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  • Cristiano Ronaldo continua na Arábia Saudita apesar da guerra

    Cristiano Ronaldo continua na Arábia Saudita apesar da guerra

    Cristiano Ronaldo permanece na Arábia Saudita, embora seu jato particular tenha partido de Riad com destino à Arábia Saudita nesta terça-feira, após um ataque com drone à embaixada dos Estados Unidos da América (EUA) em Riad, cuja autoria foi posteriormente reivindicada pelo Irã.

    De acordo com informações divulgadas pelo jornal espanhol As, o internacional português está, neste momento, “à espera de uma solução”, em meio ao aumento da tensão no Oriente Médio, resultado do ataque conjunto realizado pelos EUA e por Israel contra o Irã no último fim de semana.

    Vale lembrar que o Al Nassr tinha jogo marcado contra o Al Wasl às 18h15 (horário de Portugal Continental) de quarta-feira, 4 de março, no Zabeel Stadium, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, válido pela partida de ida das quartas de final da Liga dos Campeões da Ásia 2. No entanto, o confronto foi adiado.

    A Confederação Asiática de Futebol (AFC) entendeu que não havia condições de segurança suficientes para a realização de oito partidas previstas para os próximos dias e decidiu adiá-las para uma data ainda a ser definida, dependendo da evolução da situação na região.

    Cristiano Ronaldo, aliás, já era dúvida para essa partida, não apenas por ter apresentado desgaste muscular no último sábado, na vitória por 3 a 1 sobre o Al-Fayha — jogo no qual, inclusive, foi substituído por Abdullah Al-Hamdan após desperdiçar um pênalti — mas também porque Jorge Jesus vinha aproveitando a competição para dar minutos aos jogadores menos utilizados.

    Agora, resta saber se o Campeonato Saudita seguirá normalmente. O próximo compromisso do Al Nassr, válido pela 25ª rodada, está previsto para as 17h30 de sábado, contra o Neom SC, no Al-Awwal Stadium, em Riad.

    Afinal, que tipo de jato tem Cristiano Ronaldo?

    O jogador de 41 anos comprou, em 2024, um Bombardier Global Express, um dos jatos privados mais luxuosos do mundo, por cerca de 70 milhões de euros. Antes disso, vendeu um Gulfstream G200, adquirido em 2015 por aproximadamente 18 milhões de euros.

    Um valor elevado, mas que não deve ter causado grande impacto nas finanças daquele que é considerado o jogador de futebol mais bem pago do planeta. Estima-se que o contrato mais recente assinado com o Al Nassr, no último verão europeu, válido até junho de 2027, lhe renda cerca de 550 mil euros por dia.

    A aeronave — de cor cinza, com detalhes em preto e dourado que destacam sua marca CR7 — tem capacidade para até 15 passageiros e conta com diversas áreas internas, incluindo um espaço de descanso com mesas e sofás, uma suíte com cama de casal e um banheiro.

    Cristiano Ronaldo continua na Arábia Saudita apesar da guerra

  • Marquito segue na UTI em estado grave, mas tem boa evolução, diz boletim

    Marquito segue na UTI em estado grave, mas tem boa evolução, diz boletim

    Segundo a instituição, o paciente segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sob acompanhamento contínuo de uma equipe multiprofissional. O quadro permanece clinicamente estável, sem alterações significativas no suporte médico empregado.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Marquito, 65, segue internado na UTI em estado grave. A informação foi confirmada para Splash pelo Hospital Nipo-Brasileiro.

    Segundo a instituição, o paciente segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sob acompanhamento contínuo de uma equipe multiprofissional. O quadro permanece clinicamente estável, sem alterações significativas no suporte médico empregado.

    Ainda assim, o estado geral de saúde de Marquito continua sendo considerado grave. O humorista segue necessitando de cuidados intensivos e permanece sob monitoramento constante.

    Até o momento, não há previsão de alta nem divulgação de novas intervenções no tratamento.

    Na última quinta-feira (26), o integrante do Programa do Ratinho (SBT) sofreu um mal súbito enquanto pilotava uma motocicleta na Vila Gustavo, zona norte de São Paulo, próximo à sua residência. Ele perdeu o controle do veículo e caiu na via.

    Com o impacto, o humorista teve ferimentos no rosto e fraturou uma costela. Marquito foi socorrido por uma ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e encaminhado ao Hospital Nipo-Brasileiro.

    No dia seguinte ao acidente, o SBT informou à reportagem que ele passou por um procedimento cirúrgico com duração de cerca de quatro horas. Segundo a emissora, a cirurgia ocorreu conforme o planejado e sem intercorrências.

    “Neste momento, ele permanece internado, em processo de recuperação, sob acompanhamento permanente da equipe médica”, informou o canal em nota enviada para o UOL.

    Ontem, o humorista foi extubado e já respira sem a ajuda de aparelhos. “Em ventilação espontânea, com necessidade de fisioterapia respiratória e início de reabilitação motora, de acordo com a tolerância clínica”, informou o hospital à reportagem.

    Marquito segue na UTI em estado grave, mas tem boa evolução, diz boletim

  • Brasileira em navio de cruzeiro relata tensão em Dubai

    Brasileira em navio de cruzeiro relata tensão em Dubai

    Empresa afirmou que navio seguirá no porto por orientação militar. Em comunicado entregue aos passageiros, a MSC explicou que o cruzeiro permanecerá atracado em Dubai “em conformidade com as orientações das autoridades militares americanas da região”.

    MATEUS ARAÚJO E MANUELA RACHED PEREIRA
    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Uma empresária brasileira que acompanha um grupo de turistas em um cruzeiro relatou momentos de tensão em Dubai após ataques no Oriente Médio. Segundo ela, passageiros ouviram explosões e viram fumaça na cidade enquanto aguardam a liberação de voos para retornar.

    Empresária acompanha grupo de turistas em cruzeiro nos Emirados. Cristina Strik, sócia da agência Strik Turismo, de Londrina (PR), está nos Emirados Árabes Unidos com um grupo de 24 brasileiros, entre eles duas crianças e 18 pessoas com mais de 60 anos. A viagem começou em Doha, onde chegaram em 20 de fevereiro, antes de embarcarem no navio MSC Euribia no dia 22.

    Grupo retornou às pressas ao navio durante passeio em Dubai. Na sexta-feira, o navio chegou a Dubai. No sábado, enquanto faziam o último passeio em terra, os passageiros foram orientados a voltar com urgência para a embarcação, que partiria no dia seguinte. “Ficamos assustados, voltamos para o navio”, disse Cristina.

    Passageiros ouviram explosões e viram fumaça na cidade. Segundo a empresária, quem estava a bordo escutou barulhos de aviões e de explosões. “Ouvimos os barulhos de aviões e de explosão, e conseguimos ver fumaça nos prédios”, relatou.

    Navio segue atracado em Dubai desde então. A embarcação permanece no porto desde o retorno do grupo ao navio. Cristina afirma que há cerca de 60 brasileiros a bordo. Segundo Cristina, outros dois navios também estão parados no porto.

    Empresa liberou internet e apoio médico aos passageiros. Segundo Cristina, a companhia tem prestado assistência durante a espera. “Estamos seguros, estamos tendo todo apoio da empresa, tivemos internet liberada e recebemos atendimento médico e medicação para quem estava com medicação contada.”

    Passageiros aguardam reabertura total dos aeroportos. A empresária conta que a situação aparenta estar mais tranquila nesta segunda-feira. “Hoje deu uma acalmada. Estamos esperando liberarem os aeroportos para voltarmos”, afirmou.

    Empresa afirmou que navio seguirá no porto por orientação militar. Em comunicado entregue aos passageiros, a MSC explicou que o cruzeiro permanecerá atracado em Dubai “em conformidade com as orientações das autoridades militares americanas da região”. A empresa também informou que mantém contato com embaixadas e ministérios das relações exteriores para verificar possíveis planos de repatriação de passageiros.

    Conflito no Oriente Médio provocou fechamento do espaço aéreo. A tensão nos Emirados Árabes Unidos aumentou após ataques dos Estados Unidos ao Irã e a resposta do país contra bases militares americanas na região. Em Abu Dhabi, um drone que tinha como alvo o aeroporto foi interceptado, deixando uma pessoa morta e sete feridas.

    Destroços de drone causaram danos em hotel de Dubai. No sábado, partes de um drone interceptado atingiram a fachada do hotel Burj Al Arab, provocando um princípio de incêndio que foi controlado. Não houve feridos.

    Voos começam a ser retomados parcialmente em Dubai. Após o fechamento do espaço aéreo, autoridades orientaram passageiros a não irem aos aeroportos e a contatarem companhias aéreas. A Dubai Airports anunciou nesta segunda-feira a retomada limitada de voos a partir do Aeroporto Internacional de Dubai e do Aeroporto Internacional Al Maktoum.

    Itamaraty diz acompanhar situação e orienta brasileiros. Procurado pelo UOL, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que tomou ciência do caso e que a embaixada do Brasil em Abu Dhabi permanece à disposição para prestar assistência consular. Mais cedo, a pasta divulgou alerta recomendando que brasileiros não viajem a países da região, incluindo Irã, Israel, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Jordânia, Iraque, Líbano, Palestina, Síria e Arábia Saudita.

    Governo divulgou orientações de segurança para quem está na região. Entre as recomendações estão procurar imediatamente o abrigo mais próximo, como estações de metrô, viadutos ou estacionamentos subterrâneos, e evitar permanecer em áreas expostas. O Itamaraty também orienta que, dentro de casa, pessoas busquem cômodos internos sem janelas e mantenham portas e janelas fechadas.

    Autoridades recomendam preparar reservas básicas. O alerta consular ainda sugere evitar permanecer em locais com visão direta do céu e buscar abrigo antes de usar aplicativos de mensagens ou realizar chamadas. Outra orientação é encher banheiras ou recipientes grandes com água fria para garantir reserva em caso de eventual escassez.

    Brasileira em navio de cruzeiro relata tensão em Dubai

  • Ações da Petrobras sobem até 5% após ataque de EUA e Israel ao Irã

    Ações da Petrobras sobem até 5% após ataque de EUA e Israel ao Irã

    O conflito impulsiona o setor de petróleo como um todo, com papéis de outras petroleiras brasileiras, como Prio e Brava Energia, registrando ganhos.

    MATHEUS DOS SANTOS
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As ações da Petrobras subiram até 5% nesta segunda-feira (2) devido à guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã no Oriente Médio. O conflito impulsiona o setor de petróleo como um todo, com papéis de outras petroleiras brasileiras, como Prio e Brava Energia, registrando ganhos.

    Por volta das 15h41, as ações preferenciais da Petrobras avançavam 3,71%, cotadas a R$ 40,80 -o papel dá prioridade no recebimento de dividendos, mas não confere direito a voto. Na máxima do pregão, chegaram a R$ 41,53, alta de 5,59%.

    A Prio e a Brava Energia subiram até 6,68% e 4,98% nas máximas do dia, respectivamente.

    O conflito pressiona os preços do petróleo, diante do temor de reduções na oferta da commodity, o que sustenta as cotações.

    Para Adam Hetts, diretor global de multiativos e gestor de portfólio da Janus Henderson, os receios de uma paralisação prolongada do tráfego no estreito de Hormuz repercutem no mercado. “O Estreito de Hormuz é um gargalo no transporte de petróleo no Oriente Médio, por onde passa aproximadamente 20% do suprimento mundial”, afirmou.

    O Brent, referência global, disparou até 13% na abertura do mercado internacional neste domingo (1º), chegando a US$ 81,89 (R$ 420,46) no contrato de maio. É o maior valor intradiário desde 22 de junho de 2025, quando atingiu US$ 81,40.

    Relatório do Banco BTG Pactual destaca que “a redução do tráfego de embarcações, o aumento dos custos de seguro e o maior risco de navegação estão comprimindo a oferta disponível no curto prazo e incorporando um prêmio geopolítico ao Brent. A duração do conflito será determinante para a magnitude dos efeitos”.

    Os riscos para a navegação comercial dispararam nas 24 horas após os ataques. Mais de 200 navios -incluindo petroleiros e embarcações de gás natural liquefeito- ancoraram nas imediações do estreito de Ormuz e em águas próximas, segundo dados de tráfego marítimo.

    O conflito escalou no último sábado (28), quando Estados Unidos e Israel atacaram o Irã de surpresa, em ação que mirou a cúpula do governo e das Forças Armadas do país. Segundo relatos, os bombardeios mataram o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, e o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad, além de deixarem centenas de mortos em outras regiões.

    Em resposta, o regime iraniano atacou portos e bases dos EUA nos Emirados Árabes Unidos, Qatar, Bahrein, Omã e Kuwait. O Hezbollah entrou no conflito, e Israel também bombardeou o Líbano.

    Ações da Petrobras sobem até 5% após ataque de EUA e Israel ao Irã

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Famosos com Autismo: Histórias que vão mudar sua percepção sobre a condição

    Famosos com Autismo: Histórias que vão mudar sua percepção sobre a condição

    Vencedor do Oscar diz ser “obcecado por ordem”, mas considera os rótulos modernos uma “bobagem”

    Pessoas no espectro autista enfrentam estigmas e preconceitos todos os dias, mas algumas figuras conhecidas ajudam a mudar essa percepção. Clique e conheça celebridades que já falaram sobre o autismo e desafiaram os estereótipos.

    Famosos com Autismo: Histórias que vão mudar sua percepção sobre a condição

  • Monica Iozzi é internada após reação a medicamento e relata quadro de afasia

    Monica Iozzi é internada após reação a medicamento e relata quadro de afasia

    “Queridos, queridas, eu estou internada há uma semana. Hoje, ainda bem, é meu último dia aqui de internação, mas agora tá tudo bem. Está tudo bem mesmo. Eu tive um quadro de afasia. É uma coisa muito louca”, começou Monica no seu relato.

    ANA CORA LIMA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Monica Iozzi, 44, afirmou nesta segunda-feira (2) que foi internada após apresentar um quadro de afasia. Em vídeo publicado nas redes sociais, a atriz e apresentadora disse que ficou uma semana hospitalizada e que já está recuperada, prestes a receber alta.

    “Queridos, queridas, eu estou internada há uma semana. Hoje, ainda bem, é meu último dia aqui de internação, mas agora tá tudo bem. Está tudo bem mesmo. Eu tive um quadro de afasia. É uma coisa muito louca”, começou Monica no seu relato.

    Segundo ela, a internação começou no Hospital Israelita Albert Einstein e depois seguiu no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, ambos em São Paulo. Iozzi afirmou que o problema foi provocado por uma reação adversa a um medicamento, o que comprometeu temporariamente a sua comunicação. “Já estou voltando para casa”, completou para tranquilizar amigos e seguidores.

    De acordo com o Ministério da Saúde, a afasia é uma disfunção que afeta a capacidade de comunicação, podendo comprometer fala, compreensão, leitura e escrita. O quadro costuma estar associado a alterações em áreas do cérebro responsáveis pela linguagem, como em casos de AVC, lesões cerebrais ou outras condições neurológicas.

    Por causa do episódio, a atriz cancelou sua participação no quadro Lip Sync, do Domingão com Huck, na Globo. Segundo Iozzi, ela ficou abalada por não conseguir participar da atração. “Foi isso que aconteceu comigo e é por isso que eu não vou poder participar do quadro LipSync. Queria demais porque estava muito legal o que a gente estava fazendo. Eu estou impedida de fazer. O que importa é que vai passar”

    Ela também explicou que um vídeo recente em que aparece cortando o cabelo havia sido gravado antes da internação, como forma de levar leveza ao público durante o período difícil.

    Monica Iozzi é internada após reação a medicamento e relata quadro de afasia

  • Guerra no Oriente Médio pode afetar um terço das exportações de frango e milho do Brasil

    Guerra no Oriente Médio pode afetar um terço das exportações de frango e milho do Brasil

    Dados do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) mostram que o Oriente Médio recebeu US$ 3 bilhões em carne de frango no ano passado, o equivalente a 34,8% de todas as vendas brasileiras do produto no período.

    MAELI PRADO
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A escalada dos conflitos no Oriente Médio após os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã neste sábado (28) afetará principalmente as exportações brasileiras de frango e milho, os dois principais produtos vendidos à região.

    Dados do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) mostram que o Oriente Médio recebeu US$ 3 bilhões em carne de frango no ano passado, o equivalente a 34,8% de todas as vendas brasileiras do produto no período.

    No caso do milho, cujas vendas à região somaram US$ 2,7 bilhões, 32,4% das exportações totais do cereal. Em terceiro lugar no ranking dos itens em que a região tem maior peso, está o açúcar, com 16,8% do total exportado do produto.

    As exportações brasileiras ao Oriente Médio totalizaram US$ 16,1 bilhões em 2025, o equivalente a 4,6% de todas as vendas do Brasil a outros países. As vendas para o Irã somaram US$ 2,9 bilhões, ou 0,83% das exportações brasileiras.

    A ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) afirmou em nota que a entidade está mapeando os pontos críticos à logística na região influenciada pelo conflito e que considera alternativas de transporte.

    “Neste momento, o setor analisa rotas alternativas que foram utilizadas em outras ocasiões de crises na região. Vale ressaltar que não há embarques significativos de carne de frango para o Irã”, afirmou a associação.

    Do lado das importações do Oriente Médio, os fertilizantes estão entre os itens mais relevantes, com US$ 2,2 bilhões adquiridos por compradores brasileiros no ano passado. O valor equivale a 14,4% do total importado do produto. O Brasil ainda importou US$ 3,1 milhões em petróleo e derivados da região -o montante representa 10,2% do total importado do produto.

    No ano passado, os brasileiros importaram US$ 7,1 bilhões do Oriente Médio, o equivalente a 2,5% das compras totais.
    Para especialistas, o impacto sobre o comércio exterior dependerá da duração da guerra no Irã.

    “Se a crise durar até uma semana, 10 dias no máximo, como já aconteceu outras vezes, o mercado mais ou menos se adapta. Se demorar mais, começa a haver alta nos contratos de seguro e de custo de frete para aquela região”, afirma Welber Barral, fundador da consultoria BMJ, consultor em comércio internacional e ex-secretário de Comércio Exterior.

    Segundo o Financial Times, as seguradoras informaram no final de semana aos armadores que cancelariam as apólices e aumentariam os preços dos seguros para embarcações que transitassem pelo golfo Pérsico e pelo estreito de Hormuz, por onde passa 20% da produção mundial de petróleo.

    Para o presidente-executivo da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), José Augusto de Castro, a guerra tende a ser positiva para o comércio exterior brasileiro. Isso acontecerá pelo aumento em valores das exportações de soja e petróleo, já que os preços tendem a subir.

    “A tendência é que a guerra aumente o superávit comercial, principalmente via soja e petróleo. Mas é importante ressaltar que o cenário ainda está muito volátil, tudo pode mudar dependendo dos desdobramentos da guerra”, afirmou.

    Na tarde desta segunda o petróleo Brent, referência mundial, subia 6,4%, cotado a US$ 77,50. As ações da Petrobras subiam cerca de 4%.

    Guerra no Oriente Médio pode afetar um terço das exportações de frango e milho do Brasil

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  • Crítico de 'guerras inúteis', Trump interveio em ao menos 7 países desde que voltou à Presidência

    Crítico de 'guerras inúteis', Trump interveio em ao menos 7 países desde que voltou à Presidência

    Em alguns casos, como Iraque e Somália, o republicano apenas ampliou operações de gestões passadas. Em outros, como Venezuela, lançou os EUA em intervenções novas cujos resultados são imprevisíveis.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ataque conjunto de Estados Unidos e Israel contra o Irã, no último fim de semana, foi a sétima intervenção estrangeira que o governo de Donald Trump lançou ou expandiu desde que retornou à Casa Branca, em janeiro do ano passado.

    Em alguns casos, como Iraque e Somália, o republicano apenas ampliou operações de gestões passadas. Em outros, como Venezuela, lançou os EUA em intervenções novas cujos resultados são imprevisíveis.
    Fato é que a política externa do segundo mandato de Trump contradiz o que ele defendeu publicamente por anos: o fim do engajamento dos EUA no que chamava de “guerras inúteis”. Veja abaixo quais foram essas intervenções.
    *
    IRÃ
    Após meses de ameaças, Trump realizou um ataque conjunto com Israel que matou o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, no último sábado (28). Grande parte da cúpula do regime, incluindo o ministro da Defesa, Aziz Nasirzadeh, o chefe das Forças Armadas, Sayyid Abdolrahim Mousavi, e o comandante da Guarda Revolucionária Islâmica, Mohammad Pakpour, também foram mortos.
    No dia do ataque, Trump afirmou que a ofensiva foi necessária para “defender o povo americano, eliminando ameaças do regime iraniano”. “Eles jamais poderão ter uma arma nuclear”, continuou, em referência ao programa atômico de Teerã. A teocracia diz que o projeto tem fins pacíficos, embora enriqueça urânio em um patamar próximo ao exigido para uma arma nuclear.

    VENEZUELA
    No dia 3 de janeiro, Trump atacou a Venezuela e capturou Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, para serem julgados por crimes relacionados a tráfico de drogas nos EUA. A intervenção, que matou cerca de 80 pessoas, ocorreu após meses de bombardeios a embarcações que supostamente carregavam drogas no Caribe e no Pacífico.
    A substituta do ditador, a líder interina Delcy Rodríguez, vem colaborando com Washington. Desde então, a Venezuela reduziu o poder do Estado sobre a indústria petrolífera do país, que tem as maiores reservas da commodity do mundo, e abriu as portas ao investimento privado, especialmente estrangeiro. Além disso, dezenas de presos políticos foram libertados desde então. A cúpula do regime, no entanto, permanece intacta.

    SÍRIA
    Ao longo do segundo semestre do ano passado, Washington realizou cerca de 80 operações no país, que enfrenta instabilidade desde a queda do ditador Bashar al-Assad, em dezembro de 2024. De acordo com o Comando Central americano, as ações foram uma resposta a pelo menos 11 planos ou ataques contra alvos nos EUA.
    A intervenção ganhou novos contornos em dezembro de 2025, após um ataque na cidade de Palmira matar dois soldados e um intérprete civil, todos americanos. O governo sírio, que tem se aproximado dos EUA, culpou um agente que seria demitido devido a suas visões extremistas, mas Trump responsabilizou o Estado Islâmico pelo incidente.
    Em conjunto com a Jordânia e contando com a cooperação da Síria, Washington então atacou mais de setenta alvos em dezembro e expandiu a ação em janeiro, mirando o que seriam 35 locais do Estado Islâmico.

    NIGÉRIA
    O bombardeio dos EUA ao país africano em dezembro de 2025 foi resultado de uma tensão crescente entre as duas nações ao longo do ano passado. Crítico do que chama de um “massacre de cristãos” no país, Trump incluiu a Nigéria em uma lista de preocupação especial em relação à liberdade religiosa em outubro.
    Especialistas afirmam que violência no país é indiscriminada, e o governo nigeriano diz se esforçar para preservar a liberdade religiosa. Apesar das discordâncias, ambos coordenaram o ataque com mísseis contra o que seriam 16 alvos terroristas no noroeste da Nigéria no final do ano passado.

    IRAQUE
    Antes mesmo do segundo mandato de Trump, os EUA já vinham desmobilizando suas tropas no país -um dos alvos da operação Resolução Inerente, lançada pelo democrata Barack Obama em 2014. Embora tenha dado continuidade à retirada gradual, o republicano conduziu várias operações antiterroristas no Iraque.
    Uma delas, em coordenação com as autoridades locais, ocorreu em março do ano passado, quando um ataque aéreo no oeste do país matou Abdallah Makki Muslih al-Rifai, conhecido como Abu Khadijah, um dos mais importantes líderes do Estado Islâmico.

    SOMÁLIA
    As operações na Somália também são uma extensão da guerra ao terror iniciada pelo então presidente George W. Bush. Trump, no entanto, expandiu os esforços no país, de acordo com o centro de pesquisas de política externa americano Council on Foreign Relations.
    De acordo com a think tank New America, os EUA conduziram 126 operações na Somália em 2025, o que teria resultado na morte de quase 200 membros de grupos armados. As operações, que continuam em 2026, visam principalmente o al-Shabaab, um grupo afiliado à al-Qaeda, e o EI-Somália.
    Segundo o Council on Foreign Relations, no entanto, ambos os grupos permanecem ativos, e o primeiro tem acumulado vitórias sobre as forças de segurança da Somália enquanto se aproxima da capital, Mogadíscio.

    IÊMEN
    A ofensiva no Iêmen visou principalmente os rebeldes houthis, que atacaram por mais de dois anos cidades israelenses e navios no mar Vermelho em solidariedade aos palestinos em guerra contra Tel Aviv na Faixa de Gaza. Em conjunto com o Reino Unido, Washington vinha tentando restabelecer o livre fluxo na região e preservar instalações militares, o que se expandiu com Trump.
    De acordo com o Exército dos EUA, as forças americanas atingiram mais de 800 alvos no Iêmen durante a operação, encerrada abruptamente em maio do ano passado. De acordo com autoridades do Congresso, a campanha custou mais de US$ 1 bilhão.

    Crítico de 'guerras inúteis', Trump interveio em ao menos 7 países desde que voltou à Presidência

  • Balão atinge torre e deixa casal preso a 300 metros de altura nos EUA

    Balão atinge torre e deixa casal preso a 300 metros de altura nos EUA

    No sábado, 28 de fevereiro, o balão ficou entalado na estrutura de uma torre em Longview, no estado do Texas, nos Estados Unidos. O caso ocorreu por volta das 9h da manhã. A cesta onde estavam os dois passageiros permaneceu balançando no alto da estrutura, a centenas de metros do solo.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Duas pessoas passaram por momentos de terror após o balão de ar quente em que estavam colidir com uma torre de telecomunicações. Elas ficaram presas a cerca de 300 metros de altura, sob forte ventania.

    No sábado, 28 de fevereiro, o balão ficou entalado na estrutura de uma torre em Longview, no estado do Texas, nos Estados Unidos. O caso ocorreu por volta das 9h da manhã. A cesta onde estavam os dois passageiros permaneceu balançando no alto da estrutura, a centenas de metros do solo.

    O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente. Cerca de 14 socorristas participaram da operação e precisaram escalar a torre utilizando sistemas de cordas, devido à dificuldade de acesso.

    Para se ter ideia da complexidade da ação, os bombeiros conseguiram alcançar o casal cerca de uma hora após o início dos trabalhos. A equipe agiu com cautela para trazê-los ao chão em segurança. Ambos estavam conscientes e não estavam feridos durante o acidente.

    O casal foi resgatado sem ferimentos graves, mas em estado de choque. Segundo o tenente Stephen Winchell, as vítimas foram orientadas a “fazer o que fosse necessário para manter a calma e cooperar”, já que a operação era considerada arriscada.

    Enquanto diversas pessoas acompanhavam o resgate do solo, os socorristas enfrentaram a subida de aproximadamente 300 metros carregando equipamentos pesados e cordas especiais. “No geral, foi uma operação bastante tranquila, dentro do possível, considerando todos os desafios envolvidos”, afirmou Winchell ao New York Post.

    A empresa local Tower King II ficará responsável por desmontar os destroços do balão, removendo a estrutura pedaço por pedaço. A prioridade inicial é baixar a cesta e o tanque de propano remanescente ao solo. As vítimas seguem recebendo apoio e, por enquanto, preferem não comentar o ocorrido.

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  • Causa da morte do ator Eric Dane é divulgada

    Causa da morte do ator Eric Dane é divulgada

    A esclerose lateral amiotrófica (ELA) aparece como causa subjacente da morte do astro de “Grey’s Anatomy” e “Euphoria”. Também conhecida como doença de Lou Gehrig, a ELA é uma enfermidade neurodegenerativa progressiva que afeta as células nervosas e leva à paralisia muscular. Não há cura para a doença, mas medicamentos e terapias físicas podem retardar sua progressão.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O ator Eric Dane morreu em decorrência de insuficiência respiratória, segundo atestado de óbito obtido pela revista People.

    A esclerose lateral amiotrófica (ELA) aparece como causa subjacente da morte do astro de “Grey’s Anatomy” e “Euphoria”. Também conhecida como doença de Lou Gehrig, a ELA é uma enfermidade neurodegenerativa progressiva que afeta as células nervosas e leva à paralisia muscular. Não há cura para a doença, mas medicamentos e terapias físicas podem retardar sua progressão.

    Dane tinha 53 anos e sua morte foi confirmada no dia 19 de fevereiro pela sua família. Ele deixou a esposa, Rebecca Gayheart, e as duas filhas do casal: Billie Beatrice, 15, e Georgia Geraldine, 13. “Com o coração pesado, compartilhamos que Eric Dane faleceu na tarde de quinta-feira, após uma batalha corajosa contra a ELA”, disse a família em comunicado à People.

    Causa da morte do ator Eric Dane é divulgada