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  • Brasil fica entre os 10 países mais violentos do mundo em ranking; veja lista

    Brasil fica entre os 10 países mais violentos do mundo em ranking; veja lista

    Letalidade, perigo para civis, difusão geográfica e número de grupos armados foram os indicadores avaliados na pesquisa

    O Brasil está entre os 10 países mais violentos do mundo, de acordo com o Índice de Conflito da instituição Armed Conflict Location & Event Data (Acled), divulgado nesta quinta-feira, 11.

    A Acled é uma organização sem fins lucrativos e independente que monitora, avalia e mapeia dados sobre conflitos e protestos. Ela recebe apoio financeiro do Fundo de Análise de Riscos Complexos da Organização das Nações Unidas (ONU).

    O ranking analisa a intensidade dos conflitos em todos os países do mundo com base em quatro indicadores: letalidade, perigo para civis, difusão geográfica e número de grupos armados.

    Veja a lista:

    1 – Palestina

    2 – Mianmar

    3 – Síria

    4 – México

    5 – Nigéria

    6 – Equador

    7 – Brasil

    8 – Haiti

    9 – Sudão

    10 – Paquistão

    O levantamento lista as 50 nações com os níveis de violência mais severos e classifica a situação como extrema, de alta intensidade ou turbulenta. Os dados foram colhidos entre 1º de dezembro de 2024 e 28 de novembro de 2025.

    O Brasil aparece na sétima posição, com um conflito classificado como extremo – atrás até da Ucrânia, que enfrenta uma guerra contra a Rússia desde 2022. Segundo o índice, nos últimos doze meses, o Brasil registrou 9.903 eventos de violência política – expressão usada pela Acled para definir o uso da força por um grupo com propósito ou motivação política, social, territorial ou ideológica, incluindo violência contra civis e força excessiva contra manifestantes, por exemplo.

    Apesar do resultado negativo, o País caiu uma posição em relação ao levantamento do ano passado. A instituição aponta que a violência de gangues foi um dos fatores que alimentou os conflitos no Brasil.

    O mesmo motivo se repete no Haiti, no México e, principalmente, no Equador, que subiu 36 posições em apenas um ano, com mais de 50 grupos armados envolvidos ativamente em atos de violência no período, incluindo quase 40 gangues. “Mais da metade dessas gangues estiveram envolvidas nos mais de 2,5 mil ataques contra civis”, afirma a Acled.

    Praticamente todas as pessoas na Palestina foram expostas à violência, o que fez do território o pior classificado na lista. “A Palestina também apresenta o conflito geograficamente mais difuso, o que significa que a Acled registra altos níveis de violência em quase 70% da [Faixa de] Gaza e da Cisjordânia”, disse a organização. Em letalidade, a região só perde para a Ucrânia e o Sudão. Em segundo lugar no ranking geral está Mianmar, seguido por Síria, México e Nigéria.

    No geral, os conflitos se mantiveram em níveis estáveis ??nos últimos 12 meses, com 204.605 eventos registrados no período, contra 208.219 eventos no levantamento anterior. “Esses eventos violentos resultaram – em uma estimativa conservadora – em mais de 240 mil mortes”, aponta a Acled.

    O ranking é feito com base em dados coletados quase em tempo real pela organização, em mais de 240 países e territórios, ao longo dos 12 meses anteriores à análise.

    A Acled também listou 10 países e regiões que, segundo suas projeções, enfrentarão conflitos armados, instabilidade política e emergências humanitárias em 2026. Entre eles estão a América Latina e o Caribe, devido à crescente pressão dos Estados Unidos na região, o que pode alimentar uma maior militarização da segurança e da violência no ano que vem.

     

    Brasil fica entre os 10 países mais violentos do mundo em ranking; veja lista

  • Gleisi: retirada das sanções dos EUA contra Moraes é grande vitória do Brasil e de Lula

    Gleisi: retirada das sanções dos EUA contra Moraes é grande vitória do Brasil e de Lula

    Governo dos Estados Unidos retirou Alexandre de Moraes e a esposa, Viviane Barci, da lista de sanções da Lei Magnitsky

    A ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Gleisi Hoffmann, afirmou nesta sexta-feira, 12, que a retirada das sanções da Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e a esposa dele, a advogada Viviane Barci de Moraes, foi uma vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração da ministra foi feita no X minutos após a retirada da medida ser publicada no site do Tesouro americano.

    “A retirada das sanções dos EUA contra o ministro Alexandre de Moraes é uma grande vitória do Brasil e do presidente Lula. Foi Lula quem colocou esta revogação na mesa de Donald Trump, num diálogo altivo e soberano”, disse Gleisi.

    A ministra da SRI disse ainda que a retirada das sanções foi uma derrota para a família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ela ainda chamou o clã de “traidores que conspiraram contra o Brasil e contra a Justiça”.

    Gleisi: retirada das sanções dos EUA contra Moraes é grande vitória do Brasil e de Lula

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  • Eduardo lamenta suspensão de sanção contra Moraes e fala em oportunidade perdida

    Eduardo lamenta suspensão de sanção contra Moraes e fala em oportunidade perdida

    Anúncio foi feito pelo governo dos Estados Unidos nesta sexta (12); deputado diz que sociedade não conseguiu construir unidade política

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse ter recebido “com pesar” a decisão do governo dos Estados Unidos de retirar o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), da lista de sancionados com base na Lei Magnitsky.

    Em publicação em seu perfil no X, o congressista, que vive nos Estados Unidos desde fevereiro e foi um dos principais defensores de punições contra Moraes, argumentou que a sociedade brasileira perdeu uma “janela de oportunidade” e não conseguiu construir a “unidade política necessária para enfrentar seus próprios problemas estruturais”.

    “Esperamos sinceramente que a decisão do presidente Donald Trump seja bem-sucedida em defender os interesses estratégicos dos americanos, como é seu dever. Quanto a nós, continuaremos trabalhando, de maneira firme e resoluta, para encontrar um caminho que permita a libertação do nosso país, no tempo que for necessário e apesar das circunstâncias adversas”, escreveu Eduardo.

    “Que Deus abençoe a América, e que tenha misericórdia do povo brasileiro”.

    Moraes havia sido sancionado pela administração Trump em 30 de julho.

    Além de Moraes, o governo americano também tirou da lista de punições da Ofac (Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros), do Departamento do Tesouro, a esposa do magistrado, Viviane Barci.

    Eduardo lamenta suspensão de sanção contra Moraes e fala em oportunidade perdida

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  • Boulos diz que governo Lula quer aprovar mudança em escala 6×1 no primeiro semestre

    Boulos diz que governo Lula quer aprovar mudança em escala 6×1 no primeiro semestre

    Governo Lula quer aprovar redução da jornada até o 1º semestre de 2026 e avalia apoiar projeto de lei em vez de PEC

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos, disse que a proposta apoiada que será a que tiver andamento mais rápido no Congresso e que querem aprovar a mudança da jornada ainda no primeiro semestre de 2026. Diversas propostas tramitam nas duas Casas Legislativas, e mais de uma têm apoio declarado no governo.

    Até o momento, integrantes da gestão já vinham afirmando que o governo apoiaria qualquer proposta que cumprisse três pré-requisitos considerados básicos para a gestão petista: jornada semanal de no máximo 40 horas (hoje são 44 horas), fim da escala a 6×1 e sem redução de salário.

    De acordo com o ministro, a intenção é que a mudança na jornada seja aprovada ainda no primeiro semestre de 2026.

    “Nós precisamos ter, e estamos esperando uma avaliação jurídica mais segura, de se por projeto de lei é possível, de maneira firme e garantida, chegar a essas três questões. É lógico que, se for possível por projeto de lei, é mais fácil aprovar um projeto de lei do que uma PEC”, disse a jornalistas.

    Uma das principais propostas apoiadas pelo governo é o projeto de lei de relatoria do deputado Leo Prates (PDT-BA), cujo texto teve apoio declarado pelo governo. Nele, estão propostas uma redução de 44 horas para 40 horas, e a jornada semanal para 5×2

    Já a PEC (proposta de emenda à Constituição), de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) junto a outros parlamentares, busca uma redução maior, para 36 horas semanais e jornada semanal 4×3.”Olha, eles conseguiram aprovar a dosimetria em duas horas? Estão dizendo que vão aprovar no Senado na semana que vem? Se quiser se aprova o fim da escala, pelo menos em um semestre.

    Outras propostas tramitam nas duas Casas em paralelo. Na quarta (10), a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou um texto alinhado ao que a gestão petista defende, mas sem combinar com o governo. No entanto, a postura de Boulos e demais ministros foi a de apoiar o avanço, por cumprir com os requisitos estabelecidos.

    O PL propõe uma redução de 44 horas para 40 horas, e reduz a jornada semanal para 5×2. Já a PEC visa uma redução maior, para 36 horas semanais e 4×3 (quatro dias de trabalho e três de descanso).

    Na semana passada, o governo se manifestou contra uma outra proposta, de relatoria do deputado Luiz Gastão (PSD-CE), que se propunha a reduzir a jornada, mas mantinha a escala de trabalho em seis dias, o que contraria os pontos defendidos pelo governo.

    Boulos diz que governo Lula quer aprovar mudança em escala 6×1 no primeiro semestre

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  • Clínica de estética de Rayane Figliuzzi é fechada após denúncia e falta de licença

    Clínica de estética de Rayane Figliuzzi é fechada após denúncia e falta de licença

    Operação da Polícia Civil mostra que namorada de Belo tinha equipamentos proibidos no estabelecimento; influenciadora diz que clínica estava fechada desde que ela entrou em A Fazenda 17 (Record)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Uma clínica de estética e bronzeamento que pertence à influenciadora e namorada do cantor Belo, Rayane Figliuzzi, foi fechada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Na ação, que também envolveu o Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (IVISA-Rio), foi constatado que não havia licença sanitária para funcionamento.

    Além disso, de acordo com os órgãos, havia dois equipamentos de câmaras de bronzeamento artificial proibidos. O local foi interditado e autuado.

    A operação foi deflagrada após uma mulher denunciar a clínica Espaço Vip Bronze, localizada na Taquara (Rio de Janeiro). Segundo a Polícia Civil, ela afirma que se queimou ao realizar um procedimento.

    Em nota publicada nas redes sociais, Rayane afirma que está afastada da gestão dos seus negócios desde setembro, quando entrou e A Fazenda 17 (Record). Segundo ela, agora fora do reality, apenas tem cumprindo compromissos de agenda relacionados à emissora e ao programa.

    “Esclareço que a clínica de bronzeamento estava completamente fechada e com as atividades encerradas. O espaço vinha sendo utilizado exclusivamente como depósito da minha linha de biquínis.

    Reafirmo que todas as maquinas estavam desligadas e com o funcionamento totalmente suspenso. Confio que todos os esclarecimentos serão feitos de forma transparente e que a verdade prevalecerá”, relata ela na nota.

    Nesta mesma semana, Rayane foi retirada do cargo de musa da escola de samba carioca Unidos de Vila Isabel por não comparecer aos ensaios.

    Além disso, o nome de Rayane também esteve envolvido em outra polêmica. Isso porque teria havido uma briga entre a secretária pessoal dela e sua então assessora. A jornalista acusou a secretária de racismo durante um jantar.

    Clínica de estética de Rayane Figliuzzi é fechada após denúncia e falta de licença

  • Alckmin: inflação de alimento está em 2%, não tem justificativa para ter 2º maior juro do mundo

    Alckmin: inflação de alimento está em 2%, não tem justificativa para ter 2º maior juro do mundo

    O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços afirmou que preço dos alimentos já ficaram mais baratos com safra recorde

    O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que entende que já há condições para a taxa de juros no Brasil ceder. “Eu entendo que sim. Porque na realidade, você tem inflação em queda. Nós estamos abaixo do teto da meta (de inflação)”, disse a jornalistas, frisando que duas razões contribuíram para uma queda na inflação: o alívio no câmbio, considerando que o dólar que estava em R$ 6,30 reduziu para R$ 5,40, e um alívio na inflação de alimentos.

    “Inflação de alimentos está em 2%, então não tem justificativa para você ter o segundo maior juros do mundo. Isso atrapalha investimento,porque quem precisa de capital para investir, segura; atrapalha os consumidores, temos um grande número de famílias com problemas de dívida; e a atrapalha a dívida pública, porque cada 1% da taxa Selic custa R$ 52 bilhões por ano só para rolar dívida”, afirma.

    Ele reiterou que não há sentido de o Brasil ter a segunda maior taxa de juros no mundo enquanto apresenta inflação e queda e as causas da inflação – que segundo o vice-presidente foram alimento em dólar – também em queda.

    As declarações foram feitas a jornalistas pouco antes de Alckmin sair do evento 8º Seminário Internacional de Líderes, em São Paulo.

    Alckmin: inflação de alimento está em 2%, não tem justificativa para ter 2º maior juro do mundo

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  • PF faz operação contra irregularidades em emendas e mira assessora ligada a Lira

    PF faz operação contra irregularidades em emendas e mira assessora ligada a Lira

    Tuca é suspeita de integrar estrutura para direcionar indevidamente emendas sob ordem de ex-presidente da Câmara, diz Dino; defesa não foi localizada e Lira não se manifesta; polícia apura suspeitas de peculato, falsidade ideológica, uso de documento falso e corrupção

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão na manhã desta sexta-feira (12) relacionados a Mariângela Fialek, a Tuca, assessora ligada ao ex-presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL).

    A operação, chamada de Transparência, foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), para apurar suspeitas de irregularidades na destinação de recursos públicos por meio de emendas parlamentares.

    A decisão de Dino diz que Tuca, segundo depoimento de parlamentares feitos na investigação, “atua diretamente na operacionalização do encaminhamento de emendas, efetuando-as supostamente em nome do ex-presidente da Câmara dos Deputados, o deputado Arthur Lira”.

    “Constatou-se, ainda, que, mesmo após a alteração na Presidência da Casa, ela permaneceu no exercício da função”, diz a decisão.

    “Tais circunstâncias evidenciam fortes indícios de que a representada [Tuca] integra uma estrutura organizada voltada ao indevido direcionamento de emendas parlamentares, supostamente atuando sob ordens diretas da antiga Presidência da Câmara dos Deputados, exercida pelo Deputado Arthur Lira, fato que ainda está em apuração.”

    De acordo com a PF, estão sendo investigadas suspeitas dos crimes de peculato, falsidade ideológica, uso de documento falso e corrupção. A reportagem não localizou a defesa de Tuca.

    Dino também determinou a quebra de sigilo telefônico e telemático e o afastamento de Tuca de “qualquer atividade ou ação atinente a emendas parlamentares, até a conclusão das investigações”.

    Uma das ações de busca e apreensão ocorreu na própria Câmara, na sala onde a assessora trabalha. Também foi quebrado o seu sigilo telefônico e telemático. Atualmente, ela está lotada na liderança do PP, partido de Lira.

    Conforme a Folha de S.Paulo revelou em agosto do ano passado, a Comissão de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados distribuiu verba bilionária de emendas conforme orientações repassadas por Tuca, que era assessora de confiança de Lira quando ele era presidente da Casa. O destino dos repasses era desconhecido por membros do próprio colegiado.

    Mensagens obtidas pela Folha mostraram que a advogada e assessora enviou à cúpula da comissão listas prontas de municípios que deveriam receber obras e maquinário pagos por meio de emendas da comissão, que tinham disponíveis um total de R$ 1,1 bilhão.

    Os documentos encaminhados por Tuca eram minutas de ofícios. Tais listas foram posteriormente assinadas pelo presidente da comissão, o deputado José Rocha (União Brasil-BA), e direcionadas ao MIDR (Ministério da Integração Nacional e do Desenvolvimento Regional), que é a pasta que executa as emendas.

    De acordo com as mensagens, Tuca envia à comissão arquivos intitulados “minuta de ofício, indicação de beneficiários RP8- Integração”, com a lista de municípios e estados que deveriam ser beneficiados pelas emendas.

    Nas conversas, ela alertava assessores de ministérios sobre a impossibilidade de eles empenharem valores diferentes dos que tinham sido combinados. Tuca chegou a reclamar que há diferença entre os recursos da lista que havia enviado à comissão e os montantes da relação que chegou ao Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas), órgão ligado ao MIDR.

    Procurada na ocasião por mensagem de telefone, email e por meio da assessoria de imprensa da Câmara, Tuca não respondeu. Lira também não quis se manifestar.

    Durante a manhã desta sexta, a segurança da Câmara interditou todo o corredor onde fica a sala da assessora, perto da biblioteca.

    A sessão do plenário que estava prevista para acontecer foi cancelada -aberta e encerrada em instantes, sem nenhuma votação dos itens que estavam na pauta.

    Dentre eles, havia um recurso sobre o PNE (Plano Nacional de Educação), que é uma das pautas prioritárias do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), para quem Tuca também atuava.

    Essa votação era importante para permitir que o texto, aprovado nesta semana nas comissões, fosse mais rapidamente para o Senado Federal.

    Havia um acordo entre Motta e o ministro da Educação, Camilo Santana, para isso, porque o atual plano tem validade até o fim deste ano, e portanto era necessário aprovar o novo ainda em dezembro, para que passasse a valer a partir de 2026.

    No fim de 2024, a PF abriu por ordem de Dino um inquérito para apurar o pagamento de R$ 4,2 bilhões em emendas parlamentares pela Câmara. Na ocasião, o ministro decidiu pela suspensão dos repasses.

    O magistrado havia atendido a uma representação do PSOL que apresentou novos fatos a respeito do pagamento das chamadas emendas de comissão -alvo de críticas e de decisões anteriores do próprio ministro pela falta de transparência.

    A representação da legenda cita um ofício encaminhado ao governo federal e assinado por 17 líderes partidários da Câmara detalhando a indicação de 5.449 emendas de comissão.

    Esse conjunto de emendas se daria, segundo o PSOL, “sem aprovação prévia e registro formal pelas comissões, sob o pretexto de ‘ratificar’ as indicações previamente apresentadas pelos integrantes das comissões”.

    Na prática, a lista dos 17 líderes de partidos da Câmara mudava a destinação de emendas de comissão, sem aprovação dos colegiados. O ofício com a nova destinação foi encaminhado ao governo Lula (PT), e a Casa Civil deu aval à manobra.

    PF faz operação contra irregularidades em emendas e mira assessora ligada a Lira

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  • Excesso de pessoas em avião de Alok contribuiu para acidente, diz relatório

    Excesso de pessoas em avião de Alok contribuiu para acidente, diz relatório

    O DJ pretendia viajar de Juiz de Fora (MG) a Belém do Pará, mas durante a decolagem o avião saiu da pista

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Foi concluída a investigação do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) sobre o que levou o avião de Alok a sair da pista durante decolagem em 2018.

    Dois pilotos e sete passageiros estavam a bordo da aeronave. O DJ pretendia viajar de Juiz de Fora (MG) a Belém do Pará, mas durante a decolagem o avião saiu da pista. O incidente causou um pequeno incêndio na mata do aeroporto, mas ninguém ficou ferido.

    Segundo o relatório, ao qual o UOL obteve acesso, a tripulação só havia sido avisada sobre quatro passageiros. Os outros três foram levados sem aviso prévio e entraram na aeronave quando os pilotos já haviam configurado o sistema de gerenciamento de voo. A tripulação deu início à decolagem sem atualizar esses dados, o que também contribuiu para o incidente.

    Com os novos passageiros, o avião ultrapassou o peso máximo recomendado pelo fabricante. Segundo o Cenipa, o peso máximo de decolagem era de 9.072 kg. Estima-se que a aeronave estivesse 175 kg acima desse limite.

    Além disso, os pilotos ignoraram uma luz de alerta no painel. O relatório aponta que a luz de “NO TAKEOFF” (“não decolar”) se acendeu duas vezes, e a tripulação optou por ignorá-la.

    Na véspera, eles já há haviam feito outro voo com o alerta aceso. “É possível que eles tenham internalizado uma crença de que o acendimento dessa luz estava associado a algum problema de menor relevância no contexto operacional”, diz a análise do Cenipa. O relatório aponta, ainda, que um dos pilotos era freelancer e tinha esperanças de ser efetivado pela operadora do voo — o que pode tê-lo motivado a seguir com o voo apesar do alerta.

    O relatório aponta que os pilotos demoraram para decidir cancelar a decolagem. Essa demora “influenciou diretamente no comportamento do avião após a decisão de abortar a decolagem”, diz o relatório.

    A investigação do Cenipa não tem o objetivo de apurar quem foi responsável pelo acidente. O relatório é feito para criar orientações que evitem novos acidentes aéreos.

    Excesso de pessoas em avião de Alok contribuiu para acidente, diz relatório

  • Maria Clara Pacheco e Caio Bonfim são eleitos atletas do ano no Prêmio Brasil Olímpico

    Maria Clara Pacheco e Caio Bonfim são eleitos atletas do ano no Prêmio Brasil Olímpico

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Maria Clara Pacheco, campeã mundial de taekwondo (até 57 kg), e Caio Bonfim, campeão mundial nos 20 km da marcha atlética, foram eleitos nesta quinta-feira (11) os “Melhores Atletas do Ano” no Prêmio Brasil Olímpico, realizado pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil).

    A festa que coroou os dois ocorreu na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. Caio teve o privilégio de subir ao palco para receber o prêmio pelo segundo ano consecutivo. Desta vez, ele concorreu com Henrique Marques (taekwondo), Hugo Calderano (tênis de mesa) e Yago Dora (surfe).

    “Ano passado, quando ganhei, achei que seria o único prêmio. Então, vencer novamente neste ano foi muito especial. Foi um ano de muita gratidão, com várias pessoas envolvidas. Agradeço em especial aos meus pais e à minha esposa”, afirmou o marchador.

    Na disputa feminina, Maria Clara superou Gabi Guimarães (vôlei), Rayssa Leal (skate) e Rebeca Lima (boxe).

    “Sinceramente, eu já estava honrada de ter sido indicada. Trazer o taekwondo para este palco, para este prêmio, ser uma atleta da modalidade indicada a melhor do ano entre todas… Fico muito feliz e muito orgulhosa de participar dessa fase tão bonita que o taekwondo está vivendo, escrevendo uma história muito linda”, celebrou Maria Clara.

    Na categoria por equipes, a seleção de ginástica rítmica foi eleita a melhor do ano após conquistar duas medalhas de prata no Mundial disputado no Rio de Janeiro, em agosto. O grupo é composto por Nicole Pircio, Maria Paula Carminha, Eduarda Arakaki, Sofia Madeira e Mariana Gonçalves.

    De forma inédita, o COB também premiou um representante masculino e um feminino na categoria “Atleta da Torcida”. Os vencedores foram Gabriela Guimarães, do vôlei, e João Fonseca, do tênis.

    Gabi superou o conjunto da ginástica rítmica e a ginasta Flavinha Saraiva, enquanto João venceu Alison dos Santos, do atletismo, e Hugo Calderano, do tênis de mesa.

    Campeã mundial de boxe (até 60 kg), Rebeca Lima recebeu o título de “Atleta Revelação”.

    A cerimônia também homenageou dois jovens talentos que brilharam nos Jogos da Juventude, em Brasília: Davi Souza de Lima, do atletismo, e Clarisse Vallim, do judô.

    Veja os vencedores em cada modalidade

    Águas Abertas – Ana Marcela Cunha
    Atletismo – Caio Bonfim
    Badminton – Juliana Viana
    Basquete 3×3 – Gabriela Guimarães
    Basquete 5×5 – Yago dos Santos
    Beisebol – Victor Coutinho
    Boxe – Rebeca Lima
    Canoagem Slalom – Ana Sátila
    Canoagem Velocidade – Gabriel Assunção e Jacky Godmann
    Ciclismo BMX Freestyle – Gustavo de Oliveira “Bala Loka”
    Ciclismo BMX Racing – Paola Reis
    Ciclismo de Estrada – Tota Magalhães
    Ciclismo Mountain Bike – Ulan Galinski
    Ciclismo de Pista – João Vitor da Silva
    Críquete – Laura Cardoso
    Desportos na Neve – Lucas Pinheiro Braathen (esqui alpino)
    Desportos no Gelo – Nicole Silveira (skeleton)
    Escalada Esportiva – Anja Kohler
    Esgrima – Isabela Carvalho
    Flag Football – Karol Souza
    Futebol – Marta
    Ginástica Artística – Flávia Saraiva
    Ginástica de Trampolim – Camilla Gomes
    Ginástica Rítmica – Nicole Pircio, Maria Paula Carminha, Eduarda Arakaki, Sofia Madeira, Mariana Gonçalves
    Golfe – Fred Biondi
    Handebol – Bruna de Paula
    Hipismo Adestramento – João Victor Oliva
    Hipismo CCE – Marcio Jorge
    Hipismo Saltos – Stephan Barcha
    Hóquei sobre Grama – Yuri Van Der Heijden
    Judô – Daniel Cargnin
    Lacrosse – Titus Chapman
    Levantamento de Peso – Laura Amaro
    Luta Greco-Romana – Pedro Henrique Rodrigues
    Luta Livre – Eduarda Batista
    Nado Artístico – Gabriela Regly e Silva Abrantes Teixeira
    Natação – Guilherme Caribé
    Pentatlo Moderno – Jhon Xavier
    Polo Aquático – João Fernandes
    Remo – Beatriz Tavares
    Remo Costal – David Faria de Souza
    Rugby 7 – Thalia Costa
    Saltos Ornamentais – Anna Lúcia dos Santos e Luana Lira
    Skate – Rayssa Leal
    Softbol – Mayra Sayumi Akamine
    Squash – Diego Gobbi
    Surfe – Yago Dora
    Taekwondo – Maria Clara Pacheco
    Tênis – João Fonseca
    Tênis de Mesa – Hugo Calderano
    Tiro com Arco – Marcus D’Almeida
    Tiro Esportivo – Felipe Wu
    Triatlo – Miguel Hidalgo
    Vela – Mateus Isaac
    Vôlei de Praia – Carol Solberg e Rebecca
    Voleibol – Gabriela Guimarães

     

    Maria Clara Pacheco e Caio Bonfim são eleitos atletas do ano no Prêmio Brasil Olímpico

  • 'Arquitetos da IA' eleitos a Pessoa do Ano de 2025 pela Time

    'Arquitetos da IA' eleitos a Pessoa do Ano de 2025 pela Time

    A publicação definitivamente valoriza mais a influência do que a virtude…

    A revista Time nomeou os “Arquitetos da IA” como a Pessoa do Ano de 2025, com duas capas: uma mostrando o título como se estivesse em construção e outra homenageando a clássica foto de 1932 “Lunch atop a Skyscraper” (“Almoço no topo de um arranha-céu” em tradução livre), apresentando líderes da indústria de Inteligência Artificial como Mark Zuckerberg, da Meta, Elon Musk, da xAI, e Lisa Su, da AMD, entre outros. Este ano, a revista optou por destacar a ampla influência da IA ​​na sociedade, da mídia e da política ao ambiente de trabalho.

    “Este foi o ano em que todo o potencial da inteligência artificial se revelou, e quando ficou claro que não haverá volta ou como optar por não participar. Qualquer que fosse a pergunta, a IA era a resposta”, afirma Sam Jacobs, editor-chefe da Time.

    A revista Time publica uma edição anual especial com sua escolha para a Personalidade do Ano, acompanhada de uma foto de capa icônica. Nos últimos anos, esse título foi dado a pessoas como Greta Thunberg, Barack Obama e o Papa Francisco. No entanto, os destinatários nem sempre são o que você chamaria de honrosos… Alguns deles foram realmente controversos e chocantes.

    'Arquitetos da IA' eleitos a Pessoa do Ano de 2025 pela Time