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  • Guerra pode impactar preço dos combustíveis, mas Brasil não corre risco de desabastecimento

    Guerra pode impactar preço dos combustíveis, mas Brasil não corre risco de desabastecimento

    A Petrobras já vinha operando com elevadas defasagens nos preços dos combustíveis, principalmente o diesel. Nesta esta segunda-feira (2), com petróleo na casa dos US$ 80 por barril, a diferença entre os preços internos e externos dos combustíveis atingiu o maior patamar desde janeiro de 2025.

    NICOLA PAMPLONA
    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – A escalada das cotações internacionais do petróleo após o início da guerra do Irã joga pressão sobre os preços dos combustíveis no país e pode atrasar o ciclo de queda da taxa de juros. Especialistas, porém, não veem risco de desabastecimento.

    A Petrobras já vinha operando com elevadas defasagens nos preços dos combustíveis, principalmente o diesel. Nesta esta segunda-feira (2), com petróleo na casa dos US$ 80 por barril, a diferença entre os preços internos e externos dos combustíveis atingiu o maior patamar desde janeiro de 2025.

    Na abertura do mercado, o diesel vendido pelas refinarias da estatal custava R$ 0,73 por litro abaixo da paridade de importação calculada pela Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis). Na gasolina, a diferença era de R$ 0,42 por litro.
    São as maiores defasagens desde janeiro de 2025, quando a Petrobras promoveu o último aumento no preço do diesel vendido por suas refinarias. Naquela ocasião, a defasagem chegou a superar os R$ 0,80 por litro. O reajuste foi de R$ 0,22 por litro.

    Procurada, a Petrobras ainda não se manifestou sobre o preço dos combustíveis. A empresa costuma esperar o estabelecimento de novos patamares de preços internacionais antes de decidir por reajustes, principalmente em momentos de grande volatilidade.
    As ações da companhia reagiram positivamente à alta do petróleo, já que a maior parte de sua receita vem hoje da exportação da commodity.

    Por volta das 12h, as ações preferenciais da Petrobras avançavam 3,94%, cotadas a R$ 40,86 -o papel dá prioridade no recebimento de dividendos, mas não confere direito a voto. Na máxima do pregão, as ações chegaram a R$ 41,53, valorização de 5,59%.

    Analistas brasileiros e internacionais dizem que o impacto sobre os preços vai depender da duração e da intensidade do conflito, principalmente em relação a eventual fechamento do Estreito de Hormuz por um prazo mais longo.

    Por lá, passa cerca de um quinto da produção mundial de petróleo. O destino da maior parte desse volume são grandes consumidores asiáticos, como China e Índia.

    O sócio da Leggio Consultoria, Marcus D’Elia, diz que, por enquanto, espera-se muita volatilidade nas cotações internacionais, mas o preço do barril deve ser contido pela sobra de óleo no mundo, resultado do crescimento baixo da demanda menor que o da oferta.
    Na sua opinião, um conflito de até dez dias manteria o barril entre US$ 80 e US$ 100, mas de forma temporária, já que os principais clientes do Oriente Médio têm estoques suficientes para substituir 100 a 200 dias de importação.

    “Se a interrupção do estreito se prolongar por até 40 dias, outras regiões, como EUA e União Europeia poderiam consumir seus estoques também, reduzindo a pressão de demanda e, com isso, contendo a alta de preços.”

    Em relatório divulgado nesta segunda, analistas do Scotiabank ressaltaram que esse cenário tem impactos macroeconômicos conflitantes para o país.

    Por um lado, amplia as receitas com a exportação de petróleo e, consequentemente, valoriza o real. Por outro, “preços de energia estruturalmente mais altos são altamente inflacionários e quase certamente dificultariam o ciclo iminente de cortes de juros recentemente sinalizado pelo Banco Central”.

    Exportador de petróleo, o Brasil não depende do Estreito de Hormuz para garantir o abastecimento de combustíveis. O país depende de diesel importado, mas a maior parte vem dos Estados Unidos e da Rússia, diz o presidente da Abicom, Sérgio Araújo.

    “Não vejo nenhum risco para o suprimento”, afirma ele. “Há uma pressão maior sobre a Petrobras porque as defasagens estão muito elevadas.”

    A Petrobras disse, na nota enviada à reportagem, que seus fluxos de importação “são majoritariamente fora da região de crise e as poucas rotas que existem podem ser redirecionadas”. “A Petrobras reforça que não há risco de interrupção das importações e exportações no momento.”

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  • Fonseca sobe no ranking e tem maratona com defesa de título e Masters 1000

    Fonseca sobe no ranking e tem maratona com defesa de título e Masters 1000

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – João Fonseca garantiu uma bolada, neste domingo (1º), ao vencer um torneio amistoso e começa, nesta segunda-feira (02), a se preparar para uma sequência com direito a dois Masters 1000, torneios que só ficam abaixo dos Grand Slams no calendário da ATP.

    Fonseca ganhou 300 mil dólares (aproximadamente R$ 1,5 milhão) ao faturar o MGM Slam, ontem, em Las Vegas. O brasileiro bateu Reilly Opelka (69), Gael Monfils (170) por 10/6 e Alexander Bublik (10).

    O brasileiro também subiu três posições no ranking mundial, mesmo sem disputar um torneio ATP. O carioca assumiu a 35ª colocação, ultrapassando o grego Stefanos Tsitsipas, o canadense Denis Shapovalov e o tcheco Tomas Machac. Os três perderam pontos após caírem na primeira rodada do ATP 500 de Dubai.

    E agora se prepara para uma sequência de Masters 1000. Na noite desta segunda, ele conhecerá seu adversário pela primeira rodada de Indian Wells.

    Fonseca disputará o Indian Wells, entre 4 a 15 de março, e Miami Open, entre 18 e 29 do mesmo mês. Os dois torneios acontecem nos Estados Unidos.

    Além disso, o brasileiro está inscrito no Challenger de Phoenix, torneio onde foi campeão em 2025. A competição acontece entre os dias 9 e 15, e pode conflitar com o Indian Wells caso Fonseca avance.

    O brasileiro tenta embalar nas disputas de simples em 2026. Seu melhor resultado até o momento foi chegar às oitavas de final do Rio Open. Nas duplas, ele conquistou -ao lado de Marcelo Melo- o título do torneio carioca.

    No ano passado, ele caiu na segunda rodada de Indian Wells, após derrota para o britânico Jack Draper. Já em Miami, Fonseca chegou na terceira rodada, quando perdeu para o australiano Alex de Minaur.

    Fonseca sobe no ranking e tem maratona com defesa de título e Masters 1000

  • Iranianos se dividem entre luto por Khamenei e esperança de troca de regime

    Iranianos se dividem entre luto por Khamenei e esperança de troca de regime

    Eles representam dois polos opostos da sociedade do país persa, cujo futuro encontra-se em suspenso desde o início dos ataques de Estados Unidos e Israel neste sábado (28).

    ANGELA BOLDRINI
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Enquanto o analista de mídias Sayed Hamed Nematollahi, 47, caminhava pelas ruas de Teerã ao lado de milhares de apoiadores da teocracia islâmica neste domingo (1º), a arquiteta Tannaz, 28, compartilhava mensagens de comemoração nas redes sociais. Os dois iranianos conversaram com a Folha de S.Paulo neste final de semana, por meio do aplicativo de mensagens WhatsApp.

    Eles representam dois polos opostos da sociedade do país persa, cujo futuro encontra-se em suspenso desde o início dos ataques de Estados Unidos e Israel neste sábado (28).

    Nematollahi mora na capital e é um apoiador da teocracia islâmica que, até ontem, era comandada pelo aiatolá Ali Khamenei. Já Tannaz, que pediu para não ter o sobrenome divulgado por medo de retaliações a sua família, faz parte da diáspora iraniana e vem acompanhando ansiosa notícias sobre uma possível queda do regime. Ela deixou o país em 2022, logo após os protestos contra a morte da jovem Mahsa Amini por forças de segurança, e hoje vive em Dubai.

    “Os sentimentos são mistos; não somos mais as mesmas pessoas depois de todas essas experiências de revoltas a cada dois anos e do número de pessoas mortas pelo regime cruel do Irã”, afirmou ela à Folha neste sábado (28). “Hoje [sinto] empolgação, felicidade, vingança, enquanto me preocupo com meu povo.”

    Nas redes sociais, Tannaz compartilhou publicações comemorando a morte de Khamenei, o líder supremo da teocracia alvejado no sábado pelo bombardeio das forças americanas e israelenses. Em muitas outras fotos de seu perfil, aparece sem o uso do véu islâmico -mesmo quando estava no Irã, em um gesto de protesto contra a obrigatoriedade imposta às mulheres.

    Perguntada sobre seus parentes e amigos, ela afirmou que não conseguiu falar com eles por causa da queda de internet dentro do país. Afirmou, porém, que se enxerga com “90 milhões de irmãs e irmãos em casa”.

    Se a arquiteta viu motivos para celebrar, o analista de mídia Nematollahi se juntou àqueles que entraram em luto pela morte do líder supremo. “Ele representa uma crença de que devemos resistir ao imperialismo”, afirmou.

    Das ruas de Teerã, enviou um vídeo à Folha de S.Paulo que mostra uma multidão caminhando com bandeiras do país -incluindo crianças de colo- cantando em homenagem ao aiatolá. “Ó líder da liberdade, nós seguimos seu caminho”, traduziu ele.

    “Para muitas pessoas comuns, é um momento profundamente chocante. Khamenei esteve no centro do sistema político do Irã por mais de três décadas, e sua morte repentina no contexto de ataques estrangeiros abalou tanto apoiadores quanto críticos”, afirma Nematollahi.

    O líder supremo foi, como o nome indica, a autoridade máxima nos últimos 37 anos -o que significa que uma parte considerável da população iraniana, incluindo Tannaz, não sabe o que é o país sob outro comando.

    Com a morte de Khamenei, os membros remanescentes do regime montaram uma junta para governar provisoriamente e manter a República Islâmica de pé. Enquanto isso, os EUA e Israel mantêm ataques ao Irã, e o presidente americano, Donald Trump, diz que a campanha militar durará quatro semanas.
    Com o desfecho em suspenso no momento, os dois lados se agarram às suas esperanças de vitória. “Nós somos moralmente fortes, estamos continuando a atacar fortemente”, diz Nematollahi. “Nós acreditamos que, como nós estamos em uma guerra aberta, não temos tempo para o luto; temos que transformar o pesar em energia para seguir lutando.”

    Do outro lado, Tannaz deseja ver uma mudança radical na forma como o país é governado. “Eu nunca me senti tão próxima do meu povo”, afirma, mesmo a milhares de quilômetros de distância de casa.

    Iranianos se dividem entre luto por Khamenei e esperança de troca de regime

  • Apple lança iPhone 17e, com preço a partir de R$ 5.799 no Brasil

    Apple lança iPhone 17e, com preço a partir de R$ 5.799 no Brasil

    O aparelho com 256 gigabytes de armazenamento custa R$ 5.799, enquanto a versão com 512 gigabytes sai por R$ 7.299. Já nos EUA, o preço inicial é de US$ 599 (R$ 3.075,51) para o modelo de 256 gigabytes.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Apple lançou o iPhone 17e, modelo mais acessível de seu mais recente smartphone, nesta segunda-feira (2) e abrirá pré-venda no Brasil em 9 de março.

    O aparelho com 256 gigabytes de armazenamento custa R$ 5.799, enquanto a versão com 512 gigabytes sai por R$ 7.299. Já nos EUA, o preço inicial é de US$ 599 (R$ 3.075,51) para o modelo de 256 gigabytes.

    O lançamento surge em um momento de alta nos preços dos chips de memória devido à escassez global, o que sugere que a Apple está disposta a absorver parte da pressão sobre os custos dos componentes para tornar seu modelo mais barato mais atraente.

    Ao oferecer maior capacidade de armazenamento pelo mesmo preço, a Apple posiciona o 17e como uma opção com melhor custo-benefício, buscando atrair novos usuários e defender sua fatia de mercado diante da concorrência, que enfrenta restrições de fornecimento mais rigorosas.

    Alguns analistas consideram o aumento da capacidade de armazenamento pelo mesmo preço inicial como, na prática, uma redução de preço, já que anteriormente os clientes tinham que pagar um valor adicional para acessar maior capacidade.

    Clientes em mais de 70 países e regiões poderão pré-encomendar o iPhone 17e a partir de quarta-feira (4), com o aparelho previsto para entrar em venda no dia 11 de março. No Brasil, a pré-venda começa na próxima segunda-feira (9).

    O iPhone 17e é equipado com o chip A19 de última geração da Apple, construído com tecnologia de 3 nanômetros, representando uma melhoria de desempenho para a linha de entrada da empresa.
    O dispositivo também inclui o novo modem C1X da Apple, que, segundo a empresa, oferece velocidades de rede celular mais rápidas e consome menos energia.

    O iPhone 17e ganha suporte para MagSafe pela primeira vez na série “e”, permitindo que os usuários acessem o ecossistema magnético de carregadores e acessórios da Apple. Ele também possibilita velocidades de carregamento sem fio de até 15 watts, em comparação com o carregamento Qi padrão mais lento do modelo anterior.

    Nesta segunda-feira, a Apple também apresentou o iPad Air redesenhado, equipado com o novo chip M4. O modelo de 11 polegadas custará a partir de US$ 599, enquanto a versão maior, de 13 polegadas, sairá por US$ 799.

    Apple lança iPhone 17e, com preço a partir de R$ 5.799 no Brasil

  • Moraes nega de novo pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro

    Moraes nega de novo pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro

    De acordo com o magistrado, os problemas de saúde do ex-presidente podem ser monitorados e tratados no local onde ele está preso. A Papudinha dispõe de assistência médica 24 horas, unidade avançada do Samu e livre acesso para a equipe médica de Bolsonaro.

    LUÍSA MARTINS
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou o pedido de prisão domiciliar feito pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que seguirá cumprindo pena no 19º Batalhão da Polícia Militar -a chamada Papudinha.

    De acordo com o magistrado, os problemas de saúde do ex-presidente podem ser monitorados e tratados no local onde ele está preso. A Papudinha dispõe de assistência médica 24 horas, unidade avançada do Samu e livre acesso para a equipe médica de Bolsonaro.

    Na semana passada, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestou contra a concessão da domiciliar. De acordo ele, a jurisprudência da corte só prevê a domiciliar para ocasiões em que “o tratamento médico indispensável não possa ser ofertado na unidade de custódia”, o que não seria o caso.

    Para Gonet, embora o laudo da perícia elaborado pela PF (Polícia Federal) tenha atestado uma “multiplicidade” de patologias, as doenças de Bolsonaro estão sob o devido controle clínico e medicamentoso.

    Segundo ele, o fato de a perícia ter considerado oportuna a otimização da estrutura da Papudinha (com grades de apoio, campainha de emergência e dispositivos de monitoramento em tempo real) “não implica, por si só, a inadequação do ambiente carcerário”.

    O pedido mais recente de prisão domiciliar foi feito pela defesa de Bolsonaro em 11 de fevereiro. Os advogados afirmaram que o ex-presidente estava “em situação de multimorbidade grave, permanente e progressiva, com risco concreto de descompensação súbita e de eventos potencialmente fatais”.

    Na avaliação da defesa, a permanência de Bolsonaro na Papudinha ainda era arriscada para a saúde do ex-presidente, “seja pela limitação estrutural inerente ao cárcere, seja pela dependência de arranjos contingentes e de difícil manutenção no tempo”.

    Até o início do mês, aliados de Bolsonaro apostavam que Moraes poderia ser convencido a conceder a domiciliar. Como a Folha de S. Paulo mostrou, uma ala do STF passou a defender essa hipótese, alegando que, se o presidente tiver alguma intercorrência grave na prisão, a culpa poderia recair sobre o Supremo.

    A perícia médica, no entanto, não apontou para a necessidade da domiciliar. O laudo apontou que Bolsonaro tem condições de continuar preso, desde que receba cuidados especiais. A PGR se manifestou nessa mesma linha, frustrando as expectativas da defesa.

    Bolsonaro ficou detido em casa, em Brasília, de agosto passado até novembro, quando foi preso preventivamente após danificar a tornozeleira eletrônica que era obrigado a usar. Em janeiro, ele deixou a superintendência da PF em Brasília e foi transferido para a Papudinha.

    Moraes nega de novo pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro

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  • David Ellis, CEO da Paramount, diz que Warner lançará 15 filmes por ano

    David Ellis, CEO da Paramount, diz que Warner lançará 15 filmes por ano

    “Filmes devem ser vistos nos cinemas”, afirmou o executivo a analistas, ao defender a janela exclusiva de 45 dias nas salas antes da estreia no streaming.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O CEO da Paramount, David Ellison, reafirmou nesta segunda-feira o compromisso de lançar ao menos 30 filmes por ano nos cinemas após a conclusão da fusão com a Warner Bros. Discovery. A meta prevê 15 longas anuais por estúdio.

    “Filmes devem ser vistos nos cinemas”, afirmou o executivo a analistas, ao defender a janela exclusiva de 45 dias nas salas antes da estreia no streaming.
    Ellison sustentou que a Paramount já ampliou sua produção. Serão ao menos 15 lançamentos em 2026, – em 2025 foram oito. A Warner Bros., por sua vez, lançou 11 filmes no último ano.

    No streaming, o plano é unificar HBO Max e Paramount+ em uma única plataforma direta ao consumidor, que somaria mais de 200 milhões de assinantes. A operação ainda depende de aval regulatório.

    Segundo Ellison, até meados de 2026 a Paramount também integrará Paramount+, Pluto TV e BET+ em uma mesma infraestrutura tecnológica. A estratégia, disse, busca ganhar escala para enfrentar líderes do setor, como Netflix e Amazon Prime Video.

    David Ellis, CEO da Paramount, diz que Warner lançará 15 filmes por ano

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  • Moraes nega prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro

    Moraes nega prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro

    Decisão cita estabilidade clínica, assistência médica diária na Papudinha e tentativa anterior de fuga com rompimento de tornozeleira

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira (2) pedido de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Na decisão, o Moraes disse que as instalações da Papudinha, em Brasília, onde o ex-presidente está preso, oferecem atendimento médico adequado. Além disso, o ministro afirmou que a tentativa de violação da tornozeleira eletrônica, ocorrida no ano passado, também é um óbice ao deferimento do pedido.

    Defesa

    A defesa alegou que as instalações da prisão não estão aptas para dar tratamento médico adequado a Bolsonaro, que passou recentemente por uma cirurgia de hérnia inguinal e tem diversas comorbidades em decorrência da facada desferida contra ele na campanha eleitoral de 2018. 

    Ao analisar o pedido, Moraes disse que as instalações da Papudinha são adequadas para atender Bolsonaro em caso de emergência.

    “As condições e adaptações específicas da unidade prisional atendem, integralmente, as necessidades do condenado, com a possibilidade e efetiva realização de serviços médicos contínuos, com múltiplos atendimentos diários, realização de sessões de fisioterapia, atividades físicas, assistência religiosa, além de garantir ao réu, em absoluta garantia do princípio da dignidade da pessoa humana”, disse o ministro.Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses prisão na ação penal da trama golpista e cumpre pena no 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O local é conhecido como Papudinha e é destinado a presos especiais, como policiais, advogados e juízes.

    Moraes nega prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro

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  • Mendonça desobriga Campos Neto de depor na CPI do Crime Organizado

    Mendonça desobriga Campos Neto de depor na CPI do Crime Organizado

    Mendonça atendeu ao pedido da defesa de Campos Neto e garantiu que ele, caso venha a comparecer à audiência designada, seja na qualidade de convidado, quando não é obrigatória a sua presença

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça desobrigou, nesta segunda-feira (2), o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto de prestar depoimento à CPI do Crime Organizado.

    O economista estava convocado para falar na comissão na sessão marcada para esta terça-feira (3).

    Ele seria questionado sobre eventuais falhas na fiscalização bancária que possam ter facilitado a expansão de organizações criminosas e as fraudes investigadas no Banco Master.

    Mendonça atendeu ao pedido da defesa de Campos Neto e garantiu que ele, caso venha a comparecer à audiência designada, seja na qualidade de convidado, quando não é obrigatória a sua presença.

    Pela decisão, ele terá o direito de permanecer em silêncio quando questionado em pontos que possam implicar risco de autoincriminação.

    Caberá ao próprio convidado, em conjunto com sua defesa técnica, analisar sobre a existência desse risco para exercer, se for o caso, o direito ao silêncio.

    O pedido de convocação de Campos Neto havia sido feito pelo senador Jaques Wagner (PT-BA). Ele alegou que a medida era indispensável para o avanço das investigações da comissão.

    “A oitiva do responsável pela autoridade monetária do país durante o período de 2019 a 2024 é crucial para esclarecer se eventuais falhas ou omissões”, disse.

    Ele também argumentou que a integridade do Sistema Financeiro Nacional “é uma barreira fundamental contra a lavagem de dinheiro e o financiamento de atividades ilícitas”.

    Mendonça desobriga Campos Neto de depor na CPI do Crime Organizado

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  • Trump diz que está 'dando surra' no Irã e que 'grande onda' ainda está por vir

    Trump diz que está 'dando surra' no Irã e que 'grande onda' ainda está por vir

    Presidente americano se engaja em sequência inusual de entrevistas após ataque de EUA e Israel ao regime em Teerã; republicano não descarta envio de mais militares ao Oriente Médio

    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que está dando “uma surra” no Irã, em entrevista por telefone a CNN, nesta segunda-feira (3). Mas, diz que uma “grande onda” de ataques ainda está por vir.

    De acordo com a emissora, a entrevista durou nove minutos. Trump tem adotado uma postura diferente de quando atacou a Venezuela e capturou o ditador Nicolás Maduro.

    Na ocasião, convocou uma entrevista a jornalistas em poucas horas. Agora, ainda não fez nenhuma aparição pública, mas tem conversado com diversos jornais e TVs sobre as ações no Oriente Médio. “Eu acho que está indo muito bem. É algo muito poderoso e nós temos os melhores militares do mundo e estamos usando eles”, definiu ele.

    Assim como em entrevistas prévias, ele voltou a falar que não pretende que os ataques durem por muito tempo. “Não quero ver isso durando muito tempo. Sempre achei que duraria quatro semanas e estamos à frente do planejado.”

    A base de aliados de Trump tem se demonstrado favorável aos ataques, mas ele já recebeu criticas de republicanos que temem que esta seja mais uma “guerra sem fim” promovida pelos EUA, o que poderia ter um custo elevado para os cofres do governo e levar a morte de militares. Até agora, quatro americanos morreram.

    O presidente foi questionado se os EUA estão fazendo algo, além do ataque militar, para ajudar o povo iraniano a retomar o país do regime e ele disse que “sim” -o governo do republicano tem dito que eles prometeram ajuda ao Irã e cumpriram e, agora, seria responsabilidade dos próprios iranianos assumir controle do país.

    “Por enquanto, queremos que todos fiquem dentro de casa. Não está seguro lá fora.” Para o presidente, a retaliação do Irã no Oriente Médio, que atingiu bases americanas e outros países, como Bahrein, Jordania, Kuwait, Qatar e Emirados Arábes Unidos foi a maior surpresa até agora para Trump. “Eles atiraram em um hotel, em um edifício residencial. Isso fez com que eles ficassem com raiva.”

    “Agora eles querem lutar e estão lutando de forma bastante agressiva. Eles iam ter um envolvimento baixo e agora insistem em se envolver”, disse Trump, que classificou os líderes arábes como “espertos e fortes”.

    Já ao NY Post, o presidente disse que não descarta envio de mais militares ao Oriente Médio. “Eu não fico com medo de enviar tropas terrestres – tipo, como todo presidente diz, ‘Não haverá tropas no solo.’ Eu não digo isso,” afrmou o presidente. “Eu digo ‘provavelmente não precisamos delas’, ou ‘se elas fossem necessárias.’”

    Na manhã desta segunda, o secretário de Defesa Pete Hegseth falou com a imprensa e reafirmou que os EUA vão continuar com os ataques. Hegseth usou slogan America First (América em Primeiro Lugar, em inglês) para justificar que qualquer um que ameaçar o país vai ser morto. “Se vocês matarem americanos, se ameaçarem americanos em qualquer lugar da Terra, nós vamos caçá-los sem pedir desculpas e sem hesitação, e vamos matá-los”, disse Hegseth.

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  • Falso reality do SBT com sósias de famosos viraliza

    Falso reality do SBT com sósias de famosos viraliza

    Programa ‘Sósias dos Artistas’ reúne imitadores de Belo, Rihanna, Vini Jr. e Mano Brown; brincadeira do The Noite conquista telespectadores, que pedem por reality de verdade

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Imagine um reality show de confinamento reunindo os sósias de Rihanna, Xuxa, Sandy, Mano Brown, Belo, Vini Jr., Péricles e Elvis Presley? A brincadeira, que foi um quadro do The Noite, programa de Danilo Gentili no SBT, vem viralizando nas redes.

    Na cena que viralizou nas redes, os sósias se encontram no jardim da casa, como se estivessem entrando no BBB, e se cumprimentam.

    O falso reality, batizado de “Sósias dos Artistas”, tem direito a Big Fone, paredão, provas de resistência e dinâmicas de convivência entre os confinados. O apresentador é o humorista Igor Guimarães.

    A cena vem fazendo sucesso nas redes sociais e decepcionando internautas por não se tratar de um reality show de verdade.

    “E se eles fizessem um programa assim, só que sério e com sósias extremamente parecidos, e colocassem um verdadeiro famoso e eles tivessem que descobrir quem não é sósia? Eu assistiria”, comentou um internauta no X.

    “Ia ser tudo se eles colocassem algum famoso de verdade fingindo ser sósia”, completou outro. “Meu Deus, eu amei, já tô obcecado em saber como deve ser a vida de uma sósia da Sandy”, se empolgou outra.

    Falso reality do SBT com sósias de famosos viraliza