahiya vai ficar igual a Khan Younis”, disse o ministro das  Finanças de Israel, o extremista Bezalel Smotrich, referindo-se à cidade em Gaza que foi devastada durante a campanha de bombardeio israelense. “Vocês queriam nos dar o inferno, mas trouxeram o inferno sobre vocês mesmos.”

    O exército israelense disse que as pessoas deveriam se dirigir ao norte ou leste da cidade, mas não deveriam ir para o sul, pois isso poderia “colocar suas vidas em perigo”. Nos últimos dias, o exército israelense emitiu amplos alertas de retirada de civis em todo o sul do Líbano, levantando preocupações de que possa estar prestes a lançar uma invasão terrestre.

    Muitas das centenas de milhares de pessoas que vivem em Dahiya já haviam deixado suas casas nos últimos dias, após Israel começar a realizar ataques aéreos na região.

    Muitos moradores se refugiaram nos prédios do governo e escolas que as autoridades converteram em abrigos improvisados, mas, com espaço limitado, alguns foram forçados a dormir em seus carros ou na rua.

    “Não há mais lugar seguro no Líbano”, disse Fatima Ibrahim ao The New York Times, que estava preparando o almoço em um dos abrigos quando a ordem de evacuação foi emitida. Ela disse que largou tudo e fugiu, juntando-se às multidões que lotavam as ruas enquanto as pessoas corriam em todas as direções. A Sra. Ibrahim planejava tentar chegar ao litoral da cidade, disse ela, esperando que pudessem estar mais seguros lá.

    Alertas de evacuação tão abrangentes como estes não foram emitidos durante a guerra mais recente entre Israel e Hezbollah, que terminou com um frágil cessar-fogo em novembro de 2024. A medida deixou muitos temendo o que pode vir a seguir.

    “Estamos com medo”, desabafou Ibrahim. “Para onde devemos ir?”

    Israel ordena retirada de civis e causa pânico em Beirute

  • Guerra no Irã ameaça exportação de grãos e suprimento de fertilizantes do Brasil

    Guerra no Irã ameaça exportação de grãos e suprimento de fertilizantes do Brasil

    O Oriente Médio é um dos maiores produtores mundiais de fertilizantes, enquanto o estreito de Hormuz é uma rota marítima crucial para as exportações. Cerca de 35% das exportações globais de ureia passam por essa via navegável, segundo dados do grupo CRU. A ureia é o fertilizante nitrogenado mais utilizado no mundo.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Os agricultores brasileiros podem ser afetados pela escalada do conflito no Oriente Médio, de acordo com analistas e dados de mercado que mostram que a região é um destino fundamental para as exportações agrícolas do Brasil e um importante fornecedor de fertilizantes como a ureia.

    O Oriente Médio é um dos maiores produtores mundiais de fertilizantes, enquanto o estreito de Hormuz é uma rota marítima crucial para as exportações. Cerca de 35% das exportações globais de ureia passam por essa via navegável, segundo dados do grupo CRU. A ureia é o fertilizante nitrogenado mais utilizado no mundo.

    A escalada do conflito entre Estados Unidos e o Irã, que também tem envolvido países vizinhos na região, pode provocar cancelamentos de contratos de grãos e escassez de fertilizantes no Brasil, que é altamente dependente de importações, devido às interrupções no tráfego marítimo pelo estreito de Hormuz.

    Os exportadores estão avaliando se devem descarregar cargas de grãos em Omã para evitar problemas no golfo Pérsico, segundo a consultoria Argus.

    “Ainda não há clareza se essa opção é viável, porém a alternativa seria o cancelamento dos embarques”, disse a Argus à Reuters. “Também ainda é incerto se todos os volumes poderiam seguir de Omã até seus destinos finais por caminhão ou ferrovia”.

    Cargas a granel, como milho, entram na região pelo estreito de Hormuz, afirmou Arthur da Anunciação Neto, sócio-diretor da Alphamar Agência Marítima.

    Pelo local também passa cerca de 45% da produção mundial de enxofre, ingrediente essencial na produção de fertilizantes fosfatados, além de volumes significativos de amônia, componente fundamental para fertilizantes nitrogenados. Por isso, há uma preocupação com o tráfego em Hormuz.

    Os preços dos fertilizantes já subiram acentuadamente. A ureia granulada no Oriente Médio aumentou cerca de US$ 130 (R$ 678,39), para algo entre US$ 575 e US$ 650 (entre R$ 3.000,58 e R$ 3.391,96) por tonelada desde sexta-feira (27), enquanto os preços de exportação do Egito subiram cerca de US$ 125 (R$ 652,30) para cerca de US$ 610 a US$ 625 (entre R$ 3.183,22 e R$ 3.261,50) por tonelada no mesmo período, segundo a Argus.

    Os contratos futuros de amônia na Europa também dispararam, com uma carga de 1.000 toneladas para abril sendo negociada a US$ 725 (R$ 3.783,34) por tonelada -cerca de US$ 130 (R$ 678,39) a mais do que quando o contrato foi negociado pela última vez, em meados de fevereiro.

    As ameaças à navegação em águas cada vez mais perigosas aumentaram o custo do seguro marítimo, declarou Neto. Dez navios estavam programados para partir para o Irã com mais de 600 mil toneladas de soja e farelo de soja brasileiros, segundo dados da Alphamar. Neto ressaltou que essas cargas, dependendo das circunstâncias, podem ser desviadas para outros destinos.

    O Irã foi o principal destino das exportações de milho do Brasil no ano passado, comprando cerca de 9 milhões de toneladas, ou aproximadamente 20% dos embarques. A maior parte do milho brasileiro é embarcada no segundo semestre do ano.

    ROTAS DE NAVEGAÇÃO CRIATIVAS

    Os produtores de fertilizantes do Oriente Médio, especialmente o Irã, também são fornecedores importantes para os agricultores brasileiros.

    Dados da consultoria Agrinvest mostram que o Brasil supriu 100% de suas necessidades de ureia com importações em 2025. Estima-se que 41% dessas importações, ou quase 3 milhões de toneladas, passaram pelo estreito de Hormuz antes de chegar ao Brasil, segundo os dados.

    Francisco Vieira, sócio-diretor da consultoria Agroconsult, afirmou que a guerra provavelmente restringirá o fornecimento de ureia e aumentará os preços no curto prazo. “Do Irã não deve vir nada…Não se sabe se as fábricas estão sendo atingidas”, afirmou.

    Dados do governo brasileiro mostraram 7,7 milhões de toneladas de importações de ureia no ano passado, com remessas do Irã representando menos de 2,5%. No entanto, estimativas privadas sugerem que o Irã seja a origem de cerca de 1,3 milhão a 1,4 milhão de toneladas das importações brasileiras anuais.

    As remessas do Irã são frequentemente encaminhadas via Omã devido às sanções dos EUA que afetam pagamentos internacionais envolvendo contrapartes iranianas.

    Tomás Pernías, analista de Inteligência de Mercado da StoneX, acrescentou que dependendo do país, seria possível pensar em rotas que ficam mais afastadas do estreito de Hormuz, como alternativa.

    PROBLEMAS À VISTA

    Um conflito prolongado pode afetar as entregas de fertilizantes antes do ciclo de plantio da safra 2026/27 do Brasil, que começa em setembro. Thamires Cateli, fundadora da consultoria e corretora Hudie Consulting, disse que a guerra no Irã fez com que os vendedores retirassem suas listas de preços de ureia esta semana, interrompendo o comércio global.

    Alguns países podem substituir parte dos embarques de ureia iraniana para o Brasil, mas esses efeitos indiretos ainda não estão claros.

    O Egito, que responde por cerca de 8% da oferta global, depende do fornecimento de gás natural de Israel para sua produção, que também pode estar ameaçado, disse Françoso.

    A China, outro grande produtor de fertilizantes, vem reduzindo as exportações nos últimos anos para abastecer seu mercado interno. 

    A Rússia, que representou cerca de 16% do fornecimento global de ureia em 2024, também poderia suprir essa lacuna.

    No entanto, ataques com drones, como o ocorrido contra uma fábrica de fertilizantes na região russa de Smolensk no mês passado, mostram riscos a cadeias alternativas de fornecimento de insumos como ureia.

    Guerra no Irã ameaça exportação de grãos e suprimento de fertilizantes do Brasil

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  • Netanyahu decidiu matar Khamenei em novembro passado

    Netanyahu decidiu matar Khamenei em novembro passado

    O ataque, contudo, estava previsto para ocorrer em meados deste ano, e foi adiantado devido à evolução da crise entre EUA e Irã.

    IGOR GIELOW
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ministro Israel Katz (Defesa) disse que a decisão do Estado judeu de atacar e matar o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi tomada em novembro do ano passado. “Em novembro, nós nos reunimos com o primeiro-ministro [Binyamin Netanyahu] e ele estabeleceu a meta de eliminar Khamenei”, afirmou ao canal de TV israelense N12.

    O ataque, contudo, estava previsto para ocorrer em meados deste ano, e foi adiantado devido à evolução da crise entre EUA e Irã.

    Netanyahu decidiu matar Khamenei em novembro passado

  • Morre Ana Luisa Peluffo, atriz das novelas 'Marimar' e 'Carinha de Anjo'

    Morre Ana Luisa Peluffo, atriz das novelas 'Marimar' e 'Carinha de Anjo'

    A informação foi confirmada por seus familiares à imprensa mexicana. “Ela faleceu em paz em seu rancho em Jalisco, na companhia de seus entes queridos. As cerimônias fúnebres foram realizadas de forma íntima e privada, em respeito à sua vontade”, afirmou o comunicado familiar, divulgado pelo canal de TV Las Estrellas.

    LONDRINA, PR (UOL/CBS NEWS) – Morreu na manhã desta quarta-feira (4) a atriz mexicana Ana Luisa Peluffo, aos 96 anos de idade.

    A informação foi confirmada por seus familiares à imprensa mexicana. “Ela faleceu em paz em seu rancho em Jalisco, na companhia de seus entes queridos. As cerimônias fúnebres foram realizadas de forma íntima e privada, em respeito à sua vontade”, afirmou o comunicado familiar, divulgado pelo canal de TV Las Estrellas.

    Ana Luisa morreu enquanto dormia, segundo a também atriz Leticia Perdigón. “Foi uma morte muito tranquila”, informou a colega ao programa local Hoy.

    Peluffo participou em vida de várias novelas da Televisa, como “Marimar” (1994) e “Carinha de Anjo” (2000). “Maria Isabel” (1997), “Laços de Amor” (1995) e “Serafim” (1999) foram outros folhetins em que esteve presente.

    Morre Ana Luisa Peluffo, atriz das novelas 'Marimar' e 'Carinha de Anjo'

  • F1 adota combustível sustentável, mas ‘era verde’ esbarra em calendário global

    F1 adota combustível sustentável, mas ‘era verde’ esbarra em calendário global

    GABRIELE KOGA
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em 2026, a F1 dá mais um passo para reduzir suas emissões de carbono. Neste ano, a principal categoria do automobilismo mundial implementa mudanças no regulamento técnico e inclui a adoção de combustível 100% sustentável e a reformulação das unidades de potência, que passam a ter participação ainda maior da energia elétrica. O objetivo faz parte da meta de zerar as emissões líquidas até 2030.

    As medidas entram em vigor em mais uma edição com 24 corridas, espalhadas por quatro continentes. Ao mesmo tempo em que mantém seu alcance global, a categoria encara o desafio de reduzir o seu impacto ambiental diante de sua complexa logística intercontinental.

    A abertura será neste fim de semana, com o GP da Austrália. A largada será na madrugada de sábado (7) para domingo (8), à 1h (de Brasília).

    O combustível desenvolvido para 2026 substitui o E10 -fórmula feita com 90% gasolina e 10% etanol, usado desde 2022. A atual composição será produzida de forma sintética pela captura de carbono, retirada diretamente do ar ou de emissões industriais, resíduos urbanos e biomassa não alimentar, ou seja, matéria orgânica não destinada ao consumo humano.

    “Ao contrário da gasolina convencional, que é produzida por meio do refino do petróleo bruto, esses componentes são fabricados convertendo as matérias-primas sustentáveis em moléculas de combustível por meio de processos químicos delicados”, explica um porta-voz da Aramco, empresa fornecedora de lubrificantes à equipe Aston Martin.

    Segundo a Aramco, que também produziu o combustível sustentável usado na F2 e na F3, categorias de acesso à F1, no ano passado, o principal desafio foi identificar componentes que atendam aos critérios de sustentabilidade determinados pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) para a F1.

    “Cada componente pode ter seu próprio processo de produção único, adaptado à matéria-prima específica utilizada, e a mistura final de combustível deve cumprir os limites de emissões de gases de efeito estufa”, diz a fornecedora.

    Até então, o custo do combustível usado era contabilizado como parte do limite orçamentário que as equipes apresentavam à FIA. Com o aumento nos custos de pesquisa e produção das novas fórmulas, essa despesa deixa de integrar o teto anual de gastos.

    De acordo com a F1, o combustível foi projetado para substituir equivalentes fósseis sem necessidade de adaptações nos motores, o que permite seu uso em veículos de rua.

    A categoria também dá destaque à eletrificação dos motores, que aumenta de forma significativa e passa a dividir quase igualmente a entrega de potência com o motor a combustão.

    O brasileiro Pietro Fittipaldi, piloto de testes da Cadillac, explica que a mudança impacta a pilotagem e as estratégias de corrida.

    “A estratégia de como usar o acelerador e a energia ao longo da volta também vai ser muito diferente do que era no passado. Antes, era algo como 75% da potência vindo do motor a combustão e 25% da bateria. Agora, virou mais ou menos 50% a 50%”, conta Fittipaldi.
    Na prática, as equipes terão de rever abordagens tanto para voltas de classificação quanto para a corrida, já que a energia elétrica precisa ser gerenciada e recarregada.

    “Isso afeta bastante a forma como o piloto conduz o carro, já que ele pode ser mais eficiente no uso de energia ao longo da volta. Durante a corrida, isso pode se acumular. Um piloto que é mais inteligente na estratégia pode ganhar vantagem. A gente viu isso bem cedo no simulador e já começou a entender o que é mais importante para maximizar o potencial do carro”, explica.

    Se dentro da pista a meta é reduzir emissões e aumentar eficiência, fora dela o desafio é logístico. A temporada 2026 terá 24 etapas distribuídas na América, Europa, Ásia e Oceania. O transporte de carros, peças, estruturas de hospitalidade e equipamentos de transmissão envolve operações aéreas e marítimas de grande escala.

    Embora a F1 tenha tentado otimizar rotas -como a reorganização de etapas na América do Norte, aproximando Canadá e Miami-, o modelo de um calendário extenso e intercontinental impõe limites práticos à redução de emissões.

    No caso do Autódromo de Interlagos, que recebe a 21ª etapa do calendário, a operação aérea parte do México, sede da corrida anterior. “De lá, chegam oito aviões cargueiros com os materiais mais nobres, como carros e motores, no aeroporto de Viracopos, em Campinas”, explica Regina Yazbek, da Célere Intralogística, empresa responsável pela operação do GP São Paulo.

    “Para cada voo, são utilizadas entre 14 e 16 carretas. No total, de Viracopos até Interlagos, realizamos entre 115 e 120 viagens.”

    Além da ponte aérea, há também a carga marítima, que chega cerca de três semanas antes do evento. “São 600 toneladas transportadas em navios que atracam no porto de Santos, vindos de diferentes regiões, como Singapura e Europa”, afirma Yazbek.

    F1 adota combustível sustentável, mas ‘era verde’ esbarra em calendário global

  • Taxa de informalidade cai no mercado de trabalho, mostra IBGE

    Taxa de informalidade cai no mercado de trabalho, mostra IBGE

    Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (Pnad Contínua) divulgados nesta quinta-feira (5) pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    A taxa de informalidade atingiu no trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 o menor patamar desde o trimestre encerrado em julho de 2020, registrando 37,5%, o que representa 38,5 milhões de trabalhadores informais. 

    No trimestre móvel anterior, tinha registrado 37,8%, e no mesmo trimestre de 2024, 38,4%. 

    Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (Pnad Contínua) divulgados nesta quinta-feira (5) pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

     

    A coordenadora da Pnad Contínua, Adriana Beringuy, disse que a informalidade vem em queda desde 2022, com aceleração da trajetória a partir de 2023. 

    A explicação para a queda nesse trimestre, segundo a coordenadora, é a associação da retração da taxa com a tendência de queda do emprego sem carteira no setor privado, além da expansão da cobertura de registro no CNPJ dos trabalhadores por conta própria.

    Embora tenha ressalvado que em 2020 a informalidade registrou queda significativa por causa da pandemia, porque as pessoas pararam de trabalhar, Adriana Beringuy avalia que o momento atual é o de melhor qualidade do emprego existente em toda a série do IBGE.

    “Se eu tirar a observação da pandemia, sim [esse], é o menor indicador de taxa de informalidade da série comparada”, disse durante entrevista para a apresentação dos dados.

    O menor patamar da informalidade no emprego foi em junho de 2020, de 36,6%.

    De acordo com Adriana Beringuy, a retração mais importante foi o segmento dos sem carteira de trabalho. 

    Atualmente a população ocupada do mercado de trabalho brasileiro segue estável como um todo, e seu ramo informal, embora também estável, visto que não chega a ter uma variação tão intensa, reduz um pouco mais. 

    Na avaliação da coordenadora, esse comportamento vai refletir mais adiante na elevação do rendimento do trabalhador.

    “Essa composição tem permitido uma manutenção do rendimento do trabalhador em patamar mais elevado, justamente porque além de preservar quantitativamente os ganhos observados em 2025, entra no ano de 2026 com uma composição que assegura a manutenção do rendimento do trabalho que ficou em R$ 3.652”, explicou.

    Conforme a pesquisa, o rendimento real habitual de todos os trabalhos chegou a R$ 3.652, o mais alto da série, com aumento de 2,8% no trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026, e de 5,4% na comparação anual. 

    Carteira assinada

    O número de empregados no setor privado com carteira assinada, que exclui trabalhadores domésticos, ficou em 39,4 milhões, o que significa estabilidade no trimestre e avanço no ano de 2,1%, ou seja, mais 800 mil pessoas com carteira assinada. 

    Também ficou estável tanto no trimestre quanto no ano o total de empregados sem carteira no setor privado, que chegou a 13,4 milhões.

    A estabilidade no trimestre está presente também no contingente de trabalhadores por conta própria, com 26,2 milhões, mas na comparação anual avançou 3,7%, ou mais 927 mil pessoas. 

    O número de trabalhadores domésticos (5,5 milhões) também ficou estável no trimestre, no entanto, apresentou recuo de 4,5% no ano, com menos 257 mil pessoas. 

    Para a coordenadora do Pnad, os indicadores são bastante coerentes, e as grandes formas de inserção na ocupação, seja com carteira de trabalho, sem carteira e por conta própria, operam na estabilidade, apesar de estarem em alta na comparação anual.

    “Dado que a população ocupada agora é muito maior do que há um ano, todas essas formas de inserção no confronto anual se mostram crescentes significativamente”, disse.

    Grupamento

    Entre os grupamentos de atividade, frente ao trimestre anterior, houve aumento de 2,8% no total de ocupados nos segmentos de Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas, ou seja, mais 365 mil pessoas e de 3,5% em Outros Serviços, ou mais 185 mil pessoas. 

    A indústria geral ficou em sentido contrário e apresentou recuo de 2,3%, menos 305 mil pessoas.

    Na comparação anual, avançaram os grupamentos de Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas com 4,4% ou mais 561 mil pessoas.

    O grupamento Administração pública, Defesa, Seguridade Social, Educação, Saúde Humana e Serviços Sociais subiu 6,2%, ou mais 1,1 milhão de pessoas. 

    O grupamento de Serviços Domésticos registrou queda de 4,2%, ou menos 243 mil pessoas.

    Pesquisa

    De acordo com o IBGE, a Pnad Contínua é a principal pesquisa sobre a força de trabalho do Brasil, e abrange 211 mil domicílios espalhados por 3.500 municípios visitados a cada trimestre.

    Cerca de 2 mil entrevistadores trabalham nessa pesquisa, integrados às mais de 500 agências do IBGE em todo o país. 

    A partir de 17 de março de 2020, por causa da pandemia da covid-19, o IBGE adotou a coleta de informações da pesquisa por telefone. Em julho de 2021, voltou à forma presencial. 

    Taxa de informalidade cai no mercado de trabalho, mostra IBGE

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  • Lulinha movimentou quase R$ 20 milhões em quatro anos

    Lulinha movimentou quase R$ 20 milhões em quatro anos

    As informações foram divulgadas pelo portal Metrópoles e confirmadas pela Folha.

    CAIO SPECHOTO E LUCAS MARCHESINI
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, movimentou R$ 19,5 milhões em quatro anos, de acordo com seus dados bancários enviados à CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

    As informações foram divulgadas pelo portal Metrópoles e confirmadas pela Folha.

    Ao todo, foram R$ 9,774 milhões em entradas e R$ 9,758 milhões em saídas de uma conta de Lulinha no Banco do Brasil entre 3 de janeiro de 2022 e 30 de janeiro deste ano.

    Entre os valores recebidos estão R$ 721 mil de seu pai, o presidente Lula (PT). Desse total, R$ 384 mil foram pagos em 22 de julho de 2022. Outras duas transferências aconteceram em 27 de dezembro de 2023.

    A maior parte do dinheiro que entrou na conta de Lulinha vem dos rendimentos de duas empresas que ele possuí, a LLF Tech Participações e G4 Entretenimento e Tecnologia. Foram R$ 2,3 milhões em movimentações com a primeira e R$ 772 mil com a segunda.

    O dono do sítio em Atibaia frequentado por Lula, Jonas Suassuna Filho, recebeu R$ 704 mil em parcelas mensais de R$ 10 mil.
    A defesa de Lulinha afirmou que “o vazamento [da quebra do seu sigilo] configura crime grave, que está sendo imediatamente comunicado a todas as autoridades competentes”. “Não pouparemos esforços para apurar e punir os responsáveis”, afirmou.

    Os advogados de Lulinha disseram ainda que é impossível avaliar a existência, veracidade ou detalhamento das informações porque não tiveram acesso aos documentos recebidos pela CPI.

    “Ao publicizar os dados sigilosos, a imprensa cita apenas fontes de renda legais e legítimas: a LLF Tech Participações e a G4 entretenimento e tecnologia, empresas legítimas com atuação legal e declarada; e rendimentos de aplicações do próprio Fábio Luís Lula da Silva”, continua a nota.
    Sobre as transferências de Lula para o filho, a defesa de Lulinha afirmou que são “adiantamento de legítima herança aos filhos do presidente, devolução de custos arcados por Fábio Luís da época emergencial em que Lula esteve ilegalmente preso, ou de empréstimo à L.I.L.S. Palestras, da qual Fábio Luís possui cotas recebidas por herança”.

    Já os pagamentos para Jonas Leite Suassuna Filho seriam do aluguel da casa em São Paulo onde Lulinha morava e para Kalil Bittar corresponderiam às cotas que ele possuía na empresa G4.

    “Todos os movimentos e bens são registrados e declarados ao fisco, resultados de atuação legítima, ou mesmo de recebimento da herança de sua mãe, Dona Marisa”, apontou.

    Lulinha movimentou quase R$ 20 milhões em quatro anos

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