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  • CCJ do Senado aprova fim da escala 6×1 e prevê jornada de 36h semanais

    CCJ do Senado aprova fim da escala 6×1 e prevê jornada de 36h semanais

    O texto original da PEC é de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que previa o fim da escala 6×1 e uma jornada de 36 horas semanais; a nova Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 148 de 2025 é de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS)

    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (10), o fim da escala de seis dias de trabalho por um dia de descanso (6×1) e a redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. Ambas as mudanças são sem redução salarial. Agora, o tema segue para plenário do Senado.

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 148 de 2025 foi incluída na pauta da CCJ como matéria “extra”, sem aviso prévio, e aprovada por votação simbólica. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a PEC foi relatada pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE).

    O relator explicou que a PEC reduz, já no primeiro ano após a aprovação do texto, a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Durante os quatro anos seguintes, haveria uma redução de uma hora de trabalho, por ano, até chegar às 36 horas semanais. 

    “São mais de 150 milhões de brasileiros que se beneficiarão com esta PEC, considerando os trabalhadores, considerando as famílias e considerando quem contrata também, porque vai movimentar a economia, vai mudar a realidade social deste país”, disse Rogério Carvalho. 

    Em seu parecer, o relator na CCJ argumentou que a jornada de 6×1 está associada ao aumento dos riscos de acidentes em razão do cansaço, por diminuir a qualidade do trabalho e por causar danos a saúde, prejudicando o bem-estar do trabalhador.“No Brasil, as redes sociais têm sido tomadas nos últimos meses por manifestações contrárias à jornada 6×1, considerada exaustiva pelos trabalhadores. Nesse sentido, foi criado o Movimento Vida Além do Trabalho, com o objetivo de alterar a legislação para assegurar o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal”, escreveu Carvalho em parecer.  

    Extra-pauta

    A votação da PEC como extra-pauta foi criticada pelo senador da oposição Eduardo Girão (Novo-CE), que disse que queria ter tido a oportunidade de pedir vista para analisar a proposta e fazer contribuições ao texto.

    “Se fazer isso, na véspera de um recesso, tirando esse direito do parlamentar de pedir vista. Me sinto violentado por essa atitude. Eu sei que teve audiência pública sobre o assunto, mas precisava ter o direito regimental de pedir vista. A única coisa que eu posso dizer é que vamos tentar, lá no Plenário, ver se é possível fazer uma audiência pública para melhorar o projeto, porque tudo pode ser melhorado”, afirmou o senador cearense.

    O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), respondeu que não é incomum a inclusão de matérias extra-pautas na Comissão, destacando que o tema foi debatido em audiência pública.

    “Eu lamento vossa excelência não ter participado de três audiências públicas que nós fizemos e vossa excelência não compareceu em nenhuma delas. Nós tínhamos o compromisso, inclusive com o senador Paulo Paim, de votar [a PEC] ainda este ano”, respondeu.

    Câmara

    A Câmara dos Deputados também discute o tema na subcomissão especial dedicada a analisar a escala 6×1. Na semana passada, ao apresentar o parecer, o deputado Luiz Gastão (PSD-CE) rejeitou o fim da escala 6×1 e propôs a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais. 

    O relator na Câmara alegou que seu texto foi a saída “possível” dentro da realidade econômica das empresas brasileiras e da elevada informalidade do mercado de trabalho.

    “[A PEC original] poderia acarretar sérias consequências econômicas adversas, tais como queda na produção, redução da produtividade e elevação dos índices de desemprego”, afirmou Luiz Gastão.

    O relatório lido na última quarta-feira (3) na subcomissão da Câmara modificou o texto original da PEC de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que previa o fim da escala 6×1 e uma jornada de 36 horas semanais.

    CCJ do Senado aprova fim da escala 6×1 e prevê jornada de 36h semanais

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  • Último romance de Preta Gil, O Kanalha dedica prêmio à cantora

    Último romance de Preta Gil, O Kanalha dedica prêmio à cantora

    O Kanalha venceu o prêmio de axé/pagodão do ano com o hit “O Baiano Tem o Molho” no Prêmio Multishow

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O Kanalha venceu o Prêmio Multishow de axé/pagodão do ano e dedicou o troféu a Preta Gil. Ele venceu o prêmio com o hit “O Baiano Tem o Molho”.

    O Kanalha subiu ao palco e fez uma série de agradecimentos, mas dedicou o prêmio à filha de Gilberto Gil: “Sou um cara formado por mulheres e, com certeza, elas vão concordar de dedicar esse prêmio não só para a minha família, mas para uma mulher que me ensinou muito a ser forte, a ter fé, a ter perseverança”.

    “Dedico esse prêmio a Preta Gil, e com certeza as mulheres da minha família estão representada”, disse O Kanalha.

    O cantor foi o último romance de Preta. Os rumores de um affair começaram em janeiro de 2024, foram confirmados pela cantora e os dois passaram a trocar elogios nas redes sociais: “Sem dúvidas, uma das pessoas mais f** que existe nesse mundo. Te amo. Obrigado por todos os conselhos e puxões de orelha (risos). Que a nossa amizade seja indestrutível”, escreveu o músico no Instagram.

    Ele foi à premiação usando um colar com o rosto de Preta Gil. Em entrevista a Splash no tapete vermelho, O Kanalha relembrou o romance: “A Preta me salvou de muita coisa. Eu achei que nem existia mais amor e ela conseguiu reacender luzes na minha vida. Me fez ser forte para poder estar aqui hoje, trabalhar bastante, ter muita fé para poder continuar lutando”.

    “Ela é reflexo de guerreira, uma mulher potente. Muito disso ela deixou não só para mim, mas para as pessoas próximas dela. Me sinto honrado de ter feito parte disso, também. hoje, com certeza, ela estaria muito feliz me vendo aqui”, disse O Kanalha.

    Último romance de Preta Gil, O Kanalha dedica prêmio à cantora

  • Dorival tem carta na manga para mudar Corinthians na Copa do Brasil

    Dorival tem carta na manga para mudar Corinthians na Copa do Brasil

    (UOL/FOLHAPRESS) – Os atacantes Dieguinho e Vitinho surgem como cartas na manga do Corinthians para as semifinais da Copa do Brasil, contra o Cruzeiro.

    O jogo de ida acontece na noite desta quarta-feira, em Belo Horizonte. A partida de volta será disputada no domingo, na Neo Química Arena.

    A dupla foi testada nos treinamentos antes do primeiro confronto diante da Raposa. Ambos agradaram ao técnico Dorival Júnior nas oportunidades que teve nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro.

    A tendência é que Dieguinho e Vitinho iniciem a partida no banco de reservas, mas com boas chances de serem acionados ao longo do jogo.

    A ideia da comissão técnica é usá-los como alternativa para uma mudança de sistema durante a partida, especialmente em um cenário que peça mais velocidade e transição ofensiva.

    Dorival Júnior trabalhou o Corinthians priorizando maior retenção de posse de bola e controle do jogo.

    Porém, o treinador avalia que o Cruzeiro deve tentar assumir o protagonismo ofensivo, o que pode abrir espaço para um jogo mais direto.

    Caso esse cenário se confirme, a exploração de velocidade pelos lados se torna uma alternativa importante – contexto no qual Dieguinho e Vitinho ganham protagonismo.

    VITINHO ENTROU NO PRUMO NO MOMENTO CERTO

    As opções ofensivas representam respostas a carências identificadas por Dorival Júnior desde sua chegada ao Corinthians, em abril.

    Desde o início do trabalho, o treinador avaliava o elenco como carente de pontas capazes de desequilibrar pelos lados do campo.

    A ideia da diretoria era contratar ao menos dois jogadores com esse perfil no mercado. O transfer ban, no entanto, impediu avanços.

    Vitinho, então, acabou sendo o único atleta contratado na janela do meio do ano, antes da punição ser confirmada.

    O jogador, porém, precisou de tempo para ganhar condição física. Esse diagnóstico, inclusive, já havia sido feito pelo departamento de futebol antes da contratação, o que fez com que Vitinho não fosse a primeira opção da lista de reforços.

    Para piorar, ele sofreu uma lesão no menisco do joelho direito no início de outubro, passou por cirurgia e ficou afastado dos gramados por 47 dias.

    A recuperação, no entanto, marcou uma virada.

    Após o retorno, Vitinho entrou no prumo e passou a ser uma alternativa recorrente de Dorival Júnior na reta final do Brasileirão.

    Desde que voltou, o atacante deu duas assistências – uma delas decisiva no empate com o Botafogo, pelo Campeonato Brasileiro.

    DIEGUINHO FOI LAPIDADO

    No caso de Dieguinho, trata-se de um reforço caseiro que precisou ser lapidado por Dorival Júnior.

    Inicialmente visto como opção para o meio-campo, o jogador foi adaptado para atuar pelas pontas pelo treinador.

    Ao lado de Kayke, Dieguinho está entre os atletas que mais receberam orientações individuais desde a chegada de Dorival. O cuidado foi determinante para o crescimento do jovem no momento mais decisivo da temporada.

    Dieguinho foi titular em três dos últimos seis jogos do Corinthians no Brasileirão e entrou em outros dois. Ele deu uma assistência, mas se destacou principalmente nos confrontos contra Ceará, Botafogo e Fortaleza.

    PROVÁVEL ESCALAÇÃO

    Com as dúvidas de Raniele e Rodrigo Garro, que lidam com problemas físicos e têm grandes chances de não iniciarem a partida, o provável Corinthians para enfrentar o Cruzeiro tem: Hugo Souza; Matheuzinho, André Ramalho, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Maycon, José Martínez, André Carrillo e Breno Bidon; Memphis Depay e Yuri Alberto.

    Dorival tem carta na manga para mudar Corinthians na Copa do Brasil

  • João Fonseca abre temporada 2026 como cabeça de chave no ATP de Brisbane

    João Fonseca abre temporada 2026 como cabeça de chave no ATP de Brisbane

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A próxima temporada de João Fonseca começa no próximo dia 5 de janeiro, na Austrália, e ele será cabeça de chave no primeiro torneio do ano.

    O ATP 250 de Brisbane divulgou a lista de participantes, e João Fonseca é o sexto melhor ranqueado. Daniil Medvedev (RUS), número 13 do mundo, será o cabeça de chave número 1.

    João Fonseca começa a temporada como número 24 do mundo. Ele começou o ano de 2025 como número 145 do mundo.

    Em 2025, Fonseca não disputou o torneio em Brisbane. No mesmo período do ano, ele jogou o Challenger de Canberra, onde foi campeão sem perder sets.

    O tcheco Jiri Lehecka é o atual campeão da competição. Na final de 2025, ele venceu o americano Reilly Opelka.

    Lando Norris faturou o título de maneira eletrizante, mas não lidera no quesito dinheiro faturado. O piloto da McLaren é superado por dois rivais que empilharam títulos nos últimos anos: Lewis Hamilton, da Ferrari, e Max Verstappen, da Red Bull.

    Folhapress | 10:30 – 10/12/2025

    João Fonseca abre temporada 2026 como cabeça de chave no ATP de Brisbane

  • Rússia ameaça com "resposta forte" se Europa destacar militares para Kiev

    Rússia ameaça com "resposta forte" se Europa destacar militares para Kiev

    Segundo Lavrov, a alegação de que a Rússia deseja um confronto com a Europa “nunca passou pela nossa cabeça”, mas ele ressaltou que Moscou reagirá a qualquer ação considerada hostil. Isso, afirmou, inclui “o envio de contingentes militares europeus para a Ucrânia”

    O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, afirmou nesta quarta-feira que Moscou dará “uma resposta forte” caso países europeus enviem tropas para a Ucrânia ou utilizem ativos russos bloqueados para financiar Kyiv na guerra.

    Segundo Lavrov, a alegação de que a Rússia deseja um confronto com a Europa “nunca passou pela nossa cabeça”, mas ele ressaltou que Moscou reagirá a qualquer ação considerada hostil. Isso, afirmou, inclui “o envio de contingentes militares europeus para a Ucrânia”.

    O chanceler russo também advertiu que haverá reação caso bens russos sejam confiscados por governos europeus, como defendem alguns líderes do bloco. As declarações foram feitas durante um discurso no Parlamento russo.

    Lavrov acusou os países europeus de acreditarem que “estão acima de todas as normas e leis que prevalecem no restante do mundo”, e elogiou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por declarar que a União Europeia enfrenta “uma crise profunda” e está “seguindo na direção errada”.

    Para o ministro, Bruxelas se recusa a aceitar que “a Rússia vai vencer e alcançar seus objetivos legítimos”, razão pela qual os líderes europeus “insistem em políticas fúteis de apoio a Kyiv”. Ele afirmou que “a Europa está cega pelo desejo de impor uma derrota estratégica à Rússia” e que não consegue admitir a possibilidade de fracasso.

    Em contraste, Lavrov reservou elogios a Trump, destacando sua disposição para “dialogar e buscar uma solução política e diplomática” para a guerra. O ministro mencionou as negociações realizadas na semana passada entre representantes russos e americanos e disse que Trump é “o único líder ocidental que compreende as raízes da crise” na Ucrânia.

    Segundo ele, já no início do novo mandato, Trump demonstrou “entender as razões que tornaram a guerra inevitável” e passou a sinalizar que deseja “abordar as causas do problema”, algo que Lavrov atribui às atitudes hostis de líderes ocidentais anteriores.

    O ministro russo afirmou ainda que Trump é “o único líder ocidental que se preocupa com os direitos humanos” nesse contexto e que pretende discutir “a garantia dos direitos das minorias” na Ucrânia. argumento frequentemente usado pelo Kremlin para justificar a invasão de 2022 e a anexação unilateral de regiões como Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporíjia.

    Lavrov também acusou a ONU de manter um “papel tendencioso” em favor da Ucrânia e disse que a organização precisa “parar de ucranizar tudo”. Para ele, temas relacionados a paz, política e segurança no âmbito das Nações Unidas tornaram-se ferramentas de influência dos países ocidentais. Ele defendeu que é hora de “pensar no futuro da ONU”.

    Rússia ameaça com "resposta forte" se Europa destacar militares para Kiev

  • Senador da oposição é escolhido para ser relator do PL que reduz pena por tentativa de golpe

    Senador da oposição é escolhido para ser relator do PL que reduz pena por tentativa de golpe

    A Câmara aprovou o projeto da dosimetria na madrugada desta quarta-feira, 10, com um placar de 291 a 148. Esse texto, além de favorecer cidadãos que depredaram as sedes dos Três Poderes, também pode beneficiar Bolsonaro.

    O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), escolheu o oposicionista Esperidião Amin (PP-SC) como relator do projeto de lei que trata da redução de penas aos envolvidos no 8 de Janeiro, o chamado “projeto da dosimetria”. A proposição deverá entrar na pauta da CCJ na próxima semana.

    Amin é aliado e amigo do ex-presidente Jair Bolsonaro há 34 anos. Foi ele quem, inclusive, incluiu na votação do Código Eleitoral no colegiado um trecho para permitir o voto impresso.

    A Câmara aprovou o projeto da dosimetria na madrugada desta quarta-feira, 10, com um placar de 291 a 148. Esse texto, além de favorecer cidadãos que depredaram as sedes dos Três Poderes, também pode beneficiar Bolsonaro.

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), disse no Senado nesta terça-feira (9) que logo após a aprovação na Câmara traria a matéria para o plenário da Casa.

    O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA) e outros senadores como Renan Calheiros (MDB-AL) protestaram. Alcolumbre acatou aos protestos e enviou a matéria par a comissão.

    “Combinei com o senador Davi Alcolumbre porque o Senado não pode, como já foi algumas vezes, ser cartório da Câmara, de aprovar lá e ter uma decisão cartorial referendando o que passou lá. Isso é uma coisa absolutamente inaceitável”, disse Otto.

    A redação original do projeto concedia “anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política” ocorridas entre 30 de outubro de 2022 e a data de entrada em vigor a lei.

    O texto aprovado, no entanto, deixou de mencionar a anistia para propor novas regras para redução das penas.

    A aprovação do chamado projeto de lei da Dosimetria se deu por um placar de 291 a 148 na madrugada desta quarta-feira, 10. O resultado foi proclamado às 2h27.

    Senador da oposição é escolhido para ser relator do PL que reduz pena por tentativa de golpe

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  • Abel assina renovação com o Palmeiras até o fim de 2027

    Abel assina renovação com o Palmeiras até o fim de 2027

    (UOL/FOLHAPRESS) – O Palmeiras finalizou nesta quarta-feira (10) a renovação do contrato do técnico Abel Ferreira até o fim de 2027.
    O salário e o sistema de premiação serão exatamente iguais aos que vinham sendo adotados no contrato anterior.

    O técnico reforçou que desde a eliminação para o Corinthians nas oitavas de final da Copa do Brasil, em agosto, já tinha avisado a presidente Leila Pereira que seguiria no clube.

    “Ao longo destes cinco anos aqui, fui me identificando com os valores e com os princípios do clube. Para mim, o Palmeiras é um estilo de vida e é uma forma de viver e estar. Sou um treinador de projetos e de relações e foi uma decisão que tomei também em família. Conversamos muito ao longo do ano e a presidente Leila sempre manifestou interesse na continuidade, na estabilidade e na consistência do projeto”, disse Abel Ferreira.

    “Após a derrota para o Corinthians pela Copa do Brasil, a líder do projeto reiterou a confiança no trabalho e isso é difícil de encontrar no futebol desta quarta-feira (10). Foi um dos momentos mais difíceis da temporada e isso me marcou muito. Preferi não assinar na época, mas dei a minha palavra de que seguiríamos juntos. Uma equipe como o Palmeiras só se alimenta de títulos e aqui dentro sabemos o que queremos, sabemos onde estamos, onde queremos ir e com quem queremos ir”, acrescentou.

    “Quem faz o Palmeiras são as pessoas, e fazemos tudo pela alma do clube, que são os torcedores. Estou onde querem que eu esteja, estou onde quero estar, estou onde me valorizam e quero ganhar sempre. Tenho certeza de que as lições de 2025 vão nos ajudar muito a ganhar em 2026, concluiu”.

    Abel Ferreira está no clube desde outubro de 2020, e a comissão técnica portuguesa é a que mais soma partidas consecutivas na história alviverde: são 395 jogos, 229 vitórias, 93 empates, 74 derrotas, 672 gols marcados, 320 tentos sofridos e dez títulos – tirando os jogos em que estava suspenso.

    LEILA EXALTA ABEL FERREIRA

    Em nota oficial do clube, a presidente do Palmeiras garantiu que não há ninguém mais preparado do que Abel Ferreira para comandar o Alviverde.

    “O Abel não é somente o técnico mais vitorioso da história do Palmeiras. É também um profissional competente e dedicado, em quem tenho plena confiança. Não há ninguém mais preparado do que o Abel para desenvolver e concluir com sucesso o trabalho de reformulação do elenco que iniciamos neste ano. Tenho certeza de que a continuidade desta parceria, que já nos rendeu dez títulos, será extremamente importante para o presente e para o futuro do Maior Campeão do Brasil”.

    Everton Ribeiro tinha cláusula de renovação automática, mas não conseguiu cumpri-la; permanência já é celebrada nos bastidores

    Folhapress | 11:30 – 10/12/2025

    Abel assina renovação com o Palmeiras até o fim de 2027

  • Ticiane Pinheiro vai se mudar para o Rio para acompanhar Tralli em 2026

    Ticiane Pinheiro vai se mudar para o Rio para acompanhar Tralli em 2026

    A apresentadora já confirmou que vai para o Rio no próximo ano, mas que ainda não tem data para a mudança. “Ano que vem estaremos todos juntos lá”, disse, em entrevista ao influenciador Rodrigo Agustini.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Ticiane Pinheiro, que acaba de deixar a Record após 20 anos na emissora, vai se mudar para o Rio de Janeiro no próximo ano. A apresentadora acompanhará o marido, César Tralli, que assumiu recentemente o lugar de William Bonner na bancada do Jornal Nacional.

    A apresentadora já confirmou que vai para o Rio no próximo ano, mas que ainda não tem data para a mudança. “Ano que vem estaremos todos juntos lá”, disse, em entrevista ao influenciador Rodrigo Agustini.

    Manuella, 6, filha de Tici e Tralli, tem sentido saudades do pai. “Manuella ama a escola aqui em São Paulo e tem a rotina dela, mas sofre muito de saudade e quer ter o pai por perto. Ela é muito pequena para ficar tanto tempo longe”, contou a apresentadora em entrevista à Quem.

    “A princípio, a gente achava: ‘Vai ser tranquilo porque eles vão se ver no final de semana’, mas depois a gente vai percebendo que não é tão tranquilo passar só o final de semana junto. A gente sente muita saudade. Somos muito unidos”, disse Ticiane.

    A apresentadora, porém, disse que ainda há muitos detalhes a serem acertados. “Estamos vendo apartamento, tem meu trabalho, a escola das meninas… Mas com certeza vou, para ficar perto dele. A família vai estar toda junta”, disse.
    Por enquanto, Tralli tem viajado do Rio para São Paulo com frequência. As festas de fim de ano da família, por exemplo, acontecerão na capital paulista.

    Até Helô Pinheiro, mãe de Ticiane, pretende voltar a morar no Rio. “Ela diz que vai quando a gente se estabilizar. Daí ela vai ver de se mudar também”, disse Tici.

    Rafa Justus, 16, filha de Ticiane com Roberto Justus, já disse que não pensa em acompanhar a família na mudança. A adolescente diz que será difícil desapegar da escola em que estuda e dos amigos, além de grande parte da família que mora na cidade. Ela também já disse que pretende continuar os estudos em Boston, nos Estados Unidos, após concluir o Ensino Médio.

    Ticiane Pinheiro vai se mudar para o Rio para acompanhar Tralli em 2026

  • Haddad: aprovação do PL do devedor contumaz é boa notícia 'para os contribuintes sérios'

    Haddad: aprovação do PL do devedor contumaz é boa notícia 'para os contribuintes sérios'

    Segundo o ministro, empresários de setores que têm devedores contumazes pediam providências ao governo desde o início do mandato. Ele declarou ainda que só de um setor, a sonegação chega aos R$ 28 bilhões, com mais da metade sendo dívida com os Estados

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira (10) que a aprovação do projeto de lei do devedor contumaz é uma muito boa notícia para os contribuintes sérios. Ele conversou com jornalistas na portaria do ministério e disse que a Receita tem dificuldade de calcular impacto arrecadatório do devedor contumaz no curto prazo, mas que há expectativa de aumento no médio prazo principalmente para Estados.

    “O papel nosso é organizar os setores da economia com as regras mais justas para todos, sobretudo os que participam do setor e nem sempre conseguem se deparar com regras justas”, disse. E continuou: “Você tem uma desorganização desse setor há muitos anos em virtude da presença, nesses setores, de contribuintes que são devedores contumazes. Eles se valiam, até hoje, das brechas da legislação para abrir e fechar empresas, para a utilização de laranjas, tudo no sentido de explorar uma atividade econômica altamente rentável se você não pagar impostos”.

    Segundo o ministro, empresários de setores que têm devedores contumazes pediam providências ao governo desde o início do mandato. Ele declarou ainda que só de um setor, a sonegação chega aos R$ 28 bilhões, com mais da metade sendo dívida com os Estados.

    Haddad declarou que, se ficar provado que alguém é devedor contumaz, com a nova legislação, essa pessoa pode ter a empresa fechada e ser obrigado a sair do mercado.

    “Eu acredito que isso seja uma muito boa notícia para os contribuintes sérios que querem se manter na atividade, mas que querem práticas concorrenciais justas e leais”, completou.

    Haddad: aprovação do PL do devedor contumaz é boa notícia 'para os contribuintes sérios'

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  • PL da Dosimetria permite que condenados por coação, incêndio e outros crimes saiam antes da prisão

    PL da Dosimetria permite que condenados por coação, incêndio e outros crimes saiam antes da prisão

    A progressão de regime é a transferência de um preso para um regime penal mais brando (de fechado para semiaberto, ou de semiaberto para aberto), após cumprir requisitos de tempo de pena e bom comportamento.

    (CBS NEWS) – O projeto de lei de redução das penas dos condenados pelos atos golpistas discutido pela Câmara dos Deputados pode ter impacto também sobre outros criminosos, com uma progressão mais rápida de regime para pessoas consideradas culpadas por coação no curso do processo, incêndio doloso e resistência contra agentes públicos, entre outros crimes, de acordo com estudo técnico de três partidos.

    O texto foi aprovado pela Câmara na madrugada desta quarta (18) por 291 votos a 148 e ainda terá que passar pelo Senado.
    A tualmente, a legislação prevê que crimes cometidos com violência ou grave ameaça só terão progressão após o cumprimento de 25% da pena, caso o condenado seja réu primário. Isso elevaria o tempo que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ficaria em regime fechado e, por isso, o projeto altera a lei para permitir que a mudança de regime possa ocorrer antes, mesmo em caso de crimes violentos.

    Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por cinco crimes pelo STF (Supremo Tribunal Federa), entre eles abolição violenta do Estado democrático de Direito e tentativa de golpe de Estado, que exigem “violência ou grave ameaça”. O projeto permite que nesses casos a progressão de regime ocorra após o cumprimento de 16% da pena, como já acontece nos crimes sem uso de violência.

    A progressão de regime é a transferência de um preso para um regime penal mais brando (de fechado para semiaberto, ou de semiaberto para aberto), após cumprir requisitos de tempo de pena e bom comportamento.

    Para evitar que outros crimes violentos sejam também beneficiados, o relator, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), colocou exceções no projeto: os crimes violentos ou com grave ameaça não podem constar dos capítulos 1 e 2 do Código Penal (que listam crimes contra a pessoa ou contra o patrimônio).

    Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por cinco crimes pelo STF (Supremo Tribunal Federa), entre eles abolição violenta do Estado democrático de Direito e tentativa de golpe de Estado, que exigem “violência ou grave ameaça”. O projeto permite que nesses casos a progressão de regime ocorra após o cumprimento de 16% da pena, como já acontece nos crimes sem uso de violência.

    A progressão de regime é a transferência de um preso para um regime penal mais brando (de fechado para semiaberto, ou de semiaberto para aberto), após cumprir requisitos de tempo de pena e bom comportamento.

    Para evitar que outros crimes violentos sejam também beneficiados, o relator, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), colocou exceções no projeto: os crimes violentos ou com grave ameaça não podem constar dos capítulos 1 e 2 do Código Penal (que listam crimes contra a pessoa ou contra o patrimônio).

    Outros que podem se aproveitar do projeto são os condenados por coação no curso do processo (como ameaçar testemunha para alterar depoimento), atentado contra a segurança de transporte (usar de violência para tomar controle de veículo, aeronave ou embarcação) e incêndio doloso (pode ser praticado usando violência ou ameaça para expulsar alguém antes de atear fogo).

    Crimes contra a organização do trabalho também terão progressão antecipada de pena, caso a lei seja alterada de acordo com o projeto proposto. Estariam incluídos o uso de violência ou ameaça para impedir alguém de trabalhar, paralisação de trabalho mediante violência e invasão de estabelecimento industrial ou comercial com violência.

    Líder do PSB na Câmara, o deputado Pedro Campos (PE) afirma que o relatório atingirá condenados por outros crimes. “A medida que estão falando que serve para beneficiar o Bolsonaro e o pessoal do 8 de Janeiro -o que já seria um absurdo- pode servir para muita gente que está presa hoje ou que ainda vai cometer crime passar menos tempo no regime fechado”, diz.

    Paulinho da Força afirmou à Folha que a interpretação está errada e apenas envolvidos na trama golpista serão afetados. “Não tem outra mudança não”, disse.

    Apesar disso, deputados do PL afirmam que procuraram o relator com a preocupação de que condenados por outros crimes possam ser beneficiados com a saída mais rápida da prisão.

    PL da Dosimetria permite que condenados por coação, incêndio e outros crimes saiam antes da prisão

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