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  • Gigi Hadid e Bradley Cooper surpreendem ao dar primeira entrevista juntos

    Gigi Hadid e Bradley Cooper surpreendem ao dar primeira entrevista juntos

    O casal foi abordado nas ruas de Nova York por um influencer e, pela primeira vez, respondeu lado a lado sobre o que lhes traz confiança. Gigi e Bradley, que vivem um relacionamento discreto desde 2023, apareceram descontraídos e trocaram respostas espontâneas

    Gigi Hadid e Bradley Cooper foram surpreendidos por um influencer enquanto caminhavam por Nova York. Pela primeira vez, o casal falou lado a lado diante das câmeras, participando de uma breve entrevista para o criador de conteúdo David Carmi, conhecido por abordar anônimos e celebridades nas ruas com a série “Confidence Heist”, na qual pergunta o que faz cada pessoa se sentir “confiante”.

    Ao encontrar o casal, Carmi lançou sua pergunta habitual. Gigi respondeu primeiro, dizendo que “encontrar alegria” é o que fortalece sua confiança. A modelo ainda reconheceu o influencer: “Vi seus vídeos. Como você está?”. Ele se apresentou, e ela reagiu com naturalidade: “Prazer, sou a Gigi”.

    Bradley Cooper entrou na conversa logo depois. “Prazer em conhecê-lo”, disse o ator, antes de ouvir a mesma pergunta. Para ele, o que traz confiança é simplesmente “estar vivo”.

    Antes de encerrar, Carmi pediu ao casal um conselho para quem enfrenta dificuldades. Gigi foi direta: “Um dia de cada vez”.

     

     
     
     

     
     
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    A aparição do casal no vídeo acontece poucas semanas após terem sido vistos juntos em um jogo entre Philadelphia Eagles e Detroit Lions, em 16 de novembro. Gigi e Bradley foram fotografados lado a lado pela primeira vez em outubro de 2023, quando jantavam no West Village. Desde então, seguem juntos e já fizeram diversas aparições públicas.

    Ambos têm filhos de relacionamentos anteriores. Bradley Cooper é pai de Lea De Seine, fruto de sua relação com Irina Shayk. Gigi Hadid é mãe de Khai, sua filha com o cantor Zayn Malik, com quem manteve um relacionamento por quase seis anos até a separação em 2021.

    Gigi Hadid e Bradley Cooper surpreendem ao dar primeira entrevista juntos

  • PlayStation libera Wrap-Up 2025 com resumo do ano de cada jogador

    PlayStation libera Wrap-Up 2025 com resumo do ano de cada jogador

    A Sony lançou o Wrap-Up 2025, que revela aos jogadores quais foram seus títulos mais jogados, o total de horas acumuladas, troféus conquistados e o uso de acessórios do PS5. A ferramenta também gera um cartão personalizado para compartilhar nas redes sociais.

    Estamos entrando na reta final de 2025 e, como acontece todos os anos, os principais serviços digitais começaram a liberar ferramentas que mostram aos usuários um balanço do que mais consumiram ao longo do ano.

    Depois do Spotify Wrapped, chegou a vez de a PlayStation lançar o seu Wrap-Up 2025. Assim como nas edições anteriores, os jogadores podem conferir quais foram os títulos que mais jogaram e quantas horas dedicaram aos seus favoritos.

    A ferramenta também informa quantos jogos você experimentou ao longo do ano, qual foi o gênero mais marcante de 2025, quantos troféus conquistou e até quanto tempo passou utilizando acessórios do PlayStation 5, como o PlayStation Portal ou o PlayStation VR2.

    Ao final, o PlayStation Wrap-Up 2025 gera um cartão personalizado para compartilhar nas redes sociais, mostrando o jogo em que você mais investiu horas, o total de títulos jogados no ano, o número de troféus obtidos e o total de horas de gameplay.

    PlayStation libera Wrap-Up 2025 com resumo do ano de cada jogador

  • Vera Viel revela sequelas após cirurgia para retirar tumor raro e maligno

    Vera Viel revela sequelas após cirurgia para retirar tumor raro e maligno

    A esposa de Rodrigo Faro contou que desenvolveu linfedema depois da remoção de um sarcoma e que mantém rotina diária de musculação para controlar a condição. Já curada, ela diz viver sua melhor fase e destaca o apoio do marido durante todo o processo.

    A influenciadora Vera Viel, esposa do apresentador Rodrigo Faro, contou que ainda lida com sequelas após a cirurgia para remover um sarcoma, tumor maligno diagnosticado em setembro de 2024. Já curada, ela explicou que desenvolveu linfedema como consequência do procedimento.

    No podcast Menos Pausa, apresentado por Priscila Fantin e Vanessa Costa, Vera relatou que precisou fazer um enxerto entre as pernas e que isso afetou sua circulação. “Tirei um pedaço do músculo e minha circulação ficou prejudicada. O resultado é um inchaço maior na perna onde eu tinha o sarcoma”, disse. Para controlar o quadro, ela mantém uma rotina rigorosa de musculação. “É meu ritual diário. Acordo e passo uma hora treinando. É garantir um futuro em que eu não dependa de ninguém”, afirmou.

    Mesmo com as marcas do processo, Vera diz viver sua melhor fase e destacou o apoio de Faro durante todo o tratamento. “Vou fazer 50 anos, passei por tudo isso e me sinto maravilhosa, com saúde. Ter um companheiro que entende e apoia é fundamental. Ele esteve ao meu lado o tempo todo”, declarou.

    Vera também relembrou como descobriu o tumor: durante uma aula de muay thai, sentiu um nódulo na coxa e acreditou ter se machucado. “O que eu não sabia era que o tumor já estava lá e um hematoma tinha se formado, causando a dor”, contou na época. Ela afirmou que enfrentou a cirurgia com fé e gratidão. “Não senti medo. Agradeci a Deus por ter mostrado o tumor na hora certa e por ter colocado uma equipe médica abençoada no meu caminho.”

    As cicatrizes deixadas pela cirurgia também ganharam um novo significado para ela. “São mais do que marcas físicas. São testemunhos de superação, resistência e do milagre de Deus na minha vida. Não tenho vergonha delas; fazem parte da minha história”, afirmou.

    Vera Viel revela sequelas após cirurgia para retirar tumor raro e maligno

  • Avião cai sobre carro nos EUA durante tentativa de pouso de emergência

    Avião cai sobre carro nos EUA durante tentativa de pouso de emergência

    Câmera registrou o momento em que um bimotor perdeu altitude e atingiu a traseira de um Toyota Camry durante um pouso de emergência na I-95. A motorista teve ferimentos leves; piloto e passageiro saíram ilesos.

    Um avião bimotor atingiu um carro em uma rodovia da Flórida, nos Estados Unidos, na segunda-feira, 8 de dezembro, por volta das 17h45 no horário local. A motorista do veículo ficou ferida.

    Imagens registradas por uma câmera mostram o momento em que a aeronave perde altitude rapidamente e acaba batendo na traseira de um Toyota Camry 2023 que trafegava pela I-95, na região de Cocoa. O piloto tentava realizar um pouso de emergência.

    No vídeo, o Beechcraft 55 aparece descendo de forma brusca, toca a parte traseira do carro e, em seguida, cai para o lado esquerdo da pista.

    A motorista precisou ser levada ao hospital, mas sofreu apenas ferimentos leves, segundo a Patrulha Rodoviária da Flórida.

    O piloto e o passageiro do avião, ambos de 27 anos, saíram ilesos.

    A Administração Federal de Aviação (FAA) vai apurar o que levou à necessidade de um pouso de emergência, enquanto a Patrulha Rodoviária da Flórida conduz a investigação do acidente.

    Avião cai sobre carro nos EUA durante tentativa de pouso de emergência

  • Entrada nos EUA pode exigir histórico de 5 anos nas redes sociais

    Entrada nos EUA pode exigir histórico de 5 anos nas redes sociais

    Nova proposta da Alfândega dos EUA prevê analisar redes sociais, e-mails e histórico familiar de visitantes, incluindo viajantes do programa de isenção de visto. A medida levanta alertas sobre privacidade e pode mudar significativamente o processo de entrada no país.

    Se você está planejando viajar para os Estados Unidos, prepare-se: o governo americano poderá exigir que visitantes entreguem o histórico de atividade nas redes sociais dos últimos cinco anos. A proposta foi apresentada nesta terça-feira pela Agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP), e pode mudar significativamente o processo de entrada no país.

    Segundo o The New York Times, viajantes de países como Reino Unido, França, Alemanha e Coreia do Sul só poderão entrar nos EUA após uma análise detalhada de suas redes sociais. A mudança afetará não apenas quem participa do programa de isenção de visto, mas também outros tipos de visitantes.

    Atualmente, cidadãos de 42 países podem entrar nos EUA por até 90 dias sem visto, usando apenas uma autorização eletrônica (ESTA). O formulário pede dados básicos como e-mail, endereço, telefone e contato de emergência, com validade de dois anos.

    A nova proposta vai muito além. O CBP pretende pedir:

    • nomes de usuários e links de redes sociais
    • endereços de e-mail usados nos últimos 10 anos
    • nomes, datas de nascimento e locais de residência de pais, filhos, irmãos e cônjuges

    Além disso, a agência quer criar uma taxa adicional de “integridade de visto” de 250 dólares. Viajantes de países isentos de visto não precisariam pagar essa taxa, mas ainda teriam que fornecer as informações.

    Essas medidas se somam a protocolos já adotados para algumas categorias de visto, como o H-1B, o de estudante e o de pesquisador, que também incluem análise de redes sociais.

    Especialistas veem a proposta como uma mudança de grande impacto. Bo Cooper, da consultoria de imigração Fragomen, classificou o plano como uma “mudança de paradigma”, apontando que agora a avaliação deixaria de buscar apenas fatos concretos, como indícios de crime, para analisar o conteúdo que as pessoas publicam.

    A Electronic Frontier Foundation criticou duramente a medida, afirmando que esse tipo de vigilância obrigatória ameaça liberdades civis, não se mostra eficaz para identificar criminosos e expõe a privacidade de viajantes e de pessoas próximas a eles.

    O CBP informou que aceitará comentários públicos sobre a proposta durante os próximos 60 dias.

    Entrada nos EUA pode exigir histórico de 5 anos nas redes sociais

  • Líder da OpenAI aponta Apple como a grande rival da empresa de IA

    Líder da OpenAI aponta Apple como a grande rival da empresa de IA

    A disputa pelo futuro da tecnologia, segundo Sam Altman, está menos nos modelos de IA e mais na capacidade de criar dispositivos capazes de integrar a inteligência artificial ao dia a dia.

    O cofundador e CEO da OpenAI, Sam Altman, afirmou durante um almoço com jornalistas em Nova York que, ao contrário do que muitos imaginam, a Google e o modelo de IA Gemini não são os principais concorrentes da empresa.

    Segundo Altman, a rivalidade mais significativa hoje é com a Apple, devido à força da empresa na criação de produtos de hardware. Para ele, é justamente no hardware que acontecerá a grande disputa da era da Inteligência Artificial. Como destacou o The Wall Street Journal, essa visão está alinhada à estratégia recente da OpenAI, que vem trabalhando no desenvolvimento de um dispositivo dedicado a IA e chegou a contar com a colaboração de Jony Ive, ex-Apple e criador do iPhone.

    O CEO da Anthropic, Dario Amodei, também comentou o cenário competitivo e afirmou que sua empresa não decretou um “código vermelho” para acelerar o desenvolvimento tecnológico, destacando que ocupa um espaço diferente do de Google e OpenAI.

    Altman, por sua vez, deixou claro que a OpenAI está mais focada em criar um produto capaz de aproveitar as capacidades da IA da melhor forma possível, do que em competir diretamente com avanços como o Gemini da Google.

    A ideia de que Apple e OpenAI caminham para uma disputa direta já vinha sendo defendida por nomes importantes do setor. Em outubro, o ex-CEO da Apple John Sculley afirmou, durante a conferência Zeta Live, que a OpenAI é o “primeiro concorrente real” da Apple em décadas. Para ele, a Apple não tem avançado com sucesso em IA e a chegada dessa tecnologia representa uma mudança profunda no modelo de negócios, no qual empresas antes focadas em vender dispositivos passam a depender cada vez mais de serviços por assinatura.

    Sculley também comentou a parceria da OpenAI com Jony Ive e afirmou que o ex-chefe de design da Apple é a pessoa ideal para desenvolver produtos pensados para a era da IA.

    “Ele criou o iMac, o iPod, o iPhone e o iPad. Se há alguém capaz de levar essa visão para os grandes modelos de linguagem, é o Jony Ive trabalhando com Sam Altman”, declarou.

    A Apple, aliás, tem sofrido com a perda de talentos para rivais como a Meta e a própria OpenAI, que já atraiu vários profissionais da empresa.

    Líder da OpenAI aponta Apple como a grande rival da empresa de IA

  • Advogados de Bolsonaro pedem permissão ao Supremo para nova cirurgia

    Advogados de Bolsonaro pedem permissão ao Supremo para nova cirurgia

    A defesa afirma que Bolsonaro precisa ser tratado de uma crise de hipotireoidismo, considerada sequela de procedimentos anteriores, além de uma hérnia inguinal. Os advogados solicitaram que o STF autorize Bolsonaro a deixar o quarto onde cumpre pena, na sede da Polícia Federal para permanecer internado de cinco a sete dias

    Os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro, preso por tentativa de golpe de Estado, apresentaram nesta terça-feira (9) ao Supremo Tribunal Federal um pedido para que ele seja autorizado a passar por uma nova cirurgia, segundo a imprensa brasileira.

    A defesa afirma que Bolsonaro precisa ser tratado de uma crise de hipotireoidismo, considerada sequela de procedimentos anteriores, além de uma hérnia inguinal.

    “Conforme informado pelo médico responsável, o ex-presidente precisa passar por cirurgia tanto para tratar o quadro de soluços, já registrado nos autos como sequela das cirurgias anteriores, quanto pela piora do diagnóstico de hérnia inguinal unilateral, que também indica necessidade de intervenção”, diz o pedido, citado pelo portal G1.

    Os advogados solicitaram que o STF autorize Bolsonaro a deixar o quarto onde cumpre pena, na sede da Polícia Federal em Brasília, para permanecer internado de cinco a sete dias.

    A defesa também reiterou o pedido para que ele possa cumprir prisão domiciliar de caráter humanitário, alegando agravamento do estado de saúde desde o atentado a faca sofrido na campanha de 2018.

    Em abril deste ano, Bolsonaro passou por uma cirurgia abdominal complexa que exigiu três semanas de internação.

    O ex-presidente está detido na sede da PF desde o fim de novembro, após tentar remover com um ferro de solda a tornozeleira eletrônica que usava em regime domiciliar. Ele foi condenado em setembro a 27 anos de prisão por tentar permanecer no poder por meio de um plano golpista e estimular atos que culminaram na invasão das sedes dos Três Poderes em Brasília, após ser derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022.

    Advogados de Bolsonaro pedem permissão ao Supremo para nova cirurgia

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  • Câmara aprova projeto que reduz penas de Bolsonaro e réus do 8 de janeiro

    Câmara aprova projeto que reduz penas de Bolsonaro e réus do 8 de janeiro

    Deputados aprovam texto que diminui punições para condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro; medida ainda será analisada pelo Senado e pode encurtar o tempo de prisão do ex-presidente.

    A Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quarta-feira (10), o texto-base do projeto que reduz as penas aplicadas a condenados por atos golpistas, entre eles os participantes do ataque de 8 de janeiro de 2023. A votação ocorreu às 2h26 e reacendeu o debate sobre os efeitos da medida para o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentar liderar um plano de ruptura institucional.

    O projeto, conhecido como PL da Dosimetria, segue agora para o Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que pretende votar a proposta ainda este ano. Caso avance e seja sancionado, a pena de Bolsonaro poderá ser diminuída, encurtando seu período na prisão. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda poderá vetar o texto total ou parcialmente.

    A aprovação pegou líderes partidários de surpresa. Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara, anunciou a inclusão do tema na pauta ainda na manhã de terça-feira (9), em um dia marcado por forte tensão no plenário. Horas antes da votação, o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) protagonizou um tumulto ao se sentar na cadeira da presidência da Casa em protesto contra seu processo disciplinar. Ele foi retirado à força por policiais legislativos, e a imprensa foi expulsa do plenário, enquanto o sinal da TV Câmara foi cortado, decisão que gerou críticas de parlamentares da base governista.

    Apesar de aliados de Bolsonaro pressionarem há meses por anistia ampla, o texto aprovado não anula condenações. A proposta apenas reduz penas. O relator, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), reforçou essa posição. “Não estamos dando anistia. Não tem anistia. As pessoas vão continuar pagando”, declarou. Para ele, a mudança não premia golpistas e serviria até como alerta: “Vão pensar duas vezes antes de fazer novamente”.

    A anistia havia perdido força desde agosto, quando apoiadores de Bolsonaro tentaram ocupar os plenários da Câmara e do Senado para forçar a votação. Com o impasse, o tema esfriou — até ressurgir agora, com a aprovação do PL.

    Segundo estimativas da equipe de Paulinho da Força, se o projeto virar lei, Bolsonaro deve cumprir cerca de dois anos e quatro meses em regime fechado. Ele foi condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão e teve o trânsito em julgado decretado em 25 de novembro por Alexandre de Moraes. O ministro também determinou o início imediato do cumprimento da pena.

    Bolsonaro está preso desde 22 de novembro na sede da Polícia Federal em Brasília. A prisão foi decretada após ele tentar danificar a tornozeleira eletrônica que usava na prisão domiciliar com um ferro de solda. Para Moraes, o ato indicava risco de fuga e justificava a prisão preventiva.

    Câmara aprova projeto que reduz penas de Bolsonaro e réus do 8 de janeiro

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  • Dólar fecha em alta e Bolsa recua após Flávio Bolsonaro dizer que candidatura é 'irreversível'

    Dólar fecha em alta e Bolsa recua após Flávio Bolsonaro dizer que candidatura é 'irreversível'

    PL que reduz penas a condenados por atos golpistas atenuou perdas dos ativos brasileiros à tarde; investidores estrangeiros retiraram R$ 1,7 bilhão da B3 no dia do anúncio de Flávio

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar fechou em alta de 0,31% nesta terça-feira (9), cotado a R$ 5,437, com investidores monitorando os desdobramentos da entrada de Flávio Bolsonaro na corrida pela Presidência em 2026. Na segunda, o senador afirmou à Folha de S.Paulo que sua candidatura é “irreversível”.

    “Minha candidatura não está à venda. A condição para isso é o presidente Bolsonaro livre e nas urnas. A única possibilidade de o Flávio Bolsonaro não ser candidato é o candidato ser o Jair Messias Bolsonaro. Não tenho preço”, afirmou.

    O senador anunciou na sexta-feira sua candidatura à Presidência em 2026, notícia que inspirou forte volatilidade para os ativos domésticos e levou à retirada de cerca de R$ 1,7 bilhão da B3 por parte de investidores estrangeiros.

    A leitura do mercado é de que, com o apoio de Bolsonaro ao filho mais velho, uma eventual candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos), nome favorito da Faria Lima para a disputa, perderia força e favoreceria uma reeleição do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), cuja política fiscal desagrada grande parte do mercado.

    “Acredita-se que uma reeleição do governo Lula significaria um cenário de maior expansão fiscal por mais quatro anos, o que pressionaria a inflação e manteria juros mais elevados”, aponta Leonel Mattos, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.

    Com o cenário eleitoral incerto, o mercado adota cautela. A moeda chegou à máxima de R$ 5,495 nesta sessão, mas desacelerou ganhos à tarde quando discussões em Brasília para votação do PL da Dosimetria ganharam tração. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o projeto -que trata das penas dos condenados por tentativa de golpe e pode reduzir o tempo de prisão de Bolsonaro em regime fechado para 2 anos e 4 meses- será votado na Casa.

    O efeito também foi sentido na Bolsa, que reverteu perdas e passou a rodar no positivo. Ao fim do pregão, porém, perdeu força, fechando em queda de 0,13%, a 157.981 pontos.

    Uma das interpretações no mercado é a de que, se o projeto for aprovado, crescem as chances de Flávio desistir da candidatura, colocando novamente na disputa o nome de Tarcísio.

    No cenário internacional, operadores repercutiram dados de emprego dos Estados Unidos medidos pelo Jolts.

    As vagas em aberto, uma medida da demanda por mão de obra, aumentaram em 12 mil e chegaram a 7,67 milhões em outubro, mês marcado pelo “shutdown” do governo norte-americano que paralisou a divulgação de estatísticas oficiais da economia americana. Economistas consultados pela Reuters previam 7,15 milhões de vagas não preenchidas. Já as contratações caíram em 218 mil, para 5,149 milhões.

    O relatório também incorporou a leitura de setembro. Naquele mês, havia 7,658 milhões de vagas em aberto e as contratações foram de 5,367 milhões.

    Por serem defasados, os dados não devem pautar a decisão do Fed de quarta-feira. No entanto, reforçam a percepção de que o mercado de trabalho permaneceu no que os economistas e as autoridades chamam de “sem contratações, sem demissões”.

    Essa estagnação motivou dois cortes de juros pelo Fed neste ano, e a previsão do mercado é que justifique mais uma redução de 0,25 ponto percentual nesta semana, levando a taxa para a banda de 3,50% a 3,75%. A probabilidade desse afrouxamento acontecer é de 87,4%, segundo a ferramenta FedWatch, enquanto os 12,6% restantes apostam em uma manutenção do atual patamar.

    A decisão será divulgada às 16h (horário de Brasília) de quarta-feira. Às 18h30, será a vez do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC brasileiro divulgar a definição sobre a taxa Selic.

    Aqui, a previsão é que os juros encerrem o ano parados em 15% e que o Copom (Comitê de Política Monetária) flexibilize o discurso, abrindo a porta para a queda da Selic em 2026. Enquanto a manutenção da taxa no atual patamar é a projeção unânime, as apostas para o início do ciclo de cortes de juros estão divididas entre janeiro e março do próximo ano.

    No mercado de câmbio, quanto maior o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos, melhor para o real, e o inverso também vale.

    Quando a taxa por lá cai -como ocorreu nas últimas reuniões do Fed- e a Selic permanece em patamares altos, investidores se valem da diferença de juros para apostar na estratégia de “carry trade”.

    Isto é: toma-se empréstimos a taxas baixas, como a americana, para investir em mercados de taxas altas, como o brasileiro. O aporte aqui implica na compra de reais, o que desvaloriza o dólar.

    Dólar fecha em alta e Bolsa recua após Flávio Bolsonaro dizer que candidatura é 'irreversível'

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  • Entidades criticam retirada da imprensa na Câmara

    Entidades criticam retirada da imprensa na Câmara

    Hugo Motta afirmou ter determinado apuração; presidente da Câmara vem sendo duramente criticado nos bastidores de Brasília e também pela sociedade pela situação envolvendo a Polícia Legislativa

    A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) divulgaram nota nesta terça-feira (9) em que repudiam o episódio de retirada e agressão a profissionais da imprensa na Câmara dos Deputados, na tarde desta terça-feira (9). As entidades cobram explicações do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).

    Nesta tarde, o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) ocupou a cadeira da presidência da Casa em protesto após Hugo Motta anunciar que levaria ao plenário o pedido de cassação do deputado. O parlamentar foi retirado à força por agentes da Polícia Legislativa Federal.

    Neste momento, o sinal da TV Câmara, que transmitia ao vivo a sessão em plenário, foi imediatamente cortado e jornalistas, fotógrafos, cinegrafistas e assessores de imprensa foram retirados pela Polícia Legislativa do Plenário da Câmara 

    A Fenaj e o SJPDF afirmaram considerar “extremamente grave o cerceamento ao trabalho da imprensa e à liberdade e ao direito de informação da população brasileira”. As entidades consideram ainda mais graves episódios de agressões físicas a profissionais da imprensa.

    “Não podemos admitir que medidas autoritárias, que remontam às vividas em um período não tão distante durante a ditadura militar, sejam naturalizadas e se repitam em nosso Congresso Nacional – que deveria ser a Casa do povo e não de quem ataca os direitos da população. Seguimos atentos e acompanhando os desdobramentos desse lamentável e absurdo episódio”, criticaram. 

    O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) também criticou o episódio.

    “De acordo com notícias veiculadas nos principais portais noticiosos, a TV Câmara teve seu sinal cortado às 17h34, mesmo horário em que os jornalistas começaram a ser retirados do plenário. As imagens da brutalidade, no entanto, foram registradas por outros parlamentares e outras pessoas que permaneceram no plenário e logo ganharam os principais portais noticiosos”, disse.

    Hugo Motta

    Em nota no X, o presidente Hugo Motta informou que determinou a “apuração de possíveis excessos em relação à cobertura da imprensa”.

    “Temos que proteger a democracia do grito, do gesto autoritário, da intimidação travestida de ato político. Extremismos testam a democracia todos os dias. E todos os dias a democracia precisa ser defendida. Determinei também a apuração de possíveis excessos em relação à cobertura da imprensa”, afirmou. 

    Entenda o caso

    O deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) ocupou a cadeira da presidência da Câmara dos Deputados, no plenário da Casa, na tarde desta terça-feira (9), e foi arrancado à força por agentes da Polícia Legislativa Federal.

    A ocupação começou como protesto do parlamentar, após o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciar que levaria ao plenário o pedido de cassação do deputado, juntamente com os processos de Carla Zambelli (PL-SP) e Delegado Ramagem (PL-RJ), os dois últimos condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Os casos não tem relação entre si.

    Além disso, Motta também pautou a votação do projeto para reduzir as penas dos envolvidos na trama golpista.

    “Que me arranquem desta cadeira e me tirem do plenário”, disse o deputado.

    Braga pode perder o mandato por ter agredido, com um chute, um militante do Movimento Brasil Livre (MBL), no ano passado, após ser provocado.

    Entidades criticam retirada da imprensa na Câmara

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