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  • Weverton diz que vive auge aos 38 e se apega a fala de Neymar em 2ª chance

    Weverton diz que vive auge aos 38 e se apega a fala de Neymar em 2ª chance

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Novidade na lista da seleção brasileira de Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo, o goleiro Weverton diz que vive o ápice da carreira aos 38 anos. O arqueiro vai para a sua segunda edição de Mundial, uma vez que jogou o torneio em 2022.

    “O goleiro atinge o ápice dele depois dos 30, tem a maturidade para suportar qualquer coisa. Se pegar um jovem e uma pessoa de 60 anos, eles vão tomar decisões diferentes. O mesmo acontece com o jogador de futebol. Um goleiro com 30 anos já experimentou muitas coisas boas e ruins. Ele ainda tem vigor físico, se cuida mais, se dedica e colhe os frutos. Vivo o meu melhor momento com um todo hoje: atleta, homem, pai, marido… Todas essas coisas estão no mesmo pacote”, disse o jogador em entrevista coletiva.

    Na visão do goleiro, uma série de fatores se alinharam nos últimos dias para que o chamado viesse. Entre elas estão as atuações de destaque nos últimos jogos do Grêmio.

    “As coisas têm de se alinhar no futebol, nos últimos dias elas foram se alinhando a meu favor. Foram grandes jogos, defesas que me ajudaram a chegar a essa reta final com chance de ir à Copa. Quando vem a pré-convocação você começa a sonhar de outra maneira, vê uma chance real. A última semana, depois de bons jogos, criei expectativa. Vida de goleiro não é fácil, tem que estar todos os dias trabalhando e repetindo as mesmas coisas. Estou muito feliz, tudo se alinhou a meu favor”, afirma Weverton.

    Aos 38 anos, Weverton superou “rivais” mais jovens e ganhou a preferência pela experiência, segundo Carlo Ancelotti. Ele se vê útil de muitas maneiras para a seleção.

    “Existem várias maneiras de você ser útil. Copa é um campeonato curto, rápido e que nem todo mundo vai jogar. Todo mundo é importante. Você pode não jogar, mas quando você treina no seu melhor nível você ajuda quem vai jogar. Eu, treinando bem, posso motivar os batedores para conseguirem o gol, eles vão treinar no mais alto nível.

    No vestiário, posso ajudar alguém que está de cabeça baixa, erguer a moral. Esse é o papel de quem é mais experiente. Já joguei uma Copa e sei. Vivi um clima quando fomos eliminados que eu nunca mais quero viver, carrego isso comigo”, diz o goleiro.

    FALA MARCANTE DE NEYMAR

    Weverton foi campeão olímpico ao lado de Neymar nas Olimpíadas do Rio, em 2016. nesta terça-feira (19), 10 anos depois, ele compartilhou detalhes da conversa no vestiário antes da final contra a Alemanha. A fala mais marcante, para ele, foi a do camisa 10.

    “O que ele falou no dia da final olímpica eu nunca vou esquecer. Ele dizia que em 2012 ele tinha sido prata e ele tinha a segunda chance de tornar aquele sonho possível. Ele queria que ninguém precisasse de uma segunda chance, que aquela fosse a única para todo mundo e que fosse o momento de conquistar o ouro que faltava para nós. Aquilo me marcou muito”, afirma Weverton.

    O goleiro levou a mensagem e quer usá-la neste Copa do Mundo. Ele citou a presença de diversos nomes que devem fazer sua última participação em Mundiais neste ano.

    “Para essa geração e acho que para muito gente, será a última Copa. Danilo, Alex Sandro, Marquinhos… É a última chance. Essa vai ser a chance da minha vida e de muita gente. Nunca mais teremos essa oportunidade. Esse é o meu pensamento”, diz.

    O QUE MAIS ELE DISSE?

    Festa pela convocação

    “Nem sei o que aconteceu nesta segunda-feira (18). Tive um pequeno desmaio, acho. Já vi as imagens várias vezes e já agradeci o livramento do meu irmão não ter esmagado a minha cabeça. Não tinha melhor forma de expressar o que era aquele momento.”

    Crença no próprio trabalho

    “Óbvio que quando cheguei aqui sempre acreditei no meu potencial. É normal que às vezes as pessoas queiram tentar decidir o seu futuro, aquilo que você é ou o que já se encerrou. O bom da vida é poder se superar e mostrar a sua capacidade com trabalho, luta, renuncia e sacrifício. Coloquei a mão no meu bolso e achei meus comprimidos de suplemente que tomo e pensei: ‘talvez vocês tenham me ajudado’. É preciso pagar um grande preço, um sacrifício. Sou muito grato à minha família e não posse de deixar de agradecer o esforço que o Grêmio fez para me contratar, à torcida como me abraçou e me tratou desde que cheguei.”

    Histórico na seleção

    “A minha primeira convocação foi em 2016, faz 10 anos que vou para a seleção. Não me recordo se fiquei um ano inteiro sem ser convocado, fui com o Dorival no ano passado. O meu histórico, o meu caráter e profissionalismo… O Ancelotti não viu, mas deve ter ouvido das pessoas. Deve estar seguro da escolha que fez e quero honrar ela, a confiança que ele me deu. São 11 jogos pela seleção, campeão olímpico, 55 convocações. Acho que tudo isso me dá essa oportunidade.”

    Neymar

    “Falar da qualidade do Neymar é perder tempo, é indiscutível o grande jogador e pessoa que ele é. Quem acompanha futebol pôde ver o esforço e a dedicação que ele fez para representar o país dele. Talvez possamos ver uma versão dele que gostamos de ver: motivado e que pode nos ajudar muito, um homem feliz e de bem consigo mesmo. Ele pode dar uma resposta muito boa e nos ajudar. Todo brasileiro que ama o futebol e o país vai torcer para ele estar no melhor nível possível assim como os outros jogadores.”

    Disputa aberta pela titularidade

    “O Bento, o Hugo, o John que não tiveram neste primeiro momento, não é que eles não mereçam, são escolhas com base no que o treinador entende que é melhor para a equipe. Dedico tempo estudando os outros goleiros e acho que se o Ancelotti e o Taffarel nos escolheram é porque entendem que estamos prontos e aptos para servirmos a seleção. A disputa é muito boa para todos. Quanto mais disputa, mais vai se exigir o alto nível. A disputa é necessária em qualquer fase da nossa vida. Chicote vai estralar, vamos dar o máximo todos os dias. Quem joga não joga só por si, mas por todos.”

    Desafio é maior por ser surpresa?

    “Encaro isso com naturalidade, faz parte. É cultural as pessoas enxergarem dessa maneira, não julgo elas. Para mim, só mostra o tamanho do feito de Deus na minha vida. Quando ninguém espera, ninguém acha, vem muito mais por aí. É gratidão.”

    Contestações

    “Entendo muito o torcedor. Assisto muito futebol e às vezes até eu fico chateado vendo jogos. É normal que xinguem, vaiem e fiquem descontentes. Se não fosse isso, não era paixão, amor. O lado bom de ser experiente é que você tem tranquilidade nessas horas, sabe quem é. Não é porque fui convocado que vou virar outros. Eu sou o mesmo.”

    Grêmio fundamental

    “O Grêmio foi fundamental. Foi uma decisão muito importante que eu tinha de tomar. Tenho muita coragem para tomar decisões, de pegar a minha família e sair de um lugar onde já estava adaptado. Foi uma atitude corajosa e porque eu vi o quanto o Grêmio me queria aqui. Vivemos nesta terça-feira (19) o fruto do trabalho de muitas pessoas, é o resultado de algumas decisões que tomamos e que valeram a pena.”

    Weverton diz que vive auge aos 38 e se apega a fala de Neymar em 2ª chance

  • Filha de Angelina Jolie e Brad Pitt, Zahara exclui sobrenome "Pitt" em formatura

    Filha de Angelina Jolie e Brad Pitt, Zahara exclui sobrenome "Pitt" em formatura

    Será que o caminho teria sido mais fácil se não tivessem sido orgulhosos?

    A filha de Angelina Jolie e Brad Pitt, Zahara, parece ter se distanciado ainda mais do pai, após remover o “Pitt” de seu sobrenome durante sua cerimônia de formatura na Spelman College, em 17 de maio de 2026. Apresentada como Zahara Marley Jolie ao receber seu diploma em Psicologia, a decisão segue o exemplo de vários de seus irmãos.

    A escolha de Zahara também reflete uma tendência mais ampla entre os filhos de celebridades que optam por construir suas próprias identidades, independentemente de seus sobrenomes famosos. Embora ter um sobrenome reconhecido possa abrir portas na indústria do entretenimento, muitas estrelas nascidas em dinastias de Hollywood optaram por se afastar das vantagens e expectativas que vêm com eles.

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    Filha de Angelina Jolie e Brad Pitt, Zahara exclui sobrenome "Pitt" em formatura

  • Flávio Bolsonaro critica fim da escala 6×1

    Flávio Bolsonaro critica fim da escala 6×1

    Senador afirma que discussão, que começou há mais de 2 anos, sobre escala 6×1 é ‘inoportuna e eleitoreira’. Pré-candidato diz, sem apresentar dados, que fim da 6×1 vai aumentar custos e gerar desemprego

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O pré-candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro (RJ), afirmou em nota veiculada nesta terça-feira (19) que a discussão sobre o fim da escala 6×1 é legítima, porém “inoportuna e eleitoreira”, e defendeu a remuneração por horas trabalhadas com manutenção de direitos trabalhistas.

    “A remuneração por hora trabalhada traz liberdade, aumento da renda e proteção. Quem quer trabalhar mais ganha mais. Quem precisa de menos horas tem essa liberdade”, diz o texto distribuído pela equipe do senador carioca. Segundo Flávio, a proposta manteria FGTS, INSS, férias e décimo terceiro, beneficiando principalmente mães solteiras.

    “A mãe brasileira não deveria ter que escolher entre trabalhar e cuidar do filho. Com piso por hora e jornada flexível, ela faz os dois. Sem precisar abrir mão de nada”, diz a nota.

    Em coletiva de imprensa também nesta terça, o presidenciável afirmou que o fim da escala 6×1 “tenta vender uma solução fácil” para a população, mas vai gerar desemprego e aumento de custos. “Com esse projeto de lei apresentado pelo governo em ano eleitoral, [tem] uma grande carga de hipocrisia e interesse nas eleições”.

    A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acaba com a escala 6×1 está em momento decisivo na tramitação no parlamento e tem apoio do governo Lula (PT).

    O relator da proposta, deputado federal Léo Prates (Republicanos-BA), se reunirá com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para fechar detalhes da PEC e entregar um texto atualizado nesta quarta. Motta prometeu votar a proposta até o fim do mês.

    Nesta segunda-feira (18), Prates adiantou ao C-Level Entrevista, da Folha, que defende um período de transição de 2 a 5 anos e prazo de até 180 dias para votar o projeto que regulamentará a nova jornada para empresas que têm contratos públicos, micro e pequenas empresas e para categorias específicas de trabalhadores.

    Prates pretende propor que, durante a transição, as horas extras adicionais, até a jornada de 44 horas semanais, sejam desoneradas. A PEC deve trazer regras gerais: 40 horas por semana com dois dias de descanso, sendo um preferencialmente aos domingos. Já Lei ou convenções e negociações coletivas definirão a escala de trabalho de profissões específicas, desde que respeitadas oito folgas mensais e um teto de seis dias trabalhados por semana.

    Flávio Bolsonaro critica fim da escala 6×1

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Flávio Bolsonaro critica fim da escala 6×1

    Flávio Bolsonaro critica fim da escala 6×1

    Senador afirma que discussão, que começou há mais de 2 anos, sobre escala 6×1 é ‘inoportuna e eleitoreira’. Pré-candidato diz, sem apresentar dados, que fim da 6×1 vai aumentar custos e gerar desemprego

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O pré-candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro (RJ), afirmou em nota veiculada nesta terça-feira (19) que a discussão sobre o fim da escala 6×1 é legítima, porém “inoportuna e eleitoreira”, e defendeu a remuneração por horas trabalhadas com manutenção de direitos trabalhistas.

    “A remuneração por hora trabalhada traz liberdade, aumento da renda e proteção. Quem quer trabalhar mais ganha mais. Quem precisa de menos horas tem essa liberdade”, diz o texto distribuído pela equipe do senador carioca. Segundo Flávio, a proposta manteria FGTS, INSS, férias e décimo terceiro, beneficiando principalmente mães solteiras.

    “A mãe brasileira não deveria ter que escolher entre trabalhar e cuidar do filho. Com piso por hora e jornada flexível, ela faz os dois. Sem precisar abrir mão de nada”, diz a nota.

    Em coletiva de imprensa também nesta terça, o presidenciável afirmou que o fim da escala 6×1 “tenta vender uma solução fácil” para a população, mas vai gerar desemprego e aumento de custos. “Com esse projeto de lei apresentado pelo governo em ano eleitoral, [tem] uma grande carga de hipocrisia e interesse nas eleições”.

    A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acaba com a escala 6×1 está em momento decisivo na tramitação no parlamento e tem apoio do governo Lula (PT).

    O relator da proposta, deputado federal Léo Prates (Republicanos-BA), se reunirá com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para fechar detalhes da PEC e entregar um texto atualizado nesta quarta. Motta prometeu votar a proposta até o fim do mês.

    Nesta segunda-feira (18), Prates adiantou ao C-Level Entrevista, da Folha, que defende um período de transição de 2 a 5 anos e prazo de até 180 dias para votar o projeto que regulamentará a nova jornada para empresas que têm contratos públicos, micro e pequenas empresas e para categorias específicas de trabalhadores.

    Prates pretende propor que, durante a transição, as horas extras adicionais, até a jornada de 44 horas semanais, sejam desoneradas. A PEC deve trazer regras gerais: 40 horas por semana com dois dias de descanso, sendo um preferencialmente aos domingos. Já Lei ou convenções e negociações coletivas definirão a escala de trabalho de profissões específicas, desde que respeitadas oito folgas mensais e um teto de seis dias trabalhados por semana.

    Flávio Bolsonaro critica fim da escala 6×1

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • PF faz operação contra perito suspeito de vazar contrato de mulher de Moraes com Master

    PF faz operação contra perito suspeito de vazar contrato de mulher de Moraes com Master

    Nota do STF diz que investigado teria repassado a integrante da imprensa ‘informações sigilosas relacionadas a fatos ocorridos no início do caso’; associação disse que perito tem direito à ampla defesa e frisou necessidade de ‘evitar conclusões precipitadas’

    A Polícia Federal (PF) realiza operação nesta terça-feira, 19, contra o perito criminal federal João Cláudio Nabas por suspeita de vazamento de informações do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes obtidas na investigação da Compliance Zero, que apura fraudes financeiras ligadas ao Banco Master.

    A suspeita da PF nessa apuração é que Nabas teria vazado informações de Moraes apreendidas no telefone celular do banqueiro Daniel Vorcaro, como o contrato do escritório de advocacia da mulher do ministro, a advogada Viviane Barci, com o Banco Master e diálogos do magistrado com o banqueiro.

    Segundo informações da Receita Federal, o escritório de Viviane Moraes recebeu R$ 80,2 milhões em pagamentos do Master em 2024 e 2025.

    A PF cumpriu mandados de busca e apreensão e suspensão das funções públicas do perito. A ação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, relator do caso.

    De acordo com comunicado do STF, “o investigado, na condição de perito criminal federal, teria repassado a integrante da imprensa informações sigilosas relacionadas a fatos ocorridos no início das investigações, obtidas a partir da análise de material apreendido durante uma das fases da Operação Compliance Zero”. O Estadão tenta contato com a defesa de Nabas.

    Essa operação foi batizada como a sétima fase da Operação Compliance Zero e apura o crime de violação de sigilo funcional. Na nota, o STF ressaltou que não há investigação contra profissional de imprensa. “Nesse contexto, as medidas não implicam qualquer direcionamento investigativo contra jornalistas ou veículos de imprensa, permanecendo preservadas a liberdade de atuação jornalística e a garantia constitucional do sigilo da fonte”, diz a nota.

    O perito atuou nas fases inicias da investigação e foi responsável pela análise de materiais apreendidos.

     

    PF faz operação contra perito suspeito de vazar contrato de mulher de Moraes com Master

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  • Piquerez avança em recuperação no Palmeiras e mantém sonho da Copa vivo

    Piquerez avança em recuperação no Palmeiras e mantém sonho da Copa vivo

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Piquerez fez trabalho com bola à parte junto a jovens da base do Palmeiras e avançou na recuperação da cirurgia no tornozelo direito. O lateral esquerdo corre contra o tempo para estar à disposição de Marcelo Bielsa para a Copa do Mundo.

    O defensor está há sete semanas em recuperação da cirurgia e passou a treinar com bola nesta semana. No treino desta segunda-feira (18) ele fez trabalhos leves com a fisioterapia, e nesta terça-feira (19) fez um trabalho em separado com crias da Academia.

    Existe a possibilidade do lateral voltar a jogar ainda antes da Copa do Mundo. Piquerez quer mostrar para a seleção do Uruguai que está totalmente recuperado e pode fazer parte do grupo que vai ao Mundial.

    O Palmeiras tem apenas mais quatro jogos até a pausa para a Copa. Cerro Porteño, Flamengo, Junior Barranquilla e Chapecoense.

    É um sonho que eu tenho de participar da Copa do Mundo, mas com os pés no chão. Seguirei fazendo a minha recuperação, priorizando o meu corpo, conhecendo o meu corpo e com a esperança e a confiança de poder estar à disposição. Quero estar à disposição do elenco antes da parada da Copa e, depois, por que não sonhar com alguma vaga na Copa, que é o sonho de todo jogador? Piquerez, em entrevista à TV Palmeiras.

    No treino desta terça-feira (19), Abel Ferreira orientou uma atividade tática e, ao final, os jogadores disputaram um recreativo.

    Paulinho participou de toda a atividade e será relacionado para o jogo na Copa Libertadores. O Palmeiras joga nesta quarta-feira (20), às 21h30 (de Brasília), contra o Cerro Porteño, no Allianz Parque, pela quarta rodada da fase de grupos da Copa Libertadores.

    O Alviverde é líder do Grupo F com 8 pontos e pode encaminhar sua classificação. O Cerro Porteño é o segundo com 7, o Sporting Cristal o 3º com 6, e o Junior, o lanterna, com apenas 1.

    Piquerez avança em recuperação no Palmeiras e mantém sonho da Copa vivo

  • Schwarzenegger anuncia novo filme de 'Conan, o Bárbaro' e retorno ao papel após 42 anos

    Schwarzenegger anuncia novo filme de 'Conan, o Bárbaro' e retorno ao papel após 42 anos

    Ator diz que filmagens de ‘King Conan’ começam em 2027, com direção de Christopher McQuarrie. Sequência vai mostrar o guerreiro envelhecido e no trono, lidando com o peso da coroa e com ameaças ao seu reinado

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Mais de quatro décadas depois de empunhar a espada pela última vez, Arnold Schwarzenegger, 78, vai voltar ao universo de “Conan, o Bárbaro”. O ator confirmou que uma nova sequência da franquia está oficialmente em desenvolvimento e que as filmagens de King Conan devem começar em 2027.

    Em entrevista ao portal TheArnoldFans, Schwarzenegger afirmou que o novo longa será escrito e dirigido por Christopher McQuarrie, nome por trás dos filmes mais recentes da franquia “Missão: Impossível”. Segundo o astro, o projeto vinha sendo discutido há anos e agora finalmente saiu do papel.

    “Estou animado para o filme. Há dez anos digo que precisávamos fazer ‘King Conan’, encontrar um ótimo roteiro e alguém que realmente entendesse a obra de Robert E. Howard e a arte de Frank Frazetta”, afirmou o astro já antecipando o título do longa. Schwarzenegger disse ainda que gostaria de ter John Milius, responsável pelo primeiro filme, como produtor da sequência.

    Para o ator, o intervalo de mais de 40 anos faz parte da proposta do novo enredo. A ideia é mostrar o protagonista envelhecido, já distante do guerreiro em seu auge, lidando com o peso da coroa e com ameaças ao seu reinado.

    “Ele não está mais na forma física de antes. Agora, tentam tirá-lo do trono. Ele ficou um pouco passivo, cansado do trabalho e quer seguir em frente”, explicou Schwarzenegger, comparando o novo filme a “Os Imperdoáveis”, estrelado por Clint Eastwood. “Vai ser algo parecido, mas com batalhas extraordinárias.”

    Criado em 1932 por Howard, Conan virou um dos personagens mais populares da fantasia, com passagens por livros, quadrinhos e cinema. Além dos dois filmes estrelados por Schwarzenegger nos anos 1980, o bárbaro também ganhou uma nova versão em 2011, interpretada por Jason Momoa.

    Schwarzenegger anuncia novo filme de 'Conan, o Bárbaro' e retorno ao papel após 42 anos

  • Putin chega à China para visita de Estado dias após partida de Trump

    Putin chega à China para visita de Estado dias após partida de Trump

    Pequim quer se posicionar como ator diplomático relevante em mundo marcado por conflitos na Ucrânia e Irã. Russo viajou a convite de Xi Jinping para discutir energia, economia e defesa

    PEQUIM, CHINA (CBS NEWS) – O presidente da Rússia, Vladimir Putin, chegou a Pequim na noite desta terça-feira (19), no horário local, começo da tarde do Brasil no mesmo dia, para uma visita de Estado quatro dias após a partida do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    É a primeira vez que Pequim recebe, no mesmo mês, os mandatários dos dois países, o que é visto por analistas como uma forma de a China se posicionar como imparcial e como força diplomática decisiva em meio à polarização mundial.

    Artigo publicado pela mídia estatal chinesa Global Times afirma que o país está se consolidando como “ponto focal da diplomacia global”.

    O russo viajou à capital chinesa a convite do líder do regime, Xi Jinping, por ocasião dos 25 anos do Tratado de Boa Vizinhança e Cooperação Amistosa. Este ano marca também o trigésimo aniversário do início das relações estratégicas entre os países.

    Putin foi recebido no aeroporto da capital pelo chanceler chinês, Wang Yi, e se encontrará com Xi na manhã de quarta-feira (20), no horário local.

    Segundo comunicado do Kremlin, os mandatários vão discutir “assuntos bilaterais da atualidade, maneiras de fortalecer ainda mais a parceria abrangente e a cooperação estratégica” e “trocarão opiniões sobre questões internacionais e regionais importantes”.

    Em pronunciamento por ocasião da viagem, Putin afirmou que as relações entre os países atingiram “um nível verdadeiramente sem precedentes”. Chamou Xi de amigo de longa data e declarou que as nações “estão expandindo ativamente seus contatos nas áreas da política, da economia e da defesa”.

    A guerra na Ucrânia deve ser um dos principais assuntos, embora as chancelarias dos países não tenham sinalizado que o conflito estará em destaque na pauta. O conflito, porém, será pano de fundo das demais discussões, uma vez que Moscou tem a China como principal aliado econômico em meio às sanções impostas pelo Ocidente após a incursão no país vizinho em 2022.

    Outro tema será a cooperação energética, que tem sido um dos principais motores das relações bilaterais e se tornou ainda mais relevante em decorrência da guerra no Irã, devido ao risco que o conflito imputa à matriz energética chinesa por causa do fechamento do estreito de Hormuz.

    A maior parte do petróleo que passa pelo trecho tem como destino os portos chineses. Pequim, porém, mantém uma reserva bilionária da commodity, o que a afasta do risco imediato, mas leva líderes chineses a buscar alternativas de abastecimento.

    Dados do Kremlin indicam que as exportações de petróleo russo à China cresceram mais de um terço no primeiro trimestre de 2026.

    O gasoduto Poder da Sibéria 2, que deve transportar cerca de 50 bilhões de metros cúbicos de gás por ano à China, também será discutido em detalhe, segundo Moscou. Em março, na publicação do seu 15º Plano Quinquenal, Pequim afirmou que os trabalhos da fase inicial do projeto irão prosseguir.

    A construção do empreendimento, com 2.600 km de extensão, é uma espécie de seguro de longo prazo para a China, uma vez que o conflito no Irã e instabilidades no Oriente Médio também ameaçam o fornecimento de gás natural liquefeito. O duto é visto como uma alternativa terrestre segura em meio aos embates que causam interrupções no trânsito marítimo.

    Embora a guerra no Irã tenha entrado na pauta da reunião entre Trump e Xi na semana passada, os comunicados de Pequim e Washington não indicam que questões relacionadas à Rússia tenham sido debatidas com profundidade entre os dois líderes.

    O foco principal, além do conflito no Oriente Médio, foram negócios, intercâmbio comercial e a questão Taiwan, com o chinês afirmando que esse é o ponto mais sensível da relação entre os países. A ilha deve aparecer de forma tangencial nos diálogos entre Putin e Xi, uma vez que a Rússia apoia o princípio de que Taiwan é parte inalienável do território chinês.

    Putin chega à China para visita de Estado dias após partida de Trump

  • AGU defende no STF suspensão da Lei da Dosimetria, que beneficia Bolsonaro

    AGU defende no STF suspensão da Lei da Dosimetria, que beneficia Bolsonaro

    Órgão ligado ao governo Lula diz que texto deve ser declarado inconstitucional; medida já foi suspensa por Moraes. Advocacia-Geral da União afirma que redução de penas inverte lógica e acaba premiando atos golpistas

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A AGU (Advocacia-Geral da União) se manifestou nesta terça-feira (19) pela suspensão da Lei da Dosimetria, que reduz a pena de condenados pelo 8 de Janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e defendeu que o STF (Supremo Tribunal Federal) declare o texto inconstitucional.

    Em seu parecer, o órgão afirma que “premiar” a atuação dos condenados pelos atos golpistas com uma redução de até dois terços da pena “inverte a lógica de agravamento”, uma vez que o número de pessoas que participou dos atos potencializa o dano e dificulta a defesa das instituições.

    “A gravidade da proteção insuficiente gerada pela lei, outrora vetada pelo presidente da República, exige a atuação do Supremo Tribunal Federal como guardião da Constituição, restaurando a coerência axiológica do sistema e garantindo que os atentados contra a democracia recebam a resposta firme, técnica e proporcional que a gravidade de suas condutas exige perante a história”, diz a AGU.

    A dosimetria foi aprovada pelo Congresso Nacional ainda no ano passado e já foi suspensa em 9 de maio pelo ministro Alexandre de Moraes, sorteado relator de ações na corte que questionam a validade da medida.

    Na decisão, o ministro diz que aguardará o julgamento do plenário da corte sobre a constitucionalidade da lei.

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulgou a Lei da Dosimetria em 8 de maio, depois de o presidente Lula (PT) deixar vencer o prazo após seu veto integral ao texto ter sido derrubado pelo Congresso.

    Com isso, advogados dos réus acionaram o STF com pedidos de redução de pena com base na nova lei. Ainda na sexta, porém, a federação PSOL-Rede e a ABI (Associação Brasileira de Imprensa) também entraram com ações na corte para barrar a norma, pedindo que o texto fosse considerado inconstitucional e que uma medida cautelar (decisão urgente) suspendesse sua eficácia.

    A federação constituída por PT, PC do B e PV também acionou o STF com uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade). Ela argumenta que a vigência da Lei da Dosimetria até o julgamento da ADI iria criar um “incentivo perverso para a organização de novos ataques às instituições democráticas”.

    Como mostrou a Folha, ao julgar a constitucionalidade da lei, o STF tende a validá-la, mas com recados sobre combate a atos antidemocráticos. Há um consenso de que a redução de penas é uma prerrogativa do Legislativo, mas parte dos ministros diz entender que a medida pode significar incentivo a novos atos antidemocráticos.

    AGU defende no STF suspensão da Lei da Dosimetria, que beneficia Bolsonaro

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  • Master era banco da 'terceira divisão', diz Galípolo

    Master era banco da 'terceira divisão', diz Galípolo

    Instituição representava menos de 0,5% dos ativos do sistema financeiro, segundo presidente do BC. Ele afirma que Banco Central não pode ser arrastado para debates políticos sobre decisões técnicas

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta terça-feira (18) no Senado que o Banco Master era uma espécie de instituição de terceira divisão no sistema financeiro brasileiro.

    Na avaliação do chefe da autoridade monetária, o que mais tem consternado as pessoas ao analisar o caso é o que se fazia com o dinheiro depositado no banco, e menos com o passivo da instituição, que foi liquidada pelo BC em novembro do ano passado.

    “Ele é um banco S3”, afirmou, citando a nomenclatura usada internamente pela autarquia. “Para explicar, e espero que os outros bancos S3 não se ofendam, [era] da terceira divisão do futebol que é o sistema financeiro brasileiro”.

    Segundo Galípolo, o Master não oferecia risco sistêmico porque correspondia a menos de 0,5% dos ativos do sistema financeiro nacional. O caso se tornou relevante, entretanto, por conta do uso do dinheiro.

    O Master chamava atenção no mercado financeiro porque oferecia a venda de CDBs (Certificados de Depósito Bancário) com altos retornos e apoiado na garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), fundo privado que cobre aplicações de até R$ 250 mil.

    A Polícia Federal tem uma série de investigações ligadas ao Master, apurando a suspeita de fraudes financeiras, lavagem de dinheiro e uso de recursos públicos em operações do banco. As apurações também mostram gastos milionários com festas e despesas de autoridades da política.

    No bojo das apurações, dois servidores do BC foram afastados por envolvimento no caso. Investigação interna do Banco Central concluiu que o ex-chefe de Supervisão Bancária Belline Santana simulou dois contratos, que somaram R$ 4 milhões, com um advogado ligado ao Banco Master para receber propina.

    O ex-diretor de Fiscalização Paulo Sérgio Neves de Souza também foi afastado. Ele é suspeito de ter manipulado informações sobre a atuação do Master quando chefiava a área de Fiscalização, na gestão de Roberto Campos Neto, para afastar suspeitas da cúpula do órgão e driblar investigações internas.

    Na comissão do Senado, Galípolo disse que somente a Justiça poderá determinar o que realmente aconteceu em relação ao afastamento dos servidores, e que “todo o corpo técnico sente um efetivo luto com o que aconteceu.” Os indícios, afirmou o presidente do BC, são graves.

    Galípolo também pediu aos senadores o apoio à PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que dá autonomia financeira ao BC e à atualização na resolução bancária, regramento que afeta, por exemplo, os Raets (Regime de Administração Especial Temporária). A legislação que trata do tema é de 1975.

    “Infelizmente, o histórico é: toda vez que a gente entrou num Raet, o banco acabou sendo liquidado, a gente não conseguiu recuperar uma instituição. A sensação que nós temos é a de que temos menos instrumentos do que outras instituições.”

    Galípolo defendeu que o Banco Central “não é palanque” e não pode servir a pressões políticas em decisões como o veto à compra do BRB (Banco de Brasília) pelo Master, esse último depois liquidado pela autarquia. Ele respondia ao senador Renan Calheiros (MDB-AL), para quem o presidente da autarquia devia ter reagido à proposta de partidos do centrão para dar poderes ao Congresso Nacional para demitir diretores e o presidente do BC.

    “Foi um fato gravíssimo e nunca vi o senhor falar disso”, afirmou. “Não tivemos uma reação pública do senhor. Era pedagógico para delimitar a independência do Banco Central”, disse o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. A articulação do centrão foi tornada pública no dia 2 de setembro de 2025, véspera da decisão do BC que indeferiu o pedido do BRB para comprar o Master.

    “Ela foi pedagógica. No dia seguinte, o Banco Central teve coragem de rejeitar”, disse Galípolo. “O Banco Central não é palanque, toma decisão correta independentemente de quem está jogando pedra e fazendo barulho.”

    O presidente do Banco Central defendeu que não cabe à autarquia reagir a pressões políticas. “É muito importante para a autonomia e para a credibilidade do Banco Central que ele não seja arrastado para esse tipo de debate”, afirmou.

    Segundo Galípolo, se a ofensiva do centrão era uma tentativa de coerção, não cabe a ele fazer a afirmação. “Quem sou eu pra dizer isso, quem sou eu para fiscalizar o Legislativo, eu sou fiscalizado.”

    Antes, Renan também disse que, em outra audiência na CAE, Galípolo havia afirmado que, “à primeira vista, a operação BRB-Master estava correta.”

    “Jamais diria isso, até porque o Banco Central não comenta substituição de particular”, afirmou Galípolo. O chefe da autoridade monetária disse que apenas uma pessoa sem acesso a internet e sem TV a cabo acharia que o BC trabalhou pela venda do Master.

    Master era banco da 'terceira divisão', diz Galípolo

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